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terça-feira, 13 de junho de 2017

Pastor ora por terrorista do Estado Islâmico no Iraque: “Senti o amor de Jesus”

O evangelista Robby Dawkins viu uma oportunidade de mostrar o amor de Jesus para o militante do grupo terrorista.


Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem na nação devastada pela guerra. (Foto: Reprodução).
Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem na nação devastada pela guerra. (Foto: Reprodução).

O pastor, pregador e evangelista Robby Dawkins está atualmente em uma viagem missionária no Iraque, onde ele está entrando em contato direto com aqueles que sofrem os perigos da perseguição religiosa causada pelo grupo terrorista Estado Islâmico, além de orar pelos próprios militantes.

"Em nós reside a esperança de todas as nações e a única solução para o terrorismo", escreveu ele sobre sua viagem. "Minha oração é sempre que o Senhor me conecte com pessoas-chave para compartilhar o amor e o poder de Jesus, para que a transformação venha tanto aos indivíduos como às nações", complementou.

Dawkins viu coisas extraordinárias acontecerem, pois ele procura ministrar às pessoas na nação devastada pela guerra. "O governo dos EUA deu as armas dos curdos contra o Estado Islâmico. E nós trouxemos as nossas armas contra os poderes das trevas", ele declara. O evangelista contou que ficou cara a cara com o perigo ao conhecer um militante do grupo terrorista pessoalmente.

"‘Você está olhando para o Estado Islâmico’, fui informado por este jovem quando me aproximei dele", postou o pastor juntamente com uma foto do rapaz. "O que você vê? Você vê seu inimigo? Eu vejo uma oportunidade. Um dos caras que estava comigo disse que se ele pudesse ter uma espada, eu teria minha cabeça arrancada. Eu sinto o grande amor de Jesus por ele", Dawkins continuou.

"Paulo disse que o amor de Cristo me obriga! Jesus disse: ‘ame seus inimigos’. Eu não estou contra a proteção de um cidadão cristão. Eu concordo com a proteção de nossas fronteiras. Mas você tem liberdade para vir a essa nação e orar por eles. Vejo uma oportunidade de amar. Este jovem sentiu uma eletricidade em seu corpo quando orei por ele. Isso lhe deu uma experiência tangível com Isa (nome árabe para Jesus). O que você vê? Agora, o que você fará?", questionou.

"Em nós reside a esperança de todas as nações e a única solução para o terrorismo", disse o pastor. (Foto: Reprodução/Instagram).
Críticas
Mas essa incrível viagem do evangelista não está sendo fácil. Dawkins experimentou algumas críticas ferozes por colocar voluntariamente sua própria vida em risco. "Esta é a minha resposta a todas as críticas que são enviadas a mim, a minha esposa e a meus filhos dizendo a eles e a mim que somos irresponsáveis ​​e estúpidos por vir a estes dois países atacados pelo Estado Islâmico", escreveu.

"Olhe para esses pequenos rostos tão famintos de amor, tão ansiosos por um Salvador. Diga-lhes que sou um tolo por amá-los e estar disposto a deixar minha vida para eles ouvirem o Salvador que eles nunca conheceram. Diga-lhes: ‘Vocês não valem a pena!’ É por isso que nós viemos”. Dawkins finalizou sugerindo a passagem de João 15:13: “Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO SITE HELLO CHRISTIAN

domingo, 28 de maio de 2017

Estado Islâmico assume autoria de ataque terrorista que matou 29 cristãos, no Egito

Na última sexta-feira (26), terroristas mascarados armaram uma emboscada e atacaram um ônibus e um carro, que transportavam cristãos coptas.

Cristãos coptas choram a morte de seus parentes em ataques terroristas. (Foto: ABC)
Cristãos coptas choram a morte de seus parentes em ataques terroristas. (Foto: ABC)
O Estado Islâmico (também conhecido como ISIS, ISIL ou Daesh) confirmou em uma declaração neste sábado que havia realizado um ataque contra cristãos egípcios na sexta-feira, assumindo responsablidade pelo fuzilamento que deixou pelo menos 29 cristãos e 24 feridos, perto da cidade de Minya.

"Uma unidade de segurança dos soldados do califado montou um posto de controle para emboscar dezenas de cristãos para o mosteiro de São Samuel, a oeste da cidade de Minya", disse o grupo terrorista islâmico em um comunicado.

Segundo Ishak Ibrahim, pesquisador da Iniciativa Egípcia pelos Direitos Pessoais, os cristãos atacados estavam caminho do Mosteiro de Anba Samuel e o ataque ao ônibus e um carro que o carro que o seguia se deu forma de emboscada.

"Eles foram emboscados durante o trajeto, em uma estrada sem asfalto que conduz ao mosteiro. O carro estava carregando pessoas que trabalhavam no mosteiro e o ônibus levava os visitantes", relatou.

Testemunhas oculares disseram que os terroristas mascarados entraram nos veículos que levavam cristãos coptas e abriram fogo contra eles.

Enquanto isso, o Egito disse na manhã deste sábado que seu exército continua a realizar ataques aéreos contra campos de treinamento de terroristas do Estado Islâmico em Derna, no leste da Líbia, informou a televisão estatal.

A TV estatal também transmitiu imagens filmadas para mostrar os ataques aéreos sobre posições de militantes em Derna, no leste da Líbia. Não havia nenhuma informação imediata sobre danos ou mortes.

Na última sexta-feira (26), a Força Aérea egípcia realizou seis ataques aéreos contra campos extremistas na Líbia. Segundo autoridades do Cairo, o local teria sido usado pelos terroristas que mataram os 29 cristãos coptas no sul do Egito, próximo a Minya.

O gabinete egípcio disse em um comunicado de imprensa neste sábado, que 13 vítimas do ataque de sexta-feira permaneceram hospitalizadas no Cairo e no sul da província de Minya, onde o ataque ocorreu.

Logo após ser informado sobre o ataque, o presidente Abdul Fattah al-Sisi afirmou que "o Egito não hesitará em atacar campos terroristas em qualquer lugar, seja dentro ou fora do país".

Sisi disse ao papa Towadros II, líder nacional da Igreja Copta no Egito, em um telefonema na sexta-feira, que o Estado não ficaria tranquilo até que os perpetradores do ataque fossem punidos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REUTERS

quinta-feira, 9 de março de 2017

Pastor arrisca a própria vida para libertar 200 escravas sexuais do Estado Islâmico

O pastor William "Bill" Devlin decidiu se associar a um grupo clandestino de resgate de reféns, para ajudar as famílias iraquianas que tiveram esposas e filhas sequestradas pelo Estado Islâmico.


Pastor William Devlin (à esquerda) em visita a um campo de refugiados no Iraque. (Foto: Arquivo Pessoal)
Pastor William Devlin (à esquerda) em visita a um campo de refugiados no Iraque. (Foto: Arquivo Pessoal)

Um pastor norte-americano teve que negociar com contrabandistas para conseguir salvar centenas de vidas de escravas sexuais do Estado Islâmico.

Bill Devlin, que é pastor da Igreja 'Infinity Bible', no Bronx, em Nova York, tomou como sua missão pessoal, o resgate de mulheres e crianças que haviam se tornado escravas sexuais do Estado Islâmico (ISIS), de acordo com o site 'Christian Post'.

Nos últimos anos, Devlin visitou o Iraque muitas vezes para ajudar refugiados iraquianos, que haviam sido expulsos de suas próprias casas por terroristas do Estado Islâmico.

No ano passado, como parte de sua missão, ele se associou uma rede clandestina de resgate de reféns que estão sob domínio de grupos como o Estado Islâmico. Em abril de 2016, ele voou para o Iraque e doou mais de 1.500 dólares para ajudar um marido e seu filho Yazidi para pagar ajudar sua esposa e mãe a escapar do cativeiro do grupo terrorista.
Ele voltou aos Estados Unidos depois disso, mas voltou ao Iraque em agosto e em dezembro de 2916, doando dinheiro, novamente para ajudar outras duas famílias a pagar pelo resgate de seus entes queridos, que estavam sob domínio do grupo terrorista.

Devlin disse que mais três meninas escravizadas foram resgatadas com seu apoio financeiro.

Essa rede clandestina resgatou até agora mais de 200 crianças e mulheres (cristãs e Yazidis) do cativeiro do Estado Islâmico.

Devlin disse que a compaixão pelos companheiros que enfrentam circunstâncias terríveis o obrigou a tomar uma medida tão drástica.

"Minha motivação veio quando eu pensei que tenho três filhas minhas. Então imaginei que se elas fossem prisioneiras de uma organização terrorista e eu me aproximasse de alguém e dissesse que estou resgatando garotas, eu gostaria que essa pessoa me dissesse: 'Eu me juntarei a você", contou o pastor ao 'Christian Post'.

O pastor disse que tem conseguido o apoio de mantenedores americanos, que estão dispostos a doar as quantias necessárias para ajudar as famílias iraquianas a pagar pelo resgate de seus entes queridos.

Devlin deixou claro que a rede não está pagando resgate ao Estado Islâmico e explicou que o dinheiro é usado apenas para pagar apenas os homens que se arriscam para resgatar os reféns do grupo terrorista.



Grupos de resgate
Em janeiro, o jornal 'The Independent' informou que uma rede secreta tem operado no Iraque e na Síria, libertando mais de 3.000 mulheres Yazidi, que eram mantidas em cativeiro pelo Estado Islâmico.


A rede foi criada por civis curdos e cristãos, juntamente com outras minorias étnicas e famílias das vítimas, de acordo com a ONG 'Yazda'.

"Este é um grupo formado por todas as etnias que estão trabalhando na região. Sei de mais de cinco grupos diferentes que estão colaborando, alguns estão resgatando em Mosul, outros em Raqqa. Cada grupo está trabalhando em diferentes lugares", disse o diretor da Yazda, Ahmed Burjus ao 'The Independent'.

Em agosto de 2015, a CBN News informou sobre outro grupo não oficial de resgate, chamado 'Liberation of Christian e Yazidi Children of Iraq'. Ele é liderado por um homem judeu do Canadá, chamado Steve Maman que disse que ele foi inspirado por Oskar Schindler, o empresário alemão que salvou mais de 1.200 judeus dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Maman havia resgatado quase 130 vítimas de escravidão quando suas façanhas foram relatadas.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

sábado, 4 de março de 2017

A ONU continua ignorando as atrocidades do Estado Islâmico contra cristãos, diz grupo

A ONU reconheceu que o Estado Islâmico está cometendo genocídio contra a minoria religiosa e étnica dos Yazidis, mas não incluiu os cristãos entre as vítimas do grupo terrorista.

Terroristas dos Estado Islâmico crucificam homem em praça pública. (Foto: Reuters)
Terroristas dos Estado Islâmico crucificam homem em praça pública. (Foto: Reuters)

As decapitações em massa, a escravidão sexual e a crucificação de cristãos são "atrocidades históricas" usadas pelo Estado islâmico, porém a Organização das Nações Unidas (ONU) ainda se recusa a abordar e tomar medidas sobre este asssunto, segundo o Centro Americano de Direito e Justiça (ACLJ).

"Devemos agir para impedir ... as ações do mal, cometidas pelo Estado Islâmico para intimidar e eliminar os cristãos e outras minorias religiosas da face da Terra", disse o grupo conservador de direito em um comunicado, no qual descreve os crimes de guerra cometidos pelo grupo terrorista.

"As Nações Unidas devem liderar o mundo no cumprimento de nossas obrigações jurídicas e morais internacionais", acrescentou.

O ACLJ disse na quinta-feira que enviou uma carta a Nikki Haley, representante permanente dos Estados Unidos na ONU, exigindo que o governo dos EUA pressionem seus aliados internacionais a tomarem medidas contra o genocídio promovido pelo Estado Islâmico contra as minorias religiosas.

"No dia 17 de março de 2016 houve o posicionamento oficial dos Estados Unidos, reconhecendo que o Estado Islâmico está cometendo genocídio contra cristãos e outras minorias religiosas. Agora exortamos você a promover essa política oficial dos EUA na Organização das Nações Unidas", disse a carta enviada a Haley.

"É imperativo que as Nações Unidas reconheçam formalmente que as atrocidades cometidas pelos Estados Unidos contra os cristãos, yazidis e outras minorias religiosas e étnicas no Iraque, na Síria e em outros lugares sejam reconhecidas como genocídio para implicar as obrigações da comunidade internacional de acordo com a Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio e a responsabilidade bem estabelecida de proteger as vítimas de genocídio", acrescentou.

O grupo de advogados pediu uma "ação rápida e decisiva" da representante norte-americana para pôr fim às atrocidades cometidas contra as minorias religiosas e argumentou que a própria Carta dos Estados Unidos determina que as vítimas devem ter proteção e zonas seguras dentro da região.

Mobilização
O último comunicado do ACLJ também está relacionado a uma petição assinada por mais de 277 mil pessoas, pedindo o fim do genocídio e a proteção dos cristãos no Iraque e na Síria.

O Estado Islâmico tem divulgado vídeos aterrorizantes na internet, como um intitulado "Uma Mensagem Assinada com Sangue para a Nação da Cruz" (2014), no qual seus terroristas decapitaram 21 cristãos coptas e ameaçavam diretamente matar mais crentes.

A brutalidade dos radicais islâmicos forçou milhões a fugirem de suas casas no Iraque e na Síria, como refugiados, incluindo muitos cristãos.

O ACLJ questionou o silêncio da ONU em várias ocasiões, apesar da evidência bem documentada sobre o alvo específico que se tornaram os cristãos e outras minorias.

Em Fevereiro, o grupo enviou uma carta através da sua filial europeia, o Centro Europeu de Direito e Justiça, diretamente à ONU.

"Precisamos de ação agora. A ONU deve defender os direitos de todas as minorias religiosas, incluindo os cristãos no Iraque, na Síria e em qualquer outro lugar onde o Estado Islâmico se envolva em genocídio", dizia a carta naquela época.

A ONU reconheceu que o Estado Islâmico está cometendo genocídio contra Yazidis, como em uma declaração de junho de 2016 pelo Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, mas ainda não incluiu cristãos nesse reconhecimento.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Estado islâmico ataca Israel com lançamento de foguetes

O grupo atacou Israel “para ensinar aos judeus e aos cruzados (cristãos) que uma guerra não vai trazer nenhuma vantagem".

Imagem ilustrativa. Sistema Domo de Ferro dispara míssil próximo a Berseba, em Israel. (Foto: Edi Israel/Flash90)
Imagem ilustrativa. Sistema Domo de Ferro dispara míssil próximo a Berseba, em Israel. (Foto: Edi Israel/Flash90)
O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta quinta-feira (9) a autoria do ataque contra a cidade de Eilat, no sul de Israel. Quatro foguetes foram lançados a partir do território do Egito na noite de quarta-feira, mas o bombardeio não produziu vítimas.

Em mensagem divulgada pela internet, o EI afirmou que os foguetes eram de tipo Grad e tinham como alvo o povo judeu, denominado por eles como "usurpadores". Além disso, os jihadistas ameaçaram realizar novos ataques.

O grupo atacou Israel “para ensinar aos judeus e aos cruzados (cristãos) que uma guerra não vai trazer nenhuma vantagem", disse o comunicado do EI. “O futuro será ainda mais calamitoso, com a permissão de Alá".

Nos últimos anos, o grupo tem travado uma sangrenta batalha contra as forças egípcias. Três dos foguetes foram interceptados pelo sistema defensivo Domo de Ferro e o quarto caiu em uma área aberta.

Um vídeo registrou o momento em que os foguetes foram lançados sobre a cidade israelense de Eilat. Assista:
Não houve ferimentos ou danos materiais. No entanto, os foguetes ativaram os alarmes antiaéreos da cidade litorânea de Eilat, um dos principais destinos turísticos que se encontra às margens do Mar Vermelho, próximo das fronteiras com Jordânia e Egito.

Embora sejam acontecimentos raros, a cidade de Eilat já foi alvo de ataques com foguetes provenientes do Sinai no passado, como ocorreu em 2014 durante a ofensiva militar israelense contra as milícias do Hamas na Faixa de Gaza.

Na Península do Sinai operam vários grupos terroristas, entre eles o Wilayat Sina (Província do Sinai), braço egípcio do EI, que reivindicou a autoria de lançamentos anteriores de foguetes contra o território israelense.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE TIMES OF ISRAEL E TERRA

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Adolescente compartilha a luta de ser cristão em área controlada pelo Estado Islâmico

Ismail tinha 14 anos quando os militantes do Estado Islâmico invadiram a aldeia de Bartella. Ele foi forçado, juntamente com sua mãe, a professar a fé islâmica, além de ter sido espancado também.

Ismail lamenta o fato de ter sido forçado a fingir que se converteu ao Islã. (Foto: Reprodução).
Ismail lamenta o fato de ter sido forçado a fingir que se converteu ao Islã. (Foto: Reprodução).
Um adolescente cristão que vive no Iraque em uma região sob o governo do grupo extremista Estado Islâmico (EI) compartilhou como ele e sua mãe foram perseguidos por causa de sua fé cristã. Ismail tinha 14 anos quando os militantes do EI invadiram a aldeia de Bartella, onde ele morava com sua mãe.

Eles foram forçados a se converter ao Islã ou então eles seriam mortos. Com medo da morte, eles disseram que haviam sido cristãos no passado. Mas um dia, os militantes descobriram que Ismail ainda estava usando um colar com uma cruz, identificando-o como um cristão. Ele foi severamente espancado e teve de memorizar diversas partes do Alcorão.

Ismail e sua mãe viram muitos outros sendo espancados e mortos. Eles até testemunharam um grupo de crianças executando prisioneiros e uma mulher sendo apedrejada até a morte.
Depois de dois anos vivendo sob esta violência, Ismail e sua mãe conseguiram escapar. Agora eles estão vivendo em Erbil e estão sendo ajudados por pessoas que trabalham em uma organização de ajuda humanitária.

Ismail lamenta o fato de ter sido forçado a fingir que se converteu ao Islã. "Sim, estou envergonhado por ter professado o Islã como minha religião", disse ele.

Um quase novo cenário
O Estado Islâmico tem sido expulso de Bartella, mas a cidade ainda não é habitável. Embora a presença do grupo extremista na região esteja diminuindo, o pequeno número de cristãos que permanecem, ainda enfrenta riscos diários.

Simon Barrington, diretor executivo do Samaritan's Purse, uma organização cristã liderada pelo evangelista Franklin Graham, ressaltou sua surpresa com o compromisso dos moradores de Barterlla. “Fiquei espantado com a sua determinação e compromisso com o povo de Barterlla e a região vizinha”, contou.

“Seu empenho em ser um testemunho contínuo nessa área é lindo”, afirmou ele que tem prestado ajuda aos cristãos da região. "Há enormes riscos para eles em permanecer no local, mas eles estão muito determinados", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Estado Islâmico reivindica ataque na Turquia e diz que alvo eram cristãos

Os terroristas acusam a Turquia de ser um “protetor da cruz”. O ataque a uma boate em Istambul, na Turquia, deixou 39 mortos e 69 feridos.

