sexta-feira, 16 de abril de 2021

Igreja nos EUA vive avivamento e batiza mil pessoas em quatro meses: “Nunca vi nada assim”

O avivamento da Igreja Batista Long Hollow se espalhou para outros estados, fazendo com que pessoas viajem até a igreja para serem batizadas.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FAITHWARE

Depois de um ano de “silêncio e solidão”, a Long Hollow Baptist Church vive um reavivamento. (Foto: Hollow Baptist Church).

Uma igreja no Tennessee (EUA) tem experimentado um reavivamento desde dezembro do ano passado, batizando 1048 pessoas em quatro meses. Para o pastor da Igreja Batista Long Hollow, Robby Gallaty, o despertamento espiritual chegou depois de um ano de “silêncio e solidão” em sua congregação em Hendersonville.

O pastor Robby conta que tudo começou depois de uma oração por avivamento e pelo fim dos problemas em sua igreja, em uma noite na varanda de sua casa.

“Comecei a buscar ao Senhor por 10 meses. Então, finalmente, em 15 de dezembro de 2020, estou na varanda e ouço tão claras como o dia estas palavras em minha cabeça, após um período de silêncio e solidão: 'Batismo espontâneo'. Pensei: 'Batismo espontâneo?'”, relatou Gallaty. “Em primeiro lugar, eu nunca havia feito batismo espontâneo - eu era cristão há apenas 18 anos. Eu nunca tinha visto o batismo espontâneo. Eu tinha ouvido falar de abusos de batismo espontâneo. Mas eu fui obediente”.

No culto do domingo seguinte, 99 pessoas foram batizadas. “Eu nunca tinha visto nada parecido antes em minha vida”, disse o pastor. Ao chegar em casa depois do culto naquele dia, Gallaty se encontrou com Deus novamente em sua varanda. “O Senhor me deu uma visão. Ele me mostrou: 'Estas são as fortes gotas de chuva, Robby, antes da chuva torrencial que está chegando’”, afirmou.

Então, o pastor se reuniu com os obreiros da Igreja Batista Long Hollow e o ministério organizou um culto de batismo três dias antes do natal. Na ocasião, 81 pessoas participaram da celebração.

Foi a partir deste momento, segundo Robby, que o avivamento explodiu. Agora, pessoas de outras regiões, que assistiram os cultos on-line da igreja, viajavam para se batizar na Long Hollow. O pastor conta que essas pessoas afirmavam que “se sentiram compelidas pelo Espírito Santo” a viajar para Hendersonville.

Depois de um ano de “silêncio e solidão”, a Long Hollow Baptist Church vive um reavivamento. (Foto: Hollow Baptist Church).

Depois de quatro meses do início do avivamento na Long Hollow, a igreja supervisionou o batismo de mais de mil pessoas em 15 estados diferentes nos EUA. Os novos convertidos foram encaminhados para comunidades cristãs em Hendersonville ou foram incentivados a buscar o discipulado em igrejas em suas cidades natais.

O número de pessoas que desceram às águas na igreja do pastor Robby é extraordinário e resultado de avivamento espiritual, quando comparado ao número de batizados em 2019: 22 pessoas.

Para o pastor, o reavivamento em sua igreja só foi possível porque ele se convenceu a lidar com seus próprios pecados de orgulho, ciúme e arrogância, que ele nem tinha percebido que haviam se instalado em seu coração.

“Todas as noites ia à varanda sentar-me com o Senhor, pensando que Ele iria resolver os problemas da minha igreja. Eu dizia: ‘Senhor, conserte os problemas da minha equipe. Eu preciso que você resolva os problemas da minha igreja. Eu preciso que você conserte os diáconos'. E Deus me mostrou: ‘O problema não é com sua igreja. Não é com sua equipe. O problema é você ’”, admitiu.

Atualmente, Robby está pregando uma série de sermões sobre o Espírito Santo e o poder da oração para provocar avivamentos. “Estou convencido de que a oração faz nascer o avivamento e o avivamento faz nascer a oração”, disse o pastor.

quarta-feira, 14 de abril de 2021

Israel voltará a receber turistas que estiverem vacinados em maio

Há mais de um ano a entrada de turistas no país não era permitida, devido à pandemia da Covid-19.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO JEWISH NEWS SYNDICATE

A reabertura do turismo em Israel será feita em etapas. (Foto: Stellalevi/iStock).

Israel voltará a receber turistas estrangeiros que estiverem vacinados, por meio de um plano em etapas, a partir do dia 23 de maio deste ano, segundo comunicado do Ministério de Saúde do país, divulgado nesta terça-feira (13).

Na primeira fase do plano de retomada do turismo, será permitido um número limitado de turistas. De acordo com o Ministério da Saúde de Israel, o número permitido aumentará conforme a “situação de saúde e andamento do programa”.

Todos os turistas deverão realizar o teste de PCR antes de embarcar nos voos para Israel. E ao chegarem no Aeroporto Internacional Ben-Gurion, precisarão fazer um teste sorológico, para comprovar que foram vacinados.

“Nesse ínterim, continuarão as discussões com vários países para chegar a acordos de validação do certificado de vacina, de forma a cancelar a necessidade de testes sorológicos”, afirmou o Ministério do Turismo de Israel. O plano mais detalhado será lançado nos próximos dias.

O plano de reabertura do turismo na nação foi feito numa parceria entre os Ministérios da Saúde e do Turismo.

O Ministro da Saúde, Yuli Edelstein, afirmou que a abertura aos turistas será realizada de forma cuidadosa e cautelosa: “A abertura ao turismo é importante para um dos campos mais atingidos durante a pandemia da Covid-19. Continuaremos procurando flexibilizar as regulamentações de acordo com a situação de saúde”, disse.

Já o Ministério do Turismo de Israel, Orit Farkash-Hacohen, lembrou que o retorno do turismo beneficiará a retomada da economia israelense: “Abrir os céus para o turismo internacional irá realmente reviver a indústria do turismo, incluindo restaurantes, hotéis, locais, guias turísticos, ônibus e outros que procuram trabalhar e sustentar suas famílias. Vou continuar a trabalhar para a abertura total do turismo a Israel, o que ajudará muito a economia israelense e criará trabalho para muitos israelenses”.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

Pastor é liberado após mais de um ano preso no Laos: “Resposta de oração”

Sithon Thippavong ficou detido na província de Savannakhet, acusado de organizar serviços religiosos sem a permissão das autoridades.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO RFA

O Pr. Sithon Thippavong, ao lado de sua esposa, após sua libertação da prisão na província de Savannakhet. (Foto: Arquivo pessoal)

O pastor Sithon Thippavong, 35 anos, foi libertado no início de abril depois de ser condenado pelo Tribunal Popular Provincial sob acusações de "interromper a unidade" e "criar desordem", disse um oficial do gabinete do procurador da província à RFA.

O líder cristão ficou em uma prisão na província de Savannakhet, no sul do Laos.

“Ele foi sentenciado a um ano de prisão e multado em quatro milhões de kip [equivalente a U$ 426], com dois milhões de kip pagos por cada cobrança”, contou um funcionário sob condição de anonimato.

"Ele já cumpriu pouco mais de um ano de prisão, então foi solto", disse a autoridade.

Um membro da igreja de Sithon confirmou que o pastor havia sido libertado. “Ele agora está viajando de volta para sua casa na aldeia Kaleum-Vangkae [do distrito de Xonnaboury]”, disse a fonte à RFA.

“Estou feliz, muito feliz, por ele ter sido libertado”, disse outro cristão à RFA, dizendo que contaria a outros membros da igreja que Sithon havia sido libertado da prisão e organizaria uma cerimônia de ação de graças para celebrar a liberdade do pastor.

“Oramos pelo pastor Sithon há mais de um ano”, disse ele. “Estamos muito animados por ele ainda estar vivo e finalmente ter sido salvo por Deus.”

“Ele pode ter ficado doente e frágil na prisão, mas agora ficará muito feliz por poder servir a Deus novamente”, disse ele.

Resposta de oração

"A libertação do pastor Thippavong é uma resposta às orações em todo o mundo", disse o grupo de liberdades religiosas dos EUA, Christian Beyond Borders, em um e-mail para a RFA. "Estamos gratos por sua libertação e por estar em casa com esta família."

"Estamos gratos pelo passo em direção à liberdade religiosa no Laos que foi dado com esta notícia", acrescentou o grupo.

O pastor Sithon começou a pregar o cristianismo aos moradores do distrito de Xonnaboury em Savannaket em 2011 e foi preso em 15 de março de 2020 por organizar serviços religiosos sem a permissão das autoridades.

No dia de sua prisão, Sithon estava se preparando para realizar um culto quando sete policiais chegaram e exigiram que o pastor cancelasse o processo e assinasse um documento renunciando à sua fé cristã, disseram as fontes.

Quando Sithon se recusou a assinar o documento, ele foi levado sob custódia, e sua família nunca foi formalmente informada de sua prisão ou das acusações feitas contra ele.

Desrespeito e discriminação

Os cristãos do Laos estão autorizados pela Lei da Igreja Evangélica do país, aprovada e assinada no Laos em 19 de dezembro de 2019, para conduzir cultos e pregar em todo o país e manter contato com os crentes em outros países.

Mas, na prática, a lei parece se aplicar apenas na capital Vientiane e em outras grandes cidades, enquanto os cristãos nas áreas rurais continuam sujeitos ao desrespeito do público em geral e à discriminação nas mãos das autoridades locais, dizem as fontes.

Quatro cristãos laosianos e três líderes cristãos foram detidos por sete dias em 2018 no vilarejo de Nakhanong, no distrito de Phin de Savannkhet, por celebrar o Natal sem permissão.

E em outubro, as autoridades no distrito de Ta Oy, província de Saravan, no sul do país, expulsaram sete cristãos e destruíram suas casas quando eles não renunciaram à sua fé - uma clara violação da lei.

Os cristãos então passaram dois meses vivendo na floresta, mas foram autorizados a voltar para sua aldeia em dezembro, embora tenham sido proibidos de reconstruir suas casas.

Embora melhorias nas condições de liberdade religiosa tenham sido observadas no Laos em 2019, casos de abuso ainda eram vistos em áreas rurais remotas, disse a Comissão bipartidária de Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF) dos EUA em um relatório divulgado em maio de 2020.

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Conheça a influência que um pastor anglicano teve na vida do príncipe Philip

Robin Woods foi um confidente íntimo da família real quando serviu como decano de Windsor.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO TOWN & COUNTRY

Robin Woods se tornou amigo do príncipe Philip enquanto fundavam a Casa de St. George. (Foto: Getty Images)

O príncipe Philip, duque de Edimburgo e marido da rainha Elizabeth II, morreu nesta sexta-feira (9) aos 99 anos, anunciou o Palácio de Buckingham. Ele esteve ao lado da esposa durante todo seu reinado de 69 anos, o mais longo da história britânica.

Na terceira temporada de The Crown, o pastor anglicano Robin Woods, o novo decano de Windsor, se torna um dos confidentes mais próximos do príncipe Philip. Na vida real, porém, sua influência sobre o Duque de Edimburgo foi ainda maior.

Robert Woods nasceu em 1914 e cresceu seguindo a carreira de seu pai, Edward Woods, na Igreja Anglicana. O pai de Robin — como Robert era chamado — passou a servir como bispo de Lichfield, e dois de seus filhos, Robin e seu irmão, Frank, também entraram no clero religioso.

Robin se formou em literatura inglesa no Trinity College e se envolveu fortemente no Movimento Estudantil Cristão. Ele foi ordenado sacerdote em setembro de 1939, mesmo mês em que a Segunda Guerra Mundial foi declarada na Inglaterra, conforme artigo escrito por Lauren Hubbard à revista Town & Country.

Após a guerra, ele se tornou o arquidiácono de Cingapura e seus esforços no ministério começaram a atrair atenção da Coroa. Depois de pregar no culto do Dia da Ascensão para a rainha, em 1962, ele teve a oportunidade de almoçar com Elizabeth, a rainha Mãe e a Princesa Margaret no Royal Lodge após a cerimônia religiosa.

Após o encontro, Robin recebeu o convite real para assumir o cargo de decano de Windsor, atuando como líder espiritual da Capela de St. George, onde muitos dos cultos religiosos da família real são realizados, incluindo ocasiões como o casamento do príncipe Harry e Meghan Markle.

“Por anos achei difícil pregar diante da rainha”, escreveu ele em sua autobiografia de 1986. “Passei a esperar comentários críticos — mas sempre construtivos — do príncipe Philip depois.”

Nervosismo à parte, Robin claramente tinha o voto de confiança da família real. Ele batizou o príncipe Eduardo, filho mais novo de Elizabeth e Philip, e ajudou a escolher uma faculdade para o príncipe Charles.

Robin Woods foi um confidente íntimo da família real quando serviu como decano de Windsor. (Foto: PNA Rota/Getty Images)

Vivendo tão próximo da família real, Robin desenvolveu um relacionamento próximo com a realeza. Ele às vezes substituía a rainha e o príncipe Philip, visitando Charles e Anne em seus internatos em alguns fins de semana.

Influência sobre Philip

Robin se tornou amigo do príncipe Philip enquanto fundavam a Casa de St. George, uma das realizações mais conhecidas do pastor anglicano.

Inaugurada dentro dos limites do Castelo de Windsor em 1966, a Casa foi o produto de 5 anos de planejamento para criar um espaço de discussões religiosas e seculares, um projeto realizado não apenas por Robin, mas também pelo príncipe Philip.

“Esperávamos reunir homens e mulheres importantes com uma ampla gama de experiência e conhecimento no governo, parlamento e na função pública; na indústria, comércio e finanças; na educação e na medicina, para a discussão de quaisquer questões que considerassem sendo de importância religiosa e social”, explicou Robin em sua autobiografia.

Ele acrescentou que o príncipe Philip “entendeu o projeto da Casa de St. George e, consequentemente, deu seu apoio incondicional”. Ele também disse que, “em questões políticas, não há dúvida de que nossa maior influência externa foi o príncipe Philip”.

“Sua presença regular e conselhos nas reuniões do conselho e também em muitas outras ocasiões e em visitas informais deram à Casa uma credibilidade e consistência de propósito”, relatou Robin.

Philip deu palestras na Câmara sobre o papel da Igreja na sociedade moderna e também enfatizou a importância de reunir cientistas e teólogos para tentar encontrar um terreno comum. O projeto uniu a dupla, e eles se tornaram amigos pelo resto da vida de Robin.

Ao contrário do que diz a série The Crown, na vida real o príncipe Philip foi um defensor convicto da Casa de St. George. (Foto: Netflix)

A Casa de St. George permanece ativa até hoje, como um espaço para pessoas de todas as esferas da vida para discutir tópicos como “Fé e Inteligência Artificial”.

Depois de 9 anos em Windsor, Robin se tornou bispo de Worcester, mas continuou perto da realeza e do príncipe Philip. Ao longo dos anos, ele recebeu em Worcester visitas do príncipe Philip, do príncipe Charles e da princesa Anne.

Robin morreu em 1997 e teve suas cinzas enterradas nos claustros da Catedral de Worcester.

quarta-feira, 7 de abril de 2021

Alexandre Garcia defende igrejas abertas: "A Constituição assegura a liberdade de culto”

Para o jornalista, se as decisões pessoais de agentes públicos prevalecerem, a democracia estará em perigo.


FONTE: GUIAME, CRIS BELONI

Alexandre Garcia no quadro Liberdade de Opinião. (Foto: CNN Brasil)

No último sábado (03), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, analisou os processos que contestam a decisão do governo paulista de proibir a presença de público em templos religiosos, durante a pandemia. Ele negou o pedido nesta segunda-feira (05), alegando que as medidas de restrição são necessárias.

“Em um cenário tão devastador, é patente reconhecer que as medidas de restrição à realização de cultos coletivos, por mais duras que sejam, são não apenas adequadas, mas necessárias ao objetivo maior de realização da proteção da vida e do sistema de saúde", afirmou.

Ele também disse que cabe ao Poder Executivo, e não à Justiça, decidir sobre o que abre e fecha. O ministro analisou dois recursos: um feito por um conselho de pastores, que não teve a legitimidade reconhecida, e outro solicitado pelo PSD, que foi indeferido.

Já a decisão de Nunes Marques ainda não pode ir para avaliação de plenário porque falta parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que deve se manifestar até esta terça-feira (06).

Entenda o caso

No sábado (03), o ministro Kassio Nunes Marques, do STF, decidiu pela liberação de atividades religiosas de caráter coletivo, como missas e cultos, em todo o Brasil, desde que se respeitasse os protocolos sanitários de combate à Covid-19. Essa decisão causou tumulto por conta do feriado de Páscoa.

O ministro estava atendendo a um pedido da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure), que alega que a suspensão dos cultos e missas viola o direito fundamental à liberdade religiosa e o princípio da laicidade estatal.

Nunes Marques, então, liberou as celebrações em todo o país a tempo das celebrações pascoalinas, que ocorreram no domingo (04). Ele afirmou que reconhece o contexto pandêmico, mas diz que, justamente por vivermos momentos tão difíceis, "se faz necessário reconhecer a essencialidade da atividade religiosa, responsável, entre outras funções, por conferir acolhimento e conforto espiritual”, escreveu.

O ministro Marco Aurélio Mello, foi à imprensa criticar a decisão do colega na Corte. Outros ministros, reservadamente, também questionaram a legitimidade da liminar. "O novato, pelo visto, tem expertise no tema. Pobre Supremo, pobre Judiciário. E atendeu a Associação de juristas evangélicos. Aonde vamos parar? Tempos estranhos!", disse Mello ao Estadão.

Nunes Marques foi nomeado ministro em novembro de 2020, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro, após aposentadoria de Celso de Mello.

Opinião jornalística

No quadro Liberdade de Opinião desta segunda-feira (05), Alexandre Garcia comentou sobre a liberação pelo ministro Nunes Marques, sobre a participação de fiéis em cerimônias religiosas. “Ele tomou a medida baseado num direito fundamental [...] de exercício de cultos religiosos”, disse.

O jornalista que participou de uma celebração de Páscoa, no mosteiro de São Bento de Brasília, disse que tudo estava conforme a lei. Garcia disse que acha ruim que decisões pessoais de agentes públicos estejam acima da Constituição.

"Se a Constituição diz que é livre a locomoção em todo território nacional em tempo de paz e que é assegurada a liberdade de cultos religiosos, acho que tem que se achar um meio de mostrar que não estão rasgando a Constituição porque, se não, a democracia vai estar em perigo", completou.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Tribunal decide que Graham foi alvo de discriminação, após anúncio banido no Reino Unido

O anúncio de um evento com Franklin Graham havia sido proibido em 2018, após a pressão de grupos LGBT e islâmicos.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA BBC NEWS


Franklin Graham promoveu o Festival da Esperança de Lancashire na Inglaterra, em 2018. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)

Um tribunal do Reino Unido decidiu que um festival promovido pelo ministério de Franklin Graham teve os direitos humanos violados ao ter anúncios proibidos em Lancashire, na Inglaterra.

Em 2018, o Conselho Municipal de Blackpool e o Serviço de Transportes de Blackpool removeram anúncios de ônibus para o Festival da Esperança, promovido pela Associação Evangelística Billy Graham (BGEA, na sigla em inglês).

O anúncio apresentava apenas a frase “tempo de esperança”.

Em decisão emitida pelo Tribunal do Condado de Manchester, a juíza Claire Evans disse que a medida desrespeita “o direito à liberdade de expressão”.

Segundo o site da BGEA, o tribunal considerou que os cristãos e pessoas de outras religiões têm direito à proteção legal na defesa de sua visão religiosa tradicional sobre o casamento e a sexualidade humana.

“Agradecemos a Deus por essa decisão porque é uma vitória para todos os cristãos no Reino Unido”, disse Franklin Graham, filho do falecido evangelista Billy Graham.

Anúncio de ônibus apresentava a frase “tempo de esperança”. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)

Na época, Graham foi questionado pela BBC sobre sua opinião em relação ao casamento gay, e destacou que a união homossexual é pecado. “O casamento é entre homem e mulher e é isso que a Bíblia nos ensina”, disse.

Graham foi alvo de protestos e enfrentou uma forte resistência antes de realizar o evento na Inglaterra em 2018. Em meio à polêmica provocada pela pressão de grupos LGBT e islâmicos, o conselho permitiu a remoção de anúncios do Festival da Esperança, alegando estar comprometido em “promover a igualdade e a diversidade [e] eliminar a discriminação”.

A juíza considerou que a decisão violou a proteção da Lei dos Direitos Humanos à liberdade de religião e de expressão.

“[O Conselho] deu preferência aos direitos e opiniões de uma parte da comunidade sem qualquer consideração pelos direitos do reclamante ou daqueles que compartilhavam suas crenças religiosas”, disse Evans.

Em uma declaração conjunta, o Conselho e o Serviço de Transportes de Blackpool disseram que levaram em consideração as conclusões do tribunal e que iriam realizar uma revisão para determinar as mudanças que precisam ser feitas.

O Festival da Esperança de Lancashire com Franklin Graham atraiu 9.000 pessoas em Blackpool, com mais de 50.000 visualizações online em todo o mundo, de 21 a 23 de setembro de 2018.

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Mulher diz que tornado parou após oração: “Deus está no controle de tudo”

Mary Rose fez uma oração enquanto estava escondida dentro de um armário, para se proteger do impacto do tornado.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO AL.COM

Mary Rose DeArman teve a casa completamente destruída em Eagle Point, no condado de Shelby, nos EUA. (Foto: Joe Songer/AL.com)

O casal Larry e Mary Rose DeArman teve sua casa completamente destruída em um tornado que atingiu o condado de Shelby, no Alabama (EUA), em 25 de março. Mas uma oração feita dentro de um armário no porão salvou as suas vidas.

Mary Rose disse à AL.com que foi alertada por seu marido, Larry, a ir para a parte de baixo da casa. “A casa começou a tremer”, ela lembra.

Os dois se esconderam em um armário no porão. Dentro daquele móvel frágil, Mary Rose clamou a Deus. “Quando entramos naquele armário, orei a Deus: ‘Faça isso parar’, e tudo parou.”

Larry sorriu e disse, brincando: “Por que você não começou a orar antes?”

A casa inteira simplesmente desabou ao redor deles. “Não sei por que fomos poupados”, disse ela. “A maioria das pessoas diria que ninguém conseguiria ter sobrevivido a isso”.

Por causa do impacto da destruição, o casal precisou da ajuda dos vizinhos para serem resgatados. Larry, de 74 anos, e Mary Rose, 69, tiveram que subir duas escadas para sair dos escombros.

Logo apareceram equipes de trabalho voluntário. Membros da Igreja Batista Meadowbrook ajudaram a limpar os destroços da rua para que veículos de emergência pudessem entrar no bairro.

“Em uma hora, havia pessoas aqui com motosserras”, disse o deputado estadual Arnold Mooney.

A governadora Kay Ivey visitou o condado na tarde de segunda-feira (29) e encontrou Larry e Mary Rose. “Esse é o espírito do pessoal do Alabama: resiliente”, disse Ivey. “Vizinhos ajudando vizinhos. É isso que nós, alabamianos, somos.”

Mary Rose, que é católica, acredita que foi Deus quem os livrou da morte. “Deus tem um propósito”, disse ela. “Não sabemos qual é esse propósito. Teremos que esperar para ver.”

Ainda assim, ela acredita que isso serve como um testemunho do Seu poder. “Isso divulgará a mensagem de que Deus está no controle de tudo”, disse ela.

quarta-feira, 31 de março de 2021

Igreja faz ‘tour evangelístico’ com um ônibus na porta de hospitais, em Cabo Frio

O trabalho evangelístico foi organizado pela Catedral dos Gaditas.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO FACEBOOK

Igreja faz 'Tour evangélico' com ônibus na porta de hospital, em Cabo Rio. Guiame.com.br

“Ontem, eu como pastor vivi um momento sobrenatural em minha vida, oramos em todos os hospitais de Cabo Frio; enfermeiros, médicos e pacientes foram para frente dos hospitais chorando e adorando ao Senhor”. Esse foi o relato do Pr. Alan Santos contando como foi o trabalho evangelístico organizado pela Catedral dos Gaditas.

Em um ônibus, os fiéis saíram na noite de sábado (27) para evangelizar e orar pelas pessoas internadas nos hospitais da cidade, que fica na Região dos Lagos, principalmente para os que estão enfrentando a Covid-19.

Cerca de 17 cristãos estavam no ônibus, de onde cantavam louvores, oravam e profetizam a cura dos infectados pelo coronavírus.

Durante 3 horas, o ‘Ônibus da Fé’ percorreu as unidades hospitalares, que têm taxa de ocupação de quase que 100%. Todos os participantes respeitaram as regras de distanciamento social, além do uso de máscaras. O veículo tem capacidade para 50 pessoas.

As atividades foram todas realizadas dentro do veículo.

Os vídeos das ações foram compartilhados pelo pastor em suas redes sociais.

segunda-feira, 29 de março de 2021

Bombeiro que foi tomado por chamas sobreviveu por um milagre: “Dou toda glória a Jesus”

A vida de Cheyane Caldwell foi transformada após uma operação para apagar um incêndio que quase tirou sua vida.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

Cenas do filme Heaven, que contam a história de Cheyane Caldwell. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)

Imagine como é estar cercado por chamas intensas, sem conseguir escapar. Essa foi a situação vivida pelo capitão do Corpo de Bombeiros de Los Angeles, Cheyane Caldwell, durante uma operação em 2007 que quase tirou sua vida.

“Eu não deveria ter sobrevivido de jeito nenhum”, disse Caldwell ao podcast “Jesus Is All We Need” da Edifi, uma plataforma de podcasts cristãos. “Ninguém esperava que eu sobrevivesse.”


Em 24 de julho de 2007, Caldwell trabalhou para conter as chamas do que ficou conhecido como “incêndio de Adams”, em uma casa na Califórnia.

Quando Caldwell subiu no telhado para avaliar a situação, um acidente aconteceu. “Eu passei por cima de uma parede de divisão e caí (...) cerca de 4 ou 4,5 metros dentro da estrutura”, disse ele. “Uma bola de fogo saiu do buraco que eu criei, então você pode imaginar o que estava debaixo de mim.”

Enquanto as chamas continuavam tomando a construção, Caldwell se lembra de acordar no chão em meio a um calor sufocante, com as chamas se aproximando rapidamente.

“Pensei três coisas, claras como o dia: ‘Tudo bem, Senhor, estou aqui sozinho’. Segundo: ‘Senhor, é isso. Estou pronto’. E, por último, minha vida simplesmente passou diante de mim como um DVD em velocidade rápida”, conta.

O bombeiro comparou a intensidade da dor que sentiu como “colocar as mãos no forno e deixar queimando”. “Não conseguia tirar as mãos do forno”, disse ele. “Meus braços, minhas mãos, meu rosto, minha nuca, minha barriga... Este foi o inferno na Terra.”

Caldwell encarou a morte durante 7 minutos e 10 segundos dentro do incêndio, mas sua equipe não desistiu de resgatá-lo. Seu capitão instruiu os bombeiros no telhado a colocarem uma mangueira no buraco e jogar água lá dentro. Ele acreditava que Caldwell estava morto, mas queria que sua família pudesse “ter um funeral de caixão aberto”.

“O que ele fez foi como água do céu”, disse Caldwell, que sobreviveu contra todas as probabilidades e voltou ao trabalho em 10 meses.

Cenas do filme Heaven, que contam a história de Cheyane Caldwell. (Foto: Associação Evangelística Billy Graham)

Desde então, ele tem compartilhado sua história com milhares de pessoas por meio de entrevistas e um filme produzido pela Associação Evangelística Billy Graham.

Caldwell dá o crédito a Deus por sua sobrevivência e diz que “milagres continuaram acontecendo” em cada momento do incêndio. Até mesmo a queda poderia ter sido fatal devido a pontas afiadas em algumas das cercas internas, mas uma gaiola amorteceu sua queda.

“60 centímetros para a esquerda, eu teria sido empalado — 90 centímetros para a direita, eu teria caído direto no concreto abaixo”, disse ele. “Mas Deus me fez pisar bem onde pisei.”

“Eu realmente acredito que Ele me segurou na palma da mão”, Caldwell acrescentou. “É real, Ele nos ama.”

O capitão de Caldwell, que não era cristão na época do incêndio, lembra que de sentir que foi guiado por Deus: “Era como se Deus estivesse falando comigo... Deus me disse para pegar esta mangueira e colocá-la no buraco”.

Hoje Caldwell reconhece que em tudo Deus tem um propósito. “Não há razão para que eu tenha sobrevivido, mas eu dou toda a glória ao meu Senhor e Salvador Jesus Cristo pelo que Ele fez naquele dia”, afirmou.

“Não é sorte, não é coincidência, é tudo providência — e providência é definida como a mão de Deus trabalhando para uma atividade ou missão”, finalizou.

sábado, 27 de março de 2021

“Deus fez a obra na minha vida e eu conheci o verdadeiro amor”, diz Roberto Firmino

Roberto Firmino fala sobre seu encontro com Jesus: “É um caminho sem volta”.



FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES

Roberto Firmino durante partida da Premier League entre Tottenham e Liverpool em janeiro de 2020. (Foto: Getty Images/Richard Heathcote)

O jogador Roberto Firmino, atacante do Liverpool, foi alcançado pelo amor de Deus e compartilhou seu testemunho nesta quinta-feira (25) nas redes sociais. Sua história foi contada através de uma publicação no Instagram da Manah Church, sediada em Maceió (AL).

Firmino conta que, antes de sua conversão ao Evangelho, as palavras de Jesus em Mateus 13 definia sua verdadeira condição:

“Por essa razão eu lhes falo por parábolas: ‘Porque vendo, eles não vêem e, ouvindo, não ouvem nem entendem’. Neles se cumpre a profecia de Isaías: ‘Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão. Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’”. (Mateus 13:13-15)

O jogador de 29 anos lembra que sua esposa, Larissa Pereira, havia se convertido antes dele. As pessoas que estavam à sua volta também estavam rendendo suas vidas a Cristo. Ele, no entanto, permanecia com o coração endurecido.

“Eu ouvia, mas não prestava atenção. Eu via, mas fingia que não via, porque eu tinha má vontade e, no fundo, medo de ficar face a face com o Pai. Eu sabia que havia atitudes minhas que Deus iria reprovar. Eu sabia que eu teria que fazer renúncias e que a minha vida teria que mudar drasticamente. Eu só não sabia que isso iria me fazer tão bem”, relatou.

“Quando eu me permiti, Deus fez a obra na minha vida e eu conheci o verdadeiro amor. E não somente por Deus, mas eu conheci o verdadeiro amor por minha família, conheci os verdadeiros amigos, a verdadeira felicidade, tive minhas orações ouvidas e alguns dos meus sonhos realizados”, continuou.

Firmino foi batizado em janeiro de 2020, na piscina de uma residência em Liverpool, na Inglaterra. O momento foi acompanhado do goleiro Alisson Becker e sua esposa, Natalia Becker, além dos cantores Isaias Saad e Gabriela Rocha.

“Quando eu me permiti, a palavra de Deus enraizou dentro de mim e hoje ela me sustenta. É um caminho sem volta, você não consegue mais ser o mesmo, porque o amor de Deus te constrange”, destacou o jogador.

Por fim, Firmino deixou uma oração: “Que Deus possa transformar nossos corações verdadeiramente. Oro para que Deus abra os nossos olhos e ouvidos para sermos terra fértil, e que possamos dar muitos frutos.”

quarta-feira, 24 de março de 2021

Ataque deixa dezenas de mortos no Níger

Ainda não se sabe se existem cristãos entre as vítimas



Fonte: Portas Abertas

Esse não é o primeiro ataque liderado por grupos radicais no Níger desde o início do ano (foto representativa)

No dia 21 de março, homens armados em motocicletas invadiram três aldeias no Sudoeste do Níger, matando cerca de 137 pessoas em ataques coordenados. Os agressores atacaram os vilarejos de Intazayene, Bakorat e Wistane, e outros vilarejos na região de Tahoua, na fronteira com o Mali. De acordo com parceiros da Portas Abertas no local, o número de mortes deve aumentar. Os líderes do país decretaram três dias de luto nacional após o ataque.

Embora ninguém tenha reivindicado a responsabilidade por esse ataque, o grupo Estado Islâmico Grande Saara é visto como autor do ataque, pois já realizou diversos ataques nesta área, localizada perto das fronteiras do Níger, Mali e Burkina Faso. Os parceiros no local ainda não sabem se existem cristãos entre as vítimas, mas é preocupante o fato de que esses ataques desafiam a coesão religiosa e social pela qual o Níger é conhecido há muitas décadas.

Os atacantes têm uma agenda expansionista islâmica e querem estabelecer um califado. À medida que esses grupos radicais islâmicos buscam esse objetivo, eles trabalham para interromper a coesão social colocando pessoas de diferentes grupos étnicos umas contra as outras. Exemplos disso podem ser encontrados em Burkina Faso, onde o pico da violência radical muçulmana colocou pessoas de diferentes grupos étnicos umas contra as outras.

"Outra preocupação é que o aumento repentino dos ataques está desafiando o Estado. Esses grupos radicais islâmicos já estão recolhendo impostos de civis lá. Até agora, o Níger tem sido capaz de manter tais grupos fora das fronteiras do país. Desde o início do ano, parte do território tem sido perdida para esses grupos nas regiões ocidentais que fazem fronteira com o Mali", explicou uma parceira no local.
Histórico de ataques

O ataque do dia 21 não foi o único na região nessas últimas semanas. Em 15 de março, 66 pessoas foram mortas em um ataque a um ônibus que transportava compradores da cidade de Banibangou, depois que a vila de Darey-Daye foi invadida, cidadãos foram mortos e tiveram os celeiros incendiados. No mesmo dia, o Estado Islâmico reivindicou um ataque à área onde convergem as fronteiras do Níger, Burkina Faso e Mali, na qual 33 soldados malianos foram mortos. Em 2 de janeiro, 100 pessoas foram mortas em ataques a duas aldeias no distrito de Mangaize, na conturbada região de Tillaberi.

Pedidos de oração

*Ore para que o Espírito Santo esteja com as famílias que perderam entes queridos durante o ataque, para que traga conforto em meio ao luto.

*A área abriga muitos campos para pessoas deslocadas internamente, bem como campos para refugiados que fogem da violência no Mali e em Burkina Faso. Peça pela proteção do Senhor e que a ajuda suficiente chegue a essas pessoas.

*Interceda pelos cristãos no Níger, para que Deus os visite e mantenha firmes na fé, mesmo diante dos ataques.

segunda-feira, 22 de março de 2021

Prefeito decreta dia de jejum e oração contra Covid-19 no Pará: “Pedimos misericórdia”

Decreto municipal convidou moradores da cidade de Bom Jesus do Tocantins, no interior do Pará, para um dia de jejum e oração contra o contágio da Covid-19.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO G1

Prefeito João Cunha Rocha decretou dia de jejum e oração contra a Covid-19. (Foto: Reprodução/Prefeitura de Bom Jesus)

O prefeito da cidade de Bom Jesus do Tocantins, no interior do Pará, decretou o último domingo (21) como o “dia de jejum e oração contra o contágio da Covid-19”.

No decreto, o prefeito João Cunha Rocha (PSC) considera que o município tem tradição cristã e que a história bíblica se funde com a história da humanidade. Ele recomenda à população que se dedique “a jejuar e orar a Deus pedindo que tenha misericórdia da população, diante da pandemia mundial de Covid-19, que se encontra adoecendo e matando pessoas em nosso município, no nosso país e milhares de pessoas no mundo”.

Para isso, o prefeito se baseou no texto bíblico de Ester 4:16-17, explicando que “encontramos um pedido da Rainha Ester para que o povo judeu jejuasse em favor dela, porque ela entraria na presença do Rei para intervir em favor de seu povo que seria destruído”.

O decreto cita ainda a passagem bíblica de 2 Crônicas 20, na qual “diante de inimigos terríveis e imbatíveis, o Rei Josafá determinou jejum para todo o povo de Judá e passaram a clamar a Deus".

O prefeito apresenta ainda o texto de Jonas 3, que relata o momento em que “o Profeta Jonas foi até a cidade de Nínive e já havia uma sentença de destruição para aquela cidade, mas o Rei de Nínive temeu a Deus e decretou jejum para todos, e que, em todos esses casos, Deus ouviu as orações e respondeu ao povo trazendo livramento e vitórias”.

(Foto: Reprodução)

Em transmissão ao vivo feita no sábado (20) através da página da prefeitura de Bom Jesus do Tocantins, no Facebook, o Secretário Municipal de Educação, Gilberto Vieira Pontes, apareceu em cima de um carro de som, orando pelas ruas da cidade.

“Essa opressão e essa contaminação que temos vivido, nós sabemos que o homem sozinho não tem condições de vencer. Por isso nós buscamos a presença do Senhor para nos ajudar, para nos socorrer neste momento. Por isso eu peço a você que, em oração, busque ao Senhor”, disse Pontes.

“Por isso nos humilhamos diante da Sua presença e clamamos a Sua misericórdia e o Seu favor, em nome do Senhor Jesus. Deus querida, venha nos ajudar, venha Deus amado derramar Sua graça e misericórdia sobre esse povo”, acrescentou.

Segundo o mais recente boletim da Secretaria de Saúde do Pará (Sespa), a cidade — com cerca de 17 mil habitantes — registra 529 casos da doença, 13 mortes e 495 recuperados de Covid-19.

sexta-feira, 19 de março de 2021

“Ouvi Deus pela primeira vez”, diz indígena que se rendeu a Jesus após pensar em suicídio

Nativo americano, Bruce Plummer encontrou Deus quando estava bêbado, morando em ruas e sem esperança.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA BPNEWS

Bruce Plummer com seu cocar e sua Bíblia. (Foto: Reprodução/ BP Press)


Nascido em uma reserva indígena, Bruce Plummer levava uma vida desregrada. Quando tinha 21 anos, apresentava pensamentos suicidas e era dominado pelo alcoolismo.

Durante uma forte tempestade em Portland, Oregon, ele conta que estava cambaleando de bêbado quando começou a rastejar em busca de abrigo sob um pinheiro. A árvore estava na propriedade de uma igreja, o que Bruce só percebeu no dia seguinte, enquanto observava veículos entrando e saindo do estacionamento.

Naquela mesma manhã, Bruce teve sua primeira experiência com Deus. “Pela primeira vez na minha vida, ouvi Deus. Aquilo me surpreendeu”, disse, lembrando-se do que ouviu: “Ele disse: ‘Bruce, quero que você vá lá e converse com o pastor’”.

Acolhimento

Mesmo cheirando, sujo e ainda sob o efeito do álcool, Bruce entrou no prédio e foi calorosamente recebido pelo pastor luterano, que o levou para jantar em sua casa, onde foi recebido com a mesma simpatia pela esposa do pastor.

Ela se ofereceu para lavar suas roupas e para colocar peças limpas enquanto ele tomava banho, caso quisesse. Depois, o pastor ofereceu um quarto para deixá-lo passar a noite ali.

“Discutimos por dez dias ou duas semanas [sobre a Bíblia]”, lembra Bruce. “[O pastor] me dizia: 'Tudo o que posso dizer é isto: João 3:16. Jesus é Deus. Se você pedir a Ele, Deus entrará em sua vida.’”.

“O que me atraiu no cristianismo foi quando ele falou: ‘Bruce, Deus pode dar-lhe um novo começo. Ele pode tirar todos os pecados e eliminá-los’. Eu pensei: Caramba. Se eu conseguisse um novo começo. Se eu pudesse ter uma chance, eu o gostaria”, lembra o homem.

Bruce conta que estava tomando banho e pensando que quando não se tem onde morar, a melhor coisa é um banho: “Estar limpo é melhor do que comida”. Naquele momento, Deus falou outra vez com ele: “Bruce, você gostaria de ser limpo por dentro?”.

Bruce diz que Deus usou a palavra “limpo”, a mesma que havia acabado de pensar. Ele então respondeu: “Eu acredito em você, Deus, mas essa coisa de Jesus, cara, eu não sei; isso não faz sentido para mim. Eu pensei que Jesus era o deus do homem branco. Não sei como Ele pode entrar em mim”.

Bruce começou a ter conflitos internos com aquela novidade.

“Tive de pedir perdão a Deus pelos meus pecados”. O pastor disse a Bruce que bastava ele se arrepender de seus pecados. Ele disse que se eu fizesse isso, Deus os levaria tão longe quanto o Oriente está do Ocidente.

Mas eu não tinha fé para crer que se eu pedisse a Jesus para entrar em mim, Ele entraria. Então Bruce disse a Deus: “Eu vou fazer um acordo com você. Se eu pedir a Jesus para entrar em meu coração, você tem que me dar fé para acreditar nisso. Eu quero parar de pecar; não quero mais ficar bêbado”, Naquele momento, Bruce baixou a cabeça ali mesmo no chuveiro e pediu a Jesus que entrasse em meu coração.

Vida com Deus

Bruce diz que quando pegou a toalha e olhou para sua pele e ainda estava morena: “Achei que se me tornasse cristão, minha pele ficaria branca. E ainda conheço minha língua! (Anpetu Washte significa ‘é um bom dia’). Acho que Jesus entrou em meu coração e me deu fé para acreditar!”.

Quando Bruce contou ao pastor o que havia acontecido, ouviu: “Deste ponto em diante de sua vida, todas as respostas para todas as perguntas de sua vida estarão neste livro”, e entregou a Bruce sua primeira Bíblia.

Isso foi em fevereiro de 1973.

Bruce voltou à reserva para perdoar as pessoas que ele havia ofendido e foi aconselhado pelo pai de sua namorada a ir para a Universidade Batista de Oklahoma naquele outono. Na lista telefônica, ele encontrou o contato da Primeira Igreja Batista Indiana de Shawnee. Ele descobriu que o pastor de lá era o aclamado líder cristão índio americano Jimmy Anderson.

Quando Anderson perguntou a Bruce se ele queria ser batizado, ele respondeu que “sim, porque disse a Deus que faria tudo o que Ele pedisse e queria ser obediente”.

Ele conclui seu testemunho dizendo que “todas as manhãs, quando abro os olhos, começo com a mesma oração: ‘Bom dia, Pai, ajude-me a caminhar com você hoje em minha vida. Obrigado por seu amor, sua graça e sua misericórdia, e a esperança que eu tenho no Criador, Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador, Aho’”.

quarta-feira, 17 de março de 2021

Franklin Graham defende vacinas para salvar vidas: “É consistente com as Escrituras”

O evangelista disse que tomou a vacina contra a Coronavírus e incentiva outros a fazerem o mesmo.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN HEADLINES

Franklin Graham afirmou que tomou a vacina da Covid-19 e que incentiva
 os americanos a tomarem também. (Foto: Reprodução).

O evangelista Franklin Graham se posicionou a favor da vacinação da Covid-19 , afirmando que a atitude é consistente com as Escrituras, pois salvam vidas. A declaração foi feita em entrevista a ABC News, que averiguou a adesão dos cristãos nos EUA às vacinas contra o Coronavírus.

Franklin Graham afirmou que tomou a vacina da Covid-19 e que incentiva os americanos a tomarem também, lembrando que seu pai Billy Graham faria o mesmo.

“Meu pai acreditava na medicina moderna. Se em algum momento houvesse uma vacina ou algo que pudesse ajudar a protegê-lo, ele seria um defensor dela. Acredito que seja consistente com as Escrituras proteger nossas vidas e fazer de tudo o que podemos para salvá-las. Portanto, não tenho nenhum problema em dizer a uma pessoa para tomar uma aspirina ou dizer a uma pessoa para tomar uma vacina”, disse o evangelista.

Graham também deu graças ao trabalho de cientistas e médicos na corrida pela vacinação: “Agradeço a Deus pelos médicos e pesquisadores que investiram tempo, esforço e dinheiro para desenvolver essas vacinas. Espero que o povo americano as tomem”.

O líder ainda criticou os pastores que orientam sua congregação a não tomarem a vacina. “Espero que os pastores no púlpito digam às pessoas como elas podem ser salvas do julgamento de Deus, e isso por meio da fé em Jesus Cristo”, disse Graham. “Acho que [para] um pastor dizer a alguém para não tomar a vacina é problemático, porque o que aconteceria se essa pessoa morresse - pegasse o Coronavírus e morresse - então o pastor é o responsável? Eu me sentiria responsável”, afirmou.

Vacinação nos EUA

A taxa de casos de Covid-19 caiu nos EUA enquanto as vacinas eram distribuídas pelo país. Conforme o rastreador de vacinas da Bloomberg, nesta segunda (15), mais de 100 milhões de doses forma aplicadas. Uma média de 2,4 milhões de americanos são vacinados todos os dias.

Uma pesquisa da Pew Research revelou que 54% dos evangélicos brancos dizem que “definitivamente ou provavelmente” tomarão a vacina. Enquanto entre os protestantes negros, 64% pretendem se vacinar. A adesão dos cristãos americanos é menor do que católicos (77%) e ateus (90%).

segunda-feira, 15 de março de 2021

Ator Kirk Cameron lidera movimento de 100 dias de oração por avivamento nos EUA

O movimento “American Campfire Revival” foi criado por Kirk Cameron enquanto o presidente Joe Biden executa seu plano para os primeiros 100 dias de governo.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO MOVIE GUIDE E CBN NEWS

O movimento “American Campfire Revival” foi criado pelo ator cristão. (Foto: Kirk Cameron)

O ator Kirk Cameron está liderando um movimento de oração de 100 dias pelos Estados Unidos, enquanto o presidente Joe Biden executa seu plano para os primeiros 100 dias de governo.

“Em vez de esperar o plano de 100 dias de outra pessoa se desdobrar, e roer nossas unhas para ver o que vai acontecer, vamos para o ataque e lançar nosso próprio plano de 100 dias”, disse Cameron aos seus seguidores nas redes sociais.

O movimento “American Campfire Revival” (“Fogueira Americana de Avivamento”, em tradução livre) já está na metade da proposta. No sábado (13), Cameron chegou no 51º dia do plano de 100 dias.

A iniciativa do ator — conhecido por seu papel em filmes clássicos como “Deixados Para Trás” e “À Prova de Fogo” — surgiu depois que Biden assinou mais de 30 ordens executivas durante sua primeira semana como presidente dos EUA.

Uma delas permite que meninos que se identificam como transgêneros passem a competir em esportes exclusivamente femininos, além de autorizar alunos trans a entrarem em áreas do sexo oposto nas escolas.

O movimento de oração, segundo Cameron, vem para lembrar aos americanos que devemos “honrar a Deus, amar uns aos outros e cumprir Seus mandamentos em todos os aspectos de nossa vida — não apenas individualmente, mas em nossas casas, igrejas, economia e até mesmo com nosso governo”.

Cameron acredita que é preciso colocar Deus no centro das decisões da nação. “Do jeito que as coisas foram no ano passado ou antes, em vez de ficar desanimado e esperar que alguém no governo mude as coisas para uma direção melhor, por que não apresentar nosso plano?”, ele sugere.

Todos os dias, o ator tem publicado vídeos no Instagram e Facebook, conduzindo momentos de oração pelos EUA. Ele planeja continuar orando diariamente durante os 100 dias.

“Portanto, estamos nos reunindo há 51 dias em uma fogueira para orar, louvar a Deus e retornar às antigas alianças de nossos antepassados ​​como Abraão, Isaque, Jacó, Moisés e, claro, Jesus, que inicia a nova aliança, que é eterna, com as promessas de Deus que nunca serão revogadas para a família da fé”, ele explica.

sexta-feira, 12 de março de 2021

“Foi um chamado de Deus”, diz ex-paquito que faz missões na África há 19 anos

Em entrevista ao Guiame, Alexandre Canhoni conta seu testemunho e fala sobre seu trabalho missionário no Níger.


FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES

Conhecido na TV como Xand, Alexandre passou a se dedicar às missões. (Foto: Alexandre Canhoni)

Alexandre Canhoni se tornou um rosto conhecido na TV Globo, quando ficou conhecido como o paquito Xand do "Xou da Xuxa" nos anos 1990. Mas um encontro com Deus mudou sua vida e despertou nele uma nova missão: alcançar crianças e adolescentes na África, onde mora com sua família há quase 20 anos.

Desde criança, Alexandre levava jeito para ser artista. Como paquito, ele participou de especiais de final de ano, diversos programas de televisão e fez três turnês nacionais e internacionais com o Xou da Xuxa.

Anos mais tarde, em fevereiro de 1995, Alexandre estava andando pela Avenida Ipiranga, no centro de São Paulo, e foi atraído por um som. “Na verdade, eu segui o barulho porque eu não estava achando o som bom. Eu era muito nervosinho e queria brigar com quem estava tocando feio”, disse ele em entrevista ao vivo para o Guiame. “Quando eu percebi que era um culto evangélico, eu fiquei com mais raiva ainda”.

Mesmo incomodado com o som, Alexandre resolveu entrar na igreja e fazer uma oração. “Eu falei com Deus, da minha forma: ‘Se o Senhor de fato existe, mude a minha vida radicalmente’. Depois que eu falei isso, eu senti uma paz sobrenatural, como nunca senti em nenhum lugar, em nenhum segmento religioso que eu havia servido”.

“O impacto de Jesus na minha vida foi de uma forma sobrenatural. Não fui à igreja porque alguém me levou”, observa Alexandre. “Eu entendo que foi um chamado de Deus específico para a minha vida. O Senhor me tirou das trevas e me trouxe para o Reino da Luz.”

Os próximos anos da vida de Alexandre foram de intenso crescimento em Deus. Ele passou a se dedicar à música gospel e aos estudos, incluindo uma formação em Teologia na área de Missiologia Transcultural, além de um curso de Capelania em Boston (EUA).

Chamado missionário

Enquanto isso, Alexandre era impulsionado em fazer a obra de Deus com as pessoas mais necessitadas. “Eu não fui para a África sem começar aqui [no Brasil] primeiro. Eu montava cestas básicas, conseguia doações de cobertores, evangelizava moradores de rua embaixo das pontes em São Paulo, tinha um trabalho de capelania na área hospitalar e cheguei a pregar em presídios”, conta.

“Cheguei a um certo momento em que eu disse: ‘Pai, eu gostaria de falar da sua Palavra para crianças e adolescentes do país mais pobre do planeta. Eu não tinha noção de onde era”, acrescenta.

A oração de Alexandre foi respondida durante uma ministração em uma igreja no interior de Minas Gerais, quando alguém falou a ele sobre o Níger, informando que aquele era “o país mais pobre do mundo”. “Eu nem sabia onde ficava esse país”, ele lembra.

De fato, o Níger é um dos países mais pobres do mundo — dois em cada três moradores do país vivem abaixo da linha da pobreza e mais de 40% da população ganha menos de 1 dólar por dia.

Segundo dados divulgados pelas Nações Unidas (ONU) em dezembro de 2020, o Níger está na última posição do ranking mundial do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), com o índice de 0,394.

Foi lá que ele e sua esposa, Giovana, estabeleceram a AGD Niger (Associação Guerreiros de Deus), em Niamey, capital do país, em 2002. Eles adotaram 19 filhos e têm desenvolvido vários projetos assistenciais.


AGD (Associação Guerreiros de Deus) tem sua base em Niamey, capital 
do Niger. (Foto: Alexandre Canhoni)

Além de alimentar mais de 1.000 crianças por dia, a missão mantém 4 creches, 11 projetos de nutrição pelas vilas do Níger e duas escolas de costura para mulheres.

Também realiza trabalho de evangelização na prisão e no hospital da capital, onde construiu uma brinquedoteca e tem parceria com uma escola para cegos. Contam com um centro esportivo e seis equipes de futebol para evangelização e ações com refugiados.

O trabalho da AGD também se estendeu para a Índia, onde atuam em parceria com missões locais há 10 anos, mantendo cerca de 100 crianças dalits — uma das castas mais baixas do sistema hindu.

Perseguição religiosa

A missão no Níger trouxe muitos frutos, mas também desafios. Como um país de maioria muçulmana, cerca de 99,3% da população do Níger é adepta ao Islã.

Em janeiro de 2015, manifestantes muçulmanos no Neiger protestaram contra as charges do profeta Maomé publicadas pelo jornal francês “Charlie Hebdo”. Durante o ataque, radicais islâmicos saquearam e incendiaram 45 igrejas, entre elas, duas brasileiras, além de cinco hotéis, 36 bares, um orfanato e uma escola cristã.

Alexandre se preparava para o almoço com sua família, quando ouviu gritos. “Vieram algumas crianças dizendo: ‘A multidão está vindo para cá. Foge, papai!’”, conta.

De longe, ele viu uma multidão se aproximando com pedaços de pau e foices. “Chegamos a vê-los a dois quarteirões. Foi o tempo de entrar no carro e sair com a família. Tudo na casa foi praticamente destruído e queimado”, lembra.

Casa de Alexandre Canhoni, no Níger, passou por mutirão de reconstrução 
em 2015. (Foto: Alexandre Canhoni)

Depois de quase 30 dias se refugiando em outro local, Alexandre e sua família voltaram para casa e começaram a reconstrução. Mesmo com as constantes ameaças, o missionário permanece firme em Deus.

“Estamos nas mãos do Senhor. No tempo que Ele quiser nos recolher, amém, glória a Deus. Eu só quero ter a convicção que vou escutar ‘bem-vindo’ de meu Pai”, destaca.

Trabalho no Brasil

A pandemia trouxe Alexandre e sua família de volta para o Brasil e, com a fechada dos aeroportos, adiou seus planos de voltar à África. Foi neste contexto que ele decidiu criar o projeto “Tive Fome e Me Destes de Comer”, distribuindo alimentos em comunidades carentes de São Paulo.

“Hoje são 20 pontos de pregação nas favelas de São Paulo, para a glória de Deus”, celebra. “Onde nós estamos, nós sabemos que somos a Igreja do Senhor. Enquanto eu aguardo para voltar para o Níger, eu faço a obra aqui”.

Alexandre durante entrega de doações em comunidade de São Paulo. 
(Foto: Alexandre Canhoni)

Saiba mais sobre a missão no site www.agdniger.com e nas redes sociais de Alexandre Canhoni no YouTube e Instagram.