sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Crivella reduz verbas para festas católicas e da umbanda

Mídia só reclama de Estado laico quando envolve evangélicos


por Jarbas Aragão

Crivella reduz verbas para festas católicas e da umbanda

A grande mídia parece sempre pronta a falar sobre o “Estado Laico” quando a questão envolve os evangélicos. Após o anúncio da gestão de Marcelo Crivella (PRB) diminuir os repasses para festas do calendário católico e da umbanda, nenhum grande jornal aplaudiu a iniciativa. A prefeitura alega estar com dificuldades orçamentárias por causa da crise financeira que assola o estado do Rio de Janeiro.

De maneira semelhante, Crivella reduziu pela metade do apoio às escolas de samba no Carnaval da Marques de Sapucaí, medida amplamente criticada por jornais e artistas de plantão.

Por exemplo, Arquidiocese do Rio de Janeiro sempre contou com um incentivo da prefeitura para realizar festas e eventos culturais do calendário católico. Este ano houve redução de 65% em relação a 2016. Foram R$ 450 mil liberados até dezembro, em contraste com o R$ 1,32 milhão no ano passado.

Através de sua assessoria de imprensa, a Arquidiocese minimizou a questão, dizendo que não afetará as próximas datas católicas, como o Natal e o Dia de Reis.
Umbandistas farão ‘vaquinha virtual’

No próximo sábado (16) ocorre em Copacabana, zona sul do Rio, o Barco de Iemanjá, evento tradicional da umbanda. Os cerca de R$ 30 mil de repasse foram suspensos integralmente pela prefeitura.

A Ceub (Congregação Espírita Umbandista do Brasil), entidade responsável pela organização do evento, optou pela organização de uma vaquinha virtual para cobrir os custos com a festividade. Apesar de a arrecadação ficar bem abaixo da expectativa dos organizadores, o evento será realizado.

Os representantes da Ceub reclamam que “falta diálogo” com a gestão municipal. “Nós temos vontade de conversar com o prefeito Marcelo Crivella. Seria legal que ele pelo menos considerasse um diálogo com o pessoal da umbanda. Protocolei um pedido de reunião com ele em 26 de janeiro. Até hoje não obtive resposta”, afirmou o produtor executivo Jorge Mattoso.

A administração Crivella disse apenas a renda seria convertida para “educação e saúde”. Declarou em nota oficial que “A redução se deu pelas notórias dificuldades orçamentárias vividas pela Prefeitura em decorrência da crise e da determinação de se reduzir todos os custos já no início desta gestão. Em relação aos eventos que receberão verbas, essa é uma demanda que vem da própria Mitra e que é submetida à análise da Prefeitura. Portanto, não há previsão de pagamento nem de quais eventos serão apoiados”.

A assessoria do gabinete do prefeito declarou também que não se trata de perseguição religiosa, pois “a Coordenadoria de Respeito à Diversidade Religiosa, vinculada à Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, mantém diálogo com todos os grupos e entidades representativas que atuam no município, inclusive a Congregação Umbandista do Brasil”. Com informações UOL

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Cid Moreira não se arrepende de ter trocado o JN pela narração da Bíblia: "É uma missão"

O jornalista chega aos 90 anos com a convicção de que está no caminho certo, ao se dedicar à propagação da Palavra de Deus.

CId Moreira foi âncora do Jornal Nacional. (Imagem: Reprodução)
CId Moreira foi âncora do Jornal Nacional. (Imagem: Reprodução)
Conhecido até hoje por sua voz imponente, o jornalista e apresentador Cid Moreira chega aos 90 anos, celebrando o fato de que está se dedicando a um trabalho que ele trata como uma verdadeira missão: divulgar a Bíblia e sua poderosa mensagem.

Apesar de ter batido o recorde como o âncora que mais tempo esteve à frente de um mesmo telejornal, ele revelou que não sente saudades da bancada do Jornal Nacional e não se arrepende de ter trocado a apresentação do JN pela narração da Bíblia no final dos anos 90 - projeto que mantém vivo até hoje.

"Não tenho saudade nenhuma, porque hoje, na altura dos meus 90 anos, eu vivo uma fase que considero mais gloriosa", explicou o jornalista em uma entrevista para o UOL.

Cid Moreira explicou que vê a divulgação da mensagem bíblica realmente como uma missão que quer cumprir até seus últimos dias.

"Eu invisto em mim levando a palavra de Deus sempre que eu posso. É uma missão que vou cumprir até o último dia da minha vida", acrescentou ele, que já vendeu mais de 60 milhões de cópias de suas leituras da Bíblia, em cerca de 20 anos e ainda faz algumas narrações para o Fantástico.


Canal da Bíblia


Apesar de seguir como contratado da Globo, seu recente canal do Youtube para divulgar suas narrações bíblicas e palestras pelo país estão ganhando cada vez mais notoriedade.

"A Bíblia é o testemunho de acontecimentos históricos de tal magnitude que mudaram o mundo em que vivemos. Revela quem é Deus e quem é Jesus: o homem que dividiu o tempo em antes e depois dEle", destacou Cid Moreira em um vídeo de apresentação do "Canal da Bíblia".

Chamado de "Canal da Bíblia", o espaço também oferecerá alguns tipos de perguntas e tem acesso a estudos preparados por teólogos, que ajudarão os internautas a se guiarem na leitura bíblica.

"Ao final [do estudo da Bíblia], você terá crescido na fé e na consciência, que são os principais para uma vida mais plena, mais consciente e mais fraterna", explicou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES D'O TV FOCO

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Ex-líder do Comando Vermelho se converte após invadir igreja: “Senti a presença de Deus”

Aldidudima Salles, aos 53 anos, carrega a missão de resgatar pessoas, assim como ele foi resgatado há 32 anos.

Aldidudima Salles ajudou fundar o Comando Vermelho, mas se converteu há 32 anos. (Foto: Antônio de Picolli)
Aldidudima Salles ajudou fundar o Comando Vermelho, mas se converteu há 32 anos. (Foto: Antônio de Picolli)
Hoje, aos 53 anos, um dos fundadores da organização criminosa Comando Vermelho carrega a missão de resgatar pessoas através do Evangelho de Cristo, assim como ele foi resgatado há 32 anos.

Conhecido no mundo do crime como “Ligeirinho”, Aldidudima Salles era um dos homens mais temidos do País entre as décadas de 1980 e 1990. Natural do Ceará e filho de militar, Salles praticou seu primeiro crime aos 13 anos na favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Quando estava recolhido no reformatório de menores infratores, Ligeirinho foi convidado a integrar o Comando Vermelho. Aos 14 anos, ele ocupava a segunda posição de liderança da organização criminosa e delegava 46 homens na comunidade da Rocinha. Com 16 anos, ele comandava mais de seis mil traficantes. Foi quando viajou à Colômbia para se especializar no tráfico internacional de drogas com Pablo Escobar, chefe do Cartel de Medellín, de quem se tornou amigo.

De acordo com Salles, o Comando Vermelho chegava a movimentar cerca de R$ 50 milhões por mês com a venda de drogas. Com o lucro obtido pelo narcotráfico, Ligeirinho chegou a comprar 753 imóveis, sendo 15 deles mansões em Angra dos Reis, avaliadas em R$ 10 milhões cada.

Autor de 76 assassinatos, Salles lembra que agia sem piedade de suas vítimas. “Eu não tinha o capeta no corpo, eu entrava no capeta, mas me libertei”, destaca.

Mudança

No entanto, sua vida no crime teve o fim decretado no dia 28 de março de 1986, quando Salles decidiu assassinar um pastor e fiéis de uma igreja evangélica de sua comunidade por desobedecerem a uma ordem do Comando Vermelho.

“Eu odiava os evangélicos. Os usuários de droga daquela localidade estavam se convertendo, e consequentemente as vendas no ponto de tráfico em frente à igreja foram prejudicadas. Mandamos um recado ao pastor para que fechasse a igreja, caso contrário, ele e quem estivesse no culto na data marcada seriam mortos”, disse ele ao Ta No Site.

“Eu e um grupo de traficantes entramos na igreja para cumprir a promessa de assassinar quem estivesse ali. Porém, o homem que deveria atirar contra o pastor começou a chorar e me disse que algo estranho estava acontecendo com ele. As pessoas continuaram orando com o pastor, e eu também fui tocado naquele momento. Senti a presença de Deus”, revela o ex-criminoso.

“Então entreguei meu revólver ao pastor, e decidi que jamais voltaria a cometer crimes. Fiquei oito anos fora do País por receber ameaças de morte, e há 32 anos minha missão é resgatar pessoas através da palavra de Deus”, celebra o pastor.

Condenado a 300 anos e seis meses de prisão, Salles cumpriu 10 anos, dois meses e três dias da pena máxima existente no Brasil (30 anos). Na década de 1990, ele foi beneficiado com indulto presidencial por solicitação de uma ex-governadora que diz ter sido curada de um câncer após oração feita por ele.

Desde que se tornou pastor, Salles já passou por 32 países e acredita ter ganhado mais de 10 mil pessoas para Jesus ao longo desses 32 anos de evangelização — entre elas um de seus 14 filhos, que também integrou o Comando Vermelho.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE TA NO SITE

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Mais de 7 mil pessoas são batizadas às margens do Rio Negro, no Amazonas

A cerimônia foi conduzida pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas na última sexta-feira (8) e reuniu cerca de 1.176 congregações.

Cerca de 7.420 pessoas foram batizadas às margens do rio Negro. (Foto: Jander Robson)
Cerca de 7.420 pessoas foram batizadas às margens do rio Negro. (Foto: Jander Robson)
Mais de sete mil pessoas foram batizadas na última sexta-feira (8) na praia da Ponta Negra, às margens do rio Negro, em Manaus. A cerimônia foi conduzida pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas (Ieadam) e reuniu cerca de 1.176 congregações.

Pessoas de diversas regiões da capital amazonense foram batizadas por cerca de 450 pastores que participaram como voluntários, segundo o pastor Raimundo Chagas coordenador do evento.

“Só hoje batizamos 7.420 pessoas, mas no interior do estado somamos 12 mil novos membros da Ieadam. Esses novos participantes são aqueles que tomaram a decisão de aceitar a Jesus como salvador. Tinham vidas sem esperança e, após a palavra, decidiram servir a Cristo. Eles passam por um período de orientação durante três meses, antes do batismo nas águas”, disse o pastor ao jornal A Crítica.

A partir de uma balsa no meio do rio, o pastor Jonatas Câmara, presidente do Ieadam, pregou uma mensagem aos fiéis que seriam batizados na cerimônia.

“Essa igreja nasceu às margens do rio negro. Nossos pioneiros ganharam vidas para Jesus. Foi através desse exemplo que podemos ver nossa comunidade querer estar mais junto de Deus. É muito bonito ver as famílias, jovens e crianças, com a certeza que optaram pelo caminho da salvação”, disse Câmara.

A cerimônia foi conduzida pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Amazonas. (Foto: IEADAM)
O batismo nas águas também contou com apresentações musicais de cantores como Ana Paula Valadão e Ozéias de Paula. A cerimônia se iniciou às 15h30 e durou duas horas.

A maioria das pessoas que se batizaram são jovens entre 14 e 25 anos. Emmanuele da Silva tem apenas 12 anos, idade mínima para ser batizada na Ieadam, mas aguardava ansiosa pela cerimônia.

“É algo emocionante e diferente. É a nossa morte mundana, é quando deixamos todos os nossos erros de lado começamos a viver para cristo e o espírito santo dele começa a viver em nós por completo”, explicou.

Esta foi a 17ª edição do batismo em águas, que também celebrou o aniversário de 100 anos da Ieadam em Manaus e outros 61 municípios do Amazonas.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE A CRÍTICA

domingo, 10 de dezembro de 2017

Almejando o Senado, Marco Feliciano afirma: “Podemos mudar o Brasil”


Deputado está de saída do PSC, devendo se filiar ao Podemos

por Jarbas Aragão
Almejando o Senado, Marco Feliciano afirma: "Podemos mudar o Brasil"

Após a saída de Jair Bolsonaro, que foi para o Patriota (ex-PEN), agora é Marco Feliciano que deve abandonar o PSC. Após quase oito anos como deputado federal pelo partido, ele deve se juntar ao Podemos (ex-PTN).

Um dos motivos para essa mudança é seu desejo de disputar uma vaga no Senado e a nova sigla lhe ofereceria “melhores condições”.

Atualmente, o Podemos conta com 16 deputados, cinco a mais que o PSC. Portanto, tem direito a mais tempo de TV e recursos advindos do Fundo Partidário. Até o momento a sigla não confirmou que irá lançar Feliciano ao Senado por São Paulo. Em 2014, o pastor foi o terceiro deputado mais votado no estado, com cerca de 400 mil votos.

Anteriormente foi noticiado que Feliciano procurava uma nova legenda. Chegou a conversar com o PTB de Roberto Jefferson, que tem 22 deputados na Câmara. Mas agora sua assessoria confirma que ele pode fechar com o Podemos.

“O deputado entende toda essa movimentação social da sociedade como um todo como um chamado divino à mudança, e como fiel que é só compete a ele segui-lo. E o Podemos ofereceu ampla possibilidade de debate e negociações”, afirmou a equipe de comunicação do parlamentar ao Estado de São Paulo.

Ao falar sobre a possibilidade de disputar Senado, a resposta foi enigmática: “Ele anseia, sim, por novos desafios”.

