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terça-feira, 13 de junho de 2017

Pastor ora por terrorista do Estado Islâmico no Iraque: “Senti o amor de Jesus”

O evangelista Robby Dawkins viu uma oportunidade de mostrar o amor de Jesus para o militante do grupo terrorista.


Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem na nação devastada pela guerra. (Foto: Reprodução).
Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem na nação devastada pela guerra. (Foto: Reprodução).

O pastor, pregador e evangelista Robby Dawkins está atualmente em uma viagem missionária no Iraque, onde ele está entrando em contato direto com aqueles que sofrem os perigos da perseguição religiosa causada pelo grupo terrorista Estado Islâmico, além de orar pelos próprios militantes.

"Em nós reside a esperança de todas as nações e a única solução para o terrorismo", escreveu ele sobre sua viagem. "Minha oração é sempre que o Senhor me conecte com pessoas-chave para compartilhar o amor e o poder de Jesus, para que a transformação venha tanto aos indivíduos como às nações", complementou.

Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem, pois ele procura ministrar às pessoas na nação devastada pela guerra. "O governo dos EUA deu as armas dos curdos contra o Estado Islâmico. E nós trouxemos as nossas armas contra os poderes das trevas", ele declara. O evangelista contou que ficou cara a cara com o perigo ao conhecer um militante do grupo terrorista pessoalmente.

"‘Você está olhando para o Estado Islâmico’, fui informado por este jovem quando me aproximei dele", postou o pastor juntamente com uma foto do rapaz. "O que você vê? Você vê seu inimigo? Eu vejo uma oportunidade. Um dos caras que estava comigo disse que se ele pudesse ter uma espada, eu teria minha cabeça arrancada. Eu sinto o grande amor de Jesus por ele", Dawkins continuou.

"Paulo disse que o amor de Cristo me obriga! Jesus disse: ‘ame seus inimigos’. Eu não estou contra a proteção de um cidadão cristão. Eu concordo com a proteção de nossas fronteiras. Mas você tem liberdade para vir a essa nação e orar por eles. Vejo uma oportunidade de amar. Este jovem sentiu uma eletricidade em seu corpo quando orei por ele. Isso lhe deu uma experiência tangível com Isa (nome árabe para Jesus). O que você vê? Agora, o que você fará?", questionou.

"Em nós reside a esperança de todas as nações e a única solução para o terrorismo", disse o pastor. (Foto: Reprodução/Instagram).
Críticas
Mas essa incrível viagem do evangelista não está sendo fácil. Dawkins experimentou algumas críticas ferozes por colocar voluntariamente sua própria vida em risco. "Esta é a minha resposta a todas as críticas que são enviadas a mim, a minha esposa e a meus filhos dizendo a eles e a mim que somos irresponsáveis ​​e estúpidos por vir a estes dois países atacados pelo Estado Islâmico", escreveu.

"Olhe para esses pequenos rostos tão famintos de amor, tão ansiosos por um Salvador. Diga-lhes que sou um tolo por amá-los e estar disposto a deixar minha vida para eles ouvirem o Salvador que eles nunca conheceram. Diga-lhes: ‘Vocês não valem a pena!’ É por isso que nós viemos”. Dawkins finalizou sugerindo a passagem de João 15:13: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO SITE HELLO CHRISTIAN

sábado, 4 de março de 2017

A ONU continua ignorando as atrocidades do Estado Islâmico contra cristãos, diz grupo

A ONU reconheceu que o Estado Islâmico está cometendo genocídio contra a minoria religiosa e étnica dos Yazidis, mas não incluiu os cristãos entre as vítimas do grupo terrorista.

Terroristas dos Estado Islâmico crucificam homem em praça pública. (Foto: Reuters)
Terroristas dos Estado Islâmico crucificam homem em praça pública. (Foto: Reuters)

As decapitações em massa, a escravidão sexual e a crucificação de cristãos são "atrocidades históricas" usadas pelo Estado islâmico, porém a Organização das Nações Unidas (ONU) ainda se recusa a abordar e tomar medidas sobre este asssunto, segundo o Centro Americano de Direito e Justiça (ACLJ).

"Devemos agir para impedir ... as ações do mal, cometidas pelo Estado Islâmico para intimidar e eliminar os cristãos e outras minorias religiosas da face da Terra", disse o grupo conservador de direito em um comunicado, no qual descreve os crimes de guerra cometidos pelo grupo terrorista.

"As Nações Unidas devem liderar o mundo no cumprimento de nossas obrigações jurídicas e morais internacionais", acrescentou.

O ACLJ disse na quinta-feira que enviou uma carta a Nikki Haley, representante permanente dos Estados Unidos na ONU, exigindo que o governo dos EUA pressionem seus aliados internacionais a tomarem medidas contra o genocídio promovido pelo Estado Islâmico contra as minorias religiosas.

"No dia 17 de março de 2016 houve o posicionamento oficial dos Estados Unidos, reconhecendo que o Estado Islâmico está cometendo genocídio contra cristãos e outras minorias religiosas. Agora exortamos você a promover essa política oficial dos EUA na Organização das Nações Unidas", disse a carta enviada a Haley.

"É imperativo que as Nações Unidas reconheçam formalmente que as atrocidades cometidas pelos Estados Unidos contra os cristãos, yazidis e outras minorias religiosas e étnicas no Iraque, na Síria e em outros lugares sejam reconhecidas como genocídio para implicar as obrigações da comunidade internacional de acordo com a Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio e a responsabilidade bem estabelecida de proteger as vítimas de genocídio", acrescentou.

O grupo de advogados pediu uma "ação rápida e decisiva" da representante norte-americana para pôr fim às atrocidades cometidas contra as minorias religiosas e argumentou que a própria Carta dos Estados Unidos determina que as vítimas devem ter proteção e zonas seguras dentro da região.

Mobilização
O último comunicado do ACLJ também está relacionado a uma petição assinada por mais de 277 mil pessoas, pedindo o fim do genocídio e a proteção dos cristãos no Iraque e na Síria.

O Estado Islâmico tem divulgado vídeos aterrorizantes na internet, como um intitulado "Uma Mensagem Assinada com Sangue para a Nação da Cruz" (2014), no qual seus terroristas decapitaram 21 cristãos coptas e ameaçavam diretamente matar mais crentes.

A brutalidade dos radicais islâmicos forçou milhões a fugirem de suas casas no Iraque e na Síria, como refugiados, incluindo muitos cristãos.

O ACLJ questionou o silêncio da ONU em várias ocasiões, apesar da evidência bem documentada sobre o alvo específico que se tornaram os cristãos e outras minorias.

Em Fevereiro, o grupo enviou uma carta através da sua filial europeia, o Centro Europeu de Direito e Justiça, diretamente à ONU.

"Precisamos de ação agora. A ONU deve defender os direitos de todas as minorias religiosas, incluindo os cristãos no Iraque, na Síria e em qualquer outro lugar onde o Estado Islâmico se envolva em genocídio", dizia a carta naquela época.

A ONU reconheceu que o Estado Islâmico está cometendo genocídio contra Yazidis, como em uma declaração de junho de 2016 pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, mas ainda não incluiu cristãos nesse reconhecimento.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Terrorista do Estado Islâmico planeja matar missionário, mas se converte durante ação

Um líder do Estado Islâmico planejou atacar um missionário depois de vê-lo em um programa de TV. No entanto, após ouvir o Evangelho pela primeira vez, ele se rendeu a Cristo.

Membro do grupo terrorista Estado Islâmico em Raqqa, na Síria. (Foto: Reuters/Stringer)
Membro do grupo terrorista Estado Islâmico em Raqqa, na Síria. (Foto: Reuters/Stringer)
Um líder de alto escalão do grupo terrorista Estado Islâmico planejou atacar um missionário evangélico depois de assistir a um programa exibido por ele na televisão. No entanto, após ouvir o Evangelho pela primeira vez, ele se rendeu ao amor de Cristo.

O extremista muçulmano Muhammad (nome fictício por razões de segurança) estava assistindo a um programa exibido pela rede de rádio e TV cristã “Leading The Way”.

Ao notar que o conteúdo do programa era cristão, ele fez um plano: matar um membro da equipe missionária.

Muhammad ligou para o número que aparecia na tela do programa. "Eu preciso de encontrar você", disse ele à Peter (nome fictício por razões de segurança), um dos missionários que atua na rede de telecomunicações.

Por motivos de segurança, a Leading The Way orienta seus membros a não se encontrarem pessoalmente com as pessoas que ligam para o ministério.

No entanto, Peter discerniu a voz de Deus, indicando uma nova atitude: "Desta vez é diferente. Vá ao encontro deste homem e seja ousado com ele".

Peter se encontrou com Muhammad e, ousadamente, ensinou a ele o Evangelho de Cristo. Os planos do terrorista mudaram, e ele resolveu voltar para casa. Deus continuou agindo no coração de Muhammad, se revelando a ele em sonho.

Muhammad raspou sua barba — um símbolo de devoção ao islamismo — e decidiu seguir a Cristo. Ele procurou Peter mais uma vez, desesperado para encontrá-lo.

"Peter, eu tenho uma confissão. A primeira vez que eu fui te conhecer, eu pretendia te matar. Eu sinto muito", disse Muhammad em lágrimas, arrependido diante de Deus.

Hoje, o ex-líder do Estado Islâmico faz parte do corpo de Cristo. Sua conversão aconteceu há algumas semanas e ele já foi batizado. Atualmente, ele está servindo a Cristo onde ele mora.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE LEADING THE WAY

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Missionárias sobrevivem milagrosamente a ataque terrorista: "Jesus protegeu nossas vidas"

Seis missionárias estavam numa casa que foi atingida por bombas e devastadas pelas chamas. Mesmo com ferimentos, todas sobreviveram.

Vizinhos ​​com armas de fogo vieram para ajudar as missionárias, forçando os atacantes a fugirem. (Foto: Reprodução).
Vizinhos ​​com armas de fogo vieram para ajudar as missionárias, forçando os atacantes a fugirem. (Foto: Reprodução).
Uma unidade residencial que serve como moradia para mulheres que trabalham na organização “Bibles for Mideast” (Bíblias para o Oriente Médio, em tradução livre), um ministério que distribui bíblias na região, foi atacada no dia 18 de novembro por militantes islâmicos. Eles atiraram bombas, provocando um grande incêndio e ferindo gravemente duas mulheres.

Seis mulheres estavam dentro da instalação, no momento do ataque. Elas faziam parte do grupo em uma missão de evangelização no Oriente Médio, de acordo com o site do projeto. Dentre as duas mulheres feridas estava a ex-muçulmana Ramza, que anteriormente já teve seu testemunho noticiado pelo Portal Guiame. Ela foi morta pelo próprio pai, mas foi ressuscitada por Jesus Cristo.

As mulheres estavam dormindo quando as bombas foram arremessadas dentro da casa, as incendiando. As mulheres gritaram e tentaram sair da residência, mas algo muito pior do que o fogo as cumprimentou na porta: a visão de vários homens com armas de fogo, logo na entrada.

"Quando saímos, eles dispararam contra nós, então fomos forçadas a voltar para dentro da casa. Naquela altura, duas de nós já estávamos no chão com graves queimaduras", lembrou Saleeha, uma das sobreviventes.

Vizinhos ​​com armas de fogo vieram para ajudar as missionárias, forçando os atacantes a fugirem, de acordo com Saleeha. "Havia de cinco a sete militantes que vieram para nos matar. Vieram de motos, mas nosso Senhor Jesus Cristo protegeu nossas vidas", disse ela.

"Cristo é nosso poderoso Salvador e Senhor", afirmou Ramza. "Ele é poderoso para nos manter seguras. Se vivemos ou morremos, nós pertencemos a Ele", ressaltou. As duas mulheres que ficaram gravemente feridas foram levadas para um hospital, enquanto as outras estão procurando outra casa para ficar.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

domingo, 13 de novembro de 2016

Missionária celebra conversão de terroristas que a sequestraram: "Deus escreve boas histórias"

Gracia Burnham acabou perdendo o marido, quando foi resgatada pelo exército filipino, mas afirma que a experiência trouxe grande aprendizado sobre a graça de Deus.

Gracia Burnham (direita), ao lado do marido, no tempo em que estiveram no cativeiro do grupo terrorista Abu Sayyaf. (Foto: graciaburnham)
Gracia Burnham (direita), ao lado do marido, no tempo em que estiveram no cativeiro do grupo terrorista Abu Sayyaf. (Foto: graciaburnham)
"Deus escreve histórias muito boas". A observação veio de Gracia Burnham, uma missionária americana que, juntamente com seu marido Martin e outros 18 cristãos, sofreram uma um episódio de tensão e medo nas mãos do notório grupo terrorista Abu Sayyaf, nas Filipinas que os sequestrou em 2001 e os manteve prisioneiros por um ano na selva da ilha de Mindanao.

O grupo de reféns foi resgatado pelo exército filipino em junho de 2002. No entanto, a tentativa de resgate resultou na morte de seu marido, Martin.

Em declarações à Mission Network News (MNN), Burnham disse que outros milagres aconteceram, desde que ela foi resgatada do cativeiro do grupo Abu Sayyaf, há 14 anos.

"Deus escreve histórias realmente boas, tudo isso pode estar acontecendo nas Filipinas e eu nem sequer sei sobre isso, mas o Senhor me deixou estar em alguma parte dessas histórias, e eu sou muito grata a Ele", disse ela.

Visitando as Filipinas recentemente, ela disse que soube que alguns dos terroristas do Abu Sayyaf que mantinham ela, seu marido e os outros 18 cristãos como prisioneiros, ainda estão detidos em uma prisão de segurança máxima, em Manila.

Um casal de missionários que trabalham na prisão disse então a Burnham que quatro entre aqueles terroristas (agora presos) entregaram suas vidas a Jesus.


Transformação
Por sua parte, Burnham disse que a experiência angustiante mudou sua vida.

"Eu acho que se você perguntasse aos meus filhos, eles diriam que uma mãe diferente saiu daquela selva", disse ela.

"Eu sempre fui uma pessoa realista, 'preto no branco'... Então, de repente, o meu chão caiu e eu me vi no meu ponto mais baixo. Eu me deparei com o meu pecado e o meu ódio por aqueles caras [sequestradores] e isso foi chocante. Então quando eu me vi da maneira que eu realmente era, aprendi sobre a a graça de Deus de uma maneira totalmente nova", contou.

A 'MNN' perguntou a Burnham como sua experiência de vida influenciou seus pensamentos em missões.

"Eu acho que minha filosofia em missões é que você simplesmente ama as pessoas e as convida a conhecer suas circunstâncias. Você lhes conta a sua história e o que Deus fez por você - e como Deus pode trabalhar em seus corações e vidas também", disse Burnham.

Intercessão
Ela disse que tem orado pelos cristãos que trabalham em missões transculturais e correm grandes riscos por isso.

"Oro para que eles [missionários] tenham um lugar para dormir esta noite; para eles tenham um travesseiro para suas cabeças, um cobertor sobre eles para não para não passarem frio, uma xícara de café quente com açúcar - algo que venha a abençoá-los; algum incentivo da Palavra de Deus. Eles precisam das coisas básicas, então minhas orações para elas são muito simples: 'Deus, dê-lhes o que eles precisam hoje, seu pão diário; dê-lhes algo para que possam se apoiar no Senhor e encorajem seus corações. Que eles possam sempre saber: 'Deus está aqui comigo", afirmou.

Fonte: http://guiame.com.br/