Mulher ferida é retirada por paramédicos do clube Reina, em Istambul. (Foto: Murat Ergin/Ihlas News Agency via Reuters)
Mulher ferida é retirada por paramédicos do clube Reina, em Istambul. (Foto: Murat Ergin/Ihlas News Agency via Reuters)
O grupo terrorista Estado Islâmico reivindicou nesta segunda-feira (2) a responsabilidade pelo ataque em uma boate que deixou 39 mortos e 69 feridos em Istambul, na Turquia. O atirador ainda não foi identificado, mas autoridades estão coletando evidências que possam levar à sua identidade.
O ataque aconteceu no Reina, uma das casas noturnas mais famosas de Istambul, frequentada por jovens ricos, famosos e turistas estrangeiros. De acordo com as agências EFE e France Press, 11 vítimas são turcas, 24 de outros países e 4 corpos ainda não foram identificados.
Os tiros começaram por volta da 1h30 da madrugada de domingo na Turquia (20h30 de sábado em Brasília), quando havia cerca de 700 de pessoas no estabelecimento, situado a poucos metros do espaço onde ocorriam as principais celebrações do Ano Novo, às margens do rio Bósforo.
Conforme o site Christian Today, o grupo terrorista reivindicou o ataque em uma declaração publicada na rede social Telegram, uma ferramenta frequentemente utilizada pelos jihadistas.
"Na continuação das operações abençoadas que o Estado Islâmico está conduzindo contra o protetor da cruz, a Turquia, um soldado herói do califado atacou uma das casas noturnas mais famosas, onde os cristãos comemoram seu feriado apóstata", afirmam os terroristas.
Parte de uma coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o Estado Islâmico, a Turquia lançou uma incursão na Síria em agosto do ano passado para expulsar dos militantes radicais de suas fronteiras.
Os serviços de segurança se colocaram em alerta na extensão da Europa durante as celebrações de ano novo, depois que um ataque foi feito a um mercado de Natal em Berlim, na Alemanha, deixando 12 mortos. Há apenas alguns dias, uma mensagem de um grupo pró-islâmico incentivava ataques de "lobos solitários" em "celebrações, encontros e clubes".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE G1 E CHRISTIAN TODAY

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Terrorista do Estado Islâmico planeja matar missionário, mas se converte durante ação

Um líder do Estado Islâmico planejou atacar um missionário depois de vê-lo em um programa de TV. No entanto, após ouvir o Evangelho pela primeira vez, ele se rendeu a Cristo.

Membro do grupo terrorista Estado Islâmico em Raqqa, na Síria. (Foto: Reuters/Stringer)
Membro do grupo terrorista Estado Islâmico em Raqqa, na Síria. (Foto: Reuters/Stringer)
Um líder de alto escalão do grupo terrorista Estado Islâmico planejou atacar um missionário evangélico depois de assistir a um programa exibido por ele na televisão. No entanto, após ouvir o Evangelho pela primeira vez, ele se rendeu ao amor de Cristo.

O extremista muçulmano Muhammad (nome fictício por razões de segurança) estava assistindo a um programa exibido pela rede de rádio e TV cristã “Leading The Way”.

Ao notar que o conteúdo do programa era cristão, ele fez um plano: matar um membro da equipe missionária.

Muhammad ligou para o número que aparecia na tela do programa. "Eu preciso de encontrar você", disse ele à Peter (nome fictício por razões de segurança), um dos missionários que atua na rede de telecomunicações.

Por motivos de segurança, a Leading The Way orienta seus membros a não se encontrarem pessoalmente com as pessoas que ligam para o ministério.

No entanto, Peter discerniu a voz de Deus, indicando uma nova atitude: "Desta vez é diferente. Vá ao encontro deste homem e seja ousado com ele".

Peter se encontrou com Muhammad e, ousadamente, ensinou a ele o Evangelho de Cristo. Os planos do terrorista mudaram, e ele resolveu voltar para casa. Deus continuou agindo no coração de Muhammad, se revelando a ele em sonho.

Muhammad raspou sua barba — um símbolo de devoção ao islamismo — e decidiu seguir a Cristo. Ele procurou Peter mais uma vez, desesperado para encontrá-lo.

"Peter, eu tenho uma confissão. A primeira vez que eu fui te conhecer, eu pretendia te matar. Eu sinto muito", disse Muhammad em lágrimas, arrependido diante de Deus.

Hoje, o ex-líder do Estado Islâmico faz parte do corpo de Cristo. Sua conversão aconteceu há algumas semanas e ele já foi batizado. Atualmente, ele está servindo a Cristo onde ele mora.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE LEADING THE WAY

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Cristãos formam milícia para se defenderem do Estado Islâmico, no Iraque

As Forças dos Estados Unidos treinaram os cristãos no ano passado e, recentemente, forneceram a eles 200 fuzis, metralhadoras e munições.


O capitão Mubarak Tuwaya comanda uma milícia que protege a maior cidade cristã do Iraque. (Foto: Juan Carlos/Wall Street Journal)
O capitão Mubarak Tuwaya comanda uma milícia que protege a maior cidade cristã do Iraque. (Foto: Juan Carlos/Wall Street Journal)

Há dois anos, Mubarak Tuwaya teve que fugir de Qaraqosh, no Iraque, depois que os terroristas do Estado Islâmico (EI) devastaram a cidade composta por cristãos.

Hoje ele está de volta em sua cidade, usando o uniforme de uma milícia iraquiana que está reunindo forças para expulsar os extremistas garantir proteção para os cristãos e outras minorias no Iraque.
O grupo de forças armadas treinado pelos Estados Unidos, denominado Capitão Tuwaya, é composto por cerca de 500 soldados e 300 voluntários — a maioria deles cristãos assírios do distrito de Hamdaniya, ao leste de Mossul.

O distrito foi recuperado das mãos do EI com o apoio do Exército do Iraque no final de outubro. No entanto, o Exército entregou grande parte da vitória à milícia de Hamdaniya, cuja missão é convencer os cristãos a voltarem para um ambiente seguro.

"Esta é a terra dos nossos pais. Temos que defendê-la", disse o capitão Tuwaya, oficial do exército iraquiano aposentado.

A população cristã vem diminuindo no Iraque consideravelmente desde que Saddam Hussein foi deposto em 2003. Com o domínio do Estado Islâmico em parte do território iraquiano, em 2014, mais de 150 mil cristãos fugiram de suas casas. Muitos deles viviam em Hamdaniya, região que inspirou o nome de sua milícia: Unidades de Proteção da Planície de Nínive (NPU, na sigla em inglês).

Os líderes da milícia querem o apoio do governo do Iraque para permanecer no comando da segurança nesse território, mesmo após a derrota do Estado Islâmico.

Qaraqosh foi fortemente destruída diante dos conflitos com militantes do Estado Islâmico. (Foto: Juan Carlos/Wall Street Journal)
A milícia foi formada em 2014 por cristãos que sentiram que as tropas iraquianas e curdas os havia abandonado durante o avanço do Estado Islâmico. No início, a milícia foi financiada através de doações. Seus membros falam uma versão moderna do aramaico, a língua de Jesus Cristo.

As Forças de Operações Especiais dos EUA treinaram os milicianos no ano passado e, recentemente, forneceram a eles 200 fuzis, metralhadoras e munições, conforme relata o capitão Tuwaya.
Mesmo com a ajuda, as capacidades da milícia são limitadas. As Forças Curdas e Americanas tiveram de intervir em maio para repelir os terroristas EI que atacaram uma cidade ao norte de Mossul.

Qaraqosh, que já abrigou cerca de 40 mil habitantes, hoje é uma cidade fantasma. A rua principal está repleta de móveis carbonizados, as lojas estão queimadas e suas janelas quebradas. As paredes das igrejas estão pichadas com símbolos do EI, mas agora também estão marcadas por grafites do NPU.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE WALL STREET JOURNAL

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Mais de 1.130 cristãos foram mortos pelo Estado Islâmico no Oriente Médio, diz relatório

O relatório também destacou que pelo menos 125 igrejas foram atacadas ou destruídas pelo grupo terrorista.
O relatório se tornou a base para a declaração oficial do Secretário de Estado dos EUA, John Kerry. (Foto: Reprodução).
O relatório se tornou a base para a declaração oficial do Secretário de Estado dos EUA, John Kerry. (Foto: Reprodução).

É um fato incontestável que o  Estado Islâmico (EI) tem prosseguido com sua campanha de genocídio contra os cristãos, como parte do grande esquema para conquistar o mundo. Não existe uma contabilidade exata do número de cristãos que perderam suas vidas nas mãos impiedosas dos jihadistas islâmicos até o início deste ano. Mas, um relatório apresentado ao Departamento de Estado dos EUA aponta um dado estimativo.

De acordo com o relatório baseado em casos documentados, entre 2003 e o dia 9 de junho de 2014, pelo menos 1.131 cristãos - identificados pelo nome e lugar de morte – foram assassinados pelo Estado Islâmico, de acordo com CNS News.

Durante esse mesmo período, o relatório disse que pelo menos 125 igrejas cristãs também foram atacadas ou destruídas pelo grupo terrorista. Entre os ataques estão uma igreja em Mosul, que foi explodida no dia 9 de março, 2015; outra atacada por um carro-bomba no dia 9 de junho de 2008 e uma Igreja arménia, queimada no dia 25 de janeiro de 2015.

Mais cristãos foram assassinados por militantes do EI em 2015 e 2016, mas os nomes e locais de morte das vítimas ainda não foram registrados num único documento, de acordo com a CNS News.

Declaração oficial

Este relatório se tornou a base para a declaração oficial do Secretário de Estado dos EUA, John Kerry que apontou as ações dos extremistas contra os cristãos e outras minorias religiosas. A Grã-Bretanha, o Parlamento Europeu, o Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos e os governos do Iraque também declararam as ações de genocídio do EI.

"O assassinato de cristãos é comum no Iraque, Síria e Líbia. Muitos deles foram mortos na frente de suas próprias famílias", afirmou relatório. Durante a aquisição do EI sobre Mosul, a segunda maior cidade do Iraque próxima a Bagdá, cerca de 500 pessoas foram mortas pelos jihadistas.

"Na Síria, uma organização que lida com as igrejas perseguidas informou sobre as valas onde os cristãos mortos são jogados. O patriarca Younan estima que o número de cristãos alvejados e mortos pelos islâmicos seja mais de mil", acrescenta o relatório.

O relatório apresentado pelos “Cavaleiros de Colombo” e pelo grupo em defesa dos cristãos lista os nomes e locais (com datas) de 1.131 cristãos que foram assassinados pelo Estado Islâmico. Por exemplo, ele diz que Alicia Nour foi morta em Mosul no dia 01 de fevereiro de 2005. Ashoor Younan Botros foi assassinado em Bagdá no dia 24 de junho de 2013. Em 1 de julho de 2015, Qais Abd Shaaya foi morto pelo Estado Islâmico em Bagdá.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Estado Islâmico decepa braço de criança, como forma de punição



A brutalidade viciosa do Estado Islâmico está em curso na cidade síria de Raqqa, onde as famílias que já fugiram do grupo terrorista dizem que as crianças estão tendo seus membros cortados por terroristas como punição por supostos crimes.

Uma das famílias que conseguiu fugir disse à ‘Sky News’ que entre as vítimas do Estado Islâmico estão crianças de apenas 11 anos de idade.

“Todos os meus filhos viram isso acontecer”, disse uma mãe sobre as punições, pedindo para não ser identificada.

Segundo relatos, terroristas do Estado Islâmico teriam amarrado um garoto órfão de 11 anos de idade, antes decepar o seu braço. A punição teria ocorrido, porque o menino estava tentando vender uma bateria de carro roubada para comprar comida.

Além disso, uma outra família disse que quase foi forçada a vender sua filha de 14 anos para se casar com um terrorista egípcio do Estado Islâmico, que tinha 29 anos.

A mãe da garota, que também não foi identificada, revelou que seu marido tinha sido morto em um ataque aéreo, e ela teve que cuidar de seus quatro filhos e filha sozinha.

“Minha filha disse: ‘Mãe, você acha que, se meu pai estivesse vivo, ele iria aceitar esse casamento?”, lembrou a mulher ao falar sobre a exigência dos terroristas.

A menina de 14 anos acrescentou: “Ele [terrorista] me disse para pegar uma arma e ficar com eles, mas eu disse a ele: ‘Por favor, eu quero sair agora”.

A família conseguiu fugir de Raqqa antes que o casamento acontecesse.

Como um número de outras cidades controladas pelo Estado Islâmico, acredita-se que Raqqa esteja sendo prestes a ser liberta pelo governo sírio e as tropas dos EUA. Porém o grupo terrorista se esforça para manter um porão em seus territórios capturados.

Um grande número de graves abusos dos direitos humanos cometidos contra crianças tem ocorrido no Iraque e na Síria. No mês de Junho, por exemplo terroristas do Estado Islâmico decapitaram uma menina de 4 anos de idade e embeberam as mãos de sua mãe em seu sangue.

“Uma mãe disse à filha de 4 anos para ir para voltar para casa e a menina se recusou a obedecer. Em seguida, a mãe disse a ela sem querer: ‘Vá para casa e eu juro por Deus que vou decapitá-la se você não fizer isso”, contou uma mulher síria que conseguiu fugir dos domínios do Estado Islâmico.

“Um dos membros do Estado Islâmico ouviu isso e disse à mãe: ‘Uma vez que você jurou a Deus, deve decapitá-la, ‘mas a mãe se opôs a obedecer o combatente”.

Os radicais, em seguida, assumiram aquilo que consideravam ser o ‘dever’ daquela mãe e decapitaram a menina.

Em outra história horripilante de outubro de 2015, um membro da comunidade Yazidi afirmou que uma mãe foi forçado a comer a carne de seu próprio filho.

Vian Dakhil, um Yazidi, lembrou que o Estado Islâmico contou a uma mãe faminta que ela tinha se alimentado do seu próprio filho.

“Uma das mães me chamou… ela disse que por dois dias o Estado Islâmico não lhe deu qualquer alimento e eles a separaram de seus filhos. Um deles tinha 3 anos e outro, 5 anos. Depois de dois dias, eles lhe deram arroz com carne. Enquanto ela terminava de comer, lhe disseram que aquela carne era de seu filho, de 3 anos”, Dakhil revelado no momento.

“Ela me disse: ‘Por favor, eu não posso, eu não sei o que fazer. Estou comendo meu próprio filho’. É isto é o que acontece com as mulheres sob controle do Estado Islâmico e ninguém se importa”.

Genocídio
O grupo terrorista tem se empenhado cada vez mais em cumprir a instalação daquilo que diz ser o seu ‘Califado’ (governo unificado) e sua ‘missão apocalíptica’ de perseguir e matar cristãos, judeus e outras minorias religiosas, como os yazidis – chamados ‘infiéis’ – no Oriente Médio.

As ações e crimes de guerra do grupo terrorista já foram reconhecidos como genocídio pelo Parlamento britânico e também pelo Secretário de Estado dos EUA, sobretudo contra minorias religiosas e étnicas do Oriente Médio, como cristãos e yazidis.

COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Milícia cristã derrota Estado Islâmico e liberta vila no Iraque























Milícia cristã derrota Estado Islâmico e liberta vila no Iraque

Apesar de pequena, Badanah tem posição estratégica

por Jarbas Aragão 

A ascensão do Estado Islâmico (EI), que conquistou amplo território na Síria e no Iraque, foi caracterizada pelo seu ódio aos cristãos. Desde 2011, eles vêm decapitando, crucificando e torturando todos aqueles que não seguem sua interpretação literal da fé islâmica.

Embora cerca de 90% dos cristãos tenham abandonado a região, procurando asilo em países vizinhos ou tentando recomeçar na Europa, milícias cristãs foram formadas com o objetivo de fazer frente aos soldados do EI.

Um desses grupos é chamado de Unidades de Proteção da Planície de Nínive, cidade que remete aos tempos bíblicos. Nos últimos dias, eles conseguiram retomar uma aldeia cristã que estava sob domínio do grupo extremista. Eles não são a primeira organização do tipo no Iraque, que já conta com pelo mais duas: a Brigada Babilônia e a Dwekh Nawsha [Sacrifício].

Dia 1 de setembro, as Unidades de Proteção anunciaram em sua página no Facebook que libertaram a aldeia de Badanah, na zona rural de Mossul. Apesar de pequena, ela tem uma posição estratégica nos planos do exército iraquiano de retomar Mossul, terceira maior cidade do país e um símbolo de domínio do EI.
Os cristãos comemoraram a vitória na sua “primeira operação apoiada por ataques aéreos e armamentos da coalizão internacional”.

A TV iraquiana mostrou imagens desses combatentes entrando na aldeia, que foi parcialmente destruído pelo Estado Islâmico.
Esse é mais um duro golpe no EI, que vinha tentando consolidar seu califado na região, mas sofreu derrotas importantes e vê seu poder diminuído. Estima-se que os jihadistas ainda tenham entre 18 e 22 mil soldados em combate.

Mossul é uma cidade estratégica e acredita-se que as forças iraquianas, apoiadas pela coalizão internacional, poderão livrá-la das mãos do Estado Islâmico em breve. “O objetivo é fazer isso antes que o ano termine”, declarou o general Joe Votel, que dirige o Comando Central americano no Oriente Médio. 

Fonte: Com informações de Christian Post

domingo, 7 de agosto de 2016

Estado Islâmico está treinando mais de 1.400 crianças para o terrorismo, diz relatório

Crianças são enfileiradas durante treinamento do Estado Islâmico, registrado em vídeo pelo próprio grupo terrorista. (Imagem: ELLIENEWS VIDEO)
Crianças são enfileiradas durante treinamento do Estado Islâmico, registrado em vídeo pelo próprio grupo terrorista. (Imagem: ELLIENEWS VIDEO)

As crianças teriam sido sequestradas junto a um grupo maior de 3,770 yazidis (minoria étnico-religiosa) e estão sendo submetidas à lavagem cerebral para serem moldadas para o terrorismo.

Novas estimativas sugerem que mais de 1.400 crianças yazidis estão sendo mantidas em cativeiro pelo Estado islâmico e treinadas para serem combatentes jihadistas ou para realizar atentados suicidas.

A Diretoria de Assuntos sobre Yazidis Raptados, em Duhok, uma cidade no norte do Iraque, anunciou nesta quarta-feira que acredita haver cerca de 3,770 yazidis ainda mantidos em cativeiro pelo Estado Islâmico (também conhecido como ISIS, ISIL ou 'Daesh'). As informações são agências de notícias do Oriente Médio.

Hussein Kuru, que responde pelo Departamento de Yazidis sequestrados em Duhok, disse em uma conferência de imprensa que mais de 2.640 yazidis de ambos os sexos que haviam sido raptados, já foram libertos do domínio do Estado Islâmico pelo Governo Regional Curdo e suas forças militares, conhecidas como 'Peshmerga'.

Mas Kuru disse que acredita que ainda haja cerca de 1.400 menores de idade sob domínio do grupo terrorista e estão sendo submetidos a uma lavagem cerebral, para que realizem ataques suicidas ou se tornem membros do Estado Islâmico em outras áreas.

"Os terroristas do Estado Islâmico já estariam treinando 1.400 crianças yazidis para que estes realizem atividades militares do grupo e até mesmo ataques suicidas", disse Kuru.

O Estado Islâmico assumiu a autoria de assassinatos em massa de homens e rapazes à medida que conquistava novos territórios em 2014. Considerando esse fato, Kuru explicou que mais de 33 valas com corpos de pessoas mortas foram descobertas perto de Sinjar (Iraque) e outras áreas que já foram resgatadas das mãos do grupo terrorista.

Genocídio
O grupo terrorista tem se empenhado cada vez mais em cumprir a instalação de seu 'califado' (governo unificado) e sua 'missão apocalíptica', como perseguir e matar cristãos e judeus e outras minorias religiosas, como os yazidis - chamados 'infiéis' - no Oriente Médio.


As ações e crimes de guerra do grupo terrorista já foram reconhecidos pelo Parlamento britânico e também pelo Secretário de Estado dos EUA, como genocídio sobretudo minorias religiosas e étnicas do Oriente Médio, como cristãos e yazidis.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST