quinta-feira, 10 de maio de 2018

Missionários libertados pela Coreia do Norte são recepcionados por Trump

Expectativa é que a Coreia do Norte acabe com a perseguição religiosa após abertura política


por Jarbas Aragão

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O três coreanos-americanos libertados pela Coreia Norte chegaram aos Estados Unidos na madrugada desta quinta-feira (10). Eles foram acompanhados pelo secretário de Estado, Mike Pompeo, que foi buscá-los pessoalmente.

O trio foi recepcionado pelo presidente Donald Trump, a primeira-dama Melania e o vice Mike Pence na porta do avião, assim que aterrissaram na base de Andrews da Força Aérea, perto da capital Washington.

Kim Hak-song, Kim Sang-duk e Kim Dong-chul foram libertados na quarta-feira (9), quando Pompeo se reuniu com o líder norte-coreano Kim Jong-un para acertar os detalhes da reunião de Kim com Trump. Embora o local e a data já tenham sido definidos, ainda não foram divulgados.


A agência de notícias norte-coreana KCNA divulgou que Kim aceitou o pedido dos Estados Unidos para libertar os presos que têm nacionalidade norte-americanos e lhes concedeu anistia total. A expectativa é que a Coreia do Norte acabe com a perseguição religiosa após abertura política e o acordo de paz com a vizinha Coreia do Sul, após cerca de 70 anos de guerra.

Embora a maior parte da imprensa tenha ocultado, todos os presos eram missionários e foram condenados porque pregavam o evangelho, o que é proibido pelo regime comunista e considerado um ato de traição.


“Gostaríamos de expressar nossa profunda gratidão ao governo dos Estados Unidos, ao presidente Trump, ao secretário Pompeo e ao povo dos Estados Unidos por nos trazerem para casa. Agradecemos a Deus e a todas as nossas famílias e amigos que oraram por nós e pelo nosso retorno”, disseram os três em um comunicado divulgado à imprensa.
Todos são missionários

Tony Kim, também conhecido como Kim Sang Duk, de 59 anos, foi professor da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang. Ele estava detido desde 22 de abril de 2017, acusado de “cometer atos criminosos de hostilidade destinados a derrubar o governo norte-coreano”. Embora não oficialmente, ele atuava como missionário, como todos os funcionários estrangeiros da Universidade, fundada e mantida até hoje por uma organização evangélica norte-americana.

Kim Hak Song, 55 anos, também trabalhou na Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang antes de sua detenção em 6 de maio de 2017. Ele foi preso, sob suspeita de cometer “atos hostis” contra o governo do país. Em entrevistas concedidas antes de ser preso, ele admitiu que seu trabalho como professor era uma maneira de conseguir ficar no país, mas que ele se via como um missionário.

Kim Dong Chul, 64 anos, foi preso em outubro de 2015 e cumpre um mandato de 10 anos com trabalhos forçados por “espionagem”. Ele é pastor e, em sua “confissão” pública, Kim admitiu ser culpado de tentar espalhar o cristianismo entre os norte-coreanos.


A expectativa é que a soltura desses três cristãos seja o prenúncio de uma abertura na Coreia do Norte na questão da liberdade religiosa. Com informações de Associated Press e Reuters

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Israel agradece a Trump por decisão sobre “o regime terrorista” do Irã

Netanyahu afirma que governo iraniano planeja bombardear território israelense


por Jarbas Aragão

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Logo após o anúncio do presidente Donald Trump que os EUA estão saindo do acordo militar com o Irã e que utilizou o material divulgado pela inteligência de Israel para tomar a decisão, o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu fez uma declaração oficial.

“Israel apoia integralmente a corajosa decisão do presidente Trump de hoje, de rejeitar o desastroso acordo nuclear com o regime terrorista de Teerã. Desde o início, Israel se opôs ao acordo por que dissemos que ao invés de impedir o acesso a uma arma nuclear, o acordo pavimentava o caminho para um arsenal nuclear inteiro”, afirmou.

Segundo ele, o acordo assinado em 2015 não afastou a possibilidade de uma guerra no Oriente Médio, mas na verdade tornou-a mais provável. Denunciou também que “a agressão do Irã aumentou drasticamente” desde o fim das sanções.


“Essa agressão cresceu no Iraque, Líbano, Iêmen, Gaza e sobretudo na Síria, onde estabeleceu bases militares de onde pretende atacar Israel”, alertou. Lembrando que, conforme comprovam os documentos obtidos pelo serviço secreto israelense, o regime iraniano continua desenvolvendo mísseis balísticos de longo alcance, capazes de carregar bombas nucleares até diferentes partes do mundo.

“Tudo isso combinado é uma receita para o desastre. Um desastre para o nosso povo e para a paz mundial. Por isso, Israel agradece o ato histórico de Donald Trump, por sua liderança corajosa e seu compromisso em confrontar o regime terrorista de Teerã”, destacou.


O primeiro-ministro havia denunciado esta manhã, durante sua visita ao Chipre, que Teerã “Defende de maneira aberta e diária a eliminação de Israel da face da terra e pratica agressão absoluta contra nós”. Disse ainda que o governo iraniano vem enviando “armas muito perigosas” para à Síria ‘com o propósito específico de nos destruir’.

O presidente de Israel, Reuven Rivlin também se pronunciou. Ele disse que “a decisão tomada pelo presidente dos Estados Unidos constitui um passo importante e significativo para garantir a segurança do Estado de Israel, a segurança da região e a segurança de todo o mundo livre”.

Deixou claro que “não esquecemos nem por um momento a corrida armamentista que o Irã está conduzindo em nossas fronteiras, e acompanhamos os desenvolvimentos de perto e de maneira responsável”. Disse ainda que “A ameaça iraniana não é apenas ao Estado de Israel e, portanto, a pressão internacional é necessária na luta contra esse perigo”. Com informações de YNet News

Assista:

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

terça-feira, 8 de maio de 2018

Trump informa que EUA vão abandonar acordo nuclear com Irã

Presidente dos EUA lamenta que Irã mantenha "um fundo para armas, terror e opressão" no Oriente Médio.


por Jarbas Aragão
Donald Trump. (Tom Brenner / The New York Times)

O presidente dos EUA, Donald Trump, avisou o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, na manhã desta terça (8), que decidiu sair do acordo nuclear com Irã. A informação veiculada pelo jornal The New York Times é que na conversa entre os líderes, foi relatado que os “EUA estão se preparando para restaurar todas as sanções suspensas com o acordo nuclear e também introduzir penalidades econômicas adicionais”.

Trump repetidas vezes classificou o acordo nuclear como “horrível”. Em janeiro, já havia indicado que não iria ratificar o acordo. O anúncio oficial da retirada dos EUA deve ser feito numa coletiva na Casa Branca esta tarde.

Nos últimos dias, o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, avisou que Teerã reagirá à decisão do presidente dos Estados Unidos sobre o acordo nuclear. Durante discurso no último domingo, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse que os Estados Unidos teriam um “arrependimento histórico”, mas não ofereceu detalhes sobre o que pretende fazer. Em outras ocasiões, ele ameaçou bombardear Israel em retaliação.

O acordo

O Irã e os mediadores internacionais (China, EUA, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha) assinaram, em julho de 2015, o Plano de Ação Conjunto Global. O documento estabelece restrições ao programa nuclear iraniano. Foram levantadas sanções internacionais que injetaram bilhões na economia iraniana.

Os termos do acordo proíbem que Irã enriqueça mais de 300 quilos de urânio em 3,67 por cento durante 15 anos. Trata-se da matéria-prima para bombas nucleares. Ele teria de enviar o excedente desse material para outros países, especialmente a Rússia.


Desde que assumiu, Trump reclama que o acordo assinado com aval de Barack Obama restringe as atividades nucleares do Irã apenas por um período limitado. Lembra também que o tratado não impediu o desenvolvimento de mísseis balístico e que a liberação de US$ 100 bilhões [R$ 350 bilhões] dos ativos internacionais foi usada pelo Irã como “um fundo para armas, terror e opressão” no Oriente Médio.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Menino “ressuscita” e declara: “Não há outra explicação além de Deus. Até os médicos disseram isso”

Pais já haviam assinado documentos para doar seus órgãos


por Jarbas Aragão

Trenton McKinley

Após um acidente dois meses atrás Trenton McKinley, 13 anos, foi levado para o hospital e diagnosticado com sete fraturas no crânio. Ele teve morte cerebral e sua família já havia assinado os papéis para a doação de órgãos, quando o menino “ressuscitou”.

A família, moradores de Mobila, no Alabama (EUA), conta que o rapaz brincava com os amigos em um carrinho similar aos de rolimã quando uma travagem repentina provocou um capotamento. Trenton bateu com a cabeça no cimento.

Ao chegarem no hospital os médicos anunciaram um severo traumatismo craniano e que ele nunca mais seria normal. Explicaram que os problemas de oxigenação do cérebro eram tão graves que “caso sobrevivesse, seria um vegetal”.

Nos dias seguintes, o adolescente teve morte cerebral e respirava com dificuldade. Os pais tiveram que tomar a difícil decisão e assinaram os papéis para a doação de órgãos.

“Cinco crianças compatíveis precisavam dos órgãos. Era injusto continuar a reanimá-lo, porque só estava danificando seus órgãos ainda mais”, conta a mãe dele, Jennifer Reindl. Pouco tempo antes da hora marcada para desligarem as máquinas que o mantinham vivo, Trenton começou a mostrar sinais de atividade cerebral. Depois, passou a respirar sozinho, até que “despertou” da morte cerebral.


“Tudo o que eu via era uma maca onde ele estava com os pés de fora. Ficou morto por 15 minutos”, conta a mãe. Ela acredita que foi um milagre.

O menino diz acreditar que foi ao céu antes de voltar à vida: “Eu estava andando em um campo aberto. Não há outra explicação além de Deus. Não há outro jeito. Até os médicos disseram isso”.

Trenton voltou a falar e já consegue caminhar. Ele foi submetido a três cirurgias cerebrais, mas precisará de numa nova cirurgia. A família criou uma página de Facebook onde pede a doações e onde mostra o estado de saúde do “menino milagre”. Em várias postagens, Jennifer Reindl dá glórias a Deus pelos pequenos passos da recuperação do filho. Com informações de Fox News

Assista reportagem da Fox News:
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 6 de maio de 2018

Trump é criticado por dizer que “a fé é mais poderosa que o governo”

Vice-presidente afirma que oração é um hábito na Casa Branca


por Jarbas Aragão

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Donald Trump

Depois que o presidente Donald Trump comemorou o Dia Nacional de Oração na Casa Branca nesta quinta-feira (3), ele assinou uma ordem executiva, criando uma “inciativa de fé”, que seria um programa federal visando estimular as atividades de grupos religiosos.

Em seu discurso no evento, Trump fez várias declarações, mas a frase “A fé é mais poderosa que o governo e nada é mais poderoso que Deus” não caiu bem para seus opositores. Para alguns políticos, a frase seria uma admissão de que o governo do republicano é “fraco”.

Ao mesmo tempo, parte da mídia americana alega que o presidente está violando a separação entre Igreja e Estado. Curiosamente, os mesmos meios de comunicação no passado elogiavam Barack Obama toda fez que ele pedia mais “tolerância” para com os muçulmanos e destinou milhões de dólares para programas “humanitários” em países do Oriente Médio, sem que houvesse qualquer fiscalização de como esses fundos eram utilizados.


A ordem executiva de Trump dá força para “aqueles que trabalham na promoção de programas comunitários, oferecendo soluções mais efetivas para a pobreza e cobrindo quaisquer falhas do poder executivo em garantir a proteção à liberdade religiosa”.


Oração é comum na Casa Branca


Em entrevista à rede CBN, o vice-presidente Mike Pence explicou que a ideia é garantir que o governo federal seja “parceiro” de grupos religiosos em vários programas.


Ao ser criticado por estar beneficiando apenas cristãos, Pence disse que a iniciativa não é restrita a uma única confissão, mas que é natural que beneficie a religião majoritária dos americanos.

Ao falar sobre as acusações de hipocrisia, por Trump celebrar o Dia Nacional de Oração enquanto é acusado de comportamento sexual indevido, em relacionamentos com atrizes pornô, Pence diz que as pessoas não conhecem todos os fatos.

“As orações ocorrem regularmente na Casa Branca. Essa é uma das coisas mais significativas para mim, sejam reuniões públicas ou não, já perdi a conta do número de vezes que o presidente me cutucou, ou cutucou outro membro do gabinete e disse: ‘Vamos começar este encontro com oração’”, revela.

sábado, 5 de maio de 2018

Técnico do Liverpool: “Não há deuses do futebol, mas existe um Deus que nos ama”

Cristão, Jurgen Klopp diz que ter um relacionamento com Deus mudou sua vida


por Jarbas Aragão
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Jurgen Klopp

Vencedor de 18 taças do Campeonato Inglês e de 5 da Liga dos Campeões, o Liverpool FC tem um passado de glórias, mas vivia uma fase sem brilho há pelo menos uma década. Com a chegada do alemão Jurgen Klopp como treinador, em 2015, os “reds” voltaram a ser destaque no futebol internacional.

Prestes a disputar novamente uma final da Liga dos Campeões, contra o Real Madrid, a expectativa de seus torcedores é que a equipe volte a ser protagonista no cenário esportivo mundial. O lema “In Klopp we trust” [Nós acreditamos em Klopp] é visto com frequência em faixas e camisetas durante as partidas do Liverpool.

Reservado, Klopp não fala muito sobre sua vida pessoal. Porém, no início de sua carreira, comando do clube alemão Mainz, ele deu algumas declarações surpreendentes sobre sua fé cristã. Após uma derrota de sua equipe, um repórter perguntou se os “deuses do futebol” estavam contra ele.


O técnico foi incisivo: “não há deuses do futebol, mas existe um Deus que nos ama assim como somos, com todas as nossas peculiaridades. Mas somos nós que devemos marcar nossos próprios gols”. Disse ainda que seu “relacionamento com Deus mudou sua perspectiva de vida”.

O treinador disse que a opção pelo futebol sempre lhe causava problemas em casa. “Com cerca de 13, 14 anos, surgiu a questão: posso jogar no domingo de manhã, embora saiba que deveria ir à igreja? Logo percebi que havia muito tempo no resto da semana para a fé”.


Em uma entrevista mais recente, ao ser questionado sobre sua “filosofia do futebol”, Klopp afirmou que sua fé era mais importante para ele do que o jogo. “Sou um crente, mas não falo muito sobre isso! Se alguém perguntar sobre minha fé, eu explico. Não tenho a pretensão de ser algum tipo de missionário, mas quando olho para mim e para a minha vida sinto-me guiado pelas mãos divinas. Acho uma pena que outras pessoas não tenham essa sensação de segurança.” Com informações Premier Christianity

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 4 de maio de 2018

A Igreja é a única arma efetiva contra a pobreza na Guatemala, diz grupo missionário

Para a agência missionária, somente a verdadeira mensagem do amor de Deus pode salvar as pessoas da pobreza.

 As igrejas corrigem a falta de ajuda com os elementos de primeira necessidade nos locais de maior pobreza. (Foto: Reprodução).

As maiores taxas de pobreza e violência na Guatemala são combatidas através de diferentes plataformas educacionais. Mas, a única arma efetiva é a verdadeira mensagem do amor de Deus. É o que diz a Advancing the Ministries of the Gospel (AMG), uma agência missionária evangélica que atende pessoas carentes em mais de 30 países do mundo.

Para que a mensagem de Cristo possa atingir as famílias, as diferentes igrejas, tanto locais como estrangeiras, se unem sem distinção, fornecendo roupas, comida, brinquedos e equipamentos de saúde.

Mas, para além disso, as igrejas corrigem a falta de ajuda com os elementos de primeira necessidade nos locais de maior pobreza.

"Nosso objetivo é ver crianças e famílias conhecerem Cristo, entender que Deus as ama e, em vez de sentir vergonha pela condição em que vivem, essas pessoas podem entender o valor de serem chamados filhos de Cristo", disse Tasos Ioannidis, membro da AMG.

“Não nos esqueçamos das palavras do apóstolo Paulo aos hebreus: ‘E não se esqueça de fazer o bem e de ajuda mútua; por causa de tais sacrifícios, Deus está satisfeito’. Como cristãos é fundamental mostrar o amor de Deus aos nossos semelhantes. Se você tem o desejo de levar uma mensagem aos necessitados, nós o encorajamos a cumprir essa tarefa”, finalizou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO GACETA CRISTIANA

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Coreia do Norte pode libertar três cristãos antes de encontro histórico com Trump

Segundo fontes, os cristãos foram retirados de um campo de trabalhos forçados e já estão sendo recebendo cuidados médicos.

Da esquerda para a direita: Kim Dong-chul, Kim Sang-duk e Kim Hak-song. (Foto: CBN News)


Três cristãos norte-americanos detidos na Coreia do Norte teriam sido transferidos de um campo de trabalho para um hotel nos arredores da capital, Pyongyang.

Fontes do Departamento de Defesa disseram à CBN News que Kim Dong-chul, Kim Sang-duk e Kim Hak-song foram todos retirados de um campo de trabalho no início do mês passado.

Fontes dizem que estão recebendo cuidados de saúde e estão descansando.

Na noite da última quarta-feira (2), o presidente dos EUA, Donald Trump tuitou sobre a possível libertação dos três prisioneiros.

"Como todos estão cientes, o governo passado [Obama] tem pedido por três reféns para serem libertados de um campo trabalhista norte-coreano, mas sem sucesso. Fique ligado!", disse Trump.

Ativistas que fazem campanha em nome dos homens dizem que a medida é um “gesto de boa vontade” antes da cúpula planejada entre o presidente Trump e Kim Jong Un da ​​Coreia do Norte no próximo mês.

"Ouvimos isso através de nossas fontes na Coréia do Norte no final do mês passado", disse Choi Sung-ryong, um dos principais ativistas. "Acreditamos que Trump possa levá-los de volta no dia do encontro entre EUA e Coréia do Norte ou enviar alguém para trazê-los de volta para os EUA antes da cúpula".

Tony Kim, também conhecido por seu nome coreano Kim Sang Duk, foi preso em 22 de abril de 2017, pouco antes de embarcar em um avião para um voo de volta aos Estados Unidos.

"Meu pai acabara de terminar seu semestre como professor na Coréia do Norte quando foi preso no aeroporto", disse Sol, o filho mais velho de Kim, em um vídeo do YouTube, publicado há vários meses.

Kim foi professor da Universidade de Ciência e Tecnologia de Pyongyang (PUST), a única instituição acadêmica privada do país.

"Minha mãe, meu irmão e eu sentimos muita falta do nosso pai", disse o filho de Kim no vídeo.

Um mês depois, outro professor cristão de PUST, Kim Hak Song, também foi preso.

Ambos foram presos por suspeita de "atos hostis".

Uma terceira pessoa, Kim Dong Chul, um missionário coreano-americano, foi preso em outubro de 2015 e sentenciado em março de 2016 a 10 anos de trabalhos forçados por subversão.

O assessor de segurança nacional do presidente Trump disse no início da semana que liberar os três americanos demonstraria a sinceridade da Coreia do Norte no período que antecede a reunião histórica entre os dois líderes.

"Se a Coreia do Norte libertar os norte-americanos detidos antes da cúpula norte-americana, será uma oportunidade para demonstrar sua autenticidade", disse John Bolton, assessor de segurança nacional de Trump, à Fox News.

O presidente Trump confirmou na semana passada que seu governo estava em conversações de alto nível com a Coreia do Norte para garantir a libertação dos americanos.

"Estamos também lutando muito diligentemente para recuperar os três cidadãos americanos", disse Trump em uma entrevista coletiva com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, em abril. "Eu acho que há uma boa chance de fazer isso. Estamos tendo um diálogo muito bom".

O principal secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, também relatou a difícil situação dos cristãos quando ele se reuniu secretamente com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, durante o fim de semana da Páscoa.

Enquanto isso, o presidente Trump diz que em breve anunciará um local e uma data para seu encontro com o ditador da Coreia do Norte.

"Estamos marcando reuniões agora e acho que provavelmente será anunciado nos próximos dias, local e data", disse Trump a repórteres na terça-feira na Casa Branca.

Os dois líderes devem discutir uma ampla gama de questões na cúpula, incluindo a promessa da Coreia do Norte de acabar com seus testes nucleares e, eventualmente, desistir de suas armas atômicas.

"O principal é que queremos paz", disse Trump. "Foi um grande problema, e acho que vai dar certo."


FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CBN NEWS

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Ataque contra igreja na República Centro-Africana deixa 15 mortos

Cristãos na República Centro-Africana

Um ataque contra uma igreja em Bangui, capital da República Centro-Africana, deixou 15 mortos nesta terça-feira, informaram à Agência Efe testemunhas do incidente.

Homens armados abriram fogo durante a realização de uma reunião anual da Igreja de Nossa Senhora de Fátima. Segundo as testemunhas, eles fariam parte do grupo de muçulmanos do distrito PK5.

“Estávamos em plena missa na igreja nesta manhã. Os criminosos cercaram a igreja e começaram a disparar com armas e granadas. Dez pessoas morreram no local. Há muitos baleados e feridos pela explosão das granadas”, disse à Efe Signey Yamalé, um fiel que testemunhou o ataque.

O atentado desencadeou uma onda de violência e represálias na capital da República Centro-Africana. A Efe constatou mais duas vítimas no distrito 2 de Bangui.


Sanilas Dangabo, um habitante do distrito PK5, disse à Efe que mais três corpos foram levados ao necrotério da mesquita de Babolo, onde os mortos da comunidade são levados antes de ser velados.

O ataque ocorreu enquanto as autoridades do país e parte da população comemorara o Dia do Trabalhador no distrito 5 da cidade.

Em maio de 2015, a Igreja de Nossa Senhora de Fátima já tinha sofrido outro ataque.

A República Centro-Africana vive um complicado processo de transição desde 2013, quando rebeldes derrubaram o presidente François Bozizé, provocando uma onda de violência sectária entre cristãos e muçulmanos que deixou milhares de mortos.

Fonte: Agência EFE via UOL

terça-feira, 1 de maio de 2018

Proposta que combate o trabalho escravo é aprovada pela Câmara

A proposta de autoria do pastor e deputado federal Roberto de Lucena foi aprovada pela Comissão de Mérito da Câmara.

  O pastor e deputado federal Roberto de Lucena é autor do projeto de Lei que combate o trabalho escravo. (Foto: Divulgação)

O projeto de Lei que determina a suspensão da inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) de empresas que façam uso direto ou indireto de trabalho escravo foi aprovado, na última quarta-feira (25) pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços.

O autor da proposta, o pastor e deputado federal Roberto de Lucena (Podemos/SP), comemorou a conquista e destacou a importância da aprovação. “O Brasil precisa continuar avançando no enfrentamento ao trabalho escravo e análogo à escravidão. Precisamos garantir o emprego. Este é um dos nossos mais importantes desafios em um momento que temos cerca de 11 milhões de desempregados. Mas, para além disso precisamos garantir o trabalho digno e decente. Comemoro a aprovação desse projeto. Ele é uma extraordinária construção nesse sentido”.

O projeto que já havia sido aprovado na Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Público segue agora para apreciação pela CCJC, na qual o mérito da matéria não será apreciado, apenas sua constitucionalidade juridicidade e técnica. Sendo aprovado, seguirá para análise no Senado Federal.

Por requerimento de Lucena, a Câmara dos Deputados realizou na terça-feira (24) uma sessão solene para homenagear o Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho, em Memória das Vítimas de Acidentes do Trabalho. A homenagem que contou com a participação do Ministro do Estado do Trabalho, Helton Yomura, serviu de alerta para o alarmante número de mortes decorridas por acidente de trabalho em todo o mundo.

FONTE: GUIAME

segunda-feira, 30 de abril de 2018

No Gideões, Bolsonaro diz que seu trabalho é “missão de Deus”

Pré-candidato atacou ideologia de gênero e foi aplaudido pelos presentes


por Jarbas Aragão

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Jair Bolsonaro no Gideões 2018

O pré-candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) participou neste domingo (29) dos Gideões Missionários, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. No maior evento pentecostal da América Latina, ele fez um discurso contra a ideologia de gênero.

Apresentado pelo pastor Reuel Bernardino, presidente dos Gideões, o ex-capitão do exército mencionou que possui um grupo de pastores com quem procura “se orientar”. Muito aplaudido, Bolsonaro disse compartilhar da “mesma fé” dos presentes, embora nunca tenha declarado ser evangélico, possui grande identificação com o segmento.


“Entendo eu que o Brasil precisa eleger no ano que vem alguém honesto, patriota e acima de tudo, tenha Deus no coração. O Estado é laico, ‘mas a grande maioria da população é judaico-cristã. Orgulho-me em dizer que sou temente a Deus. Sou católico, mas casado com uma evangélica”, discursou, mas confessou que frequenta com ela uma igreja batista no Rio de Janeiro.


Durante cerca de 15 minutos, abordou vários tópicos, algumas vezes interrompido pelos gritos de “mito” da multidão que lotava o ginásio. “Devemos sempre escolher na política quem é igual a nós”, asseverou.

“A base da sociedade é a família”, lembrou, acrescentando que “os governantes não deveriam intervir na questão familiar”. Enfatizou ainda que “na escola não deveria se tratar de ideologia de gênero” e que não se pode colocar “na cabeça” de uma criança que, depois dos 13 anos de idade, ela vai poder “decidir se vai ser homem ou se vai ser mulher”.


“Fico muitas vezes ausente em casa para buscar o local que entendo ser a missão de Deus”, disse, ao referir-se ao seu trabalho como deputado federal. Ao referir-se a um possível mandato como presidente, disse que “a cruz é pesada, mas não vou carregá-la sozinho, pois vou carregar com todos vocês”.

No final de sua participação no evento, recebeu uma oração dos presentes em favor de sua vida.

Assista:

Fonte:https://noticias.gospelprime.com.br

domingo, 29 de abril de 2018

“A sociedade espera algo mais da igreja, precisamos assumir nossa responsabilidade”, desafia ex-deputado

Ex-presidente da Câmara dos Deputados do Uruguai, Gerardo Amarilla fez desafio aos líderes latino-americanos


por Jarbas Aragão

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"A sociedade espera algo mais da Igreja", desafia ex-deputado

O advogado Gerardo Amarilla foi o primeiro deputado evangélico a ser eleito no Uruguai e chegou a ser presidente da Câmara dos Deputados do Uruguai. Presidente honorário do ministério “Parlamento e Fé”, ele veio ao evento no Brasil para fazer um desafio.

Falando a cerca de 150 líderes políticos de diversos países da América Latina, incluindo deputados federais e estaduais, ele defendeu que a atuação de um político cristão não deveria ser apenas baseada na defesa dos valores morais. O desafio de Amarilla é que os representantes do povo evangélico em posições de poder busquem uma transformação da sociedade, “a partir dos princípios e valores da Palavra de Deus”.

Isso não seria uma mistura entre Igreja e Estado, mas sim a compreensão de que “tudo tem um pano de fundo espiritual”.

“A graça de Deus pode permear a cultura de uma nação e através dela abençoar a população pela redenção das esferas do governo, do direito e da educação”, afirmou. Vindo de uma longa experiência política em um país onde cerca de 50% da população se define como ateus e agnósticos, Amarilla lembrou que existem vários legados da Reforma Protestante, que teve grande impacto na formação de muitas nações, sobretudo na Europa.

O que ensinava João Calvino, lembra o uruguaio, é que “A lei de Deus (Bíblia) está acima das pessoas e das instituições e se elas se afastam dessa lei, carecem de legitimidade”. Entre os princípios fundamentais da chamada “ética protestante” está “a verdade como valor fundamental de uma sociedade”. Esse elemento historicamente não se firmou na América Latina, onde “o engano e o jeitinho para se obter alguma vantagem são comuns”, o que firma as raízes da corrupção.

Amarilla declarou ainda que Igreja precisa estar “preparada e disposta a modelar e influenciar uma nação, não ser apenas reativa diante dos problemas”. Citando o autor norte-americano Darrow Miller, um estudioso de movimentos religiosos mundiais, asseverou: “Se uma igreja não discipula uma nação, a nação discipulará a igreja”.

“Esse é o risco que corremos”, acredita o uruguaio, lembrando que existe abundância de exemplos bíblicos de pessoas (profetas e reis) que Deus usou para mudar a história de uma nação. Apontando para a história da humanidade, destacou que em países como Inglaterra, Alemanha e os Estados Unidos, o temor de Deus foi um elemento essencial para o estabelecimento de suas leis.

Ainda que o cenário atual mostra que as antigas nações cristãs estejam em um cenário de relativismo moral, adentrando o que se convencionou chamar “era pós cristã”, as raízes permanecem.
Visão cristocêntrica

“Precisamos de uma visão cristocêntrica da vida e da história, capaz de transformar a sociedade, baseado em uma conduta pessoal de cada um. Se os cristãos não influenciarem, outros influenciarão. E isso inclui pensarmos sobre educação, saúde, meio-ambiente, economia, justiça social, a partir dos princípios da Palavra de Deus”, insistiu.

Citou como um bom exemplo para os pastores de hoje a vida de John Wesley, um dos líderes do grande avivamento do século 18. “Ele pregava sobre a integridade do evangelho, para corpo, alma e espírito. Não falava somente sobre a salvação da alma, mas também denunciava a exploração dos pobres, pedia o fim da escravidão e defendia questões como a emancipação da mulher”, ensina.

Finalizou dizendo que, via de regra, as nações da América Latina não sabem qual é o propósito de Deus para elas. “Vivemos uma guerra espiritual no cenário político”, assegura. Disse ainda não ter dúvida que o marxismo cultural, a corrupção, os altos índices de violência e da desigualdade social não são denunciados de maneira clara pelas igrejas e isso precisa ser mudado.

“À luz da Bíblia, precisamos oferecer respostas para todos os problemas que nos apresenta a sociedade e assumirmos nossa responsabilidade. Todos esperam algo mais da igreja!”, lembrou Amarilla. “Não devemos transformar o púlpito em palanque, nem achar que a igreja de Cristo é um partido político. [na Bíblia] havia um rei para governar, enquanto os profetas e sacerdotes o guiavam e confrontavam. Esse é o nosso papel”, encerrou.

O portal Gospel Prime está realizado a cobertura exclusiva do evento, que se encerra no domingo (29)

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/

sábado, 28 de abril de 2018

Takayama alerta líderes políticos que “os dias difíceis já chegaram”

Encontro reúne cerca de 100 líderes de toda a América Latina


por Jarbas Aragão

Hidekazu Takayama. (Foto: Claudia Werhli da Silva)

Durante o segundo dia da conferência “Parlamento e Fé”, o deputado pastor Hidekazu Takayama (PSC/PR), fez uma breve explanação sobre a Frente Parlamentar Evangélica (FPE) aos quase 100 líderes políticos e religiosos de toda a América Latina que participam do evento.

O presidente da bancada evangélica ressaltou que, embora nem sempre compreendida por suas posturas, a FPE vem lutando para tentar estancar a “sangria” que estava levando o Brasil para uma crise econômica ainda pior.

“As três maiores frentes do Congresso Nacional hoje são a do agronegócio, a da saúde, e a frente evangélica”, destacou, lembrando que desde que foi fundada, em 2003, a influência dos evangélicos nunca foi tão grande como agora.

Segundo o parlamentar paranaense, as pautas defendidas por eles em Brasília inspiraram a criação da Frente Católica e a Frente Parlamentar da Família e da Vida, que reúne evangélicos e católicos. “Eles perceberam que os nossos temas e os problemas que enfrentamos são os mesmos. Isso nos fez mais fortes”, resume.

O alerta de Takyama para os presentes é que a influência dos ideais de esquerda, que advogam o ateísmo, são um “problema mundial”. Como líder do maior bloco de políticos evangélicos da América Latina, seu pedido foi para que em todas as nações sejam “criadas estratégias” para que no futuro a Igreja em todo o continente permaneça combativa no campo político para que não ocorram mais situações como a da Venezuela.

Com um número expressivo de evangélicos, se tornou uma ditadura de esquerda e a mesma ameaça paira sobre outras nações como a Bolívia e até mesmo o Brasil.

“Os ‘dias difíceis’ sobre os quais o apóstolo Paulo alertava em 2 Timóteo 3 já chegaram, mas precisamos continuar defendendo nossos valores não só na igreja, mas em todas as áreas da sociedade”, encerrou.

O “Parlamento e Fé”, que vai até o domingo 29, tem a cobertura exclusiva do portal Gospel Prime.

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Tiago Simon, deputado estadual do RS. (Foto: Claudia Werhli da Silva)
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Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Casal usa Bíblia para alfabetizar e cria 8 mil núcleos de leitura em regiões carentes

Atualmente, o pastor Gilberto Stevão e sua esposa, Maria José, viajam por todo o Brasil, realizando treinamentos para formar novos educadores.

Pastor Gilberto Stevão e sua esposa Maria José desenvolveram um método de alfabetização pela Bíblia, que atualmente é usado por mais de 170 igrejas e formou mais de 8 mil núcleos de leitura. (Foto: Novo Notícias)


Nos próximos dias 27, 28 e 29 de abril (sexta, sábado e domingo), o Rio Grande do Norte receberá o pastor e educador Gilberto Stevão, junto à sua esposa, Maria José de Lima Stevão, para a realização de mais uma oficina de capacitação para monitores e professores alfabetizarem por meio da leitura bíblica.

O casal desevolveu esse projeto há mais de 30 anos, organizando mais de 8 mil núcleos de leitura em áreas necessitadas e formando mais de 37 mil monitores e professores em 170 igrejas no Brasil e no exterior.

Atualmente, no Brasil estima-se que há pelo menos 12 milhões pessoas que ainda não sabem ler, nem escrever.

Segundo relatos do pastor Gilberto Stevão, há cerca de 32 anos, foi um problema de saúde que o levou a ficar em casa por algum tempo e este foi o momento que ele aproveitou para elaborar o projeto.

“Neste período como pastor e com grande experiência como educador, comecei a ver a Bíblia com certa particularidade e tive a ideia de criar um método para ensinar a ler com a Sagrada Escritura”, explicou.

Durante décadas dessa iniciativa, mais de 30 projetos foram beneficiados pelo método, atendendo a diversos públicos, como por exemplo refugiados do Haiti, África e Síria.

O treinamento será realizado pelo pastor Gilberto Stevão no Rio Grande do Norte, nos dias 27, 28 e 29 de abril, na Igreja Eterna Aliança, localizada à Av. Tenente Cordeiro, n. 400, na cidade de Parnamirim. Para mais informações, ligue para (84) 9.9982-2595 ou 9.9927-7656 (falar com Cíntia ou Salomão).

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO NOVO NOTÍCIAS

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Seguindo orientação médica, Cláudio Duarte reduz agenda

Pastor chegou a passar mal em uma das suas ministrações

por Jaqueline Freires

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Claudio Duarte e seu médico

O pastor Cláudio Duarte anunciou em sua conta no Instagram que atendendo a orientações médicas, estará reduzindo sua agenda de ministrações.

“A Voz anda reclamando. Atendendo orientação médica. Diminuindo os compromissos”, disse na rede social.

A notícia foi dada duas semanas após o pastor passar mal durante uma ministração para casais na Adalpha, em São Paulo. Na ocasião, o pastor falou que aguardaria um posicionamento médico.


“Tive um pico de pressão e terminei o evento pouco antes do previsto. Só tenho a agradecer ao público que esteve presente. Estou aguardando o posicionamento médico, mas terei que reduzir meus compromissos. Peço orações. Muito obrigado a todos”, disse em sua rede social.


Muitos deixaram mensagens de apoio ao ministro nas redes sociais. “Deus no controle, sempre. Ele está cuidando de ti, pastor. Deus o conhece muito bem e sabe o quanto é importante a realização da sua obra nesse mundo terreno. Glorifico a Deus pela sua vida. Muitos têm sido transformados através das suas pregações. Deus o abençoe”, disse uma das internautas na conta do pastor.

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Gibi deixou o "Originais do Samba" para servir a Cristo: "Deus me tirou do inferno"

Ao tentar se matar, Gibi tropeçou em uma Bíblia que havia jogado fora e entendeu que estava sendo chamado por Deus.


  • O Originais do Samba é um grupo brasileiro formado na década de 1960, no Rio de Janeiro e que ainda existe. José Rodrigues, mais conhecido como Gibi, fez parte da segunda formação do grupo, substituindo o humorista “Mussum”, que ficou conhecido no programa “Os Trapalhões”. Gibi tinha tudo o que queria, menos a verdadeira felicidade.

    “Tenho 66 anos e aos quatro foi a primeira vez que eu subi em um palco para cantar. Ali fiz a minha primeira apresentação como cantor e comecei a amar a música. Quando eu me vi como profissional, vi o grupo ‘Originais do Samba’ e disse: ‘Vou entrar nesse grupo’. Então eu falei com um pai de santo para saber como que eu fazia para entrar”, contou.

    “Ele disse que eu teria que pagar o preço eu não pensei duas vezes. Eu tive que pagar o preço e foi alto. Ali eu consegui entrar no lugar do Mussum, virei destaque no grupo, fiquei conhecido no Brasil inteiro, Portugal, Itália, França e Japão. Estava fazendo muito sucesso, ganhando muito dinheiro. Mas em compensação, minha vida começou a ficar muito conturbada”, lembrou.

    “Eu tinha muito dinheiro, eu comprava o que eu queria, eu gastava com o que eu queria. Uma mulherada que não acabava. Casei cinco vezes. Um dia, uma namorada me levou em uma igreja eu estava com a vida carregada. Quando eu cheguei lá estava com a vida derrotada, mas estava ali com a cabeça levantada”, disse.

    “Fui embora revoltado, briguei com a namorada e disse: ‘Você me levou para um lugar que só tem ladrão’. Eu gravei uma canção só para afrontar os pastores da igreja”, disse ele se referindo a “Se gritar Pega Ladrão” de Bezerra da Silva.

    Suicídio

    “Tentei o suicídio, foram mais de 30 comprimidos de Diazepam. Tomei com meio litro de conhaque para ver se acabava comigo. Eu tinha em casa um altar montado para as entidades e todo dia eu ia lá e conversava com essas imagens. Perguntava porque as coisas não estavam dando certo, o que estava acontecendo. Então eu peguei um taco de beisebol e desci a madeira em tudo”, contou.

    “Quebrei todas as imagens. A briga foi tão feia que eu virei para Deus e disse que ele também era um. Eu levantei uma Bíblia para o alto e disse: ‘Isso aqui para mim é lixo’. Joguei a Bíblia fora. Saí correndo para pular do 12º andar e na hora que eu corri tomei um tropeção e cai em cima da Bíblia que estava aberta no livro de Salmos, 81”, salientou.

    “Era o próprio Deus falando comigo. Naquele dia peguei a Bíblia do chão e agarrei como se estivesse abraçando a Deus. Fiquei sozinho, adormeci e acordei ouvindo o homem falando na televisão: ‘Eu quero você aqui hoje’. Quando eu cheguei na igreja estacionei longe, porque eu era conhecido. Quando começou o culto a palavra que foi dita me chamou muita atenção”, comentou.

    Na hora do apelo, José correu para o altar. “Me misturei no meio do povo, agarrei aquele altar como se estivesse segurando na mão de Deus. Voltei para casa feliz da vida. Matei a velha criatura, matei os demônios, matei tudo que estava junto comigo. Eu tive que continuar fazendo shows, mas já não me sentia bem. Não era mais a mesma pessoa. Eu acabei falando com o dono do grupo e disse que ia sair”.

    “O conjunto estava no auge, mas eu saí e senti que um peso saiu de mim. Hoje digo que o Senhor Jesus havia dado tudo dele para mim, mas eu queria conhecer Deus de fato. Deus me tirou do inferno e me colocou sentado ao lado dos príncipes”.

    FONTE: GUIAME

    terça-feira, 24 de abril de 2018

    Congresso reunirá políticos evangélicos de todo o continente no Brasil

    “Parlamento e Fé” é uma iniciativa global que visa conciliar política e valores cristãos

    por Jarbas Aragão
    Congresso reunirá políticos evangélicos de todo o continente no Brasil

    O ministério “Parlamento e Fé” nasceu em 2009 em Buenos Aires, Argentina. Fundado pelo pastor Luciano Bongarra, seu propósito é “fazer discípulos de Jesus Cristo no mundo da política”. Presente em diferentes partes do mundo, seu encontro anual ocorrerá entre 26 e 28 de abril em Gramado, Rio Grande do Sul.

    O pastor Bongarra, que preside o ministério explica que a Igreja muitas vezes minimiza o mandato de que o evangelho é para “todas as pessoas”. Isso significa que, muitas vezes, nos sentimos desconfortáveis quando pensamos que para cumprir a Grande Comissão também é necessário levar a mensagem de jesus àqueles que ocupam “espaços privilegiados” na sociedade, incluindo os políticos.

    Esse é um dos objetivos que o “Parlamento e Fé” tem levado como prioridade. A metodologia utilizada é realizar encontros estaduais, nacionais e globais. O mais recente, de 2017, foi em Jerusalém e contou com a presença de líderes evangélicos e políticos de países da Europa e da América.

    Cientes das mudanças pelas quais passam as Américas, que está vendo a vitória de lideranças políticas conservadoras nas eleições em vários países, o encontro realizado no Brasil fará uma análise da situação e “estimular cristãos comprometidos a ocuparem espaços políticos”, explica Bongarra.

    “O governo de uma nação é um papel muito importante, que deve levar a igreja a orar por ele. Nós acreditamos em estados seculares, mas com valores. Já não há lugar para líderes ‘iluminados’ ou ‘religiosos messiânicos’. A política da perspectiva humana é administrar e servir o povo e isso deve ser feito por aqueles que estão preparados. O que não impede que sejam pessoas cristãs”, avalia.

    O pastor conta que, na sua origem, o ministério era constituído de apenas três pessoas incrédulas, mas Deus lhe foi dando estratégias e hoje está presente em várias nações, onde procuram reunir políticos e compartilhar com eles a boa nova. “Fazemos reuniões com muita gente, em diferentes lugares. Buscamos que em cada Congresso, de cada cidade, haja um homem de Deus compartilhando os valores de Jesus Cristo”, encerra.

    No encontro de Gramado, falarão aos presentes várias personalidade de destaque, como o norte-americano Mario Bramnick, que faz parte do grupo de conselheiros do presidente Donald Trump, Fabricio Alvarado (deputado da Costa Rica que concorreu a presidência do país este ano) e o deputado pastor Takayama, presidente da Frente Parlamentar Evangélica do Brasil.

    A organização tem no Brasil como diretor o pastor Gesse de Roure Filho, que a partir de Brasília já faz um trabalho no meio político em vários estados. Maiores informações poderão ser obtidas pelo email parlamentoyfebrasil@gmail.com

    O portal Gospel Prime fará a cobertura do encontro para a língua portuguesa a partir desta quinta (26), com boletins diários e entrevistas.


    Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

    segunda-feira, 23 de abril de 2018

    Governo do Egito legaliza mais de 200 igrejas após forte crescimento do cristianismo

    Este foi o segundo lote de oficialização concedido pelo governo. No primeiro, 53 igrejas foram legalizadas.

     O governo legalizou 219 igrejas e edifícios afiliados a igrejas. (Foto: Reprodução).

    Sherif Ismail, o primeiro-ministro do Egito, pediu que o processo de legalização de igrejas que ainda não são licenciadas seja "acelerado". Ele fez o pedido logo depois que um segundo lote de oficialização fosse concedido nesta semana.

    Dessa vez, o governo legalizou 219 igrejas e edifícios afiliados a igrejas. Apesar disso, outras 3.511 ainda permanecem na lista de espera.

    Essas igrejas que ainda não foram licenciadas, foram construídas sem permissão, pois era “quase impossível” construir ou restaurar uma igreja até que a Lei para Construir e Restaurar Igrejas foi aprovada em setembro de 2016.

    É de grande importância que essas igrejas sejam rapidamente legalizadas, pois há uma demanda por templos oficiais em resposta ao crescimento do cristianismo no Egito. Além de restaurar locais de adoração que estão em má condições, de acordo com o site de notícias Watani.

    Os últimos números publicados pelo site cristão Operation World mostram que o número de cristãos na população está crescendo, especialmente dentro da igreja evangélica, que mostra um crescimento anual de 4,6%.

    Apesar da boa notícia, esse crescimento de cristãos no Egito não tem sido popular. Muitas das igrejas que estão esperando as licenças estão sendo atacadas por extremistas muçulmanos.

    Sabe-se que igrejas foram atacadas no dia 14 de abril, no mesmo dia da visita do Comitê de Autoridade Predial que foi inspecionar um prédio em preparação para legalizar a condição de uma igreja.

    O Ministério Portas Abertas soube por meio de fontes locais que as autoridades muçulmanas tinham ouvido falar sobre a inspeção matinal e depois, por volta das 19h, atacaram a igreja e algumas casas de cristãos próximas.

    Alguns cristãos ficaram feridos e ouviram ataques verbais como: “Não queremos uma igreja na nossa aldeia” e “Allahu akbar”, que significa “Alá é o maior”.

    FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO PORTAS ABERTAS

    domingo, 22 de abril de 2018

    Teólogo diz que Paulo seria considerado um “extremista” pela igreja moderna

    NT Wright acredita que, pregasse hoje, a mensagem do apóstolo seria rejeitada pelos cristãos


    por Jarbas Aragão
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    NT Wright

    O que a igreja moderna diria sobre o apóstolo Paulo? Para o estudioso bíblico de renome mundial NT Wright, a mente ocidental moderna se desesperaria com o que esse “extremista” realmente pensava sobre o papel dos cristãos.

    Para Wright, Paulo poderia ser considerado uma pessoa até perigosa. O teólogo está lançando seu livro “Paulo: A Biografia”, onde mostra como não procede a tentativa de alguns pastores de tratar o Novo Testamento como uma obra dividida em dois pensamentos distintos.


    “Alguns querem contrastar Paulo e Cristo – o primeiro seria austero e agressivo, mais interessado em pecado, doutrina e julgamento após a morte que o último, descrito como um pregador pastoral, que só fala do Reino de Deus”, resume.


    Professor da Universidade de St. Andrews, na Escócia, Wright passou grande parte de sua vida estudando a Bíblia e escrevendo. Em seu currículo possui várias obras de denso cunho teológico. A opção agora foi fazer uma biografia do apóstolo contada em forma de romance. Um “drama” envolvente, mostrando como ele passou de um fariseu perseguidor de cristãos ao pregador que ajudou a estabelecer as bases doutrinárias da igreja.

    O autor não tem dúvida que o apóstolo Paulo é “um dos intelectuais públicos mais influentes da história do mundo”, realizando um fato “extraordinário”, considerando que sua obra na verdade fora um punhado de cartas.


    “Paulo ensinou à primeira geração da igreja mundial como agir, iniciando um novo processo para ensinar as pessoas a pensar, de maneira diferente, em Cristo. É por isso que ele diz em Romanos 12: ‘Sejam transformados pela renovação de suas mentes’. Esse é o desafio, criar uma nova maneira de pensar”, assegura.

    Outro elemento essencial do trabalho de Paulo é a preservação da herança judaica, algo que se choca com a dolorosa realidade do antissemitismo de hoje. “A cultura ocidental ainda não descobriu quem são os judeus e o que devemos pensar sobre eles”, assegura Wright.

    “Paulo acredita ser um judeu completo por seguir o Messias de Israel. Grande parte da tradição ocidental posterior ‘filtrou’ os elementos judaicos da sua mensagem”, lamenta o estudioso.

    Uma das questões levantadas por Wright no livro é como Paulo ofenderia muitos dos pastores modernos. Em tempos onde se fala tanto em fanatismo religioso, as ideias do apóstolo aos gentios não seriam bem-vindas na maioria dos púlpitos. Afinal, o apóstolo sempre enfatizou que a salvação é só em Cristo, não deixando dúvidas sobre o destino daqueles que não seguem o caminho proposto por Deus: a condenação ao inferno.


    Caso fosse colocado em uma igreja típica do século XXI, a reação do público seria: “Obrigado, mas não gostamos disso. Isso nos coloca em problemas, teríamos desentendimentos com nossos vizinhos e nossos amigos, não queremos nada disso”.

    Evangelho da “vida abençoada”

    Refletindo sobre religião e sociedade no ocidente nas últimas décadas, Wright diz que “a internet e o islamismo são duas coisas importantes que reformularam nossa maneira de pensar e de agir. Agora associamos extremismo aos islâmicos. Qualquer um que tenha uma visão clara sobre o que diz a Bíblia já chamamos de extremista”.

    Um dos maiores problemas do evangelho pregado hoje em dia é que as pessoas só querem uma “vida tranquila e abençoada”. “Se Paulo pudesse voltar hoje, acho a coisa que mais iria surpreendê-lo e horrorizá-lo é nossa falta de unidade e pior, o quando não nos importamos com essa falta de unidade. Em todas as suas cartas ele fala ​​sobre unidade… seu foco era na unidade e santidade, algo que seria essencial, mas que hoje não são tratadas como questões essenciais nas igrejas.”

    Quando questionado sobre os constantes debates sobre sexualidade, Wright adverte contra um dualismo que envolve a graça da criação e um gnosticismo que minimiza a sacralidade do corpo.

    Ele explica: “Precisamos lembrar que a igreja primitiva não seguia os caminhos do mundo, tentando ser como o mundo. Você não pode dar respostas aos dilemas morais de nossos dias, sem ver como os primeiros cristãos abordaram isso. É a máxima paulina novamente: temos que aprender não apenas o que pensar, mas como pensar”. Com informações Christian Today

    Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

    sábado, 21 de abril de 2018

    Sóstenes Cavalcante quer revogar honraria dada por Lula a ditador da Síria

    Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul foi concedida a Assad em 2010


    por Jarbas Aragão

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    Lula e Al-Assad

    O ditador sírio Bashar Al-Assad desfrutou por muitos anos de laços de amizade com diversos governantes. Com os recentes ataques químicos contra seu próprio povo e seu comprovado comportamento sanguinário, agora vê ruir o que lhe restava de reputação internacional.

    O presidente Emmanuel Macron, que coordenou com Donald Trump e Theresa May ataques contra posições militares sírias na última semana, pediu que o Congresso da França retire do ditador sírio de sua Legião de Honra. A condecoração foi entregue a Assad pelo ex-presidente francês Jacques Chirac, em 2001.

    No Brasil, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva concedeu a Bashar Al-Assad o Grande Colar da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, em 2010. Porém, o deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ) já apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) nº 913/2018, visando revogar a honraria.

    Segundo Sóstenes, “a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul reconhece pessoas físicas ou jurídicas estrangeiras que se tenham tornado dignas do reconhecimento da Nação brasileira, o que, indubitavelmente, não é o caso do ditador sírio Bashar Al-Assad, uma vez que este é figura reconhecida internacionalmente como tirano e criminoso de guerra, já na ocasião em que lhe foi concedida a honraria, em 12 de julho de 2010”.

    O parlamentar lembra também que, em 2010, o ditador Assad visitou diversos países da América Latina, incluindo Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil. Ele buscava então apoios para sua manutenção no poder e fortalecimento político. “Foi precisamente nesta ocasião, em sua visita ao nosso país, que o tirano foi agraciado com a mais alta condecoração da República, a Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul”, destaca o democrata carioca.

    A iniciativa de Sóstenes deu-se por entender que “É inconcebível que um tirano brutal e criminoso de guerra como Bashar Al-Assad, que deverá enfrentar o Tribunal Penal Internacional, onde será responsabilizado pelas atrocidades que vem cometendo contra seu próprio povo, venha ostentar a mais importante condecoração da nação brasileira”.

    O deputado encerrou dizendo que o Brasil “tem entre seus princípios o respeito aos direitos humanos, a relação fraterna e pacífica entre seus membros e com a comunidade internacional, o respeito à pluralidade e a diversidade, e o apego à liberdade e a democracia; todos aviltados pelas condutas bárbaras praticadas pelo ditador”.

    Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br