quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Eleições 2018: Pesquisa mostra queda da rejeição de Bolsonaro entre evangélicos; rejeição de Haddad cresceu

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad

Pesquisa Ibope para presidente divulgada nesta quarta-feira (3) apontou os índices de rejeição dos candidatos à Presidência da República por segmentos de sexo, idade, escolaridade, renda, religião, cor de pele e região.

Para medir a rejeição, o Ibope perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o(a) sr(a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”. Como os entrevistados puderam citar mais de um nome, a soma dos índices de todos os candidatos pode ultrapassar 100%.

Em relação a rejeição por religião, especificamente entre os evangélicos, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, havia subido de 34%, na pesquisa do dia 18/09, para 41% no dia 24/09. Em 01/10, já havia caído para 37% e agora no dia 03/10, caiu para 33% de rejeição entre os evangélicos.

Já o candidato do PT, Fernando Haddad, teve um alta surpreendente na taxa de rejeição entre os evangélicos. nas pesquisas do dia 18 e 24 de setembro, sua rejeição era de 32% e 33%, respectivamente. Em 01/10, subiu 10 pontos percentuais, passando para 43%, e agora, em 03/10, sua taxa de rejeição entre os evangélicos, passou para 45%.


Com esses resultados da taxa de rejeição dos candidatos entre os evangélicos, Haddad, supera Bolsonaro em 12 pontos percentuais e o candidato do PT passa a ser o mais rejeitado entre os evangélicos e com a maior taxa de rejeição, que já foi de Bolsonaro, quando na pesquisa do dia 24/09 tinha 41%.

Este resultado já pode ser reflexo do apoio de líderes evangélicos neopentecostais revelados neste final de semana ao candidato Jair Bolsonaro.

No sábado, 29 de setembro, o líder da Igreja Universal, Edir Macedo, revelou seu apoio a Jair Bolsonaro, e o pastor José Wellington Bezerra da Costa, da Assembleia de Deus, também anunciou na noite desta segunda-feira (1º) seu apoio ao candidato do PSL.

Hoje, a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, disse que Jair Bolsonaro (PSL-RJ) saltou de 30% para 40% dos votos entre os evangélicos neopentecostais entre meados de setembro e o começo desta semana, de acordo com o Datafolha, provavelmente, em virtude do apoio de Edir Macedo, da Igreja Universal.

Fonte: IBOPE, G1 e Folha de São Paulo

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

“Esse é o momento de separar o joio do trigo”, diz Roberto de Lucena

Em entrevista ao Guiame, o pastor e deputado federal Roberto de Lucena esclarece como escolher o candidato certo. 
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  • A menos de uma semana das eleições, muitos eleitores ainda estão indecisos quanto à sua escolha para os cinco cargos disputados no dia 7 de outubro: presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

    Para avaliar qual o melhor candidato para cada função, o pastor e deputado federal Roberto de Lucena (PODE/SP) acredita que é necessário avaliar itens que vão além de suas propostas de governo.

    “Nós estamos vivendo o momento que temos o desafio de reconstrução e recuperação nacional, tanto econômica quanto social. Estamos no meio de uma crise que é muito mais do que econômica e política, é uma crise ética, moral e espiritual”, disse Lucena ao Guiame na Expo Cristã.

    “Neste momento do voto, é muito importante que se leve em consideração quem é o candidato, qual seu passado e sua coerência. Não adianta ele estar pregando agora uma mensagem que seja diferente daquilo que ele trouxe ao longo de sua vida”, destacou o deputado.

    “É preciso que se leve em conta a honestidade, que seja ficha limpa, mas não apenas isso — que essa pessoa também não tenha sobre ela denúncias e acusações. Está cheio de candidatos precisando de foro privilegiado. Esse é o momento em que nós temos que separar o joio do trigo”, acrescentou o parlamentar, que também está disputando as eleições.

    Para Lucena, a honestidade, a experiência, o passado e o compromisso com os valores de defesa da vida e da família são essenciais para um mandato acontecer “em favor do Brasil na perspectiva do Reino de Deus”.

    “A igreja deve ser radical contra o pecado, contra a corrupção e contra a agenda que desconstrói a família, que avilta os valores e princípios que nós defendemos. A igreja deve, portanto, verificar, quem está desse lado e ficar longe disso, tomando muito cuidado para que a nossa posição não seja odiosa, mas que seja realmente a posição de quem sabe exercer o papel de ser luz e sal”, concluiu o deputado.

    FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES

    terça-feira, 2 de outubro de 2018

    Orientações bíblicas sobre as eleições 2018

    Governantes justos abençoam a nação; governantes perversos transtornam a nação.

    Quais são as orientações bíblicas para as Eleições 2018? (Foto: Vermelho)

    Como cristãos podemos ser apartidários, mas jamais apolíticos. Não podemos ficar neutros. A coragem de tomar posições é uma marca da igreja protestante. Portanto, queremos elencar aqui, sete orientações bíblicas a propósito das eleições 2018.

    Em primeiro lugar, os governantes que passam por cima das leis são um risco para a nação. A Bíblia diz: “Os que desamparam a lei louvam o perverso, mas os que guardam a lei se indignam contra ele” (Pv 28.4). As leis devem ser justas e devem ser obedecidas pelos governantes e pelos governados.

    Em segundo lugar, os governantes perversos desagregam a nação. A Bíblia diz: “Quando triunfam os justos, há grande festividade; quando, porém, sobem os perversos, os homens se escondem” (PV 28.12). Governantes justos abençoam a nação; governantes perversos transtornam a nação. O povo é abençoado quando seus governantes são um exemplo, mas o povo se esconde atordoado quando os governantes promovem a perversidade.

    Em terceiro lugar, os governantes que ocupam o poder para oprimir o povo trazem grande sofrimento à nação. A Bíblia diz: “Como leão que ruge e urso que ataca, assim é o perverso que domina sobre um povo pobre” (Pv 28.15). O leão ruge para espantar a presa e o urso ataca para destruí-la. Um povo nunca é livre sob a égide de um governo ditador. Um povo nunca é seguro sob um governo tirano.

    Em quarto lugar, os governantes que sobrecarregam o povo de impostos para manter a máquina do governo transtornam a nação. A Bíblia diz: “O rei justo sustém a terra, mas o amigo de impostos a transtorna” (Pv 29.4). Um Estado pesado demais, burocrata demais, onde os impostos são para pagar o luxo dos governantes em vez de atender as necessidades dos governados é uma inversão total do propósito do Estado.

    Em quinto lugar, os governantes rendidos aos esquemas de corrupção tornam-se uma escola de crime. A Bíblia diz: “Se o governador dá atenção a palavras mentirosas, virão a ser perversos todos os seus servos” (Pv 29.12). Os governantes nunca são neutros. São uma bênção ou uma maldição. Eles inspiram o povo para o bem ou para o mal. Se eles se alimentam da mentirosa e governam o povo com enganos, do topo da pirâmide do poder, toda a base da pirâmide, tornar-se-á corrompida e pervertida.

    Em sexto lugar, os governantes corruptos destroem a si mesmos e se tornam protetores dos criminosos. A Bíblia diz: “O que tem parte com o ladrão aborrece a própria alma; ouve as maldições e nada denuncia” (Pv 29.24). Aqueles que assumem o poder para montar esquemas de aparelhamento do Estado para saqueá-lo, acabam destruindo a si mesmos, arruinando seu nome, conspurcando sua honra e maculando sua história. Esses, tornam-se culpados de corrupção ativa e passiva. Roubam e deixam roubam. Esses colocam uma mordaça em si mesmos, porque não têm coragem de denunciar nos outros os crimes que eles mesmos praticam.

    Em sétimo lugar, os governantes corruptos jamais deveriam ser aplaudidos e guindados ao poder pelo povo. A Bíblia diz: “O que disser ao perverso: Tu és justo; pelo povo será maldito e detestado pelas nações”. A maneira mais democrática de demonstrarmos nosso repúdio àqueles que mostram indícios e até mesmo dão provas de que não são íntegros no trato da coisa pública e não dando a eles o aval do nosso voto. Apoiar aqueles que desfraldam bandeiras que, à luz da nossa consciência iluminada pelas Escrituras, trazem vergonha e opróbrio à nação, é receber a pesada imputação de “maldito” e ainda é receber uma reprovação sonora no meio das outras nações. Que Deus nos ilumine na escolha dos nossos legisladores e governantes!

    *Texto originalmente publicado em hernandesdiaslopes.com.br

    Por Hernandes Dias Lopes - pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, escritor, membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e diretor executivo da Editora Luz para o Caminho.

    * O conteúdo do texto acima é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

    FONTE: GUIAME, HERNANDES DIAS LOPES

    segunda-feira, 1 de outubro de 2018

    Pastores declaram apoio a Jair Bolsonaro, em meio a protestos no Brasil

    Cláudio Duarte, Silas Malafaia, André Valadão e Rina foram alguns dos líderes cristãos que declararam seu apoio a Bolsonaro.

    Pastores Cláudio Duarte, Silas Malafaia, Rina e André Valadão são alguns dos que declararam seu apoio publicamente a Bolsonaro. (Imagem: Edição - Guiame)

    Um crescente número de líderes cristãos tem se posicionado abertamente sobre sua opção de voto para as eleições de 2018. Temendo que o comunismo, a total banalização de valores e o cerceamento da liberdade religiosa se instale definitivamente no Brasil, grande parte dos pastores e cantores cristãos expressaram publicamente sua intenção de voto no presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro.

    Entre eles, estão Ap. Rina (Bola de Neve), Silas Malafaia e Cláudio Duarte (Vitória em Cristo), Samuel Câmara (presidente da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil - CADB), além de cantores como André Valadão, PG, Mattos Nascimento e Ana Paula Valadão.

    Entre os motivos colocados para explicar suas decisões, os pastores estão apontando a crise moral que o Brasil vive atualmente, agravada por 13 anos de governo do PT.

    “O País está mergulhado em uma crise moral. É uma crise também financeira, mas antes de mais nada, é uma crise moral. [...] Eu não consigo entender líderes evangélicos que se dizem marxistas”, disse o líder da Bola de Neve Church, Ap. Rina, durante uma de suas pregações.

    “É a primeira vez, em todos esses anos, que a gente tem um candidato de direita de verdade, que pode não ser o mais preparado, o mais inteligente, o mais sensível, o mais polido, o que tem a melhor oratória, mas é o único que tem a chance de interromper esse governo eterno que os partidos de esquerda sonham em construir”, afirmou. “Quando eu vejo quem são os inimigos do Bolsonaro, penso: ‘Estou escolhendo o cara certo para votar”.


    Contra a erotização infantil

    O pastor e cantor André Valadão também expressou o seu apoio ao candidato do PSL com uma sequência de vídeos publicados nos stories de seu perfil no Instagram, após Bolsonaro dar uma entrevista para a rede Globo.

    “A gente bateu na trave de começar a virar uma Venezuela da vida”, alertou.

    André lembrou que Bolsonaro tem combatido a erotização infantil e ideologia de gênero nas escolas.

    “Só quem tem filhos sabe a seriedade disso. Sem dúvida alguma, pessoas que são a favor da erotização infantil são pessoas que já têm distúrbios sexuais. Se você falar que apoia isso nas escolas com as crianças… Cara, você tem problemas”, acrescentou.

    Liberdade de expressão

    O cantor e pastor PG também declarou seu apoio a Bolsonaro e, após ser criticado por sua revelação ao público, fez um post em forma de “resposta”.

    “Minha cara, quando ouço alguém dizendo: ‘Você não é cristão mesmo, eu sabia, vai votar no Jair Bolsonaro, vou parar de segui-lo’”, publicou em seu perfil do Instagram com as hashtags #CaradeIndignado #EleSim #17. ”Tem muita paixão e pouca razão nos dias de hoje viu!”.

    "Esse é o nosso Brasil! Falar mal de candidato e acusá-lo do que os próprios acusadores são, é bem fácil! Quero ver fazer isso aí na imagem, ser um brasileiro, patriota de verdade e não de um ‘partido ideológico maquiavélico’. Vai pra cima, Brasil”, publicou PG em outro post do Instagram, no qual ele exibiu o vídeo da passeata em favor de Bolsonaro, realizada no último domingo (30) em São Paulo.

    Em um vídeo com sua declaração pública de apoio a Bolsonaro, Cláudio Duarte lembrou que é contra a homofobia e o machismo, mas também é contra a erotização infantil e a favor dos direitos da família.

    “Eu não tenho tempo para falar dos defeitos de outros candidatos, porque o meu tem muitas qualidades. Eu sou Jair Bolsonaro 17 para presidente”, disse o pastor.

    Já o pastor Silas Malafaia tem se empenhado em publicar uma série de vídeos em apoio a Jair Bolsonaro, entre os quais defendeu o avanço nas investigações do atentado contra o candidato e também questionou se o presidenciável realmente seria um “intolerante”, como alguns dizem.

    “Acusam Bolsonaro de incitar o ódio porque ele fala em combate a criminoso e porque ele acredita que a população deve estar armada para se defender. É isso que é incitar o ódio?”, perguntou Malafaia em um dos vídeos.

    Assumidamente um opositor da instalação do comunismo no Brasil, Malafaia assegurou em outro vídeo que o dias da eleição será o momento de “dar uma resposta aos esquerdopatas”. “Dia 7 outubro é Bolsonaro neles”, afirmou.

    FONTE: GUIAME, POR JOÃO NETO

    sábado, 29 de setembro de 2018

    Claudio Duarte pede posicionamento a pastores: “Não negocie o Evangelho”

    O pastor Claudio Duarte ministrou durante a abertura da 14ª edição da Expo Cristã, em São Paulo.

    Pastor Claudio Duarte durante pregação na Expo Cristã, em São Paulo. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

    O pastor Claudio Duarte alertou líderes sobre o posicionamento cristão em momentos de crise, durante sua ministração na abertura da 14ª edição da Expo Cristã nesta quinta-feira (27), em São Paulo.

    Em torno da história de Daniel na Babilônia, que era governada pelo rei Nabucodonosor, Duarte observou que Deus se revela nos momentos mais críticos de uma nação. “No vale de ossos secos você decide se é osso ou profeta. É na crise que podemos viver o extraordinário”.

    O pastor também alertou sobre o posicionamento dos líderes cristãos, inspirado no relato bíblico de Sadraque, Mesaque e Abednego, que negaram a curvar-se a estátua erguida para adoração a Nabucodonosor e escapam ilesos de uma fornalha ardente.

    “Quem se ajoelha e se dobra, detesta ver você em pé. Quem não se posiciona, detesta ver seu posicionamento. Porque você que está de pé acaba dizendo uma mensagem: é preciso se posicionar”, observou Duarte.

    “Por onde eu passei até hoje, eu nunca precisei negociar o Evangelho. Errado é errado. Você pode me chamar de retrógrado, eu me chamo de obediente. Eu prefiro desagradar as pessoas que me ‘mandam para o inferno’ do que desagradar a Deus, que realmente pode me mandar para o inferno”, o pastor acrescentou.



    Pastor Claudio Duarte durante pregação na Expo Cristã, em São Paulo. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)

    Posições de poder

    Duarte ainda afirmou que é preciso que as pessoas que estejam no poder não dobrem seus joelhos. “Aliás, tem gente que não dobra os joelhos, mas dá uma agachadinha. Com Deus, ou se está de pé ou de joelho dobrado. Não pensem que eu estou falando de políticos não, porque ‘está assim’ de pastores dando uma agachadinha”, disse ele.

    Ele acrescentou: “Deus, em meio a toda essa crise, está mostrando o poder da Igreja. Não existe igreja fraca, porque o dono da Igreja é o Todo-Poderoso. Se líderes dobram o joelho ao longo da caminhada, que não sejam os nossos joelhos. Onde quer que você esteja, não negocie”.

    Falando sobre o momento político do Brasil, o pastor destacou que o país precisa de um governo justo. “Eu não quero alguém que vá ao poder para me proteger. Deus enviou José para governar o Egito, onde não tinha nenhum hebreu, e ele melhorou a qualidade de vida dos egípcios. A vida do cidadão deve ser melhor, seja ele homossexual ou hétero, seja ele negro ou branco, seja pobre ou rico”.

    FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES

    sexta-feira, 28 de setembro de 2018

    Eleições 2018: Voto evangélico pode decidir próximo presidente do Brasil


    Culto pentecostal

    Espera-se que os eleitores evangélicos desempenhem um papel decisivo nas eleições presidenciais do Brasil no dia 7 de outubro, visto que novas regras proibiram as corporações de fazerem contribuições diretas depois dos escândalos de corrupção.

    Com o crescimento de seus números e influência, e a “bancada evangélica” no Congresso representando 15% dos legisladores federais, os apoiadores evangélicos se tornaram o foco dos principais candidatos de acordo com o Longview News-Journal.

    Um dos líderes das pesquisas eleitorais foi fotografado chorando em um culto numa igreja, enquanto outro prometeu manter a proibição do aborto no país.

    “O voto evangélico é muito orgânico, no sentido de que os pastores e bispos têm uma relação com os seguidores que influencia como eles votam”, disse o autor Antonio Lavareda segundo relatos.

    “É o oposto da Igreja Católica, onde, apesar de ter mais fiéis, os padres têm menos influência direta”, acrescentou Lavareda, que escreveu extensamente sobre a política brasileira.

    O Brasil tem o maior número de católicos do mundo – 123 milhões de acordo com o censo de 2010 – enquanto que os evangélicos agora somam 42 milhões, ou 20% da população.

    No entanto, eles ajudaram a derrubar a ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016, por manobrar ilegalmente o orçamento federal e são amplamente considerados responsáveis pela eleição de Marcelo Crivella, bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, como prefeito do Rio de Janeiro naquele ano.

    O fundador da Universal, igreja de Crivella, Edir Macedo, também é proprietário de uma das maiores emissoras do Brasil, dando uma ideia de sua forte influência na mídia.

    Enquanto isso, o pastor Silas Malafaia disse recentemente à Associated Press que ajudou a eleger 25 deputados e cinco senadores, apoiado pelas mais de 50 igrejas sob sua jurisdição.

    “Eu ajudo os candidatos a serem eleitos emprestando-lhes minha imagem e palavras”, disse ele, acrescentando que este ano está apoiando o congressista de extrema-direita e ex-capitão do Exército Jair Bolsonaro.

    “No Brasil, precisamos de um machão como ele… para defender todos os valores e princípios da família católica”, disse ele.

    Fonte: IHU Online com tradução de Victor D. Thiesen

    quinta-feira, 27 de setembro de 2018

    “Existem 360 milhões de surdos no mundo e somente 3% conhecem a Jesus”, alerta pastor

    Ronilson Lopes explica aos cristãos que a comunidade surda é ainda um povo não alcançado.

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    A comunidade surda está entre os povos menos alcançados, segundo o pastor Ronilson Lopes, da Igreja Metodista Central em Belo Horizonte. Ele pontuou em uma entrevista para o programa Bate Papo sobre a importância de evangelizar este grupo.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem 360 milhões de surdos no mundo. O pastor Ronilson salienta que apenas 3% deles conhecem Jesus. Ele esclarece que é importante a igreja entender a Língua Brasileira de Sinais, pois ela é essencial para o alcance de quem tem a deficiência.

    Ele explica que a Libras é a segunda língua mais falada do Brasil. Já o pastor Gidiel Câmara aponta que os surdos é um dos povos menos alcançados do mundo.

    Ronilson explica: “São 9,7 milhões de surdos no Brasil e são 360 milhões de surdos no mundo. Somente 3% conhece Jesus. É um povo não alcançado. A gente dentro do tempo de missões tem a janela 10/40. A gente fala que os surdos estão dentro da janela 10/41”.

    O pastor salienta que o 41 se refere aos surdos. “Eles estão ali dentro da 10/41, para provocar uma discussão. O 41 é para lembrar que existem outros povos que não estão incluídos nessa janela. É uma nação”, coloca.

    O pastor Gidiel Câmara ainda pontua que assim como português e o inglês, a linguagem de surdos também é diferente em cada país, que possui a própria língua.

    Ronilson ainda ressalta: “Eu acabei de chegar do Panamá. Nós fomos fazer um treinamento missionário. Levamos a equipe de surdos e eles impactaram o mundo. Tinham quatro nações presentes ali e nós fomos em um shopping. Lá tinha uma comunidade surda onde eles se reuniram”, disse.

    “A gente teve a oportunidade de ver uma pastora que era a única intérprete do Panamá e eu preguei no Panamá, ali naquele no shopping, para os surdos”, contou.

    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REDE SUPER

    quarta-feira, 26 de setembro de 2018

    Arqueólogos encontram evidências da travessia dos hebreus do Egito até Israel

    A primeira evidência do relato bíblico do Êxodo pode ter sido encontrada em escavações próximas ao rio Jordão.

    Khirbet el-Mastarah teria sido o local onde o povo hebreu descansou durante a travessia. (Foto: The Jordan Valley Excavation Project)

    De acordo com a Bíblia, os israelitas foram conduzidos por Moisés do Egito até a terra prometida de Canaã, que abrange Israel nos tempos modernos. No entanto, muitos estudiosos têm questionado a falta de bases históricas que comprovem a travessia dos hebreus.

    Contrariando o argumento de pesquisadores céticos, um novo estudo encontrou evidências históricas para o Êxodo em ruínas próximas ao rio Jordão. O local indicado por arqueólogos é Khirbet el-Mastarah, no Vale do Jordão, que se estende por Israel, Jordânia, Cisjordânia e chega ao sopé das Colinas de Golã.

    De acordo com David Ben-Shlomo, arqueólogo da Universidade Ariel, esta pode ser a primeira evidência do relato bíblico. “Não provamos que esses campos são do período dos primeiros israelitas, mas é possível”, disse ao jornal britânico Daily Express nesta terça-feira (25).

    Os arqueólogos Ben-Shlomo e seu parceiro de escavação americano, Ralph Hawkins, da Universidade Averett, estão analisando se as ruínas são consistentes com um povo nômade recém-chegado.

    Entre as ruínas foi encontrado uma espécie de muro baixo que acredita-se ter sido usado como um cercado de pedras rudimentares para os animais — consistente com práticas nômades.

    Além disso, fragmentos de cerâmica no local foram datados da Idade do Bronze (1400-1200 a.C.) ou da Idade do Ferro (1200-1000 a.C.), por volta da época associada à chegada dos israelitas.

    Os arqueólogos disseram que isso poderia explicar por que os fragmentos de cerâmica foram encontrados fora, e não dentro, dos muros de pedra. “O chão das estruturas estava praticamente vazio de descobertas e, portanto, não poderíamos datá-los por métodos arqueológicos convencionais”, disseram eles.



    Pequena estrutura com muros de pedras pode ter cercado os animais dos antigos israelitas. (Foto: The Jordan Valley Excavation Project)

    “Nos assentamentos beduínos, as pessoas vivem em barracas feitas de [materiais] perecíveis que são realocados a cada estação, portanto, os artefatos não poderiam estar associados à arquitetura de pedra. Então, as estruturas podem ter abrigado animais, e não pessoas, que viviam nas tendas ao redor delas”, acrescentaram.

    Região de nômades

    O local, a oito quilômetros ao norte de Jericó, também faz mais sentido como um assentamento nômade do que permanente. Além de ser um local isolado, as temperaturas podem chegar facilmente a 45ºC e a precipitação de chuvas anual é de apenas 1 centímetro.

    “A paisagem é árida na maior parte do tempo e até mesmo nos tempos modernos a maioria da população é beduína (nômades do deserto)”, disse Ben-Shlomo.

    Agora os arqueólogos estão trabalhando para confirmar se o sítio é tão antigo quanto suspeitam. Amostras do solo de Khirbet el Mastarah foram enviadas para análise e amostras das paredes de pedra serão submetidas a testes que possam revelar sua idade. Os resultados são esperados em alguns meses.

    Os arqueólogos também estão planejando escavar perto de Uja el-Foqa, que fica em uma colina com vista para o vale de Jericó, para determinar se o local pode estar ligado ao assentamento israelita da região.

    No entanto, o trabalho ainda apresenta desafios — os arqueólogos precisam encontrar mais pistas culturais de que o local realmente pertencia aos israelitas. “É difícil, já que muitos aspectos da cultura de diferentes grupos (do leste ou oeste do rio Jordão) podem ser muito similares ou não indicativas o suficiente”, disse Ben-Shlomo.

    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO DAILY EXPRESS

    terça-feira, 25 de setembro de 2018

    PASTOR HMONG NO VIETNÃ É MULTADO POR DISTRIBUIR BÍBLIAS

    Autoridades locais foram até a igreja e confiscaram cinquenta Bíblias que estavam em sua posse

    Uma das Bíblias hmong que foram confiscadas pelas autoridades locais

    Pastor Chai*, líder de uma igreja hmong do Vietnã, pagou uma multa de 140 dólares por distribuir Bíblias hmong entre cristãos tribais em sua província. Ele foi a Hanói, capital do país, para buscar Bíblias, mas autoridades locais foram até a igreja que ele pastoreia e confiscaram 50 Bíblias que estavam em sua posse.

    Ele foi convidado a ir à delegacia e aconselhado a pagar uma multa de 230 dólares em 10 dias por adquirir e distribuir Bíblias hmong, que não têm permissão das autoridades locais para ser publicada.

    O pastor Chai fez um pedido às autoridades locais para reduzir a quantia da penalidade, que foi concedido. Para pagar a multa, teve que vender seus animais – vacas e porcos que depois foram reembolsados pela Portas Abertas. Embora tenha pago a multa, as Bíblias ainda continuam com as autoridades.

    *Nome alterado por segurança.

    Pedidos de oração

    *Louve ao Senhor pela vida dos líderes das igrejas no Vietnã, como o pastor Chai.
    *Agradeça também por sua coragem de distribuir Bíblias e literatura cristã para os vizinhos cristãos e não-cristãos.
    *Ore pela segurança do pastor Chai e sua igreja e para que, apesar do que aconteceu, que continuem servindo ao Senhor e obedecendo a ele.

    República Socialista do Vietnã

     REPÚBLICA SOCIALISTA DO VIETNÃ

    • Fonte de Perseguição: Opressão comunista
    • Capital Hanoi
    • Região Sudeste Asiático
    • Lider Tran Dai Quang
    • Governo República socialista
    • Religião Budismo
    • Pontuação 69

    POPULAÇÃO
    95.4 MILHÕES

    POPULAÇÃO CRISTÃ
    8.3 MILHÕES

    Fonte: https://www.portasabertas.org.br