segunda-feira, 12 de junho de 2017

Gilmar Mendes quer proibir igrejas de lançar candidatos

Tribunal Superior Eleitoral acredita que influência de igrejas e líderes religiosos nos processos eleitorais é crime

por Jarbas Aragão

Gilmar Mendes quer proibir igrejas de lançar candidatos

Após as votações desta semana, o trabalho do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ganhou grande destaque. Acabado o julgamento de Temer, o presidente Gilmar Mendes, diz que a Corte se dedicará a estudar mecanismos para bloquear o que considera abuso do poder econômico e a influência das igrejas nas eleições.

“Depois da proibição das doações empresariais pelo Supremo Tribunal Federal, hoje quem tem dinheiro? As igrejas. Além do poder de persuasão. O cidadão reúne cem mil pessoas num lugar e diz ‘meu candidato é esse’. Estamos discutindo para cassar isso”, afirmou Mendes em entrevista recente.

O magistrado acredita que há um potencial para abuso de poder econômico, uma vez que esse tipo de doação é de “difícil verificação”. Ele diz estar preocupado com o uso da estrutura física das igrejas para influenciar as eleições. “Outra coisa é pegar o dinheiro da igreja para financiar [campanhas]. Se disser [para o fiel] que agora o caminho para o céu passa pela doação de R$ 100, porque eu não vou para o céu?”, ironiza.

Contudo, o STE ainda não esclareceu quais medidas poderia aplicar, uma vez que ainda existe lei sobre o tema no país. Via de regra, a Justiça Eleitoral trata os casos de abuso religioso como outras formas de irregularidade, equiparando-a ao abuso de poder político, por exemplo.

Uma vez que não existe uma norma clara, a investigação se torna difícil, pois esse é um “crime” que sequer existe formalmente.

Gilmar Mendes não é o único que pensa assim. O vice-procurador-geral eleitoral Nicolao Dino já pediu ao TSE que o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella fosse condenado por abuso de poder religioso. Durante a campanha a governador em 2014, o bispo licenciado da Igreja Universal foi acusado pelo Ministério Público Eleitoral de usar a estrutura do templo da igreja em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, como comitê.

Foram encontrados no local milhares de fichas cadastrais que traziam a indicação de páginas de Crivella na internet. Junto estavam centenas de formulários pastorais, alguns já preenchidos por fiéis da igreja, que traziam um campo específico para ele colocar o número do título eleitoral.

No parecer enviado ao TSE, Dino escreveu que era “fundamental coibir a prática do abuso do poder religioso, isto é, a exploração do discurso litúrgico para supressão da autonomia política de fiéis, comumente obsequiosos às orientações clericais”. Três anos depois, o caso ainda aguarda apreciação do ministro Herman Benjamin, do TSE.
Investigação difícil

Em entrevista à Gazeta do Povo, a professora da FGV Direito Rio, Silvana Batini, explica que é bastante difícil fazer uma investigação profunda para comprovar a influência de lideranças religiosas no voto.

Por exemplo, com a proibição de doações de pessoas jurídicas, após as descobertas de irregularidades apontadas pela operação Lava Jato, os membros de uma igreja poderiam ser pressionados por líderes religiosos a doar diretamente para seus candidatos. Se isso ocorrer, haveria a caracterização do crime de abuso econômico, na forma de abuso de poder religioso.

Batini reclama que poderia haver ainda outros tipos de abuso. Se um pastor afirmar que o fiel precisa votar em determinado candidato alegando que é o que “Deus quer”, isso pode caracterizar abuso de poder político, acredita.

Diante dessas situações, é possível que a Justiça Eleitoral estabeleça novos parâmetros para julgamentos onde o abuso religioso esteja configurado.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

sábado, 10 de junho de 2017

“Cristãos precisam ocupar a política para influenciar o Brasil”, diz pesquisadora

Para Viviane Petinelli, o cristão deve ter Deus em todas as áreas da sua vida, incluindo a área política, seja no ato de votar ou exercer um cargo.


Para Viviane, o crente deve sim estar presente nos meios políticos. (Foto: P Cidade).
Para Viviane, o crente deve sim estar presente nos meios políticos. (Foto: P Cidade).

O cristão deve se envolver com a política? É correto um crente se tornar um deputado, vereador, parlamentar? Tais questões foram discutidas por mulheres que entendem do assunto. Viviane Petinelli é cientista política e Thaís Lacerda é coordenadora do curso de direito da Faculdade Batista e advogada. As duas foram convidadas pelo programa Bate-Papo para refletirem sobre a situação.

Para Viviane, o crente deve sim estar presente nos meios políticos. “Eu sou completamente favorável sobre a posição do cristão. É parte do exercício da cidadania se envolver com os assuntos públicos. E quando nós cristãos não nos envolvemos, outros se envolvem e alguém governará”, disse.

“Alguém administrará uma cidade, um país. E se não formos nós, serão os outros e teremos de nos submeter a essa administração e a esse governo também. Então, cabe a nós ocuparmos esses espaços sim, se queremos influenciar a nação”, ressaltou.

Deus em tudo
Thaís acredita que as duas áreas não deveriam ser pensadas de forma separada, mas juntas. “Eu acho que as coisas são muito congruentes. Primeiro com relação a ser cristã e trabalhar na política, seja como uma política mesmo ou como alguém que vota e elege os nossos representantes. Eu vejo que esse papel é tão importante quanto assumir um cargo. Mas também eleger quem vai assumir aquele cargo tem a mesma significância”, pontuou.

A advogada ainda comenta que Deus deve estar em todas as áreas da vida do cristão e não somente na igreja. “A gente parte do princípio de que muitas vezes a gente deixa a nossa vida cristã apenas na questão do vocacionado, a igreja, ao convívio. Mas, não. A nossa atuação como cristão, a nossa visão cristocêntrica tem que estar em todas as áreas da nossa vida, na nossa opinião política, na nossa vida secular, na nossa família, nos nossos estudos e ligando isso com a questão da formação do ensino superior”.

Conhecimento e influência
A cientista política Viviane diz: “Como eu estou na academia há muitos anos, já estou no pós-doutorado. Realmente é muito difícil mesmo. As pessoas se esquecem que Deus opera no sobrenatural e nós no natural. Se nós queremos ser influenciadores, e isso é político, o poder de influenciar, seja na sua casa, na sua comunidade, seja na própria igreja ou em um espaço de poder público, precisamos conhecer, porque o que trás para nós a habilidade e também a capacidade de influenciar é o conhecimento. Quem tem mais, influência mais”.

Thaís complementa: “Existe a ideia de que o crente estuda as coisas de Deus e não estuda as outras ciências. As outras ciências também são importantes. Não há uma contradição, há uma complementaridade. O fato de ser cristã e o fato de eu ter uma formação acadêmica me permite fazer uma análise muito mais completa do cenário. Tanto pelo conhecimento bíblico, e vivência que eu tenho desde criança na igreja evangélica, como também o trajetório acadêmico que eu fiz”, explanou.

Confira o debate na íntegra:

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REDE SUPER

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Os ataques terroristas são sinais do fim dos tempos, diz pastor

O pastor Phil Hotsenpiller acredita que estratégias militares para pôr fim à atividade terrorista não irão funcionar, pois o problema é de natureza espiritual.

Homem em frente aos escombros de uma das torres do World Trade Center, nos EUA. (Foto: Doug Kanter/AFP/Getty Images)
Homem em frente aos escombros de uma das torres do World Trade Center, nos EUA. (Foto: Doug Kanter/AFP/Getty Images)
Os aumento de ataques terroristas em diferentes partes do mundo apontam para o retorno de Jesus Cristo na terra, de acordo com o pastor e escritor Phil Hotsenpiller.

Estudioso das profecias do fim dos tempos, o pastor Phil explica que um dos indicadores que marcam o fim dos tempos é a manifestação do “espírito de ilegalidade”.

“A ilegalidade significa mais do que quebrar a lei. É um espírito que começou com Lúcifer antes da criação do homem e veio se mantendo através da narrativa bíblica e histórica, culminando em Apocalipse 18”, disse Phil, de acordo com o site CBN News.

Phil também afirma que os ataques terroristas não acontecem em locais aleatórios — espíritos territoriais têm ligação com os atos de terrorismo que aconteceram no passado.

“Observando o histórico de Manchester, por exemplo, em 1996, o Exército Republicano Irlandês detonou uma grande bomba no centro da cidade, a 400 metros de distância do show da Ariana Grande”, avalia o pastor.

Eventos como este mostram a “natureza repetitiva de atos terroristas nos mesmos lugares”, já que os espíritos territoriais ficam nestes lugares e “replicam o seu terrorismo” no momento certo, explica.

Para resolver estes problemas, Phil afirma que a igreja precisa examinar a causa raiz: a batalha que se passa no mundo espiritual. “Muito do caos que acontece no mundo hoje são causados pelas forças demoníacas que se manifestam no mundo físico”, disse ele.

Chaves espirituais
Ele acredita que estratégias militares para pôr fim à atividade terrorista não irão funcionar, pois o problema é de natureza espiritual. “Jesus deu autoridade a seus seguidores sobre os espíritos malignos (Lucas 9:1,10:17)”, disse ele ao Charisma News. “A igreja foi chamada para amarrar o homem forte em todas as nações, estados, cidades e bairros”.

O pastor explica que essa foi a finalidade de Jesus quando disse que daria as chaves do Reino dos céus a seus discípulos. “É interessante que Jesus se referiu às chaves. O número exato de chaves não é indicado, mas a forma plural sugere que existem várias portas no Reino”, disse ele. “Quando eu estava orando e pedindo uma revelação sobre isso, Deus me mostrou que há um número ilimitado de chaves disponíveis”.

Phil acrescentou que os cristãos podem superar o espírito de ilegalidade buscando um maior acesso ao poder e autoridade de Jesus. “Temos o maior poder do mundo. Temos a maior garantia no mundo, mas de alguma forma nós não a usamos porque achamos que temos para apaziguar todo o mundo”, afirmou.

Ele ainda advertiu que se os cristãos não fizerem nada para parar o mal no mundo, o ataque de Manchester vai se tornar o “novo normal”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GOSPEL HERALD

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Lutador cristão usa dinheiro do MMA para ajudar tribo perseguida do Congo

Justin Wren usa o lucro de suas vitórias para financiar um projeto social de apoio à tribo dos 'Pigmeus Bambuti'. Eles são vítimas do canibalismo de outras tribos no Congo.

Lutador de MMA Justin Wren junto com os Pigmeus Bambuti, do Congo. (Foto: Facebook)
Lutador de MMA Justin Wren junto com os Pigmeus Bambuti, do Congo. (Foto: Facebook)
Um lutador de Artes Marciais Mistas que se tornou cristão há cerca de seis anos está usando suas habilidades como lutador profissional para ajudar uma tribo necessitada do Congo.

Justin Wren, um lutador de MMA, cujos registros atualmente representam 13 vitórias e 2 derrotas, explicou na Encontro de Pais de Adolescentes de 2017 - realizado pela organização cristã 'Colson Center' - na última terça-feira, que ele usa o lucro de suas vitórias em lutas para ajudar a financiar e difundir projeto sociais, especificamente aqueles que beneficiam os pigmeus do Congo.

Wren enfatizou que, ao contrário das lutas que ele lutou antes de se tornar um cristão, agora que ele usa seus lucros para ajudar a melhorar as vidas de outras pessoas no Congo - o que dá um significado ainda maior para o esporte que ele sempre gostou.

"Quando eu ganho, recebo o dinheiro da vitória e uso o bônus para perfurar mais poços. E se eu não ganhar, então não consigo isso. Portanto, há muita pressão", disse Wren.

"Quão legal seria ser capaz de dar sempre? Lutar e vencer, e dizer: 'não ganhei apenas uma luta, mas na verdade eu ganhei por eles. Ganhei para que possamos perfurar poços", acrescentou.

Wren passou a detalhar algumas das grandes dificuldades que os pigmeus do Congo enfrentam, como por exemplo, serem considerados "sub-humanos" por muitas pessoas e, muitas vezes, não terem acesso a serviços humanos básicos.

O lutador de MMA falou sobre uma prática perturbadora de canibalismo, adotada por alguns grupos de guerrilha locais para comer pigmeus e "ganhar força" - o que é confirmado por descobertas de uma investigação das Nações Unidas em 2003.

A ONG de Wren, 'Fight for the Forgotten' ('Lute pelos Esquecidos'), se concentra em ajudar a desenvolver uma vida sustentável para os pigmeus da tribo Bambuti.


MMA e Cristianismo
Ainda se coloca muito em debate sobre como o cristianismo e a luta profissional poderiam (ou não) ser compatíveis. Adam Groza, do Seminário Teológico Batista 'Golden Gate' escreveu uma coluna para a imprensa da denominação, expressando sua forte opinião contra os cristãos que atuam no MMA.


"O UFC e o MMA representam pornografia por violência, um termo que foi aplicado a filmes com violência desqualificada, como 'SAW', onde a violência não faz simplesmente parte do enredo, mas é a atração em si", escreveu Groza.

"A violência por causa da violência, em oposição à violência instrumental ou redentora, dessensibiliza o espectador ao horror gráfico de ver duas pessoas brigarem por causa do entretenimento. O UFC e o MMA oferecem exatamente o tipo de violência condenada no Salmo 11:5. Ezequiel 7:23 diz: 'a cidade está cheia de violência'. Por que os cristãos estão apoiando a violência na cidade?", acrescentou

Em contraste, Dave Hatfield, da Igreja 'Victory Christian', um ministério que atua no MMA, disse ao The Christian Post em uma entrevista de 2011 que o esporte pode ser usado como uma ferramenta de evangelismo para homens jovens.

"Eu acredito que Deus deu a cada um de nós um desejo divino de conquistar e superar... é por isso que eu acredito que os caras estão em esportes como futebol e MMA", argumentou Hatfield.

"Nós usamos nosso alcance de MMA para explorar o desejo natural dos homens de conquistar e competir e apontá-los para o Criador e o fato de que Ele tem planos para que eles se tornem não apenas filhos amados, mas também guerreiros para Ele", destacou.

Wren explicou que ele acredita que o ambiente do MMA é um bom lugar para ser uma testemunha, ou, como ele mesmo disse: "ser uma luz".

"Pode haver coisas realmente legais que acontecem neste esporte e para as pessoas que nunca pisariam em uma igreja. Eles não vão pisar lá, mas nós vamos até eles, com um tipo de camuflagem e simplesmente os encorajamos", disse ele.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Ex-morador de rua usa dinheiro da música gospel para resgatar outros desabrigados

Por causa de uma desavença com os pais, Edy saiu de casa e passou a morar na rua. Após se converter, ele se tornou cantor e usa parte de sua renda para ajudar outros mendigos.

Edy recebeu ajuda para voltar pra casa e passou a frequentar uma igreja evangélica. (Foto: Reprodução).
Edy recebeu ajuda para voltar pra casa e passou a frequentar uma igreja evangélica. (Foto: Reprodução).
Hoje Edy Rodrigues tem uma vida considerável, mas nem sempre foi assim. Na verdade, seu passado é marcado por anos morando na rua. Vindo de uma família simples, o cantor lembra o motivo de ter saído de casa. “Sou de uma família pobre e humilde. Minha mãe teve sete filhos e foi uma mulher guerreira, trabalhadora, que cuidou dos filhos sozinha”, disse.

"Mas, devido a um desentendimento que eu tive em casa, bullying que eu sofri na escola devido a pobreza que nós tínhamos. Eu vim tomar banho de chuveiro quente depois dos 22 anos, por exemplo. E por causa de um desentendimento na família eu acabei virando um mendigo”, revelou. "Saí de casa com a intenção de ficar três dias fora. Esses dias se transformaram em dois anos e quatro meses".

Edy conta que não foi fácil passar tanto tempo morando nas ruas de Belo Horizonte, e relatou: “Eu já tomei banho na Praça Pública, a Raul Soares, eu tomava banho ali. Eu cheguei a comer comida do lixo e a beber água do esgoto. Tentei me suicidar de cima do viaduto de Santa Tereza, acima do Parque Municipal. Mas o pior dia que vivi nas ruas foi quando eu bebi água do esgoto”, pontuou.

Drogas e Violência
Edy ainda falou sobre seu envolvimento com as drogas. “Nas ruas, a maioria do mendigos precisam se drogar para sobreviver. Eu me envolvi com cachaça, com a maconha, cola e até mesmo por causa das agressões que acontecem. Eu quase morri nas ruas devido jovens vindo da balada. Um dia eu domingo debaixo da marquise, eles quebraram uma garrafa de whisky na minha cabeça”, contou.

Mas, um dia tudo isso mudou. Ele finalmente voltou para casa, fez as pazes com sua família. Ele conta que um homem o abordou de forma diferente, oferecendo-lhe ajuda para voltar à casa de sua mãe. Mesmo sem saber o que o esperava, o ex-morador de rua aceitou a oferta e voltou para casa. Para surpresa dele, a mãe o recebeu bem. Edy passou a frequentar uma igreja evangélica.

“Eu acredito que o próprio Espírito Santo me conduziu de volta para casa, porque é difícil sabe? Um mendigo sair das ruas. Ai eu passei a ir para a igreja, comecei a conhecer a Cristo e fui recebido pela Igreja Quadrangular, que abriu as portas pra mim e lá eu fui sendo lapidado”, ressaltou.

Agora Edy leva a Palavra de Deus por meio da música. Ele está lançando seu segundo CD e separa 15% de todo faturamento que tem e volta ao lugar onde dormia para cuidar de pessoas que vivem a mesma situação que ele viveu.

Confira a participação de Edy no programa Domingo Legal, em 2015:

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REDE SUPER

terça-feira, 6 de junho de 2017

Boxeador se converte após ter visão do inferno: “Salvo pelas orações da minha mãe”

O ex-boxeador Curtis Kelley cresceu envolvido com o ocultismo e teve uma visão do inferno após uma overdose. No entanto, sua experiência com Deus o resgatou da morte.

O ex-boxeador Curtis Kelley teve um encontro com Deus que mudou sua história. (Foto: Trinity Broadcasting Network)
O ex-boxeador Curtis Kelley teve um encontro com Deus que mudou sua história. (Foto: Trinity Broadcasting Network)
Desde muito jovem, o ex-boxeador Curtis Kelley foi designado como sucessor de seu pai na prática do vodu, mas um real encontro com Deus mudou sua história de vida.

Curtis foi a sétima gravidez de sua mãe, que vivia com o marido e mais seis filhos em Nova York, nos Estados Unidos. Inconformado com mais uma gestação, o pai tentou forçá-la a abortar. Por ela ter negado o pedido, ele chutou sua barriga para provocar um aborto espontâneo.

“Deus viu isso e poupou minha vida”, afirma Curtis.

Com apenas 4 anos, Curtis já via seus irmãos mais velhos usando heroína e tentando suicídio. Aos 6 anos, ele passou a fumar maconha. Aos 10, ele começou a cheirar cocaína.
Enquanto as drogas consumiam os filhos, sua família estava mergulhada na prática do vodu. Por ser o sétimo a ser gerado, Curtis era visto como “escolhido” para manter a tradição.

Ele cresceu aprendendo técnicas paranormais e formas para se aprofundar no ocultismo, a fim de conquistar poder e o dinheiro. Uma sacerdotisa o ensinou não apenas a feitiçaria, mas também a manipular os clientes e mantê-los aprisionados aos rituais.

“Ela se aproveitava das pessoas”, lembra Curtis. “As pessoas acreditavam que se Deus demorasse muito, o ocultismo traria uma solução rápida. Ela cobrava 20 dólares. Isso era muito dinheiro naquela época”.

Quanto mais se envolvia com a magia negra, mais Curtis era atormentado por espíritos malignos. “Eu via demônios atravessando o chão e correndo pelo meu quarto”, ele lembra.
“Um dia eu estava deitado na minha cama e senti ela tremer. Liguei a luz, olhei debaixo da minha cama e vi meu pai. Seu tom de pele era verde e ele estava escamoso. Ele saiu, sorriu e mergulhou pelo chão. Fiquei enlouquecido, fiquei tão assustado que pensei: ‘Eu não sabia que eu estava envolvido nisso tudo’”, continuou.

Visão do inferno
Embora seu pai e seus irmãos estivessem profundamente envolvidos no ocultismo e nas drogas, sua mãe era uma cristã que orava. Após anos sofrendo agressões do marido, ela pegou todos os seus filhos e fugiu para Milwaukee, no estado norte-americano do Wisconsin, enquanto o pai estava fora da cidade.
Curtis atualmente lidera um ministério ao lado de sua esposa, Selena Kelley. (Foto: Earthquake Kelley Ministries)
Por mais que as influências de sua mãe fossem boas, Curtis sofreu uma overdose aos 15 anos e teve uma visão do inferno. “Os demônios estavam me atingindo na cabeça. Eles estavam puxando minha língua. Eles riam de mim, dizendo: ‘Nós te enganamos! Nós te enganamos! Você estava lançando feitiços, mas era para chegar nesse lugar’”, disse ele à CBN News.

“Eu sabia como as drogas funcionavam. Aquilo foi diferente. Eu estava consciente. Eu vi com meus próprios olhos. Eles me lembraram de tudo o que eu tinha feito de errado. Eles não queriam me deixar em paz”, continuou.

Inesperadamente, durante a visão, algumas mãos o puxaram para fora do inferno. “Ouvi essa voz que disse: ‘Por causa das orações de sua mãe e porque você foi escolhido para cumprir um propósito, você foi salvo’”. Em seguida, ele recuperou a consciência em um hospital psiquiátrico.

Mudança
Liberado depois de alguns dias, Curtis começou imediatamente a frequentar uma igreja. Lá, ele ouviu Deus dizer: “Eu amo você”. Tomado por esse amor, ele entregou sua vida a Jesus e foi batizado.

Hoje, Curtis atua como evangelista e tem percorrido o mundo alertando as pessoas sobre os perigos do ocultismo.

Curtis também ficou conhecido por sua jornada no boxe entre 1986 e 2001, quando participou de 20 lutas profissionais de pesos pesados e teve uma tentativa de fazer parte da equipe olímpica.

Embora fosse reconhecido por sua luta de rua, Curtis estava destinado ao ministério e fundou o “The Bridge of Deliverance International” em Hollywood, na Califórnia.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE GOD REPORTS

segunda-feira, 5 de junho de 2017

PSC tenta mudar imagem e escala umbandista em SP

"Somos abertos a todos aqueles que querem o melhor para o país. Podem ser gays, feministas, pessoas de outros partidos, espíritas. Não temos restrições", afirma líder jovem do partido.

por Jarbas Aragão

PSC tenta mudar imagem e escala umbandista em SP

O PSC (Partido Social Cristão) ficou conhecido no país por sua ligação com os evangélicos e a defesa de agendas conservadoras. Atual partido dos deputados Jair Bolsonaro (RJ) e pastor Marco Feliciano (SP), procura mudar sua imagem de olho em 2018.

Segundo a Folha de São Paulo, as lideranças mais jovens do PSC paulista querem “amenizar” a imagem da sigla e apostam na diversificação.

“Somos abertos a todos aqueles que querem o melhor para o país. Podem ser gays, feministas, pessoas de outros partidos, espíritas. Não temos restrições”, afirmou Leandro Bomfim, presidente da Juventude do PSC de Guarulhos.

Felipe Tavares, outra liderança jovem da sigla diz que “O PSC independe de Feliciano e Bolsonaro, tem suas bandeiras e uma juventude muito forte. Temos o ser humano em primeiro lugar, baseado nos princípios bíblicos”.

Mas esses princípios foram deixados de lado quando o partido apostou na filiação de Maurima Geraldo Nunes, 50, mais conhecida como “Nega Furacão”. A supervisora de vendas é umbandista. No ano passado foi candidata a vereadora em Guarulhos e conseguiu 198 votos.

Embora esteja num partido com “cristão” no nome ela garante que foi bem recebida e que não há preconceitos. “Não temos vergonha de sermos nós mesmos”, afirma.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Editora Vida Nova lança nova edição do livro "Cativo à Palavra" sobre Martinho Lutero

Desde sua primeira publicação, há mais de 50 anos, Cativo à Palavra: a vida de Martinho Lutero, de Roland H. Bainton, já vendeu milhões de exemplares.

O livro publicado pela Editora Vida Nova já se encontra nas lojas. (Foto: Divulgação).
O livro publicado pela Editora Vida Nova já se encontra nas lojas. (Foto: Divulgação).
Neste ano os cristãos celebram os 500 anos da Reforma Protestante, um acontecimento que marcou a história do cristianismo. Protagonizado por Martinho Lutero e sua brava coragem e fome pela Verdade, o fato causou uma reviravolta no cenário religioso da época e essa mudança ecoa até os nossos dias.

“A menos que seja convencido pelas Escrituras e por raciocínio claro, não aceito a autoridade de papas e concílios, pois eles se contradizem uns aos outros. Minha consciência é cativa à Palavra de Deus. Não posso e não me retratarei em nada, pois ir contra a consciência não é correto nem seguro. Que Deus me ajude. Amém. Martinho Lutero”, escreveu o reformador na época.

O livro publicado pela Editora Vida Nova já se encontra nas lojas, têm 416 páginas e no site da editora está custando R$ 73,90.

Obra importante para estudiosos
Desde sua primeira publicação, há mais de 50 anos, Cativo à Palavra: a vida de Martinho Lutero, de Roland H. Bainton, já vendeu milhões de exemplares. Continua a ser a introdução definitiva para o grande reformador e uma leitura essencial para aqueles que procuram entender essa grandiosa figura histórica.

A Reforma do século 16 foi um movimento amplo e envolveu reis e camponeses, cardeais e padres locais, monges e mercadores. Espalhou-se de uma a outra ponta da Europa e se manifestou das mais diversas formas. Ainda assim, apesar de seu caráter heterogêneo e complexo, para começar a compreender a Reforma é preciso conhecer apenas um nome: Martinho Lutero.

A história de Lutero já ganhou produções cinematográficas, sendo a última protagonizada por Joseph Fiennes em 2003. O curioso é que mais tarde, Fiennes retorna às telonas para viver o papel de Clavius, um poderoso centurião romano agnóstico e cético no filme Ressurreição (Risen) em 2016.

De acordo com a Revista Time, a obra é a “biografia de Lutero de mais fácil leitura em língua inglesa”. Já a Chicago Tribune afirma que o livro se trata de um “retrato sólido e maduro do homem e de seu papel na história”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA ASSESSORIA

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Projeto para construção do Terceiro Templo está em andamento, anuncia rabino

Segundo estudiosos, a Bíblia aponta que o Terceiro Templo existirá quando o anticristo se revelar. Entenda o caso.

Cúpula da Rocha, local conhecido pelos judeus como o Monte do Templo. (Foto: Reuters)
Cúpula da Rocha, local conhecido pelos judeus como o Monte do Templo. (Foto: Reuters)
A Bíblia aponta claramente que um novo templo será dedicado a Deus no futuro, o que é chamado de Terceiro Templo. Em Israel, muitos rabinos e judeus estão dedicados a se preparar para essa construção quando o tempo de colocá-la em prática chegar.

O Primeiro Templo foi construído pelo rei Salomão e totalmente destruído pelo rei da Babilônia, em 586 a.C., após dois anos de cerco a Jerusalém. O Segundo Templo foi construído pelo povo judeu depois de anos no cativeiro babilônico, no mesmo local onde existia o Templo de Salomão. No entanto, o templo voltou a ser destruído no ano 70 pelos romanos.

As Escrituras apontam que o Terceiro Templo existirá quando o anticristo se revelar e interromper os sacrifícios (Daniel 9:27). O apóstolo Paulo também o menciona quando declara que o “homem do pecado” irá se assentar no santuário de Deus, proclamando que ele mesmo é Deus (2 Tessalonicenses 2:3-4).

“Seria difícil não ver o que aconteceu nos últimos 50 anos como um tremendo cumprimento da profecia”, disse o rabino Chaim Richman, o Diretor Internacional do Instituto do Templo, que é dedicado à reconstrução do Templo Sagrado em Jerusalém.

Hoje, o Instituto do Templo está trabalhando nos projetos para o novo templo. “Hoje há uma entrada no Knesset (Parlamento de Israel), pois muitos parlamentares estão falando sobre os direitos dos judeus orarem no Monte do Templo”, afirmou Richman.

“Alguns membros do Knesset estão realmente falando sobre a reconstrução do Templo Sagrado. Há 20 anos, essas pessoas ririam disso”, ele acrescentou.

Atualmente, existem grandes obstáculos para a reconstrução do Terceiro Templo e o maior diz respeito à sua localização. O local será construído no Monte do Templo, que é um lugar sagrado para judeus, cristãos e muçulmanos, sendo também um dos locais mais disputados do mundo. Lá se encontram a Mesquita de Al-Aqsa e o Domo da Rocha, construídos no século VII e que estão entre as mais antigas estruturas do mundo muçulmano.

Embora Israel tenha retomado o controle da Cidade Velha de Jerusalém e da área do Monte do Templo na Guerra dos Seis Dias, em 1967, o Monte permanece sob custódia da Jordânia sob os termos do tratado de paz. Os judeus israelenses podem entrar no complexo, mas não podem orar ou realizar cerimônias religiosas por lá.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN HEADLINES

quarta-feira, 31 de maio de 2017

“Temos orgulho em morrer por Jesus”, afirmam líderes cristãos egípcios

Durante enterros de mártires, coptas bradavam: "Com nosso sangue e alma, defenderemos a cruz!"

por Jarbas Aragão

"Temos orgulho em morrer por Jesus", afirmam cristãos egípcios

Os cristãos do Egito, na maioria coptas, estão sofrendo grande pressão após o assassinado de 29 fiéis, incluindo várias crianças. Ameaçados de extermínio pelos jihadistas do Estado Islâmico e abandonados pelo governo, eles dizem que irão resistir até o fim.


“Temos orgulho de morrer sem negar a nossa fé [em Jesus]”, disse o bispo Makarios, o principal líder copta de Minya, no fim de semana.

No sábado, homens armados forçaram os cristãos que estavam em dois ônibus e uma caminhonete a caminho de um mosteiro a pararem. Retirados dos veículos, ouviram que se não renunciassem sua fé e se convertessem ao islã, morreriam.

A notícia que nenhum capitulou, nem mesmo entre as crianças, e por isso foram martirizados, enviou uma forte mensagem a todos os cristãos do país.

Milhares de pessoas ficaram do lado de fora do templo onde foi realizado o velório coletivo. Expressando seu sofrimento e também tristeza pelas famílias das vítimas, algumas manifestações mostram que o crime mexeu profundamente com a igreja egípcia.

“Com nosso sangue e alma, defenderemos a cruz!”, bradava um grupo diante da Igreja da Sagrada Família, na aldeia de Dayr Jarnous. “Queremos justiça ou morrer como eles”, ecoaram outros. Ouviu-se ainda uma frase que mostra oposição direta ao credo islâmico: “Não há Deus senão Jeová, e o Messias é Deus!”.

Também chama atenção os relatos dos sobreviventes, que contam como as crianças tentaram se esconder sob os assentos de ônibus para escapar dos primeiros tiros.

Um menino pequeno, com cerca de 6 anos, disse que sua mãe o empurrou para debaixo de seu assento e o cobriu com um saco, explica a rede CBC. Uma jovem que se recupera no hospital disse que os agressores roubaram todas as joias e dinheiro que conseguiram antes de abrir fogo, matando os homens primeiro e depois algumas das mulheres.

Conquista jihadista

Desde o final do ano passado, quando anunciaram ao mundo que estavam chegando no Egito para conquistar, soldados do Estado Islâmico já mataram mais de 100 cristãos em uma série de ataques separados, incluindo atentados a igrejas e assassinatos premeditados.

O governo egípcio deu uma resposta tímida à onda de violência, decretando estado de emergência após as explosões durante a Páscoa. No final de semana realizou uma série de ataques aéreos contra supostas bases do Estado Islâmico na vizinha Líbia, mas sem eficácia comprovada.

Os coptas reclamam que o governo não está fazendo o suficiente para protegê-los de radicais e punir os responsáveis. Entre as muitas famílias que fugiram da Península do Sinai, ao Norte, a queixa é que não tiveram qualquer ajuda governamental para que possam recomeçar.

O caso mais conhecido é o de Nabil Saber. Ele saiu da aldeia de Al-Arish com a família e tentou se estabelecer em Port Said em fevereiro. Sem emprego nem apoio do governo, decidiu voltar para sua antiga casa e acabou morto pelos jihadistas.

Diferentes líderes mundiais condenaram o massacre de cristãos pelo Estado Islâmico, desde o Papa até o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas nenhuma ajuda financeira foi oferecida aos refugiados da Península do Sinai nem às famílias das vítimas.

A mídia deu bastante espaço para mostrar a morte de crianças que se estavam em um show de música na Inglaterra semana passada, mas pouco se falou sobre as crianças que foram mortas enquanto iam para a oração. As motivações dos assassinos nos dois casos foi a mesma, mas ainda assim esconde-se do grande público que trata-se da mesma guerra contra os “infiéis não islâmicos”. Com informações Christian Post

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

terça-feira, 30 de maio de 2017

“Se formos ignorantes da Bíblia, seremos ignorantes da vontade de Deus”, diz Billy Graham

O evangelista aconselha pessoas que não têm proximidade com a Bíblia, e aponta como solução seguir um plano de leitura prático.

O evangelista aconselha pessoas que não têm proximidade com a Bíblia. (Foto: David McNew/Getty Images)
O evangelista aconselha pessoas que não têm proximidade com a Bíblia. (Foto: David McNew/Getty Images)
O evangelista americano Billy Graham foi questionado por um leitor do jornal Daily News Bowling Green sobre o motivo de seu desinteresse pela Bíblia Sagrada. Sem ser identificado, ele conta que ler as Escrituras era uma meta para este ano, mas ele não conseguiu cumprir.
Em resposta, o ministro de 98 anos disse que o que falta na vida de pessoas que não têm interesse pela Bíblia é conhecer a vontade de Deus. “Se formos ignorantes da Palavra de Deus, seremos sempre ignorantes da vontade de Deus”.
Graham observa que embora a Bíblia fale sobre coisas que aconteceram há milhares de anos, Deus permanece o mesmo — assim como nossa natureza humana. “Assim como Deus trabalhou na vida das pessoas naquele tempo, Ele quer trabalhar em nossas vidas hoje”, disse o evangelista.
“Eles viviam em um mundo diferente, mas tinham os mesmos problemas e dúvidas que temos. A Bíblia fala sobre isso: ‘Essas coisas aconteceram a eles como exemplos e foram escritas como advertência para nós, sobre quem tem chegado o fim dos tempos (1 Coríntios 10:11)’”.
Graham acrescentou que no caso de pessoas que se perdem na leitura bíblica, uma solução é seguir um plano de leitura prático. “Em vez de começar no início (como fazemos com outros livros), eu sugiro que você comece no centro — com um dos Evangelhos que falam sobre Jesus Cristo (geralmente eu sugiro o livro de João). Jesus é o centro da Bíblia. O Antigo Testamento aponta para Ele e o Novo Testamento diz sobre Ele. Você pode descobrir outras partes da Bíblia mais tarde”.
“Peça a Deus para te ajudar enquanto você lê — não apenas para entender o que está acontecendo em uma determinada passagem, mas para perceber o que isso significa em sua vida hoje”, acrescentou Graham. “A atitude de Jó pode se tornar a sua: ‘Não me afastei dos mandamentos dos seus lábios; dei mais valor às palavras de sua boca, do que ao meu pão de cada dia (Jó 23:12)’”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE DAILY NEWS BOWLING GREEN

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Ateus perdem processo que tentava derrubar totem cristão

Monumento no interior de São Paulo traz a frase "Aqui Jesus reina"

por Jarbas Aragão
Ateus perdem processo que tentava derrubar totem cristão


A ATEA (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), com sede no Rio de Janeiro, entrou com uma ação pedindo a derrubada do monumento na entrada do município de Penápolis, em São Paulo.

Com a frase “Aqui Jesus reina”, o totem fica numa rotatória de acesso à cidade.

A Justiça julgou improcedente a ação movida pelos ateus, que argumentavam que pelo Estado ser laico, “não cabe a qualquer ente federado, seja ele a União, Estado ou município, como no caso, manter um monumento religioso em um logradouro público”.

Em sua defesa, a prefeitura argumentava que não houve investimento público na construção, custeada integralmente pela empresa Couropen Ltda.

Caso a cidade se negasse a derrubar o totem, a ATEA pedia uma multa de R$ 50 mil. O promotor José Fernando da Cunha alegou que não há violação de norma constitucional.

“É função institucional do MP a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, bem como zelar pelo efetivo respeito dos poderes públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados”, comentou.

A decisão do juiz Augusto Bruno Mandelli, da 2ª Vara da Comarca de Penápolis, foi contrária ao pedido dos ateus, julgada improcedente, mas ainda cabe recurso. Com informações Folha da Região

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 28 de maio de 2017

Estado Islâmico assume autoria de ataque terrorista que matou 29 cristãos, no Egito

Na última sexta-feira (26), terroristas mascarados armaram uma emboscada e atacaram um ônibus e um carro, que transportavam cristãos coptas.

Cristãos coptas choram a morte de seus parentes em ataques terroristas. (Foto: ABC)
Cristãos coptas choram a morte de seus parentes em ataques terroristas. (Foto: ABC)
O Estado Islâmico (também conhecido como ISIS, ISIL ou Daesh) confirmou em uma declaração neste sábado que havia realizado um ataque contra cristãos egípcios na sexta-feira, assumindo responsablidade pelo fuzilamento que deixou pelo menos 29 cristãos e 24 feridos, perto da cidade de Minya.

"Uma unidade de segurança dos soldados do califado montou um posto de controle para emboscar dezenas de cristãos para o mosteiro de São Samuel, a oeste da cidade de Minya", disse o grupo terrorista islâmico em um comunicado.

Segundo Ishak Ibrahim, pesquisador da Iniciativa Egípcia pelos Direitos Pessoais, os cristãos atacados estavam caminho do Mosteiro de Anba Samuel e o ataque ao ônibus e um carro que o carro que o seguia se deu forma de emboscada.

"Eles foram emboscados durante o trajeto, em uma estrada sem asfalto que conduz ao mosteiro. O carro estava carregando pessoas que trabalhavam no mosteiro e o ônibus levava os visitantes", relatou.

Testemunhas oculares disseram que os terroristas mascarados entraram nos veículos que levavam cristãos coptas e abriram fogo contra eles.

Enquanto isso, o Egito disse na manhã deste sábado que seu exército continua a realizar ataques aéreos contra campos de treinamento de terroristas do Estado Islâmico em Derna, no leste da Líbia, informou a televisão estatal.

A TV estatal também transmitiu imagens filmadas para mostrar os ataques aéreos sobre posições de militantes em Derna, no leste da Líbia. Não havia nenhuma informação imediata sobre danos ou mortes.

Na última sexta-feira (26), a Força Aérea egípcia realizou seis ataques aéreos contra campos extremistas na Líbia. Segundo autoridades do Cairo, o local teria sido usado pelos terroristas que mataram os 29 cristãos coptas no sul do Egito, próximo a Minya.

O gabinete egípcio disse em um comunicado de imprensa neste sábado, que 13 vítimas do ataque de sexta-feira permaneceram hospitalizadas no Cairo e no sul da província de Minya, onde o ataque ocorreu.

Logo após ser informado sobre o ataque, o presidente Abdul Fattah al-Sisi afirmou que "o Egito não hesitará em atacar campos terroristas em qualquer lugar, seja dentro ou fora do país".

Sisi disse ao papa Towadros II, líder nacional da Igreja Copta no Egito, em um telefonema na sexta-feira, que o Estado não ficaria tranquilo até que os perpetradores do ataque fossem punidos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REUTERS

sábado, 27 de maio de 2017

Líder da Coreia do Norte tem pavor da Bíblia, revela senador americano

O político revelou que Kim Jong-un tem pavor do Evangelho de Jesus Cristo, pois suas palavras representam uma ameaça a seu regime.

Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte, durante exercício militar em seu país. (Foto: KCNA/Reuters)
Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte, durante exercício militar em seu país. (Foto: KCNA/Reuters)
Embora o atual líder supremo da Coreia do Norte venha prendendo, torturando e assassinando milhares de cristãos, Kim Jong-un tem pavor do Evangelho de Jesus Cristo, conforme revelou o senador norte-americano James Lankford na última quarta-feira (24) no Capitólio dos Estados Unidos.

Lankford, que lidera o movimento “Causas de Oração do Congresso”, se aproximou do pódio do encontro International Christian Concern's 2017 carregando uma Bíblia. “É incrível para mim ver que eu andei até o estrado e subi segurando esta Bíblia. Se eu fizesse a mesma coisa na Coreia do Norte, eu teria problemas”, disse ele aos ativistas de liberdade religiosa.

O senador afirmou que a pregação do Evangelho atrai medo a Kim Jong-un e seu regime. “Eu acredito que as palavras que estão neste Livro o aterrorizam”, disse ele, citando a passagem de Mateus 22:37-40.

“O regime fica aterrorizado com declarações como essa, onde Jesus disse: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas’”, disse Lankford.

“O regime de Kim tem pavor dessa declaração. É uma declaração simples, mas é o que Deus ordena — que sejamos capazes de amar a Deus e amar o próximo”, ele acrescentou.
Lankford também citou 1 Timóteo 2:1-4, onde Paulo escreve a Timóteo: “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade”.

“Para mim é surpreendente ver que esse é o texto ‘rebelde’ que faz o regime ficar aterrorizado”, ele ironizou.

Segundo Greg Scarlatoiu, especialista de abusos dos direitos humanos na Coreia do Norte, um dos maiores motivos que tornam o regime de Kim inimigo do cristianismo é sua ameaça à capacidade de controlar as informações.

“A Coreia do Norte é um país pós-comunista, pós-industrial e uma dinastia cleptocrática que detém um monopólio sobre o poder político. Este não é um cartel cleptocrático criminoso, é um monopólio absoluto. Não há concorrentes dentro do país. O único concorrente, por um lado, é o cristianismo. Por outro lado, a democrática Coreia do Sul”, disse ele.

“O cristianismo oferece crenças alternativas e um estilo de vida alternativo”, Scarlatoiu continuou. “O regime norte-coreano teme o cristianismo porque ele oferece um espaço para a troca de ideias. Vale lembrar que este regime tem mantido o seu poder através do controle de informações que é executado por 270 mil agentes em uma vasta rede de informantes”.

Cristianismo na Coreia do Norte
Embora a Coreia do Norte permita a atuação de algumas igrejas estatais, que se encaixam nos padrões limitados pelo governo comunista, a prática do verdadeiro cristianismo é ilegal no país.

Os milhares de cristãos que participam de igrejas subterrâneas e pessoas que evangelizam em público correm o risco de serem presas e lançadas em campos de trabalho escravo. Centenas de milhares de prisioneiros morreram desde que o regime de Kim Il-sung chegou ao poder, em 1948.

A Coreia do Norte é classificada pela organização Portas Abertas como o país que mais persegue cristãos no mundo há 16 anos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE THE CHRISTIAN POST

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Rabinos estão separando sacerdotes que irão servir no Terceiro Templo

Os sacerdotes que poderão servir no Terceiro Templo são judeus que provêm da descendência de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel.

Judeu com um xaile de oração diante do Muro das Lamentações, em Jerusalém. (Foto: Yonatan Sindel/Flash90)
Judeu com um xaile de oração diante do Muro das Lamentações, em Jerusalém. (Foto: Yonatan Sindel/Flash90)
Rabinos de Israel têm contado com a genética para restabelecer os sacerdotes que irão atuar no futuro Terceiro Templo.

Segundo o rabino Yaakov Kleiman, os sacerdotes que poderão servir no Terceiro Templo são Cohen, ou seja, homens judeus que provêm da descendência de Arão, o primeiro sumo sacerdote de Israel. Para reunir e treinar essas pessoas, ele inaugurou há nove anos o Centro Cohen, em Jerusalém.

Para intensificar seu trabalho de seleção, Kleiman se voltou para a genética através de estudos realizados por pesquisadores israelenses, que descobriram um cromossomo que indica uma ascendência comum entre homens judeus descendentes da classe sacerdotal.

“De acordo com a profecia, haverá um Terceiro Templo. Quando ele existir, teremos que identificar os sacerdotes”, Kleiman explicou ao site Breaking Israel News. “Os Cohen são a mão de obra do Templo. Sem eles, o local se tornará um prédio vazio”.

Sendo também um Cohen, Kleiman observa que esse fenômeno genético representa uma evidência da aliança sacerdotal descrita na Bíblia. “Esta prova científica é uma confirmação de que a aliança sacerdotal seria eterna”, disse o rabino, citando Números 25:13.

Embora os sacerdotes sejam um subconjunto da tribo de Levi, esta ferramenta genética se provou ineficaz na identificação dos levitas. Além disso, a genética não conseguiu encontrar marcadores para as tribos individuais de Israel.

Embora esteja contando com o apoio da ciência, Kleiman observa que a genética não terá a palavra final. Segundo a tradição judaica, o profeta Elias irá surgir antes do retorno do Messias para esclarecer quem é sacerdote ou não e em quais tribos cada judeu pertence.

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição. (Malaquias 4:5-6)”

No entanto, o rabino acredita que seu trabalho não terá sido inútil quando este tempo chegar. Ele espera que os sacerdotes geneticamente verificados já estejam atuando no Terceiro Templo quando o profeta Elias for enviado.

“Quando Elias chegar, se ele quer as informações do DNA, teremos o maior prazer de dar a ele”, brincou o rabino Kleiman. “Mas ele provavelmente fará suas determinações baseado numa fonte maior”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE BREAKING ISRAEL NEWS

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Perda da fé em Deus é principal motivo de suicídio entre jovens, diz pesquisador

O pesquisador Blaine Conzatti alertou que o fato dos jovens aderirem a uma visão pós-moderna e se afastarem de Deus tem sido decisivo para o aumento das taxas de suicídio.

Tentativa de suicídio. (Foto: SouCare)
Tentativa de suicídio. (Foto: SouCare)
A perda da fé em Deus e o declínio da religião estão entre as principais razões pelas quais jovens (adolescentes e adultos mais novos) estão cometendo cada vez mais suicídio nos Estados Unidos, de acordo com o grupo conservador ‘Instituto de Política Familiar’, de Washington.

A organização sem fins lucrativos estudou os diversos debates sociais que o drama adolescente "13 Reasons Why" (“13 Razões Por quê”), exibido pela Netflix, tem levantado sobre suicídio nos últimos meses, e observou que este é um é um problema real e crescente entre os jovens nos Estados Unidos.

O programa, baseado no romance do mesmo nome, retrata a vida e o suicídio de uma estudante de ensino médio, chamada Hannah Baker, detalhando 13 razões pelas quais ela escolheu tirar a própria vida.

Blaine Conzatti, colunista e pesquisador do ‘Instituto de Política Familiar’, escreveu em um artigo na semana passada, no qual afirma: "Muitos jovens adultos estão optando pelo suicídio como uma fuga das pressões da vida. De 2000 a 2015, a taxa de suicídio aumentou 27% entre as pessoas de 20 a 35 anos de idade (a taxa média de suicídios nos EUA entre todos os grupos etários aumentou quase 21% durante o mesmo período de tempo)".

"A taxa de suicídio do Estado de Washington é 16% maior que a média nacional", acrescentou Blaine, citando estatísticas da Fundação Americana para a Prevenção do Suicídio.

Conzatti não concorda com muitos especialistas que citam dificuldades econômicas acrescidas e serviços inadequados para tratamento de de saúde mental para explicar o recente aumento do suicídio.

Ele, em vez disso, apontou mudanças culturais, especificamente expondo quatro razões importantes pelas quais o número de suicídios tem aumentado.

"Os jovens americanos têm se distanciado cada vez mais das instituições religiosas ao longo das últimas décadas, optando por viver de acordo com ‘sua própria espiritualidade’ ou rejeitando inteiramente a fé em Deus", ressaltou ele.


Perda do propósito
O pesquisador também se referiu às estatísticas divulgadas pelo Centro de Pesquisas ‘Pew’, a partir de 2015, que mostraram que apenas 28% dos jovens nascidos entre 1981 e 1996 frequentam a igreja semanalmente. Além disso, os dados também mostravam que este grupo estava menos propenso a acreditar em Deus e apenas 38% considerando a fé como uma parte importante de suas vidas.


"Infelizmente, ao evitar o envolvimento em comunidades religiosas, os jovens atuais sacrificam o parentesco e a solidariedade que essas comunidades proporcionam. Essa prática de fé ajuda a dar significado à vida, e as comunidades religiosas equipam os indivíduos com as relações e o apoio necessários para resistir aos males traiçoeiros da vida", disse Conzatti.

O pesquisador também citou outro estudo do Jornal Americano de Psquiatria, que descobriu que indivíduos sem qualquer declaração de fé tinham "significativamente mais tentativas de suicídio ao longo da vida" e concluiu que "os sujeitos sem afiliação religiosa percebiam menos razões para viver, com particularmente menos objeções morais ao suicídio".

As outras três razões principais para o aumento da taxa de suicídio identificado pelo pesquisador do ‘Instituto de Política Familiar’ incluem o casamento tardio, o aumento das instabilidade profissional e a adoção de um ponto de vista pós-modernista - que afirma que a vida não tem sem sentido e a verdade não pode ser descoberta por ninguém.

“Atrasar o casamento significa que os indivíduos perdem benefícios como segurança financeira, maior bem-estar emocional e psicológico, além de outras melhores na saúde em geral”, argumentou ele.

“Além disso, mudar frequentemente de emprego tem sido associado a níveis mais elevados de estresse, crime e saúde precária, e faz com que os indivíduos se isolem das comunidades”, acrescentou.

O pesquisador reconheceu que reverter este quadro não é uma missão fácil, porém também não é impossível.

"Não há uma solução fácil. Inverter esta tendência depende de enfrentar efetivamente as mentiras aceitas pela cultura e pela sociedade, que alimentam a desesperança e a desorganização social e trabalhando para assegurar que nossas comunidades podem satisfazer com êxito as necessidades materiais, emocionais e espirituais de seus membros”, concluiu Conzatti.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Médico trocou carreira para tratar leprosos na África: “Deus supre todas as necessidades”

Há 12 anos, o médico se mudou para a África com sua esposa para se tornar missionário e cuidar de pessoas com lepra.


Kruijff dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique. (Foto: Leprosy Mission).
Kruijff dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique. (Foto: Leprosy Mission).

Arie De Kruijff, um médico altamente qualificado, deu um passo de fé extraordinário, juntamente com sua esposa Marie. Há 12 anos eles se mudaram para Moçambique com o objetivo de salvar pessoas com lepra, também conhecida como hanseníase. Sua missão foi inspirada por dois grandes mandamentos registrados na Bíblia: Amar a Deus de todo o coração e amar ao próximo (Mateus 22 36-40).

"Estamos falando de sobre missão integral", disse Kruijff. “Quando Jesus foi questionado sobre qual era a coisa mais importante a ser feita, ele disse: ‘Ame o Senhor e ame o próximo’. Até agora a igreja tem sido boa no primeiro, mas não no segundo. Quando se trata de sujar as mãos e alcançar as pessoas, a igreja não é muito boa”, disse o médico.

"Em nosso projeto, temos sido o oposto. Bom no segundo, mas não tão forte no primeiro. Então eu sinto que o equilíbrio perfeito poderia ser alcançado se trabalhássemos juntos. A igreja local está crescendo e temos a responsabilidade de torná-la mais responsável", alertou.

Embora Jesus tenha alcançado as pessoas com lepra, o estigma em torno da antiga doença permanece forte, independentemente de Moçambique ser um país em grande parte cristão. É de grande importância o trabalho de Kruijff na pobre província de Cabo Delgado.

Hanseníase

Hoje o médico cristão tem três filhos e dirige uma equipe que ajuda no combate a hanseníase trabalhando com o governo de Moçambique no diagnóstico de novos casos. Kruijff diz que agora está pronto para abrir a porta para a missão integral. E em Moçambique, onde mais da metade da população se define como cristã, o cenário é perfeito. Ele explica.

“A igreja é estável e eu sinto que precisamos mobilizar as igrejas locais para ajudar. Por exemplo, algo como a triagem dos doentes poderia ser feito por congregações da igreja. A hanseníase é uma doença que, se não tratada, provoca danos nos nervos e subsequentemente perda de sensibilidade nas mãos e nos pés”, explicou.

Isso torna uma pessoa vulnerável a lesões, pois eles ficam incapazes de sentir dor. Eles se ferem sem saber e, em um local onde as pessoas cultivam a terra para a sobrevivência, geralmente descalços, a infecção é forte e pode levar à perda de dedos das mãos e dos pés.

Equipe de ajuda

Kruijff diz: “Temos grupos de autocuidado onde os membros da comunidade são treinados para detectar os primeiros sinais e sintomas da lepra. Os grupos também observam pessoas ajudando uns aos outros verificando seus pés e mãos e encorajando uns aos outros para manter as feridas limpas e, portanto, livres de infecção. Isso, por sua vez, ajuda a combater o estigma”.

Sua visão é ver a igreja cuidar de ambas as necessidades, físicas e emocionais, de uma pessoa afetada pela hanseníase. "Se esse amor e cuidado serve para abrir os olhos de uma pessoa para o amor de Cristo, então a missão integral realmente deu certo", diz. Embora Kruijff esteja muito agradecido com sua família pelo o que fizeram para realizar o trabalho de Deus, ele não se preocupa muito com os desafios de viver em uma rua nos arredores de Pemba.

"É muito gratificante fazer algo que realmente faz a diferença", diz ele. "Nós enfrentamos desafios todos os dias, mas Deus nos faz vencer. Ele supre todas as nossas necessidades. Enquanto meus colegas de faculdade de medicina estão provavelmente vivendo em luxo comparado a nós, eu honestamente não gostaria de estar em qualquer outro lugar. Para mim foi fantástico experimentar uma cultura diferente e aprender português, que é a língua da educação em Moçambique”, finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY