sábado, 9 de janeiro de 2016

O Judeu Que Não Pode Ser Deus

“Reconheçam que o Senhor é o nosso Deus” (Sl 100.3, NVI). O próprio Jesus Cristo é o Senhor nosso Deus. Ele é o judeu que, na opinião de muitos, não pode ser Deus. Mas justamente Ele é Deus. Nós somos vasos escolhidos desse nosso Deus Jesus Cristo. Ele nos chamou. E por ser nosso Deus, detém todos os direitos sobre a nossa vida. Por isso, queremos entrar e seguir neste novo ano com Ele, nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo, esperando pela Sua volta.
Martin Buber declarou:
Desde jovem eu percebia Jesus como meu irmão mais velho. Que a cristandade o visse e ainda vê como Deus e Messias sempre me pareceu um fato da maior seriedade, que tento entender por causa dele e por mim mesmo (...) Meu próprio relacionamento aberto e fraternal com ele tornou-se cada vez mais forte e puro, e hoje eu o vejo com um olhar mais claro e mais profundo do que nunca. Estou mais convicto do que jamais estive, de que ele merece um lugar de destaque na História da fé judaica e que esse lugar não pode ser encaixado em nenhuma das categorias conhecidas.[1]
Martin Buber, Shalom Ben Chorin, David Flusser e Pinchas Lapide foram grandes eruditos religiosos e teólogos judeus. Podem ser descritos como construtores de pontes entre o judaísmo e o cristianismo, que se ocuparam intensamente com o judeu Jesus. Mas todos eles tinham uma coisa em comum: não podiam (ou não queriam?) admitir que Jesus é Deus. Buber O vê como homem, mas não como Deus. Para sermos exatos, ele vê Jesus Cristo numa fila de falsos messias – mais sublime que os outros, sim, porém, ainda não divino. Martin Buber expressou sua posição em relação a Jesus com muita clareza em um diálogo com Schalom Ben Chorin:
Dos personagens messiânicos da História judaica, desde Bar-Kochba até o infame mentiroso Jakob Frank, Jesus é o mais elevado, o mais grandioso – mas ele não é o Messias (...) Depois dele o mundo continuou sem salvação, e nós sentimos que essa falta de salvação penetra literalmente em nossos poros (...).[2]
Mas é justamente de Jesus que Israel precisa para ser salvo!

Uma experiência de viagem

Estávamos viajando por Israel com um grupo de cristãos. No lago de Genesaré o guia turístico falou dos muitos eventos que aconteceram às margens desse lago, lembrou dos milagres que Jesus fez, das mensagem que Ele proclamou, das Suas idas e vindas para essa região tão carregada de história. Mais tarde ele contou sobre a pesca milagrosa depois da ressurreição de Jesus, mencionando que foram apanhados exatos 153 peixes (Jo 21.11). O guia perguntou qual seria o significado da menção exata desse número. As respostas dos viajantes foram as mais variadas. Depois de um tempo, ele revelou que o valor numérico hebraico de 153 é “ANI ELOHIM”, que significa “EU SOU DEUS”.
M(40) I(10) H(5) O(6) L(30) E(1) I(10) N(50) A(1)
Lendo da direita para a esquerda = 153.
Depois de Jesus, ressuscitado, encontrá-lo pessoalmente, Tomé declarou: “Senhor meu e Deus meu!” (Jo 20.28). Devemos lembrar que Tomé fez essa confissão tendo como pano de fundo toda a sua concepção judaica de fé e de vida. Um judeu como ele jamais teria ousado chamar alguém de Deus – a não ser que esse alguém fosse Deus. Depois da grande pescaria, quando Jesus estava na praia e os discípulos não O reconheceram imediatamente, João disse a Pedro: “É o Senhor!” (Jo 21.7). A seqüência merece consideração:
• primeiro Tomé confessa: “Senhor meu e Deus meu!”.
• mais tarde, João admitiu: “É o Senhor!”
• e agora parece que o Senhor, por meio do milagre dos 153 peixes, sublinha essa verdade: “Eu sou o Senhor no sentido divino!”.

“Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a terra, cheia de cento e cinqüenta e três grandes peixes; e, não obstante serem tantos, a rede não se rompeu” (João 21.11).

Uma placa irritante

Quando Jesus foi crucificado, Pilatos“escreveu também um título e o colocou no cimo da cruz; o que estava escrito era:Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus” (Jo 19.19). Os judeus se queixaram, mas Pilatos não recuou e manteve a inscrição (v.21). Horst Krüger afirmou: “Jesus de Nazaré, o Rei dos judeus. Isso irritou muito os judeus; pois leram em sua própria língua: Yeshua HaNatzri WuMelech HaYehudim, abreviado como YHWH. No último livro da Bíblia, o Cordeiro é o Rei dos reis e Senhor dos senhores”.[3]
O produto final de todas revelações bíblicas sobre a salvação, inclusive através do significado do nome do Salvador, é que o mundo todo reconheça que Jesus é o verdadeiro Deus e que só essa fé traz salvação.

Um judeu reconhece a Jesus

O judeu messiânico Dr. Arnold Fruchtenbaum salienta a divindade de Jesus em seu artigo “A soberania do Messias” e fala da importância de crer nEle. Esse judeu, que crê em Jesus como seu Salvador pessoal e seu Messias, diz que “o Messias é o Senhor do Antigo Testamento”. Para Fruchtenbaum existem três razões para essa afirmação:
1. Assim como no Antigo Testamento Deus fala de si mesmo como o Eu Sou, Jesus aponta para si mesmo como sendo o Eu Sou (Jo 8.58; 18.4-6).
2. Muitas passagens do Antigo Testamento que falam de Yahweh (Javé) também se aplicam a Jesus no Novo Testamento.
Fruchtenbaum menciona o Salmo 102.13,26-28 relacionando-o com Hebreus 1.10-12, onde a passagem do Antigo Testamento é aplicada a Jesus:
Outro exemplo é Isaías 6.5, onde Deus é chamado de Yahweh (“Senhor” em português), e em João 12.41 essa passagem de Isaías é aplicada a Jesus. É evidente que o Yahweh do Antigo Testamento é muitas vezes o mesmo que o Jesus do Novo Testamento.
3. A designação Adon ou Adonai do Antigo Testamento também é adequada ao Jesus do Novo Testamento. Por exemplo, Deus é chamado de Adon ou Adonai em Deuteronômio 10.17, e, conforme 1 Timóteo 6.15, essa designação se aplica a Jesus Cristo. Conforme João 12.39-40, a passagem de Isaías 6.8-10 também se refere a Jesus. Isaías 53.1 fala igualmente de Jesus, fato confirmado em João 12.38. No Salmo 110.1 é usada a palavra Adonai, e no Novo Testamento é esse o tratamento recebido muitas vezes por Jesus (Mt 22.41-45; Mc 12.35-37; Lc 20.41-44; At 2.34-36; Hb 1.13). Assim, fica evidenciado que Jesus é o Senhor do Antigo Testamento.

Doze observações

Com base em doze observações, Fruchtenbaum explica porque o Messias também é “o Senhor do Novo Testamento”:

“Baseado no fato de que Ele é o Senhor do Antigo e do Novo Testamento”, Fruchtenbaum tira sete conclusões:
1.
 A palavra grega kyrios equivale aYHWH, Adon ou Adonai do Antigo Testamento. Kyrios se adequa a Jesus no Novo Testamento em todas as nuances do seu significado que podem ser encontradas no Antigo Testamento. É usado 747 vezes para Jesus.
2. Jesus é o Senhor de todos (At 10.36; Rm 10.12; Ef 4.4-5).
3. Ele é o Senhor da glória (1 Co 2.8).
4. Ele é o Senhor dos senhores (Ap 17.14; 19.16; 1 Tm 6.15).
5. Todos os anjos são subordinados a Ele, porque Ele é o Senhor (1 Pe 3.22).
6. Por ser o Senhor, Ele é o cabeça da humanidade (Rm 14.9; 1 Co 11.3).
7. Porque é Senhor, Ele também é o cabeça sobre tudo (Ef 1.21-22).
8. Por ser o Senhor, Ele também é o cabeça da Igreja (Ef 1.22-23; 5.23; Cl 1.18; 2.19).
9. Já que Ele é o Senhor, Ele é o Senhor do sábado (Mt 12.8; Mc 2.28).
10. Ele é o Senhor como Messias (Mc 1.3; Lc 2.11; 3.4).
11. Ele também é chamado de Deus, o Senhor (Lc 5.8; Jo 20.28).
12. Ele também é o Senhor dos que crêem (Jo 13.13; 2 Co 12.8; 4.5; Ef 6.9).
1. Jesus é o Criador. João 1.3 enfatiza que todas as coisas foram feitas por meio dEle.
2. Jesus é o Mantenedor da aliança. Ele garantirá o cumprimento de todas as alianças firmadas por Deus no Antigo Testamento.
3. Jesus existe por si só. Assim como Deus, o Pai, a existência de Jesus não depende de qualquer outro elemento.
4. Jesus é o Mestre. E se Ele é o nosso Mestre, significa que devemos obediência a Ele.
5. Jesus é o dono. Ele é o proprietário do mundo e da humanidade porque os criou. Mas de um modo especial Ele é o proprietário de todos aqueles que crêem, pois somos nova criatura nEle. Assim, Ele tem o direito de agir conosco segundo a Sua vontade.
6. Jesus é o Soberano. Ele é o dominador supremo, que pode fazer o que quiser.
7. Jesus é o centro de todas as coisas. Ele é o centro do Universo, da existência humana, da nossa fé e da nossa salvação.
Finalmente, Fruchtenbaum resume, sem deixar dúvidas:
1 Coríntios 12.3 confirma que ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor a não ser por meio do Espírito Santo. Não-salvos podem usar esse tratamento para Jesus no sentido de “Mestre”, mas nessa passagem “Senhor” também significa “Deus”. Quando a Bíblia diz que o descrente deve crer no Senhor Jesus, significa simplesmente que ele deve aceitá-lO como Deus-Homem e Messias, não como o mestre das pessoas. (...) Mais uma vez, fé que salva significa reconhecê-lO como Deus-Homem.[4]
A partir dessa perspectiva conseguimos entender muito bem a declaração de Joel no Antigo Testamento acerca de Deus e seu subseqüente cumprimento neotestamentário em Jesus: “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor (Yahweh) será salvo; porque, no monte Sião e em Jerusalém, estarão os que forem salvos, como oSenhor (Yahweh) prometeu; e, entre os sobreviventes, aqueles que o Senhor (Yahweh)chamar” (Jl 2.32). Reportando-se a essa passagem, Paulo explica em Romanos 10.9,13:“Se, com a tua boca confessares Jesus como Senhor (kyrios)... Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor (kyrios) será salvo”.

Citando Buber mais uma vez

Buber também diz:
Creio firmemente que a comunidade judaica, quando renascer espiritualmente, recepcionará a Jesus, não apenas como uma grande figura da sua história religiosa, mas num contexto vivo de um desenrolar messiânico milenar, que culminará com a salvação de Israel e do mundo. Mas eu também estou igualmente convicto de que jamais reconheceremos Jesus como o Messias que já veio, porque isso (...) contradiria a essência de nossa paixão messiânica (...). Na poderosa ligação que conduz nossa expectativa messiânica, que está amarrada a uma rocha no Sinai e se estende até uma estaca, ainda invisível, fincada nas bases do mundo, não há nenhum nó a interrompê-la (...) Para nós não existe uma causa chamada Jesus. Para nós só existe a causa divina.[5] Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Adoração ou idolatria



A idolatria é a deturpação da verdadeira adoração ao único Deus, que é digno de receber toda admiração, reverência e...

A idolatria é a deturpação da verdadeira adoração ao único Deus, que é digno de receber toda admiração, reverência e culto.
Certamente, o grande mentor da ideia de idolatria foi Satanás que desde a queda procura de todas as maneiras rasurar ou fragmentar diante e através dos homens a glória de Deus.
O objetivo primário e ultimo de Satanás em tudo que planeja e executa pode ser detectado na tentação de Jesus no deserto – “e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te Satanás, por está escrito: Ao Senhor, teu Deus adorarás, e só a ele darás culto.” (Mateus 4.9,10). De modo que, o objetivo de satanás é sempre o mesmo – obter ou deturpar aquilo que pertence somente a Deus – a adoração.
Porém, a idolatria não está relacionada somente na deturpação do destino do culto, mas também na forma do culto, ou seja, o individuo pode afirmar que adora somente a Deus, enquanto que, o seu relacionamento com o Divino é semelhante a de um idolatra. A caracterização clássica de relacionamento com Deus no formato de idolatria se manifesta quando o índividuo troca a comunhão e o relacionamento com Deus por outras coisas da vida, uma vez que, o idolatra não tem dificuldade alguma em substituir a qualquer momento um ídolo pelo outro, desde que, o mesmo não frustre suas ambições. De modo que, podemos observar este evento dentro do contexto bíblico histórico, quando Israel substitui Deus por um bezerro de ouro (Êxodo 32.1), evidenciando que, o relacionamento de Israel com Deus naquele momento não era de verdadeira adoração, mas antes, de idolatria.
Principalmente no mundo moderno, onde a imagem humana é a principal entidade ou a moeda mais valorizada para a comercialização de interesses, utopias e autoengano, a idolatria ultrapassa o seu significado clássico histórico (imagens de deuses feitos de madeira ou metal), e atinge a subjetividade da geração contemporânea, onde o deus ou o objeto de culto torna-se cada vez mais o próprio individuo adoecido pelo seu próprio egoísmo, atestando assim aquilo Alvaro Granha afirma – “Os humanos são dados a idolatria, a começar pelo espelho.”  (Ou seja, autoveneração)
Deste modo, da mesma maneira que Deus extirpou a idolatria objetiva do coração de Abraão– quando disse- “…Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.” (Gênesis 12:1), também trabalhou provavelmente na idolatria subjetiva que poderia se manifestar no apego exagerado ao seu filho Isaque – “…toma te filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá,; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei.” (Gênesis 22.2)
De modo que, a manifestação da idolatria pode-se caracterizar desde a veneração, culto e adoração a ídolos de madeira ou metal (idolatria objetiva), ou até mesmo no formato de sentimentos (idolatria subjetiva) que cultivamos a um objeto, pessoa ou ideais de vida.
Não seria nenhuma novidade encontrarmos pessoas idolatrando filhos, ministérios, pais, lideres, pessoas, ou bens materiais, em inúmeras comunidades cristãs.
Sendo assim, qualquer individuo que declarar verbalmente ou mentalmente – “não posso viver sem aquilo…”, provavelmente estará declarando – “sou um idolatra”.  Podendo assim, ser salvo de sua própria idolatria disfarçada, quando obedecer a voz de Deus, que certamente anunciará: “….vai-te à terra de Moriá; e oferece-o ali em holocausto.”  por Samuel Torralbo Fonte: https://artigos.gospelprime.com.br

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Precisamos de mais graça em tempos de desgraças


A graça faz renascer quando a morte se impõe.

por Samuel Torralbo

Cristo Jesus é a manifestação do favor de Deus a humanidade atolada em seus delitos e pecados. Em toda a trajetória de Cristo Jesus, o diabo, o mundo, a traição, o abandono, a injustiça, a coroa de espinhos, e a cruz, tentaram alterar a essência da graça, mas nada, absolutamente nada conseguiu modificar o brilho, a pureza, o poder, a glória e a essência da Graça.
Enquanto o cordeiro de Deus sofria na cruz no calvário, um ladrão ao lado clamou por misericórdia e prontamente a graça respondeu: “Hoje mesmo estarás comigo no paraíso”.
Cristo Jesus é a graça divina em forma humana. Oh maravilhosa graça, como poder expressá-la. A graça oferece sem nenhuma barganha. A graça nos concede a liberdade que nos liberta de nós mesmos para vivermos para Deus e o próximo. A graça nos ensina o olhar que olha para o outro sem censura, preconceito e apontamentos. A graça nos aquieta em tempos de tormenta.
A graça nos concede segurança em dias de temor e inquietudes. A graça nos anima em dias de aflição e angustias. A graça nos faz caminhar quando tudo nos faz parar. A graça constrói mesmo em meio as cinzas. A graça nos acolhe quando nos sentimos abandonados. A graça ilumina o caminho quando as trevas se avolumam.
A graça faz renascer quando a morte se impõe. A graça nos redime quando pecamos. A graça nos aperfeiçoa mesmo em meio as nossas imperfeições. A graça nos convida todos os dias a escolher a vida e nãos mais o caminho da morte. Oh maravilhosa graça, que nos constrange e nos atrai com amor e ternura!!
Enquanto escrevo, lembro-me da bela canção que diz: Maravilhosa graça! Como poder cantá-la? Como hei de começar? Alívio traz a alma, e vivo em toda a calma. É maravilhosa, é tão grandiosa, é suficiente para mim. É maior que a minha vida inútil, é maior que o meu pecado vil, O seu poder transforma. Salvo sou em verdade, por toda eternidade. Pela maravilhosa graça de Jesus. Fonte: gospelprime.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

OS 12 MAIORES ATRIBUTOS DA LIDERANÇA
Luiz Almeida Marins Filho, Ph.D. /  Anthropos Consulting


"Liderança" é um tema que vem sendo discutido desde os mais remotos tempos pelo homem. Ser líder, formar líderes, parece ser um desafio constante do homem e das organizações. Aqui vão alguns resultados de pesquisa feitas na Europa com mais de 500 executivos de todos os tipos de industria. Essa pesquisa é muito interessante. Ela mostra coisas simples, objetivas e fornece conselhos úteis para todos nós que desejamos vencer, alcançar o sucesso pessoal e profissional.
Espero que a leitura atenta destas descobertas e seus comentários possam trazer benefícios reais aos leitores.
DISPOSIÇÃO PARA TENTAR O QUE NÃO FOI TENTADO ANTES
Nenhum empregado deseja ser guiado por um administrador a
quem falte coragem e autoconfiança. É o estilo de liderança positiva aquele eu ousa nas tarefas e se vale de oportunidade não tentadas anteriormente.
Um Gerente de Vendas bem sucedido irá às ruas e venderá junto com seus vendedores quando o mercado está difícil ou quando o pessoal de vendas encontrar-se sob extrema pressão. Tal gerente sabe que se arrisca a tornar-se impopular. Contudo, ao liderar pelo exemplo, manterá a motivação da equipe.

AUTO MOTIVAÇÃO

O Gerente que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros.
UMA PERCEPÇÃO AGUDA DO QUE É JUSTO
Esta é uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito da equipe, o gerente deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.
PLANOS DEFINIDOS
O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano coma participação de seus subordinados.
PERSEVERANÇA NAS DECISÕES
O gerente que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.

Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um gerente pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o gerente.
O HÁBITO DE FAZER MAIS DO QUE AQUILO PELO QUAL SE É PAGO
Um dos ônus da liderança é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. O gerente que chega antes dos empregados e que deixa o serviço depois deles é um exemplo deste atributo de liderança.
UMA PERSONALIDADE POSITIVA
As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.
EMPATIA
O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu pessoal, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.
DOMÍNIO DOS DETALHES
O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.
DISPOSIÇÃO PARA ASSUMIR PLENA RESPONSABILIDADE
Outros ônus da liderança é assumir responsabilidade pelos erros de seus seguidores. Caso um subalterno cometa um erro, talvez por incompetência, o líder deve considerar que foi ele quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: "A
responsabilidade é minha".
DUPLICAÇÃO
O líder de sucesso está sempre procurando maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas. Dessa forma ele faz os outros evoluírem e é capaz de "estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo".
Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir.

    UMA PROFUNDA CRENÇA EM SEUS PRINCÍPIOS

A expressão "A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa" resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.

Minha sugestão é a de que você leia uma, duas ou três vezes cada um desses atributos e medite cada um deles à luz de sua própria realidade como um profissional que tem a função de gerenciar, comandar, liderar pessoas. Detenha-se sobre cada um dos atributos e dê a você mesmo uma nota de zero a 10 em cada um deles, fazendo um propósito de auto–aperfeiçoamento. Repita essa auto-avaliação semanalmente.

7 atitudes do líder eficaz Liderança é, sem dúvida, o principal assunto do mundo atual dos negócios. Através da liderança as empresas realizam seus projetos, expandem seus negócios e conquistam clientes. Você sabe quais são as 7 atitudes de um líder eficaz?


Liderança é, sem dúvida, o principal assunto do mundo atual dos negócios. Através da liderança as empresas realizam seus projetos, expandem seus negócios e conquistam clientes.
Líderes eficazes tornam suas empresas também eficazes, competitivas, com profissionais de alto nível de comprometimento e resultados. Ao contrário, pessoas que ocupam cargos de liderança sem o devido preparo técnico e emocional, levarão a empresa ao fracasso. O tempo é um fator crucial, ainda mais nos tempos modernos de tamanha rapidez nos negócios. Portanto, líderes preparados geram crescimento para as empresas e a sociedade.
Sendo assim, preparei uma lista com sete atitudes para tornar o papel de liderança ainda mais poderoso. Certamente que a lista não é definitiva, mas um indicativo de atitudes que realmente podem fazer a diferença para o próprio gestor e, principalmente, para a equipe. Também não está organizada em forma de importância, sendo que todas elas em conjunto é que realmente terão efeito e não isoladamente. Através das atitudes abaixo os ocupantes de cargos de liderança, em qualquer tipo de organização, terão condições efetivas de alavancar a motivação da equipe, gerar maior produtividade, diminuir falhas, fidelizar clientes e tornar o negócio da empresa memorável.
Antes de iniciar a lista considero importante destacar que meu objetivo é apresentar ATITUDES para uma liderança eficaz, ou seja, ações efetivas. Nada meramente conceitual, mas prático. Faça e terá resultados.

7 ATITUDES DO LÍDER EFICAZ
1. Respeito. Não tinha como começar esta lista sem mencionar a importância desta atitude. O respeito é fundamental para a construção de um futuro promissor. Através de atitudes de respeito o líder consolida sua marca e garante o comprometimento dos seus liderados. Quando cito a atitude respeito, o faço de forma ampla. Não adianta a pessoa respeitar seus superiores ou até mesmo alguns de seus liderados e não fazer o mesmo com pessoas de níveis mais baixos, ou agir de modo desrespeitoso com outros de áreas ou atividades diferentes. Respeito inclusive se estende para a concorrência. Muito se vê desta atitude na própria forma de contratação de novos funcionários. Aquele que trata o possível colaborador com respeito durante o processo seletivo já garante que se ele for admitido terá uma visão positiva de sua chefia e, por consequência, sua admiração e respeito. A prática diária do respeito amplo e incondicional é que irá garantir a eficácia da liderança.
2. Feedback. Todo gestor deve aprimorar sua capacidade de dar e receber feedback. Apesar do assunto já ser amplamente divulgado ainda há uma grande maioria de pessoas ocupando cargos de liderança que não sabem como fazer de modo eficaz. Para ter algumas dicas importantes clique aqui. Não basta saber na teoria, tem que praticar. É capaz que aconteça erros. Faz parte. O mais importante é reconhecer e aprender. Saber também que cada um tem um jeito diferente de lidar com o feedback e que uma mesma pessoa pode reagir de modo diferente em momentos também diferentes. Por mais que tenhamos dicas e ensinamentos é a prática que irá garantir maturidade ao gestor para dar e receber feedback. Portanto, mãos a obra.
3. Disponibilidade. Uma das atitudes que vejo acontecer com muitas pessoas que ocupam cargo de liderança é não ter tempo para os outros. Um gestor que não tem tempo para conversar com seus funcionários, para ensinar, corrigir, acompanhar, instruir, cobrar, apoiar ou simplesmente bater papo, não consegue alcançar a coesão do grupo e muito menos os resultados desejados. Por mais complexo que seja, é preciso dedicar tempo aos outros. Não estou dizendo que tem que estar o tempo todo disponível, mas organizar-se para ter mais tempo com sua equipe e para si mesmo. Mais equilíbrio entre tarefa e relacionamento.
4. Delegar. Ah, quem nunca trabalhou com uma chefia que centralizava tudo? Um terror. Delegar significa confiar. Para confiar é preciso treinar, preparar os outros. Não é da noite para o dia que se conquista isso. É um trabalho lento e contínuo, mas extremamente poderoso. O líder que aprende verdadeiramente a delegar consegue realizar mais seu trabalho de gestor e, com isso, ganha tempo para preparar cada vez mais sua equipe e investir no seu próprio aprendizado. Portanto, observe sua forma de lidar com determinados assuntos. Você delega, delarga ou centraliza?
5. Justiça. Uma das atitudes que mais depõe contra um gestor é agir de modo parcial, ou seja, proteger alguns e "pegar no pé" de outros. A imparcialidade, ou o senso de justiça, é uma atitude extremamente valorizada pela equipe. Ninguém gosta de se sentir deixado de lado ou trabalhar em um grupo onde alguns são "os escolhidos". Um erro comum, e difícil de ser corrigido, é quando o gestor atribui mais tarefas (ou as mais complexas) para um ou outro membro da equipe, geralmente os mais produtivos, enquanto os outros ficam com menos atividades. Com o tempo esta ação irá desencadear desmotivação e até a perda destes talentos. Portanto, agir com justiça é tratar as singularidades, as diferenças, porém sem perder a equanimidade. Simples? Nem um pouco, pois exige mais do próximo item.
6. Auto-conhecimento. A célebre citação do Oráculo de Delfos - "conhece-te a ti mesmo" - reforça a importância milenar do auto-conhecimento. Quanto mais conhecemos nossas forças e fraquezas, melhor podemos nos preparar para agir de modo eficaz. O auto-conhecimento pode ser adquirido de diversas formas, mas o simples ato de avaliar seu dia a dia, analisando as decisões tomadas, a forma como lidou com cada situação e assim por diante, já garante um mínimo e auto-conhecimento. É fato que a ajuda de um profissional especializado (Psicólogo, Coach de Carreira, Psicoterapeuta, Mentor, etc.) tornará a tarefa mais fácil de efetiva. Muitas leituras sobre comportamento, liderança, gestão de equipes e assuntos afins também ajudam. Participar de eventos e fazer uma auto-crítica entre o que é apresentado e suas atitudes também constitui um modo de aprimorar o auto-conhecimento. Portanto, sobram formas de colocar esta atitude em prática, mas o fazer continua por sua conta.
7. Liderar. Fecho a lista de atitudes com uma que engloba diversas outras: liderar. A atitude de liderar compõe ensinar (instruir), comandar (sem centralizar), ter controle (sem exageros), assumir os riscos (tomar as decisões necessárias), tomar a dianteira (mostrar os caminhos), unir a equipe (extrair o melhor de cada um), criar inspiração (fazer com que todos se sintam importantes). Tem mais? Liderar é a própria atitude de liderança.
Diante disso deixo uma reflexão: você pratica estas atitudes no seu dia dia? Elas fazem parte do seu cotidiano? Deixe seu comentário, sua sugestão, sua opinião, sua crítica ou aquela atitude que você acredita deveria estar nesta lista. Grande abraço!



sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Entre mortos, porcos e demônios

Entre mortos, porcos e demônios


Vamos, preguemos o Evangelho em todos os valados.



por Armando Taranto Neto



Eles atravessaram o mar e foram para a região dos gerasenos. Quando Jesus desembarcou, um homem com um espírito imundo veio dos sepulcros ao seu encontro. Esse homem vivia nos sepulcros, e ninguém conseguia prendê-lo, nem mesmo com correntes; pois muitas vezes lhe haviam sido acorrentados pés e mãos, mas ele arrebentara as correntes e quebrara os ferros de seus pés. Ninguém era suficientemente forte para dominá-lo. Noite e dia ele andava gritando e cortando-se com pedras entre os sepulcros e nas colinas. Quando ele viu Jesus de longe, correu e prostrou-se diante dele, e gritou em alta voz: “Que queres comigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te por Deus que não me atormentes!” Pois Jesus lhe tinha dito: “Saia deste homem, espírito imundo! “Então Jesus lhe perguntou: “Qual é o seu nome? ” “Meu nome é Legião”, respondeu ele, “porque somos muitos”.E implorava a Jesus, com insistência, que não os mandasse sair daquela região. Uma grande manada de porcos estava pastando numa colina próxima. Os demônios imploraram a Jesus: “Manda-nos para os porcos, para que entremos neles”.Ele lhes deu permissão, e os espíritos imundos saíram e entraram nos porcos. A manada de cerca de dois mil porcos atirou-se precipício abaixo, em direção ao mar, e nele se afogou. Os que cuidavam dos porcos fugiram e contaram esses fatos na cidade e nos campos, e o povo foi ver o que havia acontecido. Quando se aproximaram de Jesus, viram ali o homem que fora possesso da legião de demônios, assentado, vestido e em perfeito juízo; e ficaram com medo.
 (Mc 5.1-15)
Este é, de todos os Evangelhos, o texto mais explícito a respeito de uma possessão maligna. Entretanto, muito mais do que isto, nos ensina importantes lições.
A primeira delas é a facilidade com que o nosso amado Jesus, mesmo sendo judeu, transita por terrenos espiritualmente contaminados, para resgatar uma alma agonizante que fora feita prisioneira por milhares de demônios.
Um israelita não deveria se descuidar com a questão de tocar em coisas ou pessoas imundas, para não se contaminar, segundo a lei, e ficar impossibilitado de uma comunhão mais íntima com Jeová. Jesus, entende que, muito mais importante do que tomar a atitude correta de se afastar de um local potencialmente imundo, um cemitério, existe uma força descomunalmente maior em Seu ser que é praticar o “Bem”.
Ele, então, vai em resgate de um jovem homem que, possuído por espíritos imundos, vive nú, gritando e ferindo-se, completamente fora de sua razão, em meio aos sepulcros. A sociedade, como não tem uma solução libertadora para o homem atormentado lhe aplica um “remédio” atenuador, lhe acorrenta os pés e as mãos.
Infelizmente a casta maligna nele alojada desfaz seus grilhões ferindo-o ainda mais. Porém, ao perceberem a presença do Filho do Altíssimo os demônios caem de joelhos reconhecendo sua derrota.
Outra vez o Mestre de Nazaré transita pela dimensão espiritual maligna sem se contaminar e liberta o moribundo endemoniado. Jesus está dentro de um cemitério, rodeado de defuntos imundos, diante de milhares de espíritos imundos e para completar, segundo o texto, está rodeado de milhares de porcos, o animal mais imundo para os judeus. Estes, agora possuídos pelos demônios que saíram do rapaz se precipitam do abismo e morrem. Uma clara lição que, para o diabo, seres humanos feitos a imagem e semelhança de Deus e porcos estão no mesmo nível de consideração.
Olhando de fora deste episódio, percebemos como Nosso Senhor é capaz de ir mergulhando cada vez mais para nos resgatar no fundo do poço. Quando parece não haver mais esperança, e nos encontramos em uma posição que a “religião” não poderá nos resgatar, aparece a figura do Bom Samaritano, que com um largo sorriso nos lábios e de braços abertos nos acalanta, cura nossas feridas e nos carrega no colo.
Um Doutor da Lei, Sumo Sacerdote ou Levita jamais entrariam neste cemitério para resgatar o Gadareno. Não há limitações para o Nosso Senhor Jesus resgatar uma alma, seja onde for e com quem for.
Finalmente, após a libertação do Gadareno, que agora está sentado, feliz, vestido, consciente e conversando com o Senhor, aqueles que o haviam visto atormentado agora ficaram aterrorizados.
Ora, deveriam ter ficado aterrorizados antes, não agora! Pior ainda, quando chegam os proprietários dos porcos que se precipitaram no abismo, mandam Jesus embora de suas terras. Este é o exato quadro do mundo em que vivemos: Preferem conviver com os porcos e todas as imundícias que lhe são peculiares do que com a presença libertadora e transformadora de Jesus.
Vamos, preguemos o Evangelho em todos os valados, pois não é o lugar que nos contaminará, mas a nossa presença transformará o ambiente em que estivermos em nome de Jesus.

Quais são as diferenças entre Febre Chikungunya e a Dengue?

A Infectologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Andreia Maruzo Perejão, esclarece as principais dúvidas sobre o assunto.


FONTE: GUIAME

(Foto: MSN)
(Foto: MSN)
Você sabe o que é a Febre Chikungunya? Facilmente confundida com a dengue, por ter sintomas muito parecidos, a doença é causada por um Arbovirus e teve seu primeiro registro em 1952 na África. Desde então, a patologia tem se proliferado por países da América Latina.
Para orientar a população e esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto, a Infectologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Andreia Maruzo Perejão, explica que a transmissão das duas doenças ocorrem pela picada dos mosquitos Aedes aegypti ou Aedes albopictus.
Segundo a profissional, entre 72% a 95% das pessoas infectadas apresentam febre alta repentina. “Além desse sintoma clássico, o paciente com Chikungunya também apresenta cefaleia, mialgia, manchas pelo corpo (exantema), conjuntivite, náuseas e vômitos e dores articulares debilitantes (poliartrite), sendo esse último sintoma o que mais a diferencia da dengue”, afirma a Dra. Andreia.
“Seu nome vem da língua Kinchonde e significa ‘homem que anda arqueado’ devido às fortes dores articulares” explica a infectologista. “Essa artrite ocorre mais em mãos e pés e pode persistir por meses ou anos, mas, raramente há complicações ou mortes”.
A médica explica que o diagnóstico se dá pela suspeita clínica e exames de sangue como sorologias, cultura viral ou RT PCR. A infectologista adverte: “O tratamento é sintomático, pois não há medicação especifica para o vírus, ou seja, tratamos os sintomas e orientamos o paciente a repousar, se alimentar e se hidratar bem para melhorar sua imunidade durante o ciclo do vírus”.
Para a prevenção da Chikungunya, deve-se manter os mesmos cuidados que se tem com a dengue. “É extremamente importante eliminar qualquer objeto que acumule água principalmente da chuva, pois podem ser criadouros do mosquito. Durante as epidemias também oriento o uso de repelentes”, diz a médica.
“O período de incubação do vírus leva de 2 a 10 dias, e na dengue o risco de evoluir para um quadro hemorrágico é maior”, finaliza.

Entenda porque São Paulo é um destino que supera as expectativas dos turistas

Pesquisa do MTur/Fipe mostra que a capital supera ou atende as expectativas de mais de 80% dos visitantes.


FONTE: GUIAME

A metrópole possui uma vasta rede gastronômica, com 15 mil restaurantes e 60 tipos de cozinhas diferentes. (Foto: Veja/ Raul Junior)
A metrópole possui uma vasta rede gastronômica, com 15 mil restaurantes e 60 tipos de cozinhas diferentes. (Foto: Veja/ Raul Junior)
A cidade de São Paulo é um destino que até mesmo supera as expectativas dos turistas. Foi o que disseram 81,7% dos visitantes da capital no ano de 2014, segundo o Estudo da Demanda Turística Internacional realizado pelo Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

Na avaliação dos visitantes, os itens que mais se destacam são a hospitalidade da cidade, que recebe 97,5% de aprovação, seguida da gastronomia e dos restaurantes (96,3%), da diversão noturna (95,9%) e do alojamento da capital (93,1%). 

De acordo com levantamento realizado pelo Observatório de Turismo e Eventos, núcleo de pesquisas e inteligência de mercado da São Paulo Turismo (SPTuris, empresa municipal de turismo e eventos), a metrópole possui uma vasta rede gastronômica, com 15 mil restaurantes e 60 tipos de cozinhas diferentes, incluindo pratos internacionais.

É na capital também que os visitantes encontram a melhor chefe de cozinha do mundo, Helena Rizzo, e o sétimo melhor restaurante do mundo, D.O.M, de acordo com publicação de 2014 da revista inglesa The Restaurant.

Já no quesito diversão noturna, a capital mantém serviços como, farmácias, restaurantes, padarias, cafés, supermercados, postos de gasolina, entre outros, funcionando 24 horas para atender às pessoas na madrugada.

Para aproveitar toda a cadeia de lazer, cultura e entretenimento, São Paulo oferece uma diversidade de alojamentos, expandindo a rede para meios alternativos, como o hostel. Dona do maior número de leitos do Brasil, a cidade possui, segundo o Observatório, 410 hotéis e 70 hostels disponíveis para os turistas. 

BOAS FESTAS Á TODOS !!


Nova regra da meia-entrada passa a valer a partir desta terça-feira

Uma das principais mudanças é que as empresas terão de colocar à venda, obrigatoriamente, um mínimo de 40% dos ingressos para estudantes, pessoas com deficiência e jovens cuja família tenha renda de até dois salários mínimos (R$ 1.576,00)...Fonte Guiame


A antiga carteirinha estudantil também sofrerá mudanças. (Foto: Reprodução)


A antiga carteirinha estudantil também sofrerá mudanças. (Foto: Reprodução)
A partir desta terça-feira, 1º de dezembro, entra em vigor a nova regulamentação da lei de desconto nas entradas, dois anos após ser sancionada. E agora, o que vai acontecer com os ingressos?
Uma das principais mudanças é que as empresas terão de colocar à venda, obrigatoriamente, um mínimo de 40% dos ingressos para estudantes, pessoas com deficiência e jovens cuja família tenha renda de até dois salários mínimos (R$ 1.576,00).
Além disso, os estabelecimentos deverão avisar, "de forma clara, precisa e ostensiva", o total de ingressos disponíveis para meia-entrada, tudo sob normas do Decreto nº 8.537.
Se essa informação não estiver clara, o beneficiário poderá exigir o pagamento da metade do preço, mesmo que a quantidade de 40% já tenha sido alcançada.
O Procon de São Paulo esclareceu ao UOL que a regra vale para todos os postos de vendas físicos ou virtuais, e a informação deve ser disponibilizada durante todo o período de venda. A fiscalização fica por conta do próprio Procon por todo o Brasil.
Carteirinha
A antiga carteirinha estudantil também sofrerá mudanças. A partir desta terça será aceita apenas a identificação emitida pela UNE (União Nacional dos Estudantes), Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), entidades estaduais e municipais filiadas à UNE e à Ubes, DCEs (Diretórios Centrais dos Estudantes) e centros e diretórios acadêmicos de níveis médio e superior.
A tendência é que as carteirinhas se tornem um documento oficial e padronizado, com segurança física e digital.
Aqueles que compraram ingressos para eventos futuros e usou algum comprovante não válido dentro da nova regra, não deverá ter problemas.
Segundo o Procon-SP, "os meios de comprovação aceitos antes da vigência do decreto não podem ser recusados para acessos aos eventos". Quem tiver dificuldade na entrada, deve ligar 151 (Rio e SP) ou procurar órgãos de defesa do consumidor em seu estado. Veja lista dos telefones do Procon em todo o Brasil.

CGADB - Abertas as inscrições para a 7ª AGE em São Paulo


sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Número de demissões cai, mas taxa de desemprego continua crescendo

Isso acontece porque os empresários não estão contratando no Brasil. Em 12 meses, quase 20 milhões de trabalhadores perderam emprego


O número de demissões vem caindo nos últimos meses, mas a taxa de desemprego continua crescendo. Segundo os economistas, a explicação é que hoje as empresas não estão abrindo novas vagas como no passado.
Com a economia está muito menos dinâmica e os empresários não repõem os empregados que saem, nem abrem novas vagas e o ritmo das contratações diminuí ainda mais do que as demissões. É isso que explica o aumento no índice de desemprego.

“O empregador, primeiro ajusta que ele faz costuma ser reduzir as contratações, por dois motivos: ele quer manter a mão de obra treinada que ele investiu na empresa e ele tem um custo de demissão, dado que o mercado de trabalho hoje é bastante formal, comparativamente ao passado. Então, ele quer manter a mão de obra treinada e não quer incorrer nos custos trabalhistas das demissões”, diz o economista Fábio Romão.
Na época do pleno emprego, os trabalhadores eram disputados no mercado. O que estimulava a rotatividade. As demissões giravam na casa de 20 milhões ao ano, mas as contratações eram ainda maiores, reintegrando demitidos e criando vagas para quem entrava no mercado. Em fevereiro as curvas se cruzaram e o saldo de vagas ficou negativo.
Nos últimos 12 meses, quase 20 milhões de trabalhadores perderam o emprego, mas só 18,4 milhões foram contratados. Quase 1,4 milhão de vagas a menos.
“A percepção do empregado hoje é que existe uma oferta muito grande de pessoas no mercado, por isso eles próprios buscam se manter no emprego de uma maneira muito mais forte do que um ano atrás”, fala o diretor comercial Eduardo Varela.