domingo, 21 de janeiro de 2018

Trump manifesta-se contra o aborto: “Toda criança é um presente preciso de Deus”

"Aquele que disse 'antes que formá-lo no ventre, eu o conheci' também está ao seu lado", garantiu o vice, Mike Pence


por Jarbas Aragão

Trump manifesta-se contra aborto: "Toda criança é um presente de Deus"

Donald Trump completa um ano na presidência dos Estados Unidos esta semana. Embora a mídia enfoque apenas nas declarações consideradas “impróprias”, ele fez um discurso histórico nesta sábado (19).


A Marcha ocorre anualmente em Washington. Ontem, enquanto os ativistas pró-vida participavam da 45ª edição do evento, a poucas quadras da Casa Branca, o republicano enviou um recado a eles, onde lembrou que um de seus atos mais recentes foi modificar a lei para garantir a liberdade religiosa e de consciência aos trabalhadores de serviços de saúde do país. Na contramão do que propunha Obama, médicos e enfermeiros cristãos que se opõem ao aborto, por exemplo, podem alegar isso para não participar da interrupção de gravidez, que ainda é legal nos EUA.


É a primeira vez que um presidente em exercício fala da Casa Branca com os participantes da Marcha pela Vida, o maior movimento anti-aborto dos EUA. Trump deu declarações fortes, lamentando que os Estados Unidos estejam entre os países que ainda permitem abortos voluntários depois de 20 semanas de gravidez.


“Toda criança é um presente precioso de Deus… Estamos querendo proteger a santidade da vida e da família, que é a base de nossa sociedade”, disse o presidente, que foi muito aplaudido pelos participantes. Também disse que pretende lutar contra as leis que legalizaram o aborto no país, embora reconheça que isso é difícil.


A postura de Trump, que mantém o discurso conservador de sua campanha, sempre tem grade repercussão entre os evangélicos, apontados pelos especialistas como a maior base de apoio do presidente. Devido aos cortes nos repasses de dinheiro público às clínicas de aborto, ele recebeu o prêmio de “Personalidade Pró-Vida de 2017“.


Quem também fez um breve discurso foi o vice Mike Pence. Abrindo o pronunciamento de Trump, ele citou indiretamente o texto de Jeremias 1:5 e garantiu: “O amor salva vidas… Suas orações estão salvando vidas. Os que são pró-vida nunca devem duvidar que nós estamos com vocês. Eu e o presidente estamos do seu lado. Aquele que disse ‘antes que formá-lo no ventre, eu o conheci’ também está ao seu lado”. Com informações de CBN

Os discursos podem ser conferidos na íntegra (em inglês) abaixo

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sábado, 20 de janeiro de 2018

"Heróis são de carne e osso", diz pastor sobre missionário que 'contrabandeou' Bíblias para Cuba

Siegfried Zilz iniciou seu ministério na década de 40 com a primeira equipe do 'A Fim de Proclamar'.

O pastor Jackson Jacques (esquerda) e o missionário Siegfried Zilz (direita). (Foto: Reprodução).
O pastor Jackson Jacques (esquerda) e o missionário Siegfried Zilz (direita). (Foto: Reprodução).
Siegfried Zilz é um homem de muitas e grandes histórias. O pastor, que hoje mora em Porto Alegre é um verdadeiro exemplo de servitude e amor pela obra de Deus. “Heróis são de carne e osso, eu posso provar para vocês. Hoje estive visitando um”, publicou o pastor Jackson Jacques sobre o homem.

“Siegfried Zilz é o nome desse herói. Ele é um gigante de Deus. Serviu por muitos anos a Igreja mundial. Contrabandeou Bíblias para Cuba, levou remédios, trabalhou junto com a Liga Evangélica em Cuba, serviu a Igreja da África, trabalhou na Portas Abertas, e no Palavra da Vida em Atibaia, sendo vizinho e companheiro de Russell Shedd”, detalhou.

Tudo começou em maio de 1957 quando surgiu a primeira equipe de seu ministério, o “A Fim de Proclamar”. O encontro com irmãos da Igreja que sofre por amor ao Evangelho de Jesus Cristo impactou profundamente esta equipe. Uma contribuição forte foi quando Siegfried, que era tradutor (alemão/português), relatou a vivência de um pastor e sua esposa, na prisão da Rússia, no tempo do comunismo da União Soviética, em várias cidades do Brasil.

Segundo o site oficial do ministério, foi exatamente esse relato que fez com que o grupo aumentasse. “A fidelidade, o sofrimento destes irmãos e a necessidade de socorrê-los gerou a necessidade de ampliar esta equipe.  Em 1981, Siegfried e uma nova equipe sob orientação da Missão Internacional Portas Abertas, embarcam para Moçambique, Rússia e Sibéria, levando Bíblias, doações e alento aos irmãos sob perseguição do governo comunista nestes países”, ressalta.

Em 1984, Cuba já estava sobre um forte regime comunista. Siegfried, orientando uma equipe de apoio, lutou para socorrer a Igreja no país. Mas não foram apenas viagens de ajuda. Em uma forte aliança com as igrejas locais, de diferentes denominações, ele levou muitas equipes para ajudar com malas cheias de “tudo um pouco” em especial de Bíblias. Os membros das equipes missionárias voltavam para o Brasil com os corações transbordando de gratidão.

África

O trabalho de Siegfried continua, mas agora na África. Ele e sua equipe invadiram as matas de Guiné Bissau e Guiné. Com a construção destas pontes das igrejas do Brasil, Cuba e África, fez-se necessário documentos, registros e formalidades como uma Missão. Assim, no dia 27 de dezembro de 2001 foi registrada oficialmente a “Missão A Fim de Proclamar”, com sede em Porto Alegre, sob a direção de Siegfried Zilz e uma diretoria interdenominacional, da Igreja brasileira.

Em 2012 ouviu-se o clamor da igreja nas montanhas da Colômbia e hoje a Missão está apoiando esta igreja que vive e sofre por estar na região das guerrilhas.

