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domingo, 22 de janeiro de 2017

Membro de Família Real é condenado à morte por não negar o nome de Jesus, no Oriente Médio

Autoridades do mais alto escalão exigiram que o homem negasse sua fé cristã, mas ele se recusou a atender à ordem e deu apoio aos ministérios de evangelização em seu país.

Bíblia envolta por correntes. (Foto: Lloyd Marcus)
Bíblia envolta por correntes. (Foto: Lloyd Marcus)
O membro de uma Família Real no Oriente Médio está agora na prisão e foi sentenciado com uma pena de morte, por causa de sua fé em Cristo.

Autoridades de alto escalão exigiram que o homem renunciasse à sua fé, mas ele se recusou a acatar esta ordem. Em vez disso, ele se agarrou a Jesus e até mesmo deu seu apoio aos ministérios cristãos que estavam fazendo trabalhos de evangelização no país, de acordo com a missão 'Bíblias para o Oriente Médio'.

A Bíblia para o Oriente Médio é um ministério de implantação de igrejas e distribuição de Bíblias nos países do Oriente Médio, Ásia e África onde o cristianismo sofre maior perseguição. A organização é conduzida pelo Pastor Paul Siniraj, um ex-muçulmano da Índia cujos olhos foram abertos ao evangelho há muitos anos e se comprometeu com o trabalho de evangelizar pessoas de outras declarações de fé, como muçulmanos, budistas e hindus.

A Missão explicou que fé deste membro de uma Família Real do Oriente Médio tem servido como estímulo para os ministérios cristãos de seu país.

"As pessoas de mais alto escalão lhe pediram que ele desistisse de sua fé cristã. Mas ele não se recusou a abandonar a sua fé e deu encorajamento para os ministérios cristãos", relatou o ministério.
A recusa do homem em abandonar o cristianismo levou as autoridades a retomarem as investigações sobre um crime que ele cometeu há muitos anos e que ele já confessou e se arrependeu. O caso antigo que estava arquivado foi usado mover agora um processo criminal contra ele.

As autoridades o sentenciaram à pena de morte, mas a verdade sobre a conversão do homem ao Evangelho também não está sendo citada no processo, para que a perseguição religiosa não se evidencie.

Aparentemente, o homem não era o único membro daquela Família Real que virou as costas para o Islã e decidiu seguir a Jesus. Havia também outros que chegaram a ser martirizados por sua fé cristã.
Recentemente, outro homem da mesma família foi preso por abraçar o cristianismo e deixar o Islã. Outros receberam ameaças de morte.

A 'Bíblias para o Oriente Médio' publicou uma nota em seu site, pedindo orações por estes homens que foram presos e, principalmente por este que foi sentenciado com a pena de morte. A organização disse, no entanto, que acredita que "o sangue de Jesus é a semente da igreja".

"Ore por essas vítimas da perseguição religiosa e para que nosso Senhor Jesus as proteja em Suas Mãos Poderosas", disse o comunicado. Eles também pediram orações por aqueles que estão envolvidos no ministério e nos trabalhos que estão fazendo na região.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA BÍBLIAS PARA O ORIENTE MÉDIO

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Mais de 1.130 cristãos foram mortos pelo Estado Islâmico no Oriente Médio, diz relatório

O relatório também destacou que pelo menos 125 igrejas foram atacadas ou destruídas pelo grupo terrorista.
O relatório se tornou a base para a declaração oficial do Secretário de Estado dos EUA, John Kerry. (Foto: Reprodução).
O relatório se tornou a base para a declaração oficial do Secretário de Estado dos EUA, John Kerry. (Foto: Reprodução).

É um fato incontestável que o  Estado Islâmico (EI) tem prosseguido com sua campanha de genocídio contra os cristãos, como parte do grande esquema para conquistar o mundo. Não existe uma contabilidade exata do número de cristãos que perderam suas vidas nas mãos impiedosas dos jihadistas islâmicos até o início deste ano. Mas, um relatório apresentado ao Departamento de Estado dos EUA aponta um dado estimativo.

De acordo com o relatório baseado em casos documentados, entre 2003 e o dia 9 de junho de 2014, pelo menos 1.131 cristãos - identificados pelo nome e lugar de morte – foram assassinados pelo Estado Islâmico, de acordo com CNS News.

Durante esse mesmo período, o relatório disse que pelo menos 125 igrejas cristãs também foram atacadas ou destruídas pelo grupo terrorista. Entre os ataques estão uma igreja em Mosul, que foi explodida no dia 9 de março, 2015; outra atacada por um carro-bomba no dia 9 de junho de 2008 e uma Igreja arménia, queimada no dia 25 de janeiro de 2015.

Mais cristãos foram assassinados por militantes do EI em 2015 e 2016, mas os nomes e locais de morte das vítimas ainda não foram registrados num único documento, de acordo com a CNS News.

Declaração oficial

Este relatório se tornou a base para a declaração oficial do Secretário de Estado dos EUA, John Kerry que apontou as ações dos extremistas contra os cristãos e outras minorias religiosas. A Grã-Bretanha, o Parlamento Europeu, o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos e os governos do Iraque também declararam as ações de genocídio do EI.

"O assassinato de cristãos é comum no Iraque, Síria e Líbia. Muitos deles foram mortos na frente de suas próprias famílias", afirmou relatório. Durante a aquisição do EI sobre Mosul, a segunda maior cidade do Iraque próxima a Bagdá, cerca de 500 pessoas foram mortas pelos jihadistas.

"Na Síria, uma organização que lida com as igrejas perseguidas informou sobre as valas onde os cristãos mortos são jogados. O patriarca Younan estima que o número de cristãos alvejados e mortos pelos islâmicos seja mais de mil", acrescenta o relatório.

O relatório apresentado pelos “Cavaleiros de Colombo” e pelo grupo em defesa dos cristãos lista os nomes e locais (com datas) de 1.131 cristãos que foram assassinados pelo Estado Islâmico. Por exemplo, ele diz que Alicia Nour foi morta em Mosul no dia 01 de fevereiro de 2005. Ashoor Younan Botros foi assassinado em Bagdá no dia 24 de junho de 2013. Em 1 de julho de 2015, Qais Abd Shaaya foi morto pelo Estado Islâmico em Bagdá.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Pastor é ameaçado de morte no Oriente Médio e responde: "Viver é Cristo e morrer é lucro"

As ameaças não se dirigiam apenas ao pastor Paul, mas também à toda sua família e aos membros de sua igreja. "Você vai ver o mar de sangue do seu povo esta semana, antes de sua execução", dizia a mensagem.

Pastores realizam batismo em mar do Egito. (Foto: HeartCry Missionary Society)
Pastores realizam batismo em mar do Egito. (Foto: HeartCry Missionary Society)

O pastor Paul (que integra o Ministério 'Bibles 4 Middle East' ('Bíblias para o Oriente Médio') e sua equipe estão corajosamente trabalhando para pregar Evangelho em países do sul da Ásia e Oriente Médio, onde o cristianismo tem fortes restrições. Recentemente, uma séria ameaça de morte dire ele recebeu o levou a pedir que os cristãos em todo o mundo intensifiquem suas orações por sua família e seu ministério.

A ameaça foi recebida por escrito pelo pastor, no dia 15 de outubro e dizia o seguinte:

"Ei, Paul, filho de Kafir [infiel],

Você não é o pastor Paul. Você está o 'bastardo Paul'. Você traiu sua mãe, negou o Islã. Nós sabemos onde você está e o que você está fazendo. Nós faremos qualquer coisa para impedirmos que você vá mais longe.

Você está atraindo e desorientando pessoas inocentes para o inferno, para a odiada e amaldiçoada religião cristã, com magias e truques vulgares. Você não é mais digno de viver. Já é hora lançar a sua carne para porcos e cães.

Seus dias estão contados. Sua cabeça e seu corpo serão pendurados, ao lado de sua cabeça em um portão, dentro de pouco tempo. Sua família não será poupada. O mundo vai ver e rir com o fim de um homem amaldiçoado, com sua família.

Sem dúvida, vamos matar todo mundo que seguiu sua religião repugnante, a menos que eles voltem para o Islã. Você vai ver o mar de sangue do seu povo esta semana, antes de sua execução. Pense nisso".

Mesmo com a gravidade desta ameaça de morte, o pastor Paul não se curvou diante do medo.

"Eu não me importo se alguma coisa acontecer comigo", diz ele. "Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro (Fp. 1:21)".

No entanto, ele está preocupado com o futuro de seu ministério.

"Mais de 1.200 pessoas estão se preparando para o batismo", observa ele. "Na própria Arábia Saudita nossas equipes evangélicas e igrejas clandestinas selecionaram cerca de 70 lugares para os cultos de batismo. Rogamos a Deus que nenhum candidato ao batismo ou membro das equipes devem enfrentar qualquer dano de qualquer lugar".

"Peço ao Senhor que tire a minha própria vida, mas salve as vidas de todos eles".

O pastor Paul pede que os cristãos orem pela proteção, apoio e disposição em atender as necessidades dos novos crentes e os trabalhos em curso.

"Nosso Senhor mesmo irá fornecer tudo", diz ele.

 *Fotos do pastor Paul e de sua família não estão sendo expostas para que o líder cristão, sua família e seu ministério se mantenham em segurança.^

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS