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sábado, 20 de maio de 2017

"Comecei a frequentar a igreja e me arrependi de muita coisa", diz goleiro Cássio

O goleiro do Corinthians falou sobre como o aconselhamento pastoral e a leitura da Bíblia o tem ajudado a iniciar uma nova fase em sua vida.

Goleiro Cássio. (Foto: Globo Esporte)
Goleiro Cássio. (Foto: Globo Esporte)
O goleiro Cássio viveu recentemente uma fase complicada de sua vida e sua carreira, mas hoje tem afirmado que a fé, o aconselhamento pastoral e o apoio de sua noiva foram fundamentais para que ele conseguisse superar adversidades, como a perda de um ente querido na família, problemas com bebida alcoólica e sobrepeso.

Após enfrentar inúmeros problemas em 2016, o goleiro do Corinthians começou a temporada deste ano com seis quilos a menos e já em sua forma ideal. Dentro de campo, o goleiro mostrou boas atuações, segurança e agora tem até esperanças de ser convocado para a seleção brasileira. Os próximos jogos amistosos acontecerão em junho, contra a Argentina e Austrália, e a lista deve ser anunciada nesta sexta-feira.

"Sem desmerecer ninguém ou ter soberba, sempre tive um bom destaque quando estive bem, participações em títulos, tudo. O futebol brasileiro tem grandes goleiros. Se for ver pelo histórico ou pelo momento, acredito que sim (é um dos melhores)", afirmou o goleiro.

Em uma entrevista ao site do Globo Esporte, Cássio destacou a bebida alcoólica não era usada por ele como uma "válvula de escape", mas também reconheceu que era algo que não lhe fazia bem e agora que passou a ser aconselhado por um pastor e frequentar a igreja, entende que abandonar a bebida foi uma boa escolha.

"Hoje já não bebo mais nada de álcool, tem um tempinho que abri mão disso. Comecei a frequentar a igreja, tem um pastor que me aconselha. Acho que comecei faz uns dois meses a ir e a ter novos hábitos, isso está me fazendo muito bem", destacou.

"Eu me sinto muito feliz. Desde que comecei a frequentar [a igreja], comecei a me arrepender muito de coisas que tinha feito e demorei a perceber. Isso faz parte do amadurecimento. Para mim, está sendo um momento novo, mas estou muito feliz por tudo que está acontecendo", acrescentou.

Cássio contou que antes mesmo de ser convidado pelo amigo de time, o zagueiro Vilson, para ir à igreja, já estava sentindo que sua vida precisava de uma mudança.

"Comecei a colocar as coisas na balança, em casa, com minha família, minha noiva. Começamos a pensar e rever coisas positivas e negativas do ano passado. Eu tinha que pensar o que queria para esse ano. Traçamos uma meta de aproveitar as férias, deixar um pouco de lado o futebol, curtir, mas depois me preparar. O time se reapresentou no dia 11 de janeiro. Até o dia 1º consegui curtir minhas férias, e depois disso comecei a fazer um trabalho para voltar bem fisicamente, um trabalho mais aeróbico", explicou.

Quanto ao convite de seu amigo Vilson, Cássio esclareceu que foi algo bem espontâneo e que em nenhum momento, ele e sua noiva se sentiram constrangidos ou pressionados.

"Começamos a conversar, não fui obrigado. Ele fez um convite, começamos a frequentar e nos sentimos muito felizes lá. Não vamos lá para brigar por religião, isso ou aquilo. Só para ler a bíblia, tentar entender um pouco mais, evoluir, fazer as coisas certas. É uma mudança positiva para mim. Já respeitava muito o Vilson, mas o respeito muito porque sempre esteve do meu lado, um cara bacana. O grupo todo tem o maior respeito por ele", afirmou.

Quanto à companhia de sua noiva nos cultos, Cássio destacou a importância de ter o apoio dele nesta nova fase de sua vida.

"Ela está indo à igreja comigo. Hoje tenho uma mudança de hábito. Para mim, essas coisas que estou mudando na vida estão sendo positivas. Tenho de seguir isso. Ela é minha companheira. Às vezes, uma mulher leva você para baixo, mas, às vezes, também ajuda a crescer. Ano passado tive a perda da minha avó, sempre foi a chefe da família. Foi bem difícil, coincidiu com minha perda de posição. Demorei uns dois ou três meses para entender tudo isso e começar uma mudança. Tive essa mudança e consegui evoluir", disse.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GLOBO ESPORTE

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Após 8 anos, ONU reconhece instituição cristã que ajuda a Igreja Perseguida

Com o credenciamento, a organização 'Christian Solidarity Worldwide' poderá oferecer mais proteção e ajuda aos cristãos perseguidos.

Nos últimos anos, a CSW tem se concentrado na perseguição de cristãos em países tão diversos como o Paquistão, China e Cuba. (Foto: Reprodução).
Nos últimos anos, a CSW tem se concentrado na perseguição de cristãos em países tão diversos como o Paquistão, China e Cuba. (Foto: Reprodução).
A Christian Solidarity Worldwide (CSW), uma das principais organizações anti-perseguição do Reino Unido, recebeu da ONU um credenciamento que há muito era aguardado. A organização, que tem sede em Londres e faz campanhas para a proteção dos cristãos em todo o mundo, aguardou durante oito anos para receber o reconhecimento.

O Chefe do Executivo, Mervyn Thomas, saudou a decisão do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ONU). Ele disse: "Este é um dia significativo para a CSW. Essa creditação da ONU nos permitirá avançar em nosso trabalho para promover o direito à liberdade religiosa e de crença em todo o sistema das Nações Unidas", declarou.

A decisão de conceder a creditação para a CSW veio em apelo, depois que um pedido anterior havia sido negado em fevereiro. Este cenário de pedidos e adiamentos vinha acontecendo há oito anos.

A agência de notícias AP relata que o embaixador britânico na ONU foi recrutado para combater o caso. Mathew Rycroft disse: "Tem havido discriminação repetida contra ONGs com um enfoque de direitos humanos em particular."

Benefícios

A delegação dos Estados Unidos elogiou o movimento, dizendo: "Essa mudança trará à luz os países que buscam bloquear o acesso das Nações Unidas às organizações que defendem a liberdade de imprensa, que fornecem assessoria jurídica aos prisioneiros e que chamam atenção para a discriminação de todos os tipos", disse.

O Conselho Econômico e Social é composto por representantes de 54 países, dos quais 29 votaram para aprovar o credenciamento da CSW, com nove votos contra e 12 abstenções.
Nos últimos anos, a CSW tem se concentrado na perseguição de cristãos em países tão diversos como o Paquistão, China e Cuba. A organização trabalha para aumentar a consciência entre as igrejas do Reino Unido sobre a situação de cristãos que são perseguidos por sua fé.

O setor de advocacia tem trabalhado bastante em Westminster, em Nova York na ONU, bem como ao lado de outros grupos que trabalham para a liberdade religiosa.

Mervyn Thomas acrescentou: "Embora estejamos satisfeitos com o resultado da votação, as questões levantadas sobre a tendência do comitê da ONG, de adiar repetidamente e negar as aplicações das organizações de direitos humanos precisam ser resolvidas", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

sábado, 15 de abril de 2017

A igreja não está pronta para o que vem por aí, afirma especialista em profecias

Ignorar as profecias bíblicas é um perigo, na opinião de Jake McCandless

por Jarbas Aragão
A igreja não está pronta para o que vem por aí, afirma teólogo

Redator de um site sobre profecias bíblicas e autor de livros sobre o tema, o teólogo Jake McCandless está preocupado com a situação da igreja no Ocidente. Para ele, a fidelidade dos cristãos está sendo desafiada “de muitas maneiras”. Acrescenta que somos abençoados por termos liberdade de culto, mas ao mesmo tempo isso nos torna “fracos” na fé.

“Na maior parte do mundo de hoje, se você decidir seguir a Cristo, sabe que vai enfrentar a perseguição de imediato. Nós somos simplesmente fracos! Nem imaginamos que poderíamos enfrentar lutas. Isso nos coloca em um lugar perigoso”, assegura.

Ele acaba de lançar seu novo livro, “Preparação Espiritual: Profecias ignoradas sobre os últimos dias”, onde relata que há um “abandono” das igrejas no estudo da profecia, especialmente entre os crentes mais jovens.

O estudioso foi pastor por alguns anos, mas resolveu dedicar-se somente ao ensino. Ele argumenta que conhecer a profecia é “crítico” para revitalizar a igreja, pois é algo essencial no estudo da Bíblia. “Aproximadamente um quarto da Escritura é profecia, e metade delas tem a ver com os últimos dias, a geração que precederá o retorno do Senhor”, lembra.

“Eu acho que está mudando, mas até muito recentemente, a igreja não prestava muita atenção nas profecias. Há quem zombe do que a Palavra de Deus diz que irá acontecer nos últimos dias”, desabafa.

McCandless disse que os cristãos deveriam entender que as profecias não tratam apenas de eventos grandiosos que aconteceram no passado ou ainda ocorrerão, mas oferecem uma nova visão sobre o que está acontecendo agora e os desafios específicos que a igreja enfrenta.

“A profecia é evitada por muitos”, disse ele. “Não apenas pelos pastores, mas pelas pessoas em geral… A grande maioria da igrejas simplesmente não fala sobre elas. Então acho que eles estão precisando voltar ao nível básico do que a Escritura diz.

O teólogo acredita que um erro comum é achar que “profecia” é algo que remete apenas à Marca da Besta, ao Anticristo que surgirá ou a cena geopolítica nos tempos finais.

“Há muitas passagens que são conhecidas, mas não olhamos para elas como proféticas. Realmente é preciso observar as passagens que descrevem a humanidade e especialmente o comportamento dos cristãos no final dos tempos, no tocante à sua moralidade e fé”, justifica.

Ele cita 2 Timóteo, quando fala sobre as pessoas serem cada vez mais egoístas, 2 Pedro 3, que mostra sobre como a fé em Jesus seria motivo de zombaria e Mateus 24:10, onde Jesus afirma que muitos se desviarão nos últimos dias.

Como conferencista, ele disse visitar muitas igrejas, mas o cenário de desconhecimento na maioria delas é o mesmo. Por isso decidiu escrever um livro, na esperança de atingir mais pessoas com essa mensagem de alerta.

“No livro, mostro os desafios que enfrentamos por negligenciarmos as profecias, especialmente as de Mateus 24”, sublinha. Ele lembra que a perseguição dos seguidores de Jesus em lugares como o Iraque e a Síria apontam para uma tendência global.

“O que eu mais via quando eu era pastor, o motivo pelo qual as pessoas paravam de frequentar regularmente a igreja é porque eles diziam que tiveram seus sentimentos feridos!”, por isso a sua conclusão é que a Igreja, de modo geral, simplesmente não está preparada para o que está por vir sobre o mundo.

“Você acha um tipo diferente de igreja em cada esquina, onde estão ensinando coisas muito diferentes. Nem todo mundo vai estar certo mas há muitas mensagens saindo, sabe? Acredito que realmente temos que buscar a verdade”, insiste.

Portanto, um bom caminho é começarmos a estudar as profecias e incorporamos esses ensinamentos, “só assim poderemos fortalecer a nossa fé”, encerra. Com informações WND

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 13 de abril de 2017

“O momento em que a Igreja mais cresceu foi quando ela se viu perseguida”, diz pastor

O pastor Roberto Lugon observa que a igreja primitiva cresceu durante o forte período de perseguição, assim como acontece hoje em muitos países.

A dura perseguição no período da igreja primitiva era um verdadeiro massacre contra os cristãos. (Foto: Reprodução).
A dura perseguição no período da igreja primitiva era um verdadeiro massacre contra os cristãos. (Foto: Reprodução).
Diariamente podemos ver notícias sobre a igreja perseguida pelo mundo. O Ministério Portas Abertas publica uma lista anual com o ranking dos países onde se é pior para um cristão morar e professar sua fé. Em 2017, a Coreia do Norte está em primeiro lugar. Mas, o que nós temos feito para mudar essa situação? Para o pastor Roberto Lugon da Igreja Metodista, o Brasil anda acomodado.

“A igreja brasileira é acomodada. Nós somos igual nosso hino, ‘deitado eternamente em berço explêndido’. Isso mostra um pouco o que somos como igreja, extremamente acomodados. É claro que estamos tentando falar de uma perseguição, mas o momento em que a igreja primitiva mais cresceu foi quando ela foi perseguida”, ressaltou o líder.

Roberto explica que a dura perseguição no período da igreja primitiva era um verdadeiro massacre contra os cristãos. “A perseguição era de morte. Os relatos são terríveis. Morreram decapitados. A gente vê o apóstolo Paulo falar assim: ‘Alegrai Vos sempre no Senhor’. O cara estava na sala da morte, com sua sentença nas mãos. Que alegria era essa? O cara ia morrer e sabia como ele ia morrer”, disse.

Igreja perseguida no Brasil?

Durante o bate-papo mediado pelo apresentador Cássio Miranda, no programa da Rede Super, o pastor chegou a refletir sobre a igreja brasileira e a situação de perseguição. “Igreja no Brasil sofre perseguição? Talvez, mas de uma outra forma”, instigou.

“Eu me lembro que uma vez eles [colegas de trabalho] estavam lendo uma revista de pornografia e eu sabia o que era. E aí um cara falou assim: ‘Vem cá, o Bíblia’. E eu disse: ‘Não vou’. Ele falou: 'Eu não falei que ele era...'. Então, na minha época de juventude, o ser cristão era sinônimo de ser, né?”, disse ele se referindo a pessoas que taxavam cristãos de homosexuais.

O pastor Roberto explica: “Eu me casei com 35 anos e me casei virgem. Eu sofri muito por causa disso, mas é interessante que quando eu conto isso no meio dos jovens, eles acham impossível”.

Confira o bate-papo na íntegra:

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REDE SUPER

quinta-feira, 30 de março de 2017

Muçulmana vai a igreja para ridicularizar pastor e se converte: “Conheci o amor”

A jovem alimentava um ódio profundo por cristãos, mas foi surpreendida quando ouviu a mensagem do Evangelho.

Imagem ilustrativa. Muçulmana foi surpreendida quando ouviu a mensagem do Evangelho. (Foto: iStock)
Imagem ilustrativa. Muçulmana foi surpreendida quando ouviu a mensagem do Evangelho. (Foto: iStock)
Cada vez mais muçulmanos estão tendo experiências profundas com Jesus Cristo através de sonhos, que resultam em inúmeros testemunhos de conversão nos países mais opressores do Oriente Médio.

O caso mais recente é de uma jovem muçulmana que foi criada por uma família conservadora na Turquia. Em meio a sua educação rigorosa e sua devoção islâmica, ela alimentava um ódio profundo por cristãos.

Certo domingo, ela decidiu visitar a igreja do pastor Matta com a intenção de ridicularizar o líder cristão, após assistir alguns de seus vídeos na internet. No entanto, algo aconteceu e seus planos maliciosos foram abandonados.

A mulher ouviu o Evangelho e as palavras do pastor tocaram seu coração. "Tudo o que eu ouvi me mostrava o amor que eu sempre procurei, e as palavras de fé e coragem acabaram com os meus medos", disse ela a organização Christian Aid Mission.

Mesmo tendo sido tocada pelo Evangelho, ela continuou hesitante em se unir a outros cristãos na igreja. Foi quando Jesus apareceu a ela em sonho.

"No meu sonho, Jesus me levou à igreja e me disse: 'O que você ainda está esperando? Siga o meu caminho'", ela contou mais tarde ao pastor Matta. "Eu vi todos vocês lá esperando por mim, sorrindo para mim”.

Dias depois, a jovem ousadamente compartilhou sua nova fé em sua página no Facebook. "Esta jovem ainda usa seu véu, mas não pára de espalhar o Evangelho às pessoas", disse o pastor.

Cristãos convertidos na Turquia enfrentam ainda mais perigo agora. Segundo a organização Portas Abertas, há três tendências notáveis no país neste momento: a presença do islamismo radical, o conflito étnico e a mudança do cenário político.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY

sexta-feira, 3 de março de 2017

Pastor é preso por se recusar a entrar para igreja liderada pelo governo, na China

Após a prisão do pastor Jin Tianming, os membros da igreja 'Shouwang' foram proibidos de se reunir no templo, mas continuaram a realizar os cultos ao ar livre.

Membros da igreja Shouwang realizam culto na neve. (Foto: The Dui Hua Foundation)
Membros da igreja Shouwang realizam culto na neve. (Foto: The Dui Hua Foundation)
As autoridades da China prenderam um pastor, reformaram sem permissão o templo da igreja por ele liderada e assediaram seus congregantes, tudo porque se recusaram a se unir à 'Igreja dos Três Poderes' ('TSPM'), que é administrada pelo governo do país.

A agência chinesa de vigilância sobre a perseguição religiosa, 'China Aid', relatou que no meio do ano de 2009, a polícia começou a perseguir os membros da Igreja Shouwang, liderada pelo pastor Jin Tianming, em Pequim e exigir que eles se juntassem à 'Igreja dos Três Poderes'.

Conforme relatado, uma vez que as igrejas aderem à TSPM, elas devem aceitar a supervisão do governo e obter a aprovação dos departamentos religiosos antes de realizar qualquer atividade. Além disso, a igreja comandada pelo governo proíbe explicitamente seus membros de criar seus filhos sob os princípios da fé cristã, rotulando a prática como "lavagem cerebral".

Na época em que a igreja foi perseguida pelo governo, o pastor Jin Tianming assegurou que ele e os fiéis da comunidade cristã não atenderiam às ordens do governo, já que a TSPM é, na verdade, "um movimento político liberal que diminui a divindade de Cristo, a autoridade da Sagrada Escritura e o conceito de justificação pela fé".


Como resultado, os membros da Igreja Shouwang foram assediados e proibidos de voltar ao templo, o que os forçava a realizar seus cultos ao ar livre. Como o pastor Jin se recusou a se curvar às exigências das autoridades, ele foi preso em regime domiciliar.

Enquanto os membros da igreja realizavam um dos cultos ao ar livre, as autoridades se aproximaram deles e ofereceram-se para libertar Jin se eles parassem com as atividades. O pastor soube da proposta e incentivou os membros da igreja a não aceitarem o acordo em seu nome.

Agora, a igreja se atreve a reunir-se apenas em pequenos grupos em casas individuais e eles ainda temem que essas reuniões também sejam proibidas e Jin permanece sob constante vigilância.

"Jin Tianming ainda está sob prisão domiciliar e só é permitido receber visitas duas horas por dia. Sua esposa também não tem permissão para sair de casa aos domingos", diz o relatório da China Aid. "Sua casa é constantemente vigiada por três agentes do governo e ele só tem a permissão de receber visitas às 16h ou 17h (à tarde)".

Além disso, a empresa que é dona do prédio alugado pela Igreja Shouwang violou o contrato renovando-o sem que a Comunidade soubesse. Desde que a propriedade foi alugada, seu valor dobrou e os membros da igreja temem que a empresa tenha outras finalidades planejadas para ela.

A China está em 39º lugar na lista mundial de 50 países onde os cristãos enfrentam maior perseguição: "Como os cristãos são a maior força social na China não controlada pelo Partido Comunista", declarou a Portas Abertas em seu relatório de 2017, "existem crescentes esforços para colocá-los sob controle estatal".

Recentemente, o governo comunista prendeu quatro missionários cristãos sul-coreanos e expulsou pelo menos 32 outros, depois de realizar uma série de ataques policiais contra igrejas, segundo relatos.

Os missionários estavam trabalhando na região de Yanji, no nordeste do país, durante décadas, prestando assistência a pessoas que fugiam da Coreia do Norte e buscavam refúgio na China.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Pastores denunciam teologia da prosperidade na África: "Plantar igrejas virou negócio"

Segundo Dan Huffstutler, homens que não possuem conhecimento bíblico entram no campo missionário para adquirir a renda de pessoas que estão à procura de uma bênção.


Uma pesquisa de 2006 descobriu que 70% dos quenianos que se identificam como cristãos seguem ensinamentos carismáticos ou pentecostais extremos. (Foto: Reprodução).
Uma pesquisa de 2006 descobriu que 70% dos quenianos que se identificam como cristãos seguem ensinamentos carismáticos ou pentecostais extremos. (Foto: Reprodução).

Não há escassez de igrejas no Quênia, nem de pregadores, profetas ou evangelistas. As grandes igrejas oferecem diversos cultos que atraem milhares de pessoas que se reúnem para ouvir pregações chamativas. Um típico sermão pode incluir revelações divinas e promessas de riqueza e cura. Notavelmente o que falta é a integridade das Escrituras.

Dan Huffstutler é o diretor da Escola Batista de Teologia da África Oriental (EABST) na capital de Nairobi. Ele diz que igrejas baseadas na Bíblia, lideradas por pastores doutrinariamente sólidos não são comuns: "Eles são como diamantes espalhados pelo Quênia".

Uma pesquisa de 2006 descobriu que 70% dos quenianos que se identificam como cristãos seguem ensinamentos carismáticos ou pentecostais extremos. Na última década, Dan Huffstutler observou um aumento de adeptos com "pouca compreensão da doutrina cristã ou da missão evangélica da igreja". Ele atribui isso a um amplo acesso dos pregadores da prosperidade.

"O plantio de igrejas é um negócio aqui", disse ele. "Homens sem qualquer treinamento e conhecimento bíblico entram nesse campo na esperança de adquirir a renda de pessoas que estão à procura de uma bênção ou de ter seus problemas corrigidos".

Remodelação do Ministério
Para combater esse ensino falso, a EABST se concentra em equipar pastores para o ministério. Muitos alunos vêm com pouca preparação, mas sem imitar os métodos de pregadores que eles viram na TV ou na Internet. "A TBN [Trinity Broadcasting Network] impactou massivamente a África Oriental, modelando palavras de fé, prosperidade e crenças e práticas pentecostais extremas como formas de fazer a igreja", disse ele.

A EABST está em parceria com Ken Mbugua, pastor da Igreja Batista Emmanuel de Nairobi, para sediar a Conferência Anual de Proclamação para líderes de igrejas do Quênia e países vizinhos. A conferência, que oferece oficinas de pregação e oportunidades de networking, é beneficiada dos recursos da Packing Hope, uma gentileza da TGC International Outreach (TGC IO).

Os livros distribuídos na conferência incluem a Bíblia de Estudo Global da ESV, a Proclamação de uma Teologia Intercentral, a Pregação Expositiva de David Helm, a Preparação de Sermões Expositivos de Richard Ramesh e a Supremacia de Deus na Pregação de John Piper. Embora escritos em inglês, esses livros funcionam bem em grande parte da África, particularmente em países como o Quênia, onde o inglês é uma língua primária.

Um recurso mais recente fornecido pela TGC IO para a conferência é o livro “Prosperidade? Buscando o Verdadeiro Evangelho”, de autoria de Mbugua e dois colegas pastores africanos, Michael Otieno Maura e Conrad Mbewe, juntamente com Wayne Grudem e John Piper. Este livro foi criado como uma ferramenta para ajudar os líderes da igreja a combater a teologia da prosperidade.

"Os materiais da TGC IO dão aos missionários e líderes da igreja uma plataforma para a criação de oportunidades de ensino", disse Huffstutler. Pastores e plantadores de igrejas aprendem a preparar sermões biblicamente sólidos e aprendem também a aplicar padrões bíblicos ao culto e ao governo da igreja.

Livro “Prosperidade? Buscando o Verdadeiro Evangelho”, de autoria de Mbugua e dois colegas pastores africanos, Michael Otieno Maura e Conrad Mbewe, juntamente com Wayne Grudem e John Piper. (Foto: Divulgação).

Abraçando a Verdade Bíblica
Ronald Kogo é um plantador de igrejas nas favelas de Kabiria, no oeste de Nairobi. Certa vez, ele seguiu os ensinamentos de uma igreja pentecostal, embora não soubesse nada sobre a Bíblia - até que um amigo lhe mostrou como estudar as Escrituras. Kogo abraçou a doutrina bíblica e se tornou um defensor de sólidos recursos teológicos. Ele continua seus estudos na EABST.

Kogo mais tarde começou a traduzir em Swahili clássicos de J. C. Ryle, Martyn Lloyd-Jones e John Piper. Hoje, equipado com um bom material bíblico, ensina estudos semanais para pastores de várias igrejas em Nairobi. "Agora eles sabem que temas procurar, em vez de encontrar coisas que simplesmente afirmar suas próprias ideias", disse ele.

Um homem do grupo de estudo de Kogo tinha sido um líder na Igreja de Divindade Africana, onde sua posição elevada lhe concedeu status de Deus. "Ele se tornou membro de uma Igreja Batista Reformada, sem vontade de se tornar um pastor novamente", disse Kogo. "Ele está lendo e estudando a Palavra - humilde e disposto a aprender", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO THE GOSPEL COALITION

domingo, 18 de dezembro de 2016

Tempo de chorar (Eclesiastes 3.4)

EGITO

Familiares que perderam seus entes queridos no último ataque a uma igreja no Cairo terão que enfrentar a dor da saudade nesse Natal





Sarah* é uma jovem cristã, mãe de dois filhos e, juntamente com seu marido, vive no Egito. '>No último ataque a uma igreja no Cairo, Sarah perdeu sua avó e uma de suas tias. A irmã de sua avó sofreu ferimentos graves e está na UTI. Nesse momento difícil, ela compartilhou seus sentimentos escrevendo uma carta para a avó, como forma de desabafo:

“Vovó, parece que ouvi sua voz a noite toda enquanto dormia. Confesso que não queria acordar nessa manhã porque a realidade é insuportável. Você investiu toda a sua juventude em nós, eu e meus filhos, seus irmãos e sobrinhos, enfim, por toda a nossa família e também em tantas pessoas que nem conhecemos. Agora meu coração está em pedaços com a sua partida tão repentina. Gostaria que pudesse me ouvir agora e que estivesse comigo todos os domingos, como sempre esteve. Gostaria que ainda me ligasse para saber se preciso de alguma coisa, como você sempre fazia. Já estou sentindo a sua falta, estou com tanta saudade. Só Jesus para nos confortar.”

Em nome dessa cristã e de todos os outros que enfrentam esse momento de dor e perda de seus entes queridos, pedimos para que a igreja brasileira ore por eles. Nesse tempo em que se comemora o nascimento de Jesus, muitos estão empenhados em reunir a família e os amigos para um momento de confraternização. Mas lembre-se daqueles que sofrem pelo nome de Cristo e que nesse Natal estão enfrentando grandes batalhas. Que nossos irmãos egípcios possam ter um novo amanhecer de esperanças e que a luz de Jesus brilhe sobre os cansados e feridos.

* Nome alterado por motivo de segurança

Fonte: www.portasabertas.org.br

domingo, 30 de outubro de 2016

102 igrejas foram destruídas por muçulmanos na Nigéria

Governo se mostra incapaz de defender os cristãos

por Jarbas Aragão 

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102 igrejas foram destruídas por muçulmanos na Nigéria

A região central da Nigéria é palco de ataques cada vez mais constantes contra os cristãos por parte dos muçulmanos. Um relatório recente dá conta que com a ascensão do grupo extremista Boko Haram, nos últimos três anos 826 cristãos foram mortos e 878 ficaram feridos após ataque. Além disso, 102 igrejas foram destruídas ou vandalizadas. Some-se a essa conta 787 casas foram destruídas, 9 lojas e 32 carros e motocicletas.

O Estado de Nasarawa é a região mais atingida, com cerca de 21.000 cristãos decidindo abandonar suas casas para fugir da perseguição. Devido a difícil situação, as instituições que fazem os levantamentos acreditam que os números da perseguição são muito maiores, contudo registram apenas o que é reconhecido pelo governo. Estima-se que na realidade o número de mortos seja mais que o dobro.

Outro fator que impede um diagnóstico mais claro da situação é o crescimento dos ataques realizados pelos pastores de gado da etnia Fulani, historicamente de maioria muçulmana. Seminômades, eles transitam pelo país e seus alvos preferenciais são os agricultores cristãos. Após matar, os pastores saqueiam as propriedades.

O relatório publicado este mês pela Rede de Análises de Conflitos e Segurança da Nigéria (NSCAN), comprova que há negligência do governo em resolver as questões de intolerância religiosa no país. Na maioria dos casos, o elemento religioso do conflito foi completamente minimizado ou excluído, tentando alegar que se tratam de conflitos meramente étnicos, uma constante em solo africano.

A incidência maior de conflitos na região central da Nigéria se explica por uma questão histórica. Na região norte a maioria da população é de muçulmanos, enquanto o sul é majoritariamente cristão. Já ocorreram tentativas de separar o país em dois por causa da questão religiosa. A Nigéria é o país mais populoso do continente africano, com cerca de 175 milhões de habitantes. Oficialmente, 50,8% dos nigerianos seguem a fé cristã.

A consolidação do poder dos extremistas do Boko Haram no norte culminou com sua tentativa de constituir um califado nigeriano, após terem se aliado ao Estado Islâmico que tenta fazer o mesmo no Oriente Médio. Desde então as forças do governo simplesmente entregaram o controle da área para os islâmicos, em especial depois que o muçulmano Muhammadu Buhari assumiu a presidência em 2015.

Contudo, o NSCAN revela que os cristãos têm sido o alvo específico. Evidências sugerem que há um plano estratégico para atacar e perseguir grupos étnicos que são predominantemente cristãos. O relatório é o terceiro de uma série publicada pela World Watch Research. Com informações Christian Headlines

Fonte: noticias.gospelprime.com.br

domingo, 18 de setembro de 2016

"As desculpas para não ir à igreja são muito bobas”, escritor alerta 'desigrejados'

Walsh salienta que igreja não é apenas uma diversão que as pessoas procuram. (Foto: Divulgação).
Walsh salienta que igreja não é apenas uma diversão que as pessoas procuram. (Foto: Divulgação).

Segundo o escritor Matt Walsh, ir à igreja é uma necessidade vital de todo cristão.

Com os Estados Unidos perdendo o status de "nação cristã", o blogueiro Matt Walsh diz não se surpreender com o número de fiéis que cada vez mais deixam de frequentar as igrejas. "Nem todo mundo vê a queda do número de cristãos que vão à igreja como um problema. Nem todos os líderes se importam", escreveu ele em um artigo para o site americano The Blaze.

Walsh já estava atento sobre este fato, mas ficou mais interessado pelo assunto quando leu um artigo do pastor John Pavlovitz, líder de uma igreja na Carolina do Norte (EUA), com o título "Relaxe cristãos, vocês não precisam ir à igreja".

"Claro, um pastor dizendo aos cristãos para não irem à igreja é como um dentista alertando seus pacientes a não escovar os dentes. É algo no mínimo absurdo e auto-destrutivo de se dizer. O que eu gostaria de fazer é usar esse exemplo como uma forma de esclarecer os pontos de discussão ‘anti-igreja’ mais comuns e que você sempre ouve pelos ‘desigrejados’", pontuou.

É verdade que a Bíblia não exige que as pessoas agradeçam a Deus antes de cada refeição ou orem com as crianças antes de irem para a cama, mas Walsh argumenta: "Por que vocês fazem essas coisas mesmo sem ir para a igreja?", questionou.

Além disso, Walsh diz que abandonar a igreja nunca será a forma correta de se resolver as coisas.

Ao mesmo tempo, o escritor comentou que as desculpas que os cristãos dão para não frequentarem a igreja são bobas. Ele afirma que as pessoas estão cansadas e alegam que ir à igreja tem sido chato, os cultos são chatos, os bancos são desconfortáveis e o Facebook parece ser mais interessante.

"Fora as pessoas que são fisicamente impossibilitadas de irem ao culto, por motivos de doença ou alguma outra circunstância extrema, as desculpas para não ir à igreja são muito tolas", diz Walsh.

"É verdade que, às vezes, temos justificativas que nos fazem sentir mais justos. Talvez a gente ia à igreja há um tempo atrás, mas algo aconteceu lá que nos ofendeu. Talvez nós íamos à igreja, mas encontramos algo desagradável sobre elas", ressaltou.

Seja qual for a razão, Walsh salienta que igreja não é apenas uma diversão que as pessoas procuram. “Não é uma atividade recreativa, mas uma atividade de adoração a Deus. Ir à igreja é uma necessidade real da vida cristã", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY