quarta-feira, 9 de março de 2016

Médicos cristãos salvam a vida de mais de 4 mil bebês em comunidade muçulmana

Médicos cristãos salvam a vida de mais de 4 mil bebês em comunidade muçulmana. (Foto: Reprodução/Health Media International)
Médicos cristãos salvam a vida de mais de 4 mil bebês em comunidade muçulmana. (Foto: Reprodução/Health Media International)

No Chade, iifoide, malária e dengue são predominantes, e a maioria da população espera viver mais que 50 anos. É um lugar que precisa desesperadamente de uma boa prestação médica.

Iniciar o trabalho de um hospital cristão numa comunidade muçulmana em meio ao deserto não é tarefa fácil. Mas é exatamente o que uma equipe de profissionais cristãos têm feito no Chade, localizado no centro-norte da África.

As temperaturas do país costumam passar dos 40 graus. Tifoide, malária e dengue são predominantes, e a maioria da população espera viver mais que 50 anos. É um lugar que precisa desesperadamente de uma boa prestação médica.

Os cirurgiões britânicos Andrea e Mark Hotchkin trabalharam como voluntários no Hospital Guinebor II, próximo à capital do Chade, N'djamena. Enviados em 2011 pela Missão Mundial BMS com o apoio de igrejas do Reino Unido, eles atuaram como médicos e líderes de um projeto de saúde para a comunidade muçulmana — presenciando resultados surpreendentes.

"É realmente gratificante poder trabalhar e fazer a diferença na vida das pessoas", disse o Dr. Mark Hotchkin. "Damos graças a Deus pelo trabalho que Ele nos deu. Trabalhar em um lugar como este foi realmente porque eu coloquei a medicina em primeiro lugar."

Nos últimos cinco anos, médicos como Mark e Andrea foram resposnáveis por preservar a vida de 4.200 bebês, que foram entregues para as mães saudáveis e com segurança no Guinebor II. Com a recente abertura de um novo centro de saúde materno, o hospital espera cuidar de 10 mil bebês nos próximos cinco anos.

No Chade, muitas mulheres recebem assistência médica apenas no momento do parto. "Muitas mulheres no Chade não realizam check-ups", disse a Dr. Andrea Hotchkin. "As pessoas não enxergam a importância do pré-natal, a menos que elas estejam doentes. Mas isso significa que se houver um problema, ele não foi identificado com antecedência."

Andrea espera que, ao educar as mulheres sobre a importância dos cuidados pré-natais, a vida de muitas mais mães e bebês podem ser salvas. E os resultados tem sido bons. O número de mulheres que deram à luz no Guinebor II tem aumentado continuamente, mês a mês.

Com o novo centro, os números estão crescendo ainda mais rápido. Em três meses de funcionamento, foram entregues 405 bebês em segurança. No mesmo período de 2014/15 eles haviam entregue apenas 284. Houve um aumento de 121 bebês entregues com segurança.


Um trabalho semelhante tem sido feito no Chade pela África Inland Mission em parceria com igrejas evangélicas locais para atender as necessidades físicas e espirituais das pessoas. Doutor Ann Fursdon, da AIM, coordena e supervisiona o trabalho de 37 Centros de Saúde. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY

terça-feira, 8 de março de 2016

`Ovelhas de Jacó´ voltam a Israel depois de mais de 2.000 anos

`Ovelhas de Jacó´ voltam a Israel depois de mais de 2.000 anos

`E concebiam os rebanhos diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas´ Gênesis 30:39

`Ovelhas de Jacó´ voltam a Israel depois de mais de 2.000 anos
A raça de ovinos que acredita-se foram criadas pelo patriarca judeu Jacó está ressurgindo em Israel. Gil e Jenna Lewinsky, um casal de judeus, criava um rebanho com 130 ovelhas no Canadá e não mede esforços para levar os animais de volta para a Terra Santa.

Havia cerca de dois mil anos que essa espécie não era vista em solo israelense. Para Jenna, eles deveriam voltar a ser o “animal nacional do povo judeu”. O rebanho ficará em fazendas nas colinas de Golan. Os criadores esperavam por uma solução que envolvia questões burocráticas entre os dois países.

O casal, que mora perto de Vancouver, explica que seu projeto foi inicialmente contestado pelo Ministério da Agricultura de Israel, pois o Canadá não estava em uma lista de nações autorizadas a fazer exportação de ovinos para Israel.

Agora, com essas questões resolvidas, a família Lewinsky comemora: “Cremos ser um valor judaico conservarmos esses animais e levar de volta essa herança perdida à família judaica”. Eles afirmam que sua intenção é preservar a tradição e ensinar “valores educacionais e científicos” para as novas gerações.

Segundo o relato bíblico de Gênesis 30, Jacó tinha recebido um rebanho de ovelhas e cabras “pintadas e salpicadas” como pagamento por seu trabalho. Sua multiplicação o enriqueceu.


Estima-se que existem menos de 5 mil dessas ovelhas e carneiros de “lã salpicada” no mundo. Entre suas peculiaridades está a possibilidade de terem até 6 chifres, não apenas dois como as ovelhas comuns. Em Apocalipse 5, Jesus é representado como um cordeiro com vários chifres. Fonte: Gospel Prime
   

segunda-feira, 7 de março de 2016

Organização cristã desenvolve Bíblia para surdos na Rússia

Gravação para o projeto da Bíblia em língua de sinais. (Foto: Deaf Bible Society)


Gravação para o projeto da Bíblia em língua de sinais. (Foto: Deaf Bible Society)

Ainda que as pessoas com deficiência auditiva sejam capazes de compreender a Bíblia escrita, esta não é sua língua nativa.

No Brasil, é fácil encontrar pelo menos dois exemplares da Bíblia em uma casa — sem contar as versões do livro sagrado disponíveis nos smartphones. No entanto, um missionário russo desafia cada pessoa a imaginar como seria se não houvesse uma Bíblia para ser lida em seu idioma.

De acordo com Rob Myers, presidente da organização DOOR International, aponta que esse é o caso dos surdos em grande parte do mundo.

Ainda que as pessoas com deficiência auditiva sejam capazes de compreender a Bíblia escrita, Meyers reconhece que há uma diferença. Uma pessoa surda pode aprender a ler na língua local, mas esta não é sua língua nativa.

"A experiência de leitura para pessoas surdas é muito diferente da experiência de ouvir as pessoas. Isso não significa que as pessoas surdas não possam ler, e isso não significa que algumas pessoas surdas não gostem de ler. Mas para quase todas as pessoas surdas, ler a linguagem escrita é como ler em uma segunda língua. Não é sua língua materna", explica Myers.

DOOR International está trabalhando na Rússia em parceria com o Instituto de Tradução da Bíblia e a Sociedade Bíblica dos Surdos a fim de ampliar a língua de sinais no país. Essa tradução irá garantir o acesso às Escrituras Sagradas não apenas aos surdos russos, mas aos de toda a Ásia Central e Europa Oriental.

Myers estima que 2,4 milhões de pessoas surdas passarão a ter acesso a uma Bíblia na sua língua materna. Como uma linguagem-chave, a tradução russa servirá de base para o trabalho a ser realizado em outras línguas.

Combate ao terrorismo

No ano passado, a Sociedade Bíblica dos Surdos começou um movimento para levar o Evangelho em línguas de sinais para os deficientes auditivos no Oriente Médio pela primeira vez, a fim de combater os esforços do Estado Islâmico (EI) em recrutar os surdos da região.

Muitas vezes, as comunidades surdas são esquecidas no Oriente Médio, e se tornam suscetíveis a cair na proposta de capacitação prometida a eles pelo EI.

JR Bucklew, presidente da organização, explicou que embora existam várias traduções de textos da Bíblia disponíveis, a Federação Mundial de Surdos estima que cerca de 95% da população de surdos do mundo é analfabeta funcional — e é isso que ele busca combater.
 FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE MISSION NETWORK NEWS

domingo, 6 de março de 2016

Igrejas domésticas no Irã afirmam que há um grande número de muçulmanos se voltando para Cristo


Igrejas domésticas no Irã afirmam que há um grande número de muçulmanos se voltando para Cristo

De acordo com estimativas fornecidas pela organização Portas Abertas dos EUA, existem cerca de 450 mil cristãos praticantes no país
  
Igrejas domésticas no Irã afirmam que há um grande número de muçulmanos se voltando para Cristo
O governo do Irã rotula o cristianismo como uma ameaça à identidade islâmica do país e vem aprisionando centenas de cristãos pelo fato de adorarem a Jesus Cristo. No entanto, tais operações anti-fé não impediram as igrejas domésticas, que reúnem cristãos secretamente, de crescerem de forma acelerada no Irã.

De acordo com estimativas fornecidas pela organização Portas Abertas dos Estados Unidos, existem cerca de 450 mil cristãos praticantes no Irã, enquanto outras estimativas mais otimistas apontam que há 1 milhão de cristãos na República Islâmica.

Independentemente do número, existe uma forte necessidade que líderes sejam formados para conduzir as igrejas domésticas. Pelo menos 200 cristãos iranianos estão sendo treinados pelo britânico Centro Teológico Pars, para se tornarem a próxima geração de líderes no movimento de igrejas domésticas.

"Treinar agentes de mudança é uma chance real de transformar a sociedade iraniana de baixo para cima, promovendo um desenvolvimento dos valores de Jesus com um estilo iraniano", de acordo com um representante do Pars.

"Este não é um movimento político, mas vai ter implicações políticas, porque toca nas bases fundamentais da sociedade. Isso luta contra a prostituição e a toxicodependência. Se você quer viver em um país que não financia os terroristas, você terá que desenvolver os valores das bases", acrescentou.

O representante garantiu que esse não é um movimento anti-iraniano, pelo contrário. “É um movimento iraniano. Há um grande, enorme número de muçulmanos se voltando para Cristo".

Pars explicou que, devido ao medo de repressão do governo, as igrejas domésticas iranianas são formadas por apenas quatro ou cinco membros, e tem que mudar seu local de culto a cada vez que se encontram.

"Se eles querem cantar, têm que cantar muito discretamente ou então não cantar", relatou o representante.


O Centro Teológico Pars, fundado pelo reverendo Mehrdad Fatehi em 2010, trabalha em colaboração com diversas redes de igrejas domésticas iranianas. Cerca de 70% de seus estudantes vivem no Irã e são treinados dentro do país. Fonte: G1

sexta-feira, 4 de março de 2016

Sacerdote hindu desafiou Jesus, e acabou se convertendo


Missionário do Nepal testemunhou mesmo arriscando ser preso
  
Se milhões de deuses e deusas do hinduísmo não conseguiam responder às suas orações de maneira clara, o sacerdote Kosh Dahal duvidava que com Jesus podia ser diferente. Além disso, ele era membro da casta mais alta do Nepal, e não queria envolver-se com um sistema de crenças que acreditava ser “inferior”.

“Não havia nenhuma casta mais elevada que a minha”, explica. “Eu não queria me misturar com as pessoas das castas baixas.”

Quando um missionário cristão o abordou em sua clínica veterinária na capital Katmandu, o Dr. Kosh rejeitou a ideia de servir apenas ao deus Jesus. Ele era um sacerdote hindu, filho de um sacerdote hindu. Aquilo não fazia sentido para ele.

Pediu que o missionário parasse de falar. “Ele me incomodava. Eu não queria aceitar Jesus Cristo. Ele continuava voltando todos os dias e falando do evangelho. Eu pedia que ele não viesse”, lembra Dahal.

Depois de alguns dias, resolveu fazer um desafio. “Queria provar que o cristianismo é uma religião falsa e que Jesus não podia fazer nada”, testemunha.

Disse ao missionário que, ao fazer suas orações, iria falar com esse Jesus. Seriam 10 minutos de manhã e 10 minutos à noite. “Se Ele é o verdadeiro Deus, irá me tocar e me mudar dentro de 30 dias. Então eu o seguirei”, desafiou.

Mas se Jesus não respondesse de forma inegável, o Dr Kosh iria fazer uma queixa junto às autoridades e mandaria prender aquele evangelista irritante. O missionário aceitou o desafio, mesmo sabendo que poderia ter sérios problemas, pois a lei do Nepal proíbe o proselitismo.

Durante dias ele conta que fazia suas orações e não havia resposta. Mesmo falando com toda a sinceridade, só lhe restava o silêncio. No início da terceira semana, advertiu Jesus que seu tempo estava se esgotando.

Até que o dia decisivo chegou. Após o final da terceira semana, o poder do Deus único e verdadeiro o visitou.

“Era como se uma corrente elétrica entrasse em mim e começasse a correr muito rápido”, lembra Dahal. “Fiquei chocado. Eu abria e fechava meus olhos, e fiquei com muito medo. Eu comecei a perguntar ‘Quem é ele? O que está acontecendo comigo? O que está dentro de mim?”

Após mais de 30 anos servindo os deuses hindus, nunca tivera uma experiência como aquela. Depois daquele dia ele entendeu que Jesus Cristo é real. Conforme havia prometido, abandonou os falsos deuses.

Sua esposa, Shobah, viu uma mudança dramática em seu marido e decidiu seguir a Jesus também. Ela foi milagrosamente curada de um mioma uterino. Logo, o casal e seus três filhos, abandonaram o sacerdócio hindu e começaram a evangelizar.

Eles plantaram uma igreja em Kathmandu. Depois de alguns anos, deixaram seus empregos e propriedades e foram para as Filipinas estudar em um seminário. Neste período, plantaram mais cinco igrejas. Desde 2013, estão plantando outra igreja entre os nepaleses que vivem na Malásia. Fonte: noticias.gospelprime.com.br por Jarbas Aragão FACEBOOKCom informações de God Reports

quinta-feira, 3 de março de 2016

"Não façam cerimônias de casamento para casais que vivem em pecado", alerta Russell Moore

Russell Moore palestra na Conferência de pastores da SBC no Centro de Convenções Greater Columbus em Columbus, Ohio em 14 de junho. Foto: Adam Covington

Moore, que é o presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, falou em uma conferência sobre "A Igreja e a Sexualidade".

Russell Moore palestra na Conferência de pastores da SBC no Centro de Convenções Greater Columbus em Columbus, Ohio em 14 de junho. Foto: Adam Covington
Russell Moore palestra na Conferência de pastores da SBC no Centro de Convenções Greater Columbus em Columbus, Ohio em 14 de junho. Foto: Adam Covington
Liderando a igreja Southern Baptist, Russell Moore está encorajando pastores a não realizar cerimônias de casamento para os casais que não são cristãos e aqueles que estão vivendo em pecado, simplesmente porque os membros das suas famílias, que pertenciam a sua igreja ou sua congregação, está pressionando-os a fazê-lo.

Moore, que é o presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, falou em uma conferência sobre "A Igreja e a Sexualidade". O evento foi realizado na Primeira Igreja Batista em Montgomery, Alabama, por líderes batistas e Batistas do Sul do Estado na última segunda-feira, 29/02.

O site Alabama.com relata que Moore disse à multidão de cerca de 500 pessoas que os pastores não podem segurar pessoas que não são crentes e aqueles que já vivem em pecado contra seus votos de casamento. "Você não pode casar com ninguém, exceto os crentes e pessoas sob a autoridade de Jesus Cristo", explicou Moore. "Os incrédulos, você não pode responsabilizar os seus votos".

Moore acrescentou que os pastores precisam ser capazes de resistir às pressões da congregação para realizar cerimônias de casamento que eles sabem que não devem conduzir. “É preciso coragem para não fazer casamentos, para dizer: ‘Eu não vou fazer isso'", disse Moore.

O líder expande sua explanação, fornecendo um cenário hipotético em que um diácono quer que o pastor de sua igreja case sua filha com alguém que o pastor sabe que está vivendo em pecado. O pastor tem a obrigação de recusar a realização de tal cerimônia, embora possa colocar ele ou ela em desacordo com o diácono.

"Você tem uma crise", acrescentou Moore. "Pense sobre o que está em jogo. Você tem que ter coragem para fazer isso [tomar uma posição]", ressaltou.

Durante seu discurso, Moore tocou na "ética sexual cristã", implicando que se um cristão escolhe ignorar a moralidade sexual estabelecida na Bíblia, isso é o mesmo que descartar o cristianismo. "Se nós somos um povo do Evangelho, isso significa que a nossa interpretação de uma ética sexual cristã não é uma questão de nossa escolha", disse. "É um mandato que Ele nos deu”.

"Os textos da Escritura cristã são muito claros. O casamento é projetado para ser uma porção do Evangelho. Ele é projetado para apontar para além de si para a união de Deus e Sua Igreja", acrescentou. Ele ainda relatou que Deus concebe o casamento como uma união vitalícia e fiel entre um homem e uma mulher.

"Permitir uniões adúlteras é pregar um evangelho diferente. É dizer que Cristo não é fiel à sua noiva. A união permanente ao longo da vida no casamento, todas essas relações são destinadas para apontar para o Evangelho de Jesus Cristo", pontuou. FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

quarta-feira, 2 de março de 2016

Israel gastará R$1,2 milhão para levar judeus brasileiros de volta



Número recorde de brasileiros remete a cumprimento de profecias
por Jarbas Aragão

Israel investe para levar judeus brasileiros de volta

A “lei do retorno”, de 1950, foi criada pelo governo de Israel para dar aos judeus do mundo o direito de se tornarem imediatamente cidadãos no país. Os que decidem fazer a Aaliyah (subida) recebem todos os incentivos para se estabelecer no Estado judeu.

Em 2015, houve um aumento de 58% no número de novos imigrantes brasileiros – 486 contra 308 no ano anterior. Este ano, Israel vai gastar 1,18 milhão de shekels (cerca de R$ 1,2 milhão), num investimento recorde. Trata-se de uma aposta para que em 2016 sejam 750 brasileiros.

O anúncio foi feito em reunião da Comissão de Imigração e Absorção do Knesset (Parlamento). Esse apoio à imigração inclui programas de recolocação profissional.

Michel Abadi, diretor-executivo do Beit Brasil, ONG que ajuda imigrantes brasileiros a se adaptar no novo lar, comemora. “É a primeira vez que Israel dá atenção aos imigrantes vindos do Brasil. Ficamos emocionados com o anúncio”, disse. “Essa verba é um bom começo, mas vamos lutar para ela aumentar.”

O investimento será feito por meio órgãos do governo e ONGs de promoção à imigração judaica. Destaque para a Agência Judaica e a Organização Sionista Mundial. Ambas já trabalham no Brasil há décadas.

Yehuda Sharf, diretor do Departamento de Imigração e Absorção da Agência Judaica, explica que está ocorrendo um “despertar” dos judeus brasileiros. O motivo é claro: a crise política e econômica no Brasil.

“Temos a melhor agente de ‘aliá’ do mundo: a presidente [Dilma]. Se ela ficar no poder, talvez venham mais judeus para Israel”, resume Sharf.

Gladis Berezowsky, diretora-executiva do Beit Brasil, esclarece: “A intenção de Israel não é chamar cidadãos de um país a emigrar para outro, e sim apoiar quem já decidiu se mudar”.

Crescimento
Até 2013, o número médio de brasileiros que se mudavam para Israel girava em torno de 250.

A imigração para Israel, a partir do Brasil mais do que dobrou nos cinco últimos anos. Para efeitos de comparação, o crescimento médio da aliyah da América Latina, no mesmo período, foi de apenas 7%. Ele vem crescendo e para 2016, já existem cerca de mil processos de imigração abertos na Agência Judaica.

A comunidade judaica no Brasil reúne cerca de 120 mil pessoas. São 12 mil judeus brasileiros que atualmente moram em Israel.  Os maiores problemas dos pelos brasileiros em Israel são a língua (poucos falam hebraico) e a recolocação profissional.
Por isso, o investimento do governo incluirá a abertura de 15 classes de hebraico no Brasil, tradução para português do teste Psicométrico (Enem israelense), a realização de feiras de empregos para brasileiros e acompanhamento para empresários que quiserem transferir seu negócio para o país.

A nova onda de imigração brasileira se assemelha a que ocorreu na Argentina no início do século.  Com a grave crise econômica no país, 10 mil argentinos se mudaram para Israel entre 2000 e 2002.

As profecias
Para os estudiosos de profecias, é significativo que esses números aumentem tanto num período em que os rabinos vem falando repetidas vezes que a chegada do Messias se aproxima. O rabino Chaim Kanievsky, uma das maiores autoridades do judaísmo ultra ortodoxo, pediu que todos os judeus voltem para Israel o mais rapidamente possível. O entendimento é que essa é uma ação espiritual que marca a vinda do Messias judeu.

Jerusalém continua a ser a cidade mais procurada pelos expatriados, mostrando o cumprimento das profecias que falam do regresso dos judeus nos últimos dias. “Trarei a tua semente desde o Oriente e te ajuntarei desde o Ocidente… das extremidades da terra” (Isaías 43). Fonte: noticias.gospelprime.com.br/



terça-feira, 1 de março de 2016

Emissora cristã oferece aulas via satélite para crianças refugiadas

Emissora cristã oferece aulas via satélite para crianças refugiadas
Rita El Mounayer, diretora da SAT-7, explicou que o objetivo central é transmitir `uma mensagem de esperança, paz, perdão e reconciliação´
    
Emissora cristã oferece aulas via satélite para crianças refugiadas
À medida que mais e mais pessoas fogem da guerra na Síria e alcançam campos de refugiados em países vizinhos, uma emissora cristã vem oferecendo cursos televisionados de disciplinas básicas para crianças, juntamente com mensagens de amor, perdão e reconciliação.

A SAT-7, que foi lançada em 1995 como a primeira emissora de TV cristã via satélite na língua árabe, tem transmitido o seu programa "Minha Escola", cinco dias por semana, desde 2015. Disciplinas curriculares básicas - tais como o Árabe, Inglês e Matemática - são ensinadas às crianças.

Rita El Mounayer, diretora de canais e comunicações da SAT-7, disse ao 'Christian Post', em uma entrevista por telefone, na última quinta-feira (25), que o programa está fazendo mais do que apenas ensinar disciplinas escolares, mas também está proporcionando às crianças e famílias, a esperança de um futuro em meio à crise humanitária.

"Uma catástrofe está acontecendo e eu não acho que há uma solução para isso nos próximos anos. Há milhões de refugiados que perderam a esperança em seus governos, perderam a esperança em seus países, em seus vizinhos, e até mesmo perderam a esperança em Deus", disse El Mounayer, que cresceu durante a guerra civil do Líbano.

"A maioria das pessoas neste conflito são inocentes. Essas pessoas são as mais pobres entre as pobres, em seus países de origem. Elas migram para o Líbano, Jordânia ou Turquia e não podem se dar ao luxo de alugar um apartamento, então elas acabam se refugiando em acampamentos", acrescentou.

Estatísticas oficiais das Nações Unidas indicam que até 4,7 milhões de sírios foram registrados como refugiados, sendo que, a maioria deles está em países vizinhos, como Líbano, Jordânia, Turquia, Egito e outros.

El Mounayer observou que 1,5 milhão desses refugiados estão no Líbano, e muitos deles são mulheres e crianças, já que os homens são muitas vezes deixados para trás e ficam em casa para trabalhar ou lutar na guerra civil em curso.

Ela disse que a SAT-7 trabalha com a igreja local e com as pessoas da região e é muito sensível às mensagens transmitidas, uma vez que lida com as pessoas que estão enfrentando dificuldades reais e sabem o que significa viver no Oriente Médio, e também o que significa ser cristão nestas regiões.

Pessoas de todas as origens e de todas as esferas da vida sofreram na guerra civil síria ao longo de cinco anos, com a crise humanitária crescente em números também devido à ascensão do grupo terrorista Estado Islâmico no Iraque e na Síria nos últimos dois anos.

A diretora da SAT-7 explicou que o governo libanês tem feito tentativas de fornecer educação para as crianças refugiadas com menos de 12 anos que vivem nas barracas (cerca de 450 mil), mas por várias razões, pelo menos, metade delas não têm nenhuma chance real de ir à escola.

As igrejas locais, incluindo católicos e protestantes, também têm ajudado abrir tendas da comunidade para a educação básica, mas a SAT-7 viu uma oportunidade no fato de que, apesar da escassez, quase todos as barracas das famílias têm uma pequena TV e uma antena via satélite que possibilita a captação de muitos canais.

El Mounayer revelou que o programa "Minha Escola" começou com a primeira série no ano passado, e tem usado a grade curricular da Síria, que se adaptou à do Líbano. Em 2016, o programa já está oferecendo cursos para a segunda série e há planos para que o projeto continue até a quinta série.

Ela explicou que a missão é transmitir "uma mensagem de esperança, paz, perdão e reconciliação".

"Nós sentimos que este é o momento no qual podemos contribuir para o bem-estar dos seres humano, não importa se eles são cristãos ou islâmicos. Nossa missão é apresentar o amor de Deus para muitos... apresentar a salvação de Jesus e, ao mesmo tempo, tentar e trabalhar pelo bem-estar das pessoas", continuou ela.

"Tentamos dar a eles uma segunda chance na vida. E essa segunda chance, acreditamos, está na educação. Porque quando você educa uma criança ela cresce para pensar, analisar, tem a oportunidade de ir à universidade, encontrar um emprego, se casar, ter filhos e ter dignidade em sua própria sociedade".

El Mounayer explicou que a escola via satélite está focada na educação básica, e que ao mesmo tempo usa frases de exemplo usados ??para ensinar as crianças a ler e escrever em Inglês ou árabe, as quais são muitas vezes baseadas em valores cristãos / bíblicos, mas o programa não vem com uma agenda religiosa específica.

A diretora insistiu que a SAT-7 não quer ser vista "como se estivesse usando a necessidade, dor, agonia e vulnerabilidade dessas pessoas para promover o cristianismo".

"Estamos a tentando dar-lhes uma chance na educação nestes particulares 90 minutos de aula", destacou. 
Fonte: Guia-me / com informações do Christian Post 

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Evidências inéditas sobre povo mencionado na Bíblia são encontradas em Israel




Descobertas em antigas minas de cobre remetem ao reinado de Davi e Salomão

Arqueólogos israelenses anunciaram a descoberta no vale de Timna de diferentes peças de tecidos da época dos reis Davi e Salomão, do século X antes de Cristo. O achado é raro, pois tecidos se deterioram com muita facilidade.

Embora tenham cerca de 3.000 anos, eles mantiveram suas cores. Alguns eram de peças de vestuário, outros de bolsas e há também pedaços de tendas e de cordas. Por estarem num local extremamente seco, isso ajudou na conservação de suas características.

Segundo o Dr. Erez Ben-Yosef, chefe da escavação, a descoberta pode ensinar muito sobre as roupas e tecidos usados naqueles tempos. No local, também há diversos tipos de sementes e evidências dos costumes dos edomitas. Acredita-se que no local da descoberta funcionavam minas de cobre pertencentes ao rei Salomão e que edomitas trabalharam ali.

A Universidade de Tel Aviv divulgou a descoberta na quarta (24). “Não havia tecidos em outros locais de escavação, como Jerusalém, Megido e Hazor. Agora, temos uma janela única para todo um aspecto da vida antiga, da qual nunca tivemos evidência física antes”, diz a nota de Bem-Yosef.

“[as descobertas] fornecem informações novas e importantes sobre os edomitas, que, segundo a Bíblia, guerrearam com o Reino de Israel”.

Ben-Yosef também destacou que sua equipe encontrou milhares de sementes cujo teste de datação por radiocarbono aponta para os tempos do rei Davi.
“Esta é a primeira vez que sementes deste período histórico foram encontrados em quantidades tão grande”, afirmou.

“Com o avanço da ciência moderna, temos opções de pesquisa que eram impensáveis ​​há algumas décadas. Podemos saber como era o vinho típico da época do rei Davi, por exemplo, além de compreender os processos de cultivo que foram preservados no DNA da semente.”

Os arqueólogos estão trabalhando no vale de Timna desde 2013, quando confirmaram ter descoberto o local das minas do rei Salomão. Além de tecidos e sementes, as escavações revelaram metais, cerâmica e alimentos.

Importância das minas de cobre

Embora existam antigas lendas sobre as “minas do rei Salomão”, a riqueza não era ouro e pedras preciosas, como foi mostrado em antigos filmes de Hollywood.

O cobre era usado para produzir ferramentas e armas, sendo um recurso muito valioso em sociedades antigas. As condições de vida de quem o extraía das minas eram muito árduas. Os mineiros na antiga Timna deviam ter sido escavados por escravos ou prisioneiros de guerra. Já o ato de fundição, que transforma o material bruto em metal maleável, exigia uma habilidade que poucos tinham.

“A posse de cobre era uma fonte de grande poder, tanto quanto o petróleo é hoje”, explica o Dr. Ben-Yosef. “Se uma pessoa tinha o conhecimento raro de como ‘criar o cobre”, dominava uma tecnologia extremamente sofisticada para a época. Ele era considerado quase como um mágico e seu status social refletia isso”.

Um aspecto importante de mais essa comprovação do relato sobre as minas terem pertencido a Salomão é que muitos dos utensílios do templo e até mesmo o revestimento das paredes eram feitos com este material.

Israel vem sendo acusado por líderes muçulmanos há décadas de mentir sobre a existência de um templo no local onde estão as mesquitas de Omar e Al-Aksa.


O argumento recorrente é que não existem provas arqueológicas disso, apenas relatos bíblicos. Mesmo proibidos de realizar escavações no local, considerado sagrado pelos islâmicos, os arqueólogos em Israel têm encontrado nos últimos anos diferentes indícios que reforçam os relatos do Antigo Testamento. Com informações de Christian News e MFA Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br por Jarbas Aragão FACEBOOK

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Proposta obriga escola a respeitar convicções familiares sobre sexo e religião


A discussão sobre gênero e orientação sexual nas escolas é um assunto que divide as opiniões no Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, tramitam vários projetos que versam sobre o tema, um deles obriga as escolas a respeitar convicções familiares sobre sexo e religião (PL 7180/14).

De acordo com o texto, os valores de ordem familiar têm precedência sobre a educação escolar nos aspectos relacionados à educação moral, sexual e religiosa. Além disso, fica vedado o uso de "técnicas subliminares" no ensino desses temas.

Para o deputado Diego Garcia, do PHS do Paraná, relator da proposta na Comissão de Educação, não se pode permitir que professores transmitam para os alunos, de forma direita ou indireta, valores que possam estar em contradição com as convicções dos próprios pais:

"Indivíduos em processo de formação, como são os estudantes da educação básica, não devem ser expostos a noções morais que se contradizem mutuamente, por isso, ou mandam os pais ou mandam os professores. E a Conferência Humana de Direitos Humanos Americana, do qual o Brasil é signatário, não dá margens a dúvidas, mandam os pais."

Segundo o relator, permitir que professores em salas de aula questionem os valores aprendidos em casa pelos estudantes, contribuiria para acabar com a autoridade moral dos pais sobre o filho e destruiria a base familiar.

Outro deputado contrário à discussão, Givaldo Carimbão, do Pros de Alagoas, acredita que levar essa discussão para as escolas incentivaria, de alguma forma, as escolhas sexuais dos alunos:

"Nós entendemos que existe homem e mulher. Agora você querer que um professor em sala de aula vá incentivar e ensinar [para as crianças] que ele não é homem, nem é mulher, que ele é um ser, que ele é um gênero e que a partir daí ele vai decidir o que ele quer ser. Nascer é uma coisa, você ensinar para ele é outra."

O deputado Ságuas Moraes, do PT do Mato Grosso, defende a discussão. Na avaliação do parlamentar, a medida vai contribuir para diminuir a discriminação e a violência. Em relação às críticas, o parlamentar argumenta que o intuito não é que os professores ensinem uma criança a ser "homem" ou “mulher", mas, sim, que o tema possa ser debatido:

"São temas do nosso cotidiano que não são debatidos na escola. O sexo é biológico, isso não tem como mudar. Essa questão que a escola quer colocar na cabeça da criança que "você não é menino" ou "você não é menina", isso não existe, é forçar a barra."

A proposta que obriga as escolas a respeitar as convicções dos pais está sendo analisada na Comissão de Educação em conjunto com outras proposições sobre o mesmo tema. O texto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e, se aprovado, poderá seguir direto para o Senado, sem apreciação do Plenário da Câmara.
Fonte: Agência Câmara Notícias

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Após anos de estudos, ateu se converte por meio da matemática

Depois de uma intensa rotina de estudos, Douglas Ell descobriu que o cristianismo é ligado à ciência e desenvolveu sete teorias para comprovar isso.
As descobertas de Ell foram escritas em seu livro “Counting to God” (“Contando para Deus”, em tradução livre). (Foto: Arquivo pessoal)
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE EXAMINER
As descobertas de Ell foram escritas em seu livro “Counting to God” (“Contando para Deus”, em tradução livre). (Foto: Arquivo pessoal)

Muitas pessoas tratam a Deus como objeto de piada, e um deles foi Douglas Ell. Criado por uma família cristã, Douglas rotulou a si mesmo como “ateu” na adolescência, quando mergulhou de forma intensa nos estudos sobre ciência.

Anos mais tarde, Ell desenvolveu seus conhecimentos científicos na carreira acadêmica: após ingressar nos cursos de matemática e química do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, ele entrou para a Universidade de Maryland a fim de obter um mestrado em matemática teórica.

Apesar de seu grande talento no assunto, as oportunidades de emprego na área também ficaram na teoria, e Ell resolveu trabalhar como programador de computadores. Anos depois, sua carreira profissional deu um salto depois que ele ingressou na faculdade de direito.

Ell alcançou realizações notáveis, e se tornou um advogado reconhecido nacionalmente diante de corporações e sindicatos. Em seu tempo livre, claro, Ell analisava conceitos que confirmavam a inexistência de Deus.

No entanto, surgiu um pequeno inconveniente para o ateísmo de Ell: seu filho. Depois da paternidade, ele tomou a decisão levar a família à igreja por entender que isso fazia parte de uma “cultura”. Ell e sua esposa passaram a ser membros de uma igreja local, tratando as reuniões como um clube social.

Apesar disso, a fácil paz interior que os cristãos ao seu redor sentiam causava uma certa confusão em Ell. Isso o despertou a voltar a ler sobre ciência, assim como na adolescência, mas com um foco diferente: a religião.

É esperado constatar que a ciência e a fé são como opostas como óleo e água — mas Ell ficou surpreso ao descobrir o contrário. 

Depois de uma intensa rotina de estudos, ele descobriu que o cristianismo é ligado à ciência por sete maneiras distintas:

1. A evidência do início do universo

2. A aparente "excelente sintonia" do universo

3. A complexidade específica da vida, e a falta de qualquer 
explicação razoável por sua origem

4. A futurista natureza da vida tecnológica

5 A evidência contra a evolução neodarwiniana

6. A natureza única e especial da Terra

7. A linguagem universal da matemática

A formação de Ell na área jurídica o educou a construir argumentos convincentes e verídicos. A ciência passou a apontar para a existência de Deus, e finalmente, Ell reconheceu que o cristianismo é verdadeiro, levando aquilo que ouvia na igreja a sério.

Usando seu avançado conhecimento de análise matemática em combinação com a ciência, Ell desenvolveu cálculos de probabilidade que comprovam a existência de um universo projetado e ordenado.

As descobertas de Ell foram escritas em seu livro “Counting to God” (“Contando para Deus”, em tradução livre). Hoje, ele viaja pelos Estados Unidos falando sobre sua teoria de sete pontos, que relaciona Deus e a ciência.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Atriz Jennifer Garner revela que filme “Milagres do Céu” restaurou sua fé e de sua família


Atriz Jennifer Garner revela que filme “Milagres do Céu” restaurou sua fé e de sua família

A atriz Jennifer Garner está divulgando o filme “Milagres do Céu” e revelou que participar das filmagens a fez revisitar sua fé e os ensinamentos aprendidos durante a infância, além de permitir que ela apresentasse o Evangelho a seus filhos.

Jennifer Garner, 42 anos, é conhecida por filmes como “Demolidor”, “Elektra” e “De Repente 30”, além da série de TV Alias. Nesse filme, ela interpreta uma personagem distinta, em um roteiro baseado em uma história real.

“Eu não posso nem ver o trailer, eu não posso mesmo vê-lo, que eu começo a chorar […] Eu estou tão apaixonada por esta família, eu estou tão apaixonada pelo amor que um tem pelo outro. Eu estou apaixonada por essa fé”, afirmou a atriz, durante um culto na Potter’s House Church, denominação fundada pelo bispo T. D. Jakes.

O filme fala sobre a história real de uma menina chamada Anna, que foi diagnosticada com uma rara doença, chamada distúrbio de motilidade, que a impedia de comer normalmente, sendo alimentada por tubos. O título do filme vem de uma situação após o diagnóstico da doença, quando Anna sofreu um acidente de quase morte e foi curada.
“Foi uma experiência transformadora fazer o papel dessa mulher [a mãe de Anna]. Ela me fez mais forte”, confessou a atriz, segundo informações do Christian Post.

O filme chegará aos cinemas nos Estados Unidos no próximo dia 16 de março, uma semana antes do feriado de Páscoa. Para Jennifer Garner, no entanto, o filme já causou transformações.

“Eu diria que isso começou em torno desta comunidade, enquanto eu sempre ia à igreja em West Virginia e quando eu voltava para Los Angeles, eu estava conversava com meus filhos sobre o filme e eles disseram: ‘Mãe, você não vai levar a gente para a igreja?’. Nós fomos naquele domingo e eles foram hoje sem mim. Essa decisão foi um presente direto deste filme e por isso eu sou muito grata”, disse Garner.
Como atriz de Hollywood, Garner vive com o marido, Ben Affleck, em Los Angeles, uma cidade em que a fé não é um tema bem-vindo, o que desestimula a prática de fé, e a levou a criar seus filhos de forma distante do Evangelho.

“Sabe, é estranho. Eu cresci indo à igreja todo domingo, e quando me mudei para Los Angeles, não era parte da cultura de lá, pelo menos na minha vida. Mas isso não significa que perdi minha essência. Algo sobre fazer esse filme e falando com minhas crianças sobre ele, me fez ver que eles estavam procurando pela estrutura que é ir à igreja todo domingo. Esse foi um grande presente deste filme, já que encontramos uma igreja metodista perto de nossa casa e agora vamos todo domingo. É muito legal”, resumiu.

O bispo T. D. Jakes, que recebeu Garner e a família que inspirou o filme em um culto da Potter’s House, comentou que pretende ajudar na divulgação do longa-metragem: “Não se preocupe, nossa igreja já reservou alguns cinemas. Vamos fechar todos eles! Estamos chegando lá com nossos jeans, em nosso ténis e não nos importamos com o que vem pela frente, vamos assumir os cinemas e nós vamos fazer tremer esse lugar. Porque a igreja quer ir para os cinemas. Vamos transformar esse lugar”, disse.

Assista ao trailer do filme “Milagres do Céu”:
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/



Líder islâmico critica cristãos que apoiam casamento gay: “O que resta da Bíblia nessas igrejas?”



O líder religioso sunita colocou em questão a fidelidade desses cristãos a Cristo:     
"O que eles vão dizer na frente de Jesus?"
Sheikh Ahmed Mohamed el-Tayeb, imã da Mesquita de al-Azhar do Cairo, no Egito. (Foto: Reuters/Mohamed Abd El-Ghany)
Sheikh Ahmed Mohamed el-Tayeb, imã da Mesquita de al-Azhar do Cairo, no Egito. (Foto: Reuters/Mohamed Abd El-Ghany)

O imã da Mesquita de al-Azhar do Cairo, Egito, criticou a aprovação do casamento gay pelos líderes das igrejas cristãs dos Estados Unidos, de acordo com o site Anglican Ink.

"Infelizmente, alguns chefes das igrejas nos Estados Unidos aceitam casamentos do mesmo sexo. Eu me pergunto, o que resta da Bíblia nessas igrejas?", questionou o Sheikh Ahmed Mohamed el-Tayeb durante palestra na Universidade Islâmica de Syarif Hidayatullah, na Indonésia.
O líder religioso sunita colocou em questão a fidelidade dos cristãos norte-americanos a Cristo: "O que eles vão dizer na frente de Jesus?"

Durante a palestra, o Sheikh el-Tayeb também denunciou a política do governo dos Estados Unidos, que usa a aceitação da homossexualidade como troca de ajuda externa à algumas nações, e afirmou que as igrejas liberais estavam dando suporte a esta chantagem.

Embora Sheikh el-Tayeb não tenha feito uma referência explícita a Igreja Episcopal dos EUA, presume-se que este era o público destinatário. Recentemente, a denominação recebeu sanções da Comunhão Anglicana para aprovar o casamento gay e consagrar bispos homossexuais.


O Sheik el-Tayeb foi o grande-mufti do Egito entre 2002 e 2003, a quem foi reconhecido capacidade de interpretar a lei islâmica e emitir pronunciamentos legais. Ele é considerado um dos clérigos sunitas mais moderados no Egito.FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Garoto de 4 anos é internado com sinais de tortura e polícia suspeita de magia negra



Segundo a delegada, quando a criança chegou ao hospital, graves lesões foram constatadas e uma das orelhas do garoto estava deformada. Além disso, os ferimentos nos olhos comprometeram a visão da criança e as unhas dos pés haviam sido arrancadas.

Na última terça-feira (23), um garoto de 4 anos e 8 meses foi internado na Santa Casa de Campo Grande (MS), com sinais de tortura. Ferimentos nos olhos, queimaduras, um dos braços quebrados e vários outros hematomas foram confirmados pelos médicos.

Responsável pelo caso inicialmente na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro da cidade, a delegada Priscilla Anuda Quarti relatou que os ferimentos eram sinais de tortura e agora a polícia investiga a possibilidade de que a criança tenha sido usada em rituais de magia negra.
Os ferimentos teriam sido causados pelos tios da criança (um casal) e um primo. Os tios do garoto já estão presos, mas o primo ainda não foi encontrado.

Segundo a delegada, quando a criança chegou ao hospital, graves lesões foram constatadas e uma das orelhas do garoto estava deformada. Além disso, os ferimentos nos olhos comprometeram a visão da criança e as unhas dos pés haviam sido arrancadas.
Segundo informações obtidas até o momento por meio de investigações, o menino morava com a tia e o marido dela. Não há detalhes sobre os pais da criança.

Como o garoto já chegou a morar em um abrigo, antes de morar com os tios, recebia constantamente visitas de assistentes sociais e psicólogos na casa dos tios. Ao perceberem que o garoto estava ferido, os profissionais o encaminharam para atendimento médico.

Crianças e magia negra
O caso deste garoto de MS que não teve o seu nome revelado talvez venha a se assemelhar ao de diversas outras crianças que sofrem com torturas e envolvimento em rituais de magia negra. Um exemplo que ficou nacionalmente conhecido foi o do enteado do ex-ajudante de pedreiro, Roberto Carlos Magalhães, que aconteceu em dezembro de 2009 e ganhou grande projeção na mídia.
Com apenas dois anos de idade na época, o garoto foi teve mais de 30 agulhas encontradas dentro de seu corpo. Os objetos foram introduzidos pouco a pouco, durante rituais dos quais o Roberto participava, envolvendo a criança.

Procurado pela equipe do Portal Guiame, o missionário e escritor Daniel Mastral explicou em uma entrevista exclusiva, que o uso de crianças em rituais de magia negra tem razões específicas.
"Quando se fala em rituais, estamos nos reportando a algo rigoroso, isento de falhas. Como era no Velho Testamento no contexto do Tabernáculo. Tudo tem um significado, uma ordem, e um momento para realizar o rito, que tem como objetivo abrir um canal com as entidades (neste caso das agulhas no menino), e receber delas algum benefício", afirmou.

"Usar crianças remonta a história. Pois é símbolo de pureza, de inocência. O que por sua vez faz referência a Cristo, que embora, sendo sacrificado na fase adulta, preservava a pureza de uma criança. Com não há adultos, por assim dizer, 'puros', é mais comum usarem as vidas de crianças. Este é o principal pilar que sustenta o uso de crianças em rituais de Magia Negra". FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO G1


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

“A igreja está de pé!”


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"O que os incendiários destruíram foram só os prédios, mas a fé deles foi ainda mais edificada"


A igreja em Bukoba, uma cidade que fica no noroeste da Tanzânia, às margens do lago Vitória, foi atacada no mês de setembro do ano passado e perdeu três congregações. Infelizmente, esse tipo de incidente não é novidade alguma para os tanzanianos. Desde 2013, mais de 13 igrejas foram incendiadas e ninguém registrou queixa na delegacia de polícia. "Não é fácil para os cristãos que vivem esse tipo de situação se recuperar emocionalmente, sem falar da parte financeira. A perda material é irreparável, mas não é capaz de desanimar os seguidores de Cristo. O que os incendiários destruíram foram só os prédios, mas a fé deles foi ainda mais edificada. A igreja está de pé", observa um dos analistas de perseguição.

Segundo informações locais, o ataque não interrompeu a agenda de cultos a Deus. "Pelo contrário, agora os cristãos celebram a bondade do Senhor com mais entusiasmo e gratidão. Não houve mortos, nem feridos, por isso eles estão alegres", disse um dos colaboradores da Portas Abertas que os visitou. "Eles pediram para que não desistíssemos de orar por eles e agradeceram pela ajuda e apoio de todas as pessoas que estão envolvidas com a igreja da Tanzânia", disse.
Tanzânia é o 36º país na Classificação da Perseguição Religiosa 2016 e a situação dos cristãos lá é um tanto confusa. O país adotou um regime socialista até 1987. Atualmente, a forma de governo é a República Presidencialista. "O governo da Tanzânia tem trabalhado neste projeto de constituição, mas não conseguiu realizar o referendo como planejado. No projeto existe uma disposição que introduz a Kadhi (sharia), lei religiosa islâmica, em todo o país", comenta o analista. Embora mais de 50% da população seja seguidora do cristianismo, os muçulmanos presentes e os adeptos ao hinduísmo são mais influentes do que os cristãos. Mas isto não tem impedido que a igreja cresça, e muito menos que deixe de ser forte. "A igreja de Cristo sempre vai prevalecer", conclui o analista.

Motivos de oração
  • Ore para que a igreja na Tanzânia tenha recursos para reconstruir os prédios incendiados.
  • Peça a Deus para que a justiça seja feita e que os incendiários sejam desviados dos caminhos dos cristãos, para que haja segurança.
  • Ore também para que os perseguidores recebam o amor de Cristo em seus corações e também agradeça a Deus por poupar a vida dos nossos irmãos tanzanianos. Fonte: www.portasabertas.org.br



  • terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

    “Seria uma pessoa terrível sem Deus”, diz Justin Bieber ao admitir seus erros

    Justin Bieber abriu o jogo sobre seu relacionamento com Deus e disse que seria uma pessoa muito pior se não fosse por sua fé. (Foto: Swide)


    Embora admita cometer atitudes "estúpidas", Bieber disse que suas ações seriam piores sem Deus. "Eu ainda estou fazendo coisas que são estúpidas, mas... Ele me dá algum tipo de esperança e algo para me agarrar", disse o cantor.
    Justin Bieber abriu o jogo sobre seu relacionamento com Deus e disse que seria uma pessoa muito pior se não fosse por sua fé. (Foto: Swide)

    Durante uma sincera entrevista à revista GQ, o cantor Justin Bieber abriu o jogo sobre seu relacionamento com Deus e disse que seria uma pessoa muito pior se não fosse por sua fé.

    "Eu sinto que é por isso que eu tenho um relacionamento com Ele, porque eu preciso Dele. Eu sou sugado por mim mesmo. Como seria se eu estivesse sozinho e não tivesse nada para me apoiar? Terrível. Seria uma pessoa terrível", disse ele.

    Embora admita cometer atitudes "estúpidas", Bieber disse que suas ações seriam piores sem Deus. "Eu ainda estou fazendo coisas que são estúpidas, mas... Ele me dá algum tipo de esperança e algo para me agarrar", disse o cantor. "Um sentimento de segurança, uma sensação de ser querido, e um sentimento de ser desejado”.
    A estrela pop também falou sobre um passado de mágoas e reconheceu que não pode depender de outras pessoas da maneira que depende de Deus. "Algumas pessoas me machucaram muitas vezes. Se investirmos tudo o que temos em um ser humano, nós vamos nos ferir", desabafou.

    Ainda assim, Bieber não alimenta suas experiências negativas com as pessoas. Ele acredita que isso é o que o diabo quer. "Ele quer que nós não sejamos felizes. Ele quer que não vivemos a vida como podemos viver de verdade."
    Bieber chegou à fama como um ídolo adolescente aos 13 anos, mas em 2011 ele foi igualmente bem conhecido por suas atitudes controversas como o uso de drogas, exageros com bebidas alcoólicas, e até mesmo crimes, como invasão de propriedades de seus vizinhos, além de usar de insultos raciais e participas corridas de carro ilegais.

    Mas agora o cantor está aberto para revelar sua melhor parte, dizendo que está se esforçando para ser mais parecido com Jesus Cristo.

    "Eu só quero sinceramente viver como Jesus. Não quero ser Jesus. Eu não quero que isso soe estranho. Ele criou um modelo impressionante de como amar as pessoas, ser gentil e amável", disse Bieber em uma entrevista à revista Complex no início deste ano. Fonte:guiame.com.br


    segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

    Muitos cristãos malaios estão fugindo do país


    A lei sharia está se espalhando rapidamente, impondo regras cada vez mais difíceis de serem seguidas

    Cristãos malaios pedem orações para que sejam sábios ao lidar com a perseguição religiosa do país. Se eles forem ousados o suficiente para seguir a Jesus da forma como realmente querem, serão forçados a migrar para o exterior, deixando a família e o país para sempre. Isso por que a sharia (lei islâmica) está se espalhando rapidamente por todas as regiões, impondo regras cada vez mais difíceis de serem seguidas.

    Existem três tipos de cristianismo no país e todos são afetados pela perseguição: os membros das igrejas históricas, membros de igrejas protestantes não tradicionais e cristãos convertidos do islamismo. Os últimos enfrentam forte pressão de seus familiares, amigos e vizinhos. Eles não são vistos como pessoas que deixam uma religião, mas como traidores de seu povo e etnia. Os cristãos são discriminados em praticamente todos os contextos. Seus filhos enfrentam discriminação e preconceito por parte dos professores e colegas nas escolas.

    Além disso, a Malásia, que ocupa o 30º lugar na Classificação da Perseguição Religiosa em 2016, enfrenta sérios problemas econômicos e políticos, outro fator que tem levado as pessoas a fugirem. Durante a fuga, porém, muitos são capturados pelas autoridades religiosas malaias. "Mas, mesmo em meio a tantos problemas, os jovens cristãos corajosamente estão usando os meios de comunicação para compartilhar o amor de Cristo no país", comenta um dos analistas de perseguição. Ações como esta fez com que um grupo de 50 muçulmanos se manifestasse, em abril de 2015, derrubando a cruz de uma igreja. "Eles estavam exigindo que as operações da igreja cessassem completamente, mas conseguimos convencê-los e eles ficaram satisfeitos simplesmente pelo fato de terem derrubado o símbolo da cruz", conclui um cristão ancião.

    Pedidos de oração

    • Ore para que os cristãos malaios fugitivos encontrem auxílio em outras nações e que passem despercebidos pelas autoridades religiosas do país.
    • Clame a Deus para que haja um avivamento na igreja da Malásia, e que os novos cristãos encontrem forças para continuar lutando.
    • Peça também ao Senhor pelos cristãos que enfrentam dificuldade financeira, devido à queda da moeda local, para que não lhes falte o pão de cada dia. Fote: www.portasabertas.org.br


    domingo, 21 de fevereiro de 2016

    Atrito entre China e Coreia do Norte pode atingir cristãos

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    Sendo a China o único país aliado da Coreia do Norte, o rompimento de laços políticos faria a Coreia entrar em colapso

    Na China, foi detectado um aumento da interferência de sinais de celulares, próximo à fronteira com a Coreia do Norte. De acordo com o veículo de comunicação NK Daily, isto levou o governo chinês a emitir uma queixa oficial contra o governo coreano. "A interferência de sinais de telefonia móvel já existe há algum tempo, e todos sabem que faz parte de uma prática comum para as autoridades norte-coreanas, já que eles têm um grande problema de fornecimento de energia", comenta um dos analistas de perseguição.

    As deficiências na infraestrutura energética da Coreia do Norte já são bem conhecidas pelo mundo todo, desde que uma imagem captada por satélites da NASA mostrou um visual chocante sobre o problema que aquela população enfrenta. Vista do espaço, a Coreia se torna um fantasma mergulhado na escuridão, onde é possível apenas vislumbrar um pequeno foco de luz vindo da capital, Pyongyang, centro do regime. Em contraste, a Coreia do Sul aparece plenamente iluminada. O fato deste problema estar se estendendo para a China, está intrigando o presidente Xi Jinping.

    "Quando os cidadãos começaram a queixar-se e as autoridades chinesas, finalmente exigiram uma ação por parte dos norte-coreanos, Jinping exigiu uma ação corretiva de Kim Jong-un. Este é só um dos problemas que ocasiona o atrito entre os países. Lembrando que 80% da energia da Coreia vêm da China e 20% dos alimentos também, o restante é praticamente fornecido pela ONU", diz o analista. O atrito entre os dois países pode atingir ainda mais os cristãos, já que aChina é o único aliado importante da Coreia do Norte, onde a maioria da população, principalmente os cristãos, já vive em situação de extrema pobreza. "Por outro lado, se a Coreia entrar em colapso, possibilitará que milhares de pessoas busquem abrigo em Pequim, capital chinesa, onde a perseguição religiosa não é tão severa e isto seria um grande alívio para os cristãos que conseguirem fugir", conclui o analista.

    Pedidos de oração

    • Ore pela situação política dos dois países, para que as ações do governo não venham prejudicar ainda mais os cristãos que vivem neles.
    • Peça para que Deus continue dando forças para os cristãos que vivem encarcerados, para que mantenham a fé em Cristo, acima de tudo.
    • E lembre-se também de orar pelos perseguidores, para que, de alguma forma, o amor de Cristo possa tocá-los e transformá-los. Pode parecer impossível aos nossos olhos, mas para Deus não há impossíveis. Fonte: www.portasabertas.org.br


    sábado, 20 de fevereiro de 2016

    Feliciano é alvo de protestos em evento sobre ideologia de gênero


    Feliciano é alvo de protestos em evento sobre ideologia de gênero

    por Jarbas Aragão
    Comissão de Direitos Humanos da OAB emite nota de repúdio a evento em Palmas
    por Jarbas Aragão

     O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC/SP) voltou a ser alvo de protestos de grupos LGBT. Ele está em Palmas, no Tocantins, onde foi participar nesta quinta (17) de uma mesa-redonda sobre o tema ‘Atualidades da Política Brasileira: Ideologia de gênero, sexualidade e religião’.

    Também participa do evento a psicóloga Marisa Lobo, o deputado estadual Eli Borges (PMDB/TO), e o apóstolo Sérgio Paulo, da Igreja Nacional da Renovação. Embora o local escolhido para o evento seja o auditório da Assembleia Legislativa, não foi promovido pela mesma.

    É uma iniciativa do Movimento Conservador do Tocantins. Seu líder, Rodrigo Almeida, explica que o objetivo era fazer um “momento de debates e aprendizagem”. O acesso era somente para as pessoas inscritas e teve a entrada controlada.

    Um grupo de manifestantes foi para a frente da Assembleia com faixas e cartazes no início da noite. Eles gritaram palavras de ordem e estenderam uma grande bandeira com o arco-íris, característica do movimento LGBT.

    Mariana Requiri Rodrigues, uma das líderes, explica que o objetivo é protestar “contra as expressões machistas de homofobia, discurso de ódio, racismo e ceticismo que extrapolam a livre expressão, pois agridem outras pessoas”.

    Desde 2013, quando foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, Feliciano enfrenta muitas dessas manifestações promovidas por partidos como PT e PSOL e por ativistas do movimento LGBT.

    Na maioria delas, tanto ele quanto as pessoas que participavam dos eventos foram vítimas da mesma intolerância que os LGBT reclamam. O caso mais emblemático foi o “beijo gay” de ativistas em meio a um culto.

    OAB fica do lado de ativistas

    Além dos ativistas LGBT, a Comissão de Direitos Humanos da OAB-TO (Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins) distribuiu uma nota pública. Eles “repudiam” o uso da expressão “ideologia de gênero” pelo evento. Para a comissão, o termo vem sendo usado “para deslegitimar as políticas públicas afirmativas e de enfrentamento às discriminações contra mulheres, gays, lésbicas, travestis e transexuais”.

    A advogada Verônica Salustiano, que faz parte da comissão insiste que “Discutir gênero nas escolas é fundamental, inclusive visando extirpar preconceitos terminológicos, na medida em que o Brasil se constitui como Estado laico, compromissado com o livre pensamento científico, signatário de tratados internacionais que visam o combate ao preconceito e discursos de ódio”. Com informações de Conexão Tocantins e G1