Procurado pelo portal Gospel Prime, o deputado disse: “Terminou um ciclo. Inicia outro. Podemos mudar o Brasil”, numa menção ao lema da sua nova casa no Congresso.

sábado, 9 de dezembro de 2017

"A perseguição aqui está como nos tempos de Paulo", diz pastor preso na Índia

O pastor teve seu direito a fiança negado e pode passar até três anos preso.

Pastor Stanley Jacob e sua família. (Foto: BACA).
Pastor Stanley Jacob e sua família. (Foto: BACA).
Sete pastores foram presos no norte da Índia e podem enfrentar anos de prisão depois de terem sido acusados ​​de “conversão forçada”. Eles estavam em uma reunião de oração na casa de uma irmã recém convertida quando membros muçulmanos de sua família invadiram o local e alegaram que eles obrigaram a mulher a se converter.

Apesar dela ter dito que as alegações eram fruto da falta de vontade de sua família muçulmana em aceitar que seus entes queridos se converteram ao cristianismo, os pastores foram presos. A Associação Cristã Britânica/Ásia, com sede em Londres, alertou sobre as prisões dos pastores no Estado de Uttar Pradesh.

Eles foram acusados nos termos da seção 295A do Código Penal Indiano e podem enfrentar até três anos por acusações de que eles realizaram uma "conversão forçada" ou "campanha de conversão". Um dos líderes salientou: "Ser um pastor na Índia está se tornando um pesadelo, a perseguição aqui está atingindo os níveis como nos tempos de Paulo".

Como relatado por The Times of India, os pastores foram acusados ​​de recorrer à violência quando os hindus locais se recusaram a aceitar a evangelização. Eles tinham um ministério bastante ativo na área de Irauli Gurjar. Os pastores foram acusados ​​de tentar forçar os hindus de castas inferiores a se converterem ao cristianismo.

Entenda o caso

Os membros da família do Pastor Stanley Jacob disseram ao BACA, também conhecido como a Associação Cristã Paquistanesa Britânica, que Jacob e os outros pastores foram convidados por uma mulher chamada Mamta para ir em sua casa e orar na segunda-feira. Mamta recentemente se mudou para a aldeia depois que ela e seu marido, Pradeep Singh, se converteram ao cristianismo.

"A irmã de Mamta também se converteu recentemente ao cristianismo, mas todas essas conversões haviam perturbado sua família", informa BACA. "Os pastores visitaram a casa para realizar uma reunião e compartilhar o Evangelho, orar e distribuir Bíblias com pessoas locais que iriam também para reunião".

No entanto, a reunião de oração foi interrompida por hindus indignados. De acordo com a BACA, o tio de Singh, Lal, chamou a polícia. Os oficiais chegaram rapidamente e levaram os pastores para longe.

Lal Singh também apresentou uma queixa, apesar de não estar presente durante as reuniões, e alegou que os pastores eram culpados de promover conteúdo blasfemo. Singh também afirmou ter sido informado de que havia conversões forçadas sendo feitas.

Suporte

De acordo com o BACA, os sete pastores foram recusados ​​à fiança na quarta-feira. "Eu não posso expressar a frustração que sinto por esses pastores. As palavras simplesmente não podem transmitir a raiva que sinto quando penso nessa prisão injusta, com base nas mentiras da população local com medo da mensagem evangélica de Cristo", disse o principal oficial do BACA na Índia, pastor Naresh.

"Os homens que tentam salvar a vida e as almas dos outros são presos pelo capricho dos extremistas, mas nunca perdem sua vocação ou fé", complementou. Os sete pastores presos são: Stanley Jacob de Kerala, Pastor David de New Dehli, Vijay Kuma de Odisha, Pastor Amit de Mathura, Cimeira Varghese de Hathras, Pastor Anita de Hathras e Dinesh de Rajasthan.

"Nós faremos o que for possível por esses pastores. Já aconselhei algumas famílias e vou visitá-las e ver o que podemos oferecer, incluindo suporte para honorários legais", declarou Naresh. "No entanto, há esposas e crianças que esperam notícias diariamente, temerosas do que acontecerá com o patriarca de sua família. É simplesmente uma situação devastadora", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Líderes evangélicos querem que Brasil transfira embaixada em Israel para Jerusalém

Deputados e pastores fazem campanha para que Temer siga proposta de Trump
por Jarbas AragãoResultado de imagem para bandeira copa

Líderes evangélicos querem embaixada do Brasil em Jerusalém

No primeiro semestre do ano, enquanto a ideia de mudar a embaixada para Jerusalém era só uma promessa do presidente Donald Trump, alguns parlamentares brasileiros já haviam se posicionado em favor de Israel.

O governo Temer vem votando seguidamente na ONU contra Israel, incluindo apoiando resoluções da UNESCO que desvinculavam os judeus da cidade fundada pelo rei Davi há mais de 3 mil anos. O deputado federal Ezequiel Teixeira (Podemos/RJ) foi um dos primeiros manifestar sua contrariedade.

“Isso não reflete a opinião do povo brasileiro. Nós somos amigos do povo de Israel e essa é a posição de um grupo político. Nós, brasileiros, amamos Israel e o povo de Israel. Como cristãos, abençoamos aquela nação”, declarou o deputado, que também é fundador e líder da igreja Projeto Vida Nova no Rio de Janeiro.

Na mesma época, o deputado Victório Galli (PSC/MT) tomou uma iniciativa inédita e pediu no plenário da Câmara: “Mudemos a embaixada para Jerusalém e paremos de tentar deslegitimar o Estado de Israel e sua capital… é hora de voltarmos a dar exemplo ao mundo”.

Ontem, (6) Galli se mostrou atento ao pedido do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que convidou outros países a mudarem suas embaixadas. Aplaudido pelos colegas, pediu a Temer que reconheça Jerusalém e também faça a mudança.

Como este é um assunto em evidência no momento, a BBC explorou a questão mostrando o desconhecimento da grande mídia sobre o que realmente acontece em Israel por trás da “cortina de fumaça” persistentemente lançada pela ONU.

Um dos que se manifestou foi Jony Marcos (PRB/SE), que preside o Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Israel. Apesar de contar, segundo a BBC, com um grupo de “amigos” de Israel totalizando 46 deputados e senadores, nenhuma mudança significativa nas relações diplomáticas entre os dois países é perceptível. O caso mais emblemático foi o imbróglio criado quando a ex-presidente Dilma Rousseff rejeitou a nomeação de Dani Dayan e ficamos sem embaixador de Israel no Brasil por cerca de dois anos.

Jony Marcos, que é ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, afirma que após o recesso parlamentar, no início do próximo ano, pretende mobilizar integrantes do grupo para uma reunião no Itamaraty. O objetivo seria pressionar o governo Temer a seguir os passos da administração Trump.

Isso é algo bastante improvável uma vez que nem as resoluções da UNESCO, que seguem a cartilha política dos islâmicos, foram revertidas até o momento.

Na verdade, a reação política foi anódina quando o governo do Partido dos Trabalhadores doou dinheiro de impostos para o grupo terrorista palestino Hamas, optou pelo reconhecimento da Palestina como nação independente, e cedeu terreno para a construção de sua embaixada em Brasília – a única do tipo fora do Oriente Médio na época.

O governo brasileiro mudou de partido, mas não mudou de posição. Tanto o atual ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, quanto seu antecessor, José Serra, mantiveram a posição de subserviência a pautas de Cuba e Venezuela, defensoras de resoluções sobre questões de direitos humanos em Israel, mas não olharam para seu próprio quintal.

Mas o posicionamento de Trump já coleciona adeptos. Filipinas e República Checa acompanharam a decisão dos americanos e também reconheceram Jerusalém como capital, abrindo negociações para a mudança da embaixada.

No site do Itamaraty não há sequer uma nota para esclarecer a posição do Brasil.

Enquanto isso, a Frente Parlamentar Evangélica, um dos blocos mais importantes dentro da Câmara dos Deputados, se posicionou. Em uma nota assinada pelo seu presidente, Deputado Pastor Takayama (PSC/PR), declarou: “Nós, como Frente Cristã, apoiamos Israel. Todo cristão tem a Bíblia como referência. No capítulo 3 de Gênesis diz que o povo que abençoar Abraão/Israel será um povo abençoado. Abraão é pai dos judeus e dos árabes. É uma questão milenar. Entendemos que isso seja muito importante para Israel e para os cristãos. Todavia, o mecanismo utilizado para o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel não foi devidamente entendido. Mas acreditamos que possa ser o início de um entendimento entre as partes”.
Pastora quer um milhão de assinaturas

Antiga defensora de Israel junto às lideranças eclesiásticas e políticas, a pastora Jane Silva, que preside a Comunidade Internacional Brasil-Israel, está confiante. “Donald Trump está sendo um semeador da verdade”, afirmou.

Ela pretende recolher um milhão de assinaturas na tentativa de pressionar o governo brasileiro a mudar sua postura em relação a Israel. Já planeja a entrega do documento, junto com 3 mil pessoas em um grande evento em Brasília em fevereiro.

Conhecida por seu posicionamento ferrenho, ela liderou em setembro uma comitiva que contava com sete parlamentares, além de figuras de mídia como Joice Hasselmann e Bia Kicis. Eles foram a Jerusalém para um encontro no Ministério das Relações Exteriores de Israel. O objetivo era pedir perdão às autoridades israelenses pela postura do Brasil em votações na UNESCO e na ONU, que rompiam com a tradição de amizade entre os dois países.

No mês seguinte ela esteve em Nova York para um encontro com o diplomata israelense Dani Dayan, pedir perdão ao cônsul em nome dos cristãos brasileiros pela rejeição que ele sofreu do governo de Dilma Rousseff. Ela considera este tipo de gesto algo “profético”.

“O que o governo brasileiro está fazendo (ao apoiar resoluções contra Israel) é rasgar a nossa Bíblia, rasgar a nossa fé. O Brasil vota que Jerusalém não tem a ver com o povo judeu, com Israel. Se Jesus não é homem judeu, não tem a ver com o povo judeu, o Brasil está tentado desmontar a fé no cristianismo”, explica a pastora.

Para ela, o reconhecimento iniciado por Trump é importante porque, “acima de tudo, reconhece uma verdade factual. Que Jerusalém tem sido a capital de Israel desde 1948, e não 1967 como alegam os palestinos”.

Falando ao Gospel Prime, ela enfatiza: “Israel, como qualquer outro país tem o direito de escolher sua capital. Imagine, por exemplo, que a comunidade internacional decida que Brasília não é o local ideal e decidirem que deveria ser o Rio de Janeiro ou Manaus?”.

A pastora não tem dúvida que esta é uma questão sobretudo religiosa. Embora para os muçulmanos seja um local sagrado, isso é uma questão bastante controversa. “Maomé nunca saiu da Arábia, nunca esteve em Jerusalém e a cidade sequer é mencionada no Alcorão. As mesquitas que estão no Monte do Templo foram construída cerca de 75 anos após a morte dele”, lembra.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Netanyahu convida outras nações para reconhecerem Jerusalém como capital de Israel

Filipinas e República Checa são as primeiras a acompanhar os Estados Unidos


por Jarbas Aragão

Netanyahu convida nações para reconhecerem Jerusalém

Minutos após o presidente Donald Trump anunciar o reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel e a futura mudança de sua embaixada de Tel Aviv, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu divulgou um vídeo oficial, onde convida outras nações para reconhecerem Jerusalém como capital de Israel.

Ele garantiu que não haverá “nenhuma mudança no status dos lugares sagrados”, um dos principais pontos de tensão com os palestinos nos últimos dias. O discurso pode ser lido na íntegra abaixo.

Segundo o jornal The Times of Israel, o presidente das Filipinas Rodrigo Duterte já enviou uma mensagem ao governo de Israel, comunicando que deseja mudar a embaixada do seu país para a capital Jerusalém. Ainda segundo o periódico, outros países estão em negociação para fazer o mesmo nas próximas semanas.

Poucas horas depois do anúncios dos Estados Unidos, a República Checa anunciou oficialmente que reconhece Jerusalém como capital de Israel e que mudará sua embaixada assim que os preparativos necessários estejam prontos.


Integra do discurso de Netanyahu:

Este é um dia histórico.

Jerusalém é a capital do povo judeu há 3.000 anos.

Tem sido a capital de Israel há quase 70 anos.

Foi aqui que nossos templos se ergueram, nossos reis governaram, nossos profetas pregaram.

Jerusalém tem sido o foco de nossas esperanças, nossos sonhos, nossas orações por três milênios.

De todos os cantos da terra, nosso povo desejava retornar a Jerusalém, tocar suas pedras douradas, caminhar pelas ruas sagradas.

Portanto, é raro poder falar de marcos novos e genuínos na gloriosa história desta cidade.

No entanto, o pronunciamento de hoje do presidente Trump é uma dessas ocasiões.

Estamos profundamente gratos ao presidente por sua decisão corajosa e justa de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e preparar a abertura da embaixada dos EUA aqui.

Esta decisão reflete o compromisso do presidente com uma verdade antiga, mas duradoura, de cumprir suas promessas e promover a paz.

A decisão do presidente é um passo importante para a paz, pois não há paz que não inclua Jerusalém como a capital do Estado de Israel.
Apelo a todos os países que buscam a paz para se juntarem aos Estados Unidos e reconhecerem Jerusalém como a capital de Israel e a mudar suas embaixadas para cá.

Compartilho o compromisso do presidente Trump com o avanço da paz entre Israel e todos os nossos vizinhos, incluindo os palestinos.
Este foi o nosso objetivo desde o primeiro dia de Israel.

Continuaremos trabalhando com o presidente e sua equipe para tornar realidade esse sonho de paz.

Eu também quero deixar claro: não haverá nenhuma mudança no status dos lugares sagrados.

Israel sempre assegurará a liberdade de culto para judeus, cristãos e muçulmanos.

Presidente Trump, obrigado pela decisão histórica de hoje de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

O povo judeu e o Estado judeu lhe serão eternamente gratos.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

"O maior título da minha vida foi quando me firmei com Jesus", diz ex-jogador Zinho

Falando sobre as dezenas de vitórias que acabou acumulando em sua carreira, Zinho revelou que considera que seu maior título é o de 'filho de Deus'.


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Ser tetracampeão do mundo pela Seleção Brasileira de Futebol pode parecer uma emoção indescritível, mas segundo o ex-jogador de renome mundial, Crizam César de Oliveira Filho - mais conhecido como Zinho - nem mesmo esta conquista se compara ao sentimento de plenitude que é entregar sua vida a Jesus.

A declaração foi feita pelo ex-jogador em um bate-papo com o pastor Maurício Fragale para o programa "Nova Talk", no qual ele compartilhou um pouco mais de seu testemunho.

Já no início da entrevista, Zinho conta que apesar de seus parentes contarem uma história descontraída sobre a sua relação com o esporte já desde criança, hoje ele compreende que o futebol fazia parte do cumprimento dos planos de Deus em sua vida.

"Quando eu tinha três anos de idade, na Copa de 70... um tio meu tinha uma casa em Petrópolis e a gente foi para lá. O Brasil foi campeão do mundo e os meus primos saíram para comemorar. Ninguém me viu indo atrás deles e muito menos eles", contou.

"Na época, a minha mãe era católica e ficou rezando, pedindo para eu aparecer, agarrada com o sapatinho meu que ficou em casa e, justamente, foi o do pé esquerdo. Eu sou canhoto no futebol, a direitinha era só para tocar a bola. E a minha mãe ficava: 'O meu filho tem que aparecer, abençoa, protege, se ele aparecer, um dia ainda vai ser jogador de futebol, esse pezinho esquerdo aqui ainda vai dar muita alegria", acrescentou.

Zinho reconhece que acima da "profecia" de sua mãe, já estava a ação soberana de Deus sobre sua vida.
"É aquela coisa de mãe, da fé. Claro que não foi por causa disso, Deus já tinha um plano para a minha vida, mas todo mundo, a família toda conta essa história quando eu comecei a 'engatinhar' no futebol, que foi alguns anos depois"


Maior título


Falando sobre as dezenas de vitórias que acabou acumulando em sua carreira, Zinho revelou que considera que seu maior título está fora do esporte.

"Saí da Baixada para ser campeão do mundo pela Seleção e voltei para a Baixada, para ajudar o Nova Iguaçu a ir para a primeira divisão. Foi muito legal esse projeto, deu certo, eu tenho esse título também na minha carreira", relatou. "Foram 29 títulos na minha carreira. Na verdade são 30, porque o maior de todos não foi como jogador, foi o de ser filho de Deus. O maior título da minha vida foi quando eu me batizei, me converti, me firmei com Jesus e aí eu ganhei o título da vida, que é ser filho de Deus".

Clique no vídeo acima para conferir a entrevista completa.

FONTE: GUIAME

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

"Eu bebia até etanol", diz cristã que passou 22 anos na cracolândia

Eleusa chegou a deixar a guarda de seus filhos com a mãe por não conseguir mais cuidar deles.

Eleusa agora se dedica em ajudar pessoas em situação de vício. (Foto: Reprodução).
Eleusa agora se dedica em ajudar pessoas em situação de vício. (Foto: Reprodução).
Eleusa Reis é uma missionária do projeto Cristolândia. Mas, nem sempre foi assim. Há anos ela foi resgatada das drogas pela iniciativa. sua história é marcada por grandes aflições e pela graça de Deus quando a alcançou. Ela conta em entrevista para o programa Noite e CIA que na época, começou a se envolver com as drogas para sustentar os filhos.

“Eu era mãe solteira com cinco filhos, tinha uns 28 anos e trabalhava como faxineira. Nessa trajetória eu morava na favela que é a maior favela do mundo, o centro das drogas em São Paulo e toda vez que eu passava pelo traficante ele falava: ‘Você é besta, tá trabalhando para ganhar um salário mínimo, passando fome para sustentar os seus filhos sendo que pode ganhar muito mais’. Aquilo foi me apertando e chegou um tempo que eu aceitei o convite dele”, contou.

“Na época eu só trabalhava para cuidar dos meus filhos. Então, comecei a vender drogas e depois a fumar beber para ficar acordada e ficar bem para vender as drogas. Depois passei a cheirar cocaína”, disse.

O vício

“Eu não tinha envolvimento com a droga e nem com os traficantes. Passava, dava boa noite, entrava na minha casa e cuidava dos meus filhos. Comecei a ser uma das melhores vendedoras de drogas. Vendia bem e por isso comecei a ter dinheiro. Mas chegou um tempo que eu não estava mais vendendo para comprar comida, eu estava vendendo para pagar o meu vício. Eu vendia para consumir, até que cheguei ao ponto de entregar os meus filhos para minha mãe”, relatou.

“Então eu fui presa por tráfico de drogas durante oito anos. Me pegaram no centro de São Paulo, mas devido ao bom comportamento ganhei o regime semiaberto. Lá dentro eu continuava fazendo uso da droga. Sai do semi-aberto e não voltei mais. Eles me procuravam, mas o melhor lugar para ir era a rua. Nisso eu comecei a ficar definitivo na Cracolândia”, pontuou.

Comecei a me prostituir por  50 centavos e a vender meu corpo para ter drogas, cola de sapato, tudo que você imaginar. Eu ficava louca 24 horas eu comecei a beber etanol de posto. Eu colocava açúcar, água e tomava, por que droga nenhuma fazia mais efeito em mim. Sofri abuso. A gente faz corre para se prostituir. Passei 22 anos na Cracolândia”, colocou.

Mudanças

“Devido a tudo isso eu pedir ajuda ao projeto Cristolândia que são implantados dentro da Cracolândia para transformar a Cracolândia em Cristolândia. Eles me acharam lá, fui para o projeto e me recuperei. Fui batizada em Foz do Iguaçu. Isso foi em 2010. Fiquei cerca de nove meses nessa casa de recuperação”, disse.

“Nisso eu fiz um propósito com Deus quando estava batizando. Eu disse que se eu me recuperar, eu ia fazer a mesma coisa que fizeram por mim. E foi o que eu fiz. Já usava drogas há quase 30 anos a ponto das pessoas dizerem que eu não tinha mais jeito, que o jeito era morte. Ninguém tinha mais esperança em mim. Ninguém dava mais nada por mim, dizendo que nem Deus ia dar um jeito. Hoje eu sou uma missionária do projeto Cristolândia, hoje eu tenho orgulho de dizer que se eu soubesse que era tão bom servir a Deus eu não teria servido a Satanás. Através do projeto e de orações dos cristãos hoje eu faço a mesma coisa”, finalizou.

