sexta-feira, 27 de maio de 2016

"A masculinidade está em crise", diz pastor sobre caso de garota em estupro coletivo

As imagens (fotos e vídeos) da menina foram compartilhadas nas mídias sociais, após a série de abusos que ela sofreu. (Foto: Pragmatismo Político)
As imagens (fotos e vídeos) da menina foram compartilhadas nas mídias sociais, 
após a série de abusos que ela sofreu. (Foto: Pragmatismo Político)

Após a notícia chocante de que 33 homens estupraram uma adolescente no Rio de Janeiro, as mídias sociais foram inundadas por mensagens de repúdio ao abuso sexual. Entre elas, a mensagem do pastor Jackson Jacques trouxe um alerta.

A notícia da adolescente que sofreu um estupro coletivo na Zona Oeste do Rio de Janeiro chocou o Brasil e chegou a repercutir na mídia internacional na última quinta-feira (26).

As imagens (vídeos e fotos) da vítima chegaram a ser publicadas pelos abusadores na internet, com mensagens que ironizavam o estupro da jovem. Apesar da violência e do constrangimento que a jovem sofreu ao também ser exposta nas mídias sociais pelos estupradores, ela também ganhou grande apoio dos usuários das redes.

Uma torrente de mensagens de repúdio à violência sexual foram postadas por usuários das mídias sociais, mensagens de apoio foram enviadas à menina e líderes cristãos também se pronunciaram com relação ao caso.

"Fui ler as notícias do dia com um enorme pesar no coração. Que Deus abrace essa garota de uma forma muito especial!", postou um usuário do Facebook.

"Assusta-nos, nos entristece, nos enoja, mas não deveria nos surpreender. 'Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus', (2 Tm. 3.1-4)", publicou outra usuária.

Já outros acusaram a 'sociedade patriarcal machista' como uma das causas de fatos como esse.

"Mães que se preocupam em criar "filhos machos - héteros" e não seres humanos tem a sua parcela de culpa nisso. Ninguém nasce machista, eles se tornam. Nem todo machista é estuprador de fato, são estupradores morais, agora todo estuprador de fato é sem exceção machista. Se a base das soluções estão na raiz dos problemas que tal avaliar como você anda criando o seu filho?", publicou a página 'Hype Ideas'.

Após as milhões de mensagens que foram postadas contra o abuso sexual, devido ao seu caso, a jovem agradeceu pelo apoio dos usuários das mídias sociais.

“Venho comunicar que roubaram meu telefone e obrigada pelo apoio de todos. Realmente pensei que seria julgada mal”, escreveu a jovem.

 
Pastor Jackson Jacques é líder da Igreja Vintage 180, no Rio Grande do Sul (Imagem: Youtube) 

Masculinidade em crise
Segundo o pastor gaúcho Jackson Jacques, não há razão que justifique a violência contra a mulher e a notícia da adolescente que foi violentada pelos 33 homens é um forte sinal de que "a masculinidade está em crise".

"Trinta e três homens, e nenhum homem querendo defender a jovem que estava sendo estuprada. Todos querendo apenas se aproveitar dela. Essa é a realidade da masculinidade no nosso país. A maioria dos homens olham as mulheres somente como pessoas para lhe darem prazer. A masculinidade está em crise. E isso é uma das raízes de todos os nossos males", disse.

"Nada justifica um homem bater, estuprar, violentar uma mulher. Quem relativiza isso é filho do diabo e nunca conheceu a Deus".


Machismo?
Filósofo cristão e professor da PUC-SP, Francisco Razzo também destacou que culpar o "machismo" como causa do estupro da adolescente não tem eficiência alguma nesse caso.

"Uma garota de 16 anos foi estuprada por mais de 30 seres humanos perdidos em seus próprios tormentos. Não foi culpa do machismo, da sociedade patriarcal, da humanidade, não foi culpa de nenhuma abstração. Os únicos responsáveis foram os mais de 30 seres humanos perdidos em seus tormentos", afirmou.

Em outra postagem de sua página do Facebook, Razzo também destacou que não somente o homem é um estuprador em potencial, mas a humanidade de forma geral é cruel.

"A antropologia cristã, nesse sentido, foi muito mais radical. Todo ser humano traz a maldade em potencial. Não esta ou aquela maldade específica, arbitrariamente selecionada. A possibilidade, ou potencialidade, de inserir o mal no mundo, em suas inúmeras faces e formas, configura uma característica intrínseca da própria condição humana", destacou.


"O ser humano não é só um estuprador em potencial, o ser humano é também um genocida em potencial. Todo ser humano guarda dentro de si uma miniatura macabra de si. A crueldade vive em estado se crisálida em cada um de nós. E as feministas, convenhamos, com o perdão da analogia, estão "brincando de casinha" ao tentar sondar as trevas do coração humano", finalizou.

FONTE: GUIAME

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Escala de Valores: Trabalho em terceiro lugar

Ambiente de trabalho.
Ambiente de trabalho.

Quando a Bíblia fala daquele que não cuida da sua família sendo pior do o descrente (1 Tm.5.8), está falando, no contexto, sobre sustento material, sobre provisão das necessidades físicas.

É impressionante a facilidade com que nos levamos aos extremos. De um lado, temos na igreja, pessoas que são viciadas em trabalho e cujas vidas não estão em ordem, pois desrespeitaram a escala bíblica de valores, pondo o trabalho em primeiro lugar. De outro, temos aqueles que relegaram ao trabalho o último lugar na sua escala de valores, ou que nem mesmo colocam o trabalho em suas prioridades!

Quando a Bíblia fala daquele que não cuida da sua família sendo pior do o descrente (1 Tm.5.8), está falando, no contexto, sobre sustento material, sobre provisão das necessidades físicas. Um cristão que não leva a sério o trabalho, à ponto de deixar sua família passar necessidade, está violando dois valores importantíssimos que vem logo depois de Deus!

O trabalho é uma ordem bíblica. É o meio do homem sustentar sua casa e viver dignamente. Além disto, por meio do seu ganho ele também poderá servir ao reino de Deus e ao necessitado:

“Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado”. (Efésios 4.28)

A Palavra de Deus também diz que aquele que não trabalha está andando desordenadamente, fora do plano divino:

“Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: Se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que entre vós há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranquilamente, comam o seu próprio pão.” (2 Tessalonicenses 3.10-12)

O mandamento de Deus é claro: quem não trabalha, não deve ser sustentado pelos outros! Cada homem tem a obrigação e responsabilidade de se envolver com o trabalho; isto não apenas o proverá quanto às suas necessidades, mas ocupará corretamente o seu tempo, livrando-o de outros problemas. Paulo se orgulhava de nunca ter sido um peso para ninguém, e de suas próprias mãos (seu trabalho) terem lhe provido o sustento (At 20.34).

Mesmo quando Deus chama alguém para o ministério de tempo integral (o que também é trabalho), deve-se ter a sensibilidade de reconhecer que em determinados momentos, devido à falta de recursos, nada há de errado em se trabalhar secularmente até que a condição de sustento mude; foi isto que aconteceu com Paulo em Corinto (At 18.1-5).

Na vida dos que se dedicam de tempo integral, o ministério se enquadra na prioridade “trabalho”. Jesus ao enviar seus discípulos para pregar e ministrar ao povo, aplicou a eles o termo “trabalhadores” e mencionou seu direito de salário, que é a recompensa legítima do trabalhador (Mt 10.7-10).

Alguns estudantes crentes não sabem onde devem colocar seus estudos nestas escala. Considerando que o estudo é um meio de profissionalização e preparo para melhores trabalhos, deve ser colocado no mesmo lugar que o trabalho.

Algumas famílias conseguem manter seus filhos somente estudando sem que trabalhem, mas a maioria não. Portanto devemos aconselhar e encorajar nossos jovens que enfrentem a correria de exercer as duas atividades, pois independentemente da necessidade financeira o trabalho engrandece e amadurece a pessoa.

FONTE: GUIAME, LUCIANO SUBIRÁ

*Trecho extraído do artigo "Ordenando nossa escala de valores", de Luciano Subirá - publicado originalmente em 'Orvalho.com'


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Israel é acusado de causar a queda do avião da EgyptAir pela imprensa egípcia

O voo que partia de Paris em direção ao Cairo caiu no mar Mediterrâneo com 69 pessoas a bordo. (Foto: Reprodução)
O voo que partia de Paris em direção ao Cairo caiu no mar Mediterrâneo com 
69 pessoas a bordo. (Foto: Reprodução)

De acordo com especulações do jornal egípcio Al-Mesri al-Youm, jatos de combate israelenses podem ter causado a queda do avião no Mar Mediterrâneo.

A mídia egípcia tem especulado que Israel foi responsável pela queda do avião da EgyptAir no Mar Mediterrâneo, que aconteceu na última quinta-feira (19).

De acordo com o jornal egípcio Al-Mesri al-Youm, “a Grécia não mencionou os jatos de combate israelenses no relatório do acidente do avião”.

O jornal ainda apontou que “os mísseis foram lançados no início deste mês por Tel Aviv rumo a parte sul de Creta, e suas manobras começaram uma noite antes do acidente com o avião egípcio", de acordo com a Fars.

O Ministério de Aviação Civil do Egito confirmou, em um comunicado publicado no dia 19 de maio, que o avião enviou sinais de socorro a cerca de 281 quilômetros da costa egípcia pouco antes de desaparecer do radar.

Israel não respondeu publicamente às alegações egípcias. No entanto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, entrou em contato com o presidente egípcio, Abdel Fattah El-Sisi.
"Em nome de todos os cidadãos de Israel, gostaria de enviar as minhas condolências ao presidente egípcio El-Sisi e o povo egípcio em consequência do desastre com a EgyptAir no Mar Mediterrâneo", disse Netanyahu.

No entanto, de acordo com o jornal Daily News, o governo não descartou a possibilidade de este ter sido um ataque terrorista. Alguns itens recuperados do avião têm indícios de uma explosão a bordo, segundo a investigação.

De acordo com o site Telegraph, o mesmo avião da EgyptAir que desapareceu no acidente, foi pichado há dois anos, em um protesto contra o presidente El-Sisi, com uma frase que dizia: "Vamos derrubar este avião".

O jornal também relatou que as palavras "Allahu Akbar" ("Alá é grande") foram pichadas em vários aviões no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e em Lyon Airport. Charles de Gaulle foi a última parada do avião da EgyptAir antes de seu voo em direção ao Cairo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN EXAMINER


terça-feira, 24 de maio de 2016

Bancada evangélica homenageia Israel no Congresso Nacional

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Bancada evangélica homenageia Israel no Congresso

Sessão solene lembrou o aniversário de criação do Estado de Israel

por Jarbas Aragão 
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Proposta pelo deputado federal Jony Marcos (PRB/SE), foi realizada nesta quinta (19), uma sessão solene em homenagem Israel. Além do sergipano, formaram a mesa João Campos (PRB/GO), presidente da Frente Parlamentar Evangélica e o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA).

Foram convidados ainda, o ministro Lior Ben Do, representante da embaixada de Israel, bem como Paulo Maltz Milton Seligman, respectivamente vice-presidente e diretor da Confederação Israelita do Brasil.

A cantora Fortunee Joyce Safdie fez uma participação especial, cantando tanto o hino de Israel quanto o do Brasil. O tema principal da sessão foi lembrar os 68 anos da criação do Estado de Israel. O evento teve duração de duas horas e meia.

Vários parlamentares discursaram na ocasião. Aqueles que também são pastores destacaram a importância espiritual de uma boa relação entre os dois países, ecoando as promessas de Gênesis 12:3: “abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”.

Roberto de Lucena (PV/SP) fez um breve histórico das relações entre judeus e brasileiros. Enfatizou que “Israel é a segunda pátria de todos os que se consideram cristãos”, lembrando que em muitas igrejas do país existem bandeiras de Israel como símbolo dessa união.

Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) fez a seguinte reflexão: “o país vive uma das piores crises já vistas… é uma crise espiritual também. Precisamos voltar o nosso olhar, o nosso coração para Deus… valorizar os laços de irmandade e fraternidade com o Estado de Israel”.

Marco Feliciano (PSC/SP) lembrou que aquele país deu ao mundo um de seus pilares: a moral judaico-cristã. Asseverou que o Brasil tem muito a aprender com Israel, mas que os partidos de esquerda brasileiros “odeiam Israel”, o que gerou problemas para a nação.

Geovania de Sá (PSDB/SC) enfatizou que Israel é um “exemplo para o mundo” e parabenizou o país, que embora pequeno e perseguido, é destaque na área da educação, economia e tecnologia.
João Campos aproveitou a ocasião para ler uma nota, em nome de 4 senadores e 199 deputados, membros da Bancada da Bíblia. Reafirmou que seus signatários não concordavam com a crise existente com o Estado de Israel, criada pelo governo do PT nos últimos anos. Ela culminou com a recusa do nome de Dany Daian por “posições ideológicas”.

Sublinhou que Dilma mostrou intolerância com Israel, mas defendeu o diálogo com o Estado Islâmico e que dedica “especial honra” aos governantes do Irã, conhecido pelas suas violações dos direitos humanos. Comemorou o fato de que, com Michel Temer, as boas relações irão ser retomadas.

 Bancada evangélica homenageia Israel no Congresso Nacional

Reconhecimento internacional

Depois de alguns anos de relacionamento conturbado, Brasil e Israel parecem estar estreitando seus históricos laços de amizade. Uma comitiva do Partido Social Cristão esteve em solo israelense este mês e seu presidente, pastor Everaldo, afirmou que a legenda ressaltou que irá trabalhar pelo fortalecimento das relações entre os países.

Alguns jornais de Israel comemoram uma sinalização na melhoria da relação entre Brasil e Israel. O Times of Israel acredita que Michel Temer é “amigo da comunidade judaica” e que o ministério das Relações Exteriores agora é dirigido por José Serra, aliado “de longa data da comunidade judaica”.
Além disso, o presidente interino nomeou para a presidência do Banco Central o economista Ilan Goldfajn. Ele é judeu de nascimento e veio para o Brasil aos 10 anos de idade.

https://noticias.gospelprime.com.br


* colaborou Jaqueline Mendes

Líderes das maiores religiões do mundo se reconciliam

Líderes das maiores religiões do mundo se reconciliam

Nunca houve na história um papa tão amigo do Islã, afirma especialista

por Jarbas Aragão 
Nesta segunda (23), o papa Francisco recebeu no Vaticano o imã Ahmed el-Tayeb, da Mesquita de al-Azhar, em Cairo. Ele é um dos principais líderes do ramo sunita, que reúne cerca de 85% dos seguidores do islamismo. O encontro histórico marcou a retomada oficial da relação entre católicos e muçulmanos.

Desde 2011, quando o papa Bento 16 fez declarações negativas sobre a fé islâmica, as relações dos líderes sunitas com a Igreja Católica foram cortadas. O que resultou no rompimento foi uma crítica ao ataque que matou 21 pessoas em uma igreja cristã copta em Alexandria. O antecessor de Francisco afirmou que havia “uma estratégia de violência que coloca os cristãos como alvo”.

A partir do momento em que assumiu o pontificado, Francisco vem estimulando a proximidade das duas maiores religiões do mundo. Ele enviou uma carta para el-Tayeb assim que assumiu o papado. Agora, isso ficou oficializado.  Ao receber Ahmed no Palácio Apostólico, afirmou: “O encontro é a mensagem”. A conversa durou cerca de meia hora. Depois, ambos posaram para a imprensa e se cumprimentaram com beijos e abraços.

De acordo com o que foi divulgado pelo porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, os temas abordados foram o diálogo inter-religioso entre o cristianismo e o islamismo. O pontífice ressaltou ao imã “a necessidade de que os líderes e os fiéis das duas maiores religiões do mundo mostrem compromisso comum para a paz no mundo”.

A questão do extremismo religioso e “as dificuldades enfrentadas pelos cristãos no contexto dos conflitos e tensões no Oriente Médio e sua proteção”, afirmou o comunicado oficial. Nem uma palavra foi dita sobre o Estado Islâmico, que se baseia grandemente na interpretação sunita do Alcorão.

John L. Allen, um especialista em catolicismo, afirmou que nunca houve na história um papa “tão amigo do islã”. Desde que se tornou papa, Francisco tem defendido uma agenda ecumênica e já visitou a Autoridade Palestina e 4 nações de maioria muçulmana: Jordânia, Turquia, Albânia e Sarajevo. Além disso, vem defendendo a entrada de imigrantes muçulmanos na Europa, situação impensável para os pontífices medievais.

Para Allen, também é significativa declaração do líder máximo dos católicos semana passada: “A ideia de conquista é inerente à alma do Islã, é verdade. Mas isso poderia ser visto como a mesma ideia de conquista presente no fim do Evangelho de Mateus, onde Jesus envia seus discípulos a todas as nações”. A comparação entre jihad e a Grande Comissão é algo inédito, vinda de um papa. 

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br Com informações de Washington Post e Breit Bart


segunda-feira, 23 de maio de 2016

11 Passos Para Estudar a Bíblia


William MacDonald

Se você vir um livro chamado Estudo Bíblico Facilitado, não o compre! Não existe nenhuma maneira fácil de estudar a Palavra de Deus. São necessárias disciplina e perseverança.

O estudo da Bíblia é sempre uma questão de motivação. Geralmente na vida encontramos tempo para fazer o que realmente desejamos fazer. Se virmos o valor da Palavra de Deus, sem dúvida iremos desejar estudá-la. Mas, para vermos seu valor, precisaremos olhar através dos olhos da fé. Caso contrário, um jogo de futebol ou um programa de televisão serão mais atraentes e animados. A fé nos capacita a ver o valor eterno das Escrituras em contraste com o valor transitório e olvidável do resultado de um jogo de futebol.

Outra grande ajuda para a motivação é sermos responsáveis por um grupo de estudos bíblicos que se encontra regularmente, ou por uma classe de Escola Dominical. Isto exerce pressão sobre a pessoa, fazendo-a sossegar para estudar em preparação para sua aula.

Não existe “o melhor método” para se estudar a Bíblia. O que é o melhor para um crente pode não ser para outro. O que posso fazer é sugerir um método. Ele consiste de passos que provaram ser úteis para mim.

1. Ore para que o Senhor faça de você uma pessoa ensinável por meio de seu Espírito Santo. Reconhecer nossa própria ignorância nos coloca no caminho da bênção.

2. Depois, em oração, selecione o livro da Bíblia a ser estudado. Provavelmente o Evangelho de João é o escolhido mais frequentemente. A carta de Paulo aos Romanos seria o segundo texto preferido.

3. Comece com uma porção pequena. Seu objetivo final será estudar a Bíblia inteira, e pensar em uma tarefa tão imensa poderá ser algo assustador. Mas, lembre-se que um grande trabalho é feito por muitos pequenos trabalhos. Você não consegue estudar a Bíblia inteira de uma vez, nem mesmo um livro inteiro, mas você pode estudar alguns versículos. É aí que se começa.

F. B. Meyer escreve de maneira semelhante:

É minha convicção crescente que, se os cristãos não tentassem ler tantos capítulos da Bíblia diariamente, mas estudassem cuidadosamente o que eles realmente lessem, observando as referências às margens, lendo o contexto, comparando a Escritura com a Escritura, esforçando-se para captar um ou mais pensamentos completos da mente de Deus, haveria maior riqueza na experiência deles; maiores novidades em seu interesse pelas Escrituras; mais independência dos homens e dos meios; e um aproveitamento maior da Palavra do Deus vivo. Sim, haveria uma percepção prática do que Jesus quis dizer com: “A água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo 4.14b).

4. Em um caderno escreva em forma de pergunta tudo sobre a passagem que não esteja claro. Quando as pessoas me perguntam como estudar a Bíblia, eu invariavelmente respondo: “Com um ponto de interrogação no cérebro”. Isso não significa que eu questiono a inspiração ou a infalibilidade da Palavra. Nem por um segundo! Mas eu encaro os problemas honestamente e pergunto: “O que isto significa?”

Deixe-me dar-lhe uma ilustração. Em João 13.31-32, Jesus disse:

“Agora, foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele; se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará nele mesmo; e glorificá-lo-á imediatamente”.

Quando você lê esta passagem pela primeira vez, ela pode lhe parecer uma ordem ambígua de palavras santas. Se você passar por cima dela como sendo algo que está além de sua capacidade, você nunca vai entender seu significado. Mas, se você parar e encarar o problema, perguntar o que a passagem significa, e buscar respostas, você finalmente irá entendê-la. Jesus estava falando em antecipação ao que aconteceria no Calvário. Ele foi glorificado ali por ter completado Seu trabalho e Deus também foi grandemente honrado pelo que Jesus fez. O “se” usado na passagem é o “se” do argumento e significa “uma vez que”. Uma vez que Deus foi glorificado pelo trabalho sacrificial do Salvador, Deus glorificará o Senhor Jesus Cristo em Si mesmo, isto é, em Sua presença. E Ele o fará imediatamente. Ele fez isso ao levantar o Salvador de entre os mortos e O assentou à Sua direita nos céus.

5. Frequentemente releia a passagem, memorize-a se for possível, até que sua mente fique saturada das palavras da Escritura. Geralmente à medida que você medita sobre a passagem, a luz surgirá e você pensará em outros versículos que esclareçam ou suplementem aquela porção.

6. Faça a leitura em tantas traduções confiáveis da Bíblia quantas forem possíveis. Mesmo paráfrases podem ser úteis para esclarecer o significado de um versículo. Abaixo seguem alguns versículos da versão [Revista e Atualizada] comparada com a paráfrase de J. B. Phillips:

Colossenses 1.28-29 (ARA):

“O qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim”.

Colossenses 1.28-29 (Phillips’s New Testament in Modern English):

“Portanto, naturalmente, nós proclamamos a Cristo! Admoestamos a cada um que encontramos, e ensinamos cada um que podemos, sobre tudo o que sabemos a respeito d’Ele, para que possamos trazer todo homem à sua maturidade total em Cristo. É nisso que estou trabalhando e lutando, com toda a força que Deus coloca em mim”.

- Colossenses 2.8 (ARA):

“Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo”.

- Colossenses 2.8 (Phillips’s New Testament in Modern English).

“Tomem cuidado para que nenhum homem estrague a fé de vocês por meio do intelectualismo ou de bobagens. Isso é, no máximo, baseado nas ideias de homens sobre a natureza do mundo, e desconsideram a Deus”.

7. Leia tantos bons comentários sobre a Bíblia quantos puder encontrar. Seja como o pescador que pesca com rede, buscando ajuda de onde puder encontrar. Contudo, você deve tomar cuidado para não permitir que os comentários tomem o lugar da Bíblia em si. E, logicamente, você deve ler com discernimento, testando todos os ensinamentos através da Bíblia e se firmando naqueles que forem bons. Como sempre se diz, coma a laranja e deixe as sementes, ou coma o frango e deixe os ossos.

Eu sei que há alguns cristãos devotados que insistem em que devamos ler apenas a Palavra de Deus. Eles parecem se orgulhar de serem independentes de qualquer ajuda de fora, e isso aparentemente deve garantir a pureza de sua doutrina. Sempre fico preocupado com pessoas que têm essa atitude. Primeiramente, ela negligencia o fato de que Deus deu mestres à Igreja, e, como estes são dons que vêm de Deus, não deveriam ser desprezados. O ministério dos mestres pode ser oral ou escrito, mas os benefícios são os mesmos.

Estudo - Article
Da mesma forma, há tremendo valor na comunhão com outros que estudam a Palavra e em comparar as interpretações. Isso ajuda a evitar que você veja apenas um lado, ou que tenha tendências para o extremo. Isso também impedirá que você avance em visões bizarras, se não heréticas.

Jovens crentes deveriam buscar ter um mentor – uma pessoa que combine espiritualidade com o conhecimento das Escrituras. Trazer perguntas e problemas para uma pessoa como esta é uma grande ajuda no crescimento, na graça e no conhecimento.

Tome notas de explicações, ilustrações e exposições que sejam úteis. Naquele momento você pode pensar que depois vai se lembrar delas, mas há muita probabilidade de não se lembrar.

8. Discuta as perguntas e questões com outros cristãos e tente obter respostas. É maravilhoso como o Senhor fornece respostas satisfatórias como resultado de estudo diligente durante anos.

9. Continue buscando até que você consiga dar uma explicação simples e concisa da passagem à outra pessoa. Você não conseguiu realmente dominar uma passagem até que possa explicá-la com simplicidade e clareza. Explicações muito profundas e rebuscadas geralmente escondem um real fracasso em entender o que a Bíblia está falando de verdade.

10. Passe a outros aquilo que você aprendeu. Isso o ajudará a fixar o conteúdo em sua mente e deve ajudá-lo a animar os que receberem sua explicação.

11. Estude com intenção de obedecer ao que está lendo. Não se esquive do pleno ensinamento da Palavra. Lembre-se que a obediência é o órgão do conhecimento espiritual.


Nunca separe a doutrina do dever. A Bíblia não é um livro de teologia sistemática no qual as doutrinas são dadas isoladamente. Filipenses 2.6-8 é uma das grandiosas passagens sobre a Pessoa de Cristo, mas é apresentada juntamente com um pedido para que os cristãos pensem sobre os outros e não em si mesmos. É por isso que alguém disse que todo verbo na forma indicativa tem um imperativo, isto é, toda afirmação de fato está ligada a algo que devemos fazer. A doutrina sozinha pode ser fria e sem vida. Deixe para os outros a discussão sobre “quantos anjos cabem na cabeça de um alfinete”; tais especulações nunca levarão à vida de piedade.

Fonte: http://www.chamada.com.br/

domingo, 22 de maio de 2016

A crise política e os evangélicos

 Sobre a disputa a respeito do impeachment, pentecostalismo e pensar fora da bolha.

Juliano Spyer (*)

O Brasil vive um momento de tensão entre pessoas favoráveis e contrárias ao impeachment. Por causa das redes sociais, a exposição das diferenças também provoca rachas no âmbito privado entre amigos e entre familiares. Mas milhares de brasileiros estão alheios a esse assunto.

Em um texto que circula online, um morador do Morro do Viradouro, no Rio de Janeiro, justifica o alheamento das classes populares do debate politico nacional. Segundo ele, a ideia de que esteja ocorrendo um golpe, por exemplo, não faz sentido para quem vive o cotidiano de assassinatos e torturas da época da ditadura.
Outro grupo que também faz parte das camadas populares e que é também desprezado pelas classes médias educadas é o dos evangélicos.

Esse desentendimento aparece, por exemplo, em um artigo da The Economist sobre as justificativas dadas por deputados que votaram durante a sessão sobre o impeachment. A revista preferiu enfatizar o estereotipo carnavalesco (pouco sério) do País e perdeu a oportunidade de mostrar como a maior parte dos motivos se referiam a família, religião e Deus. Estes são temas relevantes para os 25% de brasileiros que hoje se identificam como evangélicos.
Analistas de marketing usam a expressão “pensar fora da caixa” para se referir a ser criativo. Uma versão etnográfica dessa expressão pode ser “pensar fora da bolha”; neste caso, a bolha é a classe social.

Em círculos educados, evangélicos são vistos no melhor caso como fanáticos religiosos, mas mais frequentemente são percebidos como ignorantes, retrógrados e mau intencionados. Nos 15 meses em que morei num povoado trabalhador no litoral da Bahia para uma pesquisa de campo, tive uma experiência mais nuançada desse fenômeno.
Este grupo é moralmente conservador, mas está longe dos estereótipos cultivados dentro da bolha. As ambições de atingir sucesso financeiro são na maior parte dos casos o desejo de fazer parte do mesmo mundo de consumo que os afluentes habitam. Para além disso, a contribuição dos evangélicos à sociedade é quase completamente ignorada.

As organizações evangélicas estão frequentemente mais presentes e ativas do que o governo na vida das populações vulneráveis. Além do apoio espiritual, grupos pentecostais promovem a alfabetização ativamente em suas comunidades e também intermediam o contato de fieis com serviços especializados com advogados e médicos.
Ao “reciclarem almas” de dependentes químicos e criminosos, oferecem um serviço não reconhecido, mas valioso para a sociedade – muito melhor do que a polícia pode sonhar em oferecer.

Isso não serve para negar a moral conservadora abraçada por este grupo em temas como aborto e casamento gay, ou para justificar a atuação de alguns políticos evangélicos. Trata-se aqui de uma visão baseada na experiência etnográfica.
Há 100 milhões de brasileiros – metade da população do País – na chamada ‘nova classe média’ (na verdade, uma nova classe trabalhadora), e o pentecostalismo tem uma contribuição ainda desprezada nesse processo de mudança socioeconômica.
A dificuldade de aceitar o evangélico talvez resida no fato de eles não se enquadrarem na visão idealizada e vitimizada do pobre. Ressalta-se o fanatismo e despreza-se como eles valorizam a educação (inclusive a superior). Menciona-se o conservadorismo, mas esquece-se da redução da violência doméstica e do alcoolismo nas famílias evangélicas.

Os evangélicos estão vencendo os estigmas e a condição de pobreza ligados à história de desigualdade do Brasil. Ter um olhar generoso e interessado em vez de preconceituoso em relação a essa população pode ajudar a entender por que eles também estão alheios ao debate sobre o impeachment.

Fonte: http://www.noticiascristas.com/


(*) Juliano Spyer é antropólogo do projeto Why We Post da University College London. Ele pesquisa os efeitos das novas mídias na mobilidade social das classes populares emergentes.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Pastores deverão pedir ‘autorização do governo’ para pregar na Nigéria

Para obter a licença, os pregadores de Kaduna devem passar pela triagem de um comitê inter-religioso. (Foto: Wycliffe)
Para obter a licença, os pregadores de Kaduna devem passar 
pela triagem de um comitê inter-religioso. (Foto: Wycliffe)

Além das licenças, a lei restringe as pregações gravadas em CDs, fitas, pen drives ou outros dispositivos.

O governador do estado nigeriano de Kaduna, Nasir Ahmad El-Rufai, retomou um projeto de lei que exige que apenas pastores licenciados tenham a liberdade de pregar.

Esta legislação, que foi idealizada pelo governo militar da Nigéria, havia sido ignorada no estado por 30 anos. Agora, o governador pretende retomá-la aplicando a lei também para pregadores muçulmanos.

De acordo com o vice-governador, Barnabas Bantex, a proposta reflete um esforço para conter o extremismo religioso no país. "Nós juramos defender a Constituição, que reconhece a liberdade de religião e de pensamento como direitos fundamentais", disse ele.

Por outro lado, líderes religiosos afirmam que a proposta viola a liberdade religiosa. "O projeto de lei é detestável e ofende diretamente nossa fé. Tirar o direito de pregar e evangelizar, diz aos cristãos para não praticarem a sua religião, como foi ordenado pelo Senhor Jesus", disse Femi Ehinmidu, presidente da Irmandade Pentecostal da Nigéria em Kaduna.

A população da Nigéria é dividida entre o cristianismo e o islamismo. O número de casos de hostilidade social envolvendo questões religiosas são elevados, enquanto as restrições governamentais têm sido moderadas.

No mês passado, o presidente da Irmandade das Igrejas de Cristo na Nigéria e outros dois pastores foram sequestrados por homens armados durante uma reunião de oração. Um deles foi morto, e dois foram libertados após 10 dias.

Para obter a licença, os pregadores de Kaduna devem passar pela triagem de um comitê inter-religioso, formado por membros cristãos da Associação Cristã da Nigéria (CAN) e muçulmanos da Jama'atu Nasril Islam (JNI). Sem estipulações claras, as decisões da comissão podem ser inteiramente subjetivas.

"A lei não fornece uma alternativa ou um fórum onde você pode buscar uma reparação, caso seu pedido seja negado", ressaltou o advogado John Achimugu.


Além das licenças, a lei restringe as pregações gravadas em CDs, fitas, pen drives ou outros dispositivos. Também proíbe o uso de alto-falante, o abuso de livros religiosos, o uso de linguagem depreciativa sobre qualquer religião e o carregando armas em locais de culto. Os infratores poderão enfrentar uma multa de US$ 1.000 ou dois anos de prisão.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GLEANINGS

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Igreja mexicana afirma que união gay não equivale a casamento



Igreja  mexicana  afirma que  união gay  não  equivale  a casamento

A igreja mexicana afirmou nesta quarta-feira que a união matrimonial entre casais do mesmo sexo não cumpre uma "função social plena" e não pode ser comparada a um casamento heterossexual, já que este último pode gerar filhos.

"Reconhecemos a grande variedade de situações familiares que podem atribuir certa estabilidade, mas as uniões de fato ou entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, não podem ser comparadas ao casamento", disse a Conferência do Episcopado Mexicano (CEM), em um boletim divulgado hoje.

Isso se deve em parte, segundo a Igreja, ao fato de que "nenhuma união precária ou fechada à comunicação da vida nos assegura o futuro da sociedade".

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, assinou ontem uma iniciativa para que o casamento homossexual seja reconhecido na Constituição, a qual deverá ser aprovada pelo Legislativo federal e a maioria dos Congressos dos estados do país.

Para o Episcopado é problemático que uma sociedade "não advirta com clareza que só a união exclusiva entre um homem e uma mulher completa uma função social plena" por ser capaz de dar um "compromisso estável" e "tornar possível a fecundidade".

Citando o discurso apostólico "A alegria do Amor", do papa Francisco, a Igreja mexicana lembrou: "Não existe nenhum fundamento para assimilar ou estabelecer analogias, nem sequer remotas, entre as uniões homossexuais e o desígnio de Deus sobre o casamento e a família".

Os bispos mexicanos disseram "avaliar todas as propostas e ações que promovam o reconhecimento e proteção dos direitos humanos" e consideraram prioritário "evitar toda discriminação".

Isso em um marco de "dignidade", no qual "toda pessoa humana", e além de sua orientação sexual, seja tratada "com compaixão e delicadeza".

Até com isso, lembrou que "é importante (...) o ensino sobre o casamento entre um homem e uma mulher".

O Episcopado pediu uma avaliação "a fundo" das iniciativas anunciadas na terça-feira, que incluem uma reforma do Código Civil Federal para apoiar os casamentos entre pessoas do mesmo sexo e evitar linguagens discriminatórias.

"No que se refere às famílias se deve tentar assegurar um respeitoso acompanhamento, a fim de que aqueles que manifestam uma orientação sexual distinta possam contar com a ajuda necessária para compreender e realizar plenamente a vontade de Deus em sua vida", acrescentou o comunicado.

Nesta terça-feira, no Dia Internacional da Luta contra a Homofobia, Peña Nieto explicou que as iniciativas buscam consolidar constitucionalmente o casamento igualitário, apoiando assim um parecer emitido no ano passado pela Suprema Corte.

O Supremo considerou inconstitucionais as leis estaduais que proíbem o casamento homossexual, em uma tese de aplicação obrigatória, embora os casais frequentemente recorram à Justiça para poder ter direito ao casamento.


Fonte: EFE via Terra

quarta-feira, 18 de maio de 2016

"Há bênçãos na adversidade", diz comediante cristão que já foi morador de rua

Ele fez seu discurso bastante emotivo para os graduados. (Foto:
Ele fez seu discurso bastante emotivo para os graduados. (Foto:

Steve Harvey é autor e ator. Ele tem tido uma voz ativa sobre sua fé cristã. Durante sua última apresentação de stand up comedy em 2012, Harvey glorificou a Deus pela sua performance.

O comediante Steve Harvey já foi um sem-teto que vivia fora de seu carro e tomava banho em postos de gasolina. Ele revelou sua história durante seu discurso de formatura na Universidade do Estado de Alabama no início deste mês.

O apresentador de TV de 59 anos disse aos estudantes: "Eu perdi tudo duas vezes e tive que começar de novo. Eu tive que lutar por dois casamentos antes de encontrar meu presente” (Marjorie Harvey com quem se casou em 2007). Ele fez seu discurso bastante emotivo para os graduados no início deste mês, de acordo com o Montgomery Advertiser.

"Em cada momento de adversidade em sua vida, duas coisas vão acontecer. Não vai ser uma lição e não vai ser uma bênção. Se você deixar a adversidade desintegrar você, você vai ficar chafurdando na falha, mas a vida é 10% do que aconteceu e 90% do que você vai fazer sobre isso".

O comediante, autor e ator tem tido uma voz ativa sobre sua fé cristã. Durante sua última apresentação de stand up comedy em 2012, Harvey glorificou a Deus pela sua performance.

"Alguém me twittou e disse: ‘A sua carreira é feita do que você paga, mas a sua vocação é feita do que você foi criado’. Deus me fez exatamente dessa forma para que eu seja como eu sou, para dizer o que eu digo", disse Harvey em seu show de comédia stand up na MGM Grand em Las Vegas. "Eu sou apenas uma testemunha viva de que você pode ser um soldado imperfeito e ainda estar na luta do exército de Deus Todo-Poderoso”, disse.

Como um artista, Harvey conhece a influência de uma celebridade e fez questão de usar a sua plataforma de forma responsável. Por essa razão, compartilhar o seu testemunho com jovens é muito importante para ele.

"Esta é uma das obras mais importantes que eu faço. Eu acho que Deus me colocou em posição de fazer todas essas outras coisas", disse Harvey para o “The Dallas Weekly” em 2013. "Eu tomei a fama que Ele me deu e eu vou usá-la de uma forma que seja benéfico para alguns jovens que de outra forma não pode ter a oportunidades de se sentar com alguns homens que podem mostrar o que é a masculinidade", comentou o artista.

Harvey acredita que Deus lhe proporcionou dons e que ele apresentou isso para o mundo e se recusa a comprometer esses dons para não ficar bêbado ou drogado. Em vez disso, ele se concentra em oração e em fé.


"Deus lhe dá um presente. Ele não precisa de sua ajuda para melhorá-lo", disse ele anteriormente em um vídeo do YouTube em seu canal. "Ele precisa de sua atenção, sua fé, sua oração para aprimorar seu presente", pontuou. 

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

terça-feira, 17 de maio de 2016

Deputado Galli critica postura pró-LGBT do governador do MT

Galli critica postura pró-LGBT do governador do MT

Parlamentar afirma que defender um grupo em detrimento dos demais “é um equívoco”

por Jarbas Aragão 
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Com a saída de Dilma Rousseff do poder, a luta contra a imposição da chamada ideologia de gênero ficou mais acirrada no nível estadual. Diversos governadores têm anunciado que manterão (e ampliarão) as chamadas “conquistas” dos movimentos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

O problema é que isso mostra claramente que se está privilegiando uma parcela da sociedade em detrimento do todo.

No Mato Grosso, o governador Pedro Taques (PSDB) assinou um decreto que visa regulamentar a criação de um grupo de combate a homofobia. Ligado à Secretaria de Segurança Pública, seu objetivo é investigar crimes cometidos contra homossexuais.

A justificativa para tal foi relatórios que apontam 318 assassinados de LGBTs em todo o país ano passado. Embora o estudo revela que foram 6 mortes em Mato Grosso, o governo do estado insiste que foram 53 casos de violências considerados homofóbicos.

O deputado federal Victório Galli (PSC/MT) criticou a decisão, defendendo ser “fundamental um debate com a sociedade”. Para ele, embora seja justo que se investiguem e punam todas as mortes e violências, “Devemos tratar de políticas sociais de forma global e, não podemos entrar em questões ideológicas e fomentar a luta de classes, segregando e fragmentando a sociedade numa eterna luta social”.

Galli acredita que existia até recentemente uma forte pressão do Governo Federal, desde o início da gestão do PT, para que os governos estaduais fomentassem políticas pró-LGBTs. Portanto, o parlamentar crê que este assunto deveria parar de ser tratado no campo ideológico. Sugere a criação de um “Conselho para o Combate à Violência”, que discutiria de forma ampla e igualitária as políticas para toda população.

Para embasar sua postura, cita um estudo realizado pelo Governo Federal sobre a criminalidade no Brasil. Os dados presentes no chamado Mapa da Violência mostram que “Os números recordes relacionados à violência no país atingem todos os brasileiros, não apenas um grupo social específico”.

Para efeitos de comparação, é sabido que o Brasil ocupa o alto do ranking mundial de violência, com 64,3 mil pessoas assassinadas anualmente.

Sem menosprezar a vida dos que foram mortos “em nome do preconceito”, o deputado cristão lança um questionamento: “O problema do Brasil é a “homofobia” ou um sistema de segurança pública falido? Qual política pública está sendo aplicada para diminuir os altos índices de homicídio?”.

Ele, que é um crítico contumaz da gestão petista, afirma que “Os relatórios do Governo Federal sobre violência são confusos. Somente é possível fazer destaques aos estudos, cruzando os dados dos vários anos. São materiais que precisam ser feitos com mais seriedade e isenção ideológica”.

Usando como exemplo Cuiabá, afirma ser alarmante o número de homicídios na capital do seu estado. Embora a grande mídia geralmente dê destaques para a criminalidade no eixo Rio-São Paulo, ele acredita que existe, de modo geral, pouca preocupação dos governadores com a questão da segurança pública.

O temor do deputado é que a instalação de grupos específicos de combate à homofobia, gerem uma ‘cortina de fumaça’, que evita uma percepção desse problema de uma maneira mais ampla.
“É ingênuo afirmar que não há preconceito no Brasil. Mas não podemos confundir um ato preconceituoso, que reflita desaprovação de conduta com de um ato deliberadamente homofóbico”, sublinha. “Essas são questões distintas, que devem ser avaliadas, mas não confundidas”, enfatiza.


Sem preocupação que sua postura pareça ser “politicamente correta”, Victório Galli lembra que defende a busca de justiça social, mas que separar um determinado grupo dos demais “é um equívoco, pois não contempla a participação de toda sociedade. Não vejo como positiva uma ação de inclusão social que precisa ter a exclusão do restante da sociedade”, finalizou. 

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Pastor que tinha se livrado de pena de morte é preso novamente no Irã

Após enfrentar e ser absolvido de uma pena de morte, Pastor Yousef Nadarkhani foi preso novamente no Irã. (Foto: Fox News)
Após enfrentar e ser absolvido de uma pena de morte, Pastor Yousef Nadarkhani 
foi preso novamente no Irã. (Foto: Fox News)

Yousef Nadarkhani já havia sofrido outros tipos de pressão por parte das autoridades iranianas, que já chegaram a prender sua esposa, ameaçaram entregar seus filhos a uma família muçulmana e exigiram que ele se convertesse ao islamismo. Mas ele nunca negou sua fé cristã.

O pastor Yousef Nadarkhani - líder de uma igreja doméstica no Irã - foi preso pelas autoridades locais, junto com sua esposa e um membro de sua igreja na última sexta-feira (13). As informações são da organização 'Christian Solidarity Worldwide' ('CSW'), com sede no Reino Unido.

Yousef já tinha sido condenado à morte em 2012 por enforcamento sob acusação de ter cometido o crime de apostasia, mas foi posteriormente absolvido no ano seguinte.

"Estamos profundamente preocupados com esta notícia e aguardamos esclarecimentos adicionais sobre as razões para que tenham sido feitas estas detenções", disse o chefe executivo da 'CSW', Mervyn Thomas, referindo-se à prisão do pastor de 37 anos de idade, sua esposa Tina Pasandide Nadarkhani e o membro de sua igreja, Yasser Mosayebzadeh.


Histórico
O pastor foi inicialmente preso em outubro de 2009, por supostamente ter protestado contra uma tarefa dada pela escola de seus filhos, que exaltaria o islamismo e depois por ter tentado registrar sua igreja. Ele foi condenado por apostasia em novembro de 2010, com uma pena de morte por enforcamento. No entanto, o Supremo Tribunal do Irã pediu um novo julgamento do seu caso por um tribunal de primeira instância em Rasht.

Em junho de 2010, as autoridades também prenderam sua esposa para pressionar o pastor a se converter ao islamismo. Nadarkhani e sua esposa também foram ameaçados de que seus filhos seriam tirados do casal e seriam entregues a uma família muçulmana, mas ambos não negaram sua fé cristã. Tina Pasandide foi liberta posteriormente.

Durante as audiências, realizadas em Setembro de 2011, Nadarkhani foi informado pelas autoridades iranianas que ele teria três oportunidades de se converter ao islamismo e renunciar a sua fé no cristianismo e assim, ter as acusações contra ele retiradas. Mas ele recusou a proposta.

Após a libertação de Nadarkhani, o seu advogado, Mohammed Ali Dadkhah, um proeminente jurista de direitos humanos foi condenado a 10 anos e expulso em setembro de 2012 por "ações e propaganda contra o regime islâmico" além de manter "livros proibidos" em sua casa. Ele também foi proibido de praticar ou ensinar sobre o Direito por 10 anos. Mais tarde, ele foi liberto sob condições rigorosas de vigilância.

"Infelizmente, não é incomum que os cristãos que foram presos por causa de suas crenças religiosas sejam libertos e presos novamente, tempos depois. Essa é uma tática concebida para fomentar um sentimento de insegurança dentro da comunidade", disse Thomas.

"Exigimos que as autoridades assegurem ao Pastor Nadarkhani, Tina Nadarkhani e Yasser Mosayebzadeh que eles enfrentarão um processo justo e mais uma vez chamamos o Irã a respeitar plenamente suas obrigações constitucionais e internacionais de direitos humanos, garantindo que a justiça e a igualdade perante a lei sejam garantidos a todos os cidadãos, independentemente da sua religião ou crença".

O Irã tem um histórico de respeito aos direitos civis e políticos extremamente pobre.


A Anistia Internacional registou cerca de 700 execuções, incluindo as dos membros de minorias étnicas e religiosas, condenados por "inimizade contra Alá" em pouco mais de seis meses no ano passado, dentro da nação muçulmana xiita. Pessoas tem sido ameaçadas de morte e executadas até mesmo durante o Ramadã - "mês sagrado" para os islâmicos. 

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

domingo, 15 de maio de 2016

Ex-assessora de Shimon Peres conta detalhes sobre recorde de imigração de brasileiros para Israel

(Photo: Yonatan Sindel/Flash90)

Representante da Agência Judaica no Brasil exalta valores democráticos em entrevista ao R7.

O atual momento político e econômico vivido pelo Brasil tem contribuído de forma decisiva para o grande aumento de imigração de brasileiros judeus para Israel. Até 2013, o máximo de brasileiros que iam morar no país judaico foi de 220 por ano. Já em 2014, a quantidade aumentou 40%, chegando a 290 imigrantes e atingiu um pico, inédito nas últimas décadas, de 77% em 2015, quando 496 brasileiros se mudaram para Israel.

Em 2016 o ritmo segue o mesmo e não será surpresa se novo recorde for batido no fim do ano, atingindo o número de mil imigrantes. Em entrevista exclusiva para o R7, Revital Poleg, representante da Agência Judaica no Brasil, órgão do Estado de Israel, fala sobre esses números e sobre o papel da entidade, tão ou mais importante para as comunidades judaicas do mundo inteiro como consulados ou embaixadas. Tendo sido assessora do ex-primeiro-ministro Shimon Peres e ex-chefe de gabinete do presidente do Parlamento (Knesset), Revital também ressalta a importância dos valores democráticos para qualquer país.

Berço do Estado de Israel, a Agência Judaica foi fundada em 1929, quando o país estava sob o mandato britânico e, na ocasião, já que ainda não havia um Estado, tinha o papel de administradora de questões judaicas, inclusive as políticas e econômicas. Vários líderes de Israel já a chefiaram, como o ex-primeiro-ministro David Ben-Gurion. Com a proclamação do Estado de Israel, que completa 68 anos no sábado (14), a Agência passou a ter um papel essencialmente comunitário.

R7 – Qual é o papel da Agência Judaica junto a Israel e às comunidades judaicas do mundo inteiro?

Revital Poleg - A Agência Judaica é um órgão do Estado de Israel e trabalha no mundo todo com as comunidades judaicas locais. Não procuramos pessoas para fazer a chamada aliá (imigração para Israel), facilitamos a quem quiser. O papel Agência Judaica, sempre em integração com outras entidades judaicas, é trabalhar com os judeus dentro e fora de Israel para garantir a continuidade do Estado e isso passa por alimentar a ligação com o Estado de Israel, ter experiências no país, ajudar os interessados a conhecerem Israel e que Israel, e seus jovens, conheçam as comunidades do mundo que são uma só coisa.

R7 – Organizar a imigração de judeus para Israel é o principal objetivo da Agência?

RP - Não há um objetivo específico de imigração, você pode ser judeu no Brasil por toda a sua vida, ótimo para nós e para Israel: um bom brasileiro e judeu, um bom americano e judeu e assim por diante. A pessoa estar interessada em morar em Israel é uma decisão pessoal não estamos aqui para convencer ninguém. Mas se há o interesse, nosso papel é facilitar e dar a assistência necessária para que isso aconteça.

R7 – Que tipo de apoio o Estado de Israel, por meio da Agência Judaica, dá àqueles que vão morar no país?

RP - O Estado dá uma ajuda básica para o começo do caminho, que não é para resolver todas as necessidades da pessoa. Israel é definido como a casa do povo judeu e por esse motivo ajudamos e facilitamos a chegada no começo, mas depois as pessoas têm de encontrar trabalho, emprego, estudar dependendo da idade. Se for opção da pessoa ela pode no começo ir para um centro de absorção com custo subsidiado por seis meses.

R7 – Quais os critérios de ajuda para cada imigrante?
RP - Os critérios para cada um variam de acordo com a idade, número de pessoas, etc. Isto é definido lá em Israel. Em geral há uma assistência financeira modesta no começo e também há ajuda burocrática. Também damos apoio para o aprendizado do hebraico, até a pessoa começar a entender melhor a língua e o ambiente. Israel sempre diz: Bem-vindo, vamos facilitar os primeiros passos mas o resto é com você. Israel é um país de imigrantes, não é só de agora, e foi desta maneira que se constituiu.

R7 – Como a Agência tem visto o crescimento do número de imigrantes brasileiros para Israel?

RP - A imigração de brasileiros é muito apreciada em Israel e contribui com o país devido à qualidade dos que chegam. Ultimamente houve um aumento de brasileiros indo para Israel, é fato. Temos de entender que é uma decisão pessoal e que há vários motivos para situações de imigração. Cada pessoa e família tem um motivo diferente. Às vezes surgem circunstâncias que ajudam a pessoa a tomar uma decisão que estava na cabeça há algum tempo. Claro que a atual crise brasileira acabou contribuindo de alguma maneira para isso. Estamos tendo mais trabalho, mas estamos aqui para isso.

R7 – Qual a ligação do judaísmo e do Estado de Israel com a democracia?

RP - Para a Agência Judaica a democracia israelense é ligada a valores democráticos que são universais e buscamos passar isso aos jovens com atividades que simulam, por exemplo, uma sessão do Knesset (Parlamento). No judaísmo, sem que eu fale como autoridade religiosa, há muito de democracia. Na bíblia há passagens que falam de valores como “ama o teu próximo como a ti mesmo”. Não são valores somente judaicos, mas começaram com o judaísmo e valem para todo o ser humano. Também está escrito “não faça para os outros o que não queres que te façam”, nesta mesma linha. Na Guemará (livro de leis judaicas), se fala que a bíblia tem 70 caras, o que mostra muitas maneiras de analisar os temas, de praticar a vida religiosa e cultural do judaísmo, mostrando um pluralismo legítimo. Isso justamente é a democracia e são valores judaicos e democráticos.

R7 – Qual a importância dos evangélicos para o Estado de Israel?

RP - Os evangélicos são amigos de Israel e como amigos são muito importantes. Ajudam a divulgar o nome de Israel de uma maneira positiva pelo mundo afora e apreciamos muito esta amizade, que nos ajuda em nosso objetivo de nos relacionar com o mundo de uma maneira respeitosa e democrática.

Publicado em R7.com via Alagoas 24 Horas
 

sábado, 14 de maio de 2016

Coreia do Norte reconhece oração como "arma poderosa"

Missionário que foi preso por evangelizar revela temor das autoridades

por Jarbas Aragão 
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A Coreia do Norte vive um regime de governo único, impondo ao mesmo tempo um comunismo ateísta e um culto à personalidade que faz de seus presidentes verdadeiros “deuses”. Kenneth Bae, o missionário evangélico que foi condenado a quinze anos de trabalhos forçados, contou à imprensa como sua fé foi considerada uma “ameaça” para o governo.

Com cidadania americana, ele acabou sendo “perdoado” pelo ditador Kim Jong-Un 735 dias depois de sua prisão. Foram dois anos em um campo de trabalho mantido pelo governo, até que negociações diplomáticas permitiram sua libertação.

Nascido na Coreia do Sul, Bae acabou mudando para os EUA e se naturalizando americano. Ele realizava, sob o disfarce de empresa turística, seguidas viagens à Coreia do Norte com o objetivo de evangelizar. A prática é proibida, mas ele nunca teve maiores problemas, já que falava a língua e conhecia a cultura.

Durante uma dessas viagens missionárias, em 2012, ele foi preso, acusado de espionagem e conspiração. Os promotores me disseram: ‘Você tentou derrubar o governo com suas orações e adoração’, conta. “Eles realmente veem a oração como uma arma”, explicou Kenneth à rede CBS, uma das maiores emissoras de TV do mundo.
Relata ainda que ouviu de seus acusadores que ele era “o pior criminoso e o mais perigoso que haviam prendido no país desde a Guerra da Coreia”. Ao questionar por que era considerado assim, a resposta o surpreendeu: “Porque não veio apenas fazer o trabalho missionário sozinho, ainda convidou outras pessoas para participarem”.

Ele está lançando o livro “Not Forgotten” [Não fui esquecido], onde conta como foi sua experiência. “Eu trabalhava das 8hs da manhã até as 6 da tarde, seis dias por semana. Era basicamente trabalho agrícola e também carregava pedra e carvão”, lembra. “Todas essas coisas eram fisicamente desgastantes e muito difíceis”, desabafa, revelando que perdeu mais de 10 quilos e ficou muito doente.

O título do seu livro de memórias é baseado nas ameaças que recebia semanalmente. Um representante do governo fazia questão de lembra-lo que ele estava condenado a trabalhar forçado por 15 anos e todo mundo se esqueceria dele, inclusive a família.  Ele é casado e pai de três filhos.

Bae explica que ele não se deixava abater, pois continuou orando e crendo que Deus cuidaria dele a cada dia. Embora não tivesse uma Bíblia em mãos, repetia para si mesmo versículos que sabia de cor.
Toda vez que teve oportunidade, compartilhou de sua fé em Cristo com os outros presos.  Explica que conheceu pessoas que nunca tinham ouvido o nome de Jesus. “Eu vi isso mais como uma bênção que uma maldição ou sofrimento”, comemora.


“Eu não estava lá como um prisioneiro, mas me via como um embaixador de Deus, alguém que foi enviado por Deus para fazer a sua obra”, ressalta. Ele pede que os cristãos de todo o mundo orem pelos norte-coreanos. Afinal, até mesmo os ateus daquele país reconhecem que a oração é uma “arma poderosa”. A Coreia do Norte é o número um em perseguição aos cristãos no mundo. Fonte: https://noticias.gospelprime.com.brCom informações Gospel Herald e CBS News