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Anúncio do secretário-geral é divulgado duas semanas após o Vaticano ter emitido uma nota similar
por Jarbas Aragão
Imagem: UN
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, fez um apelo para que Israel e Palestina “resolvam pacificamente” seu conflito e voltou a se declarar favorável ao plano da chamada “solução de dois Estados”.
“Exorto Israel, a Palestina e todos os outros com influência a restaurar a promessa e a viabilidade da solução baseada em dois Estados vivendo lado a lado em paz, harmonia e dentro de fronteiras seguras e reconhecidas, tendo Jerusalém como a capital de ambos”, assegurou Guterres em um comunicado oficial nesta sexta-feira (23).
A mensagem veio às vésperas da comemoração na ONU do “Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino”, observado em 29 de novembro. Guterres lamentou que este ano ocorre em um momento de “turbulência, angústia e tormento”. O anúncio é feito duas semanas após o Vaticano ter emitido uma nota similar, apelando para a entrega da porção oriental da cidade para a Autoridade Palestina.
A escalada de violência entre israelenses e palestinos junto à fronteira com a Faixa de Gaza aumentaram desde o final de março. Incentivados pelo Hamas, palestinos fizeram manifestações todas as sextas-feiras, dia sagrado no Islã, ameaçando invadir o território israelense. Além disso, enviaram centenas de bombas incendiárias sobre o sul de Israel, destruindo plantações.
As Forças de Defesa de Israel reagiram no início deste mês, atacando alvos militares do Hamas, que disparou cerca de 500 mísseis e morteiros contra Israel, no maior conflito armado na região desde a guerra de 2014. Apesar do cessar-fogo negociado por ambas as partes, continuam ocorrendo confrontos na região fronteiriça com o enclave costeiro.
Ex-presidente da bancada evangélica empunha as mesmas bandeiras de Bolsonaro
por Jarbas Aragão
João Campos (PRB/GO) durante sessão de discussão do processo de impeachment de Dilma. (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Desde que Jair Bolsonaro foi declarado presidente eleito, a movimentação política é intensa em Brasília com vistas à nova configuração não só dos ministérios, mas também no equilíbrio de forças no Congresso.
Bolsonaro já avisou que não se envolverá diretamente na sucessão da Câmara dos Deputados, mantendo a coerência de seu discurso de evitar o “toma lá, dá cá” característico das relações partidárias. Além disso, o capitão desautorizou seu partido, o PSL, de lançar candidato na disputa pelo cargo.
Nesta quinta-feira (22), o deputado federal João Campos (PRB/GO) confirmou que será candidato à presidência da Câmara na próxima legislatura.
Na nota em que se apresenta como candidato oficial do PRB, ele explica: “Entro na disputa à presidência da Câmara, para juntamente com o nosso presidente Jair Bolsonaro e todos os demais amigos de bancada que lutam por um Brasil melhor, possamos juntos, transformar positivamente a vida de toda a população que tanto necessita de uma política honesta e voltada aos menos favorecidos”.
Além de pastor, o goiano também é delegado e tem o apoio de duas Frente Parlamentares fortes: a Evangélica e da Segurança Pública. O deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), atual presidente da Câmara dos Deputados, tem dito que pretende disputar a presidência da Casa por mais dois anos. Mesmas bandeiras de Bolsonaro
Deyvid Pereira, analista político consultado pelo Gospel Prime, acredita que a estratégia do pastor poderá ser um elemento surpresa neste processo. “Rodrigo Maia está desgastado entre seus pares. Há notícias que alguns nomes fortes do DEM, como o senador Ronaldo Caiado é favorável ao nome de João Campos. Além disso, o histórico do parlamentar lhe garante um bom trânsito entre vários grupos políticos”, avalia.
O analista entende que o goiano “tem grandes chances”. “É um deputado muito respeitado e muito articulado dentro da Câmara. O presidente eleito tem dito que não quer se envolver diretamente, embora precise de alguém com ideais semelhantes”, destaca. Pereira lembra ainda que, em seus mandatos, “Campos sempre defendeu as pautas morais que ajudaram a eleger Bolsonaro. Eles empunhavam as mesmas bandeiras”.
André Luiz de Almeida Mendonça é membro da Igreja Presbiteriana Esperança de Brasília
por Jarbas Aragão
André Luiz Almeida. (Foto: Divulgação/Vera Lúcia Massaro/Alesp)
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou nesta quarta-feira (21), o advogado da União, André Luiz de Almeida Mendonça para chefiar a Advocacia Geral da União (AGU). Ele substituirá a ministra Grace Mendonça, nomeada para o cargo pelo presidente Michel Temer.
“Informo a todos que a Advocacia Geral da União será liderada pelo senhor André Luiz de Almeida Mendonça, advogado com ampla vivência e experiência no setor”, escreveu Bolsonaro em sua conta do Twitter, meio oficial para seus anúncios.
Mendonça é Advogado da União desde fevereiro de 2000. Ele vem atuando como assessor especial do ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União desde 2016. Pastor evangélico, aos domingos ele celebra os cultos da Igreja Presbiteriana de Brasília.
Em entrevista, o advogado disse que “não há conflito” entre as atividades de advogado da União e pastor.
Não foi definido ainda se a AGU perderá o status de ministério que tem atualmente na gestão de Michel Temer.
Bolsonaro desconsiderou a lista tríplice para escolher quem chefiaria a AGU, o que mostra ter sido uma escolha pessoal dele para o cargo.
Em uma reunião com apóstolos de várias partes do Brasil, líderes traçaram meios para apoiar a atuação da Igreja.
Membros do Conselho Apostólico Brasileiro (CAB) estiveram reunidos em Brasília. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
O Conselho Apostólico Brasileiro (CAB) se reuniu nesta segunda-feira (19) para orar pelo Brasil e discutir como a Igreja pode atuar de maneira mais influente em todas as áreas da sociedade.
De acordo com o secretário-geral do CAB, apóstolo Arles Marques, o conselho apostólico quer ser ouvido pela nação brasileira e ter voz no governo.
“Deus quer fazer Jesus o cabeça de todas as coisas”, disse ele em reunião privada, acompanhada com exclusividade pelo Guiame. “Nossa ideia é ter uma entrada em todas as áreas da sociedade brasileira para que Jesus seja cabeça daquelas áreas”.
Cerca de 30 líderes cristãos estiveram juntos em uma reunião que foi comparada ao Concílio de Jerusalém, descrito no livro bíblico de Atos, diante de um novo Brasil que espera ouvir a voz da Igreja através de uma paternidade apostólica.
Momento de oração entre membros do Conselho Apostólico Brasileiro (CAB), em Brasília. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Influência na América Latina
O pastor argentino Luciano Bongarra, presidente do ministério Parlamento e Fé, incentivou os líderes presentes a trabalharem em favor não apenas do Brasil, mas de toda a América Latina.
“O Brasil vive um momento único não só para seu próprio país, mas para todo o continente. Vocês têm o privilégio de ter homens comprometidos com a mensagem de Jesus Cristo que vão liderar esta nação. Realmente me emociona saber que isso está acontecendo. Os países da América Latina estão longe do que está se passando no Brasil”, disse Bongarra aos líderes.
“Queremos a unidade do povo de Deus para alcançar todo o continente, com o exemplo do que Deus está fazendo no Brasil”, disse Bongarra, acrescentando que “há um campo missionário que não está só na África, mas também está no Congresso”.
Pastor argentino Luciano Bongarra, presidente do ministério Parlamento e Fé. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
O pastor e deputado federal Roberto de Lucena (PODE-SP) esteve presente no encontro e falou sobre a importância da Igreja se posicionar de maneira correta diante da mudança no cenário brasileiro.
“Eu percebo que um tempo novo de Deus chegou para o Brasil. A Igreja precisa ter muita responsabilidade e lucidez para entender seu papel neste momento”, declarou Lucena. “Eu vivo o privilégio de fazer parte desta geração que está vendo a resposta das orações depositadas diante de Deus em décadas”.
O apóstolo Joel Engel, que foi oficializado como novo membro do CAB durante a reunião, destacou a importância da Igreja se encarregar de orar pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro.
“Nós temos que ser os intercessores de Bolsonaro. A Igreja colocou ele lá. Ele não ganhou por outra razão a não ser pelo clamor da Igreja”, disse Engel. “Que nós venhamos como Conselho Apostólico declarar profeticamente que nós estamos ungindo esse governo e profetizar que nossos filhos e netos irão continuar ungindo o governo”.
Pastor e deputado federal Roberto de Lucena (PODE-SP) falando ao CAB. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Expansão do CAB
Constituído em 2005, o CAB era formado por 15 apóstolos brasileiros, entre eles Neuza Itioka (Ministério Ágape Reconciliação), Valnice Milhomens (Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo), Rinaldo Seixas (Igreja Bola de Neve), Sinomar Fernandes (Ministério Luz para os Povos), Francisco Nicolau (Igreja Batista das Nações), Hudson Medeiros (Ministério O Renovo – Brasil de Joelhos) e Paulo de Tarso (Igreja Betlehem).
Na segunda-feira, o Conselho Apostólico firmou seu desejo de ampliar o número de membros para ter maior representatividade nacional. Pouco mais de 15 líderes cristãos foram adicionados ao CAB.
Membros do Conselho Apostólico Brasileiro (CAB) estiveram reunidos em Brasília. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Apóstolo Arles Marques, secretário-geral do Conselho Apostólico Brasileiro (CAB) dirigiu a reunião. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Apóstolo Joel Engel (à esquerda) se tornou um dos novos membros do Conselho Apostólico Brasileiro. (Foto: Guiame/Marcos Paulo Corrêa)
Estrutura revela representações detalhadas de várias histórias bíblicas
por Jarbas Aragão
Os espias no mosaico na sinagoga de Huqoq. (Foto: Jim Haberman)
Arqueólogos que escavam as ruínas de uma sinagoga construída no século V em Israel se depararam com um gigantesco mosaico. Os desenhos encontrados na sinagoga de Huqoq, próxima ao Mar da Galileia, chamam atenção pelos detalhes na representação de relatos bíblicos, sobretudo da conquista de Canaã, a terra prometida.
A equipe da arqueóloga Jodi Magness, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), trabalha no local desde 2012. A cada escavação, novos desenhos são revelados. A maioria são cenas bíblicas, como a arca de Noé, a divisão do Mar Vermelho, o envio dos espias, e Sansão.
Outras são enigmáticas, como a de um jovem levando um animal em uma corda, que seria uma referência à Isaías 11: 6, pois a inscrição diz: “uma criança pequena os guiará”.
Também há imagens históricas, como a da chegada de Alexandre, o Grande, uma raridade na iconografia judaica. “A arte judaica antiga é frequentemente considerada anímica, ou carente de imagens. Mas esses mosaicos coloridos e cheios de cenas figuradas atestam uma rica cultura visual”, explica a arqueóloga ao National Geographic.
Torre de Babel no mosaico da sinagoga de Huqoq. (Foto: Jim Haberman)
As figuras descobertas este ano mostram o profeta Jonas engolido por um peixe e a construção da Torre de Babel. A dra. Magness disse que são reproduções muito diversificadas, a mais importante desse tipo já encontrada em uma sinagoga antiga.
Por exemplo, há diferentes espécies de peixe e um golfinho na que mostra a história de Jonas. Os trabalhadores da torre de Babel possuem diferentes tons de pele e vestimentas, representando a variedade cultural da humanidade. Além disso, eles usam uma série de polias e cordas, que refletiam em detalhe as técnicas de construção romana, comum no século V.
Jonas e o grane peixe no mosaico da sinagoga de Huqoq. (Foto: Jim Haberman)
Para os arqueólogos os mosaicos quebram a concepção que na região de Huqoq todas as aldeias judaicas estavam sob o domínio cristão de Roma. “Os mosaicos que decoram o piso da sinagoga Huqoq revolucionam nossa compreensão do judaísmo neste período”, afirma Magness.
A prática de decorar a sinagoga com mosaicos tinha como objetivo ensinar seus frequentadores sobre as passagens da Bíblia, já que a grande maioria da população não sabia ler. “Judeus e cristãos reivindicavam a mesma herança, ambos têm suas raízes em Israel”, lembra Magness.
Não é raro que as sinagogas desse período contenham arte bíblica. “O que é incomum é a riqueza e diversidade das cenas em uma sinagoga de uma aldeia tão pequena”, ressaltou ela, destacando que no próximo ano sua equipe voltará a escavar o local.
Escavação na sinagoga de Huqoq. (Foto: Jim Haberman)
Nome de ex-presidente da bancada evangélica cresce nos bastidores, garante analista
por Jarbas Aragão
João Campos (PRB/GO) durante sessão de discussão do processo de impeachment de Dilma. (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Desde que Jair Bolsonaro foi declarado presidente eleito, a movimentação política é intensa em Brasília com vistas à nova configuração não só dos ministérios, mas também no equilíbrio de forças no Congresso.
O deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), atual presidente da Câmara dos Deputados, tem dito que pretende disputar a presidência da Casa por mais dois anos. A eleição, que ocorrerá em fevereiro de 2019, segundo a mídia teria pelo menos outros sete deputados na disputa.
Bolsonaro já avisou que não se envolverá diretamente na sucessão da Casa, mantendo a coerência de seu discurso de evitar o “toma lá, dá cá” característico das relações partidárias. Além disso, o capitão desautorizou seu partido, o PSL, de lançar candidato na disputa pelo cargo.
Entre os que crescem nos bastidores, desponta o nome de João Campos (PRB/GO), ex-presidente da bancada evangélica. Além de pastor, ele também é delegado e teria apoio de duas Frente Parlamentares fortes: a Evangélica e da Segurança Pública.
Campos tem uma boa relação com Bolsonaro, tendo sido seu aliado em embates históricos na Câmara. A mais conhecida foi em 2011, quando Fernando Haddad, então ministro da Educação, propôs o lançamento de um material que ficou conhecido como “kit gay”. Por conta da pressão da bancada evangélica, liderada pelo goiano, a presidente Dilma Rousseff acabou vetando. O tema foi exaustivamente tratado nessas eleições.
Mesmas bandeiras de Bolsonaro
Deyvid Pereira, analista político consultado pelo Gospel Prime, acredita que a estratégia do pastor poderá ser um elemento surpresa neste processo. “Rodrigo Maia está desgastado entre seus pares. Há notícias que alguns nomes fortes do DEM, como o senador Ronaldo Caiado é favorável ao nome de João Campos. Além disso, o histórico do parlamentar lhe garante um bom trânsito entre vários grupos políticos”, avalia.
O analista entende que o goiano “tem grandes chances”. “É um deputado muito respeitado e muito articulado dentro da Câmara. O presidente eleito tem dito que não quer se envolver diretamente, embora precise de alguém com ideais semelhantes”, destaca. Pereira lembra ainda que, em seus mandatos, “Campos sempre defendeu as pautas morais que ajudaram a eleger Bolsonaro. Eles empunhavam as mesmas bandeiras”.
Cantores postaram vídeos em suas redes sociais, afirmando que o momento foi repleto de paz e da presença de Deus.
Vários líderes e artistas cristãos publicaram imagens de um momento de louvor e oração (vídeo acima) que aconteceu na Casa Branca, na última terça-feira (13). O encontro “Faith Briefing” foi elaborado para dar uma atualização sobre todas as iniciativas baseadas na fé que foram introduzidas pelo governo Trump.
O momento contou com a presença de diversos cantores cristãos, como a ministra de louvor Jenn Johnson (Bethel Church), Kari Jobe e também o vencedor de quatro Grammy's, Tauren Wells.
Em vídeos postados por Wells, um dos músicos que liderou o momento de louvor, um grupo de líderes de louvor pode ser visto cantando músicas como “What a Beautiful Name” (Hillsong) e "How Great Is Our God" (Chris Tomnlin).
"Que privilégio declarar o nome de Jesus em adoração e oração hoje na Casa Branca. Fui desafiado, informado, convocado e inspirado no #faithbriefing com muitos colegas da música. A igreja tem uma grande oportunidade de levantar-se com graça e verdade e servir com amor e paixão para ser a cidade em uma colina que fomos chamados a ser", afirmou o cantor em seu perfil do Instagram.
Vídeos e fotos também foram postados por Jenn Johson e Kari Jobe, que expressaram sua gratidão em participar daquele momento.
"O dia de ontem me sacudiu. Eu fui para uma reunião na Casa Branca com nenhuma agenda, mas sim para amar e orar. Eu fui envolvida até as lágrimas com profunda convicção para orar mais, não apenas pelo nosso presidente, mas também pelos homens e mulheres que lideram ao lado dele. Eu não poderia ter dito melhor", escreveu Jenn Johnson.
"Ontem tive a honra de ir à Casa Branca para um #FaithBriefing com alguns outros artistas e líderes de louvor. Cody e eu tivemos a honra de sermos convidados. Ao entrar na Casa Branca eu tive que apenas tirar um momento e eu estava pensando em quantos grandes homens e mulheres serviram e conduziram naquela casa, vieram visitar aquela casa, mudaram a história dentro daquela casa, mas a coisa que mais me emocionou foi a paz que senti. Não foi caótico, não foi pesado... Foi pacífico. É uma casa. Acho que foi especial", escreveu Kari Jobe.
O encontro parecia ser organizado pela pastora Paula White, uma pastora da Flórida e presidente do conselho consultivo de fé do presidente Donald Trump. O marido de White é Paul Cain, ex-tecladista do grupo “Journey”, que também estava presente.
Além dos diversos louvores entoados, os participantes do "Faith Briefing" também se juntaram em um momento de imposição de mãos e oração.
Grupo orou pelos policiais que os prenderam durante evangelização
por Jarbas Aragão
Imagem: China Aid
Pelo menos 20 cristãos presos por realizarem um culto público continuam testemunhando sua fé na cadeia, divulga a China Aid, ministério que acompanha a perseguição religiosa na China.
O grupo, pertencente à Igreja da Aliança de Chengdu, cidade na região sul do país, cantava e pregava em um parque público, perto de um shopping, quando os policiais chegaram. Após um breve interrogatório, todos foram levados para duas delegacias locais. Como sua igreja não é registrada pelo governo, eles permanecem presos.
Vídeos publicados em redes sociais chineses mostram que no momento em que eram levados pelos guardas, oravam para que eles fossem “cheios do poder da alegria, paz e graça”. A China Aid comunica que os fiéis da igreja que não foram presos reuniram-se do lado de fora das delegacias de polícia para orar.
“O Evangelho foi proclamado. Distribuímos todos os panfletos. Aqueles irmãos e irmãs que estavam em frente à delegacia trouxeram mais e distribuíram todos eles”, disse Wang Yi, pastor da Igreja da Aliança. “Que o amor do Senhor esteja com esses policiais.” O líder religioso disser que sua igreja não vai parar de pregar. Há relatos que os que estão presos continuam testemunhando sua fé no cárcere.
Atualmente, o governo chinês tenta encerrar as atividades de aproximadamente 20.000 igrejas domésticas. Seus líderes estão sendo forçados a prometer sua lealdade ao Partido Comunista se não quiserem ser presos.
O presidente da Missão Portas Abertas, David Curry, disse que os cristãos do mundo todo deveriam estar cientes do que acontece na China e orar pelos que seus irmãos perseguidos.
“Eu acho que a comunidade global precisa estar cientes e vigilantes”, disse ele. “Sempre que os cristãos são perseguidos, precisamos nos posicionar e fazer nossa voz ser ouvida”.
Deputado manifestou-se sobre abordagem da Globo e da Folha de São Paulo
por Jarbas Aragão
Marco Feliciano e Jair Bolsonaro. (Foto: Lula Marques/Agência PT)
Aliado de primeira hora do presidente eleito Jair Bolsonaro, o deputado federal Marco Feliciano (Pode/SP) está insatisfeito com a maneira como a grande mídia vem tentando fazer o que chama de “terceiro turno” das eleições.
Assim como aconteceu durante a campanha eleitoral, a maneira como muito do que Bolsonaro e seus aliados fazem e falam é representado negativamente pelos principais órgãos de comunicação do país.
“Os meios de comunicação de massa têm um imenso poder de disseminação de ideias próprias de alguns que se acham iluminados de portadores das verdades absolutas”, aponta Feliciano. O parlamentar destacou dois casos recentes de como há uma distorção clara dos fatos.
O primeiro foi “Amor e Sexo”, apresentado por Fernanda Lima. “Em uma das últimas apresentações ela vociferou críticas ferozes e mentirosas ao presidente eleito Jair Bolsonaro. Sua fala denotava um ódio escancarado e uma falta de respeito à maioria do povo brasileiro, entre eles muitos de seus espectadores, numa linguagem de revolucionário clandestino, como se estivesse falando de alguma caverna do Afeganistão”, destaca o deputado paulista.
Ele vê uma ligação do que aconteceu no programa de auditório da rede Globo com o que foi veiculado pela Folha de São Paulo esta semana. “Deparei-me com um artigo ‘Polarização pelo Avesso’, escrito pela senhora Milly Lacombe, roteirista do programa ‘Amor e Sexo’, onde a autora faz defesa de sua pupila uma armadilha intelectual onde divaga numa ficção que chama de ‘lógica invertida’”, aponta.
Segundo Feliciano, de fato há uma lógica invertida em ação, mas não é como a esquerda afirma. “Estão tentando instituir o terceiro turno nas eleições, mas só o que estão conseguindo é se exporem ao ridículo. Assim, despenca a audiência desses nefastos programas, muitas das vezes patrocinados, direta ou indiretamente com dinheiro do contribuinte”, avalia.
O parlamentar faz ainda um pedido para que a mídia tendenciosa “Deixe Bolsonaro em paz, ele representa o Brasil novo”, acrescentando que é preciso parar esse clima de divisão que foi implantado no país. Afinal, se o governo foi bem-sucedido, toda a população ganha com isso.
Após a psicóloga denunciar mais um caso de intolerância sofrido por uma profissional, Marco Feliciano pedirá uma CPI.
Marco Feliciano (esquerda) recebeu as denúncias feitas pela psicóloga Marisa Lobo (direita) contra os Conselhos de Piscologia. (Imagem: Guiame - edição)
Na última segunda-feira (12), a psicóloga paranaense Marisa Lobo se encontrou com o deputado federal Marco Feliciano para entregar-lhe um dossiê contra os Conselhos de Psicologia (regionais e federal), denunciando o aparelhamento político e ideológico destas autarquias. O parlamentar recebeu o documento e assegurou que irá pedir uma CPI e também realizar audiências públicas para dar voz aos profissionais que não aceitam tal doutrinação.
A denúncia contra os conselhos vem logo após o caso da psicóloga Patrícia Teixeira, que foi cassada por ter se oposto à ideologia de gênero e apoiado os valores da família tradicional em um vídeo.
"Uma das coisas que essa ideologia ignora é que as crianças, até certa fase da vida, precisam de referênciais sólidos para que vivam a plenitude do gênero com o qual foram criadas", alertou Patrícia no vídeo. "A ideologia de gênero atribui à escola a responsabilidade de pregar essa neutralidade, anulando assim, o papel dos pais, os principais responsáveis por transmitir tais referenciais".
Marisa se identificou fortemente com o caso de Patrícia, pois ela própria já sofreu com a intolerância dos Conselhos (regional e federal) de Psicologia, após ser acusada de tentar promover a cura gay e também de usar de proselitismo religioso em seu consultório. Após ter sido cassada, Marisa Lobo conseguiu reverter o caso e as acusações foram todas desmentidas em audiências dos próprios Conselhos.
Marisa Lobo comentou sobre o encontro com o deputado Marco Feliciano.
"Em reunião, o deputado prometeu tomar providências, e garantiu que vai pedir uma CPI, audiências públicas para discutir sobre a perseguição política , religiosa e ideológica contra psicólogos que não aceitam serem doutrinados,por conselhos e universidades", afirmou. "Entreguei também prints com várias denúncias,pedido de ajuda de alunos de psicologia que tem sido oprimidos, por professores que igualmente os persegue em sala de aula, impedindo o verdadeiro conhecimento científico".
"O deputado ainda prometeu fazer reuniões com outros deputados,para que esse assunto entre em pauta no começo do ano.
O Caso da psicóloga Patrícia teixeira que foi cassada em Tubarão será,investigado como outros casos de censura, processos de cunho politico, ideológico e religioso".
Marisa Lobo ainda alertou sobre o aparelhamento dos Conselhos de Psicologia, classificando-os como "ditadura ideológica" e se colocou à disposição para ajudar profissionais e estudantes que se sentirem oprimidos por este contexto.
"Estamos vivendo uma ditadura ideológica política vergonhosa dentro dos conselhos ,não podemos mais nos calar. Se você, que é aluno de Psicologia, ou psicólogo, e tem sido amordaçado, oprimido pela curso de psicologia ou pelos conselhos, entre em contato pelo email Marisalobo@globo.com, nos ajude a aumentar este dossiê", finalizou.
Em entrevista para o Fantástico, Sérgio Moro falou sobre diversas questões e negou que o governo de Bolsonaro irá "perseguir minorias".
No último domingo (11), o futuro ministro da Justiça, juiz Sérgio Moro, concedeu uma entrevista para a jornalista Poliana Abritta, do Fantástico, em Curitiba, na qual falou sobre diversos temas, como o combate à corrupção e ao crime organizado. Ele ainda dispensou a possibilidade de qualquer tipo de discriminação às minorias no governo de Jair Bolsonaro e também comentou a forma como tomou a decisão de aceitar o convite do presidente eleito para o Ministério.
Em uma entrevista de cerca de 20 minutos, Moro respondeu, entre outras questões, sobre a possibilidade do governo de Bolsonaro seguir uma possível agenda discriminatória contra minorias, como negros, indígenas e grupos LGBT. O juiz negou que o presidente eleito tenha dado sinais de intolerância.
"Eu acompanhei todo o processo eleitoral e eu nunca vi, da parte do senhor presidente eleito, uma proposta de cunho discriminatório em relação a essas minorias. Eu não imagino de qualquer forma que essas minorias estejam ameaçadas. O fato de a pessoa ser heterossexual, homossexual, branco, negro, asiático... Isso é absolutamente indiferente", explicou.
"Eu tenho grandes amigos que são homossexuais. Algumas das melhores pessoas que conheço são homossexuais. E não existe nenhuma perspectiva de nada que seja discriminatório a essas minorias. O governo tem que ter uma postura rigorosa quanto a crises em geral, mas também em relação a crimes de ódio. Eu não poderia ingressar em qualquer governo se houvesse alguma sombra de suspeita que haveria alguma política dessa espécie", acrescentou.
Combate ao crime organizado
O juiz explicou que ainda é difícil estabelecer uma meta com percentual específico, mas defendeu uma política mais rigorosa por parte do governo para que os resultados realmente sejam alcançados em um contexto, como o do Rio de Janeiro, que teve 62 mil homicídios, apenas em 2017.
"Eu não tenho condições de me comprometer com um percentual de redução específico. Porque, veja, isso não é matemática. O que é importante é iniciar um ciclo virtuoso", destacou.
"O Estado tem que ter uma política mais rigorosa em relação a essas organizações criminosas. Isso segue três padrões: investigações sólidas, direcionada à organização e seus líderes; prisão dos líderes, isolamento dos líderes; confisco do produto da atividade criminal e do patrimônio da organização. É assim que se desmantela organização criminosa. O criminoso vai pra cadeia, o policial vai pra casa. O confronto tem que ser evitado ao máximo", acrescentou.
A jornalista do Fantástico insistiu sobre as situações de confrontos entre polícia e criminosos e Moro explicou que estes confrontos jamais devem ser a base da estratégia, mas que policiais precisam estar preparados para isso.
"Essa é uma situação que tem que ser evitada", disse Moro. "Não é uma coisa simples. Não vou dizer assim: 'não vai acontecer isso depois de janeiro'. Pode acontecer. Mas são situações indesejadas. Não pode se construir uma política criminal, mesmo de enfrentamento do crime organizado, baseado em confronto e tiroteio. O risco de danos colaterais é muito grande. Não só danos colaterais, mas o risco pro policial".
O juiz também foi questionado sobre a proposta do governador eleito do Rio, Wilson Witzel, que prevê o abate de qualquer pessoa que esteja portando o fuzil. Moro apoiou a ideia de que o policial não deve esperar um disparo do bandido para somente então agir.
"Não me parece razoável que o policial tenha que esperar o criminoso atirar nele com uma metralhadora ou com um fuzil antes que ele possa tomar qualquer providência. Eu tenho minhas dúvidas se isso já não é acobertado pela legislação. Mas nós vamos estudar se é necessário uma reformulação da lei nesse sentido. Eu não tenho condições de agora efetuar uma crítica apropriada porque eu não sei exatamente o que ele tá defendendo", afirmou.
Maioridade penal
Quando questionado sobre a redução da maioridade penal, Moro reconheceu que ainda não há uma decisão definitiva sobre isso, mas afirmou que o criminoso, mesmo sendo menor de idade, deve ser penalizado, pois já tem noção de certo e errado.
"Bem, não existe uma posição fechada do governo em relação a isso, isso é uma questão a ser discutida. Existe uma necessidade de proteger o adolescente. É uma pessoa em formação. É inegável. Por isso se coloca a maioridade penal em 18 anos", lembrou.
"Mas também eu acho que é razoável essa afirmação de que mesmo um adolescente entre 16 e 18 anos, ele já tenha compreensão de que é errado matar. Isso não resolve criminalidade, mas tem que se considerar a justiça individual. Pense numa família que um dos membros foi vítima de um homicídio praticado por um adolescente acima de 16 anos. As pessoas querem uma resposta do Estado institucional. E o sistema atual, que prevê sanções muito reduzidas pra crimes dessa natureza, de gravidade, é insatisfatório", disse.
Psicóloga Marisa Lobo apresentou as denúncias ao deputado
por Jarbas Aragão
Marco Feliciano discursa no Congresso (Foto: Reprodução)
Na semana passada, a psicóloga Patrícia Teixeira teve seu registro profissional cassado pelo Conselho Regional de Psicologia (CRP) em Tubarão, Santa Catarina. O motivo foi um vídeo divulgado por ela em 2015, onde ela defende a família tradicional e manifesta-se contra a ideologia de gênero.
Denunciada à Comissão de Orientação e Fiscalização do CRP, acabou sendo condenada por ter violado o Código de Ética profissional pelo seu posicionamento público considerado “preconceituoso”.
Trata-se do segundo caso do tipo no Brasil, sendo muito semelhante ao que aconteceu com a psicóloga Marisa Lobo em 2014. Nos dois casos as profissionais são evangélicas, mas não usaram argumentos religiosos em seu posicionamento.
Decidida a terminar com o que classifica como “perseguição política , religiosa e ideológica contra psicólogos que não aceitam serem doutrinados por conselhos e universidades”, Marisa levou ao deputado Marco Feliciano (Pode/SP) um dossiê contra o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e os conselhos regionais.
O parlamentar prometeu tomar providências, e garantiu que vai encaminhar um pedido de CPI, promovendo audiências públicas para que se entende se há, de fato, perseguição política e religiosa.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Marisa lembra que ela foi perseguida durante anos. Pede ainda que alunos de psicologia que tem sido perseguidos por professores em sala de aula, façam denúncias. A psicóloga já reuniu uma série de dados, inclusive a comprovação que a liderança do Conselho Federal de Psicologia vem agindo de forma política, tendo apoiado o regime de Nicolás Maduro e manifestando-se contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) nas eleições deste ano.
Falando ao Gospel Prime, Marisa explica que “agora são duas psicólogas cassadas por perseguição religiosa”. Ela já reuniu testemunhos de mais de 50 profissionais de psicologia que sofreram algum tipo de pressão por discordarem do “posicionamento político de esquerda” do CFP. “Isso já se estendeu para as universidades. Recebo muitos relatos de estudantes sendo perseguidos só porque são cristãos”, revela.
Feliciano disse que tomará providências ainda esta semana. “O Conselho de Psicologia, por ser autarquia e pode ser verificado e descobrirmos por que nasce a perseguição”, lembra. Lembrou também que já foi denunciado por conselhos desse tipo por conta de suas posturas conservadoras.
Mandando um recado a todos os psicólogos que se sentem oprimidos pelo CFP, independentemente de religião, garantiu: “Vocês não estão sozinhos. Chega da Lei da Mordaça!”. Pedindo ainda que os profissionais não se calem quando sofrerem algum tipo de perseguição e façam denúncias públicas para que sejam apuradas.
A autora de best-sellers Sheila Walsh contou como sua batalha contra a depressão e pensamentos suicidas a permitiram experimentar o poder de Jesus. Ela também destacou por que a Igreja precisa “despertar” para o número de pastores que lutam contra a doença.
Walsh, palestrante reconhecida internacionalmente, relembrou ao site The Christian Post como se viu internada há 26 anos na ala psiquiátrica de um hospital. A escritora foi diagnosticada com depressão clínica, uma condição devastadora.
“Na época, eu estava servindo como co-apresentadora do programa Clube 700 na Christian Broadcasting Network”, disse ela. “Eu sabia como ser um bom rosto e me isolar das pessoas. Eu estava cercada de pessoas, uma líder de ministério, mas tão desesperadamente solitária e deprimida. Até aquele momento, eu busquei tanto do amor de Deus, mas quando me vi em um hospital psiquiátrico me senti derrubada”, comentou.
No hospital, Walsh disse que estava sobrecarregada com a sensação da presença de Deus no meio de sua dor. “Eu nunca soube o que era viver tão perto do chão”, disse.
“Havia uma sensação tão profunda de que ‘o Senhor está perto dos quebrantados de coração'”, disse ela. “É assim que você se sente quando está com depressão. Você se sente como se tivesse sido esmagada. Mas é neste momento que você pode experimentar a presença do Senhor”, ressaltou.
“Quando as coisas dão errado, nós sentimos como se Deus tivesse nos deixado ou não nos ouve, mas eu estou aprendendo que mesmo nos lugares mais escuros, o tempo de Deus é perfeito e Sua presença é real”, pontuou.
Walsh usa de sua experiência com a depressão para compartilhar oito passos simples e práticos para ajudar as mulheres a progredir um dia de cada vez em seu novo livro “It’s Okay Not To Be Okay: Moving Forward One Day At A Time” (“Tudo bem não estar bem: Seguindo em frente um dia de cada vez”, em tradução livre).
“Depois de me manifestar sobre minhas próprias lutas, muitas mulheres me procuraram pedindo conselhos”, disse ela. “Este não é um livro de autoajuda. É um livro sobre a ajuda de Deus. Eu queria compartilhar oito coisas que aprendi em minha vida para ajudar outras pessoas a progredirem”.
Um dos passos mais importantes em sua jornada foi a ousadia de ter “conversas inéditas e sem precedentes com Deus”.
“Temos essa ideia de que Deus sabe tudo, mas há algo importante quando derramamos nosso coração diante de Deus contando tudo”, disse ela. “Achamos que temos que usar certas palavras, temos que ser respeitosos e cuidadosos com Deus, mas o que descobri é que nossa honestidade convida à proximidade da presença de Deus”.
Igreja versus Depressão
A autora afirma que há um equívoco “prejudicial” na Igreja e ressalta que os cristãos não deveriam lutar contra as doenças mentais. “Muitas vezes, quando as pessoas já estão sofrendo e lutando, as envergonhamos, fazemos com que sintam que há algo errado com elas”, disse.
“Dizemos que há falta de fé ou confiança em Deus, dizemos a elas para se unirem. Mas não é falta de fé, é uma falta de substâncias químicas em seu cérebro para poder funcionar bem”, complementa.
“Eu tive muitas conversas com cônjuges ou pais cujo filho cometeu suicídio porque eles disseram em sua igreja que não acreditam em medicação. Eles disseram: ‘Vamos orar por você’. Isso me deixa desesperadamente triste, porque a doença mental não é curável, é tratável. A medicação corrige as substâncias químicas em seu cérebro, permitindo que você funcione bem e seja quem Deus criou você para ser”, coloca.
Walsh argumenta que pastores e líderes de ministérios são particularmente suscetíveis ao esgotamento, depressão e doença mental e a Igreja precisa “acordar” e apoiar aqueles em posições de liderança em meio a uma “epidemia”.
“Temos essa ideia distorcida do que significa representar a Cristo. Achamos que precisamos parecer a bons”, disse ela. “Nós não. Jesus é a Boa Nova. Precisamos simplesmente começar a ter essa conversa, reconhecendo que isso é um problema. Precisamos dizer aos nossos pastores: ‘Por favor, não se envergonhem, por favor, não desistam, a ajuda está disponível'”, disse.
“Ainda assim, a Igreja fez grandes progressos quando se trata da questão da saúde mental”, disse Walsh, apontando para os líderes da Igreja de Saddleback, Rick Warren e sua esposa Kay, que perderam seu filho de 23 anos para o suicídio.
“De sua dor indescritível, os Warrens fizeram muito bem”, disse ela. “O filho deles, Matthew, era um menino querido, mas sofreu profundamente com a depressão. Rick e Kay têm um ministério tão fenomenal e estão liderando o caminho para ajudar outras igrejas a entenderem as doenças mentais”.
Walsh disse que uma de suas citações favoritas vem do teólogo Charles Spurgeon, que sofria de depressão clínica extrema. “Às vezes, sua depressão era tão grave que ele não poderia estar no púlpito por um mês inteiro”, disse ela. “Ainda assim, ele disse: ‘Eu aprendi a beijar as ondas que me atiram’”, finalizou.
Medidas alteram a legislação sobre delação premiada e caixa dois
por Jarbas Aragão
Sérgio Moro em reunião com Raul Jungmann. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
O juiz Sérgio Moro está licenciado até o final do ano e saiu da Lava Jato após sua nomeação para ser o próximo Ministro da Justiça, a convite do presidente eleito Jair Bolsonaro. O Partido dos Trabalhadores tenta “melar” a indicação, alegando que o magistrado responde a um processo da sigla contra ele no Conselho Nacional de Justiça.
Ao mesmo tempo, um grupo de parlamentares de diversas legendas está tentando convencer o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, “a votar projetos que alteram a legislação de delação premiada, caixa dois e a prescrição de crimes de improbidade.”
A pressa deles em realizar a votação antes do final do ano deve-se ao temor de que as leis “endureçam” após a posse do novo Congresso, que tem um perfil mais conservador. Muitos dos novos deputados e senadores se elegeram com um discurso de combate à corrupção.
Uma dessas propostas modificaria os termos da lei sobre uma delação, que só terá validade com a apresentação de provas e se o colaborador tiver participado diretamente dos fatos. Ou seja, não valeriam mais relatos sobre conhecimentos sobre um crime.
Também pode ser aprovada uma lei que altera o entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre “crimes contra o erário”. Em agosto a Corte havia decidido que as ações de ressarcimento são “imprescritíveis” nesses casos.
A interrupção aconteceu quando uma mulher desmaiou no meio da multidão e o presidente pediu atendimento médico e orações por ela.
Donald Trump interrompeu o próprio discurso para pedir socorro a uma mulher que desmaiou em um de seus comícios. (Foto: Reprodução)
Na última segunda-feira (5), o presidente americano Donald Trump afastou-se do microfone e permaneceu em silêncio, a não ser para pedir calma e orações, depois que uma mulher desmaiou em um comício, em Cape Girardeau, no estado de Missouri. A multidão presente respondeu ao pedido de Trump, cantando o conhecido hino cristão "Amazing Grace" ("Preciosa Graça") e muitos agora estão elogiando-o pelo momento de sensibilidade. "Essas são uma das nossas ótimas pessoas", disse Trump sobre os socorristas que atenderam a mulher que acabou desmaiando durante o comício. "Tomem seu tempo", insistiu o presidente aos profissionais. Enquanto esperavam para ver o resultado da emergência, algumas pessoas gritaram palavras de apoio ao presidente. Mas Trump não deu ouvidos e ficou em silêncio, longe do microfone até que uma voz da multidão recomendou que orassem pela mulher. "Isso mesmo, façam uma oração", respondeu Trump. E muitos dos presentes no comício podiam ser vistos levantando as mãos em uma oração coletiva pela mulher. O presidente manteve a compostura enquanto seus apoiadores continuavam com vários aplausos de apoio. Quando parecia que o atendimento de emergência continuaria por um longo período, o presidente garantiu ao médico que estava disposto a esperar o tratamento que a mulher levasse. "Tomem o seu tempo", ele pediu. "Temos bastante tempo, certo?", acrescentou Trump mostrando clara preocupação com a mulher que estava sendo atendida. Pouco depois, a multidão espontaneamente começou a cantar o hino "Amazing Grace". Segundos depois, os socorristas levantaram a mulher do chão em uma maca e a retiraram da manifestação. "O poder é realmente algo fantástico. Eu queria apenas agradecer a todos pela maneira como vocês se comportaram. Isso foi lindo. No final foi lindo. 'Amazing Grace'. Isso foi lindo. Espero que ela esteja bem", disse o presidente.
O Congresso Nacional celebrou os 30 anos da Constituição de 1988 em sessão solene nesta terça-feira (6).
O deputado federal Roberto de Lucena discursou na sessão solene em comemoração aos 30 anos da Constituição. (Foto: Reprodução)
A sessão solene em comemoração aos 30 anos da Constituição de 1988 foi marcada nesta terça-feira (6) pela defesa da Carta e da democracia no Congresso Nacional.
Em seu discurso na tribuna, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) defendeu a Constituição como o único norte da democracia.
“Na topografia, existem três nortes: o da quadrícula, o verdadeiro e o magnético. Na democracia só um norte, é o da nossa Constituição”, disse. “Juntos, vamos continuar construindo o Brasil que o nosso povo merece. Temos tudo para sermos uma grande nação”, acrescentou, em rápido discurso.
Na tribuna, também estavam presentes o presidente Michel Temer, o presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o ex-presidente José Sarney.
Também ocuparam a tribuna o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Jair Bolsonaro durante sessão em homenagem aos 30 anos da Constituição no Congresso. (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)
O deputado federal Roberto de Lucena (PODE-SP) classificou a Constituição como a âncora do Estado democrático de direito. “Todos nós juramos defendê-la e cumpri-la, e este compromisso é inalienável, inegociável e inarredável”, disse às autoridades.
“[A Constituição] consolidou valores e elencou os objetivos que devem ser perseguidos diuturnamente por todos nós, como a dignidade da pessoa humana, a erradicação da pobreza, a redução das desigualdades sociais e regionais, inúmeros direitos sociais, princípios da administração pública e a responsabilização pelo Estado dos deveres de prestar saúde, educação e assistência social à população”, destacou.
Lucena aproveitou seu discurso para parabenizar Bolsonaro por sua eleição à presidência da República. “Estou certo de que o nosso país viverá um novo tempo de paz e prosperidade. E o seu governo, com as bênçãos de Deus e o apoio de todos os que amam esse país e as balizas da nossa Constituição, haverão de representar esse marco”.
As recentes notícias sobre questões abordadas no Enem 2018, como o "dialeto secreto dos gays e travestis" e a "vovó lésbica", tem feito retornar a discussão sobre um projeto que já está em tramitação na Câmara: Escola Sem Partido.
Decisivos no apoio de sua campanha, grande parte dos evangélicos agora têm uma preocupação no tocante à Educação: o combate à doutrinação ideológica na Educação e contam com o presidente eleito Jair Bolsonaro para isso. Durante entrevista com o apresentador José Luiz Datena, ele sinalizou atender essa demanda.
"Tão mais grave que a corrupção é a questão ideológica no Brasil, que está muito arraigada por parte de alguns aqui em nossa pátria e você tem que lutar contra isso. Até a própria prova do Enem, é um vexame você ver o que é uma prova do Enem, o que mede conhecimento, por exemplo, essa primeira parte realizada no domingo passado, ou seja, uma doutrinação exacerbada", declarou durante entrevista.
"Uma questão de prova que entra na dialética, na linguagem secreta de gays e travestis não tem nada a ver, não mede conhecimento nenhum. A não ser obrigar para que no futuro a garotada se interesse por esse assunto", acrescentou.
Para cumprir o propósito do combate à doutrinação nas escolas, cristãos e conservadores consideram urgente a nomeação de um ministro que não prossiga com um aparelhamento do ministério e inicie o que pode se tornar uma verdadeira limpeza das escolas e universidades brasileiras.
O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), pastor Silas Malafaia, é um dos defensores da proposta junto ao presidente eleito, pedindo que a pasta tenha como uma de suas prioridades “varrer da educação brasileira a ideologia esquerdista”. O pastor tem ressaltado que Bolsonaro se comprometeu em indicar um nome com este perfil para a pasta.
O caráter decisivo dos eleitores evangélicos para a vitória de Bolsonaro foi confirmada pelo cruzamento do resultado do segundo turno com dados do Censo de 2010 sobre religião: quanto maior o percentual de evangélicos nos 5.565 municípios brasileiros, maior foi a votação do capitão reformado do exército.
Nas 32 cidades com maioria evangélica, Bolsonaro recebeu 74,26% dos votos. Esse percentual caiu para cerca de 64,2% nos municípios que têm entre 40% e 50% da população formada por evangélicos e diminuiu à medida que essa proporção também se reduziu. Nos 1.416 municípios onde os membros dessas igrejas somam menos de 10% da população, por exemplo, o Bolsonaro teve apenas 28,07% dos votos, contra 71,93% recebidos por Fernando Haddad (PT).
Contexto
Segundo os dados do Censo, o país tinha, no começo da década, mais de 42 milhões de evangélicos. Mas estimativas de institutos como o Datafolha mostram que esse público já corresponde a algo em torno de 30% dos brasileiros atualmente, o que equivale a 60 milhões de pessoas.
Bolsonaro reforçou sua aproximação com o eleitorado evangélico, dois dias após o triunfo nas urnas. Na noite da última terça-feira, fez uma aparição relâmpago na sede da ADVEC, localizada na Penha, zona norte do Rio de Janeiro.
Deputado pede que Bolsonaro coloque “a confiança do mandato dele em Deus”
por Jarbas Aragão
Cabo Daciolo
O deputado federal Cabo Daciolo (Patriota/RJ) tornou-se um nome conhecido nacionalmente durante as eleições deste ano. Chamado de “louco” por muitos, surpreendeu ao terminar o pleito com 1.348.323 votos, deixando para trás nomes tradicionais da política, como Marina Silva (Rede) e Alvaro Dias (Podemos).
Em entrevista ao jornal Zero Hora, ele contou o que deve fazer nos próximos meses. “Eu não saí para Estado nenhum, não fui para nenhum lugar pedir voto. Agora eu vou agradecer os votos que eu tive em todos os Estados”, explica. No melhor estilo pregador itinerante, anuncia: “O que está no meu coração agora é alugar um carro, para rodar o país e agradecer a todos, continuar falando do amor de Deus e da transformação”.
Sua campanha foi a que teve o menor custo declarada, cerca de 8 mil reais segundo ele. Sempre com a Bíblia na mão, passou mais da metade do primeiro turno em jejum e oração em montes do Rio. Nos debates, conseguiu trazer à tona questões ignoradas pelos demais candidatos e acabou gerando uma infinidade de memes na internet.
Ele não fala muito sobre seu futuro, mas já sabe que não voltaria para a Câmara dos Deputados. “No Congresso, eu vi o que eu precisava. Tem raras exceções, mas há uma grande quadrilha aqui dentro. Eu, se vier novamente, seria à Presidência da República, com um plano de nação para a colônia brasileira”, destaca.
Daciolo tem um pedido ao presidente eleito Jair Bolsonaro “Que ele possa colocar a confiança do mandato dele em Deus”. O deputado também acredita que há membros da bancada evangélica que deveriam mudar de atitude. Sem citar nomes, sentencia: “Eu peço a Deus para que eles se arrependam e façam o que está escrito na Palavra”.
Segundo o jornal gaúcho, em Brasília os deputados comentam que o cabo do Corpo de Bombeiros “pode virar pastor” a partir do ano que vem.
Universal e Record ajudaram a amplificar a mensagem anti-PT nas eleições
por Jarbas Aragão
Edir Macedo. (Foto: Reprodução / Facebook)
As eleições acabaram, mas o embate do Partido dos Trabalhadores com o bispo Edir Macedo, líder a Igreja Universal do Reino de Deus, continuará por muito tempo ainda.
Esta semana, o bispo Renato Cardoso, genro de Macedo e apontado como um de seus potenciais herdeiros na liderança da Igreja, fez uma provocação durante seu programa na Rede Aleluia, com rádios da Universal.
“Tenho certeza que um certo candidato deve estar amargamente arrependido agora de ter ofendido milhões de evangélicos”, disparou. Mesmo sem citar nominalmente, ficou claro que referia-se a Fernando Haddad, candidato derrotado do PT.
Após as acusações de Haddad de que Macedo era “charlatão” e agia, como Bolsonaro, por “fome de dinheiro”, o petista é alvo de dois processos, um criminal e outro civil. O bispo reclama que o ex-prefeito de São Paulo “zombou” dele com “atos difamatórios” e está pedindo uma indenização de R$ 77 mil. Se ganhar, promete doá-la para caridade.
Haddad terá de provar na justiça suas acusações. A assessoria dele afirma que ele está “convicto de que suas afirmações são verdadeiras e que os fatos e a história dos personagens envolvidos assim comprovam”.
Para o jornal Folha de São Paulo, Macedo usou “sua máquina” para atacar Haddad, incluindo além das igrejas a Rede Record e rádios afiliadas. “A máquina da Universal entrou com tudo na campanha contra Haddad”, assegura a Folha, que asseverou ainda: “a Record, sem ligação oficial com a Universal, mas parte do conglomerado de Macedo, ajuda e muito a amplificar a mensagem anti-PT”.
O periódico tomou uma postura claramente favorável ao candidato petista durante a campanha, tendo acusado – até agora sem provas – Bolsonaro de ter incentivado através do dinheiro de “Caixa 2” a disseminação maciça de fake news para prejudicar a imagem do petista e do seu partido. Força política
O cenário político que se consolida no Brasil mostra que os evangélicos, mais do que nunca, poderão se tornar protagonistas. Isso nitidamente vem incomodando grandes meio de comunicação como a Folha e a rede Globo. A oração puxada por Magno Malta no dia 28 na casa de Bolsonaro e que acabou transmitida para todo o país, gerou muitas críticas e “preocupações”.
Em seu programa “Inteligência e Fé”, transmitido pela Rede Aleluia, Renato Cardoso pediu aos fiéis que entendam a nova força política do segmento evangélico.
“Você, cristão, assuma a sua importância na sociedade. O candidato vencedor [Bolsonaro] venceu por cerca de 10 milhões de votos. É indiscutível que o voto evangélico fez a diferença.” Segundo projeção do Datafolha, o candidato do PSL teve apoio de 70% segmento, cerca de (22 milhões de votos.
Para o bispo Renato os cristãos não deveriam falar em “resistência”. “O presidente nem começou a governar. Olha, está escrito [na Bíblia]: não devemos resistir à autoridade, pois quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus [1 Tm 2:1-3]”, ensina.
"Quando Jesus foi chamado de 'viado' nenhum jornalista se manifestou", lembra senador.
por Cris Beloni
Oração de Magno Malta por Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução / Youtube)
Em seu discurso de ontem (30), falando sobre a vitória de Jair Bolsonaro (PSL), o senador Magno Malta (PR-ES), fez alguns registros na Sessão Plenária do Senado Federal.
Lembrando quando Bolsonaro ainda era deputado federal e o chamou para uma conversa. “Me puxou pelo ombro, olhou nos meus olhos e disse: um de nós tem que ser candidato a presidente ou eles vão destruir nossas famílias através da escola”.
Malta citou o “kit gay” e o grande movimento contra a ideologia de gênero. Segundo o senador, Bolsonaro era “baixo clero” e tido como doido e ele um “senador folclórico” como o apelidava a mídia esquerdista.
“Nosso único caminho era orar. Fazíamos isso duas vezes por semana em meu gabinete. Em 2014, pela primeira vez, Bolsonaro verbalizou o que sentia na tribuna e leu João 8.32 (Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará)”, detalhou. Planos iniciais
“Só falamos em proteger as nossas crianças na escola, defender a pátria e enfrentar a violência. Fazer polícia ser polícia e bandido ser bandido”, lembrou.
Entre os anseios estava também voltar a ver a pátria cantando o hino nacional e fazer o povo voltar a ter amor pela bandeira brasileira. “A bandeira já estava sendo urinada e até queimada em praça pública”, disse.
Em sua opinião, o país estava amarrado por um viés ideológico e nenhum partido, seja novo ou velho, iria conseguir desamarrá-lo. Afronta à fé
Em pauta incluiu o Queermuseu, que desrespeitou a tudo e todos. Citou a exposição LGBT detalhando o que o povo brasileiro viu. “Crianças tocando em homem nu, virgem Maria com pênis na mão, hóstia sagrada dos católicos cheias de palavrões, homens estuprando ovelha, criança”, lamentou.
Para o senador foi uma tentativa de destruição dos valores, principalmente na mente das crianças. Agora que “o Brasil acordou”, as pessoas voltaram a se emocionar nas ruas, usando as cores verde e amarelo.
Mas tudo isso aconteceu a partir de gestos mais simples. “Só queríamos dizer que o cidadão não pode ficar desprotegido. Todo mundo pensava que não tinha como tirar eles (PT) do governo, mas o Brasil virou militante de si mesmo”, afirmou. “Um presidente que depende só de Deus”
Malta enfatiza que foi “desvotando nos outros” que o cidadão votou nele mesmo. Sendo assim, ninguém votou em Bolsonaro. “Quem escreve a história é Deus, não somos nós”, garantiu.
Referindo-se ao último domingo, pouco tempo após os resultados das urnas, Malta confessa que quando fez a oração por Bolsonaro, não sabia que seria transmitida em rede nacional.
“Eu pensei que só estava sendo gravado. Os mais céticos e os mais incrédulos têm que entender que foi a mão de Deus, ou então ache uma explicação e falem pra mim”, ressaltou.
Segundo Malta o que o mundo recebeu não foi um mal sinal, e sim o sinal de uma nação cristã. “Quero dizer a esses comentaristas que quando Jesus foi chamado de ‘viado’, num show em Salvador, ou de ‘rainha do céu’, ninguém fez nada”, protestou.
“Reclamaram porque nós oramos. Mas nós faremos isso muitas vezes. Vocês vão ter que aguentar ter um presidente que vai depender só de Deus. Bendita a nação cujo Deus é o Senhor”, finalizou.