sábado, 25 de março de 2023

Tentativa de suicídio leva ex-jogador de beisebol a Jesus: “Deus me pegou pela mão”

Em desespero, Jason Grimsley apertou o gatilho da arma em sua cabeça, mas ela não disparou.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO THE CHRISTIAN POST

Jason Grimsley testemunhou que foi resgatado por Deus. (Foto: Instagram/Jason Grimsley).

O ex-jogador de beisebol Jason Grimsley, dos Estados Unidos, testemunhou como uma tentativa de suicídio o levou a Jesus e transformou sua vida.

Hoje com 55 anos, Jason jogou por seis times da Liga Principal de Beisebol, de 1989 a 2006.

Enquanto se destacava em sua carreira, o atleta conheceu o Evangelho. “Fui salvo em 1999, o primeiro ano em que entrei para o New York Yankees e um dos melhores anos da minha vida”, contou em entrevista ao The Christian Post.

“Eu estava realmente queimando. Na verdade, minha esposa até disse: 'Querido, você está gastando muito tempo com Deus e pouco tempo comigo’. Eu estava apenas lendo; eu estava interessado, eu estava vivendo isso”.

Porém, naquele ano, Grimsley teve uma boa atuação em campo e conquistou um título mundial com os Yankees.

O sucesso e a fama acabaram enchendo o coração do jogador de orgulho. "O ego começou a rastejar de volta à minha vida, e isso iniciou uma queda, voltando a ser egoísta”, revelou Jason.

Filho pródigo

Ele caiu novamente em hábitos perigosos. Em 2015, aposentado do beisebol de uma forma que não gostaria, o ex-atleta entrou em um estado de desesperança.

“Me afastei de algo que eu amo muito, somado aos demônios que eu estava lutando. Eu era o filho pródigo que sentia que havia ganhado tudo e feito tudo certo”, lembrou.

Até que Jason tentou tirar sua própria vida. "Acabei na floresta com uma arma na cabeça, puxei o gatilho e ela não disparou”, disse.

Depois da tentativa de suicídio falhar, o jogador disse que foi resgatado pela graça de Deus.

“Deus me pegou pela mão e disse: 'Vou mostrar a você que não há nada que possa fazer para ganhar o meu amor. Eu te amo. E isso é um relacionamento, e vamos caminhar juntos'", testemunhou.

Ele também destacou que o amor de sua esposa durante esse período mostrou o cuidado do Senhor em sua vida.

“Minha esposa disse: 'Eu te amo, eu te perdoo, Deus te perdoa, agora você tem que se perdoar’. E sua graça abriu a graça que o Senhor tem para mim", refletiu Jason.

O ex-jogador dedicou toda sua vida a Jesus e, este ano, lançou um livro contando sua história de redenção em Deus.

Caso você esteja pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada como o CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade.
O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

quarta-feira, 22 de março de 2023

Jogador de hóquei se recusa a usar camisa LGBT: “A Bíblia é minha maior autoridade”

James Reimer se baseou em sua fé e não aceitou participar de ação em homenagem ao orgulho LGBTQIA+ .

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA CNN

James Reimer jogador de hóquei cristão. (Foto: Reprodução/Bridget Samuels/Flickr)

O goleiro do time de hóquei San Jose Sharks, James Reimer, não aceitou usar uma camisa de aquecimento pré-jogo em apoio à comunidade LGBTQIA+, no último sábado (18). Na “Noite do Orgulho”, ele declarou sua fé na Palavra de Deus.

“Durante todos os 13 anos da minha carreira na NHL (Liga Nacional de Hóquei), tenho sido cristão. Não apenas no título, mas em como escolho viver minha vida diariamente”, disse James.

Segundo a CNN, o atleta afirmou que não sente ódio por ninguém e sempre se esforçou para tratar todos com respeito e bondade.

“Tenho uma fé pessoal em Jesus Cristo que morreu na cruz por meus pecados e, em resposta, me pede para amar a todos e segui-lo”, contou ele.

“Neste caso específico, estou optando por não endossar algo que seja contrário às minhas convicções pessoais baseadas na Bíblia, a maior autoridade em minha vida", acrescentou James.

O jogo

Os jogadores do Sharks usaram camisetas com o tema Pride, desenhadas pela artista Houyee Chow, de San Jose, Califórnia, que se descreve como educadora queer (pessoas que transitam entre os gêneros, sem concordar com tais rótulos, ou que não saibam definir seu gênero e orientação sexual).

Em comunicado divulgado antes do jogo, os Sharks declararam apoio à causa LGBTQIA+. O time perdeu em casa por 4 a 1, contra o New York Islanders e James não jogou a partida.

De acordo com a CNN, o atleta, de 35 anos, foi questionado por um repórter que perguntou se ele estaria “preocupado que sua postura social possa impedir outro time de contratá-lo”.

Em resposta, James informou: “Tenho certeza de que há pessoas na diretoria ou proprietários de times que não vão ver isso com bons olhos”.

“Contudo, espero que haja mais um punhado de pessoas nessas categorias que me respeitem por defender aquilo em que acredito. Isso é uma grande parte de quem eu sou”, concluiu o jogador.

segunda-feira, 20 de março de 2023

‘Descobri o amor de Jesus com quase 50 anos, perdi muito tempo’, diz Luciano Camargo

O cantor revela que conheceu Deus na juventude, mas só agora está vivendo uma paixão com Cristo: ‘É o primeiro amor’.

FONTE: GUIAME, CRIS BELONI

Luciano Camargo lendo a Bíblia. (Foto: Reprodução/Instagram Luciano Camargo)

O cantor Luciano Camargo, da dupla “Zezé Di Camargo e Luciano” refletiu sobre seu relacionamento com Deus, dizendo que descobriu o amor de Jesus com quase 50 anos de idade.

Ele postou em seu Instagram, na quinta-feira (16), uma foto onde está lendo a Bíblia e escreveu: “Quando você entende que não é mérito seu ser amado por Ele, dá um nó na cabeça mesmo”.

“Aí você olha para tudo que viveu na graça Dele e sem enxergar, você pensa… perdi muito tempo, como assim? Aí você não quer mais parar, você quer conhecê-lo cada vez mais… Eu quero mais de Ti, eu quero mais de Ti”, continuou.


‘A minha fé está fervendo’

Luciano já contou em outras ocasiões que sua história com Deus começou aos 17 anos, mas que ainda não acreditava em Jesus e não tinha um relacionamento de fé com o Criador.

“Hoje eu falo isso, a minha fé e a minha vontade de servir a Deus está fervendo, está tomando tudo dentro de mim”, destacou durante uma entrevista em 2020 à Rede Record.

Em junho de 2022, ele falou ainda mais abertamente sobre sua fé à apresentadora Karina Bacchi, do Positivamente Podcast: “Minha caminhada com Jesus está começando e eu sei que é para sempre”.

‘Cantar é muito diferente de louvar’

O cantor que, recentemente, postou uma foto com sua família durante um batismo no rio Jordão, em Israel, disse que se inspirava na fé e nas orações da mãe: “Eu fazia oração à noite, para dormir ou quando subia no palco, essa era a minha oração”.

Ele conta que conhecia Deus, mas não sentia o que sente hoje: “Eu conheci Deus há 18 anos, mas esse amor, essa paixão, essa coisa de acreditar é de agora, é o primeiro amor”, disse durante uma entrevista ao pastor Lamartine Posella, em 2021.

Luciano descreve sua experiência como “maravilhosa” e admite que o “toque do Espírito Santo” em sua vida transformou tudo.

Sobre seu novo trabalho com a música gospel, ele destacou que cantar é muito diferente de louvar: “Quando você canta uma música romântica, você busca algo externo para a emoção. É uma emoção controlável. Louvar é diferente, se você tentar controlar, se emociona ainda mais”.

Sobre sua vida com Deus, ele diz que é algo muito prazeroso, mas que também acarreta em grandes responsabilidades.

“Eu tenho um milhão de vezes mais obrigação de andar com Cristo, porque Ele nunca me deixou cair. Muitos precisaram cair num buraco para enxergar a Deus. Eu tenho que me ajoelhar todos os dias e agradecer”, concluiu.

sexta-feira, 17 de março de 2023

Escola cristã é banida de torneios após perder jogo contra equipe com trans

A diretora da Mid Vermont Christian School criticou a decisão de banir os atletas de todos os esportes da escola.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FOX NEWS

Todas as equipes esportivas da Mid Vermont Christian School foram banidas dos torneios. (Foto: Mid Vermont Christian School).

Uma escola cristã nos Estados Unidos, que desistiu de jogar contra uma equipe com jogador trans no campeonato de basquete feminino, foi banida dos torneios estaduais.

A Associação de Diretores de Vermont (VPA), que regula o esporte no estado de Vermont, determinou que a Mid Vermont Christian School (MVCS) violou as políticas de gênero, raça e deficiência da organização.

“O VPA reitera novamente seu apoio contínuo a estudantes-atletas transgêneros não apenas como parte da construção de uma comunidade inclusiva para que cada aluno cresça e prospere, mas também como uma expectativa clara da(s) lei(s) do estado de Vermont na Agência de Educação Melhor Práticas e na Política VPA em relação aos estudantes atletas transgêneros", afirmou a associação, em um comunicado.

A proibição vale para todas as equipes esportivas da escola cristã. A diretora da Mid Vermont, Vicky Fogg, declarou que cancelar o colégio não resolverá o problema.

“A Mid Vermont Christian School está desapontada com a decisão do Conselho Executivo da VPA de nos proibir de participar de todas as atividades", declarou a diretora à Fox News Digital, na terça-feira (14).

"Pretendemos apelar da decisão. Cancelar nossa associação não é uma solução e não faz nada para lidar com a questão muito real de segurança e justiça enfrentada pelo esporte feminino em nosso amado estado. Instamos o VPA a reconsiderar suas políticas e equilibrar os direitos de todos os atletas”.

Relembre o caso

No mês passado, a equipe feminina de basquete da escola cristã, o Eagles, foi escalada para jogar contra o Long Trail Mountain Lions durante o campeonato estadual.

Mas, depois que foi revelado que um estudante transgênero estava na equipe adversária, o time Eagles decidiu desistir do jogo e perdeu o campeonato.

Segundo a diretora Vicky Fogg, a escola cristã considerou que era injusto e perigoso as alunas jogarem contra um homem.

"Desistimos do torneio porque acreditamos que jogar contra um adversário com um homem biológico põe em risco a justiça do jogo e a segurança de nossas jogadoras. Permitir que homens biológicos participem de esportes femininos abre um mau precedente para o futuro dos esportes femininos em geral”, afirmou Vicky, anteriormente à Fox News.

Política trans no esporte

Uma lei estadual de Vermont permite que estudantes atletas participem de esportes que correspondem a sua identidade de gênero.

Segundo a Agência de Educação de Vermont, a permissão para a participação de trans em competições é analisada caso a caso.

A Agência ainda estabeleceu que alunos transgêneros não devem ser obrigados a usar o banheiro ou o vestiário “que entre em conflito com a identidade de gênero".

Nos últimos meses, a política trans no esporte de Vermont já causou conflitos em escolas.

Como o caso de uma equipe feminina de vôlei da Escola Secundária de Randolph que foi banida do próprio vestiário, depois de protestar contra a presença de um estudante trans no local.

quarta-feira, 15 de março de 2023

Treinador demitido por orar em campo é reintegrado à escola nos EUA

Joe Kennedy processou o distrito escolar em 2016, acusando-o de violar sua liberdade religiosa.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

O treinador Joe Kennedy orando no campo. (Foto: Reprodução/First Liberty)

Após alguns meses de sua vitória na Suprema Corte dos EUA, o treinador Joe Kennedy, que trabalhava em uma escola pública no estado de Washington e havia sido demitido por fazer orações no campo após os jogos, foi finalmente readmitido em seu cargo.

Kennedy, que havia sido punido pelo Distrito Escolar de Bremerton por orar em campo após os jogos de 2015 e reintegrado em sua função, segundo informou o grupo jurídico da First Liberty Institute em um comunicado na semana passada.

"Estamos entusiasmados com o fato de Bremerton e o treinador Kennedy estarem juntos novamente e esperamos que eles continuem invictos", disse o conselheiro geral executivo do grupo, Hiram Sasser.

Como um cristão comprometido, Kennedy continuou praticando o ato de se dirigir à linha de 50 jardas após os jogos e se ajoelhar em oração, frequentemente acompanhado por torcedores e jogadores que se uniam a ele nesse momento.

Em outubro passado, advogados representando tanto Kennedy quanto o Distrito Escolar de Bremerton apresentaram uma estipulação conjunta no tribunal, que afirmava que o treinador seria readmitido em seu cargo anterior como assistente técnico até o dia 15 de março de 2023.

O distrito escolar inicialmente suspendeu Kennedy por se recusar a parar de orar no campo. O órgão acreditava que a oração feita pelo treinador violava a Cláusula de Estabelecimento da Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

Liberdade religiosa

Kennedy processou o distrito escolar em 2016, acusando-o de violar sua liberdade religiosa.

Em 2017, um painel de três juízes do Tribunal de Apelações do 9º Circuito dos EUA decidiu contra Kennedy e, inicialmente, a Suprema Corte dos EUA se recusou a ouvir uma apelação no caso em 2019.

Em março de 2021, um painel de três juízes do Circuit Court decidiu novamente contra Kennedy.

Em janeiro de 2022, a Suprema Corte dos Estados Unidos concordou em ouvir o caso de Kennedy. No entanto, um mês depois, o distrito escolar entrou com um pedido de arquivamento do caso, alegando que o caso era questionável porque Kennedy havia se mudado para a Flórida. A equipe jurídica de Kennedy, no entanto, esclareceu que o treinador havia se mudado temporariamente para cuidar de um familiar doente.

Em junho passado, os juízes decidiram a favor de Kennedy com uma decisão de 6-3.

Orações em silêncio

"Kennedy orou durante um período em que os funcionários da escola estavam livres para falar com um amigo, ligar para fazer uma reserva em um restaurante, verificar e-mails ou tratar de outros assuntos pessoais. Ele ofereceu suas orações em silêncio enquanto seus alunos estavam ocupados. Ainda assim, o distrito escolar de Bremerton o disciplinou de qualquer maneira", escreveu o juiz Neil Gorsuch para a maioria.

"Tanto as Cláusulas de Livre Exercício quanto de Liberdade de Expressão da Primeira Emenda protegem expressões como a do Sr. Kennedy. ... A Constituição e as melhores de nossas tradições aconselham respeito mútuo e tolerância, não censura e supressão, tanto para visões religiosas quanto não religiosas."

Kennedy respondeu à sua vitória, dizendo que tudo o que queria "era estar de volta ao campo com meus rapazes".

"Sou incrivelmente grato à Suprema Corte, à minha fantástica equipe jurídica e a todos que nos apoiaram", disse ele em comunicado. "Agradeço a Deus por responder às nossas orações e sustentar minha família durante esta longa batalha."

segunda-feira, 13 de março de 2023

Bacia de cobre: A água de limpeza

Mesmo quando o povo judeu participava de flagrante idolatria, Deus estava disposto a poupá-los da destruição!

FONTE: GUIAME, MÁRIO MORENO

(Foto: Ori229/Creactive Commons)

A parashá [porção] desta semana discute a bacia de cobre que os Kohanim [sacerdotes] usavam para lavar as mãos e os pés antes de realizar o serviço diário no Templo. Podemos nos perguntar por que a bacia é introduzida pela primeira vez nesta parashá, quando já discutimos anteriomente todos os outros vasos e utensílios usados no Templo. Por que a bacia é mencionada separadamente?

Um dos temas desta parashá é que “a salvação de D-us vem em um piscar de olhos” (baseado no Midrash – Yalkut Shemoni, Netzavim #960). Esta lição é vista na história principal da parashá, o Bezerro de Ouro. Depois desse incidente, D-us ficou tão zangado com o povo judeu que chegou a dizer: “Eu os aniquilarei” (Êx 32:10). No entanto, apenas quatro versículos depois, a Torah nos diz: “D-us foi apaziguado em relação ao mal que Ele disse que faria à Sua nação” (Êx 32:14). Mesmo quando o povo judeu participava de flagrante idolatria, D-us estava disposto a poupá-los da destruição!

Vemos neste exemplo extremo que, não importa o quanto caímos ou o quão impuros sentimos que nos tornamos, sempre há uma segunda chance. D-us pode salvar as pessoas a qualquer momento. Portanto, não temos motivos para nos desesperar ou ficar perturbados, pois a salvação está logo ali.

Os dois componentes da bacia de cobre também sugerem esta lição. O interior da bacia contém água. O Slonimer Rebe compara água a teshuva [retorno], com base no versículo: “Aspergirei sobre eles águas purificadoras” (Ez 36:25). A água é frequentemente associada à pureza e à capacidade de ser purificada dos erros do passado.

O Noam Elimelech discute o segundo elemento da bacia: o exterior de cobre (Êx 30:18). A palavra hebraica para cobre, nechoshet, compartilha uma raiz linguística com a palavra nachash, que significa “cobra“. A cobra é frequentemente comparada ao adversário (ha satan) que também está ligado a inclinação para a negatividade, já que a cobra no Jardim do Éden era a personificação original do mal.

Esses dois elementos contrastantes da bacia sugerem uma mensagem importante. Uma pessoa que se aproxima da bacia primeiro toca o cobre (nechoshet), lembrando-se da impureza e do mal. Mas logo atrás daquela parede de cobre está uma fonte de água limpa e purificadora, pronta para lavar os erros do passado! Em outras palavras, mesmo que uma pessoa tenha sido mordida (nashach) pelo nachash (o adversário) e tenha sucumbido às tentações da negatividade, ainda assim, “a salvação de D-us vem em um piscar de olhos”.

Talvez esta seja uma das razões pelas quais a bacia é discutida separadamente de todos os outros vasos do Templo. Esta parashá, que discute a salvação instantânea do povo judeu por D-us após o Bezerro de Ouro, é um lugar apropriado para mencionar a bacia. Seus dois componentes, água e cobre, nos mostram que a fonte de pureza e cura pode nos limpar da escuridão a qualquer momento.

Que todos nós sejamos abençoados com a consciência desta lição, para que, mesmo que tenhamos enfraquecido, não nos permitamos cair no desespero ou na depressão, mas lembremos que a salvação pode vir em um piscar de olhos. Neste mérito, possamos merecer em breve ver a construção do Templo e a reinstituição da bacia, para nos purificar e nos elevar ao mais alto dos níveis.

Tradução: Mário Moreno.

Por Rav. Mário Moreno, fundador e líder do Ministério Profético Shema Israel e da Congregação Judaico Messiânica Shema Israel na cidade de Votorantim. Escritor, autor de diversas obras, tradutor da Brit Hadasha – Novo Testamento e conferencista atuando na área de Restauração da Noiva.

*O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Leia o artigo anterior: Purim: Mais para a história

sexta-feira, 10 de março de 2023

Cristãos levam ajuda humanitária aos sírios após ataque a aeroporto

Depois do terremoto, a ajuda emergencial estava chegando por via aérea, agora os sírios dependem exclusivamente das igrejas locais.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE MNN

Síria depois do terremoto. (Foto: Captura de tela/YouTube Al Jazeera)

Recentemente, houve um ataque aéreo em Aleppo que obrigou o fechamento de um importante aeroporto na região. Conforme notícias da Mission Network News (MNN), a ajuda humanitária após o terremoto chegava via aérea.

A parceria com agências humanitárias é que está ajudando os sírios neste momento tão delicado. A Horizons International agora conta com a ajuda de missionários libaneses e sírios.

“O norte da Síria é apenas uma ‘colcha de retalhos’ de diferentes tipos de feudos. Existem certas áreas que são controladas por grupos governamentais lá e grupos alinhados ao governo, milícias e coisas assim”, explicou Pierre Houssney, diretor executivo da Horizons International.

Ele explica que existem outras áreas que são controladas por diferentes grupos armados que são contra o governo: “Os rebeldes, o povo curdo e todos os tipos de milícias”.

“Por isso, é um enorme desafio para o ministério que oferece ajuda emergencial. Temos que passar por diferentes postos de controle para entrar nas áreas afetadas”, disse Pierre.

Estratégias para ajudar os sírios

“Existem algumas áreas onde nossa equipe libanesa não consegue entrar, então temos que enviar funcionários curdos-sírios para as áreas curdas porque eles podem passar pelos postos de controle. Temos diferentes parcerias com igrejas que nos permitem entrar em diferentes áreas”, explicou.

Além dessas questões, existe ainda outra ameaça, que é a guerra em curso. “E a fome é o método violento usado para infligir danos, pois diferentes facções impedem que a ajuda chegue a certas pessoas”.

“É nesse tipo de cenário onde as pessoas estão apenas lutando para sobreviver que as facções estão lutando umas contra as outras”, disse ao destacar que a luta armada impulsiona a “fome intencional”.

“Como a ajuda vai chegar ao seu destino nesse tipo de clima?”, questionou o missionário.

‘O milagre das igrejas’

Pierre disse que “um milagre pelo qual os sírios podem agradecer a Deus é que ainda existem igrejas evangélicas na região”.

“As pessoas não sabem disso. As pessoas parecem nem perceber isso. Até os muçulmanos estão entrando nas igrejas. Eles estão dormindo nas igrejas em turnos, dia e noite, 24 horas por dia nos bancos das igrejas”, comentou.

Os cristãos estão ajudando, alimentando e cuidando de todos eles, sem nenhum tipo de discriminação.

“Não há mais diferença entre muçulmanos e cristãos naquela área. Eles nem se importam de onde vem a ajuda ou para onde vai a ajuda. Todos estão ajudando uns aos outros, e isso realmente abriu as portas para o Evangelho”, relacionou.

Pierre, no entanto, disse ter uma preocupação: “Tenho medo de que as manchetes mudem e as igrejas sejam abandonadas novamente. Elas ajudaram todas as pessoas ao seu redor e agora não podem ficar sem apoio”.

“Temos que garantir que as pessoas não se esqueçam da Igreja no Oriente Médio só porque se passaram alguns meses desde o terremoto. Orem para que o Senhor mantenha aberta esta porta para o Evangelho e para que o coração das pessoas ainda estejam abertos no norte da Síria. Precisamos dessas orações”, ele pediu ao concluir.

quarta-feira, 8 de março de 2023

Pastor é preso após protestar contra evento drag queen para crianças

Derek Reimer foi acusado de perturbação por protestar contra contação de histórias de drag queen em biblioteca, no Canadá.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE REBEL NEWS E THE POST MILLENNIAL

Derek Reimer foi acusado de perturbação por protestar em evento drag. (Foto: Reprodução/Twitter/Rebel News).

Um pastor no Canadá foi preso após protestar contra um evento de drag queen para crianças, na cidade de Calgary, na semana passada.

Derek Reimer, líder do Mission 7 Ministries, um ministério que ajuda sem-tetos e necessitados, foi detido por policiais perto de sua casa, na quinta-feira (2).

Reimer foi acusado de danos e perturbação por protestar durante um evento de contação de história de drag queen, na Biblioteca Seton, no dia 25 de fevereiro,

Um vídeo, que circulou na web, mostra o pastor sendo retirado à força do local e jogado no chão.

O líder já havia sido detido anteriormente por protestar em um outro show drag.

A prefeita de Calgary afirmou que irá usar as leis anti-assédio de rua para combater manifestações contra eventos “hora da história” de drag queen.

Em uma audiência na segunda-feira (6), o pastor Derek recebeu a liberdade sob fiança de 3 mil dólares, com a condição que permanecesse longe de eventos LGBT.

Porém, ele se recusou a assinar os termos e permaneceu preso. Reimer ficará detido até sua próxima audiência, no dia 14 de março.

Enquanto isso, o advogado do pastor tentará negociar condições de libertação que garantam sua liberdade de expressão.

segunda-feira, 6 de março de 2023

“É muita alegria ver as pessoas chegando à fé”, diz mulher que traduz a Bíblia há 60 anos

Jessie relata que o trabalho é árduo, que há muitos desafios, mas que vale a pena: “As pessoas estão recebendo a palavra de Deus”.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE ETERNITY NEWS

Missionária Jessie. (Foto: Reprodução/Eternity News)

A história de Jessie mostra que Deus trabalha dentro das improbabilidades. Quando ela conta sobre sua infância e a forma como conheceu Jesus, ninguém diria que ela se tornaria uma “tradutora da Bíblia” e que dedicaria a vida toda nesse propósito.

“Um mês depois de eu nascer, minha mãe morreu de pneumonia. Sendo a caçula de seis filhos, meu pai achou muito desafiador cuidar de todos nós, principalmente de uma bebê”, disse.

“Algumas semanas depois, uma vizinha se ofereceu para cuidar de mim temporariamente e, mais tarde, se ofereceu para ficar comigo permanentemente”, continuou ao ressaltar que “foi totalmente amada e cuidada”.

Um acontecimento inesperado

Como a mulher que adotou Jessie era cristã, ela cresceu num ambiente saudável, mas no início da adolescência, teve sua primeira experiência com a dor e a tristeza.

“Em fevereiro de 1950, quando eu tinha 12 anos, estava sentada no banco da frente do ônibus escolar, olhando para fora, enquanto subíamos para o topo de uma colina. Vi um acidente e muitos carros em volta de uma bicicleta na estrada”, relatou.

“O ônibus diminuiu a velocidade quando passamos pelo local e pensei comigo mesma: ‘Essa é a bicicleta de Alan, meu irmão mais velho’. Nós éramos muito próximos. Ao meio-dia, meu pai veio à escola e deu a notícia. Alan morreu de ferimentos na cabeça”, contou.

Dor e oportunidade de se aproximar de Deus

“Lembro-me de toda a emoção depois. Estávamos todos de luto. Muito choro. Foi um luto profundo. Mas de alguma forma, ao mesmo tempo, havia conforto. Minha mãe adotiva era cristã e tinha um versículo na parede da sala, Deuteronômio 33.27 — O Deus eterno é o seu refúgio, e para segurá-lo estão os braços eternos”.

“Foi assim que me senti. Em meio à dor sem fim, tive uma sensação palpável dos braços de Deus ao meu redor, como se ele estivesse chorando comigo, pela perda sem sentido”, afirmou.

“Não muito depois disso, um pastor começou a nos visitar. Um dia, ele disse que estava pensando em nossa família e que todos deveriam conhecer a força do amor de Deus por nós, já que tínhamos passado pelo trauma de ter meu irmão arrancado da família”, disse.

‘Tocou meu coração de forma poderosa’

Segundo Jessie, o pastor ressaltou o fato de que Deus entregou livremente seu único Filho, Jesus, para perdoar e restaurar as pessoas: “E ele disse que realmente precisaríamos entender o amor de Deus por nós”.

“Não consigo lembrar o que meu pai respondeu, mas me lembro da conversa como se fosse ontem. Tocou meu coração de uma forma poderosa. Deus livremente entregou seu Filho Jesus por nós. Isso me fez querer conhecer mais e mais desse Deus amoroso e foi transformador”, disse.

O tempo passou e Jessie foi para a faculdade em Wagga Wagga, na Austrália. “Ali entrei para um grupo cristão missionário. No ano seguinte, tive outra experiência de profunda alegria no Senhor, ajoelhei-me ao lado da cama e orei. Eu ansiava por ir aonde Deus me levasse ao mundo. Seria um grande privilégio estar envolvida na missão de Deus”, enfatizou.

‘60 anos traduzindo a Bíblia’

Alguns anos depois, em 1962, Jessie conheceu Warren numa reunião de missões. “Ele também estava orando a Deus e se disponibilizando para ser enviado. Por ter formação em engenharia e matemática, ele sabia que não era um evangelista ou plantador de igrejas, mas tinha as habilidades necessárias para analisar e desenvolver línguas não escritas”, compartilhou.

Foi então que Warren decidiu que iria fazer um treinamento sobre tradução da Bíblia. “Ele me pediu para ir com ele. Eu disse que iria orar sobre isso. Então ele disse mais claramente: Estou pedindo você em casamento”, lembrou ao contar que aceitou o convite.

Nós nos casamos e, nos 60 anos desde então, trabalhamos na tradução da Bíblia (em idiomas sem escrita) e na alfabetização no Sul da Ásia — primeiro no Nepal, depois na Índia, Paquistão e Cingapura”, citou.

‘Totalmente amados e cuidados’

“Tivemos muita alegria ao ver as traduções concluídas e as pessoas recebendo a palavra de Deus e chegando à fé. Em 2020, voltamos ao Nepal para nos dedicar à uma nova Bíblia na região centro-oeste, 50 anos depois de ter estado lá”,

“É claro que, muitas vezes, tem sido um trabalho árduo. Há montanhas para escalar, cabanas de barro para viver, abastecimento de água incerto, doenças, mas também temos muita alegria”, reconheceu.

“Sempre fomos totalmente amados e cuidados. E meu versículo preferido da Bíblia é João 10.10: ‘Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância’. Isso tem sido uma verdade para mim”, concluiu a missionária.

Pastor desviado é curado em cruzada evangelística e volta para Deus

O pastor teve a visão restaurada e testemunhou sobre a renovação de sua fé.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DA GOD TV

Wilmen, Nathan, Scott e Maurício, no momento do testemunho. (Foto: Reprodução/ YouTube/Nathan Morris - Shake The Nations Ministries)

Um pastor que estava desviado foi completamente curado em uma cruzada evangelística em Honduras após passar 6 anos sem conseguir enxergar direito e, através da cura, ele se reconciliou com Deus.

A cruzada evangélica é conhecida como Shake the Nations (STN), uma organização que realiza eventos evangélicos e trabalho humanitário em países em desenvolvimento, criada pelo evangelista inglês Nathan Morris.

O vídeo publicado no YouTube em dezembro de 2022, mostra o momento em que Wilmen, o pastor desviado, chega ao altar e conta seu testemunho.

“Nathan esse é o Wilmen, ele não conseguia enxergar com o olho esquerdo nos últimos seis anos. Esta noite Deus começou a abrir seus olhos novamente”, disse Scott Bottger, diretor mundial do ministério.

O evangelista Maurício Canales, um dos pastores do ministério STN, perguntou a Wilmen o que havia de errado com ele anteriormente.

“Quando você disse que Deus está curando alguém do olho esquerdo, eu coloquei a minha mão sobre os olhos e quando eu tirei a mão eu estava enxergando claramente”, disse Wilmen.

Wilmen completou o testemunho dizendo que era pastor, mas havia se afastado de Deus. Segundo o vídeo, naquela noite, ele afirmou ter sido restaurado e se reconciliou com Deus quando foi chamado para o altar.

“Eu fui restaurado hoje. Não somente meu olho esquerdo foi curado, mas o meu joelho também foi curado”, disse ele.

“Damos toda a glória e louvor a Jesus Cristo por este incrível testemunho!”, afirmou Nathan na descrição do vídeo.

O ministério de Nathan

Os pais de Nathan são pastores aposentados de uma Igreja Pentecostal e o evangelista é conhecido pelo Bay of the Holy Spirit Revival (tradução livre: Renascimento da Baía do Espírito Santo), ou Bay Revival, um evento cristão que viaja pelos EUA e foi transmitido para mais de 200 paíse ao redor do mundo pela GOD TV.

Milhares de salvações e curas notáveis ​​foram relatadas e inúmeras vidas foram tocadas pelo Espírito de Deus.

Nathan Morris entregou sua vida a Jesus em 2002, logo em seguida Deus colocou uma paixão em seu coração para pregar o Evangelho aos perdidos. Inicialmente, ele começou a pregar nas ruas da Inglaterra e na igreja de seu pai.

Durante os primeiros anos, muitas pessoas começaram a viajar de todas as partes do Reino Unido para experimentar a presença de Deus através de sua vida.

Evangelista Nathan e sua esposa Rachel. (Foto: YouTube/Nathan Morris - Shake The Nations Ministries)

Shake The Nations Ministries

Nathan lançou o Shake The Nations Ministries EM 2006, e começou a viajar para as nações. As primeiras Cruzadas Evangélicas da STN foram realizadas em áreas remotas da África e da Índia e o ministério presenciou a conversão de milhares de pessoas a Jesus nos primeiros dois anos. Numerosos milagres documentados ocorreram, com cegos, surdos e aleijados.

“Louvamos a Deus porque, através do Shake the Nations, tantas almas tomaram decisões por Jesus. Talvez nunca saibamos quantos entregaram suas vidas a Cristo através da Christian Television e outros meios de comunicação”, disse Nathan no site do STN.

Hoje, o evangelista Nathan e sua esposa, Rachel Morris, residem na Flórida Central (EUA). Junto com a equipe do ministério, eles viajam pelo mundo para pregar o Evangelho de Jesus Cristo a todas as nações e ver o poder do Espírito Santo através de sinais, maravilhas e milagres.

sexta-feira, 3 de março de 2023

“Ouçam os pais”: Menino de 11 anos confronta escola por dispor livro pornográfico

Knox Zajac leu em voz alta trechos do livro que descrevia explicitamente uma relação sexual entre dois meninos, ao conselho escolar.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE FAITHWIRE


Knox na reunião do Conselho Escolar de Windham Raymond. (Foto: Reprodução).

Um menino de 11 anos confrontou seu distrito escolar, nos Estados Unidos, por disponibilizar um livro pornográfico na biblioteca de seu colégio.

No dia 15 de fevereiro, Knox Zajac leu em voz alta um trecho do livro “Nick and Charlie”, de Alice Oseman, durante uma reunião do Conselho Escolar de Windham Raymond, no Maine.

“Minhas costas sobre meus quadris. Perguntei se ele deveria tirar a roupa. Ele estava dizendo sim antes de eu terminar minha frase. Ele está tirando minha camiseta, rindo quando não consigo desabotoar os botões de sua camisa. Ele está abrindo meu cinto. Estou procurando uma camisinha na gaveta do criado-mudo”, leu o aluno da sexta série.

Logo depois, ele leu outro trecho mais explícito do livro. A narrativa descrevia em detalhes uma relação sexual entre dois meninos.

Quando Knox retirou o livro na biblioteca, o bibliotecário ainda perguntou se ele gostaria de levar a obra na versão ilustrada em quadrinhos.

Após o menino falar, seu pai Adam Zajac, se pronunciou e criticou o conselho escolar. “Esta é a obscenidade que ele está encontrando”, denunciou Adam.

“Eu não me importo se é gay, hétero, bissexual – quaisquer que sejam os termos para todas essas coisas – [isso] não precisa estar na nossa escola. Não precisa estar na biblioteca do meu filho de 11 anos”.

Crítica à educadores

O pai condenou professores e administradores escolares que acham que sabem o que é melhor para as crianças do que os próprios pais.

“Escutem os pais”, advertiu ele. “Ficarei mais do que feliz em concentrar meu tempo e esforço na segurança de meu filho e filhos nesta escola”.

E continuou: “Eu serei um espinho em seus lados. Eu só quero que você esteja ciente do que você despertou”.

Adam ainda comentou o caso do polêmico livro “Gender Queer” (“Gênero Queer”, em português), que foi retirado de algumas escolas devido ao seu conteúdo sexual.

“Tenho certeza de que muitos de vocês são ótimas pessoas e não têm nada além das melhores intenções para nossos filhos”, disse.

“Mas o fato de que levou quatro meses para uma escola tirar esse livro ['Gender Queer'] da biblioteca é ridículo. Os pais estão aqui agora e estão falando, e vocês precisam ouvir e fazer algo a respeito rapidamente”, afirmou.

Em entrevista ao canal de TV local WGME-TV nesta semana, Knox explicou que quis ler um trecho de “Nick and Charlie” para o conselho escolar porque seu conteúdo o deixava tão desconfortável que ele tinha que falar sobre o tipo de livro que havia na escola.

quarta-feira, 1 de março de 2023

Pastor é atacado ao levar 37 muçulmanos a Cristo durante debate em mesquita

Os líderes da mesquita em Uganda convidaram os líderes da igreja para participar de um debate religioso, sobre o Islã e o Cristianismo.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO MORNING STAR NEWS

Um missionário da IMB ora durante uma reunião do True Love Waits. (Foto ilustrativa: IMB)

Um pastor de Uganda foi agredido em uma mesquita, após ter aceitado um convite feito pelos líderes para um debate religioso no local, informaram fontes ao Morning Star News.

No evento, que duraria duas semanas, os líderes cristãos e muçulmanos fariam a defesa de sua fé para os participantes. Como se fosse uma espécie de desafio religioso.

“Recebemos uma carta-convite do xeque da mesquita de Nakaloke, que organizou o debate na ala de Nakaloke, na cidade de Mbale”, disse o bispo Michael Okia, da Living Stream Church of Christ.

“Decidi enviar o pastor Babi para debater com os muçulmanos por causa de suas habilidades acadêmicas no Alcorão e na Bíblia.”

Após seus argumentos supostamente levarem 37 muçulmanos a entregarem suas vidas a Jesus, o pastor Arthur Asadi Babi, de 42 anos, foi violentamente agredido.

Depois da agressão, que aconteceu em 10 de fevereiro, o pastor foi hospitalizado por oito dias na cidade de Mbale. Ele teve ferimentos no pescoço, uma perna quebrada, uma fratura óssea na mão e inchaço nas partes íntimas, relatou o bispo Okia.

Defesa da fé

De acordo com relatos, o pastor Babi e uma equipe de cristãos começaram a participar da segunda semana do debate, que teria um período de duas semanas.

Em 9 de fevereiro, segundo dia do debate, o pastor Babi apresentou uma defesa do cristianismo usando o Alcorão com respostas da Bíblia sobre a singularidade de Cristo como o Filho de Deus e o único caminho para Deus Pai, explicou o bispo.

“No dia 10 de fevereiro, ao final de sua defesa, o pastor fez um apelo para que a audiência acreditasse em Cristo”, disse Okia. “Surpreendentemente, 29 adultos e 8 crianças entregaram suas vidas a Jesus, todos muçulmanos.”

Agressões físicas

Enquanto os muçulmanos se entregavam a Cristo, o pastor Babi contou que foi imediatamente atacado pelos demais participantes.

“Do nada, os muçulmanos começaram a atirar pedras e, em seguida, com paus e porretes me atacaram, me espancando, e também aos novos muçulmanos convertidos, que abraçaram a fé cristã”, disse o pastor Babi ao Morning Star News.

“Fui atingido na mão direita e na perna esquerda enquanto alguns tentavam me estrangular. Um muçulmano me chutou e machucou minhas partes íntimas, que ainda dói até hoje.”

Segundo relatos, Ben Yasiini, que é membro da igreja, conseguiu resgatar o pastor. Ele também sofreu ferimentos, porém leves, disse o pastor Babi, acrescentando que conseguiu identificar dois dos agressores.

O pastor recebeu tratamento no Grace Medical Center em Mbale e recebeu alta em 18 de fevereiro.

Ministério pastoral

Casado e pai de seis filhos, com idades entre 3 e 17 anos, há sete anos Babi se converteu do Islã para o cristianismo. Hoje pastor, sua igreja fica a apenas quatro quilômetros da mesquita onde sofreu o ataque.

O bispo Okia disse que os líderes da igreja ainda estão avaliando se devem registrar um boletim de ocorrência.

Segundo o Morning Star News, o ataque foi o mais recente de muitos casos documentados de perseguição de cristãos em Uganda.

A constituição de Uganda e outras leis preveem a liberdade religiosa, incluindo o direito de propagar a própria fé e converter-se de uma fé para outra.

Os muçulmanos representam não mais do que 12% da população de Uganda, com altas concentrações nas áreas orientais do país.