quarta-feira, 28 de junho de 2017

Saiba o que há por trás das festas juninas

Adaptada nos dias atuais pelas igrejas evangélicas, a festa começou com camponeses europeus em uma celebração pagã da colheita, fertilidade da terra e dos casamentos.

Com características pagãs, a Fête de Saint-Jean é comemorada na França. (Foto: Reprodução)
Com características pagãs, a Fête de Saint-Jean é comemorada na França. (Foto: Reprodução)
Se engana quem pensa que a festa junina e suas principais tradições como a quadrilha, o quentão e a canjica foram criados no Brasil. As características da festa têm origem diversas em países da Europa como França, Inglaterra, Alemanha e Portugal.

A comemoração foi trazida ao Brasil pelos portugueses no século 16 em conjunto com a Igreja Católica, somando um significado religioso na data.

“Aqui recebeu também as outras influências dos povos indígenas e dos povos negros, e já entraram como festas católicas”, explica à CBN a professora e pesquisadora de festas religiosas populares da UFMG, Lea Perez.

Nos últimos anos, a festa passou a ter adaptações da cultura americana country e das igrejas evangélicas. No Distrito Federal, por exemplo, fiéis da Comunidade Cristã Ministério da Fé, em Taguatinga, criaram em 2004 a primeira quadrilha gospel profissional do Brasil, conhecida como “Busca Fé”.

Segundo o Pastor Bruno Ânderson, há diferenças na maneira como o período de junho e julho é celebrado. “A origem é da corte francesa que chegou no Brasil. No começo foi estranho. Começaram a criticar, até por não conhecer a origem, né?”, disse ele. “Todo tipo de comida típica tem. A gente tem o famoso 'crentão'. É sem álcool, né... Só água, gengibre, açúcar”.

No entanto, a festa não nasceu com conotações do cristianismo. As comemorações eram feitas camponeses europeus para uma celebração pagã da colheita, fertilidade da terra e dos casamentos.

Esses rituais envolviam o acendimento de fogueiras, balões e comemorações com danças e cânticos. Na transição da Idade Antiga para a Idade Média, essas festividades passaram a ser assimiladas pela Igreja Católica, que soube diluir o culto aos deuses pagãos do período junino e substituí-los pelos santos.

Os termos típicos cantados pelos marcadores de quadrilha têm ligação com o jeito de falar dos franceses. “É por isso que a dança da quadrilha traz consigo essas palavras afrancesadas: anarriê, balancê”, explica Jádison Nantes, presidente da União Junina Mineira há mais de dez anos.

A quadrilha brasileira também teve influência dos franceses na tradição das danças de corte, adaptadas de clubes e salões europeus, que se misturaram às manifestações negras e indígenas. Hoje em dia, é possível encontrar Brasil inovações da quadrilha como a entrada da música eletrônica misturada à viola caipira e o sotaque carregado do interior.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CBN

terça-feira, 27 de junho de 2017

Pastor quer atrair 50 mil jovens para trazer avivamento: "Espalham o Evangelho mais rápido"

Greg Stier pretende compartilhar o Evangelho com mais de 300 mil pessoas através dos adolescentes.

Greg Stier teve uma infância complicada, mas vou o Evangelho impactar cada membro de sua casa. (Foto: Reprodução).
Greg Stier teve uma infância complicada, mas vou o Evangelho impactar cada membro de sua casa. (Foto: Reprodução).
O pastor Greg Stier é conhecido por trabalhar com ministérios de jovens e também por ajudá-los a alcançar os adolescentes de forma única e eficaz. Ele tem 25 anos de ministério e por isso pode falar com propriedade e autoridade sobre questões de adolescentes e espiritualidade. O líder já pregou o Evangelho para mais de 1 milhão de moças e rapazes em grandes locais dos Estados Unidos, além de já ter ouvido inúmeras histórias de lutas e vitórias.

O compromisso de Greg de avivar a Igreja para mobilizar a juventude está enraizado no poder transformador do Evangelho. Criado em uma família de construtores, no centro da cidade, ele não teve um pai presente. Mas, de um por um, ele viu sua família conhecer Cristo, e isso provocou uma paixão para ver todas as pessoas perdidas conhecer Jesus.
Em entrevista para o site Hello Christian, Greg falou sobre uma nova estratégia que irá desenvolver com seu ministério, o Dare 2 Share (Desafio de Compartilhar, em tradução livre), que deverá acontecer em setembro e irá capacitar e envolver 50 mil adolescentes e líderes de jovens em 50 locais dos EUA para compartilhar Cristo com mais de 300 mil pessoas.

Foco nos adolescentes

Questionado porque seu trabalho tem um foco específico em adolescentes, Greg responde: "Bem, existem vários motivos, mas um deles é porque os adolescentes se rendem a Cristo mais rápido e espalham o Evangelho mais rápido e mais longe que os adultos. Sinto que quando os estudantes se apoderaram do Evangelho como um relacionamento com Deus, eles realmente se tornam o Evangelho, o que significa ser uma boa nova".

O pastor continua explicando: "Eles espalham Cristo e não apenas uma vez. Eles compartilham a salvação através de suas redes sociais, na escola, eles querem contar aos seus amigos sobre as boas novas de Cristo. Uma vez que você encontra Jesus, você quer levar isso aos outros. É por isso que vale a pena viver. O Evangelho é a causa final disso", respondeu.

O Evangelho

Então, o pastor é questionado sobre como o Evangelho o afetou em sua adolescência. "Eu era um filho órfão no centro da cidade. Minha família era muito violenta. A máfia em nossa cidade era conhecida como os Crazy Brothers. Eu era um menino assustado e urbanizado que nunca conheceu o pai e estava pensando porque eu estava aqui. O Pregador dos subúrbios chegou a toda a minha família com o Evangelho, nos levou para a igreja e eles tinham um ministério juvenil próspero. Eles só tinham 300 adultos na igreja", disse.

"Se você quer ganhar uma cidade para Deus, a melhor maneira é mobilizar os jovens. Eu vi como isso transformou a minha família. Quando minha família veio a Cristo, a taxa de criminalidade caiu em nossa cidade, porque minha família fazia parte do problema do crime. Eu assisti tudo isso quando criança e vi minha família se transformar”, finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO SITE HELLO CHRISTIAN

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Canadá proíbe escola cristã de ensinar partes “ofensivas” da Bíblia

Conselho proibiu instituição de ensinar partes da Bíblia consideradas “ofensivas”

por Jarbas Aragão
Canadá proíbe escola cristã de ensinar partes "ofensivas" da Bíblia

A Cornerstone Christian Academy, no Estado de Alberta, Canadá, foi proibida de ensinar os trechos das Escrituras que podem ser consideradas “ofensivos”.

A presidente do Distrito Escolar de Battle River, Lauri Skorki, mandou avisar a diretora da escola que “qualquer versículo que possa ser considerado ofensivo a indivíduos em particular não deve ser lido nem estudado na escola”.

Skori acredita ainda que seria inadequado que a escola compartilhe “qualquer ensinamento que denigra ou vilipendie a orientação sexual de alguém”. “Estamos falando sobre liberdade de culto, mas também de liberdade de expressão”, disse Deanna Margel, diretora da escola.

“Precisamos que cada palavra da Bíblia venha nos desafiar, nos chamar a uma compreensão maior. Isso é tão importante”.

No último dia 15, a diretoria da escola se reuniu para debater a questão, mas a presidente do distrito escolar reclamou que a instituição estava transformando a “discussão em um espetáculo público”.

Ela também reclama que a escola Cornerstone “quebrou nossa confiança” e estava tentando “criar polêmicas” ao chamar atenção para esse assunto.

“Essas ações junto a sociedade não apenas prejudicaram nosso relacionamento, mas colocaram nossos filhos, nossa equipe, nossa escola e nosso distrito escolar em perigo”, alegou, sem detalhar como isso ocorreria.

A Conerstone é uma escola confessional, mas como recebe subsídios do governo aparece na categoria “escola alternativa”. Ela defende ter o direito de ensinar valores cristãos, mas Skori está pressionando a instituição para cessar essa prática.

Vários passos nesse sentido vêm sendo dado desde o início do ano. O distrito escolar, que supervisiona as atividades escolares, mandou que a Cornerstone apagasse de seu site uma passagem de 1 Coríntios que condenava a homossexualidade.

Também foi pressionada a remover um versículo sobre imortalidade que estava escrito em uma das paredes da escola.

Cansada das ameaças contra a liberdade de culto, a escola cristã procurou os advogados que trabalham no Centro de Justiça para a Liberdade Constitucional. A questão se judicializou e pode abrir precedente de um debate que atinge todas as escolas públicas do Canadá.

John Carpay, presidente do Centro de Justiça, lembra que “O compromisso de neutralidade do governo, exigido pela Suprema Corte do Canadá, significa que um conselho escolar não pode determinar se os versículos da Torá, do Alcorão, do Novo Testamento ou do Guru Granth Sahib são aceitáveis ou não”.

Ele comunicou que levará adiante a defesa da escola ensinar seus princípios, inclusive os bíblicos, sem ser censurada pelo Estado. Com informações CBN

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

domingo, 25 de junho de 2017

Missão: levar as pessoas da morte para a vida

ÁSIA CENTRALProcurado pela polícia, viciado em drogas e se sentindo vazio, Viktor* é preso na Ásia Central, mas conhece a Cristo e deseja a vida eterna



Em uma pequena aldeia da Ásia Central vive Viktor, um cristão que abriu seu próprio negócio, há quatro anos, com a ajuda da Portas Abertas. Recentemente, a equipe foi visitá-lo. Ao longe, já se podia ver um celeiro cheio de alimento para gado, blocos de sal, grãos para aves e comida para cães. Viktor vai ao encontro dos colaboradores e agradece por terem feito uma longa viagem para visitar seus negócios e ministério. Ele conta que as pessoas vêm de longe para fazer suas compras naquele lugar.

"O nome dessa aldeia ‘aoul’ significa ‘revolução’ e é para isto que estamos aqui, para trazer uma verdadeira revolução e levar as pessoas da morte para a vida", compartilha o cristão que conheceu a Cristo no ano de 1996. "Eu não procurava Deus e nem estava interessado nessa fé, na verdade, eu negligenciava as questões espirituais. Na época, eu havia infringido a lei e era procurado pela polícia. Sou ucraniano e me mudei para cá justamente para fugir das autoridades", conta.

"Meu vício me seguiu. Eu tinha apenas 24 anos quando cheguei e já era dependente de heroína. Além de ser usuário, eu também traficava, até que fui pego com quatro quilos de drogas, então fui preso. Depois de dez noites sem dormir, meu colega de cela que tinha uma Bíblia, me ofereceu para ler, mas aquilo não fazia o menor sentido para mim, porque eu sentia um vazio muito grande por dentro e não queria nem mesmo continuar a viver. Eu não tinha ideia de quanto tempo ficaria ali, então continuei com a leitura, até que li sobre a vida eterna e desejei ela para mim", revela. (A história continua amanhã)

*Nome alterado por motivos de segurança.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

sábado, 24 de junho de 2017

Projeto de Dória dará anistia de multas às igrejas

Prefeitura cedeu à pressão da 'bancada cristã' na Câmara

por Jarbas Aragão
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Projeto de Dória dará anistia de multas às igrejas

Os vereadores da Câmara Municipal de São Paulo aprovaram nesta quinta-feira (22), uma ampla anistia de dívidas de IPTU e de multas às igrejas. O projeto de lei cria o Programa de Parcelamento Incentivado (PPI), que oferece desconto entre 60% e 85% das multas aos contribuintes que desejarem quitar seus débitos junto a Prefeitura à vista ou a prazo.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, por pressão da “bancada cristã” na Câmara, a gestão do prefeito João Doria (PSDB) cedeu e incluiu de última hora no projeto a anistia para dívidas de IPTU acumuladas até o valor de R$ 120 mil por cada templo até 31 de dezembro de 2016. Estabelece ainda um teto de R$ 120 mil para débitos não-tributários, como multas por barulho contraídos pelas igrejas até a entrada em vigor da lei.

O projeto foi aprovado por 46 votos a favor e segue para a sanção do prefeito. O único voto contrário foi do vereador Cláudio Fonseca (PPS), que reclamou: “Por tudo que vemos sendo edificado pelas igrejas na cidade esse tipo de isenção não me parece necessário. Defendo que todos paguem impostos conforme a capacidade contributiva. A Câmara oferece um mau exemplo à sociedade aprovando esse tipo de isenção”.

Já Eduardo Tuma (PSDB), um dos autores da emenda da anistia e integrante da “bancada cristã”, que reúne cerca de dez vereadores, comemorou: “Nosso intuito é fazer justiça a uma entidade que auxilia o Estado, que não visa o lucro e recupera a sociedade, como no caso dos dependentes químicos”.

A inclusão do benefício aos templos foi determinante para que Doria conseguisse aprovar o PPI. Na primeira votação, na última terça-feira, 20, a sessão acabou cancelada por falta de quórum, após sua recusa em ceder ao pedido dos evangélicos.

O presidente da Câmara, Milton Leite (DEM), explica que a proposta foi elaborada pelos vereadores. “Isso aqui é um Parlamento, é assim que as coisas funcionam. Não é uma medida para os grandes templos, que estão todos regulares. É para aquelas igrejinhas de bairro, que estão em não-conformidade com o zoneamento e tomam multa do PSIU”, esclarece.

A lei brasileira prevê isentos de tributos aos templos religiosos, mas essa imunidade só é concedida após um trâmite burocrático dentro da Prefeitura, que exige dos templos, entre outras coisas, alvará de funcionamento do imóvel onde são realizados os cultos e registro do imóvel ou contrato de locação em nome da igreja.

Os vereadores entendem que, como essa aprovação demora meses, as igrejas acabam acumulando dívidas neste período. O benefício da anistia, aprovado agora, se estende para os templos que ainda não receberam o registro de imunidade tributária.

Com esse novo programa, a gestão Doria espera arrecadar mais R$ 1 bilhão. Ele foi elaborado a partir de uma recomendação feita pela CPI da Dívida Ativa, que é presidida por Tuma. O tucano explica que isso será benéfico para a cidade no momento de crise econômica do país. Ressalta ainda que a anistia às igrejas “não vai chegar a 2%” do que se pretende arrecadar com o PPI, ou seja, R$ 20 milhões.

“Muitas igrejas não conseguem a imunidade porque ficam em áreas irregulares da cidade e a burocracia as impedem de obter um direito garantido pela Constituição”, ressaltou. Com informações Estadão

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Bíblia é considerada livro "homofóbico" e impedida de ser ensinada em escola, no Canadá

A Escola Cristã Cornerstone não poderá mais ensinar sobre a Bíblia, porque o livro foi considerado "homofóbico" e "ofensivo" pelas autoridades do Canadá.

Professor ensina sobre a Bíblia em sala de aula. (Foto: Religion News Service)
Professor ensina sobre a Bíblia em sala de aula. (Foto: Religion News Service)
A academia Cristã Cornerstone, em Alberta (Canadá), está sendo convidada a parar de ensinar sobre as passagens da Bíblia que pode que podem ser consideradas "ofensivas".

A presidente da Divisão Escolar 'Battle River' (BRSD), Lauri Skori, disse à diretora da Cornerstone, Deanna Margel, que "qualquer Escritura que possa ser considerada ofensiva a indivíduos particulares não deve ser lida ou estudada na escola".

Skori disse que seria inadequado para a escola, compartilhar "qualquer ensinamento que possa condenar a orientação sexual de alguém".

Já a diretora da escola respondeu que tal proibição fere não só a liberdade religiosa, mas também a liberdade de expressão da instituição cristã.

"Estamos falando de liberdade de religião, mas também estamos falando de liberdade de expressão", disse Margel. "Precisamos de cada uma das palavras [da Bíblia] para nos desafiar, para nos chamar a uma maior compreensão sobre a vida. Isso é muito importante".

No dia 15 de junho, a escola e o conselho se reuniram para discutir o assunto. O jornal 'National Post' informou que 50 representantes da Cornerstone estiveram presentes na reunião.

Skori acusou a Cornerstone de transformar a "discussão em um espetáculo público".
Ela também disse que a Cornerstone "quebrou a confiança" da Divisão Escolar e estava tentando "criar controvérsia" chamando a atenção para a questão.

"As ações da sociedade não só prejudicaram nosso relacionamento, mas colocaram nossos filhos, nossa equipe, nossa escola e nossa divisão escolar em perigo", disse Skori.
A Cornerstone atualmente recebe financiamento do governo canadense e está listado como uma "escola alternativa".

Eles estão sob um acordo com a divisão escolar que protege seu direito de ensinar seus princípios básicos. Mas Skori tem pressionado a Cornerstone a negar seus valores há algum tempo.

No início deste ano, ela fez a Cornerstone remover uma passagem de 1 Coríntios 6:9-10 de seu site.

A passagem dizia: "Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus".

Ela até disse à Cornerstone para remover uma Escritura sobre a imortalidade escrita em uma parede na escola.

A Cornerstone procurou os advogados do Centro de Justiça para a Liberdade Constitucional (JCCF).

O presidente da JCCF, John Carpay, enviou ao à Divisão Escolar uma carta de oito páginas, apontando problemas com a proibição "injustificada e irreal" sobre o ensino da Bíblia e outra linguagem importante para a identidade da Cornerstone.

Oito horas depois que Carpay enviou sua carta, a Divisão respondeu via email, afirmando que manteria sua posição, de acordo com Margel.

Carpay disse que a escola deve ter permissão para ensinar os valores cristãos aos seus estudantes.

"Os curadores gozam do direito legal de enviar seus próprios filhos a várias escolas que se alinham com as crenças e convicções dos pais", disse Carpay em um comunicado. "Mas esses curadores não têm o direito de impor sua própria ideologia em escolas com as quais eles não concordam".

Carpay também disse que esta questão é uma que se relaciona com todas as escolas no Canadá.

"O dever de neutralidade do governo, exigido pelo Supremo Tribunal do Canadá, significa que um conselho escolar não pode determinar se os versículos da Torá, do Corão, do Novo Testamento ou do Guru Granth Sahib são aceitáveis", afirmou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Professores passam a ler Bíblia para alunos, após aprovação de lei na Bahia

A lei não obriga, mas autoriza as escolas a aderirem à leitura bíblica e orações em salas de aula. Professores, pais e alunos aprovaram a medida.

Alunos participam de oração em sala de aula. (Imagem: G1)
Alunos participam de oração em sala de aula. (Imagem: G1)
Desde o início do mês de junho, algumas escolas de Porto Seguro (BA), no sul da Bahia, estão permitindo que os professores leiam a Bíblia para os alunos salas de aula e também orem com eles. A atividade teve início quando a prefeita do município sancionou o decreto, que já havia sido aprovado pela Câmara de Vereadores.

Em seu texto, o decreto autoriza que todas as escolas - públicas e particulares - tenham um momento diário de leitura bíblica. A atividade não é obrigatória, por isso as escolas têm a liberdade de aderir ou não à medida. O número de instituições de ensino que estão adotando a iniciativa ainda não foi registrado.

O projeto de lei foi proposto pelo vereador Kempes Rosa (PPS), que acredita que a leitura bíblica agrega valores importantes à formação do cidadão.

"Nela [a Bíblia] tem mensagens como honrar o pai e a mãe, como proteger as pessoas, amar as pessoas sempre e amar a um Deus sob todas as coisas. O mundo hoje, as pessoas estão aí fora tentando se destruir. Eu acho que é importante passar uma mensagem de paz, hamonia", afirmou.

Além do apoio dos professores, o decreto também contou com o apoio dos pais e alunos em uma das escolas que aderiu à leitura bíblica em sala de aula.

"O que é a ética? O que é a moral? O que é o respeito pelo próximo? O que é a coragem, sabedoria, paciência a tolerância? Tudo o que eles [os estudantes] têm que ter na infância, na juventude", destacou a professora Elizabeth Doro.

A decisão já está nos murais dos pátios das escolas, porém a prefeitura disse que o decreto não inclui a imposição da leitura bíblica, muito menos prevê a compra de Bíblicas com dinheiro público.

"Isso [a leitura] está permitido, mas é de forma facultativa", reforçou Josemar Siquara, chefe do gabinete da prefeitura.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO G1

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Hernandes Dias Lopes: "O deserto não é um acidente de percurso e sim a escola de Deus"

O pastor e escritor Hernandes Dias Lopes destacou que os cristãos devem ver o tempo de provações como uma oportunidade de crescimento espiritual.

Hernandes Dias Lopes. (Foto: MC Apologético)
Hernandes Dias Lopes. (Foto: MC Apologético)
Geralmente os períodos de dificuldades - comumente chamados por cristãos como "deserto" - podem ser acompanhados de questionamentos e até mesmo muitas reclamações a Deus. Porém o pastor Hernandes Dias Lopes lembrou em uma breve publicação recente de sua página do Facebook, que este período deve ser enxergado como um precioso tempo de crescimento.

Em sua breve reflexão, o pastor destacou que o deserto é uma verdadeira escola, na qual grandes líderes da Bíblia foram formados e até mesmo o próprio Jesus passou por momentos marcantes no local tão difamado por muitos.

"Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto", destacou.

Rev. Hernandes lembrou que o deserto não deve ser visto como o resultado de um desvio na caminhada cristã, mas sim algo que já estava nos planos de Deus para cada um.

"O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra", lembrou.

O teólogo também explicou que o tempo que vem após o difícil período do deserto é recompensador e gratificante na vida do cristão.

"Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra", escreveu.

"Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento. O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!", finalizou.

FONTE: GUIAME

terça-feira, 20 de junho de 2017

Mulher desiste de aborto e se casa com o pai de seu filho, após aceitar Jesus

A mulher estava na clínica de aborto quando foi evangelizada por voluntários cristãos. Naquele mesmo instante, ela aceitou Jesus e decidiu se casar com o namorado.

A mulher desistiu do aborto e se casou com seu namorado na mesma semana. (Foto: Vicky Kaseorg/Cities4Life)
A mulher desistiu do aborto e se casou com seu namorado na mesma semana. (Foto: Vicky Kaseorg/Cities4Life)
Uma mulher desistiu do aborto após se render a Jesus Cristo, e decidiu se casar com o pai de seu filho a fim de honrar a Deus. A história foi compartilhada na última sexta-feira (16) por Vicky Kaseorg, da organização Cities4Life, que incentiva mulheres grávidas a não abortarem.

A mulher, identificada como J., vive com quatro filhos na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, ao lado de seu namorado, com quem está junta há 11 anos. Após descobrir mais uma gravidez em meio às circunstâncias difíceis em que vivia, J. decidiu abortar.

Ela procurou uma clínica de aborto na cidade de Charlotte na segunda-feira (12) e acabou sendo abordada por voluntários da Cities4Life, que ofereceram assistência gratuita e compartilharam a esperança do Evangelho de Cristo.

Naquele mesmo instante, J. mudou de ideia. “Ela escolheu a manter a vida de seu bebê e aceitou Jesus como Senhor de sua vida”, disse Kaseorg. “Ela estava convicta da necessidade de obedecer a Deus em todas as coisas e conversou com seu namorado, que disse: ‘Então vamos nos casar agora’”.

No entanto, o namorado de J. tinha que enfrentar um turno de 12 horas de trabalho nos próximos dias e o casamento teria que esperar. Mas para a surpresa de todos, o rapaz recebeu uma folga inesperada na quinta-feira (15) e eles decidiram se casar imediatamente.

A mulher desistiu do aborto e se casou com o namorado na mesma semana. (Foto: Vicky Kaseorg/Cities4Life)
Os dois foram levados para obter uma licença de casamento e a equipe da Cities4Life levou a noiva para comprar seu vestido. “Encontramos um vestido e sapatos perfeitos”, conta Kaseorg. “Serviram como se fossem feitos para ela”.

O casal teria de esperar até o final da tarde para ter acesso a um juiz de paz, mas, coincidentemente, havia um pastor que oficia casamentos disponível. Os dois se casaram naquela tarde e foram presenteados com uma estadia em um hotel, que ofereceu um jantar para celebrar a união.

“Eles estavam muito agradecidos e felizes”, lembra Kaseorg. “Aquela mulher radiante era completamente diferente de quem eu tinha conhecido na segunda-feira — deprimida, desesperada e sem esperança na clínica de aborto”.

Kaseorg encorajou os cristãos a se permitirem serem usados por Deus. “Você nunca sabe como Deus vai te usar quando você acorda de manhã e diz: ‘Eis-me aqui. Envia-me a mim’”.

A Cities4Life irá continuar auxiliando o casal, que ainda têm outros tipos de necessidades neste momento.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN NEWS

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Evangélicos não confiam em Lula e Alckmin, indica pesquisa

Feliciano e Bolsonaro também sofrem com problemas de confiança entre segmento
por Jarbas Aragão
Evangélicos não confiam em Lula e Alckmin


Uma pesquisa feita com os evangélicos que participaram da 25ª edição da Marcha para Jesus, nesta quinta-feira (15) pretende traçar um perfil sobre as opiniões mais comuns do segmento.

Considerada uma “pesquisa qualitativa”, o levantamento foi coordenado pelos professores da área de Ciências Sociais Esther Solano, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Marcio Moretto Ribeiro e Pablo Ortellado, da USP (Universidade de São Paulo), com apoio da Fundação Friederich Ebert.

Segundo os pesquisadores, ela levou em consideração as “identidades políticas, guerras culturais e posicionamento frente a debates atuais sobre política” dos entrevistados, todos maiores de 18 anos e que declararam se evangélicos.

Entre os resultados divulgados pelo site, destacam-se a questão da identificação política.

Afinal, a maioria (66,5%) afirma não se reconhecer nem de direita (10,1%), esquerda (6%), centro-direita (3,3%), centro-esquerda (1,9%) ou de centro (1,2%). Ao mesmo tempo, um elevado índice dos entrevistados se declarou “muito conservador” (45,5%) e “muito antipetista”. Contudo, a resposta mais comum (76,9%) é que não se identificam com nenhum partido político.

A coordenação da pesquisa desataca que há pouca confiança dos fiéis em partidos da “bancada evangélica”. A maioria das pessoas ouvidas afirma “não confiar” no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (83,7%) e no governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (61,4%).

Também são vistos com desconfiança o deputado Jair Bolsonaro, do PSC (57,4%), a ex-senadora Marina Silva, da Rede (57%), o pastor e deputado federal Marco Feliciano, do PSC (54,1%), e o prefeito do Rio Marcelo Crivella, do PRB (53,9%), nomes mais identificados com as pautas evangélicas.

Chama atenção que a maioria absoluta (91,9%) rechaça a ideia que, em momento de crise, “o governo precisa cortar gastos, inclusive em saúde e educação” e com a proposta de “quem começou a trabalhar cedo deve poder se aposentar cedo sem limite mínimo de idade?”, pergunta feita tendo como base a reforma da Previdência, proposta pelo governo de Michel Temer (PMDB). Nesse caso, 86,6% afirmaram concordar, contra 10,7% que discordam.

A socióloga Esther Solano, uma das coordenadoras da pesquisa, acredita que o descolamento entre o discurso das lideranças políticas evangélicas e os fiéis não está afinado. “O nível de confiança da base em algumas das lideranças evangélicas mais representativas é muito baixo. Sobre casos como o dos pastores Marco Feliciano e Marcelo Crivella, ouvimos que a pessoa confia nessas figuras ‘como pastor, não como político’. Isso demonstra um descolamento: são lideranças representantes dos evangélicos, mas não são reconhecidas por eles”.

Para ela, “Estudar os evangélicos é fundamental para compreender o Brasil –é um grupo que tem crescido muito em número e também em simbologia, à medida em que a igreja evangélica se configura como grande fator de sociabilidade, sobretudo, na periferia. Ela se transformou em uma instituição fundamental nas periferias brasileiras – e evidentemente, tem ganhado cada vez mais capital e poder político”.

Respeito aos gays

Outra questão destacada pelos estudiosos é que houve altos índices de concordância com afirmações como
* “A escola deveria ensinar a respeitar os gays” (77,1%)
* “Os valores religiosos deveriam orientar as leis” (75%)
* “Menores de idade que cometem crimes devem ir para a cadeia” (83,7%)
* “Precisamos punir os criminosos com mais tempo de cadeia” (76%)
* “O bolsa família estimula as pessoas a não trabalhar” (74,2%)

Por outro lado, discordam em massa de ideias como “Deveria ser permitido aos adultos fumar maconha” (82,9%) e “Fazer aborto deve ser um direito da mulher” (73,1%), “Travestis devem poder usar o banheiro feminino” (67,4%) e “O cidadão de bem deve ter o direito de portar arma” (65,5%).

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 18 de junho de 2017

Três razões pelas quais a igreja ocidental deve se importar


O conceito de Igreja Sofredora não é novo. Normalmente, ele está relacionado com a perseguição dos cristãos ao redor do mundo. Mesmo que “sofredora” seja um termo tão amplo e até mesmo abstrato, muitos estão agora se referindo à Igreja Sofredora de uma maneira nova. O povo de Deus esteve sob outros tipos de opressão, relacionados à guerra, desastres naturais e instabilidade política, não apenas perseguição. Como vou apresentar neste artigo, devemos estar cientes dos desafios que nossos irmãos e irmãs enfrentam e mantê-los constantemente em nossas orações.
PORQUE HÁ UMA ÚNICA IGREJA

“Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus”. (Gálatas 3:28)

“Assim, há muitos membros, mas um só corpo” (1 Coríntios 12:20)

A maioria de nós não compreende a profundidade do que realmente significa ser uma igreja universal de Cristo. O Credo Apostólico proclama: “Eu acredito na santa igreja católica (ou universal)”. Este conceito inclui todos os verdadeiros cristãos, em qualquer lugar e a qualquer momento. Isso significa que nossa fé está tão poderosamente conectada, que literalmente transcende o espaço e o tempo. Recitamos essas frases, cantamos canções que as mencionam, mas este conceito é quase impossível de ser compreendido pela mente humana.

Você pode imaginar como seria se seu pastor tivesse sido preso por pregar o evangelho? Ou sua família ser ameaçada ou ferida fisicamente devido a suas crenças ou ensinamentos religiosos? Você pode imaginar sua igreja, talvez a igreja onde você cresceu, ser queimada por radicais? Raiva, tristeza e medo são alguns dos sentimentos que vêm à minha mente.

Bem, se a igreja é uma, então eu deveria sentir o mesmo pelo pastor paquistanês que teve que esconder sua família em uma caverna e deixar seu país depois de ser acusado de blasfêmia contra o Islã. Eu deveria ser capaz de sentir sua angústia, tendo que esperar dois anos torturantes para poder resgatar sua família e abraçar seus filhos.

Eu deveria sentir a mesma agonia e angústia pelas igrejas queimada a cinzas em Orissa, na Índia, ou nas distantes Ilhas Maluku, na Indonésia.

Se somos uma família em Cristo, eu deveria me sentir tão desesperado quanto ficaria se isso acontecesse contra minha própria família, como se fosse eu mesmo enfrentando esses tormentos.

Se somos um só corpo, devemos sentir o tormento, a dor, a angústia, o sofrimento e a tribulação de todos os nossos irmãos e irmãs em Cristo.

À medida que começamos a lidar com a verdade teológica a respeito da universalidade da igreja de Deus, somos forçados a considerar suas implicações práticas cotidianas. A única conclusão é envolver nossos corações, mentes e corpos em favor das almas sofredoras. Simplesmente não há nenhuma outra conclusão a que um irmão ou irmã cristão possa chegar, já não é possível ignorar a miséria que nos rodeia. Deus está nos chamando para agir em nome da família, nossa família em Cristo, ao redor do mundo.
PORQUE HÁ UM DISCIPULADO RECÍPROCO

Eu já passei algum tempo com irmãos perseguidos, especialmente na China e no Oriente Médio. Como missionário, sempre fui com a intenção de ajudar. Eu era capaz de oferecer treinamento, projetos iniciais de desenvolvimento junto a muitos outros tipos de serviços. No entanto, como ouvi de inúmeras outras pessoas que serviram em áreas semelhantes, eu definitivamente recebi muito mais do que estava oferecendo.

A igreja sofredora nos ensina resiliência e perseverança. Não é fácil para eles e eles não fingem que é. Mas eles olham para Cristo e confiam de todo o coração que Deus tem um plano que envolve seu sofrimento. Paulo diz: “Irmãos, pensem no que vocês eram quando foram chamados. Poucos eram sábios segundo os padrões humanos; poucos eram poderosos; poucos eram de nobre nascimento. Mas Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar as sábias, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dele” (1 Coríntios 1: 26-29).

Deus usou aqueles pobres e necessitados cristãos, sobreviventes carregando a aflição da injustiça e que foram perseguidos por sua fé. Deus usou os mais injuriados e desprezados em suas sociedades, para me colocar de joelhos, para me ensinar e educar. Este foi o verdadeiro discipulado.

Pastores que devem existir secretamente nestes regimes anticristãos são forçados a proteger e encorajar seus rebanhos sob as tempestades mais difíceis e geralmente não têm o benefício ou o acesso ao que consideramos uma educação adequada ou treinamento teológico.

Passei um tempo com um ex-pastor muçulmano do Sudão, que se tornou amigo íntimo e pessoal. Embora este homem não tivesse 10% do meu conhecimento teológico, eu não possuía 10% da qualidade de sua caminhada com o Senhor.
É UMA OPORTUNIDADE PARA PREGAR O EVANGELHO E PARA O CRESCIMENTO DA IGREJA

“Dediquem-se à oração, estejam alertas e sejam agradecidos. Ao mesmo tempo, orem também por nós, para que Deus abra uma porta para a nossa mensagem, a fim de que possamos proclamar o mistério de Cristo, pelo qual estou preso. Orem para que eu possa manifestá-lo abertamente, como me cumpre fazê-lo.” (Colossenses 4: 2-4).

Richard Wumbrand, o fundador da organização ‘Voz dos Mártires’, passou muitos anos na prisão, como Paulo, o Apóstolo. Ele sofreu uma multidão de atrocidades, como descrito em seu livro Tortura para Cristo (Tortured for Christ). Em meio a torturas e dificuldades, ele foi capaz de discernir oportunidades preciosas para compartilhar sua fé. Como ele descreve em suas memórias: “Estávamos felizes pregando. Eles estavam felizes batendo, então todo mundo estava feliz”.

Isso é exatamente o que aconteceu no livro de Atos. Enquanto a igreja era perseguida em Jerusalém, incentivou e inspirou pregadores e plantadores de igrejas em vários outros lugares na região. Durante todo o seu sofrimento, haveria oportunidades de ministrar aos outros.

“E naquele dia houve uma grande perseguição contra a igreja em Jerusalém, e todos foram espalhados por todas as regiões da Judéia e Samaria, exceto os apóstolos. E os dispersos foram e pregaram a palavra.” (Atos 8: 1, 4)

É inegável que a perseguição não só leva a igreja à ação, mas também gera oportunidades genuínas para alcançar e testemunhar aos incrédulos. Muitos foram atraídos para o Senhor por causa da maneira que a igreja sofredora lida com essa opressão e ainda assim consegue superar.

Nos últimos três anos, a igreja no Irã tem experimentado um crescimento anual estimado em 19,6%. Os líderes locais da igreja relatam que muitos jovens têm buscado Jesus, a maioria deles decepcionados com os comportamentos violentos que caracterizam a fé islâmica na área.

Na Europa, a crise de refugiados está transbordando, gerando graves tensões políticas e divisões culturais. A islamização radical é um problema real e penetrante emergindo numa escala épica e global. No entanto, há também uma contracorrente emergindo de um ressurgimento do cristianismo e os valores que ele incorpora. Os cristãos que foram perseguidos em seus países de origem também estão inundando nações europeias, revitalizando a paixão por Jesus e plantando igrejas cristãs. Agora, esses irmãos pregam o Evangelho de uma maneira que não era permitida em suas próprias terras nativas. Os cristãos árabes também têm sido particularmente instrumentais na partilha do Evangelho no Brasil e em outras nações em desenvolvimento, onde o Islã está ganhando força.

Como afirmado anteriormente, não devemos nos sentir desanimados quando ouvimos como nossos irmãos e irmãs cristãos sofrem por causa de sua fé. Também não devemos sentir vergonha ou ficar embaraçados pela relativa liberdade religiosa que Deus nos deu no Ocidente.

O que é imperativo considerar, no entanto, é como podemos usar nossa posição para melhor servir aos que compartilham nosso profundo senso de fé. Como cristãos, temos um imperativo moral de usar nossos recursos e bênçãos para abençoar aqueles que não têm a capacidade de compartilhar das nossas liberdades. Devemos identificar como apoiar eficazmente nossos irmãos cristãos e como mobilizar a igreja em uma escala global, “especialmente os da família da fé” (Gálatas 6:10).

Fonte: More International; https://maisnomundo.org/

sábado, 17 de junho de 2017

Como vivem os cristãos no Egito

A igreja no país já foi atacada várias vezes este ano, chamando a atenção da comunidade internacional pelo nível de violência dos extremistas


Durante o primeiro semestre deste ano, houve muitos ataques contra os cristãos no Egito e, pelos menos três deles viraram manchetes nos principais jornais e noticiários do mundo, como o incidente com o ônibus e a caminhonete que transportavam cristãos para um mosteiro e foram atacados por homens armados, deixando 23 mortos e dezenas de feridos. Houve também as explosões em duas igrejas, em Tanta e Alexandria, durante as comemorações de Páscoa, ocasião em que cerca de 40 pessoas morreram e outras 100 se feriram.

Tais episódios mostram que a violência continua aumentando demais por lá, e tem sido cada vez mais alimentada pela opressão islâmica. O país é o 21º na atual Lista Mundial da Perseguição. A igreja tem sido muito pressionada pela comunidade, até mesmo no contexto familiar. O atual presidente se mostrou disposto a lutar contra o extremismo islâmico, mas é pouco provável que ele tome medidas significativas para garantir a liberdade de religião. Apenas 10% da população professa a fé em Cristo.

Os cristãos ex-muçulmanos suportam uma perseguição mais intensa, por serem considerados apóstatas e traidores do islã. A ameaça dos movimentos islâmicos radicais no Egito está claramente longe de ser evitada. A prevalência do desemprego entre os jovens e a estagnação da economia também fomenta o descontentamento dentro da população. Por outro lado, a juventude egípcia cristã é muito ousada em seus trabalhos de evangelização e destaca-se no meio da multidão, até mesmo quando há comemorações muçulmanas. "Nós não seremos detidos porque temos a luz de Jesus brilhando sobre nossas vidas", declarou um dos jovens durante a festa do Ramadã, no ano passado.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Presidente de partido se demite para continuar “fiel a Cristo”

Líder do partido Liberal Democrata do Reino Unido era criticado por postura bíblica
por Jarbas Aragão



Presidente de partido se demite para continuar "fiel a Cristo"



Embora não muito conhecido fora da Europa, o líder do Partido Liberal Democrata do Reino Unido, Tim Farron, era uma das principais vozes da oposição, lutando contra decisões como a saída da União Europeia, o Brexit.

Sua legenda vem crescendo no país e tiveram grandes vitórias na eleição da semana passada. Contudo, Farron anunciou ontem (14) que está pedindo demissão do cargo por se “sentir dividido” entre a sua fé em Jesus e o seu papel enquanto político.

“Desde o meu primeiro dia à frente do partido, fui confrontado com perguntas sobre a minha fé cristã. Tentei responder com graça e paciência. Às vezes, minhas respostas poderiam ter sido mais sábias”, disse ele em um comunicado oficial. Na verdade, ele vinha sendo criticado pelos membros do próprio partido devido as suas posições contrárias a questões como homossexualidade e o aborto.

“As consequências do destaque dado à minha fé me deixaram dividido entre ser um cristão fiel e servir como um líder político”, acrescentou Farron, que liderava o partido há dois anos. Para ele, a difícil escolha se deu, acima de tudo, por que preferia manter-se “fiel a Cristo”. Sem dar detalhes, criticou a postura dos que defendem o liberalismo na Europa, mas não respeitam a liberdade religiosa quando alguém se identifica como cristão. Por outro lado, estão entre os maiores defensores dos imigrantes muçulmanos.

O político de 47 anos é casado e tem quatro filhos. Evangélico, ele assegurou que continuará sendo um “liberal” e, portanto, não impunha sua religião, mas acredita que “em 2017, se tornou impossível viver como um cristão que tenta cumprir fielmente os ensinamentos da Bíblia e ao mesmo tempo ser político”.

Durante sua última entrevista como líder da legenda, foi insistentemente questionado se considerava que ser homossexual era um pecado. Preferiu defender que todos os cidadãos do país têm os mesmos direitos e ressaltar o programa eleitoral do Partido Liberal-Democrata que prometia organizar um novo referendo sobre o ‘Brexit’ e melhorias no serviço público de saúde.

Curiosamente, ele era um severo crítico da primeira-ministra Theresa May, do Partido Conservador, que também vem sofrendo críticas públicas por declarar que sua fé cristã influencia suas decisões. Com informações de Express

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Pastor, pai de Katy Perry pede a cristãos que "não a julguem, mas orem por ela"

Katy Perry - que já foi cantora gospel no passado - está revelando fatos delicados de sua vida, como pensamentos suicidas e a depressão que já enfrentou.


Pastor Keith Hudson (esquerda) ao lado de sua filha, a cantora pop Katy Perry. (Foto: Billboard)
Pastor Keith Hudson (esquerda) ao lado de sua filha, a cantora pop Katy Perry. (Foto: Billboard)

A artista pop Katy Perry já está bem diferente daquela filha de pastor que amava a Jesus, como já foi na adolescência.

Apesar de seus pais, Keith e Mary Hudson, que lideram um ministério neopentecostal na Califórnia, não concordarem com as decisões da cantora, eles ainda não deixaram de amá-la. Eles falaram recentemente na 'Church Of Grace' (Igreja da Graça'), em Yorba Linda, Califórnia, pedindo que a congregação ore por sua filha.

"Eu quero que vocês orem pela minha filha", disse o pastor Keith. "Não a julguem, orem por ela".

Perry, que recentemente lançou um novo single altamente sugestivo chamado "Bon Appétit", disse no programa 'Smallzy's Surgery' da Rádio Nova (EUA), que ela e seus pais "concordam em discordar" quando se trata de sua música.

"A coisa sobre isso é que, é algo tão estranho realmente entender que concordamos em discordar, mas ainda damos espaço ao amor", disse ela. "Todos nós viemos de lugares diferentes ... você pode ter seu sistema de crenças, ninguém está dizendo para você não acreditar em suas crenças, mas você também pode vir de um espaço de amor. Isso é o que minha família e eu exercitamos o tempo todo".

Perry começou sua carreira como cantora gospel, antes de migrar para a música secular, aos 17 anos. Não demorou muito para que ela lançasse a controversa música "I Kissed a Girl" ("Eu Beijei Uma Garota") em 2008.

Ela diz que foi inspirada pelo grupo Queen (anos 70), e o provocador vocalista do grupo, Freddie Mercury.

"Eu nunca tinha ouvido uma explicação tão imaginativa sobre como viver", lembrou ela. "Essa foi a minha primeira perspectiva nesse mundo, e eu simplesmente adorei. Eu me senti tão livre e aceita".

Perry, desde então, se afastou completamente de sua fé e da doutrina cristã que ela se agarra como adolescente.

"Eu não acredito em um céu ou um inferno ou um velho sentado em um trono", disse Perry, respondendo a uma pergunta da revista 'Marie Claire'. "Eu acredito em um poder superior, maior que eu, porque isso me faz responsável".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quarta-feira, 14 de junho de 2017

"Havia uma resistência demoníaca na cena do ataque", lembra pastor sobre boate de Orlando

Há um ano Landon Schott e outros pastores foram a Orlando para orar pelas famílias das vítimas e feridos do ataque terrorista na boate Pulse, há um ano.


O massacre foi o ataque com maior número de mortos nos EUA desde os atentados de 11 de setembro de 2001. (Foto: Reprodução).
O massacre foi o ataque com maior número de mortos nos EUA desde os atentados de 11 de setembro de 2001. (Foto: Reprodução).

 “Foi há um ano e eu estava embarcando em um voo de manhã para Los Angeles quando vi na televisão o horrível ataque terrorista na Pulse, em Orlando. Meu coração afundou enquanto eu assistia à cenas dos estragos causados ​​pelo ódio e o mal, que se espalhava pelas ruas daquela cidade. Eu terminei meu compromisso ministerial e embarquei no vôo seguinte para Orlando”, escreveu ele em um artigo para o site Charisma News.

“Foi a minha primeira vez em uma atmosfera como aquela. Havia uma resistência demoníaca que aumentava na cena do ataque. Eu podia sentir isso quando voltamos para a Avenida 'Orange'. A polícia bloqueou as estradas, e os repórteres e as câmeras de notícias estavam por toda parte. Era possível sentir espíritos malignos trabalhando naquele local. Eu e alguns amigos do pastor nos encontramos no local do tiroteio e começamos a orar. Não tínhamos uma programação estabelecida, mas simplesmente fomos orar pela cidade e pelas vítimas. Nossa tarefa era levar luz para a escuridão e deixar o amor de Deus iluminar um mundo sombrio”, lembrou.

Ainda existe uma divisão
“À medida que as semanas e os meses passavam, a dor e a confusão ainda continuavam ainda recentes nas mentes das pessoas. O que ficou claro é que a Igreja e a comunidade gay não estavam no mesmo caminho. Ainda existe uma divisão. A comunidade gay quer que a Igreja abandone uma doutrina clara e sólida para abraçar sua orientação sexual, desejos ou preferências”, comentou.

“[Enquanto isso] a Igreja continua a demonstrar falta de amor e compaixão, enquanto olha para aqueles que determinaram ter maior pecado do que os seus. Todos nós somos pecadores que precisam do mesmo Salvador. Devemos começar a abraçar o dilema interno de amar a pessoa que se envolvem no pecado, sem abraçar o pecado. A igreja não fez esse trabalho ao longo dos anos”, alertou.
Landon fundou a “The Rev Ministries” e a “REV TV”, uma plataforma para jovens e adultos que funciona 24 horas por dia. (Foto: Reprodução/Twitter).
"O melhor exemplo disso é o de Jesus, relatado em João 8: 1-11. Uma mulher foi presa no próprio ato do pecado de adultério. Os líderes religiosos estavam prontos para punir seu pecado sexual. Então Jesus entrou!" João 8: 10-11 diz:

“Quando Jesus levantou-se e viu ninguém além da mulher, disse: ‘Mulher, onde estão os seus acusadores? Ninguém condenou você?’ Ela disse: ‘Ninguém, Senhor’. Jesus disse a ela: ‘Eu também não a condeno. Vá e não peques mais”.

“Jesus a encontrou com graça. Havia amor em Sua voz e compaixão em Seus olhos. Ele amava a mulher, apesar de seu pecado sexual, exatamente como ela estava. Jesus não a julgou. Ele não a condenou. Ele simplesmente mostrou a ela o coração do Pai de amor eterno, inflexível e implacável. Então Cristo revelou sua própria mente. Quando Jesus disse à mulher: ‘Vai e não peque mais’, Ele falou a verdade no meio da graça. Jesus é o propiciatório e em Jesus encontramos o exemplo da Graça e da verdade. João 1:14 diz; ‘O Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, a glória como o único Filho do Pai, cheio de graça e de verdade’”, ressaltou.

“Somente em Jesus, a graça e a verdade coexistem em perfeita unidade. Esta deve ser nossa mensagem como a igreja. Apesar das suas tentações sexuais ou do pecado sexual, a graça não conhece orientação sexual que não possa alcançar. Devemos todos colocar nosso pecado e vergonha, nossa luta e nossa dor, nossa tentação do passado e do presente aos pés de Jesus, onde a graça satisfaz e a verdade liberta. Esse é o lugar onde deixaremos a vida de todo pecado sexual e viveremos uma vida de liberdade que só se encontra em Jesus”, concluiu.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHARISMANEWS

terça-feira, 13 de junho de 2017

Pastor ora por terrorista do Estado Islâmico no Iraque: “Senti o amor de Jesus”

O evangelista Robby Dawkins viu uma oportunidade de mostrar o amor de Jesus para o militante do grupo terrorista.


Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem na nação devastada pela guerra. (Foto: Reprodução).
Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem na nação devastada pela guerra. (Foto: Reprodução).

O pastor, pregador e evangelista Robby Dawkins está atualmente em uma viagem missionária no Iraque, onde ele está entrando em contato direto com aqueles que sofrem os perigos da perseguição religiosa causada pelo grupo terrorista Estado Islâmico, além de orar pelos próprios militantes.

"Em nós reside a esperança de todas as nações e a única solução para o terrorismo", escreveu ele sobre sua viagem. "Minha oração é sempre que o Senhor me conecte com pessoas-chave para compartilhar o amor e o poder de Jesus, para que a transformação venha tanto aos indivíduos como às nações", complementou.

Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem, pois ele procura ministrar às pessoas na nação devastada pela guerra. "O governo dos EUA deu as armas dos curdos contra o Estado Islâmico. E nós trouxemos as nossas armas contra os poderes das trevas", ele declara. O evangelista contou que ficou cara a cara com o perigo ao conhecer um militante do grupo terrorista pessoalmente.

"‘Você está olhando para o Estado Islâmico’, fui informado por este jovem quando me aproximei dele", postou o pastor juntamente com uma foto do rapaz. "O que você vê? Você vê seu inimigo? Eu vejo uma oportunidade. Um dos caras que estava comigo disse que se ele pudesse ter uma espada, eu teria minha cabeça arrancada. Eu sinto o grande amor de Jesus por ele", Dawkins continuou.

"Paulo disse que o amor de Cristo me obriga! Jesus disse: ‘ame seus inimigos’. Eu não estou contra a proteção de um cidadão cristão. Eu concordo com a proteção de nossas fronteiras. Mas você tem liberdade para vir a essa nação e orar por eles. Vejo uma oportunidade de amar. Este jovem sentiu uma eletricidade em seu corpo quando orei por ele. Isso lhe deu uma experiência tangível com Isa (nome árabe para Jesus). O que você vê? Agora, o que você fará?", questionou.

"Em nós reside a esperança de todas as nações e a única solução para o terrorismo", disse o pastor. (Foto: Reprodução/Instagram).
Críticas
Mas essa incrível viagem do evangelista não está sendo fácil. Dawkins experimentou algumas críticas ferozes por colocar voluntariamente sua própria vida em risco. "Esta é a minha resposta a todas as críticas que são enviadas a mim, a minha esposa e a meus filhos dizendo a eles e a mim que somos irresponsáveis ​​e estúpidos por vir a estes dois países atacados pelo Estado Islâmico", escreveu.

"Olhe para esses pequenos rostos tão famintos de amor, tão ansiosos por um Salvador. Diga-lhes que sou um tolo por amá-los e estar disposto a deixar minha vida para eles ouvirem o Salvador que eles nunca conheceram. Diga-lhes: ‘Vocês não valem a pena!’ É por isso que nós viemos”. Dawkins finalizou sugerindo a passagem de João 15:13: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO SITE HELLO CHRISTIAN

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Gilmar Mendes quer proibir igrejas de lançar candidatos

Tribunal Superior Eleitoral acredita que influência de igrejas e líderes religiosos nos processos eleitorais é crime

por Jarbas Aragão

Gilmar Mendes quer proibir igrejas de lançar candidatos

Após as votações desta semana, o trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ganhou grande destaque. Acabado o julgamento de Temer, o presidente Gilmar Mendes, diz que a Corte se dedicará a estudar mecanismos para bloquear o que considera abuso do poder econômico e a influência das igrejas nas eleições.

“Depois da proibição das doações empresariais pelo Supremo Tribunal Federal, hoje quem tem dinheiro? As igrejas. Além do poder de persuasão. O cidadão reúne cem mil pessoas num lugar e diz ‘meu candidato é esse’. Estamos discutindo para cassar isso”, afirmou Mendes em entrevista recente.

O magistrado acredita que há um potencial para abuso de poder econômico, uma vez que esse tipo de doação é de “difícil verificação”. Ele diz estar preocupado com o uso da estrutura física das igrejas para influenciar as eleições. “Outra coisa é pegar o dinheiro da igreja para financiar [campanhas]. Se disser [para o fiel] que agora o caminho para o céu passa pela doação de R$ 100, porque eu não vou para o céu?”, ironiza.

Contudo, o STE ainda não esclareceu quais medidas poderia aplicar, uma vez que ainda existe lei sobre o tema no país. Via de regra, a Justiça Eleitoral trata os casos de abuso religioso como outras formas de irregularidade, equiparando-a ao abuso de poder político, por exemplo.

Uma vez que não existe uma norma clara, a investigação se torna difícil, pois esse é um “crime” que sequer existe formalmente.

Gilmar Mendes não é o único que pensa assim. O vice-procurador-geral eleitoral Nicolao Dino já pediu ao TSE que o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella fosse condenado por abuso de poder religioso. Durante a campanha a governador em 2014, o bispo licenciado da Igreja Universal foi acusado pelo Ministério Público Eleitoral de usar a estrutura do templo da igreja em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, como comitê.

Foram encontrados no local milhares de fichas cadastrais que traziam a indicação de páginas de Crivella na internet. Junto estavam centenas de formulários pastorais, alguns já preenchidos por fiéis da igreja, que traziam um campo específico para ele colocar o número do título eleitoral.

No parecer enviado ao TSE, Dino escreveu que era “fundamental coibir a prática do abuso do poder religioso, isto é, a exploração do discurso litúrgico para supressão da autonomia política de fiéis, comumente obsequiosos às orientações clericais”. Três anos depois, o caso ainda aguarda apreciação do ministro Herman Benjamin, do TSE.
Investigação difícil

Em entrevista à Gazeta do Povo, a professora da FGV Direito Rio, Silvana Batini, explica que é bastante difícil fazer uma investigação profunda para comprovar a influência de lideranças religiosas no voto.

Por exemplo, com a proibição de doações de pessoas jurídicas, após as descobertas de irregularidades apontadas pela operação Lava Jato, os membros de uma igreja poderiam ser pressionados por líderes religiosos a doar diretamente para seus candidatos. Se isso ocorrer, haveria a caracterização do crime de abuso econômico, na forma de abuso de poder religioso.

Batini reclama que poderia haver ainda outros tipos de abuso. Se um pastor afirmar que o fiel precisa votar em determinado candidato alegando que é o que “Deus quer”, isso pode caracterizar abuso de poder político, acredita.

Diante dessas situações, é possível que a Justiça Eleitoral estabeleça novos parâmetros para julgamentos onde o abuso religioso esteja configurado.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

sábado, 10 de junho de 2017

“Cristãos precisam ocupar a política para influenciar o Brasil”, diz pesquisadora

Para Viviane Petinelli, o cristão deve ter Deus em todas as áreas da sua vida, incluindo a área política, seja no ato de votar ou exercer um cargo.


Para Viviane, o crente deve sim estar presente nos meios políticos. (Foto: P Cidade).
Para Viviane, o crente deve sim estar presente nos meios políticos. (Foto: P Cidade).

O cristão deve se envolver com a política? É correto um crente se tornar um deputado, vereador, parlamentar? Tais questões foram discutidas por mulheres que entendem do assunto. Viviane Petinelli é cientista política e Thaís Lacerda é coordenadora do curso de direito da Faculdade Batista e advogada. As duas foram convidadas pelo programa Bate-Papo para refletirem sobre a situação.

Para Viviane, o crente deve sim estar presente nos meios políticos. “Eu sou completamente favorável sobre a posição do cristão. É parte do exercício da cidadania se envolver com os assuntos públicos. E quando nós cristãos não nos envolvemos, outros se envolvem e alguém governará”, disse.

“Alguém administrará uma cidade, um país. E se não formos nós, serão os outros e teremos de nos submeter a essa administração e a esse governo também. Então, cabe a nós ocuparmos esses espaços sim, se queremos influenciar a nação”, ressaltou.

Deus em tudo
Thaís acredita que as duas áreas não deveriam ser pensadas de forma separada, mas juntas. “Eu acho que as coisas são muito congruentes. Primeiro com relação a ser cristã e trabalhar na política, seja como uma política mesmo ou como alguém que vota e elege os nossos representantes. Eu vejo que esse papel é tão importante quanto assumir um cargo. Mas também eleger quem vai assumir aquele cargo tem a mesma significância”, pontuou.

A advogada ainda comenta que Deus deve estar em todas as áreas da vida do cristão e não somente na igreja. “A gente parte do princípio de que muitas vezes a gente deixa a nossa vida cristã apenas na questão do vocacionado, a igreja, ao convívio. Mas, não. A nossa atuação como cristão, a nossa visão cristocêntrica tem que estar em todas as áreas da nossa vida, na nossa opinião política, na nossa vida secular, na nossa família, nos nossos estudos e ligando isso com a questão da formação do ensino superior”.

Conhecimento e influência
A cientista política Viviane diz: “Como eu estou na academia há muitos anos, já estou no pós-doutorado. Realmente é muito difícil mesmo. As pessoas se esquecem que Deus opera no sobrenatural e nós no natural. Se nós queremos ser influenciadores, e isso é político, o poder de influenciar, seja na sua casa, na sua comunidade, seja na própria igreja ou em um espaço de poder público, precisamos conhecer, porque o que trás para nós a habilidade e também a capacidade de influenciar é o conhecimento. Quem tem mais, influência mais”.

Thaís complementa: “Existe a ideia de que o crente estuda as coisas de Deus e não estuda as outras ciências. As outras ciências também são importantes. Não há uma contradição, há uma complementaridade. O fato de ser cristã e o fato de eu ter uma formação acadêmica me permite fazer uma análise muito mais completa do cenário. Tanto pelo conhecimento bíblico, e vivência que eu tenho desde criança na igreja evangélica, como também o trajetório acadêmico que eu fiz”, explanou.

Confira o debate na íntegra:

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REDE SUPER

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Os ataques terroristas são sinais do fim dos tempos, diz pastor

O pastor Phil Hotsenpiller acredita que estratégias militares para pôr fim à atividade terrorista não irão funcionar, pois o problema é de natureza espiritual.

Homem em frente aos escombros de uma das torres do World Trade Center, nos EUA. (Foto: Doug Kanter/AFP/Getty Images)
Homem em frente aos escombros de uma das torres do World Trade Center, nos EUA. (Foto: Doug Kanter/AFP/Getty Images)
Os aumento de ataques terroristas em diferentes partes do mundo apontam para o retorno de Jesus Cristo na terra, de acordo com o pastor e escritor Phil Hotsenpiller.

Estudioso das profecias do fim dos tempos, o pastor Phil explica que um dos indicadores que marcam o fim dos tempos é a manifestação do “espírito de ilegalidade”.

“A ilegalidade significa mais do que quebrar a lei. É um espírito que começou com Lúcifer antes da criação do homem e veio se mantendo através da narrativa bíblica e histórica, culminando em Apocalipse 18”, disse Phil, de acordo com o site CBN News.

Phil também afirma que os ataques terroristas não acontecem em locais aleatórios — espíritos territoriais têm ligação com os atos de terrorismo que aconteceram no passado.

“Observando o histórico de Manchester, por exemplo, em 1996, o Exército Republicano Irlandês detonou uma grande bomba no centro da cidade, a 400 metros de distância do show da Ariana Grande”, avalia o pastor.

Eventos como este mostram a “natureza repetitiva de atos terroristas nos mesmos lugares”, já que os espíritos territoriais ficam nestes lugares e “replicam o seu terrorismo” no momento certo, explica.

Para resolver estes problemas, Phil afirma que a igreja precisa examinar a causa raiz: a batalha que se passa no mundo espiritual. “Muito do caos que acontece no mundo hoje são causados pelas forças demoníacas que se manifestam no mundo físico”, disse ele.

Chaves espirituais
Ele acredita que estratégias militares para pôr fim à atividade terrorista não irão funcionar, pois o problema é de natureza espiritual. “Jesus deu autoridade a seus seguidores sobre os espíritos malignos (Lucas 9:1,10:17)”, disse ele ao Charisma News. “A igreja foi chamada para amarrar o homem forte em todas as nações, estados, cidades e bairros”.

O pastor explica que essa foi a finalidade de Jesus quando disse que daria as chaves do Reino dos céus a seus discípulos. “É interessante que Jesus se referiu às chaves. O número exato de chaves não é indicado, mas a forma plural sugere que existem várias portas no Reino”, disse ele. “Quando eu estava orando e pedindo uma revelação sobre isso, Deus me mostrou que há um número ilimitado de chaves disponíveis”.

Phil acrescentou que os cristãos podem superar o espírito de ilegalidade buscando um maior acesso ao poder e autoridade de Jesus. “Temos o maior poder do mundo. Temos a maior garantia no mundo, mas de alguma forma nós não a usamos porque achamos que temos para apaziguar todo o mundo”, afirmou.

Ele ainda advertiu que se os cristãos não fizerem nada para parar o mal no mundo, o ataque de Manchester vai se tornar o “novo normal”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GOSPEL HERALD