segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Malafaia: Quem estiver citado na Lava-Jato não irá prosperar entre os evangélicos em 2018

Segmento religioso vira alvo preferencial de pré-candidatos a presidente

por Jarbas Aragão

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Malafaia: Citados na Lava-Jato não deveriam ser votados por evangélico

Com a eleição de Marcelo Crivella (PRB) a prefeito do Rio de Janeiro, em 2016, ficou claro que a rede Globo não possui mais o mesmo tipo de influência sobre a opinião popular que detinha no passado. Ela opôs-se ao bispo licenciado da Universal desde o início da campanha e continua fazendo “marcação cerrada” desde que ele assumiu o cargo.

Não é novidade constatar que a empresa de comunicação usa seus diferentes órgãos (rádios, jornais e canais de TV) para fazer experimentos sociais em sua audiência. Mas os tempos são outros e a população hoje possui alternativas na web que oferecem inúmeras fontes de informação e opinião.

Nas últimas campanhas eleitorais para presidente, lideranças evangélicas ganharam espaço no horário eleitoral, onde manifestaram seu apoio pelos candidatos. Preferindo ignorar a ideologia por trás de partidos alinhados à esquerda, líderes denominacionais influenciaram o voto dos fiéis, tendo de se desculpar quando esses projetos de poder mostraram ter uma agenda anticristã. Ao que parece, a eleição de 2018 deverá ser um divisor de águas para o futuro do país, onde a crise econômica e política se arrasta há pelo menos cinco anos.

Mesmo antes de serem confirmadas as candidaturas, vários desses ‘pré-candidatos’ já estão procurando – de forma direta ou indireta – o apoio dos líderes evangélicos. Ainda que isso faça parte do processo democrático, é temerário observar-se que a imprensa continua ignorando a realidade dos fatos. Os evangélicos, que constituem cerca de 30% da população, não se constituem em um bloco monolítico, onde todos pensam (e votam) da mesma forma.

Logo, é no mínimo curioso ver que estão se multiplicando matérias jornalísticas como a publicada neste domingo (14) pelo jornal O Globo. Intitulada “Candidaturas de centro dividem líderes evangélicos”, o texto mistura fatos e boatos, mostrando um jornalismo tendencioso, que não atenta para o quadro maior.

Segundo a reportagem, as “principais referências do segmento” evangélicos estariam negociando apoio a Henrique Meirelles, Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia e “até [Jair] Bolsonaro”. Faltando oito meses para o pleito, é no mínimo curioso tentar mostrar como esses nomes conseguiriam “fechar questão” com líderes denominacionais e pastores formadores de opinião.

O fato de um político visitar um templo ou mesmo receber a oportunidade de falar com os fiéis a partir do púlpito não significa que ele terá o apoio dos evangélicos de um determinado segmento.

O bispo Robson Rodovalho, que preside a Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, tentou resumir aO Globo o que seria uma tendência esperada para este ano: “O público evangélico está de olho em um candidato que seja liberal na economia e conservador nos valores”. Com os candidatos que já se apresentaram até agora, restariam bem poucas opções dentro deste perfil, uma vez que a maioria foge do ‘rótulo’ de conservador. Nem Marina Silva, a única pré-candidata assumidamente evangélica, conseguiu mostrar isso nas outras vezes que concorreu ao cargo.

Silas Malafaia, um dos mais vocais opositores à esquerda no meio evangélico, diz que terá um encontro com Jair Bolsonaro para conversar sobre apoio, embora no passado tenha defendido como “seu candidato” João Doria, que não parece ter conseguido firmar sua candidatura.

O líder da Assembleia Vitória em Cristo afirmou ao jornal: “Quem estiver citado na Lava-Jato não irá prosperar entre os evangélicos. É o caso de Geraldo Alckmin e Rodrigo Maia”. Embora seja uma tese aceitável, as delações mostraram que, lamentavelmente, há inclusive lideranças denominacionais sendo citadas em delações nas investigações na Lava-Jato. Portanto, haverá exceções.

Uma delas é a Igreja Universal do Reino de Deus, muito ligada ao PRB. Embora descarte uma aproximação com o ex-presidente Lula (PT), a quem apoiou nos seus dois governos, a sigla é presidida por Marcos Pereira, deputado federal e ex-ministro de Temer. Delatores afirmaram que ele teria recebido R$ 7 milhões. Seu nome também apareceu nas conversas sobre propina gravadas pelo empresário Joesley Batista, dono do frigorífico JBS.

AO Globo, o presidente do PRB, afirma que seu grupo político aguarda a consolidação de um nome distante dos extremos. “Estaremos no centro com certeza. Não temos condição de estar do lado da esquerda, muito menos da extrema-direita”, prevê, sem explicar quem seria o representante deste “centro”.
Voto consciente

A maioria das denominações ainda não se manifestou mas, ao que tudo indica, todos os interessados em subir a rampa do Alvorada no ano que vem precisarão conversar com esse grupo religioso que, pelo que indica o Datafolha, serão o fiel da balança na disputa.

A aposta mais provável é que pautas morais com aborto, casamento gay, ideologia de gênero, legalização das drogas e liberdade religiosa dividam espaço nas propostas ‘tradicionais’ da maioria dos candidatos, como economia, educação, saúde e segurança pública.

Ao contrário dos estereótipos que a mídia tenta impor, os evangélicos são um grupo diverso e capilarizado. Estão presentes em todas as classes sociais, em todas as faixas etárias e possuem algum tipo de identificação com os diversos espectros políticos do país.

Pela lógica, seria esperado que eles se identificassem com os candidatos de discurso conservador, como Jair Bolsonaro e Levy Fidélix, mas eleições anteriores mostraram que isso não é uma regra. Apostando nisso, diversos partidos estão propondo até reformulações internas, criando grupos para atrair os evangélicos, mesmo sem ter historicamente ligação com eles.

As experiências políticas de países vizinhos como Venezuela e – mais recentemente – Bolívia, mostram que, se escolherem errado, os evangélicos serão os primeiros a sofrer as consequências, com a imposição de agendas que atentam contra as liberdades individuais, incluindo as de culto. Portanto, não basta um voto consciente só para a presidência, sendo necessário o mesmo tipo de escrutínio de propostas para todos os demais cargos em jogo: governadores, senadores e deputados federais. Afinal, no sistema político atual, as decisões deles serão tão importantes quanto a do próximo presidente.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 14 de janeiro de 2018

PSOL lançará pastor candidato para enganar conservadores

Partido tenta se aproximar de evangélicos, apesar de agenda anticristã


por Jarbas Aragão

PSOL lançará pastor candidato para enganar conservadores

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) é um contrassenso até no nome da sigla. Afinal, os países de regime socialista sempre violentaram as liberdades individuais. Cuba, maior modelo dos psolistas, desde sua revolução acabou com a liberdade de culto e a Bíblia foi proibida por décadas.

A única tentativa bem-sucedida dos psolistas em eleger um evangélico mostrou claramente como funciona a lógica do partido. Eleito em 2014, o Cabo Daciolo foi expulso do PSOL pouco mais de um ano depois por defender suas convicções cristãs.

A nova experimentação para atrair “evangélicos de esquerda”, outro contrassenso que se encaixa bem no perfil do partido é o vereador de Niterói (RJ) Henrique Vieira, 30. Ele é pastor da Igreja Batista do Caminho e será lançado à Assembleia Legislativa do Rio.

Segundo a reportagem da Folha de São Paulo, essa candidatura “robusteceria planos da sigla em se aproximar de eleitorados tidos como inclinados a cair no colo da direita”. Vieira foi assessor de Marcelo Freixo, defensor da necessidade do PSOL “abrir um diálogo progressista” com aqueles que a esquerda sempre repudiou. Ou seja, tenta conquistar votos de evangélicos, apesar de agenda anticristã

“Não acho que evangélicos ou policiais têm que ser tratados como reacionários, porque esse rótulo não diz respeito à cabeça da maioria deles. Muitas vezes a esquerda constrói essas bolhas, que são muito aconchegantes, porque você fica falando entre os iguais. A gente está num momento em que tem que buscar o comum, mais do que o idêntico”, afirmou Freixo, que quando disputou o segundo turno com Marcelo Crivella (em 2016) sempre depreciou a religião do oponente.

Vieira já apareceu no programa Encontro com Fátima Bernardes algumas vezes, onde defendeu que evangélicos e umbandistas são irmãos. A partir de sua igreja surgiu o movimento “Frente Evangélica pela Legalização do Aborto” uma bandeira conhecida do PSOL.

Ele também é frequentador das reuniões do #342, um movimento político liderado por Paula Lavigne e Caetano Veloso que defendeu exposições como a do Quermuseu e ataca o deputado federal Marco Feliciano, desafeto de Jean Wyllys, o psolista mais ativo do Congresso.

Para seus apoiadores, segundo a Folha, o pastor Henrique Vieira seria um exemplo que “nem todo evangélico é fundamentalista” e não representa as “pregações cheias de ódio em programas de TV e muito menos à lamentável Frente Parlamentar Evangélica”.

Ele diz estar acostumado a ser criticado por ser “crente de esquerda” e reconhece que, para a maioria dos evangélicos os adjetivos mais comuns para ser referir a eles são “lobo, falso, imoral, herege”.

O líder batista tenta se apresentar como o oposto de quem defende os valores cristãos na TV. Usando todos os chavões típicos da esquerda, ele dispara: “Existe um referencial evangélico televisivo e político que é muito extremista. Costumo dizer que são púlpitos cheios de sangue, na medida em que reforçam discursos machistas, homofóbicos e racistas que estimulam violência contra mulheres, LGBTQ e irmãos e irmãs de matriz afrobrasileira.”

Não deixa de ser curioso ver um defensor do aborto falando em sangue, afinal, nas redes sociais celebrou o apoio “por unanimidade”, em assembleia de sua igreja, a ação no Supremo Tribunal Federal para descriminalizar o aborto. “Em canto, orações e debate, decidimos em favor de uma política de defesa da vida, porque a criminalização mata”, garante.

Mas esse talvez não sejam seu maior contrassenso. Em postagem no Facebook diz que Deus é uma “Mulher Preta carregando a maior resistência do mundo” e avisa aos críticos: “Se essa imagem parece incômoda e requerendo mil explicações, é fruto do patriarcado e do racismo”.

Comungante de uma teologia liberal que reúne, por exemplo, igrejas inclusivas – apoiadoras do casamento gay defensora dos transgêneros como ‘imagem de Deus’ – Henrique Vieira parece desconhecer o significado do conceito bíblico de “pecado” e talvez seja uma boa representação de Mateus 7:15-20.

Em outubro será possível dizer se mais essa tentativa de ‘desconstrução’ do termo evangélico pela mídia brasileira está tendo o efeito desejado.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sábado, 13 de janeiro de 2018

Jogador diz que orar em línguas lhe ajudou a fazer lançamento que garantiu o título

Atleta saiu do banco de reservas e se tornou herói

por Jarbas Aragão

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Jogador diz que orar em línguas lhe ajudou a ganhar título

A partida final do título do campeonato de futebol americano universitário foi marcada por um lançamento do quarterback Tua Tagovailoa. Nascido no Hawai, ele fez sua estreia no time da Universidade do Alabama na temporada 2017/2018.

Reserva, ele não entrava em campo desde 21 de outubro, foi chamado pelo técnico Nick Saban para entrar no segundo tempo, na partida final que ocorreu esta semana. Ele fez várias jogadas boas, mas foi o lançamento preciso, de mais de 40 metros, que virou o jogo para a equipe e o fez ser aclamado como “herói”.

Após o jogo, Tua deu várias entrevistas para a TV. Uma delas, para a ESPN, acabou gerando polêmica. Além de agradecer a Jesus Cristo “meu Senhor e Salvador”, disse que seu time estava perdendo e que “em Deus todas as coisas são possíveis”. Revelou ainda que “estava orando em línguas no vestiário quando o técnico avisou que ele iria entrar”.

O quarterback, responsável pelos lançamentos, é o jogador mais importante do time e Tua disse que sempre ora durante as partidas por que isso o “mantém calmo”. “Eu diria que meu equilíbrio vem da minha fé”, afirmou o jovem à imprensa depois da partida que o consagrou.

O campeonato universitário é bastante popular nos Estados Unidos e visto como uma espécie de laboratório para os grandes times, como a “Copa São Paulo” no Brasil. A postura de Tua, que falou abertamente sobre sua fé nas entrevistas foi elogiada pelo evangelista Franklin Graham.


Nas redes sociais, ele elogiou o jogador de 18 anos por sua ‘audácia’ em falar sobre oração na transmissão da ESPN. Especialmente por que a emissora já fez matérias condenando jogadores cristãos por misturarem esporte e religião.

“O quarterback novato do Alabama, Tua Tagovailoa, usou o fato de ser o centro das atenções para testemunhar a glória de Deus e Seu Filho Jesus Cristo após o jogo”, escreveu Graham no Facebook.

“Ele disse ao mundo todo que agradecia ao seu Senhor e Salvador, Jesus Cristo e… que toda a glória é de Deus… É ótimo vermos um jovem atleta usar o espaço na mídia para reconhecer o que Deus fez em sua vida na frente de milhões de pessoas. Tremendo testemunho, Tua!”. Com informações de Yahoo e Charisma News



Assista a entrevista à CNN:
Confira o lançamento de Tua Tagovailoa:

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Demolição de igreja pelo governo da China assusta cristãos

A demolição de uma igreja evangélica na China está provocando o temor de uma campanha mais ampla do governo contra os cristãos.

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A recente demolição de uma igreja evangélica na China está provocando o temor de uma campanha mais ampla do governo contra os cristãos, que se prepara para impor novas leis sobre a religião.

Segundo testemunhas, forças da Polícia Armada do Povo usaram escavadeiras e dinamites para destruir a igreja Golden Lampstand nesta quarta-feira (10) na cidade de Linfen, em Shanxi. Uma igreja católica na província vizinha também teria sido demolida no mês anterior, após 20 anos de funcionamento.

A Golden Lampstand reúne cerca de 50 mil fiéis e já foi alvo das autoridades em 2009, quando centenas de policiais invadiram o templo, apreenderam Bíblias e prenderam alguns de seus líderes.

Segundo estimativas do governo, existem na China cerca de 60 milhões de cristãos, muitos vinculados a congregações como a Golden Lampstand — considerada uma igreja não aprovada pelo Estado. A denominação foi acusada de violar códigos de construção e acordos sobre o uso do terreno, que são acusações comuns contra igrejas não registradas.

O pastor de uma igreja próxima chegou na Golden Lampstand logo depois da explosão e disse que havia “mais policiais do que eu poderia contar” para evitar que uma multidão de curiosos e fiéis se aproximassem do local.

“Meu coração ficou triste ao ver essa demolição e agora eu temo que mais igrejas sendo demolidas, até mesmo a minha” disse ele, que preferiu não ser identificado. “Esta igreja foi construída em 2008, não havia razões para destruí-la agora”.


O templo foi construído em 2008, apesar de grupo religioso não ter aprovação do governo. (Foto: Andy Wong/AP)
A igreja Golden Lampstand foi construída há uma década por 17 milhões de iuanes (equivalente a mais de 8 milhões de reais), de acordo com o pastor principal Yang Rongli. Yang cumpriu sete anos de prisão sob acusação de “organizar uma multidão para perturbar a ordem do trânsito” e esteve sob vigilância desde que foi libertado, em outubro de 2016.

“Eu acredito que isto possa ser um novo padrão contra qualquer religião independente com um templo ou a intenção de construir um”, disse Bob Fu, fundador da organização China Aid. “Isso também pode ser o prelúdio da aplicação de novas regulações sobre a religião que começam a valer em fevereiro”.

FONTE: GUIAME

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Marco Feliciano denuncia “ditadura gay” no caso Ratinho

Em postagem nas redes sociais, deputado questionou: “Quem será o próximo?”

por Jarbas Aragão

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Feliciano denuncia "ditadura gay" no caso Ratinho

O deputado Marco Feliciano saiu em defesa de Ratinho, que está sendo massacrado pela mídia após ter gravado um vídeo onde reclama do excesso de personagens LGBT na programação da rede Globo.

A polêmica chegou a um extremo quando a Defensoria Pública do Estado de São Paulo pediu punição ao apresentador Carlos Roberto Massa por “declarações homofóbicas”.

Como faz rotineiramente, Feliciano gravou um vídeo para comentar questões do momento e reclamou que o “politicamente correto é usado como um freio para o livre pensamento, que na verdade é censura”. Lembrou ainda que, alguns anos atrás, participou do Programa do Ratinho no SBT e, na ocasião, abordou a questão da “ditadura gay”.

“Ninguém deu atenção e agora você [Ratinho] está sendo vítima isso”, ressaltou o deputado. Na sua opinião, o apresentador não usou “nenhuma palavra ofensiva ou deselegante sobre a crescente participação de gays na programação da rede Globo”, o que faz cair por terra as acusações de homofobia.

“O que mais me causou mais estranheza foi a rápida ação da Defensoria Pública que pediu uma ação por discriminação homofóbica”, assegurou Feliciano, classificando a atitude de “excrecência”, uma vez que não existe multa prevista por alguém “usar o adjetivo coloquial viado”.

Traçando um contraponto, o pastor questionou a falta de atuação da Defensoria Pública em casos como um espetáculo de stand up, realizado por dois homossexuais que usam o termo “viado” constantemente, ou no beijo lésbico entre duas adolescentes apresentado na novela Malhação durante a tarde.

Para Feliciano, isso “ofende a moral e princípios de proteção às crianças”, mas os órgãos competentes permaneceram inertes.

“É preciso parcimônia aos órgãos da defesa da sociedade em não gastar tempo e dinheiro apenas para mídia. Ou isto é incoerência ou falta do que fazer”, reclamou o deputado.

Acrescentou também que recebe milhares de e-mails “de pessoas indignadas com a presença de gays caricatos na televisão brasileira” e por isso está se pronunciando. Deixando claro que “homossexuais são uma minoria merecedora de todo o respeito”, acredita que não há justificativa para tudo o que está sendo feito contra Ratinho.

Lembrando alguns dos preceitos da democracia, pediu “livre pensamento já, menos patrulha”. Finalizou mandando um recado para o apresentador: “Ratinho, o Brasil está com você”.

Assista:

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

O reconhecimento de Jerusalém pelos EUA aconteceu no tempo bíblico exato, diz pastor

O reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel aconteceu em uma precisão absoluta do calendário bíblico, de acordo com o pastor John Hagee.

Presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma visita ao Museu de Israel em Jerusalém. (Foto: Menahem Kahana/AFP)

A declaração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel aconteceu em uma precisão absoluta do calendário bíblico, de acordo com o pastor John Hagee, fundador da organização Cristãos Unidos Por Israel.

“O que o presidente Trump está fazendo é uma das ações políticas mais corajosas realizadas em Washington nos últimos tempos”, disse Hagee à CBN News. Ele relembrou seu encontro com Trump na Casa Branca, no qual o presidente o assegurou que faria a mudança da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém “a qualquer momento”.

Durante a conversa, o pastor enfatizou a Trump a necessidade de mover a embaixada durante o ano do Jubileu. “Deus mede tudo em módulos de cinquenta anos”, explicou Hagee, citando o trecho de Levítico 25:10.

A exemplo disso, Hagee observa que a Declaração Balfour, que permitiu que os judeus estabelecessem o Estado de Israel, foi feita em 1917. Exatamente cinquenta anos depois, Israel unificou Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias. Cinquenta anos depois, em 2017, houve esse avanço sobre o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.

“É um momento bíblico de precisão absoluta”, afirmou Hagee.

O pastor acredita que os cristãos de todo o mundo têm o chamado de apoiar Israel. “Israel é a porta de entrada para a benção de Deus. A história mundial pode ser resumida em uma frase: as nações que abençoaram a Israel foram abençoadas por Deus, e as nações que amaldiçoaram Israel foram amaldiçoados por Deus”, disse ele, com base em Gênesis 12:3.

“Há um significado bíblico para tudo o que acontece com Israel”, avalia o pastor. “O relógio profético de Deus não vai correr até os judeus estarem na terra de Israel. Esse relógio começou a correr novamente quando a Declaração Balfour se tornou uma realidade e o povo judeu voltou ao Estado. Eu acredito que neste momento, Israel é o cronograma de Deus para tudo o que acontece com todas as nações, desde agora até o arrebatamento da Igreja”.

Um dos grandes defensores de Israel na atualidade, o pastor Hagee conseguiu arrecadar milhões de dólares através de seus ministérios para levar judeus da antiga União Soviética a Israel, bem como apoiar orfanatos judeus e outras causas sociais em Israel.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE BREAKING ISRAEL NEWS

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Defensoria Pública pede punição a Ratinho por “declarações homofóbicas”

Acende-se outro sinal de alerta para os líderes cristãos sobre o fim da liberdade de expressão

por Jarbas Aragão

Defensoria Pública pede punição a Ratinho por declarações homofóbicas

Mais um ataque à liberdade de expressão em nosso país. Apesar de ter usado termos que podem ser considerados chulos para falar sobre a programação da Globo, o apresentador Ratinho, do SBT, estava exercendo seu direito à opinião quando gravou um vídeo sobre o assunto no dia 3.

Após a grande repercussão, sobretudo da grande mídia, Ratinho passou a ser tachado de “homofóbico”. Sua opção foi fazer uma retração na internet, dizendo que “não quis ofender nenhum gay”, que “fez uma brincadeira” e que “lamentavelmente algumas pessoas não entenderam assim”.

Mesmo assim, a Defensoria Pública de SP entrou com uma representação na quinta (4) contra o apresentador. O defensor público Rodrigo Leal da Silva, que fez a representação, disse: “O fato de ele ter se retratado não exclui o caráter homofóbico da fala”. Contudo, ele não explicou como isso poderia se caracterizar como tal, uma vez que Ratinho não defende a agressão nem faz ofensas aos homossexuais como um todo.

O seu pedido é que a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado abra um processo contra ele. O argumento é que o termo “viado” foi utilizado pejorativamente e recomenda que a secretaria o autue por “discriminação homofóbica”, o que pode lhe render uma multa.
Tudo é homofobia

A situação remete a um caso similar. No final do ano passado, a rede de supermercados Hirota, de São Paulo, distribuiu aos seus clientes um devocional, assinado pelo pastor Hernandes Dias Lopes, que falava sobre família. Entre seus textos, alguns mostravam a visão bíblica sobre a homossexualidade, que é considerada uma “abominação” e condenava o aborto.

Após protestos de ativistas LGBT nas redes sociais, o Ministério Público de São Paulo ordenou que a Hirota suspendesse a distribuição do material com valores cristãos. Também informou que tomaria medidas judiciais, caso a empresa descumprisse a ordem.

O MP fez oito recomendações à rede, incluindo impedir qualquer distinção, exclusão, limitação ou preferência que cause discriminação de candidatos a empregos ofertados pela empresa por causa de questões como “gênero, orientação sexual ou por arranjos familiares entre as pessoas”.

Ao que parece, cada vez mais, o que vale é a opinião das minorias, que estão acima de qualquer crítica. Para assegurar isso, o judiciário atropela outras garantias constitucionais como a liberdade de expressão e a liberdade religiosa. Acende-se mais um sinal de alerta para os líderes cristãos do país, que podem muito em breve serem impedidos de falar sobre o assunto publicamente sem temer um processo judicial, como já acontece em alguns países da Europa. Com informações das agências

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

DNA encontrado no Alasca pode comprovar relato bíblico sobre a Torre de Babel

A descoberta de um antigo material genético humano no Alasca pode comprovar o relato bíblico da migração provocada pela Torre de Babel.

Os restos de uma criança enterrada no Alasca podem comprovar relato bíblico sobre a Torre de Babel. (Foto: Ben Potter)

A descoberta de um antigo material genético humano no Alasca pode comprovar o relato bíblico da migração em massa provocada pela Torre de Babel, conforme defendem pesquisadores criacionistas da Universidade de Harvard.

De acordo com um estudo publicado na revista Nature na última quarta-feira (3), o genoma extraído dos restos mortais de uma criança enterrada no Alasca há 11.500 anos indica que houve uma migração em massa de pessoas da Ásia Oriental para a América do Norte, através de uma ponte terrestre congelada.

Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Copenhague e pela Universidade de Cambridge, liderada pelo geneticista Eske Willerslev, sequenciou o DNA da criança e comparou o material genético com os nativos modernos e antigos da Eurásia e das Américas.

Os pesquisadores observaram que o DNA da criança estava mais relacionado aos nativos americanos modernos, mas não com um antepassado direto. Os cientistas acreditam que os dois pontos de análise compartilham uma ascendência comum com pessoas que saíram da Ásia em direção à América do Norte através de uma ponte terrestre chamada Beríngia, cerca de 25 mil anos atrás.

O biólogo criacionista Nathaniel Jeanson acredita que a datação do DNA da menina não está exato. No entanto, ele avalia que outros detalhes da descoberta dão suporte ao relato do livro de Gênesis sobre a migração em massa provocada após a tentativa de construir a Torre de Babel.

Com base na cronologia bíblica, Jeanson sugere que o evento ocorreu mais recentemente do que os 11.500 anos atribuídos pelos pesquisadores. O estudo apresenta “mais evidências para as pessoas das Américas que vieram da Ásia Oriental Central” e “é consistente com as Escrituras”, disse Jeanson ao site The Baptist Press.

O paleontologista Kurt Wise também sugere que os 11.500 anos de radiocarbonos citados no estudo “equivalem a muitos menos anos cronológicos (provavelmente mais próximos de 4.000 a 4.100 anos)”.

Wise,que atua como professor de história natural na Universidade Truett McConnell, disse que se as datas previstas no estudo forem consideradas “em termos relativos, as novas descobertas são consistentes com a dispersão de humanos de Babel”.

“Então, esses restos são provavelmente de uma população de pessoas espalhadas por Babel”, conclui.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TIMES

domingo, 7 de janeiro de 2018

Em clima de campanha, Meirelles é apresentado em igreja como “milagreiro”

Ministro da Fazenda discursou em culto da Sara Nossa Terra, em Brasília

por Jarbas Aragão


Meirelles é apresentado em igreja como "milagreiro"

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), esteve nesta sexta-feira (5) em um evento da igreja evangélica Sara Nossa Terra, em Brasília.

Ele foi apresentado como o responsável pelo “maravilhoso milagre da economia brasileira”. Em um breve discurso, nada modesto, o ministro disse que seu trabalho foi fundamental para a melhora dos indicadores econômicos. Afirmou ainda que está fazendo um “esforço enorme” para que o cenário favorável continue, e que fez “algumas coisas básicas” para botar o país e a economia “em ordem”.

Diante dos milhares de fiéis, afirmou que está “fazendo reformas fundamentais, visando a modernização da economia brasileira” e que o Brasil já saiu da “maior crise da história do Brasil”, herança do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Por fim, defendeu a importância da reforma da Previdência.

Depois de sua fala, participou da oração e recebeu a “bênção” dos integrantes da igreja, que intercediam pelo “futuro” do país. À imprensa, Meireles, que é cogitado como candidato à sucessão de Temer, comemorou: “A energia que senti quando entrei aqui é exatamente isso que o Brasil precisa agora, para que possamos levar o país na direção certa”.
Milagre?

No culto, a introdução de Meirelles ficou a cargo de Flávio Rocha, presidente do grupo Riachuelo e do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV). O empresário, que faz parte da igreja, classificou o ministro como o condutor do “maravilhoso milagre da economia brasileira”.

Rocha, declarou que as mudanças na economia do país é algo “extremamente profético para o ano de 2018” e que os cristãos devem “orar e pedir, porque sabemos que ideias erradas na economia sempre trazem valores errados”. Finalizou dizendo: “Peço a Deus que em 2018 tenhamos a lucidez de colocar no poder homens públicos que agreguem boas ideias na economia e a reconstrução dos valores morais”.

A igreja Sara Nossa Terra é liderada pelo bispo Robson Rodovalho, que já foi deputado federal. Antes da introdução de Meirelles, o bispo questionou os presentes: “Quantos aqui oram para que a gente tenha um Brasil vencedor?”

A aproximação com evangélicos é vista como estratégica. É a terceira vez que Meirelles participa de eventos em igrejas evangélicas. No ano passado, participou da comemoração dos 106 anos da Assembleia de Deus em Belém (PA) e dois meses depois esteve em Juiz de Fora (MG) para novo encontro com membros da mesma igreja. Ele também já gravou um vídeo pedindo orações pela economia brasileira aos integrantes da Assembleia de Deus. Com informações Estadão

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sábado, 6 de janeiro de 2018

Carro que conduzia pastores capota, mas Deus dá o livramento

Pastor Eli Fernandes, mesmo machucado, pregou na mesma noite

por Jarbas Aragão
Carro que conduzia pastores capota, mas Deus dá o livramento

Um acidente automobilístico envolveu os pastores Luiz Roberto Silvado, presidente da Convenção Batista Brasileira, o pastor César, e o pastor Eli Fernandes, ex-vice-presidente da Convenção Batista nesta sexta-feira (5). Eles dirigiam-se a um retiro de pastores no sul da Bahia, onde seriam preletores.

O carro onde estavam teve dificuldades para subir uma ladeira muito íngreme, conhecida como Plano Inclinado, no acesso de uma das cabeceiras da Ponte Lomanto Júnior, em Ilhéus.

Quando o motorista tentou mudar a função de automático para manual, o automóvel se desgovernou, bateu num barranco e acabou capotando várias vezes.

Em grupos de pastores no aplicativo Whatsapp foi grande a comoção. Pelas imagens do acidente, muitos consideram um milagre ninguém ter morrido.

O pastor Eli Fernandes, contou que “realmente, foi um livramento de Deus. Creio que Deus usou o fato de estarmos com o cinto de segurança para nos poupar. Foi um susto muito grande, os vidros sendo estilhaçados do nosso lado e sem podermos fazer nada”.

Os pastores Luiz e César foram levados para o hospital local com alguns traumatismos. Mesmo ferido, Eli Fernandes insistiu para chegar até o acampamento Teosópolis, em Ilhéus, onde pregou no encerramento do Congresso.

Segundo o líder batista, “foi um encerramento de quebrantamento, Deus nos falou sobremaneira e vimos o agir de Deus. Como Deus é bom!”.

Passado o susto, os três pastores passam bem, embora ainda tenham dores localizadas. Com informações de Neemias Lima

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Trump recebe o prêmio “Personalidade Pró-vida do ano”

Presidente cortou repasse de fundos a ONGs que praticam o aborto ou militam por sua legalização.

por Jarbas Aragão

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Trump recebe o prêmio "Personalidade Pró-vida do ano"

A ONG internacional pró-vida, Operation Rescue [Operação Resgate], conhecida por sua luta contra o aborto, anunciou na semana passada que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ganhou o Prêmio Malachi da Personalidade Pró-Vida 2017 por seu trabalho em favor dos nascituros.

A Operation Rescue afirmou que Trump teve “a coragem de cumprir as promessas feitas durante a campanha, proporcionando maior proteções aos não-nascidos e negando repasses de fundos federais àqueles que realizam abortos”. O presidente da ONG, Troy Newman, declarou que o republicano “provou ser o presidente mais pró-vida que tivemos na história moderna e provou seu compromisso pró-vida com ações como nenhum outro antes dele”.

O grupo destacou as principais medidas de Trump contra a mentalidade abortista que predominava na sociedade contemporânea. A principal foi o bloqueio de repasse públicos para a rede de clínicas de aborto Planned Parenthood, que experimentou um grande crescimento durante a administração Obama.

Sua influência também vinha crescendo em órgãos das Nações Unidas, através da International Planned Parenthood Federation, que luta pela adoção do aborto como “direito reprodutivo”. Essa ideia vem sendo empurrada na chamada “Agenda 2030” da ONU, e seus reflexos puderam ser vistos no Brasil nos governos do PT.

“O presidente [Trump] efetivamente negou dinheiro público para aqueles que promovem abortos em todo o mundo”, destacou Newman, lembrando que a Planned Parenthood, com nomes diferentes, está presente em outros países das Américas.

Essa medida não é nova. Foi criada durante a presidência do republicano Ronald Reagan, prevendo que os recursos federais de ajuda internacional não possam ser atribuídos a ONGs estrangeiras que praticam o aborto ou militam por sua legalização.

Sua restrição foi anulada pelo democrata Bill Clinton (1993-2001), restituída pelo republicano George W. Bush (2001-2009) e novamente anulada por seu sucessor, Barack Obama (2009-2017).

Mais do que isso, o Departamento de Justiça da administração Trump iniciou uma investigação formal sobre o esquema ilegal de tráfico de partes de bebês realizado pela Planned Parenthood. A rede abortista tinha manifestado sua adesão pública à Hillary Clinton durante as primárias do Partido Democrata e investiu mais de 30 milhões de dólares em sua campanha eleitoral.

Outra vitória para os defensores do direito à vida foi a aprovação de diversas leis no último ano, que dificultaram a realização de abortos antes dos três meses, legal em todo o país desde a década de 1960. A Operação Rescue lembra que pelo menos 49 clínicas de aborto foram fechadas ao longo do ano passado.

A ONG destacou também que Trump “se esforçou para colocar defensores da vida em posições chave, onde eles irão “dar o seu melhor” nos próximos anos. Isso inclui postos de destaque dentro do equivalente americano ao Ministério da Saúde e outras agências governamentais que tomam decisões sobre os não nascidos.

Esse foi um golpe direto contra parte do programa apelidado de Obamacare que não respeitava as “objeções religiosas e morais” dos empregadores, obrigando todos a pagarem por drogas abortivas caso fosse requerido pelo empregado.

Newman finalizou lembrando que há várias questões na “agenda pró-vida” que ainda precisam ser discutidas, mas que 2017 foi de grandes conquistas. “Estamos orgulhosos do presidente Trump e de sua clara disposição de promover a causa da vida. Há mais batalhas à frente, mas sob a administração Trump pudemos, finalmente, ver um avanço pela restauração da sacralidade da vida”. A expectativa é que a postura de Trump sirva de inspiração para outros líderes mundiais. Com informações de Christian Post

Fonte: https://www.gospelprime.com.br/

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Boxeador se converteu após ouvir a voz de Deus: "O som era mais forte que um trovão"

Manny Pacquiao deixou sua vida de vícios e adultério, após ouvir claramente a voz de Deus em um sonho e começar a ler a Bíblia.

Manny Pacquiao sempre teve o costume de orar antes de entrar no ringue de Boxe. (Foto: Bleacher Report)

Emmanuel "Manny" Pacquiao cresceu em uma comunidade pobre nas Filipinas e começou a trabalhar em uma idade precoce para sustentar sua mãe depois que seus pais se separaram. Aos 12 anos, ele começou a se dedicar ao Boxe e então trilhou seu caminho para conquistar 10 títulos mundiais. Mas o atual trabalho que destaca o esportista após sua aposentadoria está mais relacionada à sua fé ousada em Jesus Cristo.

"Deus tem um propósito", disse ele a Fox News. "Ele me trouxe de volta ao Seu reino para ser um instrumento, para glorificar Seu nome, para que as pessoas saibam que existe um Deus que pode levantar as pessoas do nada e dar-lhes algo precioso".

Surpreendentemente, ele e o destacado quarterback Tim Tebow cresceram na mesma cidade da ilha de Mindanao, no sul das Filipinas.

Criado em uma família católica romana, Manny se afastou da Igreja quando ganhou fama em sua carreira de Boxe.

"Eu até ia à igreja no domingo, mas de segunda a sábado eu estava no bar, bebendo", disse ele à CBN. "Eu estava jogando. Palavras torpes saíam da minha boca. Eu cometi adultério. Eu simplesmente não me importava".

Mas um dia ele leu uma carta que deixou seu coração impactado.

"Recebi uma carta da minha mãe, dizendo que minha irmã havia parado de ir para a escola, porque eu tinha deixado de enviar o dinheiro para pagar as mensalidades. Eu chorei, me culpando por gastar todo o meu dinheiro com festas, jogos, bebida e mulheres daquela forma".

Na mesma noite, em 2011, pouco depois da terceira luta com Juan Manuel Marquez, Deus visitou Manny em um sonho poderoso.

"Ouvi a voz de Deus no meu sonho. Sua voz era dez vezes mais alta que um trovão. Ele me dizia: 'Meu filho, meu filho, por que você se desviou?", contou Pacquiao à CBN.

No sonho, que se desenrolou em uma bela floresta em meio a flores, ele também viu dois anjos, de acordo com uma entrevista ao The Blaze.

"Quando ouvi a voz de Deus, senti como se tivesse morrido. Eu estava no meio da floresta e estava ajoelhado, orando com o rosto no chão. Então vi uma luz, uma luz bem forte e eu ouvi aquela voz", contou. "Eu senti que estava derretendo quando ouvi a voz de Deus. Foi o ponto de virada na minha vida. Deus falou comigo e Ele me contou o que queria que eu fizesse e que eu tinha que segui-Lo".

Por um tempo, Manny tentou ignorar o sonho. Mas um dia ele se sentiu compelido a ler a Bíblia.

"Eu tinha me esquecido daquele sonho, mas quando comecei a ler a Bíblia, o primeiro verso que eu li dizia que Deus falava com um homem através de seus sonhos. Eu percebi, uau, meu sonho era real", ele disse à CBN.

Como resultado do poder da Palavra de Deus, o trabalho do Espírito Santo em seu coração e o sonho convincente, Manny entregou sua vida a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.

"Estou feliz porque encontrei o caminho certo, a salvação, nasci de novo", disse ele ao The Blaze. "Nós precisamos nascer de novo, todos nós. Cristo disse que a menos que nasçamos de novo, não podemos entrar no reino de Deus. Então, é muito importante para mim. Jesus Cristo disse: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim'. Não há outro caminho. O único caminho é Jesus".

"Quando você aceita Jesus Cristo em seu coração como seu Senhor e Salvador, você recebe a vida eterna", acrescentou.

Muitas mudanças se desenrolaram em sua vida quando ele começou a seguir Jesus, de acordo com o treinador de Manny, Freddie Roach.

"Manny fez muitas mudanças em sua vida. Ele se tornou mais disciplinado em sua vida. Ele vendeu sua boate. Ele não bebe mais. Ele não gasta mais dinheiro com mulheres. Ele e sua esposa, sua família, estão se dando muito melhor agora. Ele se tornou uma pessoa muito melhor", disse Roach ao Wall Street Journal.

O mais importante para Manny tornou-se sua fé em Jesus. "Quando você tem Jesus em sua vida, quando você tem Deus em sua vida, as coisas neste mundo não são importantes para o seu coração. O que é importante é Deus em seu coração ".

Manny permanece na Palavra de Deus com o estudo diário da Bíblia. "Mantenha este livro da lei sempre em seus lábios. Medite sobre ele e tenha cuidado para fazer tudo que está escrito nele. Então você será próspero e satisfeito", disse ele à CBN. "Quando você decidir manter as palavras de Deus na sua boca e seus lábios, seu coração e sua mente, será guiado pelo Espírito Santo".

Manny foi eleito senador há alguns anos, representando a província de Sarangani. Ele foi reeleito em 2013 para o 16º Congresso das Filipinas. Alguns acreditam que ele pode ser um candidato a presidente das Filipinas um dia.

"O Senhor me abençoou [com] tudo o que tenho. [Minha] carreira política, servir a Deus e ser um boxeador. Acredito que Deus tem um propósito em cada uma dessas áreas", disse ele ao The Blaze. "Está por trás da minha expectativa e imaginação. Eu acho que é hora de proclamar o nome Dele, não o meu".

"Este é o trabalho da minha vida, a minha missão: pregar a Palavra".


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GOD REPORTS

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Trump ameaça cortar ajuda dos EUA à Palestina: "Eles não querem paz com Israel"

A ajuda financeira pode ser suspensa até que a Autoridade Palestina se mostre disposta a um acordo de paz com Israel.

Donald Trump. (Foto: The Nation)


Reconhecendo seus esforços para negociações de paz no Médio Oriente, o presidente dos EUA Donald Trump declarou na última terça-feira (2), pela manhã que poderia cortar o dinheiro da ajuda dos EUA até então enviado à Autoridade Palestina, dizendo que eles não estavam mais dispostos a negociar.

Trump, em alguns tweets, disse que os EUA "pagam aos palestinos, CENTENAS DE MILHÕES DE DÓLARES por ano e não recebem em troca gratidão ou respeito".

"Eles nem querem um tratado de paz com Israel, nem que seja em uma negociação a longo prazo", afirmou.

"Tiramos Jerusalém - a parte mais difícil da negociação - para fora da mesa, mas Israel, por isso, teria que pagar mais. Mas se os palestinos que não querem mais falar de paz, por que devemos fazer esses pagamentos maciços para o futuro?", escreveu o presidente.

Trump enfureceu a muitos no Oriente Médio quando anunciou no final do ano passado que os EUA considerariam Jerusalém a capital de Israel e vão transferir sua embaixada para lá.

O líder palestino Mahmoud Abbas disse que o anúncio destruiu a credibilidade de Trump como um mediador de paz do Oriente Médio, chamando a decisão de "uma declaração de retirada do papel que desempenhou no processo de paz".

Os tweets de terça-feira indicam uma admissão tácita de Trump que sua decisão de mover a embaixada dos EUA em Israel de Tel Aviv para Jerusalém tinha o objetivo de resolver de uma vez por todas os planos de sua administração para reiniciar o processo de paz entre israelenses e palestinos. Trump encarregou o genro Jared Kushner para reiniciar os esforços e trouxe seu ex-advogado, Jason Greenblatt, para a Casa Branca para liderar as negociações - que ele apelidou de "o acordo final".

No Twitter, o Trump também emitiu uma ameaça para cortar o dinheiro da ajuda estrangeira para uma lista não especificada de países que não respondem positivamente.

"Não é apenas ao Paquistão que pagamos bilhões de dólares por nada, mas também muitos outros países", afirmou Trump, referindo-se a um Tweet de 1 de janeiro, criticando o Paquistão por não ter feito o suficiente para combater os grupos terroristas enquanto recebia ajuda dos EUA. "Não mais!", twittou Trump na última segunda-feira.

Esta é uma partida marcante da prática americana bipartidária e reflete a visão transacional de Trump sobre assuntos globais. Os líderes dos Estados Unidos de ambas as partes utilizaram há muito tempo o dinheiro da ajuda estrangeira - uma pequena porcentagem do orçamento geral - para promover os interesses americanos no exterior, aliviar as crises humanitárias e apoiar os povos oprimidos.

Enviada de Trump às Nações Unidas, a embaixadora dos EUA Nikki Haley, anunciou o aviso de Trump na terça-feira no Conselho de Segurança da ONU. Haley disse que o presidente não quer mais enviar dinheiro à Palestina "até que os palestinos estejam dispostos a voltar à mesa de negociações".

"Ainda queremos muito ver um processo de paz. Nada muda com isso. Os palestinos agora têm que mostrar que querem voltar a negociar", disse Haley. "Agora, eles não estão dispostos a um acordo de paz, mas continuam a pedir ajuda financeira. Não estamos dando essa ajuda. Vamos nos certificar de que eles querem negociar um acordo de paz".

A equipe 'Trump's Mideast' realizou reuniões com líderes israelenses, palestinos e árabes por quase um ano antes de uma proposta de paz esperada.

Mas, ao reconhecer a reivindicação de Israel a Jerusalém, Trump foi visto pelos palestinos como se alinhando com Israel no assunto mais sensível do conflito. Os palestinos reivindicam o leste de Jerusalém - que Israel capturou em 1967 - como sua capital.



FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Feliciano chama Duvivier de covarde, mas diz que ora por ele

Deputado anuncia que vai acionar o MP e a polícia para investigar humorista


por Jarbas Aragão



Feliciano chama Duvivier de covarde, mas diz que ora por ele


O deputado Marco Feliciano (PSC/SP) entrou o ano sendo atacado mais uma vez pelo humorista Gregório Duvivier. Em texto, ele debocha dos cristãos que o criticam e ridiculariza o deputado, mas sem mencioná-lo pelo nome, uma estratégia para que o jornal não seja obrigado a conceder o direito de resposta.

Feliciano decidiu gravar um vídeo desmascarando Duvivier e pediu o apoio de “todos os cristãos e as pessoas de bem”. Em cerca de quatro minutos o deputado conservador denunciou a covardia do ator e expôs a hipocrisia dos membros da chamada “esquerda caviar”.

Classificou o material da coluna publicada no jornal Folha de São Paulo ontem de “mal redigido, fétido e insípido”. O deputado também disse ter percebido que a grande repercussão de seus vídeos é sinal que ele “realmente incomoda”. Destacou que sua recente denúncia contra a rede Globo, mostrando como a emissora oferecia “curso para bandidos”, gerou uma reação da TV mais importante do país.


O contraponto estabelecido por Feliciano é que Gregorio Duvivier vem de uma família abastada, enquanto ele é “somente o filho da dona Lúcia, empregada doméstica, sem nome de pai na certidão de nascimento”. Enquanto o ator “aos 9 anos já estudava teatro, enquanto eu cortava cana-de-açúcar”, alfinetou.

Em tom de desabafo, disse que ao ridicularizá-lo, Duvivier está “debochando dos brasileiros e da fé cristã”. Para Feliciano, o texto do líder do Porta dos Fundos é “um verdadeiro esgoto moral”.


“Eu não me escondo nas entrelinhas como faz o menino riquinho”, garantiu o pastor, que sofre sistematicamente ataques dos movimentos de esquerda com os quais o humorista se alinha publicamente. “Esquerdinha caviar e mamador das tetas da Lei Rouanet”, disparou, lembrando dos R$ 7,5 milhões aprovados para captação do filme “Porta dos Fundos — Contrato Vitalício” durante o governo Dilma.

Em sua análise do texto publicado na Folha, Feliciano lembrou que Duvivier fala de corrupção, mas tem vários “amigos presos na Papuda ou em Curitiba” e que, ao comparar a bancada evangélica com os radicais muçulmanos, “demonstra um pérfido desprezo pelos ataques terroristas” que tem os cristãos como alvo preferencial.

Ao mesmo tempo, lembrou que o Deus que o ator chamou de “pequeno” na Folha, é “grande, misericordioso e lhe dá tempo de se arrepender”.

Anunciou que irá acionar o Ministério Público e a polícia para que investiguem o crime de “vilipêndio à fé e culto”, previsto no artigo 208 do Código Penal.


Terminou mandando um recado para Duvivier: “Oro a Deus pra que ele tenha piedade da sua vida”.

Assista:



Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

ONU emite alerta para 2018: “risco nuclear”

Secretário-geral diz que nações precisam de mais união


por Jarbas Aragão

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ONU emite alerta para 2018: "risco nuclear"

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez declarações alarmantes no último dia de 2017. Analisando seu primeiro ano frente ao maior órgão de representação do mundo, diz que foi um ano difícil.

Em sua mensagem especial de fim de ano, o português diz que, logo que assumiu fez um apelo pela paz mundial. “Infelizmente o mundo seguiu, em grande medida, o caminho inverso”, lamentou.

Ele pretende fazer um apelo público no primeiro dia do ano de 2018. “Vou emitir um alerta ao mundo”, explica. “Os conflitos aprofundaram-se e novos perigos emergiram. A ansiedade global relacionada às armas nucleares atingiu o seu pico desde a Guerra Fria”, garante.

Por causa das ameaças da Coreia do Norte, a tensão no cenário internacional cresceu muito. Rumores nos Estados Unidos dão conta que o país se prepara para revidar, caso o ditador coreano cumpra suas ameaças.
Apesar de ser uma questão bastante especulativa, a ONU pretende investir no debate das questões ambientais. “As alterações climáticas avançam mais rapidamente do que os nossos esforços para as enfrentar. As desigualdades acentuam-se”, garante.

Quando falou das “violações horríveis de direitos humanos” no planeta, o secretário-geral não falou do genocídio de cristãos promovido por jihadistas nem do terrorismo de Estado que se consolida em diferentes nações de maioria islâmica.

Ao invés de abordar o perigo real, apenas ecoou o discurso globaliza contra o nacionalismo, reclamando dos movimentos que não se submetem, que geralmente são chamados pela mídia de “extrema direita”. Para a ONU, eles incentivam a xenofobia. “Somemos isso tudo – e estamos perante o paradoxo da nossa era: os desafios tornam-se globais, mas as pessoas estão cada vez mais viradas para si mesmas”, resume.

O foco do novo ano é lutar por uma “união maior” no ano que se inicia. “Acredito verdadeiramente que podemos tornar o mundo mais seguro. Podemos solucionar os conflitos, superar os ódios e defender os valores que temos em comum”, assevera.

Finalizou com um pedido: “Apelo aos líderes em todo o mundo para o seguinte compromisso de ano-novo: estreitem laços, lancem pontes. A união é o caminho. O nosso futuro depende dela.” Com informações das agências

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br