“Seu legado é vasto, imenso e transpõe barreiras culturais e temporais”, ressalta o pastor Jackson da Igreja Vintage360. “Eu conheço os feitos do Senhor Jesus por meio desse campeão há mais de 10 anos. Tive a honra de levá-lo para pregar para os adolescentes que eu liderava anos atrás. Todos choraram muito e fizeram fila pedindo oração e confessando seus pecados. Aprouve a Divina Providência que sua família viesse congregar na Vintage, Igreja que pastoreio e hoje pela graça de Deus tive um tempo com esse homem que admiro”, colocou.

“Conversamos, ouvi muitas histórias, cantamos, o ouvi tocar gaita de boca, fui extremamente encorajado ao ver seu legado. Lindo ver seu casamento forte depois de mais de 61 anos de casados com a mesma mulher. Tive a imensa honra de ter esse gigante orando por mim. Saí de sua casa impactado pela presença do Espírito Santo. Esse é um dos quais Hebreus diz que o mundo não é digno”, salientou o pastor.

FONTE: GUIAME, KARLOS AIRES

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

EUA marcam data para inauguração de embaixada em Jerusalém

Especialistas temem que anúncio poderá gerar novas reações violentas de árabes e palestinos


por Jarbas Aragão

EUA marcam data para inauguração de embaixada em Jerusalém 

Desde que o presidente Trump fez o anúncio histórico em 6 de dezembro, reconhecendo Jerusalém como capital de Israel, há muita especulação sobre quando a nova embaixada seria inaugurada. Algumas pessoas próximas à Casa Branca disseram a imprensa que poderia demorar até quatro anos, o que poria a decisão em risco, caso o presidente não seja reeleito.

Ao longo desta semana o assunto voltou com força à mídia por declarações divergentes sobre a data em que a embaixada dos EUA se mudará de Tel Aviv para Jerusalém. Na quarta-feira (17), o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, disse a jornalistas que isso ocorreria “muito mais rápido do que as pessoas pensam, dentro de um ano a partir de hoje”.

Horas depois, Trump rejeitou essa possibilidade em uma entrevista à agência Reuters. “Até o final deste ano? Estamos falando de cenários diferentes. Quero dizer, obviamente, isso seria possível só em um arranjo temporário. Não estamos realmente cuidando disso agora”, afirmou.

As declarações divergentes causaram desconforto junto ao governo de Israel, uma vez que Netanyahu reiteradamente afirma os dois países estão negociando a mudança.

Agora, tanto o Wall Street Journal quanto o New York Times relataram que a data acertada será no final de 2019. Segundo fontes próximas a Trump, o prédio que abriga o consulado dos EUA no bairro Arnona, perto do centro de Jerusalém, será totalmente reformado para abrigar a nova embaixada, que precisa seguir rígidos protocolos de segurança.

O The Times of Israel afirma que teve acesso a fontes internas do gabinete de Netanyahu, dando conta que os Estados Unidos estão acelerando o processo, visando transferir a embaixada no prazo de um ano.

Caso se confirmem oficialmente estas informações, especialistas temem que anúncio poderá gerar novas reações violentas de árabes e palestinos. Também mostrará que o governo americano não está preocupado com as ameaças de países islâmicos. O status de Jerusalém é um tema-chave no conflito entre Israel e a Palestina, que está trabalhando na ONU
para ser reconhecida como nação independente e ficar com Jerusalém Oriental como sua capital.


Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Lucena pede liberdade aos cristãos em encontro com embaixador da Bolívia

O deputado federal Roberto de Lucena manifestou sua preocupação diante da criminalização do evangelismo na Bolívia ao embaixador José Kinn Franco.

Embaixador da Bolívia, José Kinn Franco (à esq.) em encontro com o deputado federal Roberto de Lucena. (Foto: Roberto de Lucena)
Embaixador da Bolívia, José Kinn Franco (à esq.) em encontro com o deputado federal Roberto de Lucena. (Foto: Roberto de Lucena)
O deputado federal Roberto de Lucena se encontrou nesta quarta-feira (17) com o embaixador da Bolívia, José Kinn Franco, para manifestar a preocupação dos brasileiros diante da criminalização do evangelismo no país.

O artigo 88 do novo Código do Sistema Penal da Bolívia, que entrará em vigor em um ano, prevê 7 a 12 anos de prisão para quem incentivar pessoas a participarem de organizações religiosas ou de culto.

“Será sancionado com prisão de sete (7) a doze (12) anos e reparo financeiro a pessoa que, por ele próprio ou por terceiros, capture, transporte, transfira, prive de liberdade, acolha ou receba pessoas com o fim de fazer o recrutamento de pessoas para sua participação em conflitos armados ou organizações religiosas ou de culto”, diz o texto do documento.

No encontro com o embaixador boliviano, Lucena afirmou que respeita a soberania nacional da Bolívia, mas está preocupado com a aparente dualidade encontrada no texto, que indica as igrejas e o crime organizado na mesma classificação. As informações sobre o encontro foram enviadas com exclusividade ao Guiame.

Lucena, que é pastor na Igreja O Brasil Para Cristo, disse que sua denominação está presente na Bolívia e atua no atendimento à população carente através de clínicas médicas e escolas. “As igrejas não concorrem com o Estado, mas são parceiras na busca do bem comum”, declarou o deputado na ocasião.

Em nome do Painel Internacional de Parlamentares para a Liberdade de Religião ou Crença (IPPFoRB), uma rede de parlamentares unidos em defesa da liberdade religiosa em todo o mundo, Lucena entregou uma carta nas mãos do embaixador boliviano, dirigida ao presidente Evo Morales.


Embaixador da Bolívia, José Kinn Franco (à esq.) em encontro com o deputado federal Roberto de Lucena. (Foto: Roberto de Lucena)
Na carta, Lucena esclarece que é autor do Projeto de Lei 7787/2014, que autoriza o presidente da República a suspender relações diplomáticas e comerciais com países que promovam ou tolerem a perseguição religiosa e desrespeitem os direitos humanos.

Denominando Brasil e Bolívia como “irmãos”, o deputado esclareceu que 90% da população brasileira é cristã e 60 milhões de pessoas se declaram evangélicas. Na carta, ele ainda pede que o presidente boliviano reconsidere o texto do Código Penal e relata que a repercussão das notícias tem sido negativas. “Também solicitei que o presidente Evo Morales me receba em audiência”, revela o deputado.

Franco agradeceu a visita de Lucena e disse que o governo boliviano tem respeito pelas comunidades religiosas, sem a intenção de impedi-las na tarefa de construir uma sociedade livre da pobreza e exclusão.

O embaixador boliviano alegou que “o objetivo do texto é penalizar o recrutamento de pessoas em nome de um grupo religioso para fins não lícitos, como o caso do Boko Haram na África”, conforme Lucena relata.

Franco ainda informou que o governo boliviano pediu à Assembleia Plurinacional para suspender a aplicação do artigo 88 durante um ano, enquanto a lei continuará sendo debatida e sujeita a melhorias.

FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Na Bolívia, líderes cristãos protestam contra Evo: “só teremos paz nos cemitérios”

Sermão de arcebispo manda recado duro ao presidente, mas Papa se cala


por Jarbas Aragão

Líderes cristãos protestam contra Evo: “só teremos paz nos cemitérios"

Nas últimas semanas, a Bolívia foi tomada por protestos contra o Novo Código de Sistema Criminal, que atenta contra as liberdades individuais. Além da proibição da evangelização, a nova lei (que ainda não foi votada pelo Congresso) pode legalizar o aborto, censurar a imprensa e virtualmente estabelecer o regime ditatorial de Evo Morales.

Pastores fizeram passeatas e campanhas de oração no meio das ruas. Até agora a Igreja Católica, majoritária no país, não vinha se pronunciando. O papa, que já esteve com o presidente cinco vezes – sendo a última poucos dias após a divulgação dos termos de nova verão do Código Penal da Bolívia – ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Desde 2013 o presidente Evo Morales dá sinais de que pretendia cercear a liberdade religiosa. Seguindo o modelo comunista chinês, propôs a criação de uma “Igreja Católica Apostólica Renovada do Estado Plurinacional”, que seria uma forma religiosa controlada pelo seu governo.

Na ocasião, o bispo da diocese de Oruro, dom Cristóbal Bialasic, advertiu que Morales tinha planos para dividir os bolivianos, atacando a sua religião. No passado, o presidente boliviano classificou a Igreja Católica como um “instrumento de dominação”.

No dia 9 de janeiro, a Conferencia Episcopal Boliviana fez uma declaração pública e emitiu um documento condenando diversos artigos da polêmica lei, afirmando que ela “atenta contra os direitos humanos e os direitos fundamentais”, incluindo liberdade religiosa.

Mensagem dura

Agora, o arcebispo de Santa Cruz, Sergio Gualberti, fez um sermão que está obtendo grande repercussão, sendo considerado a mensagem mais dura vinda de um líder cristão contra o presidente. Ele denunciou a tentativa de Morales se perpetuar no poder, uma vez que conseguiu mudar a Constituição e vai para seu quarto mandato consecutivo.

A frase de “Com este sistema, a única coisa que conseguirá será a paz dos cemitérios”, causou grande comoção entre os bolivianos. O arcebispo disse ainda: “Hoje, em nosso país, ignorando o clamor do povo, tentam impor um sistema que lhes permite perpetuarem-se no poder, que limita as liberdades, abre caminho à perseguição da oposição e favorece a impunidade da corrupção daqueles que estão no governo”.

Para o líder católico, as liberdades individuais e os direitos humanos devem ser respeitados para que se viva em paz e fraternidade. Protestando contra a proibição de evangelização, lembrou aos cristãos: “O Evangelho nos encoraja a viver nossa vocação para levar a palavra do Senhor com alegria e convicção”.

Trechos da homilia do arcebispo foram transmitidos em rede nacional de televisão. A resposta imediata foi dada pelo ministro Galo Bonifaz, que condenou a “postura política” da Igreja Católica, a quem disse estar alinhada à “movimentos de extrema-direita”. Com informações de Los Tiempos


Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Evangélicos desejam eleger 150 deputados e 15 senadores em 2018

Candidatos devem trazer pautas conservadoras para o centro do debate

por Jarbas Aragão

Evangélicos desejam eleger 150 deputados e 15 senadores em 2018

Em todas as análises políticas publicadas nos últimos meses, a ideia de que os evangélicos deverão aumentar sua representatividade no Congresso é quase uma unanimidade.

Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, existe em andamento uma estratégia de lideranças de igrejas e partidos ligados a elas para a ampliação da bancada na Câmara e no Senado no ano que vem. O foco seria eleger cerca de 150 deputados federais e 15 senadores.

Seria parte desta estratégia lançar ao Senado apenas um candidato por Estado, evitando uma competição desnecessária pelos votos do segmento. Em outubro estarão abertas 54 cadeiras, duas por Estado.

Para a Câmara dos Deputados, a ideia é costurar alianças para uma espécie de “distritão evangélico”, com poucos candidatos ligados às igrejas disputando votos em cada região, se possível, um único nome. Isso aumentaria as chances de eleição, embora essa isso já tenha se mostrado difícil em outras eleições. O deputado Marco Feliciano (PSC/SP), acredita que essa ideia é uma “utopia”. “Por maior que seja a denominação, não tem como impedir que outras pessoas [evangélicas] saiam candidatas”, resume.

O fortalecimento nos últimos tempos dos ideais conservadores, bastante visível nas redes sociais, deve trazer para o centro do debate eleitoral questões como liberação das drogas e do jogo, o casamento homoafetivo, a legalização do aborto e a ideologia de gênero. Na economia, a maioria parece defender o modelo mais liberal.

Segundo o Valor, as conversas nesse sentido começaram a se intensificar desde outubro. Participam representantes das denominações Batista, Assembleia de Deus, Evangelho Quadrangular, Universal do Reino de Deus, Internacional da Graça de Deus, Mundial do Poder de Deus, Terra Nova, Fonte da Vida e Sara Nossa Terra, entre outras.

Essas articulações estariam sendo costuradas por nomes conhecidos no meio evangélico, como o senador Magno Malta (PR/ES) e os deputados João Campos (PRB/GO), Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ). Outra frente de mobilização seria a Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil (Concepab), liderada pelo bispo Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra.

Considerado o crescimento dos evangélicos, cerca de um terço da população, a sua representação política ainda é baixa. “Temos de 28% a 33% de representatividade na população, mas somos apenas 15% do Congresso”, lembra Rodovalho.

Essa questão de baixa representatividade é mais perceptível no Senado, onde ocupam apenas 3 das 81 cadeiras da Casa. São evangélicos declarados Magno Malta, Eduardo Amorim (PSDB/SE) e Eduardo Lopes (PRB-RJ), suplente que assumiu no lugar do prefeito Marcelo Crivella (PRB), sendo, como ele, bispo licenciado da Universal.

A percepção geral é que um aumento é possível. “Estamos muito descobertos no Senado, com apenas três senadores”, aponta Sóstenes Cavalcante, enfatizando que os evangélicos ainda carecem de um político com perfil articulador no Senado.

Quem não esconde seu desejo de tentar uma dessas vagas é o deputado Marco Feliciano (PSC/SP). “Meu sonho é o Senado. Mas, se não houver uma boa articulação [entre as igrejas], não vou trocar o certo pelo duvidoso”, explica o pastor que foi o terceiro mais votado para a Câmara em São Paulo, com quase 400 mil votos.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Malafaia: Quem estiver citado na Lava-Jato não irá prosperar entre os evangélicos em 2018

Segmento religioso vira alvo preferencial de pré-candidatos a presidente

por Jarbas Aragão

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Malafaia: Citados na Lava-Jato não deveriam ser votados por evangélico

Com a eleição de Marcelo Crivella (PRB) a prefeito do Rio de Janeiro, em 2016, ficou claro que a rede Globo não possui mais o mesmo tipo de influência sobre a opinião popular que detinha no passado. Ela opôs-se ao bispo licenciado da Universal desde o início da campanha e continua fazendo “marcação cerrada” desde que ele assumiu o cargo.

Não é novidade constatar que a empresa de comunicação usa seus diferentes órgãos (rádios, jornais e canais de TV) para fazer experimentos sociais em sua audiência. Mas os tempos são outros e a população hoje possui alternativas na web que oferecem inúmeras fontes de informação e opinião.

Nas últimas campanhas eleitorais para presidente, lideranças evangélicas ganharam espaço no horário eleitoral, onde manifestaram seu apoio pelos candidatos. Preferindo ignorar a ideologia por trás de partidos alinhados à esquerda, líderes denominacionais influenciaram o voto dos fiéis, tendo de se desculpar quando esses projetos de poder mostraram ter uma agenda anticristã. Ao que parece, a eleição de 2018 deverá ser um divisor de águas para o futuro do país, onde a crise econômica e política se arrasta há pelo menos cinco anos.

Mesmo antes de serem confirmadas as candidaturas, vários desses ‘pré-candidatos’ já estão procurando – de forma direta ou indireta – o apoio dos líderes evangélicos. Ainda que isso faça parte do processo democrático, é temerário observar-se que a imprensa continua ignorando a realidade dos fatos. Os evangélicos, que constituem cerca de 30% da população, não se constituem em um bloco monolítico, onde todos pensam (e votam) da mesma forma.

Logo, é no mínimo curioso ver que estão se multiplicando matérias jornalísticas como a publicada neste domingo (14) pelo jornal O Globo. Intitulada “Candidaturas de centro dividem líderes evangélicos”, o texto mistura fatos e boatos, mostrando um jornalismo tendencioso, que não atenta para o quadro maior.

Segundo a reportagem, as “principais referências do segmento” evangélicos estariam negociando apoio a Henrique Meirelles, Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia e “até [Jair] Bolsonaro”. Faltando oito meses para o pleito, é no mínimo curioso tentar mostrar como esses nomes conseguiriam “fechar questão” com líderes denominacionais e pastores formadores de opinião.

O fato de um político visitar um templo ou mesmo receber a oportunidade de falar com os fiéis a partir do púlpito não significa que ele terá o apoio dos evangélicos de um determinado segmento.

O bispo Robson Rodovalho, que preside a Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, tentou resumir aO Globo o que seria uma tendência esperada para este ano: “O público evangélico está de olho em um candidato que seja liberal na economia e conservador nos valores”. Com os candidatos que já se apresentaram até agora, restariam bem poucas opções dentro deste perfil, uma vez que a maioria foge do ‘rótulo’ de conservador. Nem Marina Silva, a única pré-candidata assumidamente evangélica, conseguiu mostrar isso nas outras vezes que concorreu ao cargo.

Silas Malafaia, um dos mais vocais opositores à esquerda no meio evangélico, diz que terá um encontro com Jair Bolsonaro para conversar sobre apoio, embora no passado tenha defendido como “seu candidato” João Doria, que não parece ter conseguido firmar sua candidatura.

O líder da Assembleia Vitória em Cristo afirmou ao jornal: “Quem estiver citado na Lava-Jato não irá prosperar entre os evangélicos. É o caso de Geraldo Alckmin e Rodrigo Maia”. Embora seja uma tese aceitável, as delações mostraram que, lamentavelmente, há inclusive lideranças denominacionais sendo citadas em delações nas investigações na Lava-Jato. Portanto, haverá exceções.

Uma delas é a Igreja Universal do Reino de Deus, muito ligada ao PRB. Embora descarte uma aproximação com o ex-presidente Lula (PT), a quem apoiou nos seus dois governos, a sigla é presidida por Marcos Pereira, deputado federal e ex-ministro de Temer. Delatores afirmaram que ele teria recebido R$ 7 milhões. Seu nome também apareceu nas conversas sobre propina gravadas pelo empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS.

AO Globo, o presidente do PRB, afirma que seu grupo político aguarda a consolidação de um nome distante dos extremos. “Estaremos no centro com certeza. Não temos condição de estar do lado da esquerda, muito menos da extrema-direita”, prevê, sem explicar quem seria o representante deste “centro”.
Voto consciente

A maioria das denominações ainda não se manifestou mas, ao que tudo indica, todos os interessados em subir a rampa do Alvorada no ano que vem precisarão conversar com esse grupo religioso que, pelo que indica o Datafolha, serão o fiel da balança na disputa.

A aposta mais provável é que pautas morais com aborto, casamento gay, ideologia de gênero, legalização das drogas e liberdade religiosa dividam espaço nas propostas ‘tradicionais’ da maioria dos candidatos, como economia, educação, saúde e segurança pública.

Ao contrário dos estereótipos que a mídia tenta impor, os evangélicos são um grupo diverso e capilarizado. Estão presentes em todas as classes sociais, em todas as faixas etárias e possuem algum tipo de identificação com os diversos espectros políticos do país.

Pela lógica, seria esperado que eles se identificassem com os candidatos de discurso conservador, como Jair Bolsonaro e Levy Fidélix, mas eleições anteriores mostraram que isso não é uma regra. Apostando nisso, diversos partidos estão propondo até reformulações internas, criando grupos para atrair os evangélicos, mesmo sem ter historicamente ligação com eles.

As experiências políticas de países vizinhos como Venezuela e – mais recentemente – Bolívia, mostram que, se escolherem errado, os evangélicos serão os primeiros a sofrer as consequências, com a imposição de agendas que atentam contra as liberdades individuais, incluindo as de culto. Portanto, não basta um voto consciente só para a presidência, sendo necessário o mesmo tipo de escrutínio de propostas para todos os demais cargos em jogo: governadores, senadores e deputados federais. Afinal, no sistema político atual, as decisões deles serão tão importantes quanto a do próximo presidente.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 14 de janeiro de 2018

PSOL lançará pastor candidato para enganar conservadores

Partido tenta se aproximar de evangélicos, apesar de agenda anticristã


por Jarbas Aragão

PSOL lançará pastor candidato para enganar conservadores

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) é um contrassenso até no nome da sigla. Afinal, os países de regime socialista sempre violentaram as liberdades individuais. Cuba, maior modelo dos psolistas, desde sua revolução acabou com a liberdade de culto e a Bíblia foi proibida por décadas.

A única tentativa bem-sucedida dos psolistas em eleger um evangélico mostrou claramente como funciona a lógica do partido. Eleito em 2014, o Cabo Daciolo foi expulso do PSOL pouco mais de um ano depois por defender suas convicções cristãs.

A nova experimentação para atrair “evangélicos de esquerda”, outro contrassenso que se encaixa bem no perfil do partido é o vereador de Niterói (RJ) Henrique Vieira, 30. Ele é pastor da Igreja Batista do Caminho e será lançado à Assembleia Legislativa do Rio.

Segundo a reportagem da Folha de São Paulo, essa candidatura “robusteceria planos da sigla em se aproximar de eleitorados tidos como inclinados a cair no colo da direita”. Vieira foi assessor de Marcelo Freixo, defensor da necessidade do PSOL “abrir um diálogo progressista” com aqueles que a esquerda sempre repudiou. Ou seja, tenta conquistar votos de evangélicos, apesar de agenda anticristã

“Não acho que evangélicos ou policiais têm que ser tratados como reacionários, porque esse rótulo não diz respeito à cabeça da maioria deles. Muitas vezes a esquerda constrói essas bolhas, que são muito aconchegantes, porque você fica falando entre os iguais. A gente está num momento em que tem que buscar o comum, mais do que o idêntico”, afirmou Freixo, que quando disputou o segundo turno com Marcelo Crivella (em 2016) sempre depreciou a religião do oponente.

Vieira já apareceu no programa Encontro com Fátima Bernardes algumas vezes, onde defendeu que evangélicos e umbandistas são irmãos. A partir de sua igreja surgiu o movimento “Frente Evangélica pela Legalização do Aborto” uma bandeira conhecida do PSOL.

Ele também é frequentador das reuniões do #342, um movimento político liderado por Paula Lavigne e Caetano Veloso que defendeu exposições como a do Quermuseu e ataca o deputado federal Marco Feliciano, desafeto de Jean Wyllys, o psolista mais ativo do Congresso.

Para seus apoiadores, segundo a Folha, o pastor Henrique Vieira seria um exemplo que “nem todo evangélico é fundamentalista” e não representa as “pregações cheias de ódio em programas de TV e muito menos à lamentável Frente Parlamentar Evangélica”.

Ele diz estar acostumado a ser criticado por ser “crente de esquerda” e reconhece que, para a maioria dos evangélicos os adjetivos mais comuns para ser referir a eles são “lobo, falso, imoral, herege”.

O líder batista tenta se apresentar como o oposto de quem defende os valores cristãos na TV. Usando todos os chavões típicos da esquerda, ele dispara: “Existe um referencial evangélico televisivo e político que é muito extremista. Costumo dizer que são púlpitos cheios de sangue, na medida em que reforçam discursos machistas, homofóbicos e racistas que estimulam violência contra mulheres, LGBTQ e irmãos e irmãs de matriz afrobrasileira.”

Não deixa de ser curioso ver um defensor do aborto falando em sangue, afinal, nas redes sociais celebrou o apoio “por unanimidade”, em assembleia de sua igreja, a ação no Supremo Tribunal Federal para descriminalizar o aborto. “Em canto, orações e debate, decidimos em favor de uma política de defesa da vida, porque a criminalização mata”, garante.

Mas esse talvez não sejam seu maior contrassenso. Em postagem no Facebook diz que Deus é uma “Mulher Preta carregando a maior resistência do mundo” e avisa aos críticos: “Se essa imagem parece incômoda e requerendo mil explicações, é fruto do patriarcado e do racismo”.

Comungante de uma teologia liberal que reúne, por exemplo, igrejas inclusivas – apoiadoras do casamento gay defensora dos transgêneros como ‘imagem de Deus’ – Henrique Vieira parece desconhecer o significado do conceito bíblico de “pecado” e talvez seja uma boa representação de Mateus 7:15-20.

Em outubro será possível dizer se mais essa tentativa de ‘desconstrução’ do termo evangélico pela mídia brasileira está tendo o efeito desejado.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sábado, 13 de janeiro de 2018

Jogador diz que orar em línguas lhe ajudou a fazer lançamento que garantiu o título

Atleta saiu do banco de reservas e se tornou herói

por Jarbas Aragão

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Jogador diz que orar em línguas lhe ajudou a ganhar título

A partida final do título do campeonato de futebol americano universitário foi marcada por um lançamento do quarterback Tua Tagovailoa. Nascido no Hawai, ele fez sua estreia no time da Universidade do Alabama na temporada 2017/2018.

Reserva, ele não entrava em campo desde 21 de outubro, foi chamado pelo técnico Nick Saban para entrar no segundo tempo, na partida final que ocorreu esta semana. Ele fez várias jogadas boas, mas foi o lançamento preciso, de mais de 40 metros, que virou o jogo para a equipe e o fez ser aclamado como “herói”.

Após o jogo, Tua deu várias entrevistas para a TV. Uma delas, para a ESPN, acabou gerando polêmica. Além de agradecer a Jesus Cristo “meu Senhor e Salvador”, disse que seu time estava perdendo e que “em Deus todas as coisas são possíveis”. Revelou ainda que “estava orando em línguas no vestiário quando o técnico avisou que ele iria entrar”.

O quarterback, responsável pelos lançamentos, é o jogador mais importante do time e Tua disse que sempre ora durante as partidas por que isso o “mantém calmo”. “Eu diria que meu equilíbrio vem da minha fé”, afirmou o jovem à imprensa depois da partida que o consagrou.

O campeonato universitário é bastante popular nos Estados Unidos e visto como uma espécie de laboratório para os grandes times, como a “Copa São Paulo” no Brasil. A postura de Tua, que falou abertamente sobre sua fé nas entrevistas foi elogiada pelo evangelista Franklin Graham.


Nas redes sociais, ele elogiou o jogador de 18 anos por sua ‘audácia’ em falar sobre oração na transmissão da ESPN. Especialmente por que a emissora já fez matérias condenando jogadores cristãos por misturarem esporte e religião.

“O quarterback novato do Alabama, Tua Tagovailoa, usou o fato de ser o centro das atenções para testemunhar a glória de Deus e Seu Filho Jesus Cristo após o jogo”, escreveu Graham no Facebook.

“Ele disse ao mundo todo que agradecia ao seu Senhor e Salvador, Jesus Cristo e… que toda a glória é de Deus… É ótimo vermos um jovem atleta usar o espaço na mídia para reconhecer o que Deus fez em sua vida na frente de milhões de pessoas. Tremendo testemunho, Tua!”. Com informações de Yahoo e Charisma News



Assista a entrevista à CNN:
Confira o lançamento de Tua Tagovailoa:

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Demolição de igreja pelo governo da China assusta cristãos

A demolição de uma igreja evangélica na China está provocando o temor de uma campanha mais ampla do governo contra os cristãos.

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A recente demolição de uma igreja evangélica na China está provocando o temor de uma campanha mais ampla do governo contra os cristãos, que se prepara para impor novas leis sobre a religião.

Segundo testemunhas, forças da Polícia Armada do Povo usaram escavadeiras e dinamites para destruir a igreja Golden Lampstand nesta quarta-feira (10) na cidade de Linfen, em Shanxi. Uma igreja católica na província vizinha também teria sido demolida no mês anterior, após 20 anos de funcionamento.

A Golden Lampstand reúne cerca de 50 mil fiéis e já foi alvo das autoridades em 2009, quando centenas de policiais invadiram o templo, apreenderam Bíblias e prenderam alguns de seus líderes.

Segundo estimativas do governo, existem na China cerca de 60 milhões de cristãos, muitos vinculados a congregações como a Golden Lampstand — considerada uma igreja não aprovada pelo Estado. A denominação foi acusada de violar códigos de construção e acordos sobre o uso do terreno, que são acusações comuns contra igrejas não registradas.

O pastor de uma igreja próxima chegou na Golden Lampstand logo depois da explosão e disse que havia “mais policiais do que eu poderia contar” para evitar que uma multidão de curiosos e fiéis se aproximassem do local.

“Meu coração ficou triste ao ver essa demolição e agora eu temo que mais igrejas sendo demolidas, até mesmo a minha” disse ele, que preferiu não ser identificado. “Esta igreja foi construída em 2008, não havia razões para destruí-la agora”.


O templo foi construído em 2008, apesar de grupo religioso não ter aprovação do governo. (Foto: Andy Wong/AP)
A igreja Golden Lampstand foi construída há uma década por 17 milhões de iuanes (equivalente a mais de 8 milhões de reais), de acordo com o pastor principal Yang Rongli. Yang cumpriu sete anos de prisão sob acusação de “organizar uma multidão para perturbar a ordem do trânsito” e esteve sob vigilância desde que foi libertado, em outubro de 2016.

“Eu acredito que isto possa ser um novo padrão contra qualquer religião independente com um templo ou a intenção de construir um”, disse Bob Fu, fundador da organização China Aid. “Isso também pode ser o prelúdio da aplicação de novas regulações sobre a religião que começam a valer em fevereiro”.

FONTE: GUIAME

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Marco Feliciano denuncia “ditadura gay” no caso Ratinho

Em postagem nas redes sociais, deputado questionou: “Quem será o próximo?”

por Jarbas Aragão

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Feliciano denuncia "ditadura gay" no caso Ratinho

O deputado Marco Feliciano saiu em defesa de Ratinho, que está sendo massacrado pela mídia após ter gravado um vídeo onde reclama do excesso de personagens LGBT na programação da rede Globo.

A polêmica chegou a um extremo quando a Defensoria Pública do Estado de São Paulo pediu punição ao apresentador Carlos Roberto Massa por “declarações homofóbicas”.

Como faz rotineiramente, Feliciano gravou um vídeo para comentar questões do momento e reclamou que o “politicamente correto é usado como um freio para o livre pensamento, que na verdade é censura”. Lembrou ainda que, alguns anos atrás, participou do Programa do Ratinho no SBT e, na ocasião, abordou a questão da “ditadura gay”.

“Ninguém deu atenção e agora você [Ratinho] está sendo vítima isso”, ressaltou o deputado. Na sua opinião, o apresentador não usou “nenhuma palavra ofensiva ou deselegante sobre a crescente participação de gays na programação da rede Globo”, o que faz cair por terra as acusações de homofobia.

“O que mais me causou mais estranheza foi a rápida ação da Defensoria Pública que pediu uma ação por discriminação homofóbica”, assegurou Feliciano, classificando a atitude de “excrecência”, uma vez que não existe multa prevista por alguém “usar o adjetivo coloquial viado”.

Traçando um contraponto, o pastor questionou a falta de atuação da Defensoria Pública em casos como um espetáculo de stand up, realizado por dois homossexuais que usam o termo “viado” constantemente, ou no beijo lésbico entre duas adolescentes apresentado na novela Malhação durante a tarde.

Para Feliciano, isso “ofende a moral e princípios de proteção às crianças”, mas os órgãos competentes permaneceram inertes.

“É preciso parcimônia aos órgãos da defesa da sociedade em não gastar tempo e dinheiro apenas para mídia. Ou isto é incoerência ou falta do que fazer”, reclamou o deputado.

Acrescentou também que recebe milhares de e-mails “de pessoas indignadas com a presença de gays caricatos na televisão brasileira” e por isso está se pronunciando. Deixando claro que “homossexuais são uma minoria merecedora de todo o respeito”, acredita que não há justificativa para tudo o que está sendo feito contra Ratinho.

Lembrando alguns dos preceitos da democracia, pediu “livre pensamento já, menos patrulha”. Finalizou mandando um recado para o apresentador: “Ratinho, o Brasil está com você”.

Assista:

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O reconhecimento de Jerusalém pelos EUA aconteceu no tempo bíblico exato, diz pastor

O reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel aconteceu em uma precisão absoluta do calendário bíblico, de acordo com o pastor John Hagee.

Presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma visita ao Museu de Israel em Jerusalém. (Foto: Menahem Kahana/AFP)

A declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel aconteceu em uma precisão absoluta do calendário bíblico, de acordo com o pastor John Hagee, fundador da organização Cristãos Unidos Por Israel.

“O que o presidente Trump está fazendo é uma das ações políticas mais corajosas realizadas em Washington nos últimos tempos”, disse Hagee à CBN News. Ele relembrou seu encontro com Trump na Casa Branca, no qual o presidente o assegurou que faria a mudança da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém “a qualquer momento”.

Durante a conversa, o pastor enfatizou a Trump a necessidade de mover a embaixada durante o ano do Jubileu. “Deus mede tudo em módulos de cinquenta anos”, explicou Hagee, citando o trecho de Levítico 25:10.

A exemplo disso, Hagee observa que a Declaração Balfour, que permitiu que os judeus estabelecessem o Estado de Israel, foi feita em 1917. Exatamente cinquenta anos depois, Israel unificou Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias. Cinquenta anos depois, em 2017, houve esse avanço sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

“É um momento bíblico de precisão absoluta”, afirmou Hagee.

O pastor acredita que os cristãos de todo o mundo têm o chamado de apoiar Israel. “Israel é a porta de entrada para a benção de Deus. A história mundial pode ser resumida em uma frase: as nações que abençoaram a Israel foram abençoadas por Deus, e as nações que amaldiçoaram Israel foram amaldiçoados por Deus”, disse ele, com base em Gênesis 12:3.

“Há um significado bíblico para tudo o que acontece com Israel”, avalia o pastor. “O relógio profético de Deus não vai correr até os judeus estarem na terra de Israel. Esse relógio começou a correr novamente quando a Declaração Balfour se tornou uma realidade e o povo judeu voltou ao Estado. Eu acredito que neste momento, Israel é o cronograma de Deus para tudo o que acontece com todas as nações, desde agora até o arrebatamento da Igreja”.

Um dos grandes defensores de Israel na atualidade, o pastor Hagee conseguiu arrecadar milhões de dólares através de seus ministérios para levar judeus da antiga União Soviética a Israel, bem como apoiar orfanatos judeus e outras causas sociais em Israel.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE BREAKING ISRAEL NEWS

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Defensoria Pública pede punição a Ratinho por “declarações homofóbicas”

Acende-se outro sinal de alerta para os líderes cristãos sobre o fim da liberdade de expressão

por Jarbas Aragão

Defensoria Pública pede punição a Ratinho por declarações homofóbicas

Mais um ataque à liberdade de expressão em nosso país. Apesar de ter usado termos que podem ser considerados chulos para falar sobre a programação da Globo, o apresentador Ratinho, do SBT, estava exercendo seu direito à opinião quando gravou um vídeo sobre o assunto no dia 3.

Após a grande repercussão, sobretudo da grande mídia, Ratinho passou a ser tachado de “homofóbico”. Sua opção foi fazer uma retração na internet, dizendo que “não quis ofender nenhum gay”, que “fez uma brincadeira” e que “lamentavelmente algumas pessoas não entenderam assim”.

Mesmo assim, a Defensoria Pública de SP entrou com uma representação na quinta (4) contra o apresentador. O defensor público Rodrigo Leal da Silva, que fez a representação, disse: “O fato de ele ter se retratado não exclui o caráter homofóbico da fala”. Contudo, ele não explicou como isso poderia se caracterizar como tal, uma vez que Ratinho não defende a agressão nem faz ofensas aos homossexuais como um todo.

O seu pedido é que a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado abra um processo contra ele. O argumento é que o termo “viado” foi utilizado pejorativamente e recomenda que a secretaria o autue por “discriminação homofóbica”, o que pode lhe render uma multa.
Tudo é homofobia

A situação remete a um caso similar. No final do ano passado, a rede de supermercados Hirota, de São Paulo, distribuiu aos seus clientes um devocional, assinado pelo pastor Hernandes Dias Lopes, que falava sobre família. Entre seus textos, alguns mostravam a visão bíblica sobre a homossexualidade, que é considerada uma “abominação” e condenava o aborto.

Após protestos de ativistas LGBT nas redes sociais, o Ministério Público de São Paulo ordenou que a Hirota suspendesse a distribuição do material com valores cristãos. Também informou que tomaria medidas judiciais, caso a empresa descumprisse a ordem.

O MP fez oito recomendações à rede, incluindo impedir qualquer distinção, exclusão, limitação ou preferência que cause discriminação de candidatos a empregos ofertados pela empresa por causa de questões como “gênero, orientação sexual ou por arranjos familiares entre as pessoas”.

Ao que parece, cada vez mais, o que vale é a opinião das minorias, que estão acima de qualquer crítica. Para assegurar isso, o judiciário atropela outras garantias constitucionais como a liberdade de expressão e a liberdade religiosa. Acende-se mais um sinal de alerta para os líderes cristãos do país, que podem muito em breve serem impedidos de falar sobre o assunto publicamente sem temer um processo judicial, como já acontece em alguns países da Europa. Com informações das agências

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

DNA encontrado no Alasca pode comprovar relato bíblico sobre a Torre de Babel

A descoberta de um antigo material genético humano no Alasca pode comprovar o relato bíblico da migração provocada pela Torre de Babel.

Os restos de uma criança enterrada no Alasca podem comprovar relato bíblico sobre a Torre de Babel. (Foto: Ben Potter)

A descoberta de um antigo material genético humano no Alasca pode comprovar o relato bíblico da migração em massa provocada pela Torre de Babel, conforme defendem pesquisadores criacionistas da Universidade de Harvard.

De acordo com um estudo publicado na revista Nature na última quarta-feira (3), o genoma extraído dos restos mortais de uma criança enterrada no Alasca há 11.500 anos indica que houve uma migração em massa de pessoas da Ásia Oriental para a América do Norte, através de uma ponte terrestre congelada.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Copenhague e pela Universidade de Cambridge, liderada pelo geneticista Eske Willerslev, sequenciou o DNA da criança e comparou o material genético com os nativos modernos e antigos da Eurásia e das Américas.

Os pesquisadores observaram que o DNA da criança estava mais relacionado aos nativos americanos modernos, mas não com um antepassado direto. Os cientistas acreditam que os dois pontos de análise compartilham uma ascendência comum com pessoas que saíram da Ásia em direção à América do Norte através de uma ponte terrestre chamada Beríngia, cerca de 25 mil anos atrás.

O biólogo criacionista Nathaniel Jeanson acredita que a datação do DNA da menina não está exato. No entanto, ele avalia que outros detalhes da descoberta dão suporte ao relato do livro de Gênesis sobre a migração em massa provocada após a tentativa de construir a Torre de Babel.

Com base na cronologia bíblica, Jeanson sugere que o evento ocorreu mais recentemente do que os 11.500 anos atribuídos pelos pesquisadores. O estudo apresenta “mais evidências para as pessoas das Américas que vieram da Ásia Oriental Central” e “é consistente com as Escrituras”, disse Jeanson ao site The Baptist Press.

O paleontologista Kurt Wise também sugere que os 11.500 anos de radiocarbonos citados no estudo “equivalem a muitos menos anos cronológicos (provavelmente mais próximos de 4.000 a 4.100 anos)”.

Wise,que atua como professor de história natural na Universidade Truett McConnell, disse que se as datas previstas no estudo forem consideradas “em termos relativos, as novas descobertas são consistentes com a dispersão de humanos de Babel”.

“Então, esses restos são provavelmente de uma população de pessoas espalhadas por Babel”, conclui.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TIMES

domingo, 7 de janeiro de 2018

Em clima de campanha, Meirelles é apresentado em igreja como “milagreiro”

Ministro da Fazenda discursou em culto da Sara Nossa Terra, em Brasília

por Jarbas Aragão


Meirelles é apresentado em igreja como "milagreiro"

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), esteve nesta sexta-feira (5) em um evento da igreja evangélica Sara Nossa Terra, em Brasília.

Ele foi apresentado como o responsável pelo “maravilhoso milagre da economia brasileira”. Em um breve discurso, nada modesto, o ministro disse que seu trabalho foi fundamental para a melhora dos indicadores econômicos. Afirmou ainda que está fazendo um “esforço enorme” para que o cenário favorável continue, e que fez “algumas coisas básicas” para botar o país e a economia “em ordem”.

Diante dos milhares de fiéis, afirmou que está “fazendo reformas fundamentais, visando a modernização da economia brasileira” e que o Brasil já saiu da “maior crise da história do Brasil”, herança do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Por fim, defendeu a importância da reforma da Previdência.

Depois de sua fala, participou da oração e recebeu a “bênção” dos integrantes da igreja, que intercediam pelo “futuro” do país. À imprensa, Meireles, que é cogitado como candidato à sucessão de Temer, comemorou: “A energia que senti quando entrei aqui é exatamente isso que o Brasil precisa agora, para que possamos levar o país na direção certa”.
Milagre?

No culto, a introdução de Meirelles ficou a cargo de Flávio Rocha, presidente do grupo Riachuelo e do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV). O empresário, que faz parte da igreja, classificou o ministro como o condutor do “maravilhoso milagre da economia brasileira”.

Rocha, declarou que as mudanças na economia do país é algo “extremamente profético para o ano de 2018” e que os cristãos devem “orar e pedir, porque sabemos que ideias erradas na economia sempre trazem valores errados”. Finalizou dizendo: “Peço a Deus que em 2018 tenhamos a lucidez de colocar no poder homens públicos que agreguem boas ideias na economia e a reconstrução dos valores morais”.

A igreja Sara Nossa Terra é liderada pelo bispo Robson Rodovalho, que já foi deputado federal. Antes da introdução de Meirelles, o bispo questionou os presentes: “Quantos aqui oram para que a gente tenha um Brasil vencedor?”

A aproximação com evangélicos é vista como estratégica. É a terceira vez que Meirelles participa de eventos em igrejas evangélicas. No ano passado, participou da comemoração dos 106 anos da Assembleia de Deus em Belém (PA) e dois meses depois esteve em Juiz de Fora (MG) para novo encontro com membros da mesma igreja. Ele também já gravou um vídeo pedindo orações pela economia brasileira aos integrantes da Assembleia de Deus. Com informações Estadão

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br