domingo, 16 de julho de 2017

Pastor é condenado por ensinar a Bíblia aos seus próprios filhos, em Cuba

O pastor Ramon Rigal foi condenado a um ano de trabalhos forçados em Cuba, por se recusar a matricular seus filhos na escola pública e preferir educá-los em casa.

Ramon Rigal. (Foto: ICC)
Ramon Rigal. (Foto: ICC)
Um pastor evangélico em Cuba foi condenado a um ano de trabalhos forçados e prisão domiciliar, após desafiar o governo comunista do país e insistir para que seus filhos fossem educados em casa, podendo assim receber também ensinamentos mais aprofundados sobre a Bíblia.

A organização cristã 'International Christian Concern' (ICC) informou na última quinta-feira (13), que o Pastor Ramon Rigal, líder da Igreja de Deus em Cristo no país, declarou abertamente que sua decisão de não matricular mais seus filhos nas escolas públicas foi baseada em sua fé cristã.

Como o 'Diário de Cuba' informou na semana passada, Rigal havia sido originalmente condenado a um ano de prisão em Guantánamo, mas uma ação recente de sua defesa conseguiu uma alteração da punição, permitindo que ele cumprisse a pena em regime domiciliar.

O pastor disse que seus advogados provaram que ele não cometeu nenhum ato criminoso grave, mas os defensores da liberdade religiosa advertiram que a sentença de trabalhos forçados ainda é uma punição muito séria e exagerada.

"O trabalho de prisão correcional é uma forma de castigo físico forçado, na qual o Estado tipicamente escolhe os locais e as condições de trabalho", disse o pastor Mario F. Barroso, ativista da liberdade religiosa do Instituto Patmos.

"As pessoas condenadas a essa penalidade são levadas a uma fazenda ou algum lugar desse tipo... e acredite, o trabalho que os condenados realizam ali não é nada leve", acrescentou.

Rafael Cardona, correspondente da ICC para a América Latina, disse que é "muito preocupante e desanimador" que um pastor tenha sido punido dessa maneira simplesmente por escolher educar seus filhos em casa, sob os preceitos de sua fé cristã.

"É ainda mais flagrante quando uma dura punição é emitida, apesar de ter uma defesa legal adequada, que prova que nenhuma lei criminal foi violada. No caso do Pastor Rigal, temos que estar cientes de que ele fez múltiplas tentativas de informar ao Estado sobre os conteúdo da educação de seus filhos e incluiu elementos religiosos neste relatório", disse Cardona.

"No entanto, as autoridades cubanas ainda prosseguiram com uma sentença que não parece corresponder à suposta ofensa. Infelizmente, esses tipos de medidas repressivas contra cristãos ocorrem comumente em Cuba. Continuaremos orando pelo Pastor Rigal e sua família", acrescentou.

Em maio (2017), dezenas de pessoas protestaram do lado de fora da Embaixada de Cuba em Washington D.C, em apoio ao pastor, falando contra sua sentença inicial de um ano de prisão.

Os manifestantes tentaram entregar uma petição assinada por cerca de 31 mil pessoas ao governo cubano, mas os funcionários da embaixada os dispensaram no momento.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

sábado, 15 de julho de 2017

Prestes a se enforcar, homem se depara com livro evangelístico e desiste de suicídio

Eduardo estava se preparando para se enforcar quando se deparou com um livro que recebeu de evangelistas. Depois de ler a primeira página, sua vida nunca mais foi a mesma.

Eduardo estava prestes a se enforcar quando se deparou com um livro evangelístico. (Foto: Reprodução/Mundo Cristiano)
Eduardo estava prestes a se enforcar quando se deparou com um livro evangelístico. (Foto: Reprodução/Mundo Cristiano)
Uma campanha evangelística realizada por cristãos em Cuba têm impactado milhares de pessoas no país, incluindo aqueles que foram resgatados da morte física.

Eduardo entrou em depressão desde que sua esposa decidiu atravessar o estreito da Flórida, como parte de uma rede de tráfico de seres humanos para os Estados Unidos.

Morando sozinho no bairro onde passou sua infância, o suicídio passou a ser uma ideia frequente em sua cabeça.
“Eu ia para minha casa devastado. Eu não conseguia dormir. Comecei a ouvir vozes e estava ficando louco”, disse Eduardo ao site Mundo Cristiano.

“Tente procurar ajuda dos babalaôs (sacerdotes da religião iorubá), mas eles nunca podiam me atender. Eu decidi acabar com a minha vida. Eu queria me enforcar e sempre escutava uma voz: ‘Se pendure! Se pendure!’”, acrescentou Eduardo.

Alguns dias antes, Eduardo foi até o lugar onde ele costumava realizar apostas ilegais e foi abordado por alguns homens que estavam lá para evangelizar. Seus colegas se recusaram a receber um livro composto por testemunhos de fé, mas Eduardo levou o material para casa.

Na noite em que marcou para se suicidar em um matagal, Eduardo estava se preparando em sua casa e se deparou com o livro antes de sair. “Eu eu achei um endereço dentro de um pequeno cartão e pensei: ‘Essa vai ser minha última tentativa’”, afirmou.

“Eu fui procurar ajuda com um pastor ou alguém para me aconselhar, por causa da voz que me dizia para eu me matar. A igreja estava toda iluminada. Eu bati na porta e um irmão me atendeu. Entrei na igreja chorando como uma criança”, conta.

O livro ajudou Eduardo a encontrar o caminho para mudar a sua vida e, segundo ele, teve “poder de transformar”. O material faz parte de uma campanha evangelística que impactou a cidade de Havana em fevereiro e março, por meio de ações sociais, culturais e esportivas.

A iniciativa é resultado dos esforços de dezenas de denominações e conseguiu alcançar mais de 55 mil cubanos, como Eduardo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE MUNDO CRISTIANO

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Cristãos são decapitados por não negarem a Jesus em novo ataque terrorista, no Quênia

Os cristãos foram forçados a recitar os dogmas islâmicos, mas acabaram mortos por se recusarem.

Os cristãos foram obrigados a recitarem dogmas islâmicos e morreram ao dizer não. (Foto: Reprodução).
Os cristãos foram obrigados a recitarem dogmas islâmicos e morreram ao dizer não. (Foto: Reprodução).
Membros do grupo extremista Al Shabaab mataram 13 pessoas no último fim de semana, no litoral do Quênia. De acordo com um sobrevivente do ataque, os muçulmanos da aldeia do condado de Lamu ajudaram os militantes islâmicos a identificar locais onde os cristãos moravam. Em entrevista para o site Morning Star News, ele comentou que várias das vítimas foram decapitadas.

Os extremistas mataram quatro cristãos em Kipini, no domingo (9), não muito longe da floresta de Boni, esconderijo dos rebeldes do Al Shabaab, que por sua vez lutam contra o governo na Somália. No início da manhã de sábado, em Jima, eles mataram outros nove em ataques que começaram às 11h.

Na noite anterior, eles haviam matado outras pessoas com machados, decapitando suas vítimas, de acordo com as fontes locais. "Os cristãos foram obrigados a recitar os dogmas islâmicos e eles não podiam fazer isso. Então, foram mortos", disse uma fonte. "Nós pedimos ao governo que investigue e traga esses muçulmanos que estão abrigando os terroristas da Al Shabaab, porque os cristãos que foram decapitados eram fazendeiros", alertou.

Segurança
Aqueles que conseguiram fugir e sobreviver tiveram suas terras danificadas por animais selvagens e ainda estão em grande choque, acrescentou a fonte. "O governo reforçou a segurança na área e esperamos que as vítimas que fugiram possam retornar em breve, pois precisam de aconselhamento sobre traumas emocionais", afirmou.

Os cristãos da região deixaram suas aldeias. "Agora estamos residindo na delegacia de polícia em hindi, por medo de novos ataques", disse um residente da área ao Morning Star News. Muitas pessoas da área ainda estão desaparecidas e temem que o número de vítimas possa aumentar.

Grave crise
Duas outras fontes no condado de Lamu disseram que os cristãos na região costeira do Quênia estão em grave crise à medida que enfrentam escassez de alimentos depois de fugir de suas fazendas. O secretário do Interior, Fred Matiang'i, impôs um toque de recolher de três meses nos condados de Lamu, Tana River e Garissa, em uma tentativa de combater os ataques da Al Shabaab. A medida começou no domingo (9) e estará em vigor até o dia 9 de outubro.

Os rebeldes da Al Shabaab, grupo aliado à Al Qaeda, lançaram vários ataques no nordeste do Quênia, uma vez que as forças do Quênia lideraram uma união africana na Somália contra os rebeldes, em outubro de 2011 em resposta a ataques terroristas contra turistas e outros na costa da região. Os ataques aos cristãos também continuaram. O Quênia ocupa hoje o 18º lugar na lista de perseguição religiosa do Ministério Portas Abertas.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN HEADLINES

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Goleiro Cássio é batizado em igreja evangélica, em São Paulo

Cássio, goleiro do Corinthians, foi batizado na Igreja Voz Da Verdade em Alphaville, no município de Barueri, em São Paulo.

Cássio foi batizado na Igreja Voz Da Verdade em Alphaville, em São Paulo. (Foto: Reprodução/Instagram)
Cássio foi batizado na Igreja Voz Da Verdade em Alphaville, em São Paulo. (Foto: Reprodução/Instagram)
goleiro Cássio, que atualmente defende o Corinthians, foi batizado na igreja evangélica Voz Da Verdade em Alphaville, no município de Barueri, em São Paulo.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim nunca morrerá”, disse ele na legenda das fotos da cerimônia, que foram publicadas em sua conta no Instagram nesta terça-feira (11).

Após enfrentar inúmeros problemas em 2016, o goleiro iniciou o ano afirmado que a fé, o aconselhamento pastoral e o apoio de sua noiva foram fundamentais para que ele conseguisse superar adversidades.

Cássio revelou em entrevista ao Globo Esporte que embora a bebida alcoólica não fosse usada por ele como uma "válvula de escape", ele reconheceu que era um hábito que não lhe fazia bem.

“Hoje já não bebo mais nada de álcool, tem um tempinho que abri mão disso. Comecei a frequentar a igreja, tem um pastor que me aconselha. Acho que comecei faz uns dois meses a ir e a ter novos hábitos, isso está me fazendo muito bem”, disse ele, em maio.

“Eu me sinto muito feliz. Desde que comecei a frequentar [a igreja], comecei a me arrepender muito de coisas que tinha feito e demorei a perceber. Isso faz parte do amadurecimento. Para mim, está sendo um momento novo, mas estou muito feliz por tudo que está acontecendo”, acrescentou.

Cássio foi batizado na Igreja Voz Da Verdade em Alphaville, em São Paulo. (Foto: Reprodução/Instagram)
Incentivo
O casal de pastores José Luiz e Rita Moisés, líderes da Igreja Voz Da Verdade, também celebraram a nova fase do jogador nas redes sociais. "Quando estava sendo gerado, Deus já tinha propósito de salvação para tua alma", disseram eles sobre Cássio.

"Cresceu,sofreu, lutou e se tornou campeão mundial. A partir daí, Deus cercou sua vida para fazê-lo mais que vencedor em Cristo Jesus", continuou. "Grandes coisas estão por vir sobre tua vida. Admiro tua postura e caráter de um homem forjado pela vida e moldado por Deus".

No início do ano, Cássio também destacou a importância de sua noiva na caminhada cristã. "Ela está indo à igreja comigo. Hoje tenho uma mudança de hábito. Para mim, essas coisas que estou mudando na vida estão sendo positivas. Tenho de seguir isso. Ela é minha companheira", ele revelou.

"Às vezes, uma mulher leva você para baixo, mas, às vezes, também ajuda a crescer. Ano passado tive a perda da minha avó, sempre foi a chefe da família. Foi bem difícil, coincidiu com minha perda de posição. Demorei uns dois ou três meses para entender tudo isso e começar uma mudança. Tive essa mudança e consegui evoluir", disse o atleta.

Cássio ao lado da noiva, em batismo na Igreja Voz Da Verdade em Alphaville. (Foto: Reprodução/Instagram)

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Policiais pregam o Evangelho para combater a corrupção entre corporações, no México

O grupo formado por cerca de 5.200 policiais acredita que o poder do Evangelho pode afastar os oficiais da corrupção e ajudá-los a combater o crime no México.

Membros da 'Polícia Celestial' se unem para orar, antes de mais uma ação nas corporações. (Foto: Telemetro)
Membros da 'Polícia Celestial' se unem para orar, antes de mais uma ação nas corporações. (Foto: Telemetro)
Um grupo de cerca de 5.200 policiais do México está está se mobilizando para combater a corrupção e têm usado uma ferramenta poderosa nesta árdua batalha: a Palavra de Deus.

Conhecida como "Polícia Celestial", o grupo é formado por policiais federais e locais, além de militares, alguns deles na ativa e tem usado a mensagem bíblica e os testemunhos impactantes dos próprios oficiais para motivar outros policiais a se manterem afastados da corrupção.

Leonel Guillermoprieto, de 37 anos, acredita na eficiência das "Operações Celestiais" para ajudarem a alcançar este objetivo. Estas ações consistem na visita às corporações de todo o país para compartilhar o seu testemunho - bem como o de outros oficiais que o acompanham - e aproximar os policiais da mensagem do Evangelho.

Parte do seu depoimento se baseia em forma como acabou sendo preso, depois de ser corrompido e deixar a Polícia Federal.

"Comecei a ir para a América Central e comprar drogas para enviar à Europa; comecei a juntar muito dinheiro", contou o ex-agente à AFP.

Sua história no crime foi interrompida, quando acabou sendo preso na Guatemala e foi enviado para uma prisão federal nos Estados Unidos, onde cumpriria pelo menos 25 anos de pena.

Na prisão, ele acabou sendo evangelizado e se unindo a um grupo de outros detentos cristãos e, por isso, considera o dia 22 de setembro de 2007 como o início de seu ministério.

"Consideramos a data na qual o fundador, ou seja, eu, me entreguei a Jesus Cristo", disse em uma cafeteria de Tlalnepantla, no subúrbio da Cidade do México, que atualmente está entre as 50 regiões mais perigosas do país.
Leonel conta que passou apenas 15 meses na cadeia (somente o tempo em que aguardou o julgamento), pois segundo ele mesmo conta, um milagre aconteceu: no momento em que ia receber a sentença definitiva do juiz, o promotor - que deveria acusá-lo - começou a defendê-lo.

"Quem me tirou da prisão foi Deus e Ele fez isso para que eu O servisse", disse Leonel, antes de vestir o uniforme da "Polícia Celestial".

Sua organização é estruturada como qualquer outro órgão de segurança: há patentes de comando e seus membros usam uniformes parecidos com os da Polícia Federal do México, mas ao invés de um símbolo de segurança (que geralmente é ilustrado por armas) há uma cruz e uma Bíblia e nenhum deles anda armado, enquanto atuam neste ministério.

Os integrantes do grupo acreditam que a evangelização pode fazer com que os policiais entreguem suas vidas a Jesus e, se estiverem envolvidos com algum tipo de corrupção, abandonem estas práticas criminosas e ajam de acordo com a lei.

"Há pessoas que dizem 'acreditem que com uma Bíblia poderão fazer tudo', e não estamos dizendo para não usarem suas armas, mas sim para as usarem como manda a lei", conta.

O desafio da 'Polícia Celestial' não é nada pequeno. Segundo dados do Instituto de Estatísticas (INEGI), mais de 50% dos mexicanos consideram as organizações policiais - sobretudo as locais - corruptas.


"Há alguém importante"
A violência no México não para de crescer e tem sido assim há mais de 10 anos, desde o início de uma ofensiva militar do governo contra o crime organizado. Neste período, já foram mais de 186.000 mortes, segundo números oficiais.


Segundo Eduardo Aguilera, membro da 'Polícia Celestial' o pequeno número do contingente policial de Tlalnepantla, por exemplo é um fator preocupante. Chega a ser uma proporção de menos de um oficial por bairro.

"Temos 250 policiais ativos para cobrir 265 bairros", disse oficial, que também é chefe de polícia dessa localidade. "É impossível que alguém possa dar segurança total com esses números".

Por isso, Aguilera acredita que sua fé tem um grande papel em ajudar a corporação a diminuir a incidência de crimes.

"Aceitamos esse desafio porque sabemos que não estamos sozinhos. Sabemos que por trás de nós há alguém importante, que é Jesus", afirmou o policial antes de se juntar Leonel e outros agentes para fazer uma oração.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO ESTADO DE MINAS

terça-feira, 11 de julho de 2017

Técnico do Santos quer proibir cultos religiosos dentro do clube

Em um mês de atuação no Santos, Levir Culpi quer pôr fim aos cultos religiosos dentro do clube, algo que era defendido pelo antigo treinador, Dorival Júnior.

Levir Culpi, de 64 anos, é o novo técnico do Santos. (Foto: Ivan Storti/ Santos FC)
Levir Culpi, de 64 anos, é o novo técnico do Santos. (Foto: Ivan Storti/ Santos FC)
Os dias de liberdade religiosa dentro do ambiente esportivo estão contados dentro do Santos, segundo seu novo técnico, Levir Culpi, de 64 anos.

Em entrevista à Folha de São Paulo, Levir disse que estuda pôr fim às concentrações antes dos jogos e proibir cultos religiosos dentro do clube — algo que era defendido pelo antigo treinador do Santos, Dorival Júnior.

“Quando entramos pelo portão do Santos, vamos falar de trabalho e de futebol. Agora, quando saímos, cada um vai para onde quiser. Pode ser umbandista ou ateu, mas religião dentro do trabalho, não”, Levir reforçou.

“Quando vamos sair de ônibus nós nos reunimos, fazemos uma oração. É um negócio bacana, que só fortalece o grupo”, ele pondera. “Apesar de eu ser um agnóstico, aceito qualquer manifestação religiosa desde que não fira alguns princípios”.

O time tem encontrado forças na fé através da principal liderança religiosa no elenco, o centroavante e pastor evangélico Ricardo Oliveira, que tem conduzido cultos durante as concentrações do Santos.

“Hoje eu já não sou tido mais como jogador de futebol no meio da minha profissão. Se alguém aí é sintonizado e conhece um pouquinho de futebol, pode saber que todo mundo me chama de pastor. Já deixou de ser só o Ricardo de Oliveira, mas o pastor, porque Deus me levantou assim”, disse ele em 2015, aos alunos da Escola do Reino.

Logo após sua saída do Santos, o técnico Dorival Júnior reforçou que o fato de jogadores cristãos expressarem sua fé dentro do ambiente do clube nunca prejudicou a equipe, em entrevista ao programa 'Bola da Vez', na ESPN, em junho.

“Eu não acho que tem interferência. Primeiro, porque é tudo feito de uma maneira muito tranquila, não atrapalha”, afirmou Dorival. “O Santos tem esse grupo de oração, que a gente respeita. É que as pessoas não conhecem os detalhes, o dia a dia, como são…”

Dorival observou que iniciativas de fé, na verdade, são benéficas aos atletas. “Eu acho que isso só faz crescer o ser humano. Não tem um outro caminho”, destacou. “Aliás, acho que o nosso país vive este momento, porque nós deixamos de buscar a Deus”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FOLHA DE SÃO PAULO

domingo, 9 de julho de 2017

Governador nos EUA assina lei que proíbe escolas de discriminar alunos por religião

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Está em vigência desde o dia 1° de julho, no estado da Flórida, nos EUA, um pacote de novas leis. Foram 234 novos regulamentos aprovados – 125 dessas leis já estavam em vigor e foram revisadas – e incluem mudanças na área de educação, transporte, saúde, meio-ambiente, impostos, orçamento, dentre outros. Mas uma das mais controversas diz respeito à educação. Trata-se da lei SB 436 “Florida Student and School Personnel Religious Liberties Act” (Lei de Liberdades Religiosas Pessoal Escolar da Flórida), que determina que alunos e professores terão permissão para expressar suas crenças religiosas nas escolas públicas.

Assinada em 9 de junho pelo governador Rick Scott, a lei visa proibir um distrito escolar de discriminar alunos, pais ou funcionários com base em pontos de vista ou expressão religiosa; proíbe penalidade ou recompensa pela expressão religiosa de um aluno em cursos, trabalhos de arte ou outras atribuições especificadas; e exige que um distrito escolar cumpra os requisitos federais referente ao Título VII da Lei de Direitos Civis de 1964, etc.

“É hora de parar de perseguir os alunos pelas suas crenças religiosas ao classificar as atribuições ou limitar os textos de leitura apenas porque eles podem conter material religioso”, disse Shawn Frost, presidente da conservadora Florida Coalition of School Board Members.

Para a guia de turismo brasileira Eliane Barros, de 55 anos que mora na Flórida há 20 anos, que matriculou as filhas em escolas públicas e hoje tem uma neta prestes a entrar para a escola, “as escolas não deveriam ter inclinação para nenhuma religião”. “Não gostaria que minha neta fosse obrigada, na escola, aprender sobre alguma religião”, destaca.

Para a paulista, mesmo sem religião, uma pessoa pode ser até melhor do que uma religiosa e, nas escolas, a religiosidade traz muita confusão para as crianças, como por exemplo, na época em que as filhas estudavam, sempre presenciava confusão nas comemorações de aniversários de Testemunhas de Jeová, ou durante o Halloween, que os evangélicos consideram como uma celebração diabólica. “Como você explica a uma criança que algo que ela comemora, para outra criança é ruim, negativo?”, questiona.

Conhecido na comunidade brasileira na Flórida, o pastor Silair Almeida, da PIBFlorida, menciona que a liberdade religiosa é um instrumento democrático forte e que a lei, de um modo geral, é um avanço para a sociedade. “A força dos Estados Unidos está na liberdade de expressão. Não podemos é deixar que um grupo ou segmento tente manipular esta liberdade. Cada ser humano tem o direito de expressar sua fé sem agredir a fé do seu vizinho”.

Para Silair, o principal é que tal prática esteja mesmo prevista em lei e seja regulamentada. “O que será permitido? O que não será tolerado? Grupos poderão usar alguma sala vazia para expressar a fé?”, questiona.

Fonte: Gazeta News

sábado, 8 de julho de 2017

Mulher é libertada de 36 anos de vício do crack, após se entregar a Jesus

Marisol de Fátima conheceu as drogas aos 12 anos, chegando a morar nas ruas. Mas, ao se converter a Jesus, ela teve sua vida transformada.

Foi com a ajuda de sua família que Marisol chegou a Cristoândia e teve um encontro com Deus. (Foto: JMN).
Foi com a ajuda de sua família que Marisol chegou a Cristoândia e teve um encontro com Deus. (Foto: JMN).
Em um mundo com tantas influências malígnas, não é difícil ceder às tentações. As festas e má influências são fatores que acabam levando muitos jovens para o mundo das drogas, um caminho que para tantos parece não haver saída. Mas, pela graça e bondade de Deus, a história de Marisol de Fátima Ribeiro não acaba de forma triste.

Hoje, a mulher de 53 anos, natural de Pouso Alegre (MG) pode se alegrar pala sua salvação. Mas, sua jornada é repleta de desafios. Aos 17 anos ela começou a se envolver com drogas, começando com o álcool e cigarro e chegando à cocaína. Ela chegou ao fundo do poço aos 43 anos quando conheceu o crack, no Rio de Janeiro.

Foram 36 anos vivendo como uma escrava das drogas, chegando a morar nas ruas do Rio de Janeiro. Sem qualquer dignidade e esperança de vencer seu vício, ela se viu desesperada, até que uma atitude viria a mudar sua vida.

Sua família, tendo conhecimento de sua situação e conhecimento da obra de Cristolândia, encaminhou Marisol para a unidade de Governador Valadares (MG), onde desde 2016 recebe os cuidados necessários para sua recuperação física, emocional e espiritual. Foi lá onde ela entregou sua vida a Cristo e já disse que se batizará em breve, declarando Jesus como Senhor e Salvador de sua vida e testemunhando a transformação que tem vivido.

Cristolândia
Visando ajudar crianças, adolescentes, jovens e adultos em situação de rua e de vulnerabilidade social, o projeto Cristolândia, nome que contrapõe a chamada Cracolândia, oferece cerca de 1982 refeições diárias, espaço para banho, lavanderia, troca de roupas, calçados e corte de cabelo, no estado de São Paulo.

Além de oferecer cultos diários, disponibiliza abrigo e acolhimento. A Missão tem seis Centros de Formação. De acordo com as condições e interesses, os acolhidos são encaminhados para comunidades terapêuticas, cursos de profissionalização e colocação no mercado de trabalho, Centros de Formação Cristã e para Seminários Batistas. Alguns se tornam voluntários do Projeto Radical-JMM e do Coral da Cristolândia.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA JUNTA DE MISSÕES NACONAIS

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Polícia se une a extremistas para proibir cristãos de fazerem culto, na Índia

Durante um culto, os cristãos foram surpreendidos com o ataque de hindus, além de serem espancados com bastões de ferro.

Os cristãos foram arrastados, chutados e insultados com palavrões pelos hindus locais. (Foto: Reuters).
Os cristãos foram arrastados, chutados e insultados com palavrões pelos hindus locais. (Foto: Reuters).
Depois de um ataque no leste da Índia, no qual um cristão foi gravemente ferido, a polícia e os hindus locais firmaram um "acordo", sem participação dos membros da igreja, impedindo efetivamente os cultos de adoração. Os cristãos foram intimidados a assinar o acordo.

Como resultado, na aldeia de Abasing, no distrito de Gajapati, estado de Odisha, os cultos de domingo cessaram, após o ataque do dia 18 de junho, que aconteceu em uma reunião de adoração. Uma multidão de homens e mulheres hindus iniciaram o ataque, disse um líder da igreja.

"Não houve culto no último domingo, e neste domingo também não podemos adorar", disse o Pastor Samuel Karjee para o site Morning Star News. "Eu não posso dizer o quão seco e estéril nos sentimos. Nossos corações anseiam por orar e adorar juntos".

Cerca de 30 mulheres hindus entraram na casa onde a congregação vinha se reunindo por seis meses. Elas quebraram as entradas da frente e de trás e arrastaram 12 dos cristãos que estavam presentes.

Espancamento
"Nós fomos arrastados, e havia mais de 300 aldeões hindus esperando nos vencer", disse o pastor Karjee. "Eles nos espancaram com bastões de ferro, nos chutaram e usaram de palavrões contra as mulheres. Tentamos evitar que eles atacassem fisicamente as mulheres". Os extremistas ainda atacaram uma garota de 13 anos, Madhusmita Bhuyan, no estômago, e a empurraram.

Quatro cristãos feridos foram temporariamente detidos e obrigados a assinar o documento: Taruna Kumar Nayak, Aruna Kumar Nayak, Budhanth Kumar Nayak e Ashes Bhuyan. Ravindra Bhuyan também foi ferido e temporariamente detido. O pastor Karjee disse que os aldeões estavam gritando durante o ataque: "Por que você está realizando esses cultos? Nós não gostamos de cristãos. Quem são os cristãos? Uma religião estrangeira. O cristianismo não é nada. Você não deve orar aqui".

Rajata Bada Raita, de 24 anos, ficou gravemente ferida e ainda continua fazendo tratamento e acompanhamento no Hospital Distrital de Paralakhemundi. "Os médicos disseram que seus ferimentos são internos", disse o pastor Karjee. "Ele visita o hospital para exames regulares e ainda não se recuperou completamente".

Acordo contra os cristãos
Bíblias e outros livros cristãos foram levados, os agressores foram a uma delegacia de polícia reclamando que missionários, pastores e evangelistas cristãos estavam visitando a aldeia e distribuindo esse material. Os membros da igreja chegaram à delegacia de polícia de Rayagada e arquivaram um primeiro relatório de informação contra oito suspeitos: Chaudhri Gomango, Bamana Sabar, Deeptiranjan Bhuyan, Sarathi Bhuyan, Hari Bada Raita, Arjun Bhuyan, Dinabandhu Karjee e Dandapani Karjee.

A polícia patrulhou a área naquela noite e, na manhã seguinte, 19 de junho, os membros da igreja foram ao posto de polícia para encontrar oficiais que prenderam 25 aldeões hindus e os cinco cristãos. As pessoas que foram presas não receberam comida ou água durante todo o dia. O “acordo” foi firmado na presença da polícia e do magistrado Tahsildar.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOSPEL HERALD

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Presidente da Turquia ”desapropria” 50 igrejas, que devem virar mesquitas

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Os cristãos turcos estão enfrentando perseguições crescentes desde que o presidente Recep Tayyip Erdogan (foto) assumiu seu papel de líder islâmico. A nova determinação assinada por ele é o confisco de 50 igrejas siríacas, incluindo o mosteiro de Mor Gabriel, um dos mais antigos centros religiosos do mundo, datado do século IV.

O siríaco é um dialeto do aramaico, muito utilizado durante o primeiro milênio em todo o Oriente Médio e a Ásia. As igrejas siríacas são cristãs, ligadas à tradição ortodoxa.

A decisão de desapropriação, assinada por Erdogan, foi levada a cabo pela Direção Turca de Assuntos Religiosos (Diyanet), e ocorreu na província de Mardin.

Segundo a imprensa do país, o governador de Mardin foi obrigado a transferir as igrejas, mosteiros, cemitérios e outros ativos da comunidade siríaca para o tesouro nacional da Turquia, que por sua vez transferiu a propriedade para o Diyanet.

A Fundação que administra o Mor Gabriel, construção com 1600 anos de idade, tentou recursos jurídicos para interromper a transferência dos registros de escrituras dos locais de adoração cristã.

Desde que o referendo nacional concedeu um poder quase absoluto sobre a Turquia, Erdogan tem avançado sobre os direitos religiosos de todas as minorias do país. No ano passado, foram desapropriadas seis igrejas (católicas, protestantes e ortodoxas), em Diyarbakir. Uma delas tinha cerca de 1.700 anos.

“O governo não assumiu essas propriedades para protegê-las”, reclama Ahmet Guvener, pastor da Igreja Protestante de Diyarbakir. “Fizeram isso para fechá-las”.

Em abril deste ano, o presidente turco transformou em mesquita a Hagia Sophia – ou Santa Sofia – que no século 6 era um dos mais importantes locais de culto cristão do mundo. Há temores que ele faça o mesmo com todos os templos cristãos do país. 


Fonte: Gospel Prime com informações de CBN

quarta-feira, 5 de julho de 2017

"Nossa liberdade foi dada por Deus e não há força terrena que nos tire isso", diz Trump

Em seu discurso, Donald Trump afirmou que "as famílias e igrejas - nãos os burocratas do governo - sabem melhor como criar uma sociedade forte e harmoniosa". Assista.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, homenageou os veteranos militares dos EUA em Washington no último sábado (1), em um evento realizado no 'Kennedy Center', que acabou se assemelhando também em um culto cristão, dias antes do feriado de 04 de julho (Independência dos Estados Unidos).

Trump voltou a criticar a cobertura da mídia sobre o seu governo e também falou sobre a liberdade em diversas áreas ao citar a Ordem de Liberdade Religiosa, que ele assinou recentemente.

"Desde a assinatura da Declaração de Independência, 241 anos atrás, a América sempre afirmou que a liberdade vem do nosso criador. Nossos direitos são dados por Deus, e nenhuma força terrestre pode tirar esses direitos", disse ele.

"A mídia falsa está tentando nos silenciar, mas nós não iremos deixar, porque o povo sabe a verdade. A mídia falsa tentou nos impedir de entrar na Casa Branca, mas eu sou presidente e eles não", continuou Trump, antes de ser aplaudido de pé pelo público presente.

Em seu discurso, Trump também reforçou que o Estado não deve se impor sobre os direitos das famílias e a liberdade religiosa de nenhum cidadão.

"Por muito tempo, os políticos tentaram centralizar a autoridade nas mãos de poucos indivíduos na capital da nossa nação. Eu os vejo o tempo todo. Os burocratas pensam que podem dirigir suas vidas, se sobrepor aos seus valores, interferir na sua fé, dizer-lhe como viver, o que dizer e onde orar. Mas nós sabemos que os pais, não os burocratas, sabem melhor como educar seus filhos e criar uma sociedade próspera", destacou. "Nós sabemos que as famílias e igrejas - nãos os burocratas do governo - sabem melhor como criar uma sociedade forte e harmoniosa".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA REUTERS

terça-feira, 4 de julho de 2017

“A tecnologia nunca irá substituir a igreja”, diz pastor à Mark Zuckerberg

Zuckerberg sugeriu que o Facebook pode preencher o papel das igrejas. Em resposta, o pastor Robert Jeffries disse que a tecnologia nunca poderá criar uma verdadeira comunidade.

Mark Zuckerberg durante uma conferência do Facebook em San Jose, na Califórnia. (Foto: Justin Sullivan/Getty Images)
Mark Zuckerberg durante uma conferência do Facebook em San Jose, na Califórnia. (Foto: Justin Sullivan/Getty Images)
O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, sugeriu recentemente que a rede social se tornou a nova igreja. Ele acredita que o site pode oferecer a mesma sensação de comunidade e preencher o papel desempenhado pelas congregações.

Em resposta às afirmações de Zuckerberg, o pastor Robert Jeffress, líder da Primeira Igreja Batista de Dallas, no Texas, reforçou que a tecnologia nunca poderá substituir a comunidade cristã.

“Deus criou a igreja e Zuckerberg criou o Facebook. Acredito que Deus e a igreja estão unidos há muito mais tempo que Zuckerberg e o Facebook”, disse ele na última sexta-feira (30) em entrevista à Fox News.

O pastor acredita que a tecnologia pode apoiar a atuação da igreja, mas não substituí-la. “Nos últimos 18 meses, tivemos 500 mil pessoas de 192 países participando de nossos cultos pela internet. A tecnologia pode melhorar o ministério da igreja, mas nunca irá substituir a igreja”, afirmou Jeffress.

“É perturbador quando você vê para onde as coisas estão caminhando e quando você vê o fato de que 36% dos jovens não têm afiliação com nenhuma igreja”, avaliou Jeffress. “Mark Zuckerberg pode estar aproveitando esse gancho”.

O pastor afirma que todo ser humano sente a necessidade de pertencer a uma comunidade. “Deus nos criou com a necessidade do toque humano. Precisamos de uma comunidade. É por isso que Deus projetou a família e criou a igreja. Mas essa necessidade de companhia nunca será satisfeita através de seu laptop”.

Zuckerberg anunciou uma nova missão para a rede social em uma reunião de cúpula do Facebook. Para isso, o empresário quer que os usuários exerçam um papel semelhante aos pastores nas igrejas.

Ele acredita que a rede social pode ser usada para unir uma sociedade “dividida” e fazer os usuários se sentirem “parte de algo maior”.

“Enquanto tenho viajado ao redor do mundo e aprendido sobre lugares diferentes, percebi que uma coisa é clara: grandes comunidades têm grandes líderes. Pense nisso. Uma igreja não é apenas um grande grupo. Ela tem um pastor que cuida do bem-estar de sua congregação e se certifica de que eles tenham comida e abrigo”, ele comparou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE THE BLAZE

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Deputados e senadores debatem fim da imunidade tributária a entidades religiosas

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Uma proposta de iniciativa popular que está em análise no Senado Federal pode pôr fim à imunidade tributária das entidades religiosas de todo o país. A iniciativa é da internauta Gisele Helmer, residente no estado do Espírito Santo, e publicada em 2015 no portal E-Cidadania do Senado.

A consulta obteve mais de 20 mil apoios e passou a ser analisada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).

Para tratar desse assunto, a Assembleia Legislativa do estado do Mato Grosso e o Senado Federal realizaram na última sexta-feira (30), uma audiência pública, no auditório Milton Figueiredo.

A matéria, SUG 2/2015, em tramitação no Senado, chama atenção e já conta com 277.559 mil votos. Desse total, 140.311 mil apoiam a proposta, e 137.248 mil são contrários ao fim da imunidade tributária das igrejas.

O relator da proposta no Senado é o mato-grossense José Medeiros (PSD). Esse assunto é polêmico e, por isso, será discutido em um ciclo de debates pela Comissão de Direitos Humanos do Senado.

"A matéria é extremamente técnica, por isso vai ser debatida exaustivamente", disse. Segundo Medeiros, se fosse fechar o relatório hoje, seria “pelo arquivamento”,

“Mas a Comissão vai ouvir aqueles que são contra e a favor da sugestão. Por isso, a oportunidade será dada aos segmentos que são favoráveis e contrários à sugestão. Antes de tornar a sugestão em proposta, vamos realizar várias oitivas em todas as regiões do país”, disse Medeiros.

Medeiros destacou que muitos são contrários à isenção tributária das instituições religiosas, porque alegam que o Estado é laico. “Mas o Estado não dá conta de cuidar da parte social do cidadão brasileiro. Por isso, as instituições religiosas dão esse auxílio aos diversos segmentos sociais”, destacou o senador. 

O senador Magno Malta (PR-ES) afirmou que, mesmo a sugestão tendo sido confirmada por 20 mil internautas, precisa ser respaldada pelos segmentos religiosos de todo o país. “Agora, o Senado tem que analisar se a proposta será viável ou não. O Brasil é a maior nação católica do mundo e, por isso, majoritariamente cristão. É preciso respeitar a confissão religiosa da maioria dos brasileiros”, destacou Malta. 

De acordo com o padre Júlio Paulino da Silva, da Arquidiocese de Cuiabá, composta por 28 paróquias, o trabalho desenvolvido pelas instituições religiosas é maior que os impostos que o Estado deixa de recolher para os cofres públicos. Ele citou, como exemplo, o apoio que a Arquidiocese dá às casas de dependentes químicos.

“Cuidar deles é uma obrigação do Estado, mas não o faz. Além das pessoas viciadas em drogas, a igreja também trabalha com moradores de ruas. Existe ainda o trabalho dos vicentinos, que realizam trabalho com as famílias. Esse trabalho de assistência social seria inviável se as igrejas tivessem que pagar os impostos e ainda realizar outros trabalhos que é dever do Estado. Portanto, a caridade que as igrejas fazem, talvez, seja maior que os impostos que deveria pagar”, disse Júlio Paulino.

O deputado Sebastião Rezende (PSC), autor juntamente com o presidente Eduardo Botelho (PSB) da audiência pública, afirmou que o debate foi fundamental para que os representantes dos segmentos religiosos mato-grossenses tirassem as dúvidas a respeito da proposta sugerida pela internauta Gisele Helmer.

“Defendo que a imunidade tributária seja mantida às instituições religiosas. Os trabalhos que as diversas igrejas vêm realizando no social e de evangelização tem sido importante para a redução da criminalidade em todo o país. O trabalho que a igreja faz é inquestionável e o faz de forma voluntária. E os recursos são dos fiéis que já são pagadores de impostos”, disse Rezende. 

O pastor da Assembleia de Deus, Juvanir de Oliveira, disse que a igreja vem acompanhando de perto as discussões em torno do fim da imunidade tributária das instituições religiosas. Segundo ele, a proposta fere o artigo 150 da Constituição Federal, e por isso, é inconstitucional.

“Vamos trabalhar pela conscientização dos evangélicos para votar não no site do Senado. Esta semana fizemos uma ação pelo whatsapp e conseguimos mais de 1.700 mil votos contrários à sugestão de taxação das igrejas. Hoje, a Assembleia de Deus possui em Cuiabá 400 igrejas e em todo o Estado cerca de três mil igrejas, totalizando cerca de 150 mil fiéis”, disse Oliveira. 

Constituição Federal

A imunidade de pagamento de impostos por instituições religiosas está prevista na Constituição de 1988, artigo 150, que define que a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios são proibidos de instituir impostos sobre "templos de qualquer culto". A SUG 2/2015 propõe a alteração desta definição, dessa forma, locais de culto, por exemplo, passariam a pagar Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).


Fonte: Mídia News

domingo, 2 de julho de 2017

Pastor chinês é preso e está "perto da morte" após torturas e privação de sono

Na prisão o pastor está sendo torturado, proibido de dormir e recebendo apenas um pedaço de pão por dia para se alimentar. 
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  • Zhang foi sentenciado no verão de 2014 por "reunir uma multidão para perturbar a ordem pública". (Foto: Reprodução).
    Zhang foi sentenciado no verão de 2014 por "reunir uma multidão para perturbar a ordem pública". (Foto: Reprodução).
    O pastor Zhang Shaojie da Igreja do Condado de Nanle, na província de Henan, (China) se encontra “beirando a morte”, de acordo com sua filha, Esther Zhang Huixin. Ela disse à organização cristã China Aid que seu pai está sofrendo tanto mental como fisicamente, como resultado de poucas refeições e de alimentos servidos a ele, além da privação de sono.

    "Eles estão torturando meu pai de forma muito cruel", disse a Sra. Zhang. "Ele é proibido de ver o sol durante o dia e está sendo privado de dormir por 24 horas. A prisão lhe dá apenas um pedaço de pão cozido no vapor por dia e por isso estão fazendo com que ele morra de fome todos os dias, intencionalmente”, pontuou.

    “De acordo com pessoas que foram libertadas da prisão, meu pai mal consegue se manter vivo e está sofrendo mental e fisicamente", denunciou. A irmã de Zhang Shaojie, Zhang Cuijuan, informou depois de visitar recentemente seu irmão na prisão: "Ele estava em um estado mental terrível. Seus olhos queimaram por causa da privação do sono”, disse.

    “Ele disse que está proibido de dormir e que sofre uma ‘rigorosa supervisão’. Ele estava deprimido e eu não tinha como ajudá-lo. O guarda da prisão fiscalizou o telefone durante toda a nossa conversa e fomos proibidos de falar sobre o caso dele", ressaltou.

    Culpado?
    A filha do pastor Zhang sugeriu que os agentes da prisão estavam realizando tortura regularmente para persuadi-lo a declarar um recurso contra sua sentença. "As autoridades do governo disseram que não processariam o recurso a menos que ele se declarasse culpado", disse ela.

    O pastor Zhang foi sentenciado no verão de 2014 e recebeu uma multa de mais de 14 mil dólares (mais de 46 mil reais) por fraude e por "reunir uma multidão para perturbar a ordem pública". Na época, sua família contou a Sky News que as acusações foram forjadas pelas autoridades locais, porque estavam preocupadas com a crescente influência da Igreja na área.

    Em novembro de 2013, Zhang e cerca de 20 membros de sua igreja - que está registrado na rede de igrejas sancionadas pelo Estado - foram detidos após petição de Pequim sobre uma disputa de terra entre a igreja e funcionários do condado de Nanle.

    De acordo com o grupo dos direitos britânicos, a Christian Solidarity Worldwide, alguns membros da igreja acreditam que seu pastor foi detido como parte de um plano pelas autoridades para substituí-lo como chefe da TSPM local, porque ele defendeu grupos sociais marginalizados.

    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO WORLD WATCH MONITOR

    sábado, 1 de julho de 2017

    Mulher que era vista como ‘deusa’ hindu se rende a Cristo: “Quebrei todos os ídolos”

    Nagamma passou a ser vista como a “deusa das cobras” por sua comunidade na Índia. Mas tudo mudou em sua vida após um sonho com Jesus Cristo.

    Mulher hindu derrama leite em uma cobra como oferta, em Allahabad, na Índia. (Foto: AP Photo/Rajesh Kumar Singh)
    Mulher hindu derrama leite em uma cobra como oferta, em Allahabad, na Índia. (Foto: AP Photo/Rajesh Kumar Singh)
    Nagamma cresceu em uma família dalit no sul da Índia, dentro do nível mais baixo do sistema de castas no país. Sem muitas opções de trabalho, seu pai se tornou um feiticeiro e ensinou o ofício à sua filha.

    “Quando eu era criança, eu alimentava as cobras com leite”, Nagamma lembra, já que as cobras são consideradas sagradas no hinduísmo. Aos 12 anos, a menina foi atacada por uma cobra enquanto dava leite ao animal. Mesmo sendo levada às pressas para o hospital, os médicos não conseguiram remover o veneno completamente de seu corpo.

    O estado de saúde de Nagamma melhorou dentro de três dias, mas efeitos colaterais incomuns começaram a se manifestar. “Eu comecei a agir como uma cobra”, ela lembra, acrescentando que até mesmo sua pele assumiu um tom azulado.

    Desde então, ela passou a se dedicar no templo hindu e foi reconhecida como a “deusa das cobras” pela comunidade. Sua fama se espalhou e as pessoas começaram a apresentar oferendas de leite, frutas, flores e dinheiro para Nagamma.

    Anos depois, Nagamma e sua família foram visitados por missionários, ouviram sobre a mensagem do Evangelho e receberam Bíblias. Resistentes à palavra dos cristãos, o pai de Nagamma afirmou que sua filha era uma deusa, e não Jesus Cristo.

    Certo dia, Nagamma foi até a casa de uma família para realizar um ritual de magia negra. Ela foi instruída por um espírito maligno a sacrificar um bebê que havia na casa, mas ela sentiu uma intensa batalha espiritual e não conseguiu completar seu objetivo.

    Sonho com Jesus
    Naquela noite, ela teve um sonho sobrenatural em seu quarto. “Um homem bonito e vestido de branco veio até mim e se sentou ao meu lado. Ele me mostrou suas mãos e vi lesões causadas por pregos”, ela conta.

    “Ele me disse: ‘Você é querida para mim. Eu sou seu Deus e Senhor. Eu dou paz e vida eterna. Eu sou a porta, aqueles que vêm até mim serão salvos. O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenha vida e a tenha com abundância’”, ela acrescenta.

    Comparando as palavras que ouviu dos missionários com o que foi dito pelo homem do sonho, Nagamma reconheceu que se tratava de Jesus. Emocionada, ela se ajoelhou e o reconheceu como Senhor.

    Nos dias seguintes, a decisão de Nagamma a encorajou a tomar atitudes mais ousadas. “Eu quebrei todos os ídolos de cobras feitos para mim no templo. Meus pais e aqueles que acreditavam em mim não gostaram. Eles me disseram que eu estava louca. Eles me amarraram a uma árvore e me bateram. Eu enfrentei muitas outras perseguições, mas eu não perdi minha fé em Jesus”, disse ela.

    Ela entrou em contato com os missionários e decidiu se batizar, mudando seu nome para Maria, já que Nagamma significava “deusa das cobras”. Ela se tornou uma grande evangelista e seu templo foi substituído por uma tenda de oração.

    Cinco anos após sua conversão, Maria continua sendo usada por Deus para apresentar o amor de Cristo aos hindus. Seus pais e irmãos também foram tocados pela fé e se converteram ao cristianismo.

    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE BIBLES FOR MIDEAST