domingo, 15 de maio de 2016

Ex-assessora de Shimon Peres conta detalhes sobre recorde de imigração de brasileiros para Israel

(Photo: Yonatan Sindel/Flash90)

Representante da Agência Judaica no Brasil exalta valores democráticos em entrevista ao R7.

O atual momento político e econômico vivido pelo Brasil tem contribuído de forma decisiva para o grande aumento de imigração de brasileiros judeus para Israel. Até 2013, o máximo de brasileiros que iam morar no país judaico foi de 220 por ano. Já em 2014, a quantidade aumentou 40%, chegando a 290 imigrantes e atingiu um pico, inédito nas últimas décadas, de 77% em 2015, quando 496 brasileiros se mudaram para Israel.

Em 2016 o ritmo segue o mesmo e não será surpresa se novo recorde for batido no fim do ano, atingindo o número de mil imigrantes. Em entrevista exclusiva para o R7, Revital Poleg, representante da Agência Judaica no Brasil, órgão do Estado de Israel, fala sobre esses números e sobre o papel da entidade, tão ou mais importante para as comunidades judaicas do mundo inteiro como consulados ou embaixadas. Tendo sido assessora do ex-primeiro-ministro Shimon Peres e ex-chefe de gabinete do presidente do Parlamento (Knesset), Revital também ressalta a importância dos valores democráticos para qualquer país.

Berço do Estado de Israel, a Agência Judaica foi fundada em 1929, quando o país estava sob o mandato britânico e, na ocasião, já que ainda não havia um Estado, tinha o papel de administradora de questões judaicas, inclusive as políticas e econômicas. Vários líderes de Israel já a chefiaram, como o ex-primeiro-ministro David Ben-Gurion. Com a proclamação do Estado de Israel, que completa 68 anos no sábado (14), a Agência passou a ter um papel essencialmente comunitário.

R7 – Qual é o papel da Agência Judaica junto a Israel e às comunidades judaicas do mundo inteiro?

Revital Poleg - A Agência Judaica é um órgão do Estado de Israel e trabalha no mundo todo com as comunidades judaicas locais. Não procuramos pessoas para fazer a chamada aliá (imigração para Israel), facilitamos a quem quiser. O papel Agência Judaica, sempre em integração com outras entidades judaicas, é trabalhar com os judeus dentro e fora de Israel para garantir a continuidade do Estado e isso passa por alimentar a ligação com o Estado de Israel, ter experiências no país, ajudar os interessados a conhecerem Israel e que Israel, e seus jovens, conheçam as comunidades do mundo que são uma só coisa.

R7 – Organizar a imigração de judeus para Israel é o principal objetivo da Agência?

RP - Não há um objetivo específico de imigração, você pode ser judeu no Brasil por toda a sua vida, ótimo para nós e para Israel: um bom brasileiro e judeu, um bom americano e judeu e assim por diante. A pessoa estar interessada em morar em Israel é uma decisão pessoal não estamos aqui para convencer ninguém. Mas se há o interesse, nosso papel é facilitar e dar a assistência necessária para que isso aconteça.

R7 – Que tipo de apoio o Estado de Israel, por meio da Agência Judaica, dá àqueles que vão morar no país?

RP - O Estado dá uma ajuda básica para o começo do caminho, que não é para resolver todas as necessidades da pessoa. Israel é definido como a casa do povo judeu e por esse motivo ajudamos e facilitamos a chegada no começo, mas depois as pessoas têm de encontrar trabalho, emprego, estudar dependendo da idade. Se for opção da pessoa ela pode no começo ir para um centro de absorção com custo subsidiado por seis meses.

R7 – Quais os critérios de ajuda para cada imigrante?
RP - Os critérios para cada um variam de acordo com a idade, número de pessoas, etc. Isto é definido lá em Israel. Em geral há uma assistência financeira modesta no começo e também há ajuda burocrática. Também damos apoio para o aprendizado do hebraico, até a pessoa começar a entender melhor a língua e o ambiente. Israel sempre diz: Bem-vindo, vamos facilitar os primeiros passos mas o resto é com você. Israel é um país de imigrantes, não é só de agora, e foi desta maneira que se constituiu.

R7 – Como a Agência tem visto o crescimento do número de imigrantes brasileiros para Israel?

RP - A imigração de brasileiros é muito apreciada em Israel e contribui com o país devido à qualidade dos que chegam. Ultimamente houve um aumento de brasileiros indo para Israel, é fato. Temos de entender que é uma decisão pessoal e que há vários motivos para situações de imigração. Cada pessoa e família tem um motivo diferente. Às vezes surgem circunstâncias que ajudam a pessoa a tomar uma decisão que estava na cabeça há algum tempo. Claro que a atual crise brasileira acabou contribuindo de alguma maneira para isso. Estamos tendo mais trabalho, mas estamos aqui para isso.

R7 – Qual a ligação do judaísmo e do Estado de Israel com a democracia?

RP - Para a Agência Judaica a democracia israelense é ligada a valores democráticos que são universais e buscamos passar isso aos jovens com atividades que simulam, por exemplo, uma sessão do Knesset (Parlamento). No judaísmo, sem que eu fale como autoridade religiosa, há muito de democracia. Na bíblia há passagens que falam de valores como “ama o teu próximo como a ti mesmo”. Não são valores somente judaicos, mas começaram com o judaísmo e valem para todo o ser humano. Também está escrito “não faça para os outros o que não queres que te façam”, nesta mesma linha. Na Guemará (livro de leis judaicas), se fala que a bíblia tem 70 caras, o que mostra muitas maneiras de analisar os temas, de praticar a vida religiosa e cultural do judaísmo, mostrando um pluralismo legítimo. Isso justamente é a democracia e são valores judaicos e democráticos.

R7 – Qual a importância dos evangélicos para o Estado de Israel?

RP - Os evangélicos são amigos de Israel e como amigos são muito importantes. Ajudam a divulgar o nome de Israel de uma maneira positiva pelo mundo afora e apreciamos muito esta amizade, que nos ajuda em nosso objetivo de nos relacionar com o mundo de uma maneira respeitosa e democrática.

Publicado em R7.com via Alagoas 24 Horas
 

sábado, 14 de maio de 2016

Coreia do Norte reconhece oração como "arma poderosa"

Missionário que foi preso por evangelizar revela temor das autoridades

por Jarbas Aragão 
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A Coreia do Norte vive um regime de governo único, impondo ao mesmo tempo um comunismo ateísta e um culto à personalidade que faz de seus presidentes verdadeiros “deuses”. Kenneth Bae, o missionário evangélico que foi condenado a quinze anos de trabalhos forçados, contou à imprensa como sua fé foi considerada uma “ameaça” para o governo.

Com cidadania americana, ele acabou sendo “perdoado” pelo ditador Kim Jong-Un 735 dias depois de sua prisão. Foram dois anos em um campo de trabalho mantido pelo governo, até que negociações diplomáticas permitiram sua libertação.

Nascido na Coreia do Sul, Bae acabou mudando para os EUA e se naturalizando americano. Ele realizava, sob o disfarce de empresa turística, seguidas viagens à Coreia do Norte com o objetivo de evangelizar. A prática é proibida, mas ele nunca teve maiores problemas, já que falava a língua e conhecia a cultura.

Durante uma dessas viagens missionárias, em 2012, ele foi preso, acusado de espionagem e conspiração. Os promotores me disseram: ‘Você tentou derrubar o governo com suas orações e adoração’, conta. “Eles realmente veem a oração como uma arma”, explicou Kenneth à rede CBS, uma das maiores emissoras de TV do mundo.
Relata ainda que ouviu de seus acusadores que ele era “o pior criminoso e o mais perigoso que haviam prendido no país desde a Guerra da Coreia”. Ao questionar por que era considerado assim, a resposta o surpreendeu: “Porque não veio apenas fazer o trabalho missionário sozinho, ainda convidou outras pessoas para participarem”.

Ele está lançando o livro “Not Forgotten” [Não fui esquecido], onde conta como foi sua experiência. “Eu trabalhava das 8hs da manhã até as 6 da tarde, seis dias por semana. Era basicamente trabalho agrícola e também carregava pedra e carvão”, lembra. “Todas essas coisas eram fisicamente desgastantes e muito difíceis”, desabafa, revelando que perdeu mais de 10 quilos e ficou muito doente.

O título do seu livro de memórias é baseado nas ameaças que recebia semanalmente. Um representante do governo fazia questão de lembra-lo que ele estava condenado a trabalhar forçado por 15 anos e todo mundo se esqueceria dele, inclusive a família.  Ele é casado e pai de três filhos.

Bae explica que ele não se deixava abater, pois continuou orando e crendo que Deus cuidaria dele a cada dia. Embora não tivesse uma Bíblia em mãos, repetia para si mesmo versículos que sabia de cor.
Toda vez que teve oportunidade, compartilhou de sua fé em Cristo com os outros presos.  Explica que conheceu pessoas que nunca tinham ouvido o nome de Jesus. “Eu vi isso mais como uma bênção que uma maldição ou sofrimento”, comemora.


“Eu não estava lá como um prisioneiro, mas me via como um embaixador de Deus, alguém que foi enviado por Deus para fazer a sua obra”, ressalta. Ele pede que os cristãos de todo o mundo orem pelos norte-coreanos. Afinal, até mesmo os ateus daquele país reconhecem que a oração é uma “arma poderosa”. A Coreia do Norte é o número um em perseguição aos cristãos no mundo. Fonte: https://noticias.gospelprime.com.brCom informações Gospel Herald e CBS News

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Ministério da Cultura lança campanha contra intolerância religiosa


O Ministério da Cultura lançou nesta terça-feria, (10) a campanha Filhos do Brasil. É contra a intolerância religiosa e será divulgada por meio de peças publicitárias a serem veiculadas na televisão e na Internet. A ação é uma iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) e da Fundação Cultural Palmares.

Segundo o MinC, Filhos do Brasil, cujo embaixador é o cantor e compositor Arlindo Cruz, é uma campanha que tem como meta valorizar a diversidade religiosa e o respeito ao próximo.

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, lembrou os atos de violência contra terreiros de candomblé e casas de umbanda: “Violência física, inclusive. A religião é um caminho para as pessoas se realizarem, terem contato com o divino. O direito à religião ou à falta de religião está previsto na Constituição. As pessoas que praticam a intolerância praticam um ato que não é permitido e é nocivo para a sociedade. É preciso estimular o respeito e coibir essa prática de intolerância.”

Agressividade

De acordo com ministro, a intolerância tem sido mais observada contra religiões de matriz africana. “É muito comum alguns líderes religiosos terem postura agressiva contra o candomblé e a umbanda. O Brasil é um país plural, com uma diversidade cultural enorme. Temos representação de praticamente todas as culturas do mundo. Com essas pessoas chegam suas culturas e religiões e a gente tem que criar um ambiente favorável de convivência pacifica e de respeito”, disse Juca.

Um dos casos que ganhou destaque no ano passado foi o da menina Kailane Campos, de 11 anos, apedrejada na saída de um culto de candomblé em junho, no Rio de Janeiro. Em novembro, um terreiro de candomblé foi incendiado no Núcleo Rural Córrego do Tamanduá, no Paranoá, Distrito Federal. O fogo começou por volta das 5h30 e destruiu o barracão da casa. Cinco pessoas dormiam na casa, mas ninguém ficou ferido.

No mês passado, a imagem do orixá Oxalá, instalada na Praça dos Orixás, foi incendiada de madrugada. Na praça, que fica na área conhecida como "Prainha", no Lago Sul, em Brasília, há mais 15 esculturas que representam orixás do candomblé, que não foram atingidas.

Segundo o ministério, a campanha conta com um hotsite e a população poderá enviar seus próprios vídeos em defesa da liberdade de crença e pela garantia dos direitos previstos na Constituição.


Fonte: Conexão Tocantins http://noticias.gospelmais.com.br/

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Sociedade Bíblica Americana recebe 140 grupos de tradução para Assembleia Mundial

O tema para este ano é: Palavra de Deus: A esperança de vida para todos. (Foto: United Bible Societies).
O tema para este ano é: Palavra de Deus: A esperança de vida para todos. 
(Foto: United Bible Societies).

Esta não é a primeira vez que a Sociedade serviu como sede para a reunião. Em 1966, eles hospedaram o que era então chamado de "Reunião do Conselho UBS" no Buck Hill Falls, Pennsylvania.

Mais de 140 organizações cristãs dedicadas a fornecer cópias traduzidas da Bíblia nas línguas nativas das pessoas, irão se encontrar na Filadélfia nesta semana para a Assembleia Mundial, que só acontece uma vez a cada seis anos.

Gunnar Mägi da “United Bible Societies” disse ao site americano The Christian Post que haverá cerca de 500 participantes, representando o trabalho a ser feito em 200 países, o que seria comparável ao da reunião anterior na Assembleia Mundial realizada em Seul, Coreia do Sul, em 2010.

"O tema para este ano é: 'Palavra de Deus: A esperança de vida para todos'. E a passagem-chave da Bíblia para a semana é de 1 Pedro 1: 3", disse Mägi sobre a Assembleia Mundial que começa quinta-feira e vai até a próxima semana.

"Pelo fato de ocorrer apenas uma vez a cada seis anos, este é um momento importante para líderes da Sociedade Bíblia para se conectar uns com os outros. É também uma oportunidade para eles se inspirarem como eles vão traçar o futuro do ministério da Bíblia", disse.

Quem está recebendo a Assembleia Mundial deste ano é a Sociedade Bíblica Americana, que está comemorando seu 200º aniversário. O porta-voz da Sociedade Andrew Hood disse que sediar o evento deste ano foi um "ajuste natural para estender a celebração de incluir a colaboração em torno do futuro do ministério da Bíblia".

Esta não é a primeira vez que a Sociedade serviu como sede para a reunião. Em 1966, eles hospedaram o que era então chamado de "Reunião do Conselho UBS" no Buck Hill Falls, Pennsylvania.

"A Assembleia Mundial está sempre representada por um membro da ‘United Bible Societies’, de modo que o evento ocorre em um país diferente a cada vez", explicou Hood.

De acordo com o boletim da “United Bible Societies” a partir de março, as organizações "são responsáveis ​​tanto pelo maior número de traduções produzidas no mundo quanto para a mais ampla distribuição de Bíblias.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST


quarta-feira, 11 de maio de 2016

Pastor que estava preso por protestar contra perseguição religiosa é liberto na China

Pasto Zhang Chongzhu lidera uma das igrejas sancionadas pelo Partido Comunista na China. (Foto: China Aid)
Pasto Zhang Chongzhu lidera uma das igrejas sancionadas pelo Partido Comunista na China.
 (Foto: China Aid)

O pastor Zhang Chongzhu estava preso desde setembro de 2015 e chegou a ser dado como desaparecido, por causa da ausência de notícias sobre ele.

Zhang Chongzhu, o pastor da Igreja legalizada pelo Estado "Três Autonomias Patrióticas", na província de Zhejiang (China), foi liberto na última segunda-feira, após oito meses de prisão. A detenção do líder cristão teve como causa, seu protesto contra a remoção de cruzes dos templos e a demolição de igrejas cristãs na região.

A organização de Direitos Humanos 'China Aid' informou que Zhang se manifestou frequentemente contra a contínua perseguição sofrida pelos cristãos no país, com centenas de cruzes sendo removidas dos telhados dos templos e igrejas sendo demolidas por grupos de oficiais, que cumpriam ordens do Partido Comunista. O governo argumentou que ele tem como alvo, os locais que violam seus códigos de construção, considerando que as cruzes instaladas nos telhados das igrejas violam este código.

Zhang foi levado sob custódia do Partido Comunista em 08 de setembro de 2015, acusado de "roubo, espionagem e fornecimento ilegal de segredos de Estado ou de inteligência para entidades de fora da China". As acusações feitas contra o pastor também já foram feitas anteriormente contra outras pessoas que desafiaram o regime comunista.

Alguns fiéis também sugeriram que Zhang poderia ter sido "escolhido e preso" pelo Partido Comunista, por causa uma reunião com um diplomata dos EUA em Xangai, no ano passado.

Após meses sem terem notícias do pastor Zhang, organizações de Direitos Humanos, como a 'China Aid', chegaram a chamar a atenção para o "desaparecimento" do líder cristão.

Embora a China permita que igrejas estatais possam operar no país, nem mesmo os pastores que têm autorização do Estado para atuarem em suas igrejas são poupados quando contestam ordens do Governo - como no caso da remoção de cruzes dos templos e demolição de igrejas.


Caso semelhante
No início deste ano, as autoridades chinesas também prenderam o Pastor Gu Yuese, da Igreja Chongyi de Hangzhou, a maior igreja sancionada pelo governo da China. Enquanto Gu foi formalmente acusado de desvio de fundos da igreja, a 'China Aid' e outros grupos de vigilância de perseguição religiosa disseram que as ações contra ele têm mais a ver com o seu protesto contra a campanha de demolição.

Já estando na prisão, pastor Gu enviou uma carta à sua congregação, pedindo aos fiéis que "cumpram as exigências do governo". Apesar da mensagem do líder cristão, a China Aid disse que há suspeitas de que o pastor poderia ter sido "forçado pelas autoridades governamentais a escrever o comunicado".

"Isso vai abalar o espírito dos líderes das igrejas sancionadas pelo governo e as congregações em toda a China. Todos estes fatores irão ter um efeito cascata", disse o presidente da 'China Aid', Bob Fu ao 'Christian Post', em fevereiro (2016).

Ele acrescentou que a razão para a repressão em curso seria o crescimento exponencial do cristianismo e de sua influência no país.


"A liderança do país está cada vez mais preocupada com o rápido crescimento da fé cristã, sua presença pública e sua influência social", disse Fu. "Há um medo político do Partido Comunista, enquanto o número de cristãos no país supera em muito o de membros do partido".

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

terça-feira, 10 de maio de 2016

Condenados cumprem pena alternativa em espaço de igreja

Condenados cumprem pena alternativa em espaço de igreja

Lá eles aprendem a palavra de Deus e realizam trabalhos voluntários

por Leiliane Roberta Lopes 
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O projeto de ressocialização da Fundação Batista Central e da Igreja Batista Central de Fortaleza (IBC) tem atendido pessoas que cometeram crimes leves e cumprem penas alternativas em locais de socialização.

O jornal Bom Dia CE realizou na semana passada uma reportagem especial para falar sobre este projeto que conta com a parceria da Vara única de Execução de Penas Alternativas e Habeas Corpus – Vepah.

Só participa desse trabalho de ressocialização os condenados a crimes “menos graves” cuja pena é de até quatro anos.

A juiz da Vepah, Maria das Graças Almeida, comenta que as penas alternativas como as oferecidas nesse centro da igreja Batista, nasceu da necessidade de buscar outros meios além da prisão.

“Muito se vê que os presídios não recuperam, não ressocializam”, disse ela citando alguns exemplos de penas alternativas como o pagamento de multa e trabalhos sociais.

Na área da igreja, esses criminosos podem desenvolver diversos trabalhos e ainda serem evangelizados. O pastor Nelson Massambani comenta que já esteve preso e que lhe ofereceram uma nova chance.

“Eu estive preso, então eu sei o que é ter uma segunda chance. Eu não estive preso só na cadeia física, atrás das grades, mas eu sei o que é estar preso na dependência química”, revelou.

O trabalho da igreja também promove a solidariedade entre as pessoas que foram condenadas, tanto que eles se consideram “uma família”.


Além dos ensinos bíblicos, eles participam de oficinas e trabalham dentro da instituição. Cada condenado fica dez horas aos finais de semana dentro do espaço da igreja. 

Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br

segunda-feira, 9 de maio de 2016

CONVITE SESSÃO SOLENE HOMENAGEM CIRCULO DE ORAÇÃO DA ASSEMBLÉIA DE DEUS


Todas a irmãs estão convidadas.

Billy Graham fala sobre tentativa de suicídio: "Não carregue o fardo da culpa"

Graham afirma que "Deus tem uma quantidade infinita de amor por todos os seus filhos". Foto: Reprodução).
    Graham afirma que "Deus tem uma quantidade infinita de amor por todos os seus filhos". Foto:           Reprodução).

O líder evangélico indica que Deus vai, de fato, perdoar aqueles que fizeram esse ato tão terrível, porque Ele é cheio de graça ilimitada e bondade e quer oferecer o seu perdão a quem pedir.

Os cristãos depressivos precisam ver a segunda chance em suas vidas como uma bênção e entender que Deus já lhes perdoou sobre sua tentativa de suicídio. É o que diz o reverendo Billy Graham. O chefe da Associação Evangelística Billy Graham, escreveu em um post recente para o Kansas City Star que aqueles que tentaram tirar a própria vida precisam seguir em frente em vez de “chafurdar” nos erros do passado.

O líder evangélico indica que Deus vai, de fato, perdoar aqueles que fizeram esse ato tão terrível, porque Ele é cheio de graça ilimitada e bondade e quer oferecer o seu perdão a quem pedir.

"Deus te ama, e a sua bondade para com você é a prova de que isso é verdade", disse o ministro Batista, citando o Salmo 116: 7-8 onde se lê: "Volte para o seu descanso, minha alma, pois o Senhor tem sido bom para você. O Senhor me livrou da morte".


Como pode ser visto através da morte e ressurreição de Jesus na cruz, Deus tem uma quantidade infinita de amor por todos os seus filhos. "Se você tivesse sido a única pessoa no mundo que precisava ser perdoado, Jesus Cristo ainda teria sacrificado sua vida por você", escreveu Graham.

Em última análise, ninguém é perfeito, no entanto, Deus nos oferece a graça de qualquer maneira, como visto em Tito 3: 3-5: "Ao mesmo tempo que nós também éramos insensatos [...] Mas a bondade e o amor de Deus, nosso Salvador, Ele nos salvou”.

"Por uma simples oração de fé, aceitamos o dom do perdão de Deus, pedindo a Cristo que entre na sua vida hoje. Não carregue o fardo da culpa e dúvida por mais tempo, mas com alegria entregue se a Jesus", conclui Graham.

Pecado Imperdoável
O tema do suicídio foi discutido na igreja evangélica, com alguns cristãos argumentando que o ato de dar cabo de sua própria vida é um "pecado imperdoável" e que encaminha o individuo para o inferno.

Kay Warren, esposa do Pastor Rick Warren da Igreja Saddleback, na Califórnia, perdeu seu filho que se suicidou em 2013 depois dele sofrer anos de doença mental. Kay disse ao site americano The Christian Post em 2015 que, apesar da crença de alguns cristãos de que o suicídio é um "pecado imperdoável", ela acredita que seu filho está no céu com Deus.

"Eu estou completamente confiante da salvação de Matthew. O suicídio é um pecado? Sim, o suicídio é um pecado porque ele quebra com o plano e a vontade que Deus tem para nós. Mas Jesus morreu por todos os meus pecados, incluindo aquele em que Ele morreu na cruz", disse.

"É imperdoável? Não, não do que eu possa entender. Eu penso sobre Romanos 8, onde Paulo diz que não há nada, nem na vida e nem a morte, nem anjos, nem principados, nem demônios, nem coisas do alto. Nada pode nos separar do amor de Deus por meio de Cristo Jesus, nosso Senhor. Então, eu tenho total confiança em quem confiou em Jesus para a sua salvação. É assim que deve permanecer, forte, seguro e estável ", Kay continuou.

Kay disse ainda: "Não importa se eu tirar minha própria vida ou se eu morrer de câncer, ou se eu bater meu carro. Se a minha salvação está em Jesus então estou segura. Então, eu estou muito confiante e eu adoraria ser capaz de tranquilizar o luto dos membros da família que escrevem para mim que estão muito confusos ou ansiosos", concluiu.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST


domingo, 8 de maio de 2016

Leonardo Gonçalves fala sobre exageros nas mídias sociais: "Muitos não param para pensar"

Aos 22 anos de carreira, Leonardo Gonçalves decidiu fazer uma pausa e agora planeja dedicar-se a outras atividades. (Foto: Guiame)
Aos 22 anos de carreira, Leonardo Gonçalves decidiu fazer uma pausa e agora planeja dedicar-se a outras atividades. (Foto: Guiame)

O músico falou com exclusividade ao Guiame sobre as possibilidades para essa pausa em sua carreira solo, sua insatisfação pessoal com a chamada "cultura do selfie" e assegurou que não pretende dar fim à sua relação com a música.

"Tem tanta gente dando opinião. A gente está vivendo com o excesso de informação". A declaração dada pelo cantor e compositor Leonardo Gonçalves revela uma impressão que ele já vem sentindo sobre o uso das mídias sociais há algum tempo.

Assumindo estar desgastado e precisando de um pausa na carreira que seguiu até aqui, o músico falou com exclusividade ao Guiame sobre planos de novas atividades durante esse hiato, sua insatisfação pessoal com a chamada "cultura do selfie" e assegurou que sua relação com a música não acabará.

São 14 anos de carreira solo e 22 anos ao total - também participando de grupos vocais - o que o cantor destaca como uma "oportunidade dada por Deus", de compartilhar o seu talento com um número surpreendente de pessoas. Porém Leonardo também lembrou que toda profissão tem seu lado desgastante e apontou a exposição da imagem, como um exemplo disso para a carreira artística nos dias atuais.

"A partir do momento em que a minha opinião sobre qualquer coisa se torna tão importante, aí eu estou me colocando em um patamar que nenhum ser humano merece estar", destacou.

Confira abaixo a entrevista na íntegra:

Portal Guiame: Quando você anunciou sua decisão por essa pausa, também falou sobre uma certa insatisfação com a  chamada "cultura do selfie". Teve algum momento em que você percebeu a "gota d'água" para isso tudo ou foi uma junção de fatores que te levou a esta decisão?

Leonardo Gonçalves: Na verdade, parece que foi uma coisa espontânea, mas que eu acho que estou precisando dessa pausa e já estou sentindo isso há muito tempo. Como cantor solo, eu já estou na estrada há 14 anos e seu eu contar o tempo com grupos, eu completo 22 anos este ano, viajando e cantando nas igrejas. Isso é uma coisa maravilhosa. A vida que eu tenho é maravilhosa. A oportunidade que Deus me concedeu de compartilhar as minhas ideias e o meu dom com tantas pessoas... eu nunca imaginei que um dia fosse alcançar tantas pessoas e sou profundamente grato por isso. Mas por outro lado - sem querer soar como ingrato - também é cansativo. Dependendo da personalidade de cada um, as pessoas reagem de uma ou de outra maneira às coisas que cansam. Evidentemente, em cada trabalho - não importa se é na área da música, como advogado, como médico, existem as partes do trabalho com as quais você mais se identifica e existem as partes do trabalho com que você não se identifica tanto.

Para mim, por causa da minha personalidade, é particularmente difícil a questão da exposição da imagem... talvez nem seja a exposição imagem, mas sim o uso da imagem de "maneira promocional". Porque hoje tudo gira em torno da imagem. Eu não acho isso errado, mas é uma coisa que me desgasta. De maneira geral eu tenho um problema com a autopromoção. Basicamente no meu Instagram, a minha equipe teve que me forçar a divulgar pelo menos as minhas agendas, a criar banner. Mas quando eu fui criar banner de agenda, fui atrás do designer que faz as artes do meu CD, do fotógrafo que tira as fotos para mim, para ter uma coisa de qualidade que fosse artística.

Uma coisa besta, por exemplo, que eu não faço - até faço no Loop Session & Friends, mas na minha carreira eu não faço - é que sempre quando você está cantando em uma igreja, em um teatro ou auditório cheio, a galera tira foto ou faz snapchat... o cantor com o público para mostrar para os contratantes que a casa está cheia e isso vai gerar
outros convites... Eu não acho isso errado, mas eu não consigo fazer assim. A algumas coisas eu consigo me adaptar, outras eu acho um pouco mais difíceis. Eu amo cantar, eu não tenho nenhuma mágoa com a indústria, com a gravadora, com o povo... não é nada disso. Realmente é que eu estou há 22 anos fazendo a mesma coisa, mais ou menos do mesmo jeito, baseado nos mesmos princípios. Isso acabou crescendo muito, aumentando muito, com muita visibilidade e eu senti que esse é o momento em que eu posso fazer isso [dar uma pausa], por mais estranho que isso soe.

Portal Guiame: Há planos sobre o que pode ser feito nesse período de pausa na carreira?

Leonardo Gonçalves: Eu assisti a um sermão do presidente da Igreja Adventista na América do Sul - A Igreja Adventista está investindo bastante nessa cultura de voluntariado - e ele falou assim: "Você que é um profissional liberal e pode tirar um ano, dedicar-se ao voluntariado..." e aí eu me senti tocado quando ele. Eu sempre quis
fazer um tempo sabático e ser útil. Eu não quero dar um tempo e não fazer nada... eu quero fazer uma outra coisa.

Teve uma época da vida de Albert Einstein que ele precisava descansar a mente, para que ele pudesse continuar trabalhando os problemas da Física que ele estava resolvendo. Então ele arrumou um emprego totalmente nada a ver... alguma coisa na qual ele trabalhasse com as mãos e que ele não precisasse tanto o cérebro para aquela área. É mais ou menos esse o princípio: se for para continuar a fazer o que eu estou fazendo, eu preciso descansar, definitivamente, senão isso vai começar a me afetar em um nível que talvez não seja saudável para mim. Ao mesmo tempo, há um grande risco, porque se eu tirar um ano, um ano e meio, dois anos, morando no exterior - atualmente toda a minha família reside no exterior desde 2012 - eu posso me encaminhar por lá e simplesmente não voltar.

Dificilmente eu vá parar de cantar, porque é algo que eu gosto muito de fazer. Mas eu acho que se eu for voltar para o Brasil, para continuar o meu ministério, vou aproveitar para mudar algumas coisas. Talvez me poupar mais em alguns sentidos, readaptar algumas coisas para continuar o que eu estou fazendo, da maneira que eu estou fazendo.

Imagem do DVD "Princípio - Ao Vivo", lançado por Leonardo Gonçalves em parceria com a Sony Music, em 2014. (Imagem: Sony Music Gospel)

Portal Guiame: Poderíamos dizer que você está tomando esta decisão antes que chegasse a se arrepender?

Leonardo Gonçalves: Eu não creio que chegaria a me arrepender, porque eu tenho plena convicção de que, até aqui, quem me guiou foi o Senhor. Todos os passos que eu dei, o fiz com bastante segurança. Mas é importante lembrar também - já que estamos levando a coisa para o lado espiritual - que não está acontecendo algo assim: "Deus me deu o direcionamento que eu deveria parar" ou que "Deus me apareceu em sonho"... Não é uma coisa mística. Eu estou identificando há tempos que estou precisando de um tempo de descanso para mim e Deus é misericordioso. Por enquanto , Ele está me sinalizando que vai me permitir fazer isso [risos].

Portal Guiame: Essa cultura de exposição nas mídias sociais é algo que faz parte da sociedade atual e é o meio pelo qual os cantores / artistas se divulgam. Você acredita que uma pessoa pública consiga divulgar o seu trabalho sem entrar em um clima paranóico sobre isso?

Leonardo Gonçalves: Na verdade, a culpa do assassinato não é da faca. Nao há nada de errado na internet, nas redes sociais e eu também não sei se o ser humano está mudando por causa disso. Eu acho que ele apenas está explicitando e demonstrando traços que já havia na humanidade há muito mais tempo. No fundo, no fundo, cada um tem que decidir para si, o que é preciso fazer para manter a sua sanidade, seja ele (a) uma pessoa pública ou não. Vou dar um exemplo: Tenho muitos amigos que têm filhos pequenos. Alguns deles não publicam nenhuma foto dos filhos, não tem nenhum registro digital dos seus filhos. Já outros, qualquer coisa, qualquer momento, registram e publicam. A criança está o tempo inteiro exposta, estando em idades que a criança não tem escolha. Não tem como dizer que se ela quer, se ela gosta ou não disso. São os pais que decidem e cada indivíduo tem que decidir como proceder. O que eu acho que precisa acontecer é que essas decisões precisam ser conscientes. Se as decisões forem conscientes, isso já valida muito as decisões que são tomadas nessa área.

Como muitas coisas, realmente são novidades, as pessoas não param muito para pensar no que elas estão fazendo. Vou dar o exemplo aqui do Twitter, que já passou. Mas logo que surgiu o Twitter, eu tenho um primo que escrevia assim: "Bom, galera... Vou lá tomar um banho e já volto". É um tipo de informação totalmente desnecessária. O seu amigo que entrou no Instagram, por exemplo... Comprou o smartphone novo e faz postar 20 fotos em 24 horas. Isso é normal. Não estou nem criticando isso. Mas leva-se um tempo até criar o equilíbrio daquilo que é socialmente aceito dentro daquela mídia.

Outra coisa engraçada hoje em dia é que todo mundo tem opinião sobre tudo. O mundo que a gente vive hoje acabou produzindo - e isso é um efeito, também, um pouco do BBB, com os vlogger's, os blogger's - um monte de celebridades online, gente que tem milhões de seguidores e ninguém sabe ao certo o que eles fazem. São "influencer's" (influenciadores). Não estou nem dizendo que não há valor neles, que eles não dão nenhuma contribuição, mas eu tive essa conversa com uma amiga que é vlogueira e ela me falou que tinha que ter um vlog para falar inclusive sobre essas minhas opiniões que estou colocando aqui, agora, as minhas críticas. A minha resposta para ela foi: "Sinceramente, a minha opinião não é tão importante". Tem tanta gente dando opinião. A gente está vivendo com o excesso de informação. Muita gente argumenta comigo: "Os jovens precisam de referência". Mas eu não me sinto chamado para isso. A partir do momento em que a minha opinião sobre qualquer coisa se torna tão importante, aí eu estou me colocando em um patamar que nenhum ser humano merece estar.


A minha opinião não merece ser ouvida porque eu tenho um número X de seguidores e, se isso é motivo suficiente para influenciá-los, dando opinião a respeito de assuntos que eu não tenho a mínima noção do que estou falando. Hoje em dia temos tantos cursos sobre como falar em público, cursos de liderança, de autoconfiança, mas o que está faltando é um pouco de auto desconfiança. Não tem nada de errado você se posicionar. Eu mesmo sou uma pessoa cheia de convicções, mas tenho poucas certezas e isso me ajuda a viver. Eu sou uma pessoa convicta sobre uma série de coisas, mas eu não tenho certeza absoluta sobre quase nada. Por quê? Porque essas certezas absolutas são muito perigosas para o próprio indivíduo e, talvez para a sociedade, como consequência disso.

FONTE: GUIAME, POR JOÃO NETO

sábado, 7 de maio de 2016

Igreja se reúne debaixo de árvore após ter templo queimado

Igreja se reúne debaixo de árvore após ter templo queimado

Pastor da Tanzânia anuncia que perseguição não fará povo parar de orar

por Jarbas Aragão 
FACEBOOK

Igrejas incendiadas não interrompem cultos na África

Desde o ano passado, as igrejas na Tanzânia estão sofrendo com ataques provocados pela intolerância contra os cristãos. São três igrejas queimadas este ano. Primeiro foi uma Assembleia de Deus, depois uma outra igreja pentecostal local e agora uma católica.

Os ataques sempre são feitos durante a noite. Segundo testemunhas, pessoas desconhecidas aparecem de repente, entram no templo, colocam todas as coisas sobre o altar, derramam gasolina e ateiam fogo. Depois, fogem correndo, antes que os bombeiros cheguem.

O mais recente, em 2 de maio, foi na região de Kagera, que fica na fronteira com Uganda, Burundi e Ruanda. Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelos incêndios e a polícia não prendeu ninguém até agora.  A população cristã teme uma nova “onda” de incêndios, como a que ocorreu no país em setembro de 2015. Foram seis igrejas queimadas.

O secretário da organização de pastores locais, disse na época. “Até agora ninguém foi responsabilizado e isso é inaceitável. Igrejas cristãs de diversas denominações são totalmente destruídas em questão de minutos. Agora estão adicionando parafina ao combustível, para garantir o máximo de danos. Estamos preocupados, pois isto já se tornou uma tendência e não pode ser ignorada pelas autoridades”.

Vários incêndios criminosos vêm correndo no país desde 2013. Somadas, são 22 igrejas cristãs destruídas pelo fogo. Fortunato Bijura, líder de uma das igrejas queimadas recentemente, disse que isso não impedirá que congregação continue se reunindo: “Os que pensam que a destruição de nossa igreja nos fará parar de orar, estão errados… há uma grande árvore perto da igreja e ali vamos continuar nos reunindo para fazer orações e ler a Bíblia”.


A Tanzânia é o 36º país na Classificação da Perseguição Religiosa, da missão Portas Abertas. Cerca de 50% da população da Tanzânia é cristã, enquanto 30% é muçulmana. Contudo, existe um grande movimento político para a implantação da sharia (lei islâmica) no país. A falta de empenho das autoridades em prender e punir os responsáveis demonstra que eles agem com algum tipo de ‘cobertura’ oficial. Com informações Charisma News
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.b

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Cientistas recebem aprovação para tentar ‘ressuscitar’ 20 pessoas

O procedimento não será capaz de dar vida nova às pessoas que faleceram, mas sim, às que vivem somente com o auxílio de aparelhos médicos. (Foto: Reprodução)
O procedimento não será capaz de dar vida nova às pessoas que faleceram, mas sim, 
às que vivem somente com o auxílio de aparelhos médicos. (Foto: Reprodução)

O procedimento não será capaz de dar vida nova às pessoas que faleceram, mas sim, às que vivem somente com o auxílio de aparelhos médicos.
O procedimento não será capaz de dar vida nova às pessoas que faleceram, mas sim, às que vivem somente com o auxílio de aparelhos médicos. (Foto: Reprodução)
Um dos maiores milagres realizados por Jesus Cristo foi a ressurreição de Lázaro, um homem que foi trazido de volta à vida quatro dias após seu enterro. Além disso, a ressurreição do próprio filho de Deus significou o triunfo sobre a morte e o pecado.

Com a ajuda da ciência moderna, alguns pesquisadores estão "brincando de Deus" ao iniciar um projeto que pretende trazer pacientes clinicamente mortos de volta à vida.
A Bioquark, uma empresa americana de biotecnologia, obteve um aval das entidades de saúde dos Estados Unidos e da Índia para recrutar 20 pessoas que sofrem de lesão cerebral traumática para o chamado "Projeto ReAnima".

"Estamos agora trabalhando com o hospital para identificar famílias em que possa haver uma barreira religiosa ou médica para a doação de órgãos", disse o diretor da Bioquark, Dr. Ira Pastor, ao The Telegraph.

O procedimento não será capaz de dar vida nova às pessoas que faleceram, mas sim, às que vivem somente com o auxílio de aparelhos médicos. Para trazer os pacientes do coma, a companhia vai aplicar células-tronco, estimulação nervosa e outros tratamentos em pessoas que sofreram sérios traumas cerebrais.

“Para realizar uma iniciativa tão complexa quanto esta, vamos combinar ferramentas de medicina biológica com outros aparelhos médicos existentes usados para a estimulação do sistema nervoso central, em pacientes que apresentam outros problemas severos de falta de consciência", afirma Pastor.

O pesquisador acrescentou que os resultados dos testes clínicos serão lançados daqui dois ou três meses. "Salvar partes individuais pode ser de grande ajuda, mas é um longo caminho até que seja viável ressuscitar um cérebro totalmente, de maneira funcional, em um estado sem danos", declarou Pastor. 
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Judeus evitam evangélicos para não serem “convencidos a abraçar outra crença”, diz organização

Evangélicos são clicados orando por Israel, em Jerusalém. (Foto: Tomer Appelbaum)
Evangélicos são clicados orando por Israel, em Jerusalém. (Foto: Tomer Appelbaum)

Embora os evangélicos sejam os principais apoiantes de Israel, seus esforços são recebidos com críticas ou desprezo pelos judeus.

Evangélicos são clicados orando por Israel, em Jerusalém. (Foto: Tomer Appelbaum)
Os evangélicos estão entre os principais apoiantes de Israel em todo o mundo. Por outro lado, existe uma reação inesperada: muitas vezes, os cristãos sentem que seus esforços são recebidos comcríticas ou desprezo pelos judeus.

De acordo a líder de oração do ‘Centro Cristão Victory’, Carol Butler, as pessoas se concentram exclusivamente na oração pelos judeus por e Israel motivadas por uma ideia simples, mas poderosa. "Nós oramos porque amamos Israel e o povo judeu", disse ela ao Breaking Israel News.

Victory, localizado no estado norte-americano de Oklahoma, promove todos os anos "Uma Noite Para Honrar Israel", a fim de arrecadar fundos para o país. A organização atua em parceria com uma sinagoga israelense a fim de ajudar a comunidade judaica local.

Apesar de suas boas intenções, Butler sente que suas ações e orações não são bem-vindas pelos judeus. "Oro para que o povo judeu um dia aprecie o nosso amor e preocupação, em vez de confundi-la com ódio e antissemitismo, que era como os cristãos e judeus costumavam se relacionar".

Kellen Davison, fundador da organização ‘Reconciliação com Israel’ e co-fundador do projeto ‘Comunidade de Israel’, está trabalhando para fazer essa reconexão com Israel. Davison conta que entre os pedido de oração mais comuns, estão pela segurança dos judeus e sua a terra, bem como pela unidade espiritual entre judeus e cristãos.

Embora muitos dos esforços de Davison tenham sido bem recebidos pelos judeus, ainda existem resistências. Ele explica que essa barreira existe porque muitos dos judeus temem que os cristãos tentem "convencê-los a abraçar uma crença não-judaica."

De acordo com o israelense Yael Eckstein, vice-presidente da Sociedade Internacional de Cristãos e Judeus (IFCJ, na sigla em inglês), o mundo judaico está aprendendo que os cristãos podem amar Israel sem ter a intenção de estabelecer missões ou convertê-los.

"Finalmente, chegamos no ponto em que as organizações judaicas estão dispostas a aceitar doações dos cristãos, mas nós realmente precisamos fazer mais. Precisamos chegar alcançar cristãos sionistas para nos apoiarem. Precisamos aceitar que os cristãos sionistas são parceiros estratégicos no futuro de Israel, se quisermos ter um futuro no Oriente Médio", disse ele.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE BREAKING ISRAEL NEWS


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Missionários são brutalmente asssassinados na Jamaica e crime choca população local

Harold Nichols, 53 anos (à esquerda) e Randy Hentzel, 48 anos (à direita) trabalhavam como missionários na Jamaica e foram encontrado mortos no último final de semana. (Imagem: Facebook)
Harold Nichols, 53 anos (à esquerda) e Randy Hentzel, 48 anos (à direita) trabalhavam como
missionários na Jamaica e foram encontrado mortos no último final de semana. (Imagem: Facebook)


Randy Hentzel, de 48 anos e Harold Nichols, de 53, foram encontrados com marcas brutais de agressão no último final de semana. Ambos trabalhavam prestando serviços gratuitos de saúde e construindo casas para os necessitados na ilha.

Harold Nichols, 53 anos (à esquerda) e Randy Hentzel, 48 anos (à direita) trabalhavam como missionários na Jamaica e foram encontrado mortos no último final de semana. (Imagem: Facebook)
Por volta do meio-dia no sábado (30), os moradores da comunidade Boscobel, St. Mary, na ilha caribenha da Jamaica, ficaram chocados ao se deparar com o corpo amarrado - e já sem vida - do missionário Randy Hentzel, de 48 anos.

Já no domingo (1º), por volta das 16h, foi encontrado o corpo do colega de Hentzel, missionário Harold Nichols, de 53 anos. Sua cabeça teria sido esmagada.

A última vez que alguém os viu vivos, de acordo com o jornal 'Jamaica Observer', foi no sábado pela manhã, quando os dois homens, que trabalhavam como missionários para as equipes da 'Medical Missions' com base na Pennsylvania (EUA), estavam indo por uma trilha na área de Albion, uma montanha da ilha. A polícia diz que eles alugaram motocicletas em Ocho Rios antes da viagem fatídica.

A esposa de Nichols, Teri, que também vive na ilha, disse ao 'RJR News' que ele estava indo visitar o local que seria usado para a construção de uma casa para uma mulher dentro de uma semana.
"Ele estava construindo uma casa para uma mulher dentro de uma semana. E ele iria para verificar se a fundação estava concluída e falar com a mulher que iria receber a casa", disse a viúva do missionário, de luto. "Eu acredito que Randy queria cuidar de alguém que estava na sua escola bíblica que estava extremamente necessitada de uma casa. Eles estavam indo para saber mais sobre a situação dela [no sábado] pela manhã. Eles foram e simplesmente não voltaram mais".

A missionária Fellow Merlin Pratt confirmou a história de Teri com um comentário no Facebook.
"É trágica a notícia vinda da Jamaica. O nosso querido amigo, missionário Harold Nichols e seu colega de equipe, missionário Randy Hentzel, foram assassinados ontem nas montanhas de St. Mary Parish. Eles estavam a caminho para verificar o fundamento de uma casa em breve, que ser construída para pessoas necessitadas", escreveu Pratt. "Por favor, orem pela esposa de Harold, Teri Marie Nichols, pela esposa de Randy, Sarah, e seus três filhos. Harold e Randy foram ambos grandes homens de Deus, que apenas amavam a Jamaica, seu povo e amavam servir ao Senhor Jesus Cristo. Que a paz de Cristo envolva as famílias, as comunidades e a Igreja. Estamos gratos que outros missionários estejam próximos, oferecendo o que podem neste momento terrível".

O Vice-Superintendente da Polícia, Dwight Powell disse ao 'Observer' que o corpo de Hentzel foi encontrado com a face virada para baixo e com as mãos amarradas por um pedaço de pano - que acredita-se que tenha sido arrancado de sua camisa. Uma das motocicletas alugadas foi encontrada ao lado de seu corpo. A segunda moto foi encontrada a cerca de 60 metros de distância do corpo de Hentzel. Mas Nichols ainda estava desaparecido, até então.

Buscas
Com a ajuda de cerca de 70 moradores e cães de busca, por volta das 7h do último domingo, a polícia lançou uma caçada frenética em busca do missionário desaparecido e encontrou o corpo de Nichols cheio de marcas de agressões, horas mais tarde.


"Marcas de violência foram vistas [no corpo de Nichols] ... Eles eram missionários e já estariam vivendo na Jamaica há mais de 14 anos, realizando muitas ações de trabalho humanitário. Eles iam ajudar pessoas com a construção de casas e com uma equipe médica que regularmente vem do exterior", disse o superintendente Powell ao The Gleaner.

De acordo com as equipes do site oficial da 'Medical Missions', o ministério começou atuar em 1990, liderado pelo Pastor John Jameson e pelo médico John M. Kauffman Jr. como um esforço para prestar serviços na área de saúde para os necessitados na área da Baía rural de Robin, na Jamaica. Como o passar dos anos, no entanto, o esforço se expandiu para fornecer cuidados de saúde gratuitos em clínicas do governo e igrejas locais em outras cidades.

Os missionários também se envolveram em ações de evangelismo , além de atender às necessidades físicas dos necessitados. Eles recentemente haviam começado a trabalhar com o programa de reforma e construção de casas e que beneficiou muitas pessoas, de acordo com o 'Jamaica Observer'.

"Eles fazem o estudo da Bíblia em suas casas; todos os dias as crianças vão para lá", um representante político para a Divisão de Boscobel, Fitzroy Wilson, disse ao Observer. "Trabalhei com ele [Nichols] durante os últimos seis ou sete anos".

Joshua Polacheck, um representante da Embaixada dos EUA em Kingston, Jamaica, chamou as mortes dos missionários de "horrível" e disse que eles estavam ansiosos por ver a justiça se cumprindo rapidamente.

"Estamos tristes pelas mortes horríveis dos dois missionários norte-americanos. Eles não estavam apenas nos visitando, mas estavam sendo como pilares de ambas as comunidades durante anos", disse Polacheck. "O embaixador tem estado em contato com os mais altos níveis de segurança daJamaica, e nós estamos esperando por uma solução rápida para esta questão e que os assassinos sejam encontrados e levados à justiça."
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST


terça-feira, 3 de maio de 2016

Irã prepara exército de adolescentes para “invadir e libertar Jerusalém”

Irã prepara exército de adolescentes para "libertar Jerusalém"

Vídeo mostra que plano é vencer na Síria para depois tomar Israel  
por Jarbas Aragão 

O governo extremista do Irã transmitiu recentemente nas TVs do país um novo vídeo de recrutamento focado nos adolescentes. A esperança é que eles se alistem voluntariamente para a guerra na Síria e no Iraque.

Desde o início da guerra civil que se arrasta há mais de quatro anos na Síria e no Iraque, o Irã está apoiando o presidente Bashar Assad, seu aliado. Mais de 400.000 pessoas morreram nesta guerra que mudou a configuração do Oriente Médio e impulsionou a popularidade do Estado Islâmico, que procura dominar a região e também faz ameaças a Israel.

O clipe mostra adolescentes e crianças cantando uma canção chamada “Mártires que defendem o santuário sagrado.” Enquanto eles cantam, surgem imagens de jovens portando armas e sendo submetidos a treinamento militar. No final, fica claro que o objetivo após o final da guerra síria é “libertar Jerusalém”.

“Vamos nos levantar para salvar o santuário sagrado”, diz a letra. “Eu me juntei à divisão do exército de [Imã] Hossein. Tenho um mandado de [Imã] Ali para defender o santuário sagrado. Pelas ordens do meu líder [aiatolá] Khamenei estou pronto para dar minha vida. Meu objetivo não é apenas para libertar o Iraque e a Síria. Meu caminho é pelo santuário sagrado [na Síria], mas meu objetivo é chegar até Jerusalém”.


Este não é o primeiro vídeo dos radicais iranianos sobre os planos de invadir “Al Quds” – literalmente, “a santa”, nome dados pelos muçulmanos a Jerusalém. No ano passado, uma animação computadorizada defendia a união de todos os seguidores de Maomé para a “destruição inevitável” de Israel.

Com o fim do embargo e o apoio dos EUA, o Irã voltou a investir em armamentos e divulgou que possui mísseis Qadr H que trazem a inscrição: “Israel deve ser varrido da Terra”. Essa frase foi dita em outras ocasiões pelo aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país.

Para melhor entender a letra desse “hino” cantado pelos adolescentes iranianos, é preciso lembrar que existem profecias islâmicas em um livro chamado Al-Jafr, atribuído ao Imã Ali ibn abi Taleb.
Segundo ele, após o governante da Síria ser morto numa guerra, um grande califa assumirá o poder.  Ele comandará uma campanha militar que culminará na conquista de Jerusalém, marcando o início de uma nova era global.

Exército infantil

Embora não sejam citadas nessa profecia, a presença de adolescentes em batalhas muçulmanas não é novidade. Segundo a tradição do Oriente Médio, um menino com 13 anos já é considerado “homem” e está apto para lutar.

Na história do Irã, crianças e adolescentes participaram diretamente da guerra Irã-Iraque. Na década de 1980, as forças Basij eram formadas por crianças e adolescentes ou até por idosos (alguns com mais de 70 anos). Estima-se que 95.000 “crianças soldado” foram mortas ou feridas gravemente neste conflito.

O aiatolá Matthias Kuntzel, analista político alemão denunciou ao mundo que durante a guerra contra o Iraque, o aiatolá Khomeini comprou 500.000 chaves de plástico que tinham o significado simbólico de “abrir as portas do paraíso”.

Elas eram penduradas nos pescoços de crianças a partir de doze anos de idade. Os meninos eram envolvidos em lençóis e iriam rolando pelo chão em campos minados. Ao explodindo os próprios corpos e deixando a passagem livre para os soldados iranianos. Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br Com informações de Jerusalém Post


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Filha de governante muçulmano se converte ao ler trecho da Bíblia: “Jesus me libertou”

Najima era uma muçulmana fiel, até se deparar com um pedaço de papel que continha um trecho da Bíblia. (Foto: Reprodução)
Najima era uma muçulmana fiel, até se deparar com um pedaço de papel que continha um trecho da Bíblia. (Foto: Reprodução)

A história de Najima (nome fictício por razões de segurança) foi narrada pelo evangelista Paul Siniraj para o ministério ‘Bíblias para o Oriente Médio’, uma organização que atua nos países muçulmanos mais opressos.

Jesus Cristo pode manifestar Sua presença nos lugares mais improváveis. Recentemente, quem descobriu isso foi a filha de um governante muçulmano de um país do Oriente Médio — mesmo à custa de ser repudiada por sua própria família.

A história de Najima (nome fictício por razões de segurança) foi narrada pelo evangelista Paul Siniraj para o ministério 'Bíblias para o Oriente Médio', uma organização que atua nos países muçulmanos mais opressos.

Najima era uma muçulmana fiel, mas estudava em uma universidade ocidental. Certo dia, dentro da sala de aula, ela notou um pequeno pedaço de papel preso no vinco de sua mesa.

O papel continha uma passagem da Bíblia sobre Jesus Cristo, que dizia: "Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus" (2 Coríntios 5:21).

Ela jogou o pedaço de papel no lixo, mas as palavras se mantiveram em sua mente. Najima se perguntava: "Como Jesus pode ter se tornado pecado por nós?". Naquela noite, ela não conseguiu dormir.

Experiência

De repente, uma forte luz que vinha da janela invadiu seu quarto, como se o sol estivesse brilhando à meia-noite. Em seguida, a jovem ouviu uma voz: "Filha, você é uma pecadora. Não há um justo sequer. Todos saíram do caminho, e juntos se tornaram inúteis; mas eu vim para levar todos os seus pecados. Eu fiz o resgate de muitos. Acredite em mim e me aceite. Eu te dou a vida eterna."

Ela sabia que era a voz de Jesus Cristo. Neste momento, ela se ajoelhou e o aceitou como seu Salvador e Senhor.

Ao saber da novidade, sua família tomou uma medida radical: Najima foi colocada nua em uma cadeira, amarrada a uma placa de metal. Ela sabia que seria morta por electrocussão, mas estava disposta a morrer por Jesus.

Ela fez um último pedido: que uma Bíblia fosse colocada em seu colo. "Se você quer morrer junto com sua religião falsa, que assim seja”, respondeu seu pai. “Isso vai mostrar que sua religião é impotente", acrescentou um de seus irmãos.

Em vez de medo, ela sentiu paz, como se o próprio Jesus Cristo estivesse em pé, ao lado dela. Seu pai conectou a tomada, mas nada aconteceu. Eles tentaram repetidas vezes, utilizando vários cabos, mas não obtiveram resultados.

Novas vestes

Irritado, o pai deu um tapa na jovem e gritou: "Você não é mais minha filha!". Najima foi colocada nua para fora de casa, mas encontrou refúgio na casa de uma amiga, que a abrigou.

No dia seguinte, sua amiga perguntou aos vizinhos se viram uma menina correndo nua pelas ruas, mas as respostas foram surpreendentes. "Nós vimos uma garota correndo com um vestido branco, maravilhoso, como um anjo. Nós nos perguntamos por que alguém vestida tão lindamente teve que correr pelas ruas".

Mais tarde, o pai de Najima a levou de volta para casa à força e a colocou sob prisão domiciliar. Hoje, ela vive com sua família novamente, vestindo véus muçulmanos, mas acreditando na transformação de sua casa.


"O Senhor Jesus Cristo me libertou do pecado e da morte. Eu experimentei a verdadeira liberdade e paz interior. Aleluia!", disse ela aos missionários. 
FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE CHRISTIAN TODAY

domingo, 1 de maio de 2016

Cristãos são desafiados em noite de celebração



BRASIL

"Quando você ora pela Igreja Perseguida, você ora pela sua família", disse o responsável pelo underground em noite de celebração pelos 15 anos do ministério

Na noite de ontem (30), a Igreja Presbiteriana de Pinheiros, em São Paulo, sediou o culto de celebração pelos 15 anos do ministério de jovens da Portas Abertas, o underground, conhecido também como UG. Em um clima muito alegre, dezenas de pessoas se reuniram em uma grande noite de adoração, reflexão e oração pela Igreja Perseguida. O parceiro Adhemar de Campos e banda foram os responsáveis pelo louvor. Adhemar lembrou a todos do privilégio de sermos livres, e assim convidou-os a agradecer a Deus com alegria e gratidão.

Uma boa parte dos voluntários do UG estiveram presentes, representando uma parcela de jovens que se dedicam ao ministério em todo o Brasil. Eles organizam encontros de oração, acampamentos e eventos, tudo para conscientizar a igreja brasileira da necessidade e realidade dos cristãos perseguidos. A equipe recebeu uma oração dos presentes pelo trabalho que realizam e pela continuidade dele.

Um ministro da Igreja Perseguida
No evento, o pastor do Iraque, Farouk, compartilhou as dificuldades que a igreja em Bagdá enfrenta, mas também trouxe esperança ao contar histórias de milagres e de provisão de Deus. Farouk relatou que a igreja iraquiana tem enfrentando momentos bem delicados em razão da crise, mas a intensidade da perseguição religiosa tem levado os cristãos a estarem mais próximos de Deus. Assim, ele pediu à igreja brasileira que ore para que a perseguição não acabe, mas para que ela continue trazendo pessoas para Jesus.

Farouk desafiou os cristãos livres de perseguição a confiarem mais em Deus e disse, que por ele, todo o Iraque conhecerá a Jesus. Contou também como foi ser desafiado a largar o emprego fixo para se dedicar inteiramente ao pastoreado. Depois, explicou que abriu cinco igrejas na Austrália e lá conheceu o Irmão André, fundador da Portas Abertas. Ambos tinham algo em comum: decidiram cumprir o chamado de Deus. Em seguida, contou a transição em deixar um país tranquilo e livre para ser pastor no segundo país mais resistente ao evangelho. "Desde então, Deus tem sido comigo", diz ele.

Ele também agradeceu a alegria e simpatia dos brasileiros e deixou o recado de orarem sempre pela igreja no Iraque.

Comemoração Dupla
Hoje, a base da Portas Abertas do Brasil completa 38 anos de atuação. São quase quatro décadas de dedicação aos cristãos perseguidos, como o pastor Farouk. Em todos esses anos, muitos brasileiros já se tornaram conhecedores da causa. Você conhece alguém ou alguma igreja que ainda não conhece? Não perca mais tempo e divulgue a causa daqueles que compartilham da nossa fé, mas não da nossa liberdade.

Conheça mais sobre o underground e envolva-se conosco! Fonte: https://www.portasabertas.org.br