Confira o testemunho de Eleusa na íntegra:

FONTE: GUIAME

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

“Deus me abençoou para abençoar”, diz um dos jogadores mais bem pagos do futebol americano ao enviar doação a igrejas


A generosidade costuma ganhar destaque no período que antecede o Natal, e o exemplo do jogador de futebol americano Josh Norman, cornerback do Washington Redskins, ganhou manchetes na grande mídia recentemente, com seu anúncio de que doará parte dos valores que ganhou com seu novo contrato.

Norman é um dos atletas mais bem pagos da NFL. Atualmente, ele cumpre um contrato de US$ 75 milhões, assinado em abril de 2016 e válido por cinco temporadas. Ele enviou uma carta aberta aos pastores de sua cidade natal, Greenwood, Carolina do Sul (EUA), afirmando que ele ajudará a suprir as necessidades das igrejas.

A carta aberta foi publicada no jornal local da cidade com o compromisso público de ajudar no que for preciso: “Suas orações e devoção às pessoas da sua congregação, a quem Deus lhe deu a administração, não passaram despercebidas. Pois a necessidade das pessoas na igreja e na comunidade que vocês atendem está sempre acima da comunhão”, afirmou o jogador.

“Esta temporada, Deus colocou no meu coração, como um servo da coroa que será alcançada, abençoar todas as igrejas em Greenwood com meus dízimos, oferecendo amor e paz. É meu desejo que todos, em seu lugar de oração, sejam tocados por esta benção que recebi e agora dou a vocês”, acrescentou, referindo-se ao grande contrato na NFL.

De acordo com informações do portal The Christian Post, Josh Norman tornou-se o cornerbackmais bem pago da NFL quando assinou o atual contrato. Na carta, ele diz que pode “não cumprir toda a lista [de necessidades]” apresentadas pelos pastores, “mas vou fazer o meu melhor com o que Deus me abençoou para defender as necessidades das suas igrejas”

Ele salientou que os pastores deveriam sentir-se à vontade para enviar uma carta com a lista de “preocupações da igreja” e as “necessidades dos jovens”, para que ele pudesse buscar meio de custear as despesas. “Eu vou ler cada carta e responder todas com respeito”, garantiu, reforçando que as cartas deveriam ser enviadas ao campo de treinamento dos Redskins até 12 de dezembro.

Ao final, o atleta citou Romanos 12:13: “Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade”.

Brian Smith, representante da organização cristã Atletas em Ação, elogiou a iniciativa: “O que pode significar amar a Deus e abençoar os outros com os recursos que Ele nos deu, na nossa comunidade local? É o que acontece quando compreendemos que a nossa principal função como cristãos é amar a Deus e amar os outros com o que nos foi confiado”, disse.

O ex-treinador de Josh Norman, Kevin Addis, contou que a generosidade não surgiu agora que se jogador se tornou multimilionário: “Eu acho que isso mostra o quanto ele ama o lugar de onde ele veio”, declarou Addis.

Fonte: https://noticias.gospelmais.com.br

domingo, 3 de dezembro de 2017

Marina Silva se lança como pré-candidata a presidente

Missionária da Assembleia de Deus, ex-senadora tenta se afastar da imagem de religiosa

por Jarbas Aragão
Marina Silva se lança como pré-candidata a presidente

A ex-senadora pelo Acre, ex-ministra de Lula e fundadora da Rede, Marina Silva, lançou oficialmente neste sábado (2) seu nome como pré-candidata à presidência da República. Essa será a terceira vez que ele concorre ao cargo. Em cada eleição, foi por um partido diferente.

Em 2010, ainda filiada ao PV, ela fechou a apuração com 19,6 milhões de votos (19%), ficando de fora do segundo turno. Quatro anos depois, Marina estava no PSB, como vice de Eduardo Campos, que morreu em acidente aéreo. A candidata entrou tardiamente na disputa e causou mudanças no cenário eleitoral. As pesquisas chegaram a colocá-la empatada com Dilma no primeiro turno e vencedora no segundo, mas o resultado final foi diferente. Ela teve 22,1 milhões de votos (21%).
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No evento deste sábado, realizado em Brasília, Marina confirmou que sairá pela Rede, partido que conta com deputados federais advindos de outras siglas, como PT (Alessandro Molon) PCdoB (Aliel Machado e João Derly) PROS (Miro Teixeira), Randolfe Rodrigues, único representante da REDE no Senado, era do PSOL.

Seu partido ainda não escolheu quem sairá como candidato a vice, mas será anunciado até agosto do próximo ano.

Durante a cerimônia, que foi transmitida ao vivo pelo Facebook, foi lida uma carta onde foram destacados os pontos principais da pré-candidatura: o equilíbrio fiscal, os avanços sociais e o desenvolvimento sustentável.

Parte do texto assegura: “O Brasil está atravessando um momento muito difícil, não por falta de meios ou potencial para o desenvolvimento estável e sustentável, mas pela derrocada do sistema político como fonte de liderança, credibilidade, representatividade e propostas agregadoras e viáveis para sair da crise e ir adiante”.

A REDE fez muitas críticas ao atual governo, manifestando-se contra as reformas propostas pelo presidente Michel Temer, como a reforma da Previdência. Sem citar partidos nem políticos pelo nome, ignorou as denúncias contra o PT, preferindo-se concentrar na aliança de partidos que dão sustentação ao atual governo.

A carta diz “Não aceitamos mais como regra da ação política o conluio que coloca o patrimônio de toda a sociedade a serviço de interesses individuais ou de grupos. Sem falar daqueles que assaltaram – e dos que continuam assaltando – os cofres públicos para enriquecimento próprio ou para irrigar seus projetos de poder, e que, com impressionante cinismo, falam hoje em ‘reformas imprescindíveis’ para ‘salvar o país'”.

O texto diz também que a REDE está aberta a coligações com partidos que tenham “protagonismo ético, compromissos sociais e ambientais”.

Posições conhecidas de Marina

Marina da Silva é evangélica há 20 anos, mas desde a última eleição vem tentando afastar a imagem de religiosa. Em 2015, quando questionada sobre as lutas da comunidade LGBT, fez questão de deixar claro: “Eu tenho minhas convicções religiosas, mas vivemos em um Estado laico que garante os direitos dos que creem e dos que não creem”.

Em uma entrevista ao jornalista William Waack, na Rede Globo, Marina disse que seu partido defende “a união civil entre pessoas do mesmo sexo” que ela não chama de casamento.

Com medo de ser comparada à bancada evangélica – que tem posturas que Marina não concorda – a ex-senadora se mostrou defensora do Estado laico.

Durante um encontro com lideranças evangélicas na campanha passada, Marina afirmou que não usaria sua religião para se eleger. “Há uma visão equivocada de que pelo fato de eu ser evangélica iria transformar os púlpitos das igrejas em palanques e os palanques em púlpitos”.

No site da REDE existem diversos vídeos onde são explicadas as convicções do partido e da própria Marina, inclusive sobre o aborto. Num deles, ela afirma: “Eu não defendo, porque eu defendo a vida. Mas não acho que uma mulher que teve que lançar mão de uma situação extrema como essa deva ir para cadeia. Uma pessoa como essa precisa de acolhimento. Precisa de todo o respeito em relação a sua condição e, a maioria das pessoas que fazem essa escolha, elas pagam um preço emocional muito grande na maioria das vezes”.

A ex-senadora também é sabidamente a favor do desarmamento e contra a redução da maioridade penal. Com informações das agências e REDE

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sábado, 2 de dezembro de 2017

Em mensagem de Natal, Trump diz que Jesus é “o presente mais extraordinário de todos”


Presidente dos EUA faz o discurso mais cristão de sua carreira e é criticado
por Jarbas Aragão

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Jesus é "o presente mais extraordinário de todos"

Criticado pela mídia nos últimos dias por divulgar vídeos que mostram a intolerância religiosa de islâmicos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump fez nesta quinta-feira (30) o discurso mais cristão de um presidente em décadas.

Ao contrário do seu antecessor Barack Obama, que nos seus oito anos evitou referências diretas ao cristianismo em seus discursos, optando por uma visão mais “inclusiva” da Natal, Trump disse que estava “recuperando” o hábito de um presidente comemorar a data.


Como praticamente tudo que ele fala vira polêmica, a simples frase “É minha tremenda honra desejar aos Estados Unidos e ao mundo um Natal muito feliz”, gerou críticas, sobretudo na imprensa.


Durante a tradicional cerimônia de acender a árvore de Natal em frente a Casa Branca, abrindo oficialmente a série de eventos comemorativos deste mês, durante quase 10 minutos Trump falou sobre o resgate das tradições e valorizou a família.

Ao lado da esposa Melania, ele deu continuidade à tradição que começou quase um século atrás, com o presidente Calvin Coolidge em 1923.


“Desde os primeiros dias de nossa nação, os americanos reconhecem que o Natal é uma época para a oração, louvor e gratidão. De pedirmos por boa vontade, paz e renovação”, enfatizou o presidente.

O bilionário, que venceu as eleições com apoio maciço dos votos evangélicos, possui um “conselho de pastores” que se reúne regularmente com ele desde a campanha.

Ele afirmou ontem em cadeia nacional de TV que, “Para os cristãos, esta é um período sagrado que marca a celebração do nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo”. Lembrou ainda que “A história de Natal começa 2.000 anos atrás com uma mãe, um pai, seu bebezinho e o dom mais extraordinário de todos: o amor de Deus para toda a humanidade”.

Trump enfatizou que “Jesus mudou para sempre o curso da história humana”, pois “Não há quase nenhum aspecto de nossas vidas hoje que não tenha sido influenciado por ele: arte, música, cultura, leis e o nosso respeito pela sagrada dignidade de cada pessoa em todos os lugares do mundo”.

Em sua fala, ele agradeceu aos militares, os policiais e os líderes religiosos por suas contribuições pela nação.

O tom quase pastoral da mensagem surpreendeu, por não se pautar no politicamente correto que parece predominar no meio político.

Ressaltando que “a família é o alicerce da sociedade”, ele disse acreditar que “o verdadeiro espírito do Natal não é mostrar aquilo que temos, mas quem nós somos. Cada um de nós é um filho de Deus. Essa é a verdadeira fonte de alegria nesta época do ano”. Com informações CBN

Assista:

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Cientista é rejeitado pela comunidade científica após defender que Deus criou o mundo

Günter Bechly passou deixou de ser membro da comunidade científica e perdeu sua página na Wikipedia, apenas por combinar fé e ciência.

Günter Bechly passou deixou de ser membro da comunidade científica e perdeu sua página na Wikipedia. (Foto: Reprodução)
Günter Bechly passou deixou de ser membro da comunidade científica e perdeu sua página na Wikipedia. (Foto: Reprodução)
Durante o último ano, o cientista Günter Bechly passou de um respeitado membro da comunidade científica a um pária, perdendo sua posição como curador de museu e tendo sua página na Wikipedia removida, pelo crime de combinar fé e ciência.

Bechly é um paleontólogo especializado em história fóssil e sistemática de insetos, que acredita que a ciência e a religião podem andar de mãos dadas. “Eu não me tornei cristão apesar de ser cientista, mas por causa disso”, ele escreveu em seu site.

O cientista começou a se afastar da Teoria da Evolução em 2009, quando ele trabalhou no projeto que celebrava 100 anos da publicação “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin. Neste processo, Bechly percebeu que evidências sobre a teoria evolutiva não estão disponíveis em muitos dos seus próprios achados em paleontologia.

Como cientista, suas teorias sofreram mudanças para se adequarem às suas observações. Em 2015, Bechly rejeitou publicamente a evolução darwiniana. “Eu sou cético sobre a teoria neodarwiniana da macroevolução e apoio da teoria do Design Inteligente por razões puramente científicas”, ele declarou em seu site.

A Teoria do Design Inteligente defende que muitas características do Universo e dos seres vivos são mais comumente explicadas por uma causa inteligente, não por um processo não guiado como a seleção natural.

A nova posição de. Bechly resultou em sua expulsão do cargo de curador do State Museum of Natural History em Stuttgartt, na Alemanha. Sua página na Wikipédia foi removida em outubro, com os moderadores questionando sua “notabilidade”. Pouco tempo depois, sua página foi retomada e hoje se encontra disponível na enciclopédia colaborativa.

Opiniões

Para Nathan Aviezer, professor de física da Universidade Bar Ilan, não é surpreendente ver a dureza com que a posição de Bechly foi tratada. “Darwin tornou-se um deus. O triste fato é que existe um suporte fanático para a teoria da evolução na comunidade científica. Eles não querem ouvir nada mais e essa não é uma abordagem científica”, disse ele ao site Breaking Israel News.

Gerald Schroeder, um estudioso da Torá com PHD em física, acredita que há um viés contra a Bíblia na comunidade científica. “Existe uma agenda na mídia para apresentar um mundo aleatório, resultante da mutação pela evolução, embora não haja evidências de que as mudanças observáveis ​​sejam resultado de um processo aleatório”, afirma.

Para que haja um avanço, Schroeder ambos os lados do debate devem abordar diferentes estratégias. “Eu procuro encontrar a confluência entre ciência e a Bíblia, em vez de criar conflitos. A ciência e a crença eram compatíveis com a maior parte da história humana. Deus poderia ter criado o mundo em um instante, mas ele escolheu fazê-lo em um processo. A evolução é o fluxo da vida que vai do simples ao complexo, que é precisamente o processo que vemos nos seis dias da Criação”, argumenta.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE BREAKING ISRAEL NEWS

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Israel completa 70 de renascimento: “sinal profético”

Em 29 de novembro de 1947, a ONU fazia votação histórica, sob a liderança de um brasileiro

por Jarbas Aragão

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Israel completa 70 de renascimento: "sinal profético"

Quem visita o Museu do Holocausto Yad Vashen, em Jerusalém, pode contemplar, sobre os umbrais da saída, o versículo “E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o SENHOR, disse isto, e o fiz, diz o SENHOR”, Ezequiel 37:4.

A passagem bíblica é vista como uma promessa de que Deus iria restaurar aos judeus a sua terra, mesmo após seis milhões deles terem sido mortos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Apenas dois anos depois, em 29 de novembro de 1947, o mundo soube, pelo rádio, que a profecia de Ezequiel de restaurar “o vale dos ossos secos” estava se cumprindo.

Após cerca de dois mil anos, renascia o Estado de Israel como nação independente. Esse novo capítulo em sua história teve como um dos protagonistas o brasileiro Oswaldo Aranha, presidente daquela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).

Ele anunciou a aprovação da Resolução 181 da ONU. Foram 33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções, ficava decretada a formalização de Israel. A declaração de independência só viria a ocorrer em 14 de maio de 1948.

A proposta da Resolução 181 foi feita pelo UNSCOP (United Nations Special Committee on Palestine), órgão criado para elaborar a partilha da chamada Palestina até então sob mandato britânico. O Reino Unido controlava a região desde o fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), quando o Império Otomano perdeu finalmente o domínio sobre ela.

Essa data histórica para o povo judeu, completa 70 anos. Toda a população judaica de Israel, que na época era de 600 mil pessoas, “saiu às ruas e varou a madrugada em um estado que misturava êxtase, alívio e medo”, conta o cônsul de Israel em São Paulo e na região Sul do Brasil, Dori Goren.

“Este dia foi histórico, extraordinário, muito importante para o nosso povo, porque depois de 2 mil anos de exílio, de incerteza, de não ter independência, de não ter um Estado, a comunidade internacional resolveu criar uma nação para o povo judeu”, lembra Goren.

Sinal profético

Para muitos estudiosos, como o conferencista internacional Asher Intrater, um judeu messiânico que fundou o ministério Reaviva Israel, a chegada dos 70 anos da fundação de Israel é um “sinal profético”.

Asher anunciou na Charisma, a maior revista pentecostal do mundo, que acredita que o momento que estamos vivendo é especial. “Está havendo uma aceleração do relógio para as nações, para Israel, para a Igreja, para as comunicações, para a revelação, para o avivamento, para a perseguição, para o término da grande comissão de Atos 1.18, para o derramamento do Espírito sobre toda a carne de acordo com Atos 2.17 e para a restauração de todas as coisas como descrito em Atos 3.21. O ano de 2017 representa um avanço marcante, um “recomeço” para que as profecias apostólicas e apocalípticas se cumpram”, anunciou.

Seu pedido é que a Igreja se desperte para isso e apoie Israel, que vem enfrentando grandes ameaças nos últimos meses, sobretudo de organizações como a ONU que desejam intervir e dividir Jerusalém, o que poderá dar início a uma grande guerra.

Relação dos votos da Resolução 181:

Países que votaram a favor: Canadá, EUA, Bélgica, Dinamarca, França, Islândia, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Suécia, União Soviética, Ucrânia, Bielorússia, Checoslováquia, Polónia, África do Sul, Libéria, Austrália, Nova Zelândia, Filipinas, Bolívia, Brasil, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Haiti, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Perú, Uruguai, Venezuela.

Países que votaram contra: Grécia, Turquia, Egipto, Cuba, Afeganistão, Índia, Irão, Iraque, Líbano, Paquistão, Arábia Saudita, Síria, Iémen.

Países que votaram com abstenção: Reino Unido, Argentina, Chile, Colômbia, El Salvador, Honduras, México, China, Etiópia, Iugoslávia. Com informações de R7 e Charisma

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Jogadores montam igreja e fazem cultos nos treinos: “Isso é viver para o Senhor”

O time de futebol americano Philadelphia Eagles não é conhecido apenas por seu rendimento em campo, mas também pela fé de seus jogadores.

Steve Smith orando com jogadores da Philadelphia Eagles em Baltimore, Maryland. (Foto: Patrick Smith/Getty Images)
Steve Smith orando com jogadores da Philadelphia Eagles em Baltimore, Maryland. (Foto: Patrick Smith/Getty Images)
O time de futebol americano Philadelphia Eagles não é conhecido apenas por seu rendimento em campo, mas também pela fé de seus jogadores.

Como a maioria dos domingos durante a temporada de futebol são ocupados, os Eagles contam com uma capela nas instalações da equipe, onde são realizados cultos e estudos bíblicos semanais para atletas e familiares.

“Toda segunda-feira à noite, temos um estudo bíblico de casais. Nós temos um estudo bíblico da equipe de quinta-feira. E nas noites de sábado, nos reunimos na noite anterior ao jogo, oramos e conversamos sobre a Palavra”, disse o quarterback Carson Wentz. “Ter isso em uma instalação da NFL como essa, é realmente especial”.

Junto com Torrey Smith e Chris Maragos, Wentz é um dos líderes do time quando o assunto é fé. Os três estão muito orgulhosos por verem seus companheiros amadurecendo não apenas como atletas, mas como homens.

“Eu acho que estamos sempre desafiando uns aos outros para não perder de vista uma imagem maior. Ganha, perdas, altos, baixos, tudo o que vem com este jogo, é muito fácil tirar a sua mente e seus olhos do prêmio final, e isso é viver para o Senhor”, conta Wentz .

“Como homem, você tende a se proteger. Se eu estiver passando por alguma coisa, eu não posso expressar para outro homem”, acrescentou Smith. “Quando você consegue falar sobre isso entre seus irmãos, entre sua família, isso ajuda você a crescer. E quando você percebe que pode aplicar princípios bíblicos, isso ajuda todos a crescerem juntos”.

Reconhecendo que a evangelização pode causar algumas divisões, Wentz deixou claro que seu objetivo nunca foi converter as pessoas em sua fé, mas sim criar um ambiente de amor e respeito.

“Eu vou ser autêntico com crentes e não-crentes, não importa. Eu vou tratar todos iguais. Eu vou respeitar a todos”, disse ele. “Ao mesmo tempo, como líder do time de futebol, vou liderar todos. Quando você tem esse respeito mútuo, o ambiente se torna mais saudável”.

Seguindo a mesma linha de pensamento, Maragos disse que a unidade da equipe, dentro como fora de campo, é a coisa mais importante. “Queremos estar unidos. Queremos nos apoiar uns aos outros nas dificuldades fora do campo e dentro do campo”, ressalta.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FAITHWIRE