domingo, 11 de março de 2018

Deputado de Goiás propõe lei para que a Bíblia seja lida nas salas de aula

Autor da proposta afirma que o objetivo é “enriquecer o conhecimento dos alunos”


por Jarbas Aragão

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Deputado de Goiás propõe lei para que a Bíblia seja lida nas salas de

O deputado estadual de Goiás Jeferson Rodrigues (PRB) apresentou um Projeto de Lei que visa autorizar os professores e alunos do seu estado a lerem trechos da Bíblia em salas de aula.

O parlamentar, que também é pastor da Igreja Universal, justifica na proposta que essa leitura não viola os princípios do Estado laico. Ele acredita que essa leitura facultativa tem como objetivo “enriquecer o conhecimento dos alunos” e “proporcionará fundamentos históricos” e ensinar “valores cívicos, sociais, morais e espirituais”, uma vez que a Bíblia “não pertence a nenhuma religião”.

Seu projeto de lei esclarece que durante a leitura na escola, não é possível “mencionar religião e instituições religiosas” ao mesmo tempo em que “não pode ter crítica”. Essa participação do aluno e professor deverá ser sempre voluntária.

Em sua justificativa para a necessidade da nova legislação, alega que “Proibir a leitura bíblica nas escolas é uma intolerância que leva ao preconceito e um ato de discriminação”.

A matéria ainda precisa ser analisada pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação antes de ser aprovada. Com informações de Assembleia Legislativa de Goiás

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

sábado, 10 de março de 2018

Magno Malta pode ser vice na chapa de Bolsonaro

Cresce o número de líderes evangélicos que declaram apoio ao pré-candidato carioca


por Jarbas Aragão

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Magno Malta pode ser vice na chapa de Bolsonaro

Quem acompanhou o lançamento da pré-candidatura de Jair Bolsonaro à presidência da República, na quarta (7), percebeu que quando o senador Magno Malta (PR/ES) começou a falar, a maior parte do auditório lotado gritava: “Vice!, Vice!, Vice!”

Ele garantiu que não havia sido convidado, mas que isso não mudava seu apoio incondicional ao parlamentar carioca. Mesmo assim, cresce a expectativa de que ele seja anunciado como parte da chapa nas próximas semanas.

Além de Malta, estavam no auditório garantindo seu apoio os deputados federais Delegado Francischini (PSL/PR), João Campos (PRB/GO), Victório Galli (PSC/MT),Onyx Lorenzoni (DEM/RS), todos membros da bancada evangélica, como Malta. Também havia alguns deputados estaduais evangélicos. Uma das palavras mais ouvidas durante os discursos foi “Deus”.

Independentemente das polêmicas que se envolveu no passado, e do fato de não ser declaradamente evangélico, Bolsonaro parece estar repetindo o “fenômeno Trump” por aqui. Nos EUA, o bilionário que está no terceiro casamento, teve apoio maciço dos evangélicos por sua postura conservadora. Cercado de pastores, ele contrariou as expectativas e se elegeu apesar das tentativas constantes da mídia em “desconstruir” sua imagem.

Tanto Malta quanto Bolsonaro têm história na defesa da família e dos valores conservadores no Congresso. Até Silas Malafaia, que não é político, mas possui influência sobre vários, que no passado teve diferenças com Jair, agora ensaia uma aproximação. Foi o pastor da Vitória em Cristo que fez o casamento de Bolsonaro com Michelle, que é membro da sua igreja.

Uma foto tirada na terça (6), publicada nas redes sociais, mostra Malta, Jair, seu filho Flavio e Malafaia reunindo-se na casa do pastor, no Rio.

Silas Malafaia, Jair Bolsonaro, Magno Malta e Flávio Bolsonaro Foto: Reprodução/Instagram

Dois dias depois, Malta deu entrevista à Folha de São Paulo, onde comentou a possibilidade de ser vice-presidente. “Quem fala isso são as redes sociais. Sou candidato à reeleição. Agora, minha vida está na mão de Deus. Do meu futuro não sei. A única coisa que sei é que o presidente será Bolsonaro, eu de vice ou não.”

O otimismo do senador tem razão de ser, afinal Bolsonaro em algumas pesquisas já aparece em primeiro lugar.

Aos que criticam sua postura de não se dobrar às pautas progressistas, o senador garante: “O povo se enojou do politicamente correto. A gente acredita num Brasil que volte a cantar o Hino Nacional, que não glamuriza vagabundo.”

Em sua fala, Malta deixa claro que vê a ação divina em todo o processo desencadeado pela Lava Jato: “Deus levantou a tampa do esgoto e nós passamos a ver os ratos, conhecemos os ratos e sabemos seus apelidos. Passaram 15 anos atacando família. Por menos que isso, Deus destruiu Sodoma e Gomorra”.

Rotulados de “extrema direita” pela maioria dos jornais do país, que fazem o mesmo contra qualquer um que se oponha à agenda globalista de destruição dos valores cristãos, tanto Malta quando Bolsonaro defendem causas como o direito do cidadão portar armas para se defender, a redução da maioridade penal e a luta contra a ideologia de gênero e a legalização das drogas.

“Não é direita, é endireita, de endireitar o Brasil. Agora, se me chamam assim porque eu quero emparedar vagabundo, muito obrigado por isso”, minimiza o senador do PR.
Congresso mais conservador

A aproximação de Bolsonaro com os evangélicos pode render-lhe um grande apoio no Congresso caso seja eleito. Malta faz parte de um grupo que procura aumentar a presença de senadores cristãos (incluindo aqui os católicos conservadores). Sua articulação junto ao segmento pode ser fundamental para a “governabilidade” de Bolsonaro, um dos motivos mais comuns para quem desdenha de sua chance de sucesso, caso vença as eleições.

Com quase cerca de terço da população declarando-se evangélica, atualmente são apenas 3 entre os 81 membros do Senado. Entre os nomes que surgem com mais força na corrente “pró-Bolsonaro” para 2018 estão os evangélicos Delegado Francischini (PR), João Campos (GO), Flavio Bolsonaro (RJ), e os cantores gospel André Valadão (MG) e Irmão Lázaro (BA).

Já na Câmara, a expectativa é elevar o número de 79 para 150 deputados evangélicos. Embora nem todos declarem seu voto em Bolsonaro, fica evidenciado que o congresso a partir de 2019 pode ser o “mais conservador” de todos os tempos.

Ouça as palavras de Malta no anúncio de Bolsonaro no PSL:
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 9 de março de 2018

Jogador faz oração por cura de moradora de rua, após partida da NBA

O jogador de basquete Tarik Black orou por uma moradora de rua após uma partida no estádio Staples Center, em Los Angeles.

Jogador fez oração por cura de moradora de rua, após partida da NBA em Los Angeles. (Foto: Reprodução/Darren Wilson)

Depois de um jogo no estádio Staples Center, em Los Angeles, o jogador de basquete Tarik Black encontrou uma moradora de rua e a ajudou não apenas com um prato de comida, mas com uma oração.

Tarik Black, que atua no time Houston Rockets da NBA, saiu do ginásio para jantar em um restaurante junto com um grupo de amigos. Pouco depois, eles foram abordados por uma moradora de rua, Judith, que se aproximou deles pedindo dinheiro.

“Eu quase nunca tenho dinheiro”, disse o roteirista Darren Wilson, que contou essa história no site Charisma News. “Quando dissemos à mulher que não tínhamos nada, ela respondeu de uma forma que eu nunca vi antes. Judith inclinou a cabeça e disse: ‘Tudo bem, preciso de mais Jesus do que de dinheiro, de qualquer maneira’”.

Quando ouviu o desabafo daquela mulher, Tarik disse: “Senhora, você acabou de dizer algo certo”. Judith tinha acabado de obter um diagnóstico de câncer de ovário, então ela recebeu uma oração por cura. Em seguida, ela foi levada para jantar com o grupo.

“Ela era cristã e, durante a noite, muitas vezes citou a Bíblia melhor do que nós”, conta Wilson. Ele observou que o que mais alegrou Judith não foi a comida, mas o fato dela ter sido valorizada como ser humana.

O roteirista lembra que Judith ficou impressionada quando soube que Tarik era um jogador da NBA. “Houve uma mudança muito engraçada quando ela soube que o homem negro e super alto, que acabou de orar pela cura de seu corpo, era alguém de importância cultural. Ela o abraçou, beijou sua mão várias vezes e não o soltou por cerca de 10 minutos”, conta.

Diante do que aconteceu naquela noite, Wilson conta que aprendeu uma lição: “Melhor do que ver Judith deslumbrada quando soube quem Tarik era, foi ver o reino de Deus superando o reino deste mundo. Naquele momento, um homem — não um jogador da NBA — apenas um homem apaixonado por Jesus orou por sua irmã nas ruas frias de Los Angeles”.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHARISMA NEWS

quinta-feira, 8 de março de 2018

Líder islâmico é impactado no museu da Bíblia dos EUA: "Todo muçulmano deveria visitar"

O relato foi confirmado pelo próprio presidente do Museu da Bíblia, inaugurado nos EUA em novembro de 2017.

Museu da Bíblia expõe exemplares históricos. (Foto: museumofthebible.org)

O presidente do Museu da Bíblia em Washington, DC, revelou que o imã de uma mesquita local ficou tão emocionado enquanto explorava as exposições com sua família que pediu aos seus amigos muçulmanos que também visitem o museu.

Durante a Convenção Internacional Comunicadores Cristãos na semana passada em Nashville, o presidente do Museu da Bíblia, Cary Summers, disse que ele está consistentemente surpreso com a "mistura de pessoas" que vai visitar o local, que abriu em novembro de 2017.

"Quem vem ao museu? O mundo está chegando. Nem todos são cristãos, evangélicos, mas são pessoas de todo o mundo", disse ele, acrescentando que a maioria dos visitantes simplesmente vai lá para "aprender algo" sobre a Bíblia.

"O Museu recebeu um dos imãs de uma das mesquitas em Washington e nossa equipe passou três horas com ele [no museu]. Ele trouxe sua esposa e cinco filhas", Summers compartilhou. "Ele me viu uma semana depois e ele me disse que ele esteva lá, o que eu sabia, e eu perguntei: 'O que você achou?'. Ele disse: 'Estou lhe dizendo a todos os muçulmanos que eles deveriam vir a este museu".

Summers revelou que desde a sua abertura, o Museu recebeu mais de 340 mil visitantes de um conjunto diversificado de origens religiosas, geográficas e culturais.

"Eu recebi uma mensagem de uma pessoa no outro dia e ela disse: 'Enquanto estávamos lá, do nosso lado direito estavam os judeus ortodoxos caminhando conosco, e no nosso lado esquerdo estavam os agnósticos. E todos amaram o museu", recordou Summers.

Três semanas depois que os convidados saem do museu, eles recebem um questionário, que lhes pergunta: "Como o Museu da Bíblia fez você se sentir?".

"A resposta número um que recebemos é: 'Ele me dá esperança", disse Summers. "Ter isso como sua resposta número um mostra que as pessoas estão procurando algo hoje, e eles estão encontrando isso na Bíblia".

O museu, que exigiria 72 horas para ser visitado em sua totalidade, inclui mais de 130 mil metros quadrados pés quadrados de artefatos históricos, exibições interativas e informações extensas sobre a Bíblia. As principais atrações incluem uma réplica da imprensa de Gutenberg, 400 artefatos históricos que mostram como a Bíblia mudou ao longo do tempo, primeiras edições da Bíblia King James, fragmentos do Pergaminho do Mar Morto e uma aldeia interativa de Nazaré. Ele também apresenta a Bíblia do roqueiro Elvis Presley, a maior coleção privada de Torás do mundo, e cenas de histórias bíblicas como o grande dilúvio e a Arca de Noé.

Além disso, o museu inclui um restaurante que serve "alimentos da Bíblia" e um jardim na cobertura com variedades de plantas que são mencionadas na Bíblia.

Localizado próximo ao Capitólio dos Estados Unidos em Washington, D.C., o museu não opera com nenhum financiamento do governo, mas abre suas portas para o público gratuitamente.

"A Bíblia conseguirá derrubar muralhas para nós", disse Summers.

Summers, Steve Green - presidente do conselho do Museu da Bíblia - e sua esposa, Jackie, foram entrevistados pelo presidente e CEO do NRB, Jerry A. Johnson, que pediu aos Green que identificassem sua "novidade favorita" sobre o museu.

Steve Green apontou para a parte do local, que usa a tecnologia mais recente para oferecer aos visitantes a oportunidade de gravar um clipe sobre como a Bíblia agiu em seus próprios corações e vidas.

Os visitantes podem "deixar isso para a posteridade. Isso deixa seus filhos ou netos entrarem e ouvirem o que a Bíblia significa para você", disse ele. "Isso fala sobre como a Bíblia está influenciando você agora".

Steve Green disse que, embora houvesse "lutas e desafios" ao longo do processo de construção do museu, Deus claramente esteve no meio de toda a operação.

"Sabíamos que este era o projeto de Deus, e nós simplesmente fizemos parte disso", disse ele.

Mais informações sobre o Museu da Bíblia estão disponíveis no museumofthebible.org.


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

quarta-feira, 7 de março de 2018

Bíblia é homenageada por parlamentares, em celebração aos 70 anos da SBB

A Sociedade Bíblica do Brasil foi homenageada pelos seus 70 anos na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Em discurso no plenário, Lucena falou sobre a relevância do trabalho da SBB. (Foto: Reprodução)


A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) foi homenageada pelos seus 70 anos nesta terça-feira (6), em uma sessão solene na Câmara dos Deputados, em Brasília. A cerimônia foi iniciativa do deputado federal Roberto de Lucena e contou com líderes políticos e religiosos.

Em discurso no plenário, Lucena falou sobre a relevância do trabalho da SBB desde sua fundação. “Os números que envolvem a SBB com a tradução, publicação e distribuição da Bíblia são absolutamente impressionantes. São números que a tornam líder entre as Sociedades Bíblicas de todo o mundo”, disse ele, destacando também seu trabalho social realizado junto às populações ribeirinhas do Pará, Amazonas e outras comunidades.

Lucena também se referiu sobre a importância da Bíblia Sagrada para a sociedade. “A Bíblia é o livro mais lido, vendido e traduzido do mundo inteiro. Não é o livro de uma religião, a Bíblia é o livro de Deus. Ela não contém a Palavra de Deus, a Bíblia é a Palavra de Deus”, afirmou o parlamentar, que também é pastor na igreja O Brasil Para Cristo.

O deputado ainda destacou a celebração dos 500 anos da Reforma Protestante, em 2017, e fez memória ao evangelista Billy Graham, classificado como um homem que “honrou a Bíblia durante toda a sua vida”. Lucena também aproveitou para fazer um pedido de oração pelo povo da Síria.

Brasil e Israel

O embaixador de Israel no Brasil, Yossi Shelley, também esteve presente na sessão solene e lembrou que, coincidentemente, 2018 também marca a celebração dos 70 anos do Estado de Israel.

Shelley aproveitou a celebração do Ano da Bíblia, comemorado no Brasil a cada dez anos, para destacar a importância das Escrituras Sagradas. “Por isso, a Bíblia não é só um livro que todos leem. Cada pergunta e cada resposta está escrita na Bíblia. Tudo está escrito”, disse ele.

Autor da propositura, Lucena ressaltou a presença do embaixador Yossi como representante da nação judaica. “Israel é o povo através de quem nos foi dada a Bíblia Sagrada. É por isso que tudo o que envolve Israel nos é tão familiar. Israel está em nossa alma e nossos corações. É a segunda pátria de todos os cristãos do Brasil”, afirmou.

“Jesus, o centro da nossa pregação, era israelita e judeu — aliás, um extraordinário judeu. Nós amamos Israel, oramos por Israel e abençoamos Israel e a sua capital, Jerusalém, a cidade do grande Deus”, acrescentou o parlamentar.

Representando a SBB, o reverendo Erní Seibert, que é secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da organização, também falou sobre a relevância da Bíblia no mundo. “As Nações Unidas, através da Unesco, declararam a Bíblia como o patrimônio da humanidade. É o livro mais influente na história dos seres humanos. É reconhecidamente um dos principais instrumentos de transformação social”, declarou.

Seibert também afirmou que, por meio do trabalho da SBB, é possível dizer que se cumpre uma palavra dita por Jesus, registrada em João 11:5: “Os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são Curados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e os pobres recebem o Evangelho”.

Também realizaram pronunciamentos na sessão solene os deputados Rômulo Gouveia (PSD/PB), Arolde de Oliveira (PSC/RJ), Izalci Lucas (PSDB/DF), Hildo Rocha (PMDB/MA)

Ronaldo Martins (PRB/CE) e Regina Lacerda, do Conselho do Trabalho do Distrito Federal.


FONTE: GUIAME, LUANA NOVAES

terça-feira, 6 de março de 2018

AL-QAEDA INVADE ACAMPAMENTO DO EXÉRCITO E MATA SOLDADOS

Desde que Al-Qaeda tomou o poder da região norte, em 2012, violência tem aumentado, colocando cristãos em risco

A situação no país é instável para os cristãos (Foto representativa por razões de segurança)

Militantes islâmicos da Al-Qaeda invadiram um acampamento do exército no norte do Mali, matando pelo menos 14 soldados, informou o canal de TV Al-Jazeera. Outros 18 ficaram feridos. A reportagem diz: “O governo do Mali está perdendo controle nas áreas rurais diante dos crescentes ataques da Al-Qaeda a tropas do governo nacionais e estrangeiras”.

O país recentemente comemorou o quinto ano da missão militar francesa para expulsar militantes islâmicos das principais cidades da região norte. Essa operação, no entanto, parece simplesmente ter dispersado os grupos militantes para o deserto nas redondezas. O Mali tem presenciado ataques mortais desde 2012, quando militantes da Al-Qaeda, associados ao movimento Azawad, tomaram o controle da região norte do país.

Esse último ataque forçou o presidente Ibrahim Boubacar Keita cancelar sua presença na reunião da cúpula da União Africana na Etiópia. “Esse ataque é um lembrete de que a situação no país é instável e perigosa para a comunidade cristã”, afirma o analista de perseguição da Portas Abertas. Ore pela paz e segurança dos cristãos perseguidos no país que ocupa a 37ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2018.

Fonte: https://www.portasabertas.org.br

segunda-feira, 5 de março de 2018

Idosos cristãos estão sendo assassinados pelos próprios netos, na Somália

Com o aumento da violência dentro de casa, os idosos estão fugindo para longe de seus filhos e netos.

"Aqueles que nasceram nos anos 90 se tornaram intolerantes", disse um cristão local. (Foto: The New York Times).

Uma comunidade com cerca de 30 cristãos idosos vive na capital da Somália, Mogadíscio, com medo constante de militantes islâmicos e até mesmo de seus parentes. "A violência está em nossas casas e nós, que somos poucos, arriscamos nossas vidas todos os dias", disse um homem, falando sob o pseudônimo de Moisés.

"Aqueles que nasceram nos anos 90 se tornaram intolerantes e não entendem seus anciãos que professam o cristianismo. Portanto, os idosos fogem, vão para longe de seus filhos e netos", disse Moisés, acrescentando que alguns cristãos “foram mortos pelos filhos de seus filhos”.

"Eu tive a oportunidade de conhecer Moisés", disse um líder da região. "Ele é um cristão que cresceu na realidade da Somália. Muitos o consideram como um porta-voz dos somalis. Ele define sua comunidade como ameaçada", ressaltou.

O líder ainda disse que era muito perigoso trabalhar como um sacerdote cristão por causa da situação de segurança e das ameaças colocadas pelo grupo do Estado islâmico e Al-Shabaab. No mês passado, o World Watch Monitor informou que o grupo extremista se tornou ativo na Somália e que os ex-membros da Al-Shabaab se juntaram.

O grupo islâmico militante Al-Shabaab, afiliado da Al-Qaeda, foi fundado na Somália para "libertar" o país de todos os cristãos. O grupo é capaz de agir com impunidade na sociedade ilegal e tribal da região. Muitos líderes tribais vêem deixar o Islã como uma traição.

As igrejas são quase inexistentes na Somália e os cristãos estarão em perigo caso sejam identificados. Em agosto do ano passado, uma igreja foi fechada uma semana após sua reabertura.

Os cristãos dos países vizinhos, como o Quênia, viram um aumento nos ataques nos últimos anos, predominantemente nas mãos de Al-Shabaab, que se baseia na região fronteiriça da Somália. Os militantes atravessam o Quênia para atacar cidades e ônibus, e são conhecidos por separar os cristãos dos muçulmanos e executar os cristãos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO WORLD WATCH MONITOR

domingo, 4 de março de 2018

Mosaico descrevendo Jesus Cristo como “Deus” é revelado em Israel

Obra, que fazia parte de uma igreja caseira, será exibido ao público


por Jarbas Aragão

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Mosaico descrevendo Jesus Cristo como "Deus" é revelado em Israel

O mosaico em homenagem ao “Deus Jesus Cristo” é um dos primeiros registros da crença na divindade de Cristo dos primeiros séculos da era cristã. A escrita é datada do ano 230 d.C. O “reconhecimento” da divindade de Jesus só foi oficializado pela igreja no Concílio de Niceia, em 325 d.C.

A peça foi descoberta em 2005, na região da aldeia de Othnay, perto de Megido, no norte de Israel. Chancelada pela Autoridade de Antiguidades de Israel e pela Universidade de Tel Aviv, fazia parte do chão do que se acredita ser uma igreja funcionando em uma casa.

Somente agora ela será aberta ao público. São três inscrições em grego, que dizem: “A Akeptous, que ama a Deus, que ofereceu a mesa ao Deus Jesus Cristo como memorial”.

Akeptous é o nome de uma mulher que doou sua mesa para a celebração da ceia, explicam os arqueólogos. O mosaico era como uma “placa de homenagem”.

O Dr. Yotam Tepper da Universidade de Haifa, que liderou a escavação, explica que o mosaico provavelmente era parte de uma sala de oração na casa de uma família cristã. Como era costume na época, essas casas eram o centro da comunidade cristã antes que os primeiros templos cristãos fossem construídos, no século IV.

Imagens de peixe, um dos símbolos cristãos mais comuns na Igreja primitiva- também estão presentes no mosaico. O ‘Icthys’ (termo grego para ‘peixe’) era usado como uma mensagem ‘cifrada’ em um período onde havia perseguição crescente. O acrônimo usa as letras iniciais da frase grega: “Jesus Cristo, Filho de Deus, o Salvador”.

Acredita-se também que a descoberta desse mosaico ajuda a mostrar que, embora tradicionalmente hostil ao culto cristão, havia tolerância naquela aldeia situada em um acampamento militar romano.

“Aqui, os romanos tinham até oficiais cristãos”, disse Tepper. “A perseguição pode ter sido exagerada ou acorreu mais tarde aqui”.

Há indícios que o doador do mosaico teria sido um centurião romano chamado Gaianus, também chamado de “Porophrius, nosso irmão”. Isso confirmaria a tolerância e até adesão de soldado ao cristianismo naquela época. Com informações de Christian Today

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sábado, 3 de março de 2018

Família atende desejo de Billy Graham e prega o Evangelho em seu funeral

A última homenagem ao pastor contou com a participação de mais de 2 mil pessoas dentro de uma tenda, na Carolina do Norte.

Franklin Graham discursando em frente à Biblioteca Billy Graham. (Foto: AP Photo/Chuck Burton)

O funeral do evangelista Billy Graham foi marcado por louvores e discursos emocionantes nesta sexta-feira (2). A última homenagem ao pastor contou com a participação de mais de 2 mil pessoas dentro de uma tenda, na Carolina do Norte.

A cerimônia foi iniciada ao meio-dia (14h no horário de Brasília) com a entrada do caixão do evangelista, que foi carregado por sua família. O funeral de 90 minutos contou com louvores e o discurso de seus filhos e alguns pastores.

“Eu acredito, do ponto de vista do céu, que a morte de meu pai é tão significativa quanto sua vida. E sua vida foi muito significativa. Mas acho que quando ele morreu foi algo muito estratégico do ponto de vista do céu”, disse a filha do evangelista, Anne Graham Lotz. “Eu acredito que Deus está dizendo: ‘Acorde igreja! Desperte mundo!’”

Entre o público estava o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o vice-presidente Mike Pence juntamente com suas esposas. Nenhum dos dois discursaram durante o funeral, mas se encontraram com a família Graham em particular.

O pastor Franklin Graham, que agora é presidente da Associação Evangelística Billy Graham, fez o principal discurso fúnebre focando na mensagem do Evangelho e incentivou as pessoas a se voltarem para Cristo. Sua mensagem foi televisionada para todo o país.


O caixão de Billy Graham foi carregado por sua família até a tenda. (Foto: AP Photo/John Bazemore)

“O Billy Graham que o mundo viu na televisão, o Billy Graham que o mundo viu nos estádios, era o mesmo Billy Graham que vimos em casa. Não havia dois Billy Grahams”, destacou.

O funeral começou a ser planejado há uma década com o próprio Billy Graham, e reflete o desejo de sua família de expressar o sentimento das cruzadas que o tornaram o pregador mais conhecido do mundo.

“Suas impressões digitais estão nesta cerimônia com certeza”, disse à ABC News o porta-voz da família, Mark DeMoss. “A família Graham, há muito tempo, pretendia que seu funeral acabasse sendo sua última cruzada”.

O funeral contou com as músicas de McCrary-Fisher, Michael W. Smith e Gaither Vocal Band. Todos eles foram amigos próximos da família e cantaram para Graham em sua casa nos últimos anos, disse DeMoss.

Outros convidados notáveis ​​incluem o governador da Carolina do Norte, Roy Cooper e seu antecessor, Pat McCrory.


O caixão de Billy Graham foi construído por penitenciários. (Foto: AP Photo/Chuck Burton)

O evangelista foi enterrado ao lado de sua esposa em um jardim de oração na Biblioteca Billy Graham. Seu caixão foi construído por detentos da Penitenciária Estadual de Louisiana. Sua lápide declara: “Pregador do Evangelho do Senhor Jesus Cristo”.

Aproximadamente 13 mil pessoas — incluindo os ex-presidentes George W. Bush e Bill Clinton — passaram seu caixão durante uma exibição pública em Charlotte nesta semana. Na quarta-feira (1), Graham se tornou o primeiro líder religioso a receber honra no Capitólio dos EUA, em Washington.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE ABC NEWS

sexta-feira, 2 de março de 2018

Brasil terá maioria evangélica em 2020, segundo estatísticas

Segundo o último Censo do IBGE, o número de evangélicos no país cresceu 61% em dez anos.

Havia, em 2010, 42.310.000 evangélicos no Brasil, 22,2% da população. (Foto: Reprodução).
O último Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) - de 2010 - concluiu que a perda de fiéis católicos, que era cerca de 1%, aumentou acentuadamente, enquanto o aumento notável de evangélicos continuou a crescer bastante.
O número de cristãos evangélicos no país cresceu 61% em 10 anos. Havia, em 2010, 42.310.000 evangélicos no Brasil, 22,2% da população.
Até 2020, não haverá um novo censo oficial, embora existam estudos periódicos que servem para mostrar tendências estatísticas. Com base em um desses estudos, José Eustaquio Diniz Alves, demógrafo da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE, afirma que essa tendência é mantida e que "é possível que em 10 ou 15 anos o Brasil não tenha mais a maioria da população católica".
A Faculdade de Teologia da PUC-SP, considera que a prática do catolicismo no Brasil é ainda mais escassa do que o número de fiéis e que não atinge 10% dos batizados na Igreja Católica que assiduamente frequentam as missas no Domingo.
Alguns dados de outras investigações recentes também validam o crescimento evangélico, especialmente nas áreas metropolitanas das grandes cidades. Por exemplo, na periferia de São Paulo, haveria 52 evangélicos para cada 100 católicos, enquanto no Rio de Janeiro eles seriam 71 para cada 100.
Mudança
Em 2015, o Pew Institute realizou um estudo do panorama das crenças na América Latina com amostragem em 18 países do continente, incluindo o Brasil. Nesse estudo, 20% dos brasileiros eram católicos, mas haviam deixado a prática. A busca de uma "melhor relação com Deus" foi para 81% da causa da mudança de crenças. Para 69%, era o modo ou o estilo de viver a fé em sua nova igreja e, em 60%, a "ênfase mais apropriada" em questões éticas.
O professor Campos Machado, do Núcleo de Religião, Gênero, Ação Social e Política, da Escola de Serviço Social da UFRJ, estuda o movimento evangélico no país. Segundo ele, "os evangélicos vão para onde o Estado não atende às necessidades básicas daqueles que mais precisam". Além disso, ele acredita que pastores e líderes evangélicos estão mais próximos do povo do que a liderança da Igreja Católica.
O fato é que a liderança das igrejas evangélicas emerge das próprias pessoas é também um índice de suas raízes locais. "Quantos sacerdotes católicos ou bispos negros existem hoje? Muito poucos. Por outro lado, há pastores negros e também bispos", finaliza.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO VALOR ECONÔMICO E GACETA CRISTIANA

quinta-feira, 1 de março de 2018

Franklin Graham defende Trump: “Há uma diferença entre defender a fé cristã e vivê-la”

Filho de Billy Graham acredita que, embora imperfeito, Donald Trump foi o escolhido de Deus


por Jarbas Aragão

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Franklin Graham defende Trump

O pastor Franklin Graham, principal conselheiro espiritual de Donald Trump voltou a sair em defesa do presidente, após mais uma onda de críticas. Segundo o evangelista, o bilionário é um “defensor” da fé cristã, mesmo que nem sempre seja um “bom exemplo” dela.

O apoio de Graham durante as eleições de 2016 foi considerado um fato decisivo para que Trump recebesse a confiança de cerca de 80% dos evangélicos votantes.

Algumas semanas após a eleição, Franklin Graham foi um dos primeiros a dizer que a inesperada vitória de Trump era a “mão de Deus”. “Foi Deus, na minha opinião, e acredito que sua mão esteve no processo. Acho que ele deu aos cristãos uma oportunidade “.

Diferentemente do seu pai, o falecido Bill Graham, Franklin não parece se preocupar com um desgaste resultante da proximidade com a política.

“Vejo que ele [Trump] apoiou a fé cristã mais do que qualquer presidente que eu tenha conhecido”, disse Graham ao New York Times. “Isso não significa que ele é o maior exemplo de fé que existe. Eu tampouco sou, mas ele defende a fé cristã. Há uma diferença entre defender a fé e viver a fé”, minimizou.

No mês passado, o Wall Street Journal denunciou que o advogado do Trump, Michael Cohen, pagou U$ 130,000 para a estrela pornô Stormy Daniels não revelar à imprensa um suposto caso que teve com Trump.

Isso gerou (mais uma) onde de críticas ao presidente, com seus críticos o chamando de hipócrita ao dizer que defende “os valores cristãos e a família”.

“Esses supostos assuntos, relacionado com a conduta de Trump, não aconteceram enquanto ele ocupava o governo”, disse Graham à CNN. “Isso aconteceu uns 13 ou 14 anos atrás”, lembrou. “Então, acho que há uma grande diferença em dizer que está livre de críticas e entender que isso ocorreu muito antes que ele assumisse [a presidência]”.

A postura pró-Trump de Franklin parece ser uma extensão de suas constantes críticas ao governo Obama. Durante os oito anos do democrata na Casa Branca, o herdeiro de Billy Graham foi um opositor feroz às políticas “progressistas” que hoje são combatidas pela administração Trump.

Questões como o corte ao financiamento das clínicas de aborto e o reconhecimento de Jerusalém tiveram grande impacto no meio evangélico, o que não isentou o republicano de repreensões públicas de pastores que não concordam com a maneira como ele trata os imigrantes, por exemplo. Com informações Daily Mail

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Surfistas de Cristo levam o evangelho às praias do Brasil


Para missionários, surfistas “não devem se esquecer do Criador das ondas”.

por Jarbas Aragão

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Surfistas de Cristo levam o evangelho às praias do Brasil

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Bush diz que Billy Graham foi sua maior influência: “Deus trabalhou em mim através dele”

George W. Bush teve seu primeiro contato com o evangelista na varanda da casa de sua avó e foi fortemente influenciado por ele.

O ex-presidente dos EUA, George W. Bush, ao lado do evangelista Billy Graham. (Foto: Getty Images)

O ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que o evangelista Billy Graham foi essencial para ajudá-lo em seu problema com bebidas alcoólicas. O pastor, que faleceu aos 99 anosna última quarta-feira (21) foi conselheiro de vários presidentes da nação.

Bush lembra que estava bêbado na primeira vez que conheceu Graham no complexo da família em Kennebunkport, no estado norte-americano de Maine. Uma conversa entre os dois provocou no ex-presidente uma vontade de se afastar do álcool e se aproximar do cristianismo.

Depois de conhecer o pastor na varanda da casa de sua avó em Kennebunkport, em 1985, Bush conta que os dois foram dar uma volta. “Começamos a falar de religião”, disse Bush em entrevista ao site Focus on the Family. “Billy me enviou uma Bíblia e comecei a ler a Bíblia”.

“Eu fui cativado por ele. Ele tinha uma presença poderosa, cheia de bondade e graça, e uma mente sagaz. Ele me contou sobre uma das lições mais fundamentais da Bíblia: devemos nos esforçar para sermos melhores, mas todos somos pecadores que recebem o amor de Deus não através de nossas boas ações, mas através de Sua graça”, disse Bush.

O ex-presidente explica que, quando retornou para casa, havia um pacote esperando por ele: era um exemplar da Bíblia. “O trabalho de Deus dentro de mim começou de verdade com por meio do alcance de Billy”, afirma. “Seu cuidado e seus ensinamentos marcaram o verdadeiro começo da minha caminhada na fé, e o começo do fim do meu consumo de álcool”.

Em artigo publicado no Wall Street Journal, Bush afirmou que, assim como C.S. Lewis, Graham foi uma das figuras mais influentes do século 20 no contexto do Evangelho. “Sua poderosa mensagem sobre o amor de Deus moveu as pessoas às lágrimas e motivou centenas a se se comprometerem com Cristo”.

Um dos cultos mais marcantes para Bush foi após os ataques de 11 de setembro, quando ele pediu que Graham dirigisse uma reunião na Catedral Nacional de Washington.

“Não foi tarefa fácil. A América estava quebrada, com medo, irritada e incerta”, conta Bush.

"Como só Billy Graham conseguiria, ele nos ajudou a sentir os braços de Deus envolvidos em torno do nosso país em luto”.

O político fez uma homenagem em memória do evangelista: “Aqueles de nós que fomos abençoados por conhecer Billy Graham se beneficiam de suas convicções profundas, seu exemplo sua sabedoria, sua humildade, sua graça e pureza de coração”, afirmou.

“Sabíamos que sua vida era um presente do Todo-Poderoso. E me alegro que ele esteja agora na companhia de Deus, a quem ele amou tanto e serviu tão bem”, acrescentou.

Graham sempre teve um perfil discreto na mídia, mas conseguiu influenciar vários presidentes americanos, desde Henry Truman até Barack Obama. Embora a maioria dos presidentes tenham o costume de buscar a orientação de líderes espirituais, o papel do evangelista nos altos níveis da política americana foi único.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE DAILY MAIL

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Aluno de escola americana viraliza com resposta a tiroteios: “Precisamos de Jesus”

Vídeo já alcançou quase 8 milhões de visualizações


por Jarbas Aragão

Jovem testemunha sobre tiroteios em escolas: "Precisamos de Jesus"

Em meio aos debates nos EUA sobre o acesso a armas e a possibilidade de professores andarem armados, um aluno do ensino médio viralizou com uma mensagem de fé. O vídeo já teve quase 8 milhões de visualizações.


Fazendo um apelo nas redes sociais, afirmou que “O controle de armas não é a resposta. Não precisamos de controle de armas. Precisamos de Jesus”.

Desde a semana passada, quando 17 pessoas foram mortas na Escola Marjorie Stoneman Douglas, em Parkland, Flórida, o debate sobre o uso de armas em escolas tomou conta dos EUA e foi debatido em vários lugares do mundo.

O jovem não diz o seu nome, mas a publicação da página IJR diz que ele é conhecido por falar sobre questões sociais e políticas. Em um recado aos movimentos de esquerda, que sempre reclamam do uso da religião na sala de aula, o aluno diz que “Pessoas com maldade em seus corações e em sua alma causam estragos e as pessoas morrem”. Por isso, a solução seria resgatar os valores cristãos nas escolas. Em especial por que o atirador da Flórida é um ex-aluno da Marjorie Stoneman Douglas.

Assista ao apaixonado apelo de Pearson abaixo:

Com informações de https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Grupo islâmico faz campanha para doutrinar europeus: “O messias chegou”

Nos outdoors há uma imagem de Mirza Ghulam Ahmad, líder islâmico nascido na Índia, afirmando que ele é o messias.

Os Ahmadi acreditam que Mirza Ghulam Ahmad foi a segunda vinda de Jesus, como servo do Profeta Maomé. (Foto: Reprodução).

Para os cristãos, o Messias já veio e o nome dele é Jesus Cristo. Os judeus ainda aguardam sua vinda e algumas divisões do Islã acreditam que o tal messias virá na figura de Mahdi.

Por essa razão, uma campanha islâmica causou surpresa e até mesmo revolta na Europa. Atualmente é possível ver vários cartazes publicitários com a seguinte mensagem: "O Messias chegou".

Na imagem há a foto de Mirza Ghulam Ahmad, líder islâmico nascido na Índia e morto em 1908.

Os membros de Ahmadiyya, considerada uma seita no islamismo, estão patrocinando a disseminação de seus ideais, apostando no crescimento da comunidade muçulmana na Europa.

As primeiras cidades que permitiram os cartazes foram Londres (Inglaterra) e Glasgow (Escócia). “Eles dizem que pretendem ensinar sobre o verdadeiro Islã”, é o que diz o slogan que pode ser encontrado no site dos Ahmadi.

A Autoridade de Padrões de Publicidade, responsável pela regulação de outdoors no Reino Unido, admitiu que está recebendo muitas queixas de cristãos e judeus. Também há muçulmanos pedindo que esses anúncios sejam retirados, alegando que é "enganador e ofensivo".

Farooq Aftab, porta-voz da campanha do "verdadeiro islã", disse que este é o tempo "crucial" para que os muçulmanos Ahmadi possam expressar suas crenças. Eles afirmam que estão desfrutando do seu direito à liberdade religiosa.

O atual líder Ahmadi foi perseguido e precisou fugir do Paquistão para não ser morto. Ele foi morar em Londres em 1984 e lá estabeleceu a sede do grupo religioso. Eles afirmam que têm seguidores espalhados por todo o mundo.

Os Ahmadi acreditam que Jesus foi removido da cruz ainda vivo e depois curado de suas feridas, morrendo na cidade de Caxemira aos 120 anos de idade, onde seu túmulo existe na cidade de Srinagar. Mirza Ghulam Ahmad, foi a segunda vinda de Jesus, como servo do Profeta Maomé.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO NOTICIA CRISTIANA

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Pela primeira vez, judeus e cristãos se unem para estudar a Bíblia no parlamento de Israel

Mais de 200 judeus e cristãos se reuniram para um estudo bíblico no Knesset, o parlamento de Israel.

Membros do Knesset Christian Allies Caucus durante o evento que uniu judeus e cristãos. (Foto: Alex Traiman)


Pela primeira vez, um estudo bíblico entre judeus e cristãos é realizado no Knesset, o parlamento de Israel. O movimento tem sido visto por muitos como um passo significativo para a unidade entre as duas comunidades, segundo o site CBN News.

Cerca de 200 judeus e cristãos participaram do evento, organizado pelo Knesset Christian Allies Caucus (Caucus Cristãos Aliados do Knesset) e o Congresso Mundial Judaico e co-patrocinado pela organizações Encorajamento do Estudo da Bíblia, Sociedade Schindler e Israel365.

“É emocionante ver como as palavras dos profetas realmente estão se cumprindo”, disse à CBN News o rabino e membro do Knesset, Yehuda Glick, que hospedou o estudo. “Temos pessoas de todo o mundo que virão estudar a Bíblia a partir de Jerusalém, exatamente como Isaías disse: ‘A Palavra de Deus sairá de Jerusalém’”.

O rabino Tuli Weiss, fundador da Israel365, também celebrou o acontecimento histórico. “Esta é a primeira vez que judeus e não judeus se reúnem no Knesset para estudar a Bíblia. É incrível. A Bíblia — essa foi uma fonte de divisão entre judeus e cristãos em toda a história — agora é fonte de unidade entre nosso povo”.

Weiss acredita que este é um acontecimento que reflete a profecia descrita em Isaías 2:3, que diz: “Virão muitos povos e dirão: ‘Venham, subamos ao monte do Senhor, ao templo do Deus de Jacó, para que Ele nos ensine os seus caminhos, e assim andemos em Suas veredas’. Pois, a lei sairá de Sião, de Jerusalém virá a palavra do Senhor”.

“É exatamente o que está acontecendo aqui hoje no Knesset. É realmente emocionante”, conclui Weiss.

Dean Bye, diretor internacional do Return Ministries, considera “histórico” este encontro. “Judeus e cristãos. Eles dizem que isso é histórico. É a primeira vez no Knesset, então, para mim, é como se tivessem que me beliscar”, ele brinca.

Durante anos, Yehuda Glick fez campanha para um acesso mais amplo ao Monte do Templo, onde só os muçulmanos podem fazer orações. Essa postura pública quase lhe custou sua vida há vários anos, quando ele foi baleado à queima-roupa no tórax, na parte de fora do Museu Menachem Begin Heritage Center, em Jerusalém.

O rabino acredita que o Monte do Templo é a chave para este tema. “É o coração de tudo. O retorno a Israel foi chamado de ‘sionismo’. Sião é o nome do Monte do Templo e se relaciona à Casa de Oração para todas as nações. É exatamente sobre isso que estamos falando, é isso o que vemos aqui. Isso é o que está acontecendo”, declarou.

“Estamos vivendo um tempo maravilhoso”, observou Bye. “Eu oro para que o Senhor conceda a muitos mais cristãos a experiência e de voltar às nações como embaixadores — shigurim — para poder lhes informar que estamos vivendo, provavelmente, os momentos mais emocionantes desde a ressurreição de Jesus Cristo”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CBN NEWS

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Corpo de Billy Graham receberá homenagem reservada a presidentes

Caixão ficará no Capitólio dos EUA


por Jarbas Aragão

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Corpo de Billy Graham receberá homenagem reservada a presidentes

A influência do evangelista Billy Graham se estendeu muito além do meio religioso. Conselheiro de vários presidentes americanos desde Henry Truman até Barack Obama, ele receberá uma homenagem reservada a presidentes oficiais militares e políticos.

Falecido nesta quarta (21), aos 99 anos, o corpo de Graham permanecerá na rotunda do Capitólio de Washington durante dois dias, na semana que vem. Assim, todos que quiserem poderão homenageá-lo, afirmaram os legisladores.

O Capitólio é o prédio que abriga o centro legislativo do governo, formado pelo Senado e pela Câmara dos Representantes [Deputados]. O evangelista será o quarto cidadão a receber esta distinção.

O presidente da Câmara de Representantes, Paul Ryan, explicou que o corpo ficará na sede do Congresso entre 28 de fevereiro a 1º de março.

Em uma carta endereção ao filho do pastor, Franklin, Ryan e o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, pediram: “Com a sua aprovação, faremos os preparativos para que os americanos tenham a oportunidade de homenagear o reverendo Graham antes que ele seja enterrado”.

Considerado o maior evangelista do mundo moderno, durante seus 60 anos de ministério, Billy Graham pregou o evangelho pessoalmente a 210 milhões de pessoas, em 185 países. Além disso, escreveu dezenas de livros e promoveu a evangelização através de programas de rádio, TV e pela internet. Com informações das agências

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

'Superpastor', Billy Graham pregou até na Coreia do Norte

Morto aos 99 anos, líder religioso exortou influência dos evangélicos na política

O pastor evangélico Billy Graham discursa após evento na biblioteca em sua homenagem em Charlotte, na Carolina do Norte, em 2007 


Se hoje têm a força que têm, líderes evangélicos do mundo todo —e aqui podemos incluir brasileiros como Edir Macedo e Silas Malafaia— devem um bocado a Billy Graham.

Morto na quarta-feira (21), aos 99 anos, o pastor americano aconselhou mais de uma dezena de presidentes americanos, do republicano Richard Nixon ao democrata Barack Obama, pregou para mais de 200 milhões de pessoas em 185 países neste quase um século de vida e chegou aonde poucos chegaram. Na Coreia do Norte, por exemplo.

Em 1992, o televangelista já descrito como "papa do movimento evangélico" fez uma visita pioneira à ditadura comunista de Kim Il-sung, para discursar numa universidade estatal o jornal oficial norte-coreano chegou a dizer, no ano retrasado, que Graham teria chamado o avô do atual mandatário do país de "o Deus que comanda o mundo humano de hoje", declaração rechaçada pela família do pastor.

Transitar entre universos êmulos era uma constante na biografia do religioso nascido em 1918, num clã presbiteriano da Carolina do Norte. Foi amigo de Martin Luther King e, em 1953, removeu pessoalmente cordões que separavam brancos de negros numa cruzada no Tennessee.

A verve progressista por vezes esfarelava. Como em 1972, quando acusou judeus liberais de controlarem a mídia nos EUA e "serem aqueles por trás da pornografia", em conversa gravada com o então presidente Nixon e divulgada três décadas depois (depois se desculpou e disse que não lembrava de ter dito aquilo).

Também condenou o casamento gay ("declínio moral") e transgêneros, atacados em seu site por "desonrarem a bondade da criação de Deus".

Graham definia seus cultos como "cruzadas". Suas pregações, gostava de dizer, não eram "evangelismo de massa, mas evangelismo pessoal em larga escala". Em 2007, Bill Clinton o exaltou: "Quando ele ora com você no Salão Oval, na Casa Branca, você sente como se estivesse orando por você, não pelo presidente".
DIREITA E ESQUERDA

Na campanha presidencial de 1952, Graham exortou a influência religiosa na política: "Creio que podemos deter a balança do poder". Anos depois, o mea-culpa: evangélicos deveriam ficar no meio e pregar para todos, da direita à esquerda, e pediu perdão "por não ser fiel ao próprio conselho no passado".

George W. Bush, em especial, atribuía a ele sua conversão ao cristianismo.

De todos os presidentes, Nixon foi o mais próximo, amizade que perdurou após o escândalo de Watergate. Convidou-o para falar em um de seus cultos no estádio do time de beisebol New York Yankees e, na eleição de 1960, apoiou-o contra o católico JFK —registrado democrata, como Graham.

Donald Trump, um dos 800 convidados de seu aniversário de 95 anos, definiu-o como "um homem muito especial". Não teve seu apoio em 2016, embora Franklin Graham, um dos cinco filhos do pastor, tenha dito ao "Washington Post" que "Deus apareceu nesta eleição".

Viúvo desde 2007, Graham morava em uma casa nas montanhas, no interior de seu Estado natal. Comemorou seus 99 anos com seu bolo predileto: de limão, feito com banha de porco em vez de manteiga.

Enfrentava diversas doenças, como mal de Parkinson, câncer de próstata e hidrocefalia. Aposentou-se 13 anos atrás, quando disse: "Temo a morte? Não. Estou ansioso para ver Deus cara a cara".

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Mais de 800 cristãos fogem às pressas no Paquistão, para evitar ataque de muçulmanos

Uma multidão de muçulmanos ameaçou queimar a casa de todos os cristãos, depois que um jovem fez uma postagem contra o Islã no Facebook.

Os moradores cristãos temiam ter suas casas incendiadas, após as acusações de blasfêmia. (Foto: World Watch Monitor)


Cerca de 800 cristãos fugiram de um bairro no Paquistão nesta semana, depois que uma violenta multidão de muçulmanos exigiu a morte de um jovem cristão acusado de “blasfêmia” contra o Islã.

Patras Masih, de 20 anos, foi acusado de publicar um conteúdo blasfemo contra o islamismo em sua página no Facebook. O conteúdo foi direcionado a um grupo na mídia social chamado PaglonKiBasti, composto por cristãos e muçulmanos.

De acordo com o relatório de acusação contra Masih, ele se recusou a excluir a postagem quando solicitado, provocando a ira dos moradores locais nesta segunda-feira (19). Eles formaram uma multidão que contou com mais de 3 mil pessoas, de acordo com a Associação Cristã Paquistanesa Britânica.

A multidão bloqueou as estradas e pediu para que Masih fosse enforcado publicamente por causa de sua suposta blasfêmia. Caso ele não fosse entregue às autoridades, os muçulmanos ameaçaram queimar as casas cristãs do bairro de Dhair, um subúrbio de Lahore, no Paquistão.

Diante das ameaças, 800 cristãos fugiram do bairro às pressas para buscar proteção com amigos e parentes. A polícia chegou na área juntamente com clérigos muçulmanos, para tentar acalmar as tensões. Por causa da pressão da comunidade, a família de Masih o entregou às autoridades.

“À noite, quando a multidão estava ficando fora de controle, fomos ao superintendente da polícia e entregamos Patras para eles. Desde então, não sabemos o que está acontecendo com ele”, disse tio do jovem, Arif, ao World Watch Monitor.

Masih foi acusado de blasfêmia de acordo com o Código Penal do Paquistão. O jovem está atualmente sob investigação, mas é esperado que ele seja preso.

Uma coletiva de imprensa foi realizada na noite desta terça-feira (20) entre líderes cristãos e muçulmanos na delegacia de Shahdara, pedindo que os cristãos que fugiram voltem para o bairro.

“A comunidade cristã garantiu que não irá interferir nas questões religiosas dos muçulmanos. E nenhum desses incidentes se repetirão. Os cristãos respeitarão a religião dos muçulmanos, os lugares sagrados e suas festas religiosas e os líderes ensinarão isso aos membros da comunidade”, disseram os líderes islâmicos.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Atleta supera lesão cerebral com orações da família: "Olimpíadas passam, a fé permanece"

David Wise sofreu duas lesões e três concussões, mas tem contado com as orações de familiares e membros de sua igreja.

Além de ser esquiador, David Wise é líder do ministério de jovens de sua igreja nos EUA. (Foto: Reprodução).


O esquiador de estilo livre David Wise falou sobre sua fé cristã. Ele que representa o time dos Estados Unidos nas Olimpíadas de Inverno, na Coreia do Sul, lidera o grupo de jovens de sua igreja, juntamente com sua esposa, Alexandra.

Ele diz que precisou dela e de sua igreja para participar das Olimpíadas. David é um especialista em halfpipe que levou o ouro nos Jogos Sochi de 2014. Isso o torna um favorito para Pyeongchang.

Mas com a glória veio uma intensa dor física e emocional. Além de duas lesões e três concussões, sua irmã perdeu uma perna em um acidente de barco, seu sogro morreu, sua esposa sofreu séria depressão pós-parto e seu filho teve uma crise de saúde e quase não sobreviveu.

"Certamente tive algumas pessoas dançando no suposto ‘túmulo’ da minha carreira, comemorando minha queda", escreveu ele. "Mas também experimentei amor incondicional e apoio de poucos que fizeram as armas dos meus inimigos se transformarem em cinzas".

"Agradeço o acúmulo de toda a tragédia que me preparou para o que estava por vir e me ensinou a considerar todas as coisas como uma oportunidade", ressalta.

Caráter Nobre

Entre as coisas que lhe traz alegria está sua esposa, que ele chama de "verdadeira mulher de provérbios", uma referência à "esposa de caráter nobre", do rei bíblico lemuel: "Ela vale muito mais do que os rubis. Seu marido tem plena confiança nela. O encanto é enganador, e a beleza é fugaz; mas uma mulher que teme ao Senhor deve ser louvada".

Alexandra Wise e seus dois filhos estarão em Pyeongchang assistindo quando Wise competirá na qualificação de halfpipe freestyle nesta segunda-feira (19) e, eles esperam vitória na final em 21 de fevereiro.

"Eu sei que tudo isso é temporário, e está tudo bem", diz a penúltima publicação pré-olímpica em seu blog. "Tudo o que eu tenho é um presente de Deus, e Ele pode tirá-lo quando quiser. Estou cercado por pessoas que realmente me amam e me ajudam por quem eu sou, não pelo o que faço em um par de esquis. As Olimpíadas são temporárias, mas a fé e a família permanecem", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN HEADLINES

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

“Em primeiro lugar, sou filha de Deus”, diz atleta cristã nas Olimpíadas de Inverno

Elisabeth Vathje está competindo na modalidade de Skeleton, nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018.

Elisabeth Vathje começou a correr quando tinha 14 anos por sugestão de seu pai. (Foto: REUTERS/Edgar Su).


Elisabeth Vathje é uma atleta cristã que está competindo na modalidade de Skeleton, nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018. A canadense não é tímida ao falar sobre sua fé em Jesus e proclama claramente em sua página do Twitter: "Seguidora de Cristo".

"Em primeiro lugar, sou filha de Deus", disse Elisabeth Vathje à Baptist Press. "Eu não sou uma atleta de Skeleton, nada disso. Não importa minha profissão, Jesus ainda é meu Senhor", ressaltou.

Ela começou a correr quando tinha 14 anos por sugestão de seu pai. Para Vathje, foi amor no primeiro “slide”. "Eu sempre fiquei espantada com os Jogos Olímpicos, e sempre quis fazer parte disso, e o skeleton acabou sendo o esporte que me impulsionou. Adoro ir rápido, com certeza", disse.

Vathje foi criada em uma casa cristã e frequentou uma escola cristã quando criança. Quando entrou para o ensino médio, ela disse que suas crenças começaram a se transformar mais em seu relacionamento com Jesus e não apenas no que seus pais lhe ensinaram.

Fé e Esporte

Ela diz que sua fé em Cristo tem uma forte conexão com seu trabalho como atleta. "Eu sei que, independentemente do que eu faço na pista, ainda sou amada por Deus. Sei que é preciso não pensar no que me pressiona para vencer, porque sei que o sucesso vem de Deus", ressaltou.

"Mas eu sei que mesmo que o sucesso não venha, isso não muda a maneira como Deus me vê e a maneira como eu deveria vê-lo. Então, isso me dá paz. Eu não tenho que lutar por resultados", colocou.

Por causa de seu horário de treinamento e competição, Vathje está longe de casa e de sua igreja local, a McKenzie Towne Church, uma igreja da Conferência Batista da América do Norte em Calgary (EUA). Sua mãe viaja com ela, sendo sua ligação com a comunhão cristã.

"Ela é quem está enviando os pedidos de oração para a igreja", disse a atleta. "A família da igreja e minha família são a única razão pela qual eu estou neste esporte, porque não posso fazer isso sem eles", finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA BPNEWS.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

“Maior base militar do mundo” foi montada para atacar Israel, aponta relatório

Irã e Hezbollah teriam 250 mil foguetes na Síria e no Líbano apontados para o Estado judeu


por Jarbas Aragão

"Maior base militar do mundo" foi montada para atacar Israel

Não é novidade que Irã e Hezbollah – grupo terrorista libanês financiado por Teerã – possuem foguetes apontados para Israel e repetem suas ameaças de tempos em tempos contribuindo para um clima de tensão constante no Oriente Médio.

Porém, um relatório de inteligência dos EUA, trazido à tona pelo deputado republicano Mike Gallagher confirma as ameaças. Aliado de Trump, Gallagher faz parte do Comitê de Serviços Armados do Congresso americano. Possui uma larga experiência na área de inteligência, tendo servido por sete anos como marine no Oriente Médio e no Norte da África.

“Os territórios que o Irã e o Hezbollah controlam no Líbano e na Síria formam a maior base militar do mundo no momento”, explicou o deputado em uma entrevista de rádio esta semana.

Disse também não ter dúvida que o maior perigo no Oriente Médio nos últimos seis anos foi o fortalecimento do eixo iraniano-russo. “Essa rede de ameaças avançou em todo o Oriente Médio. No território libanês, o Hezbollah transformou centenas de aldeias em fortalezas militares, preparando ‘escudos humanos’ que se tornarão vítimas caso Israel revide”, explica.

O político diz não acreditar que tanto armamento é para fins defensivos. “Eles possuem 180 mil foguetes e mísseis espalhados por todo o Líbano e 70 mil foguetes na Síria, tendo transformado a região fronteiriça [com Israel] efetivamente em uma base militar. São 250 mil foguetes ao todo, a grande maioria escondidos em áreas civis”, denuncia.

Ele lamenta que provavelmente muito desses mísseis foram adquiridos com o dinheiro dado ao Irã como parte do “acordo nuclear” assinado pelo ex-presidente Barack Obama.

“Acho que não estamos calculando adequadamente o custo desse conflito. Acredito que os israelenses não enfrentam uma ameaça como esta desde 1973, talvez seja a maior de sua história”, insiste. Gallagher acredita que o mundo deveria olhar para o que ocorre na Síria além da guerra civil.

Faz também um pedido: “Olhemos para as Colinas de Golã, considerando que o Hezbollah está tentando reivindicar esse território e usá-lo como ponto de acesso para um futuro ataque contra Israel por terra”.

O Hezbollah afirmou que a derrubada do caça F-16 na semana passada marcou o início de uma “nova fase estratégica” que impediria novos avanços israelenses sobre o espaço aéreo sírio. Obviamente a situação ali é complexa, com o governo de Assad tendo controle basicamente apenas na região de Damasco.

Parte do território da Síria é controlado pela Rússia, parte pelos iranianos, enquanto os Estados Unidos ainda retém posições e os curdos dominando a região na fronteira com o Iraque. Em meio a isso tudo, vários grupos extremistas ainda lutam e o exército da Turquia agora está tentando fincar sua bandeira, invadindo a região de Afrin.

Esse último acontecimento trouxe mais tensão à região, pois está prestes a contrapor os EUA – que apoiam os curdos – com as forças de Erdogan, que tratam a todos como seus inimigos. “Não podemos permitir que o eixo iraniano-russo se transforme em um eixo iraniano-russo-turco. Isso seria um desastre absoluto para nós”, ressaltou Gallagher.

Ele defende que haja um esforço internacional para impedir que o Irã estabeleça um corredor terrestre que ligue Teerã com Damasco, passando por Bagdá. “Neste momento eles lutam para consolidar essa trilha por terra. Acredito que devemos limitar com urgência todos os avanços do Irã e seus aliados na região”, encerra.

Muito do que o deputado americano está tornando público agora já é discutido em Israel há meses. O general Yaakov Amidror, que foi conselheiro de segurança nacional do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, falou recentemente que o Hezbollah prepara-se para uma “terceira Guerra” do Líbano com Israel. A primeira foi em 1982 e a segunda, em 2006, com duração de 34 dias.

Porém, as coisas são muito diferentes agora. O arsenal do Hezbollah, patrocinado pelo Irã, se multiplicou. Eles dizem ter cerca de 50.000 soldados, incluindo reservistas. Em setembro de 2017, um comandante do Hezbollah disse que havia mais de 10 mil soldados no sul da Síria, perto da fronteira de Israel, prontos para lutar.

Os analistas estimam que com o poder de fogo atual, entre 1.500 e 2.000 foguetes seriam disparados contra Israel diariamente em uma guerra. Um grande contraste com os cerca de 130 a 180 lançados por dia durante a Segundo Guerra do Líbano.

Como a maioria desses locais de lançamento são em aldeias de civis, todas as retaliações de Israel deixariam muitas vítimas, contribuindo para que a opinião mundial ficasse contra o Estado judeu, de modo semelhante ao que aconteceu na última guerra com Gaza, em 2014.

Além disso, os terroristas libaneses construíram uma grande rede de túneis na região da fronteira, onde podem ser escondidos misseis e servir como rota para uma invasão do território israelense. Com informações de God Reports e Jerusalém Post

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br