quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Missionários celebram 7 batismos e 1 casamento em Mianmar

As cerimônias aconteceram no último domingo de 2023, após o treinamento missionário da Free Burma Ranger daquele ano.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO FREE BURMA RANGERS

Dave e o pastor Edmond junto com o missionário Monkey no batismo do seu filho. (Fotos: Free Burma Ranger)

O missionário e fundador da Free Burma Ranger (FBR), organização humanitária e de assistência cristã, Dave Eubank, relatou mais uma grande conquista em Mianmar.

Ele contou que no último domingo de 2023, sete jovens renovaram seu compromisso com Jesus e pediram para serem batizados durante o acampamento após o treinamento realizado pela FBR aquele ano.

“Além disso, celebramos a união matrimonial de dois líderes do FBR, Aung Zaya e Lin, que ficaram noivos aqui em nosso campo de treinamento um dia antes da cerimônia de formatura”, disse.

Dave contou que Aung Zaya e Lin se conheceram na universidade antes do golpe de Estado de 2021. Depois eles se juntaram ao Movimento de Desobediência Civil (MDL), mas, quando o Exército de Mianmar [ex-Birmânia] começou a assassinar pessoas nas ruas, o casal fugiu para a selva para ajudar como pudessem.

Eles iniciaram um serviço de comunicação social para esclarecer o que estava acontecendo, para encorajar as pessoas e para coordenar a ajuda.

“A FBR os conheceu no campo de batalha no estado de Karenni em 2022 e se tornaram amigos”, lembra Dave. Aung Zaya é formado em engenharia e, segundo Dave, é brilhante.

Casal missionário

Dave contou que o rapaz decidiu que queria ser Ranger “depois de trabalhar com nossas equipes em campo”.

“No ano passado ele participou do treinamento da FBR e se formou como um dos melhores Rangers. Ele voltou ao campo de batalha e se tornou um líder de área em Karenni, onde seu trabalho corajoso e salvador de vidas e suas habilidades de reportagem inspiraram a todos”, relatou Dave.

Missionários oram pelos recém-casados. (Fotos: Free Burma Ranger)

Enquanto isso, Lin ajudava a administrar o programa de mídia, além de apoiar os Rangers e outras organizações de ajuda humanitária.

“Eles estavam apaixonados e decidiram se casar, com o pedido de casamento feito no acampamento da FBR, mesmo que isso significasse uma longa e arriscada jornada para chegar lá. Que alegria foi fazer parte desse casamento”, comemorou Dave.

Batismos

Dave contou e celebrou a decisão dos sete birmaneses que decidiram se batizar.

“Eles pertencem aos grupos étnicos Karen e Karenni e, como é familiar aos jovens de muitas culturas, foram criados em famílias cristãs, mas só recentemente foram escolhidos para seguir Jesus por si próprios”, disse Dave.

Os sete jovens que decidiram ser batizados. (Fotos: Free Burma Ranger)

Dois dos Rangers, Saw DeeDe e Saw Christ Htoo, agradeceram a Deus por resgatá-los da morte durante os ataques no estado de Karenni e cumpriram a promessa de serem batizados quando retornassem.

Christ Htoo havia se recuperado de três ferimentos nas costas causados ​​por um ataque aéreo em julho passado.

Deus também respondeu à oração de Saw Nay Htet Lin para poder ingressar na Jungle School of Medicine (JSMK) da FBR, depois de ouvir muitos testemunhos sobre pedir a Deus por suas necessidades e vê-Lo “abrir o caminho” e “orar com fé”, segundo ao lema do Ranger.

“Ele está agora no segundo ano como aluno do JSMK e também quis cumprir seu voto de ser batizado em gratidão à fidelidade de Deus.

Dave disse que o discipulado nos devocionais matinais diários foi importante para todos os homens, especialmente para Saw Wai Htoo, que compartilhou como voltou à fé depois de um tempo longe da igreja, convencido e encorajado pelo fundamento espiritual do lema da FBR.

Vida nova

Saw Nyein Chan e Saw Nay Oo Lwin ficaram gratos pela oportunidade de crescer na fé durante os dois meses de treinamento da FBR e por terem a oportunidade de serem batizados aqui também.

“Um momento muito especial foi quando o filho de K'Paw Say (Monkey), um líder sênior e um dos primeiros Rangers e capelães, surpreendeu até mesmo seu pai com sua decisão de ser batizado”, disse Dave.

Saw P'lay Lae Ku disse: “Eu sabia que estava longe de ser o cristão perfeito que minha mãe ensinava na Escola Dominical, mas percebi que, em vez de me esforçar sozinho, precisava pedir a ajuda de Jesus e Ele me mudaria à sua maneira. Estou grato por ter vindo para o acampamento por ter conseguido entender melhor minha fé.”

Dave finalizou com gratidão “a estes homens, pela presença viva de Jesus nos seus corações, e por todos este ano que investiram nos devocionais matinais para entregarem a maior mensagem de nova vida aos Rangers no nosso treino FBR”.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Jogador de futebol israelense é preso na Turquia após homenagear reféns

Ministro da Justiça turco abre investigação contra Sagiv Jehezkel, do Antalyaspor, por apoio aos sequestrados de 7 de outubro.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO TIMES OF ISRAEL

O jogador de futebol israelense do Antalyaspor, Sagiv Jehezkel, mostrou a mensagem escrita em seu pulso após seu gol. (Captura de tela/Halid Abdurrahman/X)

Os promotores turcos abriram uma investigação contra o jogador de futebol israelense Sagiv Jehezkel por supostamente "incitar as pessoas ao ódio e à hostilidade".

O ministro da Justiça turco, Yilmaz Tunc, disse que a investigação foi iniciada devido a um gesto que Jehezkel fez em relação aos reféns israelenses sequestrados pelo Hamas. O gesto foi mostrado na televisão após Jehezkel marcar um gol.

Segundo informou vários meios de comunicação da Turquia na noite de domingo, Jehezkel foi preso em Antalya.

"Uma investigação judicial foi iniciada pelo Gabinete do Procurador-Chefe de Antalya contra o jogador de futebol israelense Sagiv Jehezkel por 'incitar as pessoas ao ódio e à hostilidade' devido ao seu gesto feio em apoio ao massacre de Israel em Gaza, após marcar um gol na partida Antalyaspor-Trabzonspor pela Super Lig", escreveu Tunc na plataforma de mídia social X.

O jogador de 28 anos comemorou o gol de empate no jogo de domingo contra o Trabzonspor, que terminou em 1 a 1, na principal liga turca. Ele fez um gesto de coração com as mãos para a câmera e exibiu as palavras "100 dias. 7 de outubro" junto com o símbolo da Estrela de Davi em sua pulseira. O número 100 representa os dias que os reféns estão sob cativeiro do grupo terrorista palestino.

Jogador suspenso

Jehezkel foi suspenso imediatamente pelo Antalyaspor "até novo aviso" após a aparição, enfrentando duras críticas tanto dos torcedores locais quanto da mídia turca. O presidente do clube também afirmou a intenção de rescindir o contrato do jogador.

O Canal 12 relatou no domingo à noite que protestos surgiram em frente aos escritórios do clube Antalyaspor, com manifestantes exigindo a saída de Jehezkel da equipe, conforme mencionado pela mídia local.


Türkiye Süper Ligi'nde oynanan bir maçta İsrail ile dayanışma mesajı verildi.

Antalyaspor'un İsrailli futbolcusu Sagiv Jehezkel attığı golün ardından bileğinde yazan mesajı gösterdi.

Mesajda "7 Ekim saldırısının 100'üncü günü" ifadesi ve bir Siyon yıldızı yer alıyor. pic.twitter.com/1KJMtkWDjr— Halid Abdurrahman (@halidabdurrhman) January 14, 2024

O ex-primeiro-ministro israelense Naftali Bennett criticou a suposta prisão, escrevendo em seu perfil no X: “Esta é a Turquia 2024. Que vergonha, governo turco”.


Welcome to Turkey’s Midnight Express.

This is unbelievable.

An Israeli football player, Sagiv Yehezkel, scored a goal for Antalyaspor, a Turkish team.

He made a gesture “100” for the Israelis who have been held hostage by Hamas for the past 100 days.

All hell broke loose:… pic.twitter.com/vjSfMGdWsG— Naftali Bennett נפתלי בנט (@naftalibennett) January 14, 2024

Ynet informou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu está ciente dos acontecimentos, e o Gabinete do Primeiro-Ministro, em colaboração com o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Cultura e Esportes, está empenhado em pressionar a Turquia pela libertação de Jehezkel.

Em uma publicação no X noite de domingo, Sinan Boztepe, presidente do clube turco Antalyaspor, afirmou que Jehezkel "agiu contra as sensibilidades de Antalya, Antalyaspor e de nosso país".

Não ficou imediatamente claro se Jehezkel foi suspenso ou demitido do clube de futebol, apesar da promessa de Boztepe de rescindir seu contrato.

A Federação Turca de Futebol (TFF) acrescentou: "Condenamos o comportamento totalmente inaceitável do jogador de futebol Sagiv Jehezkel durante o jogo entre Antalyaspor e Trabzonspor disputado hoje (…) e consideramos apropriada a decisão do Antalyaspor de excluir o jogador de sua equipe".

Massacres do Hamas

Jehezkel está entre milhares de israelenses e apoiadores ao redor do mundo que, no domingo, pediram a libertação de reféns capturados durante os massacres do Hamas em 7 de outubro, nas comunidades do sul de Israel. No ataque terrorista 1.200 pessoas foram assassinadas, principalmente civis, além de 240 reféns, incluindo pessoas de todas as idades.

Imediatamente após o jogo, o Antalyaspor postou uma foto de Jehezkel nas redes sociais para celebrar o gol, mas a removeu minutos depois, conforme relatado pela mídia turca e israelense, devido à reação furiosa dos torcedores e da mídia.

Conforme reportado pelo Canal 12 no domingo, caso o Antalyaspor decida rescindir o contrato com o jogador israelense, que assinou um contrato de três temporadas até junho de 2026 com o clube em setembro de 2023, seria necessário pagar a ele mais de US$ 1 milhão.

Esta não é a primeira vez que a guerra em Gaza se torna um problema para os jogadores israelenses na liga turca de futebol.

Após o início da guerra, Jehezkel e seu companheiro de equipe árabe-israelense Ramzi Safouri decidiram ficar de fora de um jogo, depois que a liga optou por manter um momento de silêncio em solidariedade aos palestinos em Gaza, sem fazer menção ao ataque brutal do Hamas contra Israel que desencadeou o conflito.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

Mãe com sua filha, refém do Hamas, conta sobre o cativeiro: "Ouvia ranger de dentes"

Danielle Aloni foi levada à força para a Faixa de Gaza com sua filha Emilia, de 6 anos, durante massacre do Hamas em Israel.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO N12

A israelense Danielle Aloni ficou cativa 49 dias em poder do Hamas. (Captura de tela/YouTube/i24News)

Os terroristas do Hamas capturam mais de uma centena de pessoas enquanto arrasavam cidades e kibutz durante incursão violenta na manhã de 7 de outubro de 2023. Entre os sequestrados estavam a israelense Danielle Aloni e sua filha Emilia, de 6 anos, que foram levadas à força para a Faixa de Gaza.

Danielle, que passou 49 dias em cativeiro, contou em entrevista ao N12 sobre alguns momentos aterrorizantes do sequestro:

"É um medo que não pode ser explicado, são sentimentos que a mente humana não pode conter. Entendemos que aqui, 'vamos perder nossas vidas da maneira mais cruel possível, inalando fumaça e sufocando até a morte. Eu abracei Emilia e disse a ela, 'Meu amor, sinto muito, vamos morrer'", contou ela.

Em vídeo obtido pelo Guiame, ela testemunhou detalhes apavorantes sobre sua experiência traumática enquanto estava em poder dos terroristas.

‘Deus nos salve’

Além de Danielle Aloni e Emilia, sua irmã Sharon Aloni-Kunyo também foi sequestrada, junto com seu marido, David Konyo, e suas filhas gêmeas de 3 anos, Emma e Yuli.

David ainda não retornou. "Sharon recebeu uma mensagem no WhatsApp do grupo do kibutz sobre uma infiltração de terroristas", contou Danielle. "Lembro que em algum momento comecei a entrar em uma espécie de ciclo. Peguei a menina e tudo o que saiu da minha boca foi, 'Deus nos salve'”.

Experiência traumática

A entrevista de Danielle foi concedida um mês após ser libertada do cativeiro onde foi mantida pelo Hamas, em Gaza, com sua filha.

Danielle detalhou alguns acontecimentos que pareciam sobrenaturais. “Eu estava ouvindo todo tipo de ruídos, inclusive semelhantes a ranger de dentes”, contou.

Ela disse que antes de sair, fechou os olhos, e ao abrir novamente os terroristas estavam apontando para ela. “É um horror que não pode ser explicado em palavras”, disse Danielle.

“Acho que não existem palavras em hebraico que possam explicar esse horror. Novas palavras precisam ser inventadas para descrever o que aconteceu naquele dia”.

Feridos e ataques de pânico

Quando chegou em Gaza, eles disseram para ela se levantar. Diante do terror, Danielle conta que começou a gritar. Ela ouviu deles: "Não, não, não".

Ao passar por um minarete [uma torre sobre mesquita], Danielle contou que viu muitos feridos. "Pessoas que estavam tão machucadas, com feridas abertas, com rostos feridos". Ela disse que também presenciou alguns "ataques de pânico muito graves".

Danielle Aloni e sua filha Emilia. (Foto: Fórum Famílias de Reféns e Desaparecidos)

"Eu gritei, 'eu vou morrer aqui', 'eu vou morrer aqui'. Essa era a única frase que saia da minha boca porque eu sentia que ia morrer", contou.

“Ela [sua filha] me deu um tapa no rosto dizendo: 'Mamãe, mamãe, não faz nada, estou bem'. Ela me confortou: ‘Mamãe, mamãe, não chore’. Era o jeito dela me pedir 'não seja fraca, seja forte por mim'”.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

“Som da Liberdade” superou “Eras Tour” de Taylor Swift em bilheteria nos cinemas

O filme cristão, que conta a história real do agente que resgatou crianças do tráfico sexual, arrecadou 248 milhões de dólares em 2023.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FAITHWIRE


Jim Caviezel como o agente Tim Ballard. (Foto: Reprodução/YouTube/Angel Studios).

O filme cristão “Som da Liberdade” ultrapassou “Taylor Swift: The Eras Tour” em bilheteria nos Estados Unidos.

A produção da Angel Studio entrou na lista dos 10 filmes mais vistos em 2023, entrando na 10ª posição e arrecadando mais de 184 milhões de dólares, de acordo com relatório do BoxOfficeMojo.com.

“Som da Liberdade” ainda superou outras grandes produções de Hollywood, incluindo “Indiana Jones e o Mostrador do Destino” e “Missão: Impossível – Acerto de contas, parte um”.

O longa-metragem conta a história real de Tim Ballard, um ex-agente federal dos EUA que largou a carreira para se dedicar ao resgate de crianças sequestradas pelo tráfico sexual. No processo, Tim acabou salvando 123 pessoas.

Lançado em julho do ano passado, o filme de baixo orçamento que nenhuma grande companhia queria lançar, acabou se tornando um sucesso e alcançou o topo das bilheterias norte-americanas nas primeiras semanas de lançamento.

A Angel Studios, uma empresa de distribuição cristã, adquiriu os direitos de distribuição mundial de “Som da Liberdade” e arrecadou mais de 248 milhões de dólares em todo o mundo.

Sucesso no Brasil

No Brasil, a produção com Jim Caviezel (ator cristão que interpretou Jesus em "A Paixão de Cristo"), alcançou o 1° lugar de bilheteria nos cinemas, em setembro do ano passado. Após 10 dias da estreia, o filme já tinha sido assistido por mais de 1 milhão de espectadores.

O diretor de “Som da Liberdade”, Alejandro Monteverde, e alguns integrantes da produção estiveram no Brasil para divulgar o filme cristão e participar das pré-estreias no Rio e em São Paulo, em 2023.

Em entrevista ao Guiame, Alejandro falou sobre como decidiu transformar a história real de Tim Ballard em um filme e como conseguiu transportar um drama tão sensível e pesado, como o tráfico de crianças, para as telas do cinema.

“Eu tinha ouvido e lido uma notícia com relação a esse assunto, que é o tráfico infantil, e foi assim que conheci e tomei contato com essa realidade. A partir de então, decidi que tinha que fazer alguma coisa”, contou ele.

“Foi como um chamado tomar contato com essa história e a maneira que encontrei para agir. Então comecei a escrever o roteiro e passei a conhecer esse problema sobre tráfico de crianças”.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

Refém do Hamas revela condição em Gaza: ‘Fome, abusos e medo de estupro’

Mia Schem ficou 54 dias em poder dos terroristas, após ser ferida a tiros e levada à força para um cativeiro dentro de uma casa em Gaza.

FONTE: GUIAME

Mia Schem, de 21 anos, estava entre os mais de 200 reféns feitos pelo Hamas em 7 de outubro.(Captura de tela/Video/Canal 12)

“Eles olham para você como se você fosse uma espécie de animal”, diz Mia Schem, uma das reféns entre as mais de 200 pessoas – israelenses e de várias outras nacionalidades – capturadas durante o ataque terrorista do Hamas em 7 de outubro, que matou mais de 1.200 na invasão que o grupo fez a Israel.

Em novembro, a jovem de 21 anos, que tem cidadania israelense e francesa, foi uma das primeiras reféns libertadas durante um breve cessar-fogo. Agora, em uma entrevista que concedeu ao Canal 12, de Israel, ela conta alguns detalhes de seu cativeiro, considerado infernal.

Em um trecho do vídeo abaixo, obtido exclusivamente pelo Guiame, Mia conta sobre os medos que sentiu e o que foi obrigada a falar durante o cativeiro, quando, inclusive, foi forçada a gravar uma mensagem escrita pelos terroristas para ser divulgada sobre as condições em que estavam os reféns.

 

No vídeo, Mia apela para que seja libertada o mais rápido possível e conta que recebeu tratamento em um hospital em Gaza depois de ser ferida na mão.

Após ser levada pelos terroristas enquanto voltada de uma festa em Sderot, a jovem foi mantida refém em um quarto escuro sob vigilância constante em Gaza.

‘Pesadelo’

Na entrevista que foi liberada recentemente, Mia diz estar convencida de que só há uma razão para ela não ter sido estuprada pelo terrorista que a manteve sequestrada durante 54 dias angustiantes em cativeiro.

“Sua esposa estava fora do quarto com as crianças”, disse durante a entrevista recém-divulgada na TV israelense. “Essa foi a única razão pela qual ele não me estuprou.”

Mia conta que ainda carrega as cicatrizes do seu pesadelo e desprezo por aqueles que lhe tiraram a liberdade.

Ela diz que passou fome e foi insultada pela família do terrorista, enquanto se perguntava se seria morta a qualquer momento ou estuprada por ele.

“Ele começou a tocar em mim, no meu corpo, enquanto eu estava ensanguentada [pela ferida na mão provocada por tiro durante sua captura]”, conta Mia.

Até mesmo as crianças da família tinham acesso a ela.

“As crianças abrem a porta, falam de você, riem de você. Houve uma vez que uma garotinha, de mais ou menos da idade da minha irmã mais nova, entrou na sala ... ela veio até mim, abriu minha bolsa, fechou e saiu”.

E continua: “Há medo de ser estuprada, há medo de morrer”.

Enquanto contava parte de sua provação, Mia chegou a chorar.

“A esposa dele odiava o fato de ele e eu estarmos na mesma sala. Você sente vontade de um abraço, sabe, de mulher para mulher, para desmoronar um pouco.”

“[Eu estava] fechada em um quarto escuro, sem permissão para falar, sem permissão para ser vista, ouvida, escondida”, diz Mia ao Canal 12 de Israel. “Há um terrorista olhando para você 24 horas por dia, 7 dias por semana, olhando, estuprando você com os olhos dele.

“Isso é tudo que você tinha lá. Mas ela era tão má, ela tinha olhos tão maus.”

‘Passei por um holocausto’

Mia era uma das centenas de jovens que estava participando do festival de música eletrônica, perto da fronteira com a Faixa de Gaza, quando terroristas violentos chegaram e começaram a perseguir as pessoas que estavam no festival.

Mia diz que tentou correr e foi baleada no braço durante a invasão. Na sequência, os terroristas atiraram em seu carro e o incendiaram, deixando-a com apenas duas opções no momento.

“Foi uma decisão de uma fração de segundo: ficar onde estava e morrer queimada ou ir com eles”, diz a jovem.

Ela foi arrastada para uma caminhonete e levada para Gaza, onde ficou refém em uma casa palestina após receber uma tala improvisada no braço ferido.

Às vezes, as bombas israelenses de uma contraofensiva de Israel abalavam a casa e até quebravam as janelas em determinado momento, disse ela na entrevista à televisão.

“Pensei: 'Se não morri no dia 7 [de outubro], vou morrer agora'”, diz Mia, mas acrescenta: “Confiei nos militares”.

“Foi importante para mim transmitir a verdade sobre a natureza das pessoas que vivem em Gaza, quem elas realmente são e o que vivi lá”, diz ela na entrevista.

“É importante para você que o mundo entenda, o quê? Que passei por um holocausto”, acrescenta Mia. “Todo mundo ali é terrorista.”

quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Mulher que aceita Jesus em leito de morte é perseguida e ameaçada por muçulmanos

Antes de morrer, a cristã nova convertida ouviu que não seria enterrada no cemitério local, caso não negasse a Cristo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA PORTAS ABERTAS

Cristãs foram ameaçadas por evangelizar na Ásia Central. (Foto representativa: Portas Abertas)

Na Ásia Central, uma mulher que estava em estado terminal decidiu aceitar Jesus como seu Salvador durante uma evangelização.

Mesmo sendo de família islâmica, duas de suas parentes eram cristãs. Quando os líderes muçulmanos souberam da conversão, eles invadiram a casa para pressioná-las. As cristãs que estavam de visita foram espancadas assim que a porta foi aberta.

Nem mesmo a senhora doente escapou da violência. Seus familiares passaram a ameaçá-la dizendo que não cremariam seu corpo, nem a enterrariam entre os muçulmanos, caso ela não abandonasse Cristo antes de morrer.

‘Sérias consequências’

Depois disso, além de espancadas, as duas cristãs foram duramente perseguidas por compartilharem o Evangelho naquela região.

Todos os cristãos locais se juntaram em oração pela situação e outros seguidores de Jesus nas proximidades também foram impactados.

Por fim, uma cova foi separada para a cristã no cemitério, apesar das discussões. Não houve ataques à comunidade cristã a não ser os casos de agressão física às duas evangelistas.

Apesar da resolução pacífica, o incidente trouxe consequências sérias, conforme a Portas Abertas. A comunidade islâmica está irada pelo fato de uma mulher cristã ter sido sepultada em um cemitério muçulmano.

“A questão se tornou um assunto muito sensível e desperta a preocupação de que outra situação como essa possa resultar em violência em breve”, afirmou a organização em seu site.

Apesar de tudo, outras pessoas da mesma família se converteram ao cristianismo depois que souberam do ocorrido. O Evangelho continua sendo pregado apesar da pressão intensa, agressões físicas, humilhações, xingamentos e ameaças por parte dos muçulmanos radicais.


terça-feira, 2 de janeiro de 2024

Ex-funkeira, esposa de Yudi diz que ouviu voz de Deus em show: "Larga tudo por mim"

Mila Braga aceitou Jesus após ser evangelizada por Yudi, e viveu uma transformação de vida.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE G1


Mila e Yudi. (Foto: Instagram/Mila Braga).

A cantora Mila Braga, esposa de Yudi Tamashiro, viveu uma transformação ao conhecer o Evangelho através do marido e aceitar Jesus.

Recentemente, Mila lançou sua primeira música gospel, após abandonar a carreira secular. Ela já tinha passado pelo sertanejo, axé e brega-funk, e ficou conhecida no Brasil com o funk “Tudo ok”.

O primeiro single cristão da cantora, “Simplesmente Sou", conta seu testemunho de conversão.

"Eu quis retratar nessa música e no clipe a maneira que Deus se revelou para mim. Isso foi muito forte na minha vida", disse Mila, em entrevista ao G1.

Ela relatou que conheceu Jesus através de Yudi, após se reencontrarem. Eles já haviam namorado no passado, quando o apresentador ainda não era cristão.

“Desde que o Yudi voltou para minha vida, ele trouxe o Evangelho, trouxe a mensagem de Deus, e nas atitudes dele também. Então através da transformação dele, a minha vida também foi sendo impactada e transformada", testemunhou Mila.

Encontro sobrenatural em show

Enquanto era evangelizada por Yudi, a cantora teve um encontro sobrenatural com Deus durante um de seus shows.

"Aos poucos, eu fui entendendo que o que eu acreditava era muito raso. Então fui mergulhando nesse profundo, foi entendendo, até que um dia, Deus falou comigo no meio de um show, e é o que eu relato no meu clipe. Deus falou: 'Larga tudo por mim'. E foi o que eu fiz”, revelou.

E acrescentou: “Muitos me julgam doida, porque eu estava estabilizada, com um grande sucesso. Mas eu acreditei na voz de Deus e na visão que Ele me deu”.

Falando do amor de Jesus

Sobre seu passado na música secular, a cristã acredita que foi parte do plano do Senhor. “Acho que Deus tem um propósito em tudo. Talvez se eu não tivesse cantado para essas mulheres que me ouviram cantar 'Tudo ok', 'Macetada', entre outras, eu não tivesse voz”, comentou.

“Como que eu ia falar do amor de Jesus, do que Ele faz, do que Ele salva, de tudo que eu vivi, tudo que eu passei e tudo que Ele tem feito na minha vida, se eu não tivesse ninguém para me ouvir? Então Ele me permitiu estar lá para que, hoje, essas mulheres me ouçam falar do amor de Jesus, que Ele é o caminho, a verdade, a vida”, declarou ela.

Mila ainda afirmou que quer apresentar o amor de Deus ao público feminino que acompanha sua trajetória na música.

"Quando eu chegava em casa, vinha aquele vazio que não preenchia, que a balada, as bebidas e o mundo não me preenchiam", disse ela, sobre sua vida antes da conversão.

E concluiu: "Então o que eu diria hoje para essas mulheres que me acompanham até hoje é que a força verdadeira vem do Senhor”.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Pessoas aceitam Jesus em culto fúnebre de Pedro Henrique: “Até na morte foi evangelista”

Durante o culto fúnebre, realizado na 1ª Igreja Batista de Porto Seguro, na Bahia, pessoas se renderam a Jesus.

FONTE: GUIAME

Pedro Henrique. (Foto: Reprodução/Instagram/Pedro Henrique)

No último sábado (16), ocorreu o culto fúnebre do cantor gospel Pedro Henrique na 1ª Igreja Batista de Porto Seguro, na Bahia.

Vídeos do culto fúnebre, que foram publicados nas redes sociais, mostram o momento em que familiares e amigos se despediram do artista, de 30 anos.

Durante a cerimônia, artistas da “Todah Music”, mesma gravadora de Pedro Henrique, cantaram o seu grande sucesso “Vai ser tão Lindo” e muitos ficaram emocionados.

Em determinado momento, o pastor Leonardo Peixoto, da Belém Church, iniciou um apelo, onde afirmou: “Até em sua morte, esse menino [Pedro Henrique] foi um evangelista”.

Logo após, ele convidou pessoas no local a se renderem a Jesus: “O Senhor está te dando uma oportunidade”.

E continuou: “Muitas vezes fazemos coisas que não temos vergonha, mas quando é para entregar a nossa vida àquele que de fato é o autor da vida, muitas vezes questionamos se estamos preparados”.


Vidas foram salvas

Em seguida, pessoas foram à frente e receberam Jesus Cristo como seu Salvador. No Instagram, muitos internautas comentaram o vídeo que registrou o momento glorificando a Deus e contando testemunhos.

“Eu e minha vizinha costumamos sair para beber, mas depois que ele morreu, decidimos nos consertar e ir pra igreja. Estou decidida a não querer mais fazer coisas que não agradam a Deus. A vida é breve e o Senhor quer que estejamos preparados”, disse uma internauta.

“Foi tão lindo esse momento, o mover no culto fúnebre foi sobrenatural. Apenas a confirmação de que o Senhor usou o nosso amado amigo Pedro em todas as fases de sua vida e toda ela incluía o propósito de Deus”, comentou uma mulher.

“Eu estava afastada da presença de Deus, mas voltei. Estamos nos últimos dias”, testemunhou outra internauta.

Família

Heleno Santos, pai do cantor, falou com a TV Bahia no velório e deu detalhes sobre a causa da morte do filho: “No laudo que foi feito pelo IML de Feira de Santana [município da Bahia] não existe causa da morte, é morte natural. Não existe lesão a nenhum órgão, não existe nada”.

Ele se emocionou dizendo: “Nós entendemos o propósito de Deus, em nenhum momento nós questionamos porque Ele sabe de todas as coisas. Mas o coração de um pai e de uma mãe não pode suportar a dor da separação e da perda. Então, qualquer palavra que for dita, não mensura esse momento de dor”.

“Meu, da minha esposa, da minha nora que perdeu o esposo que acabou de ser pai. De uma filha que ainda vai fazer dois meses e que vai crescer ouvindo a história e vendo vídeos do pai, do homem honrado com uma reputação ilibada”, declarou ele em lágrimas.

No programa Encontro, da TV Globo, ele afirmou: “Meu único filho, morreu em cima do palco fazendo aquilo que ele fazia desde os três anos de idade. A dor é grande, só Deus para confortar nossos corações”.


Suilan Barreto, esposa de Pedro Henrique, também se pronunciou sobre a morte do marido e pai de sua filha Zoe, de apenas um mês.

“Meu amor, para sempre meu amor. Cuidarei da nossa filha como você sempre sonhou. Ficarei com sua mãe como Rute e prometo falar com ela todos os dias assim como você fazia. Você sabe que eu e seu pai somos parceiros. Nós ficamos amor e vamos honrar a sua descendência. Eu te amo e para sempre vou te amar”, disse ela em seu Instagram.

Morte do cantor

Pedro Henrique morreu após passar mal durante um show no dia 13 de dezembro. Ele se apresentava em um culto em Feira de Santana, na Bahia, quando caiu em cima do palco.

O cantor gospel começou a carreira profissional em 2015, quando passou a publicar covers em seu canal do YouTube. Em 2019, depois de participar de uma banda por três anos, e lançar o álbum “Grande é o Senhor”, Pedro começou a investir na carreira solo.

Nas redes sociais, ele costumava compartilhar momentos com a família e shows, e contava com quase 900 mil seguidores.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

Pastor revela que perseguição na China é a pior em 40 anos: “Guerra contra cristianismo”

Bob Fu disse que o Partido Comunista está reprimindo a Igreja de forma generalizada.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO MNN

Pastor Bob Fu. (Captura de tela/YouTube 100 Huntley)

De acordo com o pastor Bob Fu, fundador do China Aid — organização que defende a liberdade religiosa e os direitos humanos na China — a perseguição aos cristãos no país atingiu o pior nível em 40 anos.

Ele alertou, recentemente, através do podcast “A Voz dos Mártires no Canadá — Closer to the Fire”, que não é exagero afirmar que “a perseguição contra os cristãos e outras minorias religiosas atingiu realmente o pior nível desde a Revolução Cultural”.

“Pela primeira vez, vimos o Partido Comunista reprimir a Igreja de forma generalizada e, literalmente, declarar uma guerra contra o Cristianismo”

‘Eles forçam crianças a renunciar a fé em público’

Para o pastor, todos os esforços do governo ditador para censurar os chineses visam especialmente os jovens cristãos.

“Estamos vendo milhões de crianças chinesas, de famílias cristãs, sendo forçadas a assinar um formulário para renunciar à sua fé em público”, revelou.

Além disso, Bob Fu lembrou que os líderes comunistas também continuam a remover cruzes dos edifícios das igrejas.

“Mesmo as igrejas sancionadas pelo governo foram alvo de perseguição. Aqueles pastores que se recusam a destruir, remover ou demolir voluntariamente as suas cruzes têm enfrentado enormes riscos de perseguição”, observou.

‘Proibidos de frequentar a igreja’

Ainda segundo o pastor, os cristãos chineses sabem que cada movimento é minuciosamente observado pelo governo, à medida que a China adota o monitoramento social digitalizado.

“As igrejas sancionadas pelo governo, cada púlpito da igreja e os quatro cantos da igreja devem ter instaladas câmeras de reconhecimento facial para que possam monitorar a congregação”, contou.

Além disso, existem regras rígidas sobre quem “não pode frequentar as igrejas”: crianças, jovens com menos de 18 anos, qualquer membro do Partido Comunista ou membro da Liga da Juventude Comunista, qualquer funcionário público ou qualquer policial e militar. Todos estão proibidos de frequentar a igreja.

Mesmo diante dessa intensa perseguição, porém, Fu diz que apesar de não entendermos o que Deus está fazendo na China, todos podemos orar para que os crentes chineses permaneçam firmes na sua fé.

“Por favor, ore também pelo crescimento da Igreja Chinesa apesar da perseguição, para que os discípulos fiéis se multipliquem e para que a verdadeira Palavra do Evangelho seja conhecida”, concluiu.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Estudante foi reprovado em teste por responder que 'só mulheres podem engravidar’

O questionário intitulado "Compreendendo o gênero versus sexo" foi aplicado para alunos do décimo ano em escola de Seattle, nos EUA.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO KTTH E FOX NEWS

Chief Sealth International High School. (Foto: Wikimedia/Creative Commons)

Um professor do décimo ano, lecionando História Mundial de Estudos Étnicos, na “Chief Sealth International High School”, em Seattle, EUA, propôs aos alunos um questionário intitulado "Compreendendo o gênero versus sexo".

O questionário apresentava uma variedade de afirmações para serem classificadas como “verdadeiras” ou “falsas”, além de incluir questões de “múltipla escolha”.

Muitas questões se concentraram no uso de pronomes pessoais, como "Quando alguém utiliza os pronomes 'eles/eles', o que isso indica sobre sua identidade de gênero?" ou exploraram suposições relacionadas à identidade de gênero, como "Verdadeiro/falso: pessoas trans são gays".

Contudo, duas questões são objetivamente falsas, apesar de os alunos serem instruídos no sentido oposto.

A questão 4 apresentava a afirmação "Todos os homens têm pênis", e o aluno a classificou como "verdadeira", pois, na realidade, isso é um fato. Mas o professor discordou, penalizando a resposta, ao afirmar que mulheres também podem ter um pênis.

A Questão 7 propunha a afirmação "Só as mulheres podem engravidar", e o estudante a assinalou como "verdadeira", pois, de fato, apenas mulheres têm a capacidade biológica de engravidar. Porém, o professor discordou, penalizando a resposta e defendendo a ideia de que homens também podem engravidar.

A mãe do aluno está preocupada

A mãe do aluno compartilhou sua "frustração e raiva" escrevendo ao Jason Rantz Show no KTTH. Ela mencionou ter expressado preocupações à escola, mas afirmou ter sido "recebida em silêncio".

“Continuo tentando entender como é legal ensinar informações imprecisas e forçar os alunos a responderem contra suas crenças ou receber pontuações negativas”, disse ela ao Jason Rantz Show no KTTH. A mãe pediu anonimato por medo de que seu filho sofra represálias.

A mãe disse ainda que estava apreensiva em relação à escola, alegando que ela regularmente permite que os professores introduzam suas crenças políticas nas salas de aula, utilizando a questão de identidade de gênero como um exemplo. E destacou que seu filho, que é branco, enfrenta frequentemente escrutínio devido à cor de sua pele e às discussões sobre privilégios.

Ela relatou que diversos professores rotularam seu filho como "f***** d e racista", e o descreveram como um "produto do patriarcado que ensina os meninos a não se preocuparem com nada", e aconselharam que ele não deveria usar um termo específico para se identificar, alegando que isso seria ofensivo.

Distrito defende questionário com motivação política

As Escolas Públicas de Seattle, por meio de um porta-voz, defenderam o questionário como sendo "inclusivo", sustentando que era apropriado para um curso de Estudos Étnicos.

“As Escolas Públicas de Seattle se dedicam a estabelecer ambientes inclusivos que permitem a exploração de questões contemporâneas, examinando especificamente os impactos de sistemas de poder como o racismo e o patriarcado”, disse o porta-voz ao Jason Rantz Show no KTTH.

E continuou: “Este compromisso se estende à promoção de ambientes acolhedores e inclusivos onde estudantes, funcionários e famílias tenham a liberdade de expressar seu eu autêntico.”

O porta-voz afirmou ainda que o questionário estava em conformidade com as diretrizes estaduais e locais que abrangem esses tópicos. No entanto, não ficou claro como essa lição, que não parece ter uma abordagem científica sobre a identidade de gênero, estava relacionada à disciplina de história mundial.

Mãe está orgulhosa

Apesar de seu filho ter falhado no teste, a mãe disse que está “orgulhosa dele porque ele se recusou a responder contra suas crenças (que são médica e cientificamente precisas, ou pelo menos costumavam ser)”.

O distrito esclarece que a pontuação rebaixada não terá impacto na nota geral do aluno, mas a mãe destaca que este não é o ponto central. Ela argumenta que seu filho foi reprovado por se recusar a responder a perguntas com motivações políticas destinadas a validar um movimento extremista de identidade de gênero que afirma que o gênero é fluido.

A preocupação levantada é que os alunos não estão sendo educados, mas sim doutrinados. Essa doutrinação, segundo a mãe, é intencional, com os líderes distritais acreditando não apenas na adequação, mas na precisão factual dessa lição.

Para separar gênero e sexo, os educadores da Esquerda Radical são capazes de afirmar que é possível mudar o seu gênero. A observação é feita de que os educadores dessa corrente política parecem mais propensos a afirmar que é possível alterar o gênero, enquanto a visão contrária argumenta que, na realidade, não se pode separar os dois. Ser mulher ou ser homem é intrínseco ao sexo. A maneira como alguém se identifica não muda nada sobre o gênero ou sexo do indivíduo.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Mais de 7 mil pessoas aceitam Jesus em cruzada no Egito: “O Espírito Santo fez a obra”

O evento evangelístico de Michael Youssef reuniu uma multidão de mais de 17 mil egípcios para ouvir o Evangelho.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO THE CHRISTIAN POST

O evento de Michael Youssef reuniu uma multidão de mais de 17 mil pessoas. (Foto: Reprodução/Leading the Way).

Mais de 7 mil pessoas aceitaram Jesus durante uma cruzada evangelística no Egito, no mês passado.

Apesar das restrições ao evangelismo no país e a atual agitação no Oriente Médio, mais de 17 mil egípcios participaram do evento do ministério Leading the Way do evangelista Michael Youssef, na cidade do Cairo, em 3 de novembro.

Segundo o pastor, que nasceu no Egito, o número de pessoas que foram a cruzada ouvir o Evangelho ultrapassou a expectativa da equipe.

“Vimos realmente o que Deus fez. Foi tão grande em termos de uma reunião cristã que ninguém pode levar o crédito. Eles não vieram me ouvir; eles não vieram por causa disto ou daquilo. Eles vieram porque havia fome”, testemunhou Michael, em entrevista ao The Christian Post.

“Havia muita gente à meia-noite que não queria sair; eles apenas ficaram, cantando e orando. Existe uma presença do Espírito Santo como nunca experimentamos antes. Sabemos que isso é coisa de Deus; foi o Espírito Santo quem fez a obra”.

Após a pregação das Boas Novas, mais de 7.850 pessoas aceitaram Jesus como seu Salvador.

Os novos convertidos serão acompanhados e discipulados por igrejas locais, parceiras do ministério.

Michael relatou que, após a cruzada, as igrejas registraram um aumento de frequentadores nos cultos.

Paz no Oriente Médio

O pastor, que cresceu no Líbano antes de se mudar para os Estados Unidos, ressaltou que a paz no Oriente Médio só será possível através do Evangelho.

“Oramos pela paz; esse é o objetivo. Minha oração é para que ambos os lados conheçam Jesus, que os judeus O conheçam como o Messias e que os muçulmanos O conheçam”, comentou.

E completou: “Há milhares de muçulmanos vindo a Cristo, mas você nunca ouvirá falar disso nas notícias. Jesus está aparecendo para eles em uma visão e sonhos e eles estão vindo a Cristo aos milhares. E assim, à medida que estas coisas acontecem, à medida que o Evangelho é pregado, oramos para que haja paz. Mas, na realidade, sabemos que não pode haver paz sem Jesus”.

Perseguição no Egito

Cristãos relatam que a maioria das violações da liberdade de religião no Egito acontecem na esfera da comunidade.

Os incidentes variam entre cristãs sendo assediadas enquanto andam nas ruas e multidões iradas de muçulmanos que reúnem toda a vizinhança para expulsar os cristãos, cujas casas e pertences são confiscados por esses grupos.

O país ocupa a 35ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2023, que classifica os 50 países que mais perseguem cristãos no